São Paulo planeja apresentar o projeto do novo Morumbis em 2025

O São Paulo pretende apresentar o projeto de reforma do Morunbis no início de 2025. Os últimos detalhes do projeto continuam sendo definidos pelo clube paulista e pela construtora WTorre. A construtora tem até o fim deste ano para apresentar o projeto finalizado, incluindo custos, design, parcerias e modelo de negócio.

Após a apresentação do projeto, o clube avaliará internamente. Caso seja aprovado pelo São Paulo, o projeto será submetido aos órgãos públicos antes de ser apresentado aos torcedores.

Ampliação do estádio

Eduardo Toni, diretor de marketing do clube, revelou que a intenção é aumentar a capacidade do estádio para 85 mil torcedores. O diretor ressalta que não é possível garantir a ampliação do, mas garantiu ser uma das intenções do clube. “Estamos ajustando os detalhes, dependendo da quantidade de camarotes e cadeiras. Imaginamos que o número de lugares será entre 80 a 85 mil, mas isso ainda depende de aprovações”, afirmou Eduardo.

O projeto de ampliação e modernização do estádio é parte do plano do clube para o centenário, que será comemorado em 2030.


Estádio do Morumbis (Foto: reprodução/Buda Mendes/Getty Images Embed)


Novos investidores

A construtora WTorrez também foi responsável pela reforma do Allianz Parque. A construtora custeou a reforma e se tornou gestora do estádio por 30 anos, período que acaba em 2044. Diferente do Palmeiras, O São Paulo opta por manter a autonomia sobre o seu estádio e busca outras alternativas para financiar a reforma.

Um dos ativos para o projeto é o acordo com a produtora Live Nation, a empresa tem contrato de R$ 60 milhões para utilizar o estádio para shows durante cinco anos. O clube também lucra com os eventos com vendas de bebidas e alimentação. O clube paulista também tem buscado novos investidores para financiar as obras.

O estádio do São Paulo é palco de grandes partidas de futebol e também de grandes shows de artistas nacionais e internacionais, é um dos maiores estádios do Brasil, com capacidade para quase 67 mil torcedores.

Estudo sugere ampliação do intervalo entre colonoscopias para 15 anos

Um estudo recente, conduzido por pesquisadores internacionais da área de saúde e publicado na renomada revista científica JAMA Network Open em 2 de maio, propõe uma mudança significativa no intervalo recomendado para colonoscopias, um exame crucial para o rastreamento do câncer colorretal.

A colonoscopia, um procedimento que examina o cólon e o íleo terminal, é fundamental na detecção precoce do câncer colorretal, o que pode aumentar substancialmente as taxas de sucesso no tratamento. Atualmente, as diretrizes médicas recomendam a repetição do exame a cada 10 anos após um resultado negativo. No entanto, novas evidências indicam que esse intervalo poderia ser estendido para 15 anos.

Resultados conclusivos do estudo

Em um estudo anterior, realizado em 2023, pesquisadores já haviam sugerido que a detecção precoce de câncer colorretal avançado após uma colonoscopia negativa é rara até mesmo após 10 anos. O estudo atual, que avaliou 110.074 adultos suecos sem histórico familiar da doença, confirma essa tendência.


Pesquisadores sugerem espaçar exames de rastreamento do câncer colorretal para evitar procedimentos invasivos sem aumentar o risco de câncer (Fotografia: Reprodução/Freepik/Freepik)

Os resultados mostraram que o grupo que recebeu colonoscopias negativas inicialmente tinha um risco significativamente menor de desenvolver câncer colorretal ou morrer por causa da doença durante um período de 15 anos, em comparação com um grupo controle de quase 2 milhões de indivíduos que nunca haviam realizado o exame.

Limitações reconhecidas

Os pesquisadores concluíram que o intervalo entre as colonoscopias poderia ser estendido para 15 anos após um resultado inicial negativo, o que poderia reduzir a necessidade de procedimentos invasivos desnecessários. Apesar dos resultados promissores, os autores do estudo reconhecem algumas limitações, incluindo a homogeneidade da amostra, composta principalmente por participantes suecos brancos, o que pode limitar a generalização dos resultados para outras populações.

Enquanto isso, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) mantém sua recomendação de colonoscopia a cada 10 anos para pessoas a partir dos 45 anos, mesmo para aqueles sem histórico familiar de câncer colorretal e com resultados negativos no primeiro exame.