Grêmio 1995: o título da Libertadores com a cara de Felipão
O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense é uma das principais equipes do Brasil. Com fama de ser uma equipe copeira, o clube tem três Libertadores da América na sala de troféus: 1983, 1995 e 2017. Portanto, o prestígio da equipe se mantém e, hoje, o Grêmio é destaque nas melhores casas de apostas, principalmente em duelos […]
O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense é uma das principais equipes do Brasil. Com fama de ser uma equipe copeira, o clube tem três Libertadores da América na sala de troféus: 1983, 1995 e 2017.
Portanto, o prestígio da equipe se mantém e, hoje, o Grêmio é destaque nas melhores casas de apostas, principalmente em duelos de mata-mata que exigem tradição e camisa forte. Pratique o jogo com responsabilidade.
Entre as conquistas, a histórica campanha de 1995, que levou o Tricolor ao topo da América, segue viva na memória da torcida e tem um sabor especial. Vamos relembrar e entender o motivo!
Contexto antes da competição
Comandado por Luiz Felipe Scolari, o Felipão, o Grêmio fez uma campanha histórica na Copa Libertadores de 1995. A equipe chegou embalada após o título da Copa do Brasil no ano anterior, mas passava por uma reconstrução.
Quatro nomes surgiram como os principais reforços: Arce (lateral), Alexandre Gaúcho (meio-campista), Paulo Nunes (atacante) e Jardel (centroavante).
Além disso, o Tricolor manteve o goleiro Danrlei, o zagueiro Adilson Batista e os volantes Dinho e Goiano, líderes no elenco. A equipe contava com uma mescla de jogadores experientes e jovens talentos, além dos quatro reforços de peso.
A campanha
Integrando o Grupo 4, o Grêmio enfrentou Palmeiras, Emelec-EQU e El Nacional-EQU. O início não foi bom, com derrota para o Verdão por 3 a 2 e empate com o Emelec, ambos fora de casa. A recuperação veio em Quito, com vitória por 2 a 1.
Com três jogos em casa no segundo turno, o Imortal foi bem, somando sete pontos ao empatar com o Palmeiras e vencer os outros dois. Assim, avançou na segunda posição.
Nas oitavas de final, o adversário foi o Olimpia, do Paraguai. O Grêmio venceu a ida por 3 a 0, fora, e a volta em casa por 2 a 0, avançando sem sustos. Nas quartas, o adversário foi novamente o Palmeiras, pedra no sapato na primeira fase.
No Estádio Olímpico, o Imortal aplicou uma goleada por 5 a 0 e encaminhou a classificação. No Palestra Itália, levou um susto, mas a derrota por 5 a 1 garantiu a vaga na semifinal.
Copeiro, o Grêmio segurou o empate sem gols em Guayaquil e levou a decisão para casa. Com o apoio da torcida, venceu por 2 a 0 e garantiu vaga na grande final, contra o Atlético Nacional.
Com gols de Marulanda (contra), Jardel e Paulo Nunes, o Tricolor fez valer o mando de campo na ida e venceu por 3 a 1, levando a vantagem para Medellín. Na volta, Aristizábal marcou para os colombianos, mas Dinho empatou de pênalti, e a igualdade garantiu o título para os brasileiros.
O legado
O título da Libertadores de 1995 representou um marco incontornável na trajetória do Grêmio. Sob o comando de Luiz Felipe Scolari, a equipe construiu sua campanha alicerçada na combatividade, na disciplina tática e no espírito coletivo, que se tornaram a marca registrada daquele elenco.
Para jogadores já consagrados, a conquista reforçou sua posição definitiva na história do futebol, enquanto, para jovens que davam os primeiros passos, significou a chance de ganhar projeção e escrever seus nomes no cenário continental.
Vale destacar que o Imortal ainda foi vice-campeão do Mundial, perdendo para o Ajax nos pênaltis. Além disso, conquistou o Campeonato Gaúcho e o Campeonato Brasileiro em 1996, além da Copa do Brasil em 1997, tudo com a base do título da Libertadores.
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