Musculação x exercícios aeróbicos: saiba mais sobre a escolha do seu treino

Uma vida saudável é resultado de um conjunto de hábitos sadios, dentre os quais a prática regular de atividade física. Musculação e exercícios aeróbicos são atividades que cada vez mais proporcionam diversos benefícios. Juntas são capazes de trazer ótimos resultados quando o treino e ajustado para tal.


 

Grupo de idosos se exercitando. Reprodução: Lightfieldstudios/Istockphoto.


Atividades aeróbicas como corrida, pedalada, caminhada e pular corda, potencializam o processo de emagrecimento e a perda de gordura corporal, auxiliando na manutenção do peso. Garantindo saúde e bem estar e diminuindo chances de desenvolver doenças cardiovasculares e hipertensão arterial, favorecendo a qualidade de vida. Já o treino de musculação funciona por meio da execução de exercícios repetitivos utilizando o levantamento de halteres ou uso de aparelhos. É muito procurada por quem deseja melhorar definição corporal e aumentar a resistência, ou seja, hipertrofiar ou emagrecer.

Muitas pessoas focam apenas a musculação e deixam as atividades aeróbicas de lado. Afinal musculação e aeróbico não devem ser vistas como atividades isoladas e sim complementares. Sendo combinada de acordo com o seu objetivo e idade. Você deve alinhar seu treino de acordo com os objetivos almejados. Um exercício para cada faixa etária e de acordo com a necessidade de cada corpo. Entenda como planejar seu treino conforme tabela abaixo:

Idade

Atividade

Percentual

Habilidades

Até 20 anos de vida

Aeróbicas e esportes em geral

80% aeróbicos e 20% musculação

Desteza,coordenação, condicionamento e flexibilidade.

De 20 a 30 anos

Exercícios musculação e força

70% de aeróbicos e 30% de musculação

Correção de desequilíbrios musculares e posturais

De 40 a 50 anos

Musculação e aeróbicos em equilíbrio.

50% para cada atividade

controle cardiovascular

A partir dos 50 anos

Intensifica se musculação em

10% a cada década

Manutenção da massa muscular

Procure sempre junto com seu instrutor ou personal trainer, alinhar seu treino aos seus objetivos. Quem busca emagrecimento pode intercalar aeróbico e musculação essa escolha aumenta a freqüência cardíaca e acelera o metabolismo. Agora se a meta for aumento de resistência, o treino deve começar com o aeróbico, intensificando o mesmo reduzindo a carga da musculação. E lembre se a partir dos 30 anos a tendência é de perda de massa muscular e aí a musculação ganha uma importância maior. Seu corpo e morada de sua alma e espírito, cuidar bem dele não só te deixará mais feliz e saudável.

Foto destaque: Homem realizando treino de musculação. Reprodução/Istock

Nova tabela nutricional aprovada pela Anvisa torna se obrigatória

Com o avanço da tecnologia cada vez mais presente na sociedade, o consumidor está cada vez mais sedento por informações confiáveis a respeito de produtos que consomem para garantir sua saúde e bem estar. Após muitos debates realizados desde 2010 entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Associação  Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), a Anvisa tornou  obrigatória a rotulagem nutricional para alimentos embalados através da norma Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) № 429 e na instrução normativa  № 75, ambas em 2020. Em atendimento as exigências da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAM). Mas afinal você sabe o que é a rotulagem? E pra que serve?

A rotulagem nutricional tem como objetivo apresentar informações sobre produto embalado de forma clara, tais como informação nutricional obrigatória de valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais sejam ela saturadas ou trans, fibra alimentar e sódio, em caso de todo alimento ou bebida embalada que seja produzido, comercializado ou embalado na ausência do cliente.


 

Modelo de nova tabela de alto teor (Reprodução/Anvisa)


Em 9 de outubro, entrará em vigor uma nova medida implantada pela Anvisa que ajudará na seleção de alimentos mais saudáveis, contribuindo assim para deter a ascensão dessas enfermidades.

A partir desta data começarão a aparecer nas prateleiras os primeiros produtos com o novo modelo de rotulagem que trás uma lupa para chamar a atenção do alto teor de açúcar, sódio e gorduras saturadas. A nova tabela deverá ser padronizada com letras legíveis de cor preta e fundo branco. Sua nova descrição possibilita a revisão e formulação das informações e informar o consumidor sobre as propriedades nutricionais ao alimento favorecendo assim a boa escolha do alimento. Com o objetivo de diminuir os riscos de doenças crônicas e garantir promoção da alimentação saudável, evitando assim que o cliente leve para casa alimentos carregado de sódio, açúcar e gordura saturada. Nutrientes estes ligados a doenças crônicas como diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares.

A informação nutricional se tornou  obrigatória, assim os estabelecimentos devem se atentar a determinadas condições para a rotulagem do seu produto de forma correta. Além disso, é essencial estar atualizado com as normas da ANVISA para ter um produto regularizado. 

A adoção da rotulagem frontal no Brasil é considerada um primeiro passo, mas ainda com desafios a ser enfrentados.

Foto destaque: Tabela de informação nutricional. Reprodução/Anvisa

Conheça a droga que retardou o progresso do Alzheimer

Um tratamento com os anticorpos Monoclonais, chamado lecanemabe pode retardar a progressão do declínio cognitivo em até 27% usando em comparação com um placebo, uma substância que não tem nenhum efeito colateral no organismo. O uso desses anticorpos podem ser usados contra o Alzheimer. As informações foram divulgadas pelas farmacêuticas Biogen e Eisai na última terça-feira. A droga foi testada em fase global 3, mostrando a redução da amiloide, uma proteína que é uma das características de quem possui a doença, além de efeitos positivos na cognição e na capacidade de realizar tarefas cotidianas em relação ao placebo.

Mesmo apresentando resultados, o pesquisador Richard Isaacson, diretor da clínica de Prevenção de Alzheimer no Centro de Saúde do Cérebro da Faculdade de Medicina Schmitd na Florida, disse em entrevista à CNN que os resultados do estudo  não são provas da hipótese amiloide. 


Reprodução do cérebro. (Foto: Reprodução/conexao.ufrj).


Isso prova que, em pessoas com uma certa quantidade de amiloide no cérebro em um determinado estágio da doença, essa droga funciona. Em termo de provar um mecanismo pelo uso de uma droga, não. Alzheimer é uma doença muito “heterogênea”, disse. O pesquisador completa “ Quando este medicamento é usado corretamente, os efeitos colaterais são controláveis e os resultados negativos são evitáveis na maioria dos casos”.

A Associação de Alzheimer expressou esperança sobre os resultados. Mesmo a descoberta apresentando dados preliminares, as empresas envolvidas na pesquisa planejam publicá-las em um periódico revisado por pares e planejam apresentar os dados para obter a aprovação das autoridades regulatórias dos EUA.

A doença de Alzheimer provoca deterioração das funções como perda de memória e da linguagem, da razão e da habilidade de cuidar de si mesmo. Ainda não se conhece a causa da doença de Alzheimer, pode ser certa predisposição genética por isso a doença pode aparecer precocemente entre pessoas de 50 anos. Alguns pesquisadores levantam a possibilidade de algum vírus ou a deficiência de certas enzimas e proteínas. A doença não possui um tratamento definitivo, e pode ser diagnosticada somente com um exame realizado no tecido cerebral obtido por biópsia ou na autópsia após a morte. 

Foto destaque: Foto: Reprodução/hypeness.com

Covid-19: Aumenta em 50% o número de crianças internadas

Entre o período de 17 de julho e 10 de setembro, cresceu o número de hospitalizações de crianças com menos de 5 anos por causa da Covid-19. Segundo o Observa Infância, instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi divulgado na quinta-feira (29).

O balanço aponta que, entre os meses de janeiro até junho, essa população representava 5,6% do número de internações por complicações da Covid-19. Esse índice aumentou entre o período de 17 de julho e 10 de setembro em 8,5%, esses dados surgiram dos Boletins Epidemiológicos Especiais: Covid-19 do Ministério da Saúde.


Foto: Reprodução da aplicação do imunizante/ schroeder


Atualmente, a população infantil é vacinada contra a doença com CoronaVac, vacina que foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em julho deste ano. Ocorreu também a autorização do uso do imunizante da Pfizer para crianças com mais de seis meses, mas a aplicação das doses ainda não começou. 

Ainda segundo dados do Observa Infância, até o dia 23 de setembro, apenas 2,5% das crianças com 3 e 4 anos já tinham recebido até duas doses da CoronaVac. Segundo a análise, ocorreu uma queda de 325% na média de óbitos diários por Covid-19 na população com mais de 60 anos.

Nesta sexta-feira, o Governo de São Paulo decidiu ampliar a vacinação para todas as crianças, pois, anteriormente, somente as crianças com comorbidades que estavam dentro da faixa informada anteriormente, eram vacinadas. A distribuição da vacina começou no estado em agosto mas, não foi disponibilizado o total do imunizante para vacinar toda esta população pelo Ministério da Saúde. Sendo assim, o Instituto Butantan doou 2 milhões de doses para que todas as crianças sejam vacinadas.

Foto destaque: Reprodução/ agenciabrasil

Cientistas britânicos alertam que uso de antidepressivos em excesso pode levar a doenças cardíacas

Foi publicado um estudo pela revista British Journal of Psychiatry Open no dia 13 de setembro onde apontou que o uso excessivo de antidepressivos pode ocasionar problemas cardíacos. Os cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, começaram uma pesquisa e encontraram ligação entre as questões.

Para esse estudo entrar em prática, os pesquisadores reuniram dados de praticamente 220 mil pessoas de 40 a 69 anos cadastrados no banco de dados de saúde do Reino Unido. Foi comparado, durante 10 anos, a saúde da população que fazem uso de medicamentos antidepressivos com as dos que não consomem.

Os medicamentos que foram incluídos na pesquisa foram oito tipos: Os inibidores seletivos de receptação de serotonina (ISRS) que são citalopram, sertralina, fluoxetina, paroxetina e também mirtazapina, venlafaxina, duloxetina e trazodona.


Representação de problema cardíaco (Foto: Reprodução/MundoBoaForma)


“Os antidepressivos, especialmente os ISRSs, podem até ter um perfil de atuação seguro a curto prazo, mas estão associados a consequências adversas com o passar do tempo. Isso é importante porque a maior parte do aumento substancial na prescrição nos últimos 20 anos ou mais está na prescrição repetida de longo prazo”, declarou a principal autora do estudo, Narinder Bansal.

É importante ressaltar que os dados coletados para a pesquisa foram a partir do cruzamento de informações de saúde. Dessa forma, o estudo não inclui e nem estabelece uma relação com efeitos colaterais já existentes. Entretanto, tem grande avanço ao encontrar evidências sobre essa relação entre o consumo de antidepressivos e problemas cardíacos. 

Em consequência desse fato, os responsáveis pelo estudo e até mesmo a autora sugerem para pessoas que consomem diariamente antidepressivos, comecem a fazer  acompanhamento da saúde cardiovascular e permanecer em consulta com um profissional de saúde indicado. Um psicólogo especializado que observará 

 

Foto Destaque: Reprodução/Vittude

Cientistas temem que bactéria causadora de IST se torne ultrarresistente

Existe uma preocupação na comunidade científica muito comum, a evolução de micro-organismos e consequentemente a criação de resistência aos antibióticos que os exterminam. Esse fato é uma realidade e foi apontado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma das principais preocupações na saúde mundial, o desenvolvimento de super bactérias.

O foco de preocupação de cientistas no momento é a bactéria o Mycoplasma genitalium, responsável por ocasionar uma infecção sexualmente transmissível (IST) sem nome, abortos ou até mesmo nascimentos prematuros. Ela é conhecida pela resistência praticamente imbatível a todos os antibióticos já criados para eliminá-la.

Desde sua descoberta em 1980 em Londres, é feito um trabalho incansável em descobrir como tratá-la e fazer com que não evolua para um perigo mundial de grande escala. Até hoje, só existe um teste no mundo para obter o diagnóstico e foi aprovado somente em 2019. Contudo, só está disponível nos Estados Unidos.


Mycoplasma genitalium segurada por um cientista (Foto: Reprodução/Quero Viver Bem)


Além de provocar abortos espontâneos e nascimentos prematuros, a Mycoplasma genitalium é capaz de causar infertilidade e outros problemas como uretrite não específica em homens e doença inflamatória pélvica.

A principal transmissão ocorre por meio de relações sexuais e pode ter como consequência passar da mãe para o bebê. Alguns dos principais sintomas dessa IST, são:

  • Sangramento e inchaço na genitália;
  • Inchaço e irritação da uretra;
  • Dores ao urinar;
  • Inflamação no colo do útero.

Vale lembrar que, por existir apenas um teste no mundo todo, é preciso ter muito cuidado ao se relacionar sexualmente sem proteção e evitar ao máximo contrair essa bactéria.

O apelo da comunidade científica ao redor do mundo é fazer com que tenha mais investimento em pesquisas, a preocupação com essa super bactéria está tomando grandes proporções desde que o avanço para combatê-la ainda seja pequeno. Dessa forma, cientistas estão atentos e cuidadosos para conseguir achar uma fraqueza e eliminá-la.

 

Foto Destaque: Reprodução/shutterstock

Somente 54% das crianças brasileiras foram vacinadas contra a Poliomielite

Até o último dia da campanha de vacinação contra a Poliomielite, o número de crianças que devem tomar a vacina, continua sendo considerado baixo. Os dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde, apontam que apenas 54% das crianças com faixa etária entre dois meses e cinco anos de idade foram vacinadas.

Esta campanha que começou no dia 8 de agosto, já foi prorrogada até o último dia útil de setembro, porém o índice de vacinas aplicadas não se alterou. Para os especialistas na área, esse é um fator preocupante, pois a meta estabelecida pelo Ministério era de 95% da população infantil estar em dia com esta vacina.

O problema é que nenhum dos estados brasileiros atingiu este número. Os três que chegaram mais perto da meta, foram: em primeiro lugar, a Paraíba (86,8%). Em segundo lugar, Amapá (82,8%) e por último, Alagoas, com (75%). Já os estados com o índice mais baixo, são: Rio de Janeiro (30,5%), seguido do Acre (24,5%) e Roraima (23%).


Criança tomando a vacina contra a Poliomielite (Foto: Reprodução/ Prefeitura de Jundiaí/ Fotógrafos PMJ)


Mesmo que a doença da Poliomielite tenha o título de erradicada no país desde 1994, quando nenhum caso foi registrado, a ideia da vacinação é para justamente, a sociedade como um todo, não correr o risco de se tornar vulnerável em relação à circulação do vírus.

A campanha é destinada às crianças com idades inferiores aos cinco anos e que até o momento não tenham recebido nenhuma dose deste imunizante, ou que tenha o esquema vacinal incompleto. Vale lembrar que a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), afirmou que o Brasil pode sofrer com a volta da doença.

Os governantes decidiram concentrar seus esforços para que aqui no Brasil, não aconteça o mesmo que nos países europeus, Israel e nos Estados Unidos. Nesses países, como não houveram medidas preventivas, o número de infecções pelo Polivírus Selvagem (PVS), aumentaram de forma considerável. Vale lembrar que a infecção pode acontecer por via oral e o contato com fezes infectadas e se não for tratada corretamente, a poliomielite pode causar a paralisia dos membros inferiores.

Foto Destaque: Criança tomando a vacina contra a Poliomielite. Reprodução/Prefeitura de Jundiaí/Fotógrafos PMJ.

Especialistas confirmam que o vinagre de maçã traz benefícios ao corpo humano

Atualmente está em alta entre os famosos, como: Jennifer Aniston, Megan Fox, Victoria Beckham e outras, o consumo em forma de “shot”, de vinagre de maçã. O principal motivo que está circulando pelas redes sociais, é que este produto ajuda a manter o bem-estar do corpo, sendo ingerido em jejum.

Segundo alguns mitos que circulam no mundo todo, o vinagre de maçã tem benefícios, como: a melhora na parte da digestão, diminuição nos níveis de açúcar, melhora a textura da pele, ajuda na perda de peso e ajuda no aumento de consumo de vitaminas e minerais. Contudo, vale lembrar que para os médicos, os pontos positivos são outros.


Vinagre de maçã (Foto: Reprodução/ Go Outside)


Para os especialistas, que intrigados com o grande número de utilidades deste produto tão simples, resolveram investigar de forma criteriosa se o vinagre tinha benefícios ao organismo humano. O que até o momento já foi comprovado é que:

  • Ele ajuda a reduzir a gordura na região abdominal, se a pessoa inclui o líquido nas refeições e pratica exercícios físicos. A Universidade de Ciências Médicas de Israel, comprovou que aliando esses dois fatores, o metabolismo da pessoa acelera e aí acontece o emagrecimento;
  • Muito usado por quem trata as infecções na pele como: acne, espinhas e até pode prevenir o envelhecimento da pele. Como o tecido corporal é ácido, ingerir o vinagre pode equilibrar o pH da pele;
  • Em sua receita, são incluídos diversos ingredientes, tipo: Potássio, Aminoácidos e até Antioxidantes e por isso quando o produto está nas refeições, o organismo passa a funcionar de uma forma melhorada;
  • Um estudo feito pela American Diabetes Association, comprovou que este vinagre pode reduzir o nível de açúcar no sangue. Este tipo de substância pode melhorar a sensibilidade da insulina em até 35%;

A nutricionista Emilia Sosa, só pontua que, como se trata de um vinagre, o produto possui um nível alto de acidez e se ingerido de forma diária pode causar problemas no esmalte dos dentes e até machucar o sistema digestivo. Por isso, ela recomenda que antes de tudo, o paciente deve procurar um médico especialista, o qual indicará a melhor dieta para ser seguida.

Foto Destaque: Vinagre de maçã. Reprodução/Diário do Nordeste.

Anvisa aprova novo teste para diagnóstico da Monkeypox

No dia 20 de setembro foi liberado pela Anvisa o primeiro teste para diagnóstico da varíola dos macacos ou monkeypox, no Brasil. O kit diagnóstico molecular aprovado pela Fiocruz produzido no instituto de tecnologia em imunobiológico. O produto é capaz de identificar vírus orthopox, monkeypox e varicella zoster. Nesta terça feira, 28 foi publicado a liberação do segundo teste na edição do diário oficial da união a disponibilidade do produto no mercado, de acordo com a Anvisa, apenas para empresas detentora do registro.


Foto: pesquisador realizando testes. Reprodução/ Crédito: Rhjphotoandilustration/freepik.com


Segundo a Anvisa o produto baseia-se em tecnologia PCR em tempo real, indicado para o processamento de amostras clínicas. Foram analisados pela agência requisitos técnicos que incluem o desempenho clínico e o gerenciamento de risco, garantindo assim a adequabilidade do teste ao uso proposto.

Segundo Anvisa a analise levou mais de 30 dias para ser concluída, o produto atende a critérios técnicos para o diagnóstico em vitro. A avaliação dos testes para monkeypox ocorre no regime de prioridade na agência, informou o órgão.

Os dois testes permitem identificar a presença do material genético do vírus em um amostra. O kit molecular utiliza tecnologia PCR em tempo real. O segundo kit molecular faz detecção e diagnóstico diferencial, em ensaio contendo diferentes alvos virais.  De acordo com a Fiocruz, a metodologia confere maior capacidade de esclarecimento com diferenciação dos vírus relacionados.

“A importância das ações de preparação para emergências sanitárias se expressa nesta oferta rápida dos kits moleculares em resposta à Monkeypox. Uma cadeia de suprimentos mais efetiva, após a experiência com a covid – 19, e um arranjo produtivo local fortalecido contribuem para a autonomia nacional em relação a insumos indispensáveis ao enfrentamento de problemas de saúde pública, que têm surgido com mais frequência e maior alcance”, afirma a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima em comunicado.

Ambos os diagnósticos moleculares identificam o material genético do vírus da Monkeypox e a tecnologia permite o uso imediato em plataformas que já fazem a identificação de outros vírus na rede de Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens).

FOTO DESTAQUE:  tudo de coleta de exames PCR . REPRODUÇÃO/Crédito: Rhjphotoandilustration/freepik.com

Entenda a relação entre a endometriose e o aumento de peso

Conhecida como doença crônica a endometriose trata-se de um distúrbio em que o tecido que reveste o útero cresce fora do útero. O tecido pode estar presente nos ovários, tubas uterinas ou no intestino. Os sintomas mais comuns são cólicas intensas durante a menstruação, dores e inchaço abdominais, dificuldade para engravidar, intestino preso, solto ou dor para evacuar durante a menstruação, dores durante o sexo e desconforto ou sangramento ao urinar. Estima-se que cerca de 10 a 15% da população feminina em idade fértil sofra desse mal, segundo a associação brasileira de endometriose, havendo casos inclusive na menopausa.

Mas será que existe relação entre a endometriose e o aumento de peso?


Foto: Mulher sofre com dor abdominal Reprodução/Crédito: wayhomestudio/ freepik.com

 


Segundo ginecologistas a endometriose não engorda, mas sim acontece a presença de células do endométrio no abdômen que resulta em inchaço, o que dá a impressão de que a mulher engordou. Essa sensação de ganho de peso é devido ao inchaço abdominal e à retenção de líquido causada pela doença, além do uso de medicação hormonal. Estes métodos ajudam a atrofiar o tecido endometrial, contribuindo para o aumento de peso.

Uma vez descoberta a endometriose, o tratamento é feito com auxilio médico à base de medicamentos e meios cirúrgicos, dependendo da gravidade e grau de desenvolvimento do quadro. Especialistas afirmam que uma boa dieta nutricional ajuda a tratar a doença.

 Você sabia que a nutrição pode auxiliar no tratamento da endometriose?  É conhecido que uma alimentação saudável, que siga recomendações nutricionais, possui perfil antiinflamatório e pode modular fatores inflamatórios e imunológicos, que estão alterados em mulheres com endometriose. Uma dieta deficiente em nutrientes pode contribuir para o aparecimento ou agravamento de doenças, como endometriose, abortos recorrentes, menopausa precoce, infertilidade inexplicada, entre outras. Existem casos que um bom tratamento dietético com redução de estrogênio podem ser usados para tratar ou regredir a endometriose. Além de ajudar a tratar da consequência: ganho de peso.

 Alguns compostos ativos, presentes em alimentos que compõem a dieta oferecem propriedades terapêuticas que ajudar no controle a dores e sensações de mal estar ocasionados pela inflamação. A deficiência de nutrientes (ácido fólico, vitamina B12, zinco e colina) pode levar ao aumento dos níveis de estradiol e prostaglandina E2 (PGE2), favorecendo a inflamação e o crescimento celular. Nutrientes como cálcio, zinco, selênio, vitamina C, vitamina E  influenciam na saúde, ajudam no equilíbrio hormonal e no controle do crescimento celular. Uma boa alimentação rica em fibras e gorduras insaturada e pobre em gordura. Ou seja, baseada em compostos antioxidantes e anti-inflamátorios como frutas, legumes, peixes, azeites, cereais integrais e pouca carne vermelha ajudam a controlar o processo inflamatório da doença diminuindo o desconforto das dores.

FOTO DESTAQUE: Mulher com endometriose com abdome inchado . REPRODUÇÃO/Crédito: eddws-anomator/ freepik.com