China lança Magic 6 Pro, celular com inteligência artificial integrada

Neste domingo (25), foi lançado globalmente o Magic 6 Pro, smartphone aprimorado com inteligência artificial que antes só havia sido lançado na China. Entre as funcionalidades integradas, é foco de atenção a ferramenta que permite o usuário dirigir seu carro remotamente apenas com os seus olhos.

A empresa chinesa de tecnologia, Honor, busca integrar essa tecnologia internacionalmente, como parte de sua estratégia para diferenciar seu produto no mercado de smartphones – atualmente visto como lento – a partir do uso da IA. Os avanços tecnológicos da empresa deverão ser apresentadas no Mobile World Congress (MWC) que inicia nesta segunda-feira (26) em Barcelona.

O Magic 6 Pro vêm com câmera de 180 megapixels, e até 1TB de memória. Entre as funcionalidades exclusivas do aparelho, há o “Magic Portal” (Portal Mágico) que permite que o usuário possa selecionar e arrastar mensagens para aplicativos de modo que a inteligência artificial “adivinha” o que você quer buscar com cada combinação. Por exemplo, seria possível arrastar um endereço que lhe foi enviado por mensagem de texto para um aplicativo como o Google Maps para automaticamente traçar a rota, ou arrastar a imagem de um produto para um navegador e facilmente achar onde comprar o produto online.


Amostra do Magic 6 Pro (Foto: reprodução/Honor/AndroidFinal)

Mercado Chinês

A empresa chinesa Honor tem passado por adaptações recentemente, ao ser vendida pela Huawei Technologies à estatal Shenzhen Zhixin New Information Technology Co. em novembro de 2020. Com o novo produto, ela busca usar o interesse global em inteligência artificial para se destacar no setor, que na China continua altamente disputado.

De acordo com a International Data Corporation, a Apple tinha uma participação de 17,3% no mercado chinês, enquanto que a Honor era responsável por 17,1%. Outras empresas com participação similar são a Xioami e a Huawei, enquanto que também crescem novos competidores como a Oppo.

Inteligência Artificial

Em vista de tanta concorrência, explica-se o interesse por trás das inovações prometidas pelo Magic 6 Pro, que também poderá ter a integração global do modelo de linguagem grande LlaMA 2, uma ferramenta semelhante ao ChatGPT.

Entre outras empresas que pensam similarmente, está a Samsung. O Galaxy S24, também planejado para tomar vantagem da tecnologia desenvolvida da inteligência artificial, também deverá ser apresentado no MWC, onde a empresa deve mostrar ao público sua visão para o futuro da IA, e até permitir que usuários interajam com celulares em amostra.

Eletric Hydrogen quer baratear o hidrogênio verde, segundo Raffi Garabedian e David Eaglesham

No final do ano passado, a COP-28 – conferência do clima da ONU – chegou a um acordo, alertando para uma rápida e necessária transição energética mundial. A extinção dos combustíveis fósseis, principalmente petróleo, carvão e gás natural, se torna cada vez mais pauta global. Dentre as saídas, por exemplo, existe a eólica, hidrelétrica, solar e o hidrogênio verde.

Este último merece destaque. É convertível em eletricidade ou combustíveis sintéticos e atender demandas comerciais, industriais e de mobilidade. Além disso, não é tóxico e é abundante. Entretanto, o maior empecilho está no custo de produção. É justamente o que a startup de Raffi Garabedian e David Eaglesham promete combater.

Anteriormente, a dupla já atuou no barateamento da energia solar para algumas empresas. Agora, eles querem continuar essa revolução sustentável, limpando indústrias que produzem amônia, produtos químicos, derivados de petróleo e aço e construindo refinarias de combustíveis verdes perto dos complexos que necessitam dessa matéria-prima.


O hidrogênio verde é produzido via eletrólise da água com energia de fontes renováveis (Vídeo: reprodução/Confederação Nacional da Indústria)

Revolucionando a indústria energética

Raffi Garabedian, CEO da companhia, pretende “descarbonizar a indústria”, a partir de “um eletrolisador realmente barato (gerador de hidrogênio) e de energias renováveis baratas”, ele disse à Forbes.

Um sistema do tamanho de uma pequena fábrica, com eletrolisadores baratos, capazes de gerar 45 toneladas de hidrogênio verde por dia, foi pensado. É o equivalente energético a 170 mil litros de gasolina, e dez vezes maior à quantidade já produzida pela Eletric Hydrogen.

Os empresários almejam, eventualmente, fabricar essa versão limpa pelo mesmo preço do “hidrogênio sujo”, isto é, feito do gás natural, expulsando CO₂ na atmosfera. Portanto, custaria US$ 1,50 por quilo.

Situação atual

Hoje, o mercado de hidrogênio vale 120 bilhões de dólares. Com as estratégias da dupla, a estimativa é que o valor dobre até 2030. Os Estados Unidos consomem anualmente dez milhões de toneladas métricas de hidrogênio, quase tudo poluente, já que o verde, como já dito, é caro para produzir, armazenar e transportar.

No Brasil

O país possui um enorme potencial quando o assunto é utilização de energias renováveis. Segundo o estudo Comercialização de Energia Elétrica, o Brasil, em 2023, registrou 93% de uso de energia limpa. Sobre o hidrogênio verde, a proposta é de, até 2023, transformar a nação em uma grande produtora. Atualmente, há, conforme o Ministério de Minas e Energia, 32 incentivos ligados ao H2V.

NVIDIA inicia testes de dois novos chips para inteligência artificial na China

A NVIDIA, empresa americana de unidade de processamento gráfico e inteligência artificial, começa a disponibilizar dois de seus novos chips voltados à IA em território chinês. A declaração partiu de Jensen Huang, presidente-executivo da marca, para a agência de notícias Reuters, na última quarta-feira (21), após divulgação de resultados trimestrais.

A contrapartida de aquecer o mercado asiático surge da dificuldade imposta pelas delimitações de exportações dos Estados Unidos. Washington aumentou o controle de exportação da big tech ao país oriental, principalmente de hardware de construção avançado.

Chips focados para inteligência artificial

Segundo boletim da SemiAnalysis divulgado em novembro, empresa especializada em IA, três dos novos chipsets NVIDIA eram especificados para inteligência artificial, sendo eles H20, L20 e L2. Ambos deveriam circular na China, mas ainda não foi confirmado. 

Além disso, têm como característica uma arquitetura de computação reduzida para suprir as restrições estabelecidas pelas leis americanas.


Presidente-executivo Jensen Huang em conferência sobre inteligência artificial (Foto: reprodução/NVIDIA)

Em relação ao primeiro chip, o H20, o valor estipulado era similar ao produto da Huawei, rival da NVIDIA. Além disso, de acordo com relato da Reuters do ano passado, o lançamento original do produto era para novembro, o que não ocorreu devido à falha para integração do chipset. 

Expectativa quanto à recepção

O presidente acredita que a baixa nas vendas acontece principalmente pela negligência da NVIDIA em apostar na China, fato que pretendem corrigir agora e que também revela certo otimismo. Segundo Huang, a empresa espera que os chips consigam atender com sucesso o mercado e que também abra possibilidade de competição.

O executivo não revelou a nomenclatura dos novos chipsets ou os clientes atendidos.

Até o dia 28 de janeiro, a NVIDIA tinha registrado U$1,9 bilhão de vendas na China, contando com Hong Kong

Apelo urgente: especialistas e executivos exigem regulamentação de Deepfakes

Especialistas e líderes da indústria de inteligência artificial, juntamente com renomados executivos, uniram-se em uma carta aberta, instando a implementação de regulamentações mais rígidas para controlar a disseminação de deepfakes. Esta chamada à ação vem em meio ao crescente reconhecimento dos riscos que os deepfakes representam para a sociedade. As informações são da Forbes.

Regulamentação de deepfakes

O grupo, que inclui figuras proeminentes como Yoshua Bengio, um dos pioneiros da tecnologia de IA, expressou preocupações sobre o potencial destrutivo dos deepfakes, que vão desde a disseminação de pornografia infantil até a propagação de desinformação política. Eles enfatizam que, à medida que a inteligência artificial avança, os deepfakes se tornam cada vez mais convincentes e difíceis de distinguir do conteúdo genuíno.


DeepFake (Foto: reprodução/Bing Image Creator)

A carta, intitulada “Interrompendo a cadeia de suprimentos de deepfakes”, delineia várias recomendações para regulamentar o uso de deepfakes. Estas incluem a criminalização da produção e disseminação de deepfakes prejudiciais, com penalidades severas para os responsáveis. Além disso, exige-se que as empresas de IA implementem medidas para prevenir a criação de deepfakes nocivos por meio de seus produtos.

Mais de 400 indivíduos, representando uma ampla gama de setores, já assinaram a carta, demonstrando um amplo apoio à causa. Entre os signatários estão acadêmicos proeminentes, figuras do entretenimento e até mesmo políticos de destaque, destacando a gravidade da questão e a necessidade urgente de ação.

Reflexo da conscientização sobre IA

Essa iniciativa reflete uma crescente preocupação com os riscos associados à inteligência artificial e sua potencial capacidade de causar danos à sociedade. Desde a revelação do ChatGPT pela OpenAI, em 2022, houve um aumento na conscientização sobre os possíveis impactos negativos da IA, levando os reguladores a priorizarem a segurança e a ética na implementação dessas tecnologias.

Apelo à responsabilidade

A carta também é um lembrete dos apelos anteriores feitos por figuras influentes, como Elon Musk, que advertiram sobre os perigos da IA não regulamentada e pediram medidas para conter seu avanço desenfreado. Este movimento destaca a necessidade premente de uma abordagem cuidadosa e responsável no desenvolvimento e utilização da inteligência artificial, visando proteger os interesses e a segurança da sociedade como um todo.

União Europeia abre investigação sobre possível quebra de transparência do TikTok

Depois da recente pressão enfrentada pelos Estados Unidos, o TikTok agora está sob a mira da União Europeia, que decidiu formalizar o início das investigações contra a plataforma administrada pela empresa chinesa ByteDance. As investigações têm como foco verificar se a plataforma infringiu as diretrizes da UE para proteger crianças e garantir a transparência de seus anúncios online.

Digital Services Act entrou em vigor no último sábado

O chamado Digital Services Act entrou em vigor no último sábado, representando uma resolução do bloco europeu para exigir que as grandes plataformas online combatam conteúdos digitais ilegais que possam representar um risco à segurança pública. Isso ocorre em um momento em que várias plataformas, especialmente o TikTok, enfrentam uma série de órgãos reguladores que buscam entender cada vez mais os riscos dessas plataformas.


Thierry Breton durante convenção da UE (reprodução/X/@EU_Social)

Segundo o comissário da União Europeia para o mercado interno, Thierry Breton, a decisão de investigar o TikTok foi tomada após a empresa enviar um relatório curto sobre sua análise de risco e suas respostas aos pedidos de informação feitos pelo órgão europeu.

No próprio X, ele escreveu sobre o início das investigações: “Hoje abrimos uma investigação contra o TikTok sobre suspeitas de quebras de transparência e obrigações para proteger menores: design viciante e limites de tempo de tela, efeito ‘toca do coelho’, verificação de idade e configurações de privacidade”.

Foco no algorítimo do TikTok

O principal foco da investigação feita pela União Europeia será a análise dos algoritmos do TikTok, que, segundo o órgão, geram vícios comportamentais e o efeito conhecido como “toca do coelho”, no qual o usuário fica cada vez mais viciado em um determinado assunto ao consumir incessantemente conteúdos sobre ele, gerando um loop onde passa cada vez mais tempo dentro da plataforma.

Caso seja considerada culpada, a plataforma pode receber uma penalidade financeira que corresponderá a uma multa de até 6% de sua receita global. As investigações devem prosseguir nos próximos meses, revelando o que possivelmente foi descoberto pela UE.

Japão lança foguete H3 ao espaço com êxito

Com 63 metros de altura, 574 toneladas (excluindo carga útil), custo de bilhão e meio de dólares e 10 anos de desenvolvimento, o H3 deixou o Centro Espacial de Tanegashima na manhã de ontem, 21h22 (sexta-feira, no horário de Brasília). Conhecido por ser um possível concorrente do Falcon 9, da estadunidense SpaceX, o objeto alcançou a órbita planejada, além de registrar a combustão do motor de segunda fase, configurando um sucesso da Jaxa.

Entretanto, vale lembrar das falhas que antecederam o final feliz japonês. Na primeira tentativa, em fevereiro de 2023, os propulsores do foguete não foram acionados e a decolagem foi interrompida. Um mês depois, em março, o equipamento chegou a ser lançado, mas perdeu velocidade e precisou ser destruído 14 minutos após a sair do solo. A ignição do motor de segunda fase teria falhado, segundo o centro de comando da agência. Em 2022, o pequeno Epsilon também tinha decepcionado, ao não decolar.


Jaxa compartilha toda a história do Foguete H3 (Vídeo: reprodução/YouTube/Jaxa)

Novos investimentos

Agora, com o triunfo do programa especial, a ideia é transformar o Veículo H3 numa opção mais barata para o transporte de satélites ao espaço. Conforme a agência japonesa, os planos seriam lançá-lo até 6 vezes ao ano nos próximos 20 anos. Foi a segunda vitória dos japoneses. Em janeiro, o Slim, módulo de pouso lunar, fez uma viagem precisa. Dessa forma, o Japão tornou-se o quinto país a conseguir colocar uma espaçonave na Lua. O país está investindo nesta indústria, em parceria com os norte-americanos, para competir com os chineses.

Corrida aeroespacial

Completando a lista, apenas a antiga União Soviética, os Estados Unidos, a Índia e a China realizaram tal feito sem uma empresa privada. A ex-URSS, em 1961, foi a primeira a lançar um humano ao espaço. Em 1968, os EUA foram os pioneiros ao pisar a Lua, com Neil Armstrong. Christina Koch, ao final de 2024, pode ser a primeira mulher a chegar ao satélite natural da Terra.

Batalha de gigantes: Zuckerberg testa Vision Pro e compara ao Meta Quest

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, antiga Facebook, provocou uma onda de discussões nas redes sociais após compartilhar um vídeo provocativo em seu perfil pessoal no Instagram, @zuck. No vídeo de quase quatro minutos, Zuckerberg não apenas apresentou o recém-lançado Meta Vision Pro, mas também aproveitou a oportunidade para lançar algumas farpas na direção da gigante tecnológica rival, Apple.

Comparando os dispositivos

Gravado utilizando um dispositivo Meta Quest 3, Zuckerberg abre o vídeo com uma declaração direta: “No começo, eu acreditava que o Meta Quest seria uma escolha superior apenas para os usuários que buscavam um produto mais acessível. No entanto, após experimentar o Vision Pro, não há dúvidas de que o Quest 3 é superior em todos os aspectos, sem contestação.”


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Zuckerberg testa Vision Pro (Video: Reprodução/Instagram/@zuck)

O Meta Vision Pro, um dispositivo de computação espacial de última geração, está disponível por uma faixa de preço consideravelmente mais elevada, entre US$ 3.499, contrastando com o Meta Quest 3, que varia de US$ 499,99 a US$ 649,99. A disparidade nos preços, ressaltada por Zuckerberg, pode representar um ponto crucial para muitos consumidores.

Vantagens do Meta Quest 3: ecossistema de Jogos e controles táteis

Além do aspecto financeiro, Zuckerberg destaca as vantagens adicionais do Meta Quest 3, incluindo seis meses de acesso gratuito ao ecossistema de jogos exclusivos adaptados para realidade virtual, conhecido como Meta Quest+, além de dois controles táteis para proporcionar uma experiência de jogo ainda mais imersiva.

Desafiando a Apple e a era da computação espacial

No fechamento do vídeo, Zuckerberg não perde a oportunidade de provocar a Apple, afirmando: “Eu sei que alguns entusiastas podem se sentir incomodados quando há críticas direcionadas à Apple. No entanto, a realidade é que a Meta está destinada a se tornar líder na nova era da computação espacial“.

Essa provocação de Zuckerberg ressoa em meio à crescente rivalidade entre as empresas de tecnologia, especialmente à medida que a Meta avança em sua missão de se tornar líder no campo da computação espacial, desafiando o domínio estabelecido da Apple e de outras gigantes do setor. A resposta da Apple a esses comentários certamente será aguardada com grande expectativa pelos observadores da indústria tecnológica.

SpaceMIRA: Robô realiza primeira cirurgia bem-sucedida na ISS

No último sábado (10), um marco histórico foi alcançado na medicina espacial: o robô cirúrgico SpaceMIRA executou com sucesso a primeira cirurgia em gravidade zero na Estação Espacial Internacional (ISS).

Avanço tecnológico e desafios superados

Controlado por seis cirurgiões remotos, o SpaceMIRA operou em tecidos simulados no laboratório orbital, localizado a aproximadamente 400 km de Lincoln, em Nebraska, EUA. Pesando apenas 0,9 quilogramas e com um design compacto, o robô demonstrou habilidades notáveis, utilizando dois braços para agarrar e cortar, uma ferramenta essencial para missões espaciais de longa duração e potencialmente para cuidados médicos em áreas remotas.


Robô cirúrgico completou primeira cirurgia em gravidade zero (Foto: reprodução/Virtual Incision)

Benefícios para a exploração espacial e além

O sucesso desta cirurgia representa não apenas um avanço crucial para as viagens espaciais humanas de longo prazo, onde emergências cirúrgicas podem ocorrer, mas também uma promessa para o acesso a cuidados médicos em regiões remotas, tanto dentro quanto fora da Terra. Apesar dos desafios enfrentados, como a latência na comunicação entre os cirurgiões na Terra e o robô na ISS, com um atraso de cerca de 0,85 segundos, os cirurgiões conseguiram completar as tarefas com precisão e eficácia.

Aplicações na medicina terrestre

Além disso, os benefícios dessa tecnologia não se limitam ao espaço. O desenvolvimento do SpaceMIRA tem o potencial de revolucionar a medicina em terra firme. Com a capacidade de realizar procedimentos não invasivos e controlados remotamente, esses robôs cirúrgicos podem desempenhar um papel vital em áreas rurais ou situações de emergência, como em campos de batalha militares.

Rumo a um futuro médico inovador

Assim, o futuro da medicina parece cada vez mais influenciado pela presença e avanço dos robôs cirúrgicos, promovendo cuidados médicos acessíveis e eficazes em todo o mundo. O SpaceMIRA marca um passo significativo não apenas na exploração espacial, mas também na expansão dos limites da cirurgia robótica e na entrega de cuidados médicos onde quer que seja necessário.

Leonardo AI: conheça a nova plataforma de geração de imagens

Em meio ao avanço da inteligência artificial generativa, uma gama de plataformas emergiu, possibilitando a geração de imagens e ilustrações a partir de simples comandos textuais. Uma dessas ferramentas, o Leonardo AI, presta uma homenagem ao renomado artista italiano Leonardo da Vinci, oferecendo uma maneira intuitiva e acessível de criar imagens de alta qualidade.

Recursos do Leonardo AI

Disponível gratuitamente através do aplicativo exclusivo para iOS ou pelo seu site oficial, o Leonardo AI oferece uma variedade de recursos para a criação de imagens com detalhes precisos e alta definição. Utilizando comandos simples, os usuários podem controlar o tamanho, as dimensões e até mesmo o estilo das imagens geradas, sem a necessidade de conhecimento prévio em inteligência artificial.


Imagem do Papa Francisco gerada por IA que viralizou na internet (Foto: reprodução/MidJourney)

Além da geração de imagens, a plataforma também permite a criação de texturas 3D, recursos de vídeos e até mesmo treinamento de modelos personalizados. No entanto, a versão gratuita da plataforma impõe algumas restrições, limitando o número de tokens diários que são consumidos a cada nova solicitação.

Para aqueles que desejam explorar mais os recursos da plataforma, estão disponíveis planos pagos divididos em quatro categorias: Livre, Aprendiz, Artesão e Maestro. Com preços que variam de US$ 10 a US$ 48 por mês, esses planos oferecem menos restrições e mais recursos para os usuários.

Passo a passo para utilizar o Leonardo AI

1. Inscreva-se: crie uma conta no site oficial e faça login na opção “Comece a Usar o Leonardo”.

2. Acesse a plataforma: escolha a opção “Geração de imagem” e clique em “Criar nova imagem”.

3. Gere a primeira imagem: digite uma descrição da imagem desejada e especifique o estilo da arte. Clique em “Gerar”.

4. Veja o resultado: o Leonardo AI criará quatro imagens diferentes com base nos comandos especificados.

5. Especifique o modelo ou estilo: selecione um modelo específico e defina suas opções. Clique em “Gerar”.

6. Adicione elementos à sua imagem: escolha elementos específicos a serem adicionados e ajuste o peso de cada elemento na imagem.

7. Acrescente um “prompt negativo”: caso necessário, adicione um prompt negativo para especificar o que não deseja ver nos resultados finais.

8. Especifique o número de imagens: controle quantas imagens serão incluídas nos resultados.

9. Peça imagens fotorrealistas: ative a opção “PhotoReal” para gerar imagens mais realistas.

10. Defina as dimensões: escolha as dimensões desejadas para a imagem final.

11. Escolha e ajuste a imagem: Selecione a imagem desejada e faça os ajustes necessários.

12. Copie ou baixe a imagem: finalize fazendo uma cópia da imagem ou baixando-a em seu dispositivo.

O Leonardo AI surge como uma ferramenta revolucionária no campo da criação de imagens, permitindo que os usuários gerem obras de arte digital de alta qualidade com facilidade e eficiência. Com uma gama de recursos disponíveis, desde a versão gratuita até os planos pagos, a plataforma oferece uma experiência personalizada para atender às necessidades de qualquer criador.

X poderá ser usado para chamadas de voz e vídeo, segundo Musk

Nesta sexta-feira (9), Elon Musk revelou, em post, que deixará seu telefone de lado em alguns meses, pois sua rede social terá tecnologias mais eficientes de comunicação, incluindo mensagens de texto, voz e vídeo. 

A postagem, até o momento, possui 27 compartilhamentos, 247 mil curtidas, mais de 48 milhões de visualizações e 24 mil comentários. Dentre as reações, destacam-se algumas respostas descontraídas, outras ainda questionadoras. “Você se tornará o verdadeiro X-Man”, escreveu um perfil. Outro disse, “Você não precisaria de um telefone para linkar com sua conta do X?!”. 

Revolucionando a mídia social

A ideia é que a plataforma se aproxime do WhatsApp e Instagram, ambos da Meta, de Mark Zuckerberg, e concorrentes do antigo Twitter. Desde que Musk comprou o aplicativo de mídia por 44 bilhões de dólares, no final de outubro de 2022, realizou uma série de alterações. Demitiu funcionários, fechou algumas sedes, mudou o regulamento de moderação de conteúdo. 


Musk teve sua fortuna aumentada em 6 bilhões de dólares em dezembro de 2023 (Foto: reprodução/Joe Skipper/G1)

Fora isso, mudou a própria logo, de pássaro azul para a letra “X”, alinhando o nome a outras empresas do rico visionário, “SpaceX” e “xAI”; permitiu a compra do selo de verificado por qualquer usuário, desde que adquira o plano Premium – a assinatura custa 440 reais por ano ou 36 reais por mês; incluiu novas métricas; adicionou a aba “Para Você”, com conteúdos personalizados para cada pessoa; entre outras mudanças.

Para este ano, o dono do X quer continuar transformando seu produto em algo completo, reunindo cada vez mais as vertentes: pagamentos, criação e troca de informação, com uso de inteligência artificial generativa, aumentando a rentabilidade do negócio por meio de assinantes e publicidade.

O mais rico do planeta

Nascido em Pretória, África do Sul, Elon Musk possui cidadanias canadense e norte-americana. É conhecido por ter companhias de alta tecnologia. SpaceX, Tesla, Hyperloop, Neuralink, Startlink, The Boring Company estão sob sua tutela. Conforme a Forbes, em janeiro deste ano, é a pessoa mais rica do mundo, com fortuna avaliada em 251 bilhões de dólares.