Estudo descobre fungo que pode ajudar no diagnóstico de câncer em fase inicial

Um estudo descobriu a existência de milhares de fungos no interior das células de tumores malignos. Eles foram detectados a partir de 17 mil amostras de sangue que apresentavam diferentes tipos de câncer, segundo divulgação da revista Cell.

A pesquisa, realizada pelo Instituto de Ciências Weizmann, em conjunto com a Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), revelou que os seres Fungi apresentam variações. Essas variações possuem relação com o tipo de câncer ao tumor em que estão alocadas.

“É surpreendente porque não sabemos como os fungos podem entrar em tumores em todo o corpo. Mas também é esperado, porque se encaixa no padrão de microbiomas saudáveis em todo o corpo (…), onde bactérias e fungos interagem como parte de uma comunidade complexa”, explica Rob Knight, coautor do estudo. 

A partir de um fungo presente em tumores que levam ao câncer de mama, os cientistas evidenciaram que o índice de sobrevivência de pessoas com esse organismo. Malassezia globosa é uma das espécies de fungos encontrados em tumores de mama.


Registro de fungos no interior de um tumor maligno. (Foto: Reprodução/Revista Cell)


Outros pontos também foram observados em relação aos fungos presentes em tumores malignos. Alguns desses organismos tiveram maior notabilidade em mulheres mais velhas, pessoas fumantes e em tumores de melanoma que não respondiam à imunoterapia.

O pesquisador do Instituto Weizmann e coautor do projeto se referiu à descoberta como uma “nova luz” para expandir os olhares sobre os estudos a respeito do ambiente biológico dos tumores. “Pesquisas futuras revelarão como os fungos afetam o crescimento do câncer”, disse.

A comunidade científica enxerga que, desse modo, novas oportunidades são entregues para que a medicina ajude a salvar vidas. Com a detecção desses microrganismos fúngicos dentro do tecido cancerígeno será possível identificar a gravidade de tumores através de um diagnóstico precoce, a fim de combater o câncer logo em sua fase inicial. 

Foto Destauque: Estudo descobre fungo que pode ajudar no diagnóstico de câncer em fase inicial. Reprodução/DepositPhotos

 

Cólica menstrual e fluxo intenso são sinais de alerta, diz médica

Quando a menstruação se aproxima, é possível identificar os sinais desse período tão importante do mês. Acnes, pele oleosa, mamas inchadas, maior sensibilidade emocional e alta da libido são partes do conjunto denominado “TPM”, a Tensão Pré-Menstrual.

Finalmente, com a chegada da menstruação, esses efeitos podem ser amenizados, algo que depende de cada caso. Para a maioria das pessoas que menstruam, sabe-se que o período de fluxo sanguíneo costuma durar entre 4 e 7 dias. E os sintomas que afetam as mulheres durante esse período também passam por variações, pois algumas sofrem de cólicas enquanto outras se queixam de dores de cabeça ou inchaços e desconfortos. 

Algumas mulheres, no entanto, apresentam sintomas mais severos e difíceis de serem contidos. Cólicas e fluxo menstrual muito intenso são sinais de alerta e indicam que uma consulta médica deve ser providenciada. Especialistas apontam mais atenção a algumas doenças que às vezes são sinalizadas através da menstruação:

  • Presença de cistos, tumores e miomas no útero e ovários;
  • Síndrome do Ovário Policístico (SOP);
  • Alterações no funcionamento da tireoide (como hipotireoidismo e hipertireoidismo);
  • Hiperandrogenismo;
  • Aumento do hormônio prolactina;
  • Menopausa precoce;
  • Estresse acentuado e/ou vivenciado por longos períodos;
  • Transtornos alimentares, como a anorexia.

Segundo a ginecologista Márcia Mendonça Carneiro, que também é professora na Faculdade de Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de 3 a 10% das mulheres apresentam um nível mais grave dos sintomas da menstruação. 

“Se as cólicas são persistentes ou se há piora progressiva das mesmas, há necessidade de buscar avaliação e tratamento. Parece surreal, mas ainda é preciso frisar que uma mulher ficar sentindo dor não é normal”, diz a ginecologista Márcia Mendonça Carneiro.

Cólicas severas, fluxo menstrual intenso, dores musculares e enjôos constantes podem ser indícios de alguma doença, como exemplo a endometriose. Esta mesma doença ginecológica, que afetou famosas como Anitta, atinge cerca de 10% das mulheres brasileiras. 


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Anitta via Instagram.


Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), essa doença afeta em maior proporção mulheres com idade entre 25 e 35 anos. 

Foto Destaque: Cólica menstrual e fluxo intenso são sinais de alerta, diz médica. Reprodução/Getty

 

Confira os beneficios do consumo de amoras, tratamentos de aftas até câncer

A amora é a fruta vermelha que mais traz benefícios para a saúde e suas vantagens não estão apenas no fruto, mas nas folhas também. No Brasil, pode-se encontrar três variedades da fruta, a amora-vermelha, amora-preta e a amora-branca, e todas elas são ricas em vitaminas e minerais, como magnésio, potássio e fósforo.

Além disso, a fruta possui um alto poder antioxidante e baixo valor calórico, tornando- se a preferida dos atletas e das pessoas que necessitam amplificar a performance do corpo na academia.

“Ela atua evitando a formação de radicais livres, prevenindo o envelhecimento celular, além de ser excelente para a saúde cardiovascular por conta da presença de fitoquímicos, como as antocianinas e carotenóides”, declarou Danielle Bayma, nutricionista membro da Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), de acordo o site Terra. 

A fruta é recomendada por médicos no tratamento e prevenção de doenças como diabetes, infarto, aterosclerose e pressão alta. 

A folha da amora também contém ótimas quantidades de taninos, quercetina e ácido elágico, compostos bioativos com ação antioxidante e antimicrobiana, sendo recomendadas para auxiliar no tratamento de gengivite, dor de garganta e aftas.


Plantação de amoras pretas e vermelhas. (Foto: Reprodução/Odair Plantas)

 


A amora, que também é conhecida como amora miúra ou amora-preta, geralmente é encontrada em feiras, supermercados e lojas de produtos naturais, podendo ser consumida ao natural ou adicionada no preparo de mousses, geléias e sucos. Já as folhas, raízes e cascas de amoreira são encontradas em lojas de produtos naturais e feiras, e podem ser usadas no preparo de chás.

A amora, especialmente as folhas da fruta, contém compostos bioativos com propriedades adstringentes, que ajudam a preservar a água do organismo durante as crises de diarreia, auxiliando no equilíbrio de nutrientes, como potássio e sódio, e no tratamento da diarreia.

Para se obter todos os benefícios com o consumo da amora, é importante também praticar atividades físicas regularmente e manter uma dieta balanceada e variada.

Foto Destaque: Frutas vermelhas. Reprodução/Globo Rural.

Haiti apresenta 7 novos casos de cólera após um ano sem aparição da doença

Sete mortes por Cólera foram confirmadas por autoridades do Haiti no país. Através de uma coletiva de imprensa, o diretor-geral do Ministério da saúde, Laure Adrien, confirmou o fato no Domingo (2) e alegou que as autoridades ainda estão tentando confirmar o número exato de casos. No entanto, o ministério da saúde declarou que há mais um caso confirmado na área de Porto Príncipe e novos casos suspeitos na cidade de Cite Soleil, na capital. 

Um novo surto de cólera no momento, seria prejudicial para o Haiti, devido a um bloqueio de gangues que parou a economia e impediu a distribuição de combustíveis no mês passado. Essa paralisação levou ao fechamento de diversos negócios e a paralisação de hospitais.


Aréa de Flüechtlingsdorf no Haiti (Foto: Reprodução/AdobeStock)


O ministério pediu aos cidadãos para que seguissem as medidas sanitárias, na tentativa de controlar o novo quadro da cólera. Para evitar a infecção, está incluso lavar as mãos e beber água potável. 

A doença já matou cerca de 10.000 pessoas em um surto no de 2010, que foi atribuído a uma força de paz das Nações Unidas. Tropas do Nepal, onde a cólera é endêmica, estavam no Haiti como parte de uma força de paz da ONU estabelecida em 2004 após a derrubada do presidente Jean-Bertrand Aristide. O tamanho da missão foi aumentado após o terremoto de 2010 no Haiti.

No ano de 2016, as Nações Unidas pediram desculpas, no entanto, não se responsabilizaram sobre o surto 

Em um painel independente nomeado por Ban Ki Moon, secretário-geral da ONU, divulgou um relatório de 2011 que não determina a forma conclusiva que a cólera se introduziu no Haiti. 

Apesar dos novos casos de cólera divulgados no dia de ontem (2), a Organização Pan-Americana da Saúde em 2020, disse que o país passou cerca de um ano sem casos confirmados. 

Foto Destaque: Área de Port-au-Prince no Haiti. Reprodução/AdobeStock

 

Saiba como identificar qual seu tipo de olheira corretamente

É fato de que muitas pessoas se sentem desconfortáveis por suas olheiras, tanto pelo aspecto cansado ou até mesmo envelhecido que elas podem causar. E existem muitos questionamentos de como acabar com elas, já que, uma boa noite de sono as vezes não é suficiente. 

Algumas possíveis causas gerais são  doenças subjacentes, algumas podem aparecer devido ao histórico familiar de olheiras, exaustão, falta de sono, alergias, coçar os olhos ou exposição excessiva ao sol.

“Pessoas cujo os pais possuem pais olheiras, por exemplo, têm mais chances de apresentarem o problema durante a vida. Além disso, como a área dos olhos é a região mais fina e sensível do rosto, os maus hábitos também contribuem para o aparecimento dessas alterações, como sono inadequado, alimentação desbalanceada e falta de hidratação cutânea”, afirmou a dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff.


Mulher apresentando olheiras bem marcadas (Foto: Reprodução/Shutterstock)


Conheça quais são os tipos de olheira e suas causas: 

• Olheiras Profundas: 

– Comum por ter coloração castanha;
– A cavidade do globo ocular é mais profunda e ocorre a criação de sombra;
– É ocasionada por genética

• Olheiras Pigmentadas 

– A coloração é mais amarronzada;
– Sofre um acúmulo de melanina na pele fina dos olhos;
– Mais Presentes em pele negra e morena;
– A Exposição solar excessiva pode piorá-la;

• Olheiras Sanguíneas 

– A coloração é arroxeada;
– Consequência de um acúmulo de hemoglobina nos vasos sanguíneos;
– Aparece caso exista desidratação ou problemas como rinite;

• Olheiras Vasculares 

– A coloração é mais azulada;
– Ocasionada por distúrbios no sistema circulatório e problemas de retenção de líquido;
– Estresse, noites mal dormidas e cansaço;
– As vezes podem ficar inchadas. 

“É importante também evitar o hábito de esfregar excessivamente os olhos, seja por alergias ou na hora de retirar a maquiagem. Isso porque esse ato, quando realizado de maneira constante, pode levar a uma inflamação local. A consequência é uma hiperpigmentação pós-inflamatória e escurecimento da região dos olhos”, explica e alerta a Dra. Cláudia Merlo, médica especialista em Cosmetologia pelo Instituto BWS.

Para realizar um tratamento adequado deve ser somente junto de um dermatologista. Consultar um profissional de confiança para questões importantes para a estética e bem-estar deve ser imprescindível. 

 

Foto Destaque: Reprodução/Victor Romero

Segurar Espirro pode causar um AVC? Saiba tudo sobre esse questionamento:

O acidente vascular cerebral (AVC) é uma questão de saúde pública perigosa para muitas pessoas ao redor do mundo. Ele pode surgir a partir de uma obstrução de vasos sanguíneos, sendo definido como acidente vascular isquêmico, ou pode ocorrer seguinte de uma ruptura do vaso, conhecido por acidente vascular hemorrágico.

Segundo dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde, apontam que no Brasil, a cada cinco minutos, uma pessoa morre após ter um AVC. Além disso, de acordo com o Portal da transparência da Arpen Brasil (Associação de Registradores de Pessoas Naturais), 105.755 pessoas morreram decorrentes desse problema em 2021. 


Representação de onde o AVC pode atingir o cérebro (Foto: Reprodução/Universo Ateneu)


O fato curioso discutido por neurocirurgiões é de que a ação de prender o espirro é prejudicial à saúde e pode até mesmo provocar um AVC. Espirrar é uma defesa que o organismo exerce para expulsar qualquer invasor que esteja comprometendo as vias nasais. Ou seja, quando uma pessoa inala fumaça, pó, ou até vírus ou bactérias, será expelido através do espirro. 

“A principal intenção do espirro é a de eliminar secreções e agentes agressores ao corpo. Quando seguramos um espirro, toda a pressão gerada por esse fluxo de ar de alta velocidade que deveria ser expelido é travada e internalizada no corpo, aumentando a pressão intracraniana”, afirma o médico Victor Hugo Espíndola.


Mulher indo espirrar e tampando corretamente  usando seu braço (Foto: Reprodução/Shutterstock)


Quando essa pressão intracraniana aumenta é quando o risco aparece. Se a pessoa possuir alguma veia ou artéria mais frágil, um aneurisma ou uma má formação vascular, segurar o espirro pode ser extremamente prejudicial. Mesmo que, o rompimento desses vasos é uma situação rara, ainda pode acontecer. Portanto, o melhor a se fazer é deixar fluir naturalmente e sempre cobrir o nariz e a boca para não atingir outras pessoas.

Existem alguns fatores de risco que podem ocasionar o AVC como hipertensão, diabetes, doenças no sangue, doenças cardiovasculares, entre outros. Contudo, o tabagismo, consumo elevado de álcool e drogas, sedentarismo e questões que prejudicam a saúde são outros riscos que podem ser evitados.

 

Foto Destaque: Reprodução/BBC

Saiba 5 atitudes que diferenciam um acumulador de um colecionador

Em algum momento você já colecionou alguma coisa da qual amava muito, seja na infância ou na vida adulta: CDs, blusas, ingressos, álbuns, figurinhas, objetos raros ou ligados a temas de filmes ou do seu cantor favorito. Seja qual for seu hábito e ‘paixão’ em colecionar saiba que existe uma diferença e um limite de: um colecionador para um acumulador!

E, por vezes, ao manter o hábito de reunir muitos objetos alguns indivíduos podem ser confundidos com acumuladores e é importante saber identificar os dois com cuidado. Colecionar seria fortalecer seu hobby, manter uma busca de organização e prazer. Já o transtorno mental de acúmulo, pode ser perigoso, provoca problemas de saúde e de convivência com amigos e familiares. 

O psiquiatra do Hospital Santa Lúcia Norte e membro titular da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, Fábio Aurélio Leite, explicou para Metropolis, quais são as diferenças, confira abaixo:


Coleção. (Foto: Reprodução/Pexels)


1 – Apreço aos objetos (consciente)

O primeiro ponto para diferenciar um colecionador de um acumulador é perceber a forma que eles lidam com seus objetos e, se existe uma consciência trás de cada compra de suas coleções, a forma que ele trata seus itens, limpando e emoldurando é uma das essências dos colecionadores o ‘zelo’.

Os acumuladores, no entanto, juntam de tudo sem um limite, até em objetos que não tem um valor. “Os objetos não oferecem utilidade para eles. Ou até oferecem, como uma panela, por exemplo, mas ficam jogados em casa. Geralmente, os acumuladores compram vários itens do mesmo objeto e vão juntando e entulhando de forma patológica”, explica o médico.

2 – Capacidade de se desfazer deles (libertação)

A capacidade de se libertar de um item se desfazendo seja doando ou vendendo é necessária! Um colecionador é cauteloso e prudente, dessa forma, por exemplo quando percebe algo repetido ele buscar trocar, vender ou desapegar com mais facilidade sem se sentir mal. Assim, os acumuladores se sentem presos como se fosse uma perda gigante deixando-os aflitos e presos em um ciclo vicioso. “Afinal, muitos se sentem sozinhos. Os objetos dão a eles uma sensação de propriedade, de poder, são uma espécie de autoafirmação no mundo. É onde essas pessoas se apoiam, por isso é tão complicado”, ressalta Fábio Aurélio.

3 – A forma de organização (cuidado)

Outro hábito dos colecionadores são a forma de organizar e catalogar, geralmente, eles reúnem os objetos em guarda-roupas, estantes e em cômodos. Sempre zelando e tendo um cuidado ao montar o seu acervo e evitando também itens repetidos. 

Porém, os indivíduos que possuem transtorno de acumulação, acabam perdendo a noção de tudo, deixando o ambiente desorganizado e sujo. “Tem casos que chegam a um ponto tão extremo que os vizinhos começam a sentir um cheiro ruim, ficam incomodados e angustiados com a situação da casa e da pessoa”, acrescenta o psiquiatra.

E, assim, sem perceber surge o acúmulo de poeira, sujeira e, até mesmo, de insetos como baratas, por consequência, chamando a atenção dos vizinhos que chamam a família, a prefeitura e vigilância sanitária dependendo do caso. 

4 – Representação 

Um colecionador se auto identifica! Ele é orgulho, muitos participam de grupos de colecionadores sendo membros com carteirinhas. Todavia os acumuladores não conseguem se definir sem se reconhecer em algum segmento. “O indivíduo não consegue perceber que está vivendo naquela situação, perdendo total noção do que é inadequado e até perigoso”, diz Fábio Aurélio.

5 – Interações sociais

Um exemplo, de interação social são as figurinhas da Copa do Mundo, os colecionadores de animam e se reúnem para conversar e trocar. “As coleções são altamente sociais, pois existem encontros com outros colecionadores. É uma atividade que visa venda e troca, então o colecionador está sempre com outras pessoas”, detalha o médico.


 

Coleção de moedas. (Foto: Reprodução/Pexels)


Os acumuladores se diferenciam ao se isolaram, a obsessão por juntar coisas, impede o convívio com amigos e familiares, principalmente, nos mais velhos. O médico pontua que, ao identificar o quadro, a família é fundamental que a família insista em tratamentos. “Empatia e paciência, além de ações que tirem o paciente de casa – como sair para ver um filme, almoçar fora, encontrar amigos -, são igualmente essenciais para o tratamento”, ressalta.

Por fim, em casos graves de acumulação, os profissionais chegam a indicar terapias para o cognitivo-comportamental, psicoterapia, além de medicamentos antidepressivos e antipsicóticos, dessa forma, é necessário sempre um acompanhamento da família e de um profissional especializado para ajudar na evolução. 

Foto destaque: Coleção. Reprodução/Pexels

Covid-19: a ciência explica sobre a perda de olfato e paladar

De acordo com estudo de 2022, cerca de 5% dos sobreviventes globais da Covid-19, desenvolveram problemas duradouros de paladar e olfato. A capacidade de sentir cheiros pode desaparecer completamente, uma condição chamada anosmia. Sem nenhuma prévia, você deixa de sentir cheiro de perfumes, aromas, e o maior perigo, você pode não reconhecer os sinais indicadores de incêndios, vazamento de gás natural, produtos químicos venenosos ou alimentos e bebidas estragados.

Gosto e cheiro estão interligados, então a comida pode ficar sem graça ou sem sabor. Estudos anteriores mostram que pode levar a déficits nutricionais, declínio cognitivo e depressão.

Os pesquisadores descobriram mesmo depois de dois anos após a pandemia, cerca de 15 milhões de pessoas ainda podem ter problemas para perceber odores, enquanto 12 milhões podem ter problemas com o paladar.


Foto: Perda de olfato causada pela Covid-19. Reprodução/Instagram.


Grupos de apoio e defesa, como AbScent e Fifth Sense, se mobilizaram para ajudar, oferecendo afirmação e esperança, dicas sobre treinamento do olfato e até receitas para aumentar o apetite.

O treinamento olfativo encoraja as pessoas a cheirar óleos essenciais duas vezes ao dia, disse a rinologista Zara Patel, professora de otorrinolaringologia, cirurgia de cabeça e pescoço na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

“A maneira como eu explico isso aos pacientes é que se você tivesse um derrame e isso fizesse seu braço não funcionar, você faria fisioterapia, faria reabilitação”, disse Patel. “Isso é exatamente o que o treinamento olfativo é para o seu olfato”.

À medida que a ciência aprende mais sobre como a Covid-19 ataca e perturba o olfato. “Acho que veremos intervenções mais direcionadas”, disse o rinologista Justin Turner, professor associado de otorrinolaringologia, cirurgia de cabeça e pescoço no Vanderbilt University Medical Center em Nashville.

Qualquer pessoa que ainda esteja enfrentando com a perda de olfato e paladar “deve pensar positivamente e assumir que seu olfato retornará”, disse Turner. “Sim, há algumas pessoas que não vão se recuperar, então, para essas pessoas, queremos que não ignorem. Queremos que levem a sério”.

 Quando o vírus que causa a Covid-19 invadiu nossas vidas, uma condição relativamente rara entre pessoas com menos de 50 anos se expandiu exponencialmente, afetando todas as idades.

“A Covid-19 afetou os jovens muito mais do que outras formas de perda de olfato pós-viral”, disse o cirurgião Eric Holbrook, professor associado de otorrinolaringologia e cirurgia de cabeça e pescoço da Harvard Medical School. “Você não veria muita perda de olfato na população pediátrica, por exemplo, e agora é muito comum”.

De fato, a perda do olfato era tão prevalente no início da pandemia que foi considerada um sinal precoce de infecção por Covid-19, mesmo na ausência de outros sintomas.


Foto: Perda de olfato causada pela Covid-19. Reprodução/Instagram.


Isso não é verdade hoje. Um estudo publicado em maio indicou que 17% das pessoas perderam o olfato quando infectadas com a variante Ômicron, que se tornou a cepa predominante do vírus que causa a doença no final de 2021. (Isso pode mudar novamente se o vírus sofrer mutação).

Em comparação, as pessoas infectadas com as duas variantes originais, Alfa e Beta, tinham 50% mais chances de perder o olfato ou o paladar. A Delta foi quase tão ruim – 44% das pessoas foram afetadas, de acordo com o estudo.

As estatísticas mostram que a maioria das pessoas recupera o paladar e o olfato. Uma análise de agosto de 267 pessoas que perderam o olfato e paladar há pelo menos dois anos revelou que a maioria recuperou totalmente (38,2%) ou parcialmente (54,3%) sua capacidade de olfato e paladar. Isso foi especialmente verdadeiro para pessoas com menos de 40 anos, de acordo com o estudo.

Mas 7,5% não recuperaram o olfato e o paladar dois anos após a infecção por Covid-19 ter sido eliminada. Aqueles que eram menos propensos a se recuperar incluíam pessoas com congestão nasal existente, mais mulheres do que homens e aqueles que tinham uma maior gravidade inicial de perda de olfato, segundo o estudo.

Os especialistas esperam que os estudos que estão sendo feitos, ajudem os pacientes a recuperarem o paladar e olfato.

Foto Destaque: Perda de olfato causada pela Covid-19. Reprodução/Instagram. 

 

Fascite plantar além de gerar desconforto nos pés, pode causar outros problemas e merece atenção

Um dos problemas que mais acometem as pessoas atualmente é a Fascite Plantar, que é uma lesão que inflama os tecidos da sola do pé. Segundo o personal trainer especialista em movimentos e treinamentos da 3Dimensional, Samorai, existem diversos fatores que podem causar esse tipo de incômodo nas pessoas.

A Fascite é uma dor que costuma estar muito relacionada com o excesso de movimentos na região da sola dos pés e é mais comum de surgir em pessoas que têm os pés planos, os chamados “chatos” ou aquelas que tenham a planta muito alta.

Samorai afirma que os músculos das pernas não podem estar tensionados nem encurtados. “Se as pernas estão com esses dois tipos de problemas, faz com que os movimentos tanto de relaxamento quanto de tensão, que estão presentes nas caminhadas não sejam feitos corretamente”, afirma.


Pessoa que sofre coma Fascite Plantar/ (Foto Reprodução: Drauzio Varella)


Ele ainda afirma que esse problema obriga os pés a fazerem um trabalho mais exigente e que não é da sua função. Por esse alto esforço, a região fica tensa e como principal consequência acabam inflamando, causando certo desconforto no doente ao longo do dia.

Os principais sintomas da doença são:

  • Dores fortes na região do calcanhar, a sensação muito relatada é de facadas e por isso a corrida deve ser evitada;
  • Se for um problema crônico, até o ato de caminhar se torna mais complicado, pois a um incômodo constante;
  • As dores acometem mais as pessoas de forma intensa na parte da manhã, porém vai diminuindo ao longo do dia, com uma caminhada mais lenta;

Um outro fator que pode desencadear esse tipo de problema e a consequente inflamação desses tecidos é a extensão do quadril, que o torna insuficiente para auxiliar no movimento completo da caminhada. Esse problema não ajuda o pé na hora da pisada, afetando os tecidos. Para a prevenção da Fascite é recomendado por especialistas, manter o corpo sempre equilibrado e com suas funções treinadas exercitadas corretamente.

Foto Destaque: Pés afetados com Fascite Plantar/ Reprodução: BBC

Personal trainer afirma que constância é essencial para realizar competições de longa distância

Para muitas pessoas que começam a correr, um dos primeiros desejos é poder completar uma prova de corrida de pelo menos cinco quilômetros. Contudo, para que essa vontade seja cumprida, é necessário que a pessoa tenha determinação e preparo físico para poder completar todo o percurso. Por isso, nesse caso a pressa não pode afetar o futuro corredor.

Segundo os especialistas na área, a primeira recomendação feita para este tipo de caso é que o exercício vai mais além das pistas. É importante treinar com constância, ter o auxílio de um profissional e também praticar exercícios de musculação, pois eles ajudam a aumentar a força nos músculos, fator muito exigido durante as competições.


Pessoas correndo em uma maratona/ (Foto Reprodução: UNASP)


O professor e personal trainer da Premiere Training Gym, Thiago Sampaio, afirma que praticar a corrida traz diversos benefícios para a saúde e o bom funcionamento do corpo. “A corrida ajuda no aumento de nível da massa muscular, na funcionalidade correta dos hormônios, ajuda no equilíbrio entre o gasto de caloria e a ingestão de energia no cotidiano”, conta.

Thiago dá algumas dicas importantes para quem tem a vontade de correr em uma prova de cinco quilômetros:

  • Estar com garrafinha de água: Toda vez que a pessoa for caminhar ou correr em um determinado percurso, é bom levar uma garrafinha com água, pois durante a prática é importante que seja feita a hidratação do corpo;
  • Conhecer o percurso: Sampaio diz que não é preciso que o corredor comece participando de provas longas agora no começo. O importante é conhecer bem todo o trecho aos poucos, seja alternando entre corridas e caminhadas;
  • Treinar com alguém: Fazer sua rotina de treinos com algum parceiro que tenha experiência em corridas é indicado, pois ele te ajudará a conhecer o trajeto e a manter a rotina de exercícios;
  • Cuidar da mobilidade: Correr exige do corpo muita flexibilidade, estabilidade e força dos músculos e articulações, por isso se alongar e se aquecer são fatores essenciais para o corredor cumprir sua tarefa;

É importante frisar que durante os treinos, as pessoas podem se lesionar e por isso é recomendado pelo fisioterapeuta, Matheus Barros, que toda vez que a pessoa for aumentar a intensidade do exercício, busque a orientação de um educador físico. Se dores forem sentidas mesmo após mais de sete dias de prática, Matheus indica uma visita a um fisioterapeuta, pois ele apresentará fatores que podem melhorar a performance do paciente e futuro corredor.

Foto Destaque: Pessoas correndo em maratona/ Reprodução: OAB Sergipe