Tecnologia no Lifestyle: entenda como o valor do Bitcoin está atrelado à transformação do consumo e das finanças

Graças a tecnologia, as mudanças no chamado lifestyle e na economia acontecem cada vez mais rápidas. Além disso, elas também são cada vez mais relevantes e de grande porte. O conceito de valor está mudando, a ideia de luxo, modernidade e atualidade é diferente da de anos atrás.

Hoje, a economia molda tendências e perspectivas na sociedade. O valor do Bitcoin, por exemplo, é um dos responsáveis por ditar comportamentos. Um investidor moderno acompanha os criptoativos religiosamente e os tem como principais responsáveis por definir tendências e direcionar posicionamentos.

A moda, a cultura e a economia não se fazem sozinhas. É preciso um sólido alicerce para construir uma sociedade bem estruturada com todas as colunas necessárias. Por isso, a percepção do impacto da economia no dia a dia e no “estilo de vida” está cada vez mais presente na sociedade.

Além da cotação: o que o valor do Bitcoin representa para a sociedade e o consumo

A percepção do Bitcoin como um ativo de importância tecnológica e um indicador de adoção de inovação está crescente. As pessoas estão notando como os criptoativos se comportam na sociedade e preenchem um espaço fundamental para a evolução econômica e social.

No mercado, graças às percepções históricas da economia moderna, o Bitcoin é o principal responsável por “ditar as regras”. Essa criptomoeda foi a primeira a ser criada, ainda em 2008, quando esse tipo de dinheiro nem sequer era cogitado. As pessoas encontraram nele, uma possibilidade de crescimento para a economia mundial.

O Bitcoin conseguiu, em pouco tempo, mudar completamente a percepção da sociedade a respeito do dinheiro. Até mesmo a forma de se investir mudou drasticamente após essa chegada.

O Bitcoin como símbolo de inovação e confiança descentralizada

A ideia das criptomoedas é gerar um sistema descentralizado mundial. Isso é: gerar um ambiente coletivo e compartilhado que permita que todos contribuam para o crescimento da economia de forma segura e eficiente.

Não há um dono ou alguém que detém mais poder do que outro. Muito pelo contrário, no meio digital descentralizado, todos têm as mesmas possibilidades. Assim, de posse de criptomoedas, NFTs ou tokens diversos, você pode investir, vender, comprar e movimentar-se financeiramente sem riscos.

Atualmente o Bitcoin é tido como um dos principais ativos digitais para quem busca construir um patrimônio. Aqueles que começam a investir em cripto sonham em adquirir seu primeiro Bitcoin. Essa é uma criptomoeda que surgiu em um “Boom” tecnológico e econômico.

A tecnologia blockchain e a transparência na nova economia

A tecnologia por trás dos criptoativos é o chamado Blockchain. Ele é um fator de transparência e rastreabilidade, algo valorizado no consumo e tendências. Dentro do blockchain nenhum dado pode ser modificado, apagado ou adulterado. Assim, não há golpes ou fraudes, muito pelo contrário.

Mesmo em um ambiente descentralizado e com acesso coletivo, você tem segurança. Assim, a economia não só se torna mais acessível, como mais segura para todos. Diante de tanta eficiência, o sistema blockchain passou até mesmo a ser utilizado em diferentes contextos, mesmo fora do mercado financeiro.

Na era digital, segurança na hora de fazer transações, acessar plataformas e se movimentar no meio digital é fundamental. A facilidade de transações globais e instantâneas para um público que viaja e consome internacionalmente é fundamental.

Acompanhando as Tendências: Como o Bitcoin se integra à vida moderna

A educação é fundamental para amadurecer a forma como se interage com essa nova economia. É preciso acessar o mercado financeiro e a nova forma de viver a liberdade econômica com segurança. Não adianta ter acesso a uma grande diversidade de ativos, sem segurança de dados ou conforto nas transações.

Observar liquidez, movimentações, gráficos e atualizações em sites especializados é fundamental. Estar em dia com as atualizações do mercado econômico mundial é o primeiro passo para conseguir garantir máximo conforto e eficiência nas suas transações.

No dia a dia, não se tem mais como viver sem acesso à criptoativos como o Bitcoin e demais criptomoedas ou tokens. Claro que, para isso, você deve sempre confiar apenas em plataformas seguras, registradas e confiáveis. Interagir digitalmente é um risco constante e todo cuidado é pouco.

O Bitcoin como indicador de modernização e a redefinição do lifestyle

O valor do Bitcoin vai além do número e se estabelece como um pilar da transformação digital, moldando o futuro da economia, do consumo e do lifestyle. A forma como a população enxerga o dinheiro e seus ativos digitais muda a cada dia.

A construção de uma sociedade moderna e independente economicamente vem junto com o crescimento do mercado digital financeiro. Seja pelo surgimento de bancos digitais, criptomoedas ou meios de investir totalmente online, é preciso se modernizar.

Mesmo o Banco Central está se atualizando e preparando para o futuro das criptomoedas criando sua própria moeda, o DREX, e aderindo a outras. Para não ficar para trás, é preciso aderir a essa nova realidade e se preparar para o que quer que esteja por vir.

Brasil amplia regras e cria sistema para controlar operações de criptomoedas

A Receita Federal endureceu a regulação sobre criptomoedas com uma nova norma que obriga plataformas estrangeiras que atendem clientes brasileiros a reportarem informações ao Fisco, órgão responsável por fiscalizar assuntos acerca da legislação tributária.

A norma moderniza o envio de dados e amplia a fiscalização do Estado, cobrindo não apenas as exchanges nacionais, como anteriormente, mas também as internacionais que prestam serviço a brasileiros. Além disso, a iniciativa introduz o novo sistema DeCripto, que visa substituir o modelo atual a partir de 2026.

No dia 10 deste mês, o Banco Central anunciou a criação de um conjunto de regras responsáveis por regulamentar o mercado de ativos virtuais no Brasil. No mesmo, foram incluídas normas para autorização, prestação de serviços e atuação no mercado de câmbio. De acordo com o BC, as regras viabilizam a redução de golpes, fraudes e lavagem de dinheiro.

Novas regras

A instrução normativa nº 2.991 da Receita Federal foi publicada na última sexta-feira (14), atualizando as antigas regras para envio de informações acerca de operações com criptoativos – que estava em vigor desde 2019. Segundo a Receita, o novo pacote de normas não gera novos impostos, nem modifica a base atual de cálculo de tributos, tendo o único objetivo de modernizar os envios e aumentar o monitoramento do mercado.

A partir disso, o Brasil começará a usar o sistema Carf (Crypto-Asset Reporting Framework), para realizar a troca de informações de forma automática entre as entidades que são responsáveis pela regulação dos tributos.


Nova medida amplia fiscalização de investimentos (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Chesnot)


Sistema DeCripto

Para implementar as novas exigências, a Receita criou o sistema DeCripto. Hospedado na e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), o novo sistema irá substituir o utilizado atualmente a partir de julho de 2026, com declaração sendo realizada mensalmente. A mudança também permitirá a integração com setores internacionais, pois o modelo Carf já é aplicado em outros 70 países.

Através do DeCripto tanto exchanges nacionais quanto pessoas físicas ou jurídicas que realizem operações sem a mediação de corretoras do país precisaram declarar os dados a cada mês. Anteriormente, o limite exigido pela Receita para que o usuário reportasse os dados era de R$ 30 mil, e com a implementação das novas regras, o valor aumenta para R$ 35 mil por mês.