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No último domingo (24), o Memorial da América Latina, localizado em São Paulo, serviu de passarela para o desfile comemorativo de 40 anos da marca do designer de moda brasileiro Reinaldo Lourenço.
A influenciadora digital e atriz Jade Picon foi uma das diversas celebridades presentes no evento. Para a ocasião, a jovem apostou com tudo na tendência do animal print – também presente em alguns visuais na coleção da grife.
Detalhes do look de Jade
Look completo de Jade Picon para o desfile de Reinaldo Lourenço (Foto: reprodução/Marcelo Sá Barretto/Agnews/Vogue)
Considerado por muitos como uma tendência audaciosa e elegante ao mesmo tempo, o animal print está presente no universo fashion há muitos anos. Para entrar de vez na estética, Jade escolheu em um vestido longo de estampa de oncinha. A peça não apresentava alças e tinha um recorte no modelo V na parte do busto.
A influencer também combinou uma espécie de lenço no pescoço e uma bolsa em forma de travesseiro – ambas com a mesma estampa de oncinha. Além disso, Jade não dispensou os óculos escuros como complemento do visual.
No âmbito da beleza, a ex-BBB usou seus longos cabelos lisos, apenas um par de brincos de argolas duplas pequenas e optou por lábios em tons neutros. Nas unhas, ela apostou o simples, mas emblemático, esmalte branco.
Como foi o desfile de Reinaldo Lourenço
Registros do desfile da coleção Couture de Reinaldo Lourenço, ocorrido em São Paulo (Foto: reprodução/Marcelo Soubhia/@agfotosite/CNN Brasil)
Além de Jade, outras personalidades como Glória Pires, Cleo, Gaby Amarantos e Paulo Borges compareceram ao desfile. Reinaldo apresentou a segunda coleção Couture da grife – focada em roupas mais elaboradas e feitas sob medida para clientes. Muito inspirado na estética dos anos 50, os looks mostravam uma grande riqueza de detalhes, especialmente em seus bordados e tecidos.
Com muito glamour e elegância, a grife apresentou visuais compostos por itens de alfaiataria, vestidos de festas longos e volumosos, peças únicas revestidas por tecidos de animal print e entre outras tendências clássicas do mundo da moda.
A grife francesa Dior anunciou que seu próximo desfile Cruise 2025 será no dia 3 de junho, nos jardins Drummond Castle, na Escócia. O castelo é famoso por ter sido cenário de filmagem de várias produções, como a série “Outlander” e o filme “Rob Roy – A Saga de uma Paixão”. Dior promete uma viagem ao futuro da marca mas com aspectos que destacam o século XVI, época em que o castelo foi construído.
Dior na Escócia
O Cruise 2025 não é o primeiro evento da Dior que será sediado na Escócia. Em 1995, a grife utilizou o Gleneagles Hotel, localizado em uma região próxima ao castelo Drummond, para realizar um baile. No entanto, a marca já tinha demonstrado sua admiração pelo país quando escolheu a Escócia para se inspirar na sua coleção de estreia, em 1947. Nesse primeiro desfile, um conjunto de alta-costura foi chamado de “Écosse”.
Essência do desfile
Em um comunicado, Dior descreveu o desfile como um encontro entre o passado e futuro da marca. “Um convite poético onde o passado e o futuro se encontram, celebrando os laços únicos e poderosos forjados desde o início da marca, para o desfile outono-inverno de 1947”, escreveu a maison.
O passado será representado pela ambientação antiga que o jardim renascentista expressa, com estátuas francesas e terraços italianos. Enquanto isso, o futuro será representado pela coleção feminina da diretora criativa italiana Maria Grazia Chiuri e pela coleção masculina romântica do também diretor criativo Kim Jones.
Atualmente, o castelo é residência da Lady Jane Heathcote-Drummond Willoughby, filha e herdeira do 3° conde de Ancaster. Além disso, a baronesa também foi dama de honra na coroação da rainha Elizabeth II.
Coleção feminina do desfile da Dior Cruise 2024 no México, em 2023 (foto: reprodução/ ImaxTree/ Fashion Network)
O último desfile Cruise da Dior ocorreu na Cidade do México em 2023. O evento foi sediado nos salões do Colegio San Ildefonso, local onde surgiu o movimento do muralismo mexicano. O desfile fez uma homenagem à primeira viagem da marca ao país, em 1955, e buscou integrar os artesãos locais na coleção apresentada no ano passado.
A temporada de desfiles em Paris continua a todo o vapor, carregando tendências e estilos únicos. Neste último domingo (3), foi a vez da Balenciaga mostrar sua nova coleção outono/inverno de 2024/2025. Mais uma vez liderado pelo diretor criativo Demna Gvasalia – que está a frente da grife há quase dez anos – o desfile deu vida e significado à moda disruptiva e criativa.
Conceito do desfile segundo Demna
Registros das modelos apresentando as peças da nova coleção da Balenciaga (reprodução/Instagram/@balenciaga/MontagemCanva)
Com a presença de modelos como Isabeli Fontana nas passarelas e convidadas como Kim Kardashian e Serena Willians, a apresentação teve seu início com um áudio do próprio Demna, que faz reflexões sobre as estéticas e os conceitos de identificação e pertencimento no mundo fashion.
Como vocês sabem, gosto de questionar coisas que são importantes para mim através do meu trabalho, e algumas das questões que tenho pensado recentemente são: O que é luxo? O que é moda e por que isso importa? Para quem eu faço o que faço? A moda é suficiente? […] Acredito que a criatividade se tornou secretamente uma nova forma de luxo. Queria que este desfile representasse uma ligação entre o passado e o futuro da Balenciaga como uma casa baseada no valor criativo.
Demna Gvasalia
Em uma espécie de linha do tempo, como mencionado pelo próprio Demna, a Balenciaga mesclou traços importantes da marca encontradas em arquivos de 1960, como vestidos de alta costura que marcavam as silhuetas, até chegar nas costuras de atualmente.
Visuais e elementos que se destacaram durante o desfile
Peças fora do convencional já são uma marca registrada da grife espanhola (reprodução/Instagram/@balenciaga/MontagemCanva)
Durante todo o desfile, foi possível perceber peças que passeavam pelos estilos vintage e retrô dos anos 2000, mas ainda sim com um toque moderno. Exemplos claros disto, foi a utilização de camisetas estampadas escrito “Keep Calm and…” – frase muito utilizada, principalmente entre os jovens de 2010. Além disso, as calças jeans, os looks all black e peças oversized ajudaram a construir a mesma narrativa.
Por outro lado, os óculos futuristas se configuram como um elemento da moda moderna dos últimos tempos. Acompanhada quase sempre por visuais na cor preta, o item se fez presente no rosto de muitos dos modelos que desfilaram.
Por fim, as sobreposições e a integração de peças invertidas completaram a composição da coleção desta temporada da Balenciaga. Neste momento, foi apresentado as peças excêntricas como, o look composto por mochilas no lugar das roupas convencionais, as adições exageradas de moletons e saias, meia calça rasgadas e a utilização da calça jeans como top.
Toda essa desconstrução também está ligada ao conceito do upcycling, já utilizado por Demna outras vezes, que consiste na reutilização e ressignificação de peças que normalmente seriam descartadas, mas acabam ganhando um novo valor.
O cantor e compositor britânico Sam Smith fez sua estreia como modelo nas passarelas da semana de moda em Paris. Desfilando para a casa Vivienne Westwood, o catwalk do cantor e compositor gerou bastante comentários nas redes sociais. Veja como foi o desfile de Sam Smith.
Sam Smith desfila na Paris Fashion Week
Na manhã deste sábado (02), os usuários nas redes sociais se surpreenderam com vídeos e fotos do cantor Sam Smith desfilando nas passarelas da Paris Fashion Week 2024. Sam foi convidado pela casa Vivienne Westwood e desfilou com dois looks diferentes da coleção Outono/Inverno da marca que leva o nome da estilista, falecida em dezembro de 2022. Ambos os looks foram assinados pelo diretor artístico Andreas Kronthaler. Uma das peças era composta por um casaco oversized longo e preto. Para complementar, botas pretas, bolsa maxi, luvas e um chapéu de véus também compunham o look.
Sam Smith (Foto: reprodução/ Instagram/ @hugogloss/Getty Images)
Mas a roupa que realmente chamou atenção, foi outra. Com botas de salto, uma cueca xadrez e um casaco também xadrez, o cantor e compositor chamou atenção, principalmente por estar com um cajado. No X (antigo Twitter), alguns usuários brasileiros não curtiram o catwalk de Sam Smith. Mas, por outro lado, os usuários estrangeiros elogiaram bastante Smith.
Simplesmente Sam Smith desfilando para a Vivienne Westwood. Serviu?
Sam Smith desfila na Paris Fashion Week (Vídeo: reprodução/X/@siteptbr)
As críticas de alguns usuários brasileiros se devem ao fato do cantor ter cancelado um feat com Anitta. A parceria foi anunciada no ano passado e confirmado pela cantora em uma entrevista, porém, ao que tudo indica, Sam Smith cancelou sua participação em cima da hora, o que fez com que a cantora e empresária refizesse todo o planejamento.
Sobre Sam Smith
Sam Smith é um cantor britânico, nascido em Londres. Conquistou a indústria musical internacional devido à sua voz melódica e emotiva. Seu álbum de estreia foi lançado em 2014 e alcançou sucesso mundial. A música “Stay With Me”, do primeiro álbum, rendeu a Sam Smith quatro Grammys, incluindo de Melhor Artista Revelação.
Assim como suas músicas, o cantor é reconhecido por sua autenticidade e sinceridade. O cantor e compositor tem sido uma voz importante na comunidade LGBTQIA+, sendo abertamente não-binário e usando suas plataformas para defender a igualdade e a aceitação.
A atriz brasileira foi uma das convidadas do desfile da grife italiana Bottega Veneta na noite deste sábado, 24 de fevereiro, em Milão.
Além de Bruna, assistiram ao desfile a atriz americana Julianne More, a top Kate Moss, o rapper A$AP Rocky, a atriz Salma Hayek Pinault ao lado do marido, François-Henri Pinault, empresário francês e presidente do grupo Kering, entre outros. Confira nos links abaixo quem esteve no desfile:
Artistas no evento de moda (Fotos: Divulgação)Artistas no evento de moda (Fotos: Divulgação)Artistas no evento de moda (Fotos: Divulgação)Artistas no evento de moda (Fotos: Divulgação)Artistas no evento de moda (Fotos: Divulgação)
Escolha do diretor criativo
Numa paisagem árida e queimada, começa uma nova jornada, mas de regeneração para o diretor criativo Matthieu Blazy. Aqui, há uma urgência de propósito numa reencarnação do que foi, juntamente com o que está por vir: remodelado, recortado e com um sentido de essencialismo num novo começo. São roupas e acessórios para pessoas que têm para onde ir e o que fazer.
Há uma aceitação do espaço negativo nesta temporada. O embelezamento é reduzido ao mínimo, às vezes utilizando uma simplicidade proposital, inspirada nas raízes da Bottega Veneta pré-Intrecciato. Existe uma simplicidade visual sem renunciar à suntuosidade do toque e do sentimento, principalmente através da fabricação.
Sobre a decoração e materiais
A decoração é integral, tecida no tecido da coleção. Uma estampa de memória mostra as camadas do tempo e o que continuamos. A trama de um caderno é uma ideia esperançosa de escrever um novo futuro. Silhuetas de diferentes épocas e estações combinam-se e são comprimidas para formar algo distinto do agora e do que será: arredondado, envolvente, utilitário, protetor.
Os materiais ecoam este processo, aquecidos e moldados, fervidos e triturados, bouclés de lã, caxemira e fil coupés tornam-se algo diferente: prático, resistente, humilde, semelhante a uma chama.
Ao mesmo tempo, a honestidade na materialidade e na silhueta significa que a roupa já não finge ser algo diferente do que realmente é: há uma simplicidade no vestir em jersey; um pragmatismo nas malhas com ombros fortes; veracidade nas camisas de chita de algodão; conforto e proteção em couro flexível.
Acessórios
Os acessórios têm um sentido de herança e essencialismo: o crocodilo da avó, a clutch da mãe, os Oxfords do pai. Eles são herdados de uma época de não descartabilidade e de uma relação mais significativa com objetos que vão além da moda e resistem ao passar do tempo. A nova bolsa Liberta, as lisas Andiamo, Hop e Cabat refletem isso, entrando silenciosamente no dia a dia.
As cores do tema
As cores da noite dominam a paleta de cores, juntamente com as do fogo: preto carbono, laranja queimado, bordô, fondant, castanho escuro, oliva, cinza, vermelho e branco. Ocasionalmente iluminado pela luz diurna, céu azul e sol pálido; neste mundo novo e sombrio ainda há luz e esperança.
A cobra, a chama e a flor são temas recorrentes, representando resiliência e renascimento. Há estampas de flores abstratas em saias com bainha em lenços em cascata e camisas simples; os looks tornam-se a própria flor, juntamente com “vestidos de flores” surpreendentes e saltitantes, compostos por micro plissados cortados a laser – “flores estéreis” que crescem no deserto e em outros lugares duros e desolados.
Padrões de chamas pintadas envolvem couros, bem como seus movimentos imitados abstratamente em looks sinuosos de fil coupe, ecoando o paradoxo transformador do fogo. O uso da cobra como motivo e material percorre toda a coleção; desde as bolsas envolventes, passando pela nova interpretação do cinto de cobra, até os brincos de esmalte em espiral.
Sobre a outra coleção
A coleção de joalharia está preparada para uma arqueologia do futuro, articulada e unida com a utilização de materiais antigos como a cerâmica, o vidro, o couro, a madeira, o lápis-lazúli e a pedra dálmata. Aqui os fios do infinito se transformam em torques e as cobras engolem o próprio rabo, com a sensação do eterno retorno.
Adrian Appiolaza assumiu a direção criativa da Moschino em janeiro deste ano e teve o primeiro desfile de sua coleção nesta quinta-feira (22), na semana de moda de Milão. Vale mencionar que Appiolaza assumiu o posto após o falecimento de Davide Renne.
Desfile de estreia de Appiolaza
No entanto, antes de Davide Renne, quem assumia o posto de direção criativa era Jeremy Scott. Após sua saída, em março do ano passado, Davide mal assumiu o cargo e morreu subitamente com apenas dez dias de trabalho, em novembro.
Oito dias antes da estreia oficial de Appiolaza, o novo diretor ainda não havia visto a coleção. Porém, ele revelou, em entrevista para a Vogue Brasil que levaria em conta os acontecimentos anteriores, aproveitando peças que já estavam prontas para uso.
Além disso, o diretor mostrou-se animado no pré-desfile, confessando que todas as manhãs abria os olhos e pensava em formas de poder “navegar” neste show. Adrian Appiolaza também expressou-se de maneira esperançosa com relação ao que está por vir: “[…] Sei que depois terei o tempo e os recursos necessários para dar o meu melhor. Mas por enquanto tive que usar os ingredientes que estavam aqui, não deu tempo de desenvolver novos”.
Com isso, Adrian afirma que foi preciso juntar tudo o que estava com ele para só então iniciar a construção de história dentro da Moschino, revelando que roupas que representam arquétipos ou ideias de moda fazem parte do que ele deseja transmitir.
Coleção assinada por Appiolaza (Foto: reprodução/Instagram/@Vogue)
Coleção assinada por Appiolaza (Foto: reprodução/Instagram/@Vogue)
Coleção assinada por Appiolaza (Foto: reprodução/Instagram/@Vogue)
Coleção assinada por Appiolaza (Foto: reprodução/Instagram/@Vogue)
Coleção assinada por Appiolaza (Foto: reprodução/Instagram/@Vogue)
Coleção assinada por Appiolaza (Foto: reprodução/Instagram/@Vogue)
Adrian demonstra gratidão por nova etapa
Durante entrevista, Adrian não deixou de elogiar os parceiros da moda ao longo de sua trajetória, já que essa é a primeira coleção assinada por ele desde sua formação na Central Saint Martins, em 2002, dizendo que aprendeu muitas coisas importantes com todos. Vale mencionar que Appiolaza trabalhou com grandes designers, como por exemplo Alexander McQueen, que já desenhou roupas para inúmeras famosas como Beyoncé, Rihanna e Fergie e sucedeu John Galliano na maison Givenchy, além de Miuccia Prada (Miu Miu) e Marc Jacobs (Louis Vuitton).
O estilista transpira gratidão ao falar também sobre a Moschino, dizendo que se sente emocionado por estar em uma empresa na qual muitas pessoas trabalharam com o próprio Franco Moschino, principalmente pelo fato de trabalhar na mesma mesa em que o italiano trabalhava. Entretanto, ele afirma que seu objetivo principal é mantê-lo como centro e permanecer nos bastidores, visando assim que Moschino seja sempre o personagem principal.
Se encerrou nesta terça-feira (20) a quadragésima edição da semana de moda de Londres, a London Fashion Week. Um dos eventos de moda mais prestigiados do mundo, a LFW trouxe desfiles com looks tendência para o inverno.
40 anos de história
A primeira edição da LFW aconteceu em uma tenda em um estacionamento de Kensington, em 1984. À época, um recém-formado Conselho de Moda Britânica havia se formado, e um evento de três dias foi dedicado aos designers de moda contemporâneos.
Enquanto a New York Fashion Week (NYFW – Semana de Moda de Nova Iorque) já estava em voga desde 1943, a de Milão (MFW) em 1958, e a de Paris em 1973, Londres correu atrás de fazer as coisas à sua maneira. O exponente da moda Lynne Franks foi uma das peças principais para a mudança, tendo fundado sua própria agência aos 21 anos. Ela explica:
“Enquanto designers na Itália e na França estavam fazendo fortunas com acessórios, perfumes e licenciamento, nós ainda não estávamos lá – muitos designers britânicos ganhavam apenas o necessário para começar a próxima coleção.”
Lynnne Franks
A indústria da moda permanece como parte essencial da economia britânica nos dias de hoje, tirando aproximadamente 37 bilhões de euros, enquanto a moda masculina rende ao redor de 18 bilhões, segundo dados de 2023.
40ª edição: tendências
A mais recente edição da tão esperada semana de moda contou com apostas para o inverno, assinadas por estilistas como Simone Rocha, Marques de Almeida, JW Anderson e Coville. Confira abaixo os itens mais destacados.
Corsets
Look com corset assinado pela estilista Dilara Fındıkoğlu (Foto: reprodução/ Style Du Monde)
Fazendo aparições em desfiles como o de Rocha e Dilara Findikoglu, os corsets estão com tudo. Vale lembrar o uso da peça por celebridades durante os Grammys deste ano.
Franjas
Looks com franja assinados por Emilia Wickstead, Erdem e Roksanda (Foto: reprodução/ Launchmetrics Spotlight)
Looks arrojados com estilo franjado foram peças marcantes dos desfiles, desde os mais sociais aos casuais.
Tricô
Na LFW, suéteres de tricô são apostas para a temporada (Foto: reprodução/ Launchmetrics Spotlight)
Principalmente na forma de suéteres, as peças de tricô fizeram grande apresentação no evento, com assinaturas de JW Anderson, Burberry e Colville.
Laços
Os laços incorporados ao look semi-transparente têm assinatura de Simone Rocha (Foto: reprodução/ Style du Monde)
Os laços vêm como tendência – e não só como acessórios. O look de Simone Rocha mostra a incorporação nas peças.
Transparência
Looks transparentes com sobreposição de peças são aposta na 40ª edição da London Fashion Week (Foto: reprodução/ Launchmetrics Spotlight)
A aposta na transparência vem com força nesta temporada, seja em peças isoladas ou com sobreposição.
Florais
Looks com estampas florais vêm com força na London Fashion Week (Foto: reprodução/ Launchmetrics Spotlight)
As estampas florais estão em alta. Estilistas como Marques Almeida, Richard Quinn e Erdem mostram como usar do padrão para a composição de um belo look.
Ao final desta edição comemorativa, vemos looks e estilos que aparecem – ou reaparecem – para ficar, mostrando mais uma vez a grandiosa potência que representa a Semana de Moda de Londres.
Neste sábado (17), o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, localizado no Rio de Janeiro, realizou um grande espetáculo carnavalesco com direito a desfile das escolas campeãs e apresentações de nomes consagrados da música nacional ao celebrar os 40 anos de sua construção.
Constelação no sambódromo
Como parte do espetáculo, a organização da Sapucaí estendeu um tapete vermelho pela passarela que ia da altura do setor 2 até o fim do sambódromo, dessa forma exibindo o time de personalidades que por ali passava. Anitta, Zeca Pagodinho e Alcione foram os responsáveis por animar o público presente no evento, que teve sua festa iniciada por Anitta ao lado de seu tio e dirigindo-se até o icônico Zeca Pagodinho. Em seguida, o palco em que Zeca e Anitta estavam se moveu em direção ao trono da passarela, apossado pela mítica Alcione.
tapete vermelho estendido na Sapucaí (Foto: reprodução/g1.globo/Thais Espírito Santo)
“Eu fui convidada para estar aqui e tenho todo esse respeito com essas pessoas que são os reais reis da história da Sapucaí. Eu cheguei aqui com meu tio que é da velha guarda do Império Serrano, que foi quem me trouxe pela primeira vez aqui. É muito representativo estar aqui com ele” – disse Anitta ao fim da apresentação, que por sinal, possuía uma forte produção, contando com 60 bailarinos e 40 ritmistas. Vale ressaltar que Neguinho da Beija Flor e Pretinho da Serrinha também participaram da performance.
Desfile de encerramento
Para encerrar com chave de ouro a edição do carnaval de 2024 no Rio de Janeiro, além da apresentação proporcionada pelos artistas, também foi preparado pela organização da Sapucaí o desfile das escolas campeãs. O desfile contou com as 6 melhores colocadas neste carnaval e teve seu início às 22 horas. A ordem da apresentação das escolas no desfile foi: Unidos de Vila Isabel, Portela, Acadêmicos do Salgueiro, Acadêmicos do Grande Rio, Imperatriz Leopoldinense e por fim a campeã Unidos do Viradouro.
Aos 50 anos, Adriane Galisteu desfilou pelo segundo ano consecutivo representando a Portela, cruzando a Marquês de Sapucaí, durante a noite desta segunda-feira (12).
A apresentadora teria sido alvo de críticas após aparição com as pernas não depiladas à mostra, afirmando, no entanto, ter sido intencional. “Deixei mais cabeluda, só para provocar. Nem raspei. Normalmente eu diminuo o tamanho, mas falei: ‘Querem falar? Então toma aí'”, afirmou Adriane, em entrevista concedida para a revista Quem.
Adriane Galisteu rebate outras críticas
Outro aspecto que evidencia a apresentadora durante sua participação nos desfiles alegóricos, é o destaque dado à virilha cavada exibida, estilo que trouxe visibilidade e a tornou popular entre as musas das escolas de samba, o que trouxe uma divisão entre o público que admira e o que tece comentários negativos.
Adriane fala sobre algumas de suas características que a levaram às críticas. As virilhas cavadas, os pelos nas pernas, o nariz e a magreza, deixando nítido o quanto comentários maldosos não a atingem. Com 50 anos completos em 2023, a modelo e apresentadora falou ainda sobre o fato da mulher poder sentir-se empoderada, independente de sua idade, do seu tipo de corpo ou da cor da pele. O importante é se sentir bem consigo mesma.
Fantasia usada pela apresentadora
Além de críticas ao corpo, a virilha exposta, a idade e outras questões pontuadas, Adriane Galisteu falou sobre a fantasia que usou para o desfile, o que também a tornou alvo de negatividade por parte de alguns usuários de redes sociais.
“Ela sempre incomoda, né, amiga? Você me explica aí uma fantasia que não incomoda. Só se eu vier pelada. E assim, todas as fantasias incomodam, machucam, dói, mas também faz parte doCarnaval, é isso”.
Adriane Galisteu na Marquês de Sapucaí, desfilando pela Portela (Foto: reprodução/Gshow/Roberto Teixeira)
Neste ano, a Portela trouxe o enredo “Um defeito de cor”, celebrando a força das mulheres pretas e mães brasileiras. A apresentadora, portanto, homenageou as mulheres que foram importantes para a história da escola, e algumas familiares, carregando consigo, a força das mulheres que representam a escola, da mãe, da sogra e de uma tia. “Por isso essa fantasia que parece um pouco de dor e, ao mesmo tempo, de superação, que é a nossa cara, é a cara da mulher”, explicou a modelo, em entrevista ao Gshow.
Adriane Galisteu fez questão de defender seu legado, ao celebrar 20 anos de Avenida.
Na última noite de domingo (11), a atriz Paolla Oliveira arrancou suspiros no público ao exibir o figurino escolhido para o primeiro dia de desfiles no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Paolla, que ocupa o posto de rainha desde 2020, após saída de Juliana Paes, não poupou sensualidade na fantasia, que contou com referências ao samba-enredo da escola.
Em conversa com a revista “Quem”, a atriz revelou que não deixou que as críticas com relação ao seu corpo abalassem a sua autoestima: “Depois de todos esses anos, volto a falar de corpo, a ser alvo de críticas e a ver outras mulheres ao meu redor também sendo apontadas. Hoje quero continuar a desempenhar o meu papel ainda mais consciente e mais inteira do que eu já sou”, relevou.
Ainda durante o bate-papo, Paolla disse se sentir triste ao ver notícias sobre a ancestralidade humana se acabando, mas pontuou que no carnaval, podemos reverenciar os bichos e levar essa força da natureza para o desfile.
Ansiedade a mil
Oliveira também compartilhou que sempre fica muito ansiosa quando chega em frente à avenida.“Piso aqui e fico muito ansiosa, mas me sinto amada. Sei que iremos fazer um grande desfile. Há grandes escolas hoje, muito forte. Mas será lindo. Vim de onça, transformadora, devoradora, símbolo máximo dessa nossa lenda indígena”, detalhou.
Segundo a escola de samba, Paolla é ‘representação do enredo’. “A figura mais perfeita que existe, a figura que tudo devora. Um espelho de que toda mulher brasileiro é uma guerreira (onça) poderosa!”, pontou a escola ao G1.
Paolla Oliveira em suas redes (Foto: reprodução/Instagram/@paollaoliveirareal)Detalhes da fantasia (Foto: reprodução/Instagram/@paollaoliveirareal)
Detalhes
Com um figurino de deixar todos atônitos, a fantasia era composta com uma cabeça que Paolla podia escolher utilizar ou não, de modo que ela alternava entre a figura de onça e mulher na Sapucaí. “Nosso destino é ser onça”, samba enredo da escola, foi extraída do livro “Meu destino é ser onça”, de Alberto Mussa. A ideia da escolha, era trazer a representatividade do felino na cultura popular brasileira.