Violência digital atinge milhões de brasileiras

As estatísticas oficiais brasileiras passaram a incluir a violência digital. Pela primeira vez, a Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher considerou agressões que acontecem em ambientes virtuais, e os dados apresentados são alarmantes: aproximadamente 8,8 milhões de mulheres, ou seja, uma em cada dez brasileiras com 16 anos ou mais, relataram ter sido vítimas de algum tipo de abuso digital no último ano. As informações destacam que a conexão entre violência de gênero e ambiente online está se tornando cada vez mais intensa, não podendo mais ser considerada um problema secundário.

O avanço dos crimes virtuais contra mulheres

A inclusão da violência digital na pesquisa reflete a transformação das relações sociais. O ambiente virtual deixou de ser apenas um espaço de compartilhamento de conteúdo para se tornar uma extensão direta da vida pública e privada das mulheres. É nesse cenário que aparecem agressões como ataques em redes sociais, mensagens intimidadoras, perseguição online, divulgação de conteúdos sem consentimento e até invasões de contas pessoais.

Para especialistas, a violência digital funciona muitas vezes como continuação — ou até como início — de ciclos de violência emocional, psicológica e até física. Ela atravessa fronteiras, invade rotinas e pode ocorrer a qualquer horário. Isso a torna difícil de prever e também de interromper, o que aumenta o impacto emocional sobre as vítimas.

A pesquisa e o marco histórico dos dados

O levantamento foi realizado pelo DataSenado e pelo Observatório da Mulher contra a Violência, entrevistando mais de 21 mil mulheres em todas as unidades da federação. Esta edição marca 20 anos da série histórica e inaugura a medição de formas contemporâneas de violência que antes ficavam invisíveis. Ao incorporar as agressões digitais, o estudo traz uma leitura mais completa da vida das mulheres — um passo fundamental para elaborar políticas públicas mais eficazes.

O dado central, de que 10% das mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência digital no último ano, mostra que o problema está longe de ser restrito a casos isolados. Assim como outras formas de violência de gênero, a agressão online também apresenta altos índices de subnotificação. Muitos episódios são naturalizados, tratados como “brincadeira”, bloqueados rapidamente ou esquecidos, o que faz com que o número real possivelmente seja ainda maior.

O impacto real de uma violência que parece invisível

Apesar de ocorrer no ambiente virtual, a violência digital provoca efeitos diretos na vida real. A vítima que recebe ameaças em mensagens privadas, por exemplo, pode desenvolver ansiedade, medo constante e sensação de vigilância. Já aquela que tem fotos íntimas divulgadas sem consentimento, sofre danos que vão desde prejuízos emocionais profundos até dificuldades no trabalho, na vida social e na construção de relacionamentos.

Para muitas mulheres, os ataques digitais são acompanhados de um sentimento de desamparo — especialmente quando o agressor utiliza perfis falsos, manipula informações ou se aproveita da impunidade no ambiente online. O impacto da violência não é apenas individual: ele afeta a sensação coletiva de segurança e participação das mulheres nos espaços digitais.

Os desafios para denunciar e enfrentar o problema

A pesquisa também evidencia um obstáculo central: a dificuldade de denunciar. Nem todas as mulheres sabem que determinados comportamentos configuram crime. Outras têm medo de retaliação, vergonha da exposição ou receio de não serem levadas a sério pelas autoridades. Em muitos casos, a prova da agressão desaparece com a exclusão de mensagens ou perfis, o que torna o processo ainda mais delicado.

O avanço da discussão pública sobre violência digital é essencial para que mais vítimas reconheçam seus direitos e busquem ajuda. Delegacias especializadas, canais de denúncia como o Ligue 180 e plataformas digitais comprometidas com moderação eficiente são pilares fundamentais para reduzir a impunidade. Além disso, a criação de programas educativos voltados à segurança digital tem se mostrado indispensável em diversos países — e o Brasil não pode ficar para trás.


Violência digital contra mulheres (Vídeo: reprodução/YouTube/Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina)


A urgência de políticas públicas que acompanhem a era digital

Os dados divulgados acendem um alerta para governos, empresas de tecnologia e sociedade. Se a violência digital cresce na mesma velocidade que o uso das redes, as respostas precisam acompanhar essa mudança. Isso inclui aprimorar leis que tratam de crimes digitais de gênero, capacitar profissionais para lidar com esse tipo de denúncia, criar mecanismos de acolhimento psicológico e jurídico e pressionar plataformas a adotarem sistemas eficazes de proteção.

A violência contra a mulher continua sendo um problema estrutural no Brasil, e agora se manifesta também em telas, aplicativos e redes. Enfrentar a violência digital é enfrentar esse problema de forma completa — e garantir que mulheres possam existir plenamente nos espaços, sejam eles físicos ou virtuais.

Dr. Josué Montedonio, explica como a reputação digital influencia a decisão dos pacientes

Em um cenário em que a decisão do paciente começa muito antes da consulta, as avaliações online se tornaram uma das principais ferramentas para identificar a qualidade e a conduta de um profissional. Hoje, não basta apenas ter uma presença digital: é preciso ter histórico, relatos reais e reputação sólida.

Para entender como esse comportamento tem transformado a relação entre pacientes e especialistas, nossa equipe buscou um profissional referência no assunto: o cirurgião plástico Dr. Josué Montedonio, que reúne mais de 1.000 avaliações no Google.

Reconhecido por seu atendimento humanizado e pela consistência dos resultados, Dr. Montedonio explica, quando questionado sobre o impacto dessas avaliações na confiança dos pacientes na hora de escolher um profissional, que a reputação digital deixou de ser apenas um diferencial — tornou-se um indicador de segurança.



“Quando uma clínica acumula centenas ou milhares de avaliações reais, isso cria uma camada de transparência que nenhum anúncio consegue oferecer. O paciente entende que existe consistência, que o atendimento funciona na prática.”, afirma.

Segundo ele, o comportamento do paciente mudou significativamente. Antes de agendar qualquer consulta, as pessoas pesquisam, fazem comparação e validam informações. Essa busca ativa faz parte de um movimento de autonomia. “O paciente chega muito mais informado. Ele quer saber se está escolhendo alguém confiável, atualizado e coerente”, destaca.

Quando indagado sobre o que seus pacientes mais avaliam em seu atendimento, o especialista, que tem cerca de 180 mil seguidores no Instagram, destaca pontos fundamentais que representam seus valores: acolhimento, clareza, transparência, pós-operatório próximo e resultados naturais. Para ele, “a técnica é obrigatória, mas a forma como o paciente é tratado faz toda diferença”.

Questionado sobre como lidar com as devolutivas negativas, o especialista é direto: feedback negativo é diagnóstico. “Crescimento não acontece no elogio. A crítica traz lucidez”.



Ele explica que comentários construtivos revelam pontos de atenção e servem como ferramenta de aprimoramento, desde que venham acompanhados de contexto e experiência real.

E num mundo onde as fake news estão presentes, elas perdem espaço quando as avaliações surgem, pois elas ajudam a combater informações falsas e a eliminar expectativas irreais. Enquanto fotos de “antes e depois” mostram apenas um recorte, relatos completos revelam a jornada — da consulta ao pós-operatório. “Avaliação concreta é relato real”, reforça.

Sobre como o peso da reputação digital impacta na segurança e transparência, e como isso influencia a experiência dos pacientes, o cirurgião afirma que isso se tornou um indicador. “Profissionais sérios acumulam avaliações porque constroem vínculos reais. Já quem tem inconsistências ou condutas duvidosas, dificilmente sustenta isso. A reputação hoje é um prontuário público”.

Com uma trajetória marcada pela transparência e pela ética, o Dr. Josué Montedonio reforça que avaliações confiáveis são hoje uma extensão da consulta — uma comprovação pública da postura e da responsabilidade de cada profissional, consolidando dessa forma, a reputação.

Para quem está pesquisando um profissional, o recado é claro: procure padrão, consistência e detalhes. E fique atento a sinais de alerta como elogios artificiais, ausência de informações específicas e relatos sobre falta de acompanhamento.

O ESTRATEGISTA SILENCIOSO: COMO RAFAEL MOREIRA REDEFINIU A ARQUITETURA DA VENDA DIGITAL NA AMÉRICA LATINA

No volátil mercado de publicidade digital, onde plataformas nascem e morrem com a velocidade de um algoritmo, a permanência no topo exige mais do que sorte; exige uma leitura quase cirúrgica do comportamento humano e dos fluxos de capital. Rafael de Camargo Moreira não é apenas um participante desse ecossistema; na última década e meia, ele tem sido um de seus arquitetos mais meticulosos. Uma análise da trajetória de Moreira revela um padrão de eficiência implacável. Enquanto o setor lutava para entender a transição do desktop para o mobile, Moreira já orquestrava expansões agressivas em gigantes da tecnologia. Sua passagem pela Gameloft entre 2015 e 2018 como Executivo de Contas coincidiu com o momento em que o mobile gaming deixou de ser nicho para se tornar uma potência de mídia. Não foi um movimento acidental, mas o início de uma escalada calculada.

A verdadeira prova de sua capacidade de transformar tráfego em receita tangível, no entanto, materializou-se em sua gestão na Webedia. Como Diretor de Vendas entre 2019 e 2022, Moreira não apenas gerenciou uma equipe; ele reestruturou a lógica comercial da empresa. Sob sua liderança, a companhia registrou um crescimento de receita superior a 150%, um número que destoa da média do mercado em um período de incerteza econômica global.



Mais recentemente, o executivo assumiu o comando como Head of Industry Latam no Kwai for Business, onde a pressão por resultados imediatos em uma plataforma de vídeos curtos derrubaria gestores menos experientes. O resultado foi, novamente, matemático: um crescimento anual de 75% e a geração de US$ 30 milhões em 2024. Moreira demonstrou uma habilidade rara de navegar entre parcerias complexas com titãs como Google, Twitch e EA Sports, consolidando uma reputação de “fechador” de negócios de alta complexidade.

O que separa Moreira de seus pares não é o volume de vendas, mas a sofisticação da estratégia. Ele opera na intersecção onde a tecnologia de dados encontra a psicologia do consumidor. Sua carreira é marcada por uma seriedade técnica que ignora modismos em favor de infraestruturas comerciais robustas e repetíveis. Agora, o mercado observa o próximo movimento lógico desse xadrez corporativo. Analistas indicam que Moreira está voltando sua atenção para o norte, especificamente para o Texas. Informações preliminares apontam para a fundação de uma nova consultoria estratégica sediada em Austin, desenhada para aplicar essa mesma metodologia de hipercrescimento e adaptação cultural no complexo corredor comercial entre Estados Unidos e América Latina. Se o histórico servir de guia, o mercado americano está prestes a testemunhar uma nova aula de eficiência comercial.

Taylor Swift lança oitava capa de “The Life of a Showgirl”

Taylor Swift continua movimentando o cenário musical com novidades ligadas ao álbum “The Life of a Showgirl”. Na tarde desta quarta-feira (10), a cantora anunciou a oitava capa oficial do projeto, batizado de “A Look Behind the Curtain”. Diferente das anteriores, esta edição chega exclusivamente no formato digital e traz um atrativo extra para os fãs: um vídeo de 2 minutos 41 segundos, disponível no iTunes, no qual a própria artista compartilha detalhes sobre os bastidores do disco.

A proposta é oferecer um olhar mais íntimo e explicativo sobre a concepção do álbum. Conhecida por seu cuidado com a narrativa visual e pela forma como expande seus álbuns em múltiplas versões, Taylor Swift reforça com esse lançamento a estratégia de conectar o público não apenas às músicas, mas também o processo criativo por trás da obra.

Exclusividade digital como estratégia de marketing

Enquanto as versões anteriores de “The Life of a Showgirl” foram lançadas em diferentes formatos físicos, incluindo CDs e vinis com capas alternativas, “A Look Behind the Curtain” se diferencia por existir somente no digital. A decisão reflete uma tendência crescente na indústria da música, em que artistas utilizam plataformas online para oferecer conteúdos exclusivos e experiências diferenciadas aos fãs.


Foto: Oitava capa do álbum “The Life of a Showgirl” (Foto: reprodução/X/@siteptbr)

Esse tipo de iniciativa tem efeito direto no engajamento. Para colecionadores e admiradores mais dedicados, a busca por reunir todas as versões se transforma em parte da experiência. Taylor Swift, que já é reconhecida como uma das artistas mais bem-sucedidas em transformar lançamentos musicais em grandes eventos, amplia ainda mais sua presença no mercado ao unir exclusividade e acessibilidade.

Repercussão entre os fãs

O anúncio, feito por meio de veículos especializados e repercutido nas redes sociais, rapidamente gerou comentários entre os swifties. Muitos comemoraram a chegada da nova edição e destacaram a criatividade da cantora em sempre oferecer go inédito. Outros, no entanto, reagiram de forma bem-humorada, brincando com o número de versões lançadas até agora. Entre observações mais populares, houve quem sugerisse que Taylor criasse um “álbum de figurinhas” para facilitar a vida dos colecionadores.

Apesar das piadas, a recepção foi majoritariamente positiva. Os fãs enxergam nesses lançamentos múltiplos uma forma de se manter conectado à artista e de ter acesso a diferentes perspectivas de um mesmo trabalho. Para Taylor, cada edição reforça o vínculo com o público e demonstra sua habilidade em transformar cada detalhe de sua carreira em um acontecimento cultural.

Chloe Malle assume liderança editorial da Vogue americana

A aguardada sucessão de Anna Wintour na Vogue americana finalmente ganhou um desfecho. Segundo a apuração da jornalista Lauren Sherman, divulgada em sua newsletter Puck, a escolhida para assumir o cargo de head of editorial content é Chloe Malle. A decisão, considerada estratégica, marca uma nova fase para a publicação sem afastar totalmente a influência da icônica Wintour, que segue como diretora global da Vogue e chief content officer da Condé Nast.

Trajetória marcada por cultura e jornalismo de moda

Filha do cineasta francês Louis Malle e da atriz americana Candice Bergen, Chloe cresceu cercada por referências culturais, mas construiu sua própria carreira voltada ao jornalismo. Graduada pela Brown University, iniciou como repórter no New York Observer e logo chamou atenção por seu olhar apurado para o comportamento e o estilo. Com passagens em veículos como The New York Times, WSJ Magazine e Town & Country, consolidou-se como uma voz relevante dentro do cenário editorial.


Chloe Malle (Foto: reprodução/Dimitrios Kambouris/Getty Images Embed)


Sua primeira experiência na Vogue ocorreu em 2011, quando assumiu o posto de social editor. Mais tarde, retornou como contributing editor e, em 2023, foi promovida a diretora da Vogue.com. Nessa posição, destacou-se pela habilidade de traduzir a linguagem da moda para o universo digital, aproximando a revista de uma audiência jovem e conectada. Além disso, coconduziu o podcast The Run-Through, ampliando o alcance da marca em formatos multimídia.

Escolha reflete estratégia digital da Vogue

A decisão de nomear Chloe Malle não foi apenas simbólica, mas também pragmática. A executiva domina as engrenagens do ambiente digital e entende como construir relevância em meio à concorrência de plataformas e criadores de conteúdo. Essa experiência é vista como essencial para o futuro da publicação, que precisa equilibrar tradição e inovação em um mercado em constante transformação.


Anna Wintour (Foto: reprodução/Arnold Jerocki/Getty Images Embed)



Com Wintour ainda como uma figura central no grupo Condé Nast, a escolha de Chloe representa continuidade aliada à renovação. Ela encarna a visão de uma Vogue atenta às mudanças de comportamento do público e preparada para expandir sua presença além das páginas impressas. O desafio, agora, será sustentar o legado da revista enquanto aponta novos caminhos para a moda contemporânea.

A influência das inovações digitais na vida urbana

As inovações digitais têm redefinido os modos de vida nas grandes cidades. Tecnologias como inteligência artificial, blockchain, internet das coisas (IoT) e redes 5G estão moldando novas dinâmicas sociais, transformando desde o transporte público até os hábitos de consumo e formas de interação social. Essas transformações são particularmente visíveis em grandes centros urbanos como São Paulo, onde a digitalização está integrada ao cotidiano de milhões de pessoas.

No contexto das finanças urbanas, por exemplo, a popularização das criptomoedas e a facilidade nas transações digitais têm impulsionado o uso de plataformas como o P2P bitcoin. Em São Paulo, onde o comércio digital e os pagamentos por aproximação já são amplamente utilizados, o sistema peer-to-peer (P2P) se consolidou como uma alternativa ágil, segura e sem intermediários para a compra e venda de criptoativos.

Mobilidade urbana e tecnologia

Aplicativos e veículos inteligentes

A mobilidade urbana em São Paulo passou por uma verdadeira revolução com o surgimento de aplicativos de transporte, como Uber, 99 e aplicativos de caronas compartilhadas. Essa mudança trouxe maior flexibilidade para os deslocamentos e incentivou o uso de soluções multimodais, onde o cidadão pode combinar diferentes meios de transporte — ônibus, bicicletas elétricas, metrô e carros por aplicativo — de forma integrada.

Além disso, há investimentos crescentes em veículos autônomos e inteligentes, que usam sensores e algoritmos para otimizar trajetos e reduzir o trânsito. Essa realidade ainda está em fase experimental, mas já começa a ser testada em centros de inovação e polos de mobilidade da capital paulista.

IoT no transporte público

A integração da internet das coisas no transporte público tem permitido um controle mais eficaz das frotas, monitoramento em tempo real e comunicação direta com os passageiros. Em São Paulo, o sistema de ônibus e metrô tem adotado soluções de big data para melhorar a eficiência das linhas, ajustando a oferta à demanda em tempo real e reduzindo o tempo de espera dos usuários.

Finanças e inclusão digital

Bancarização através da tecnologia

Em uma cidade como São Paulo, onde há grandes desigualdades sociais, as inovações digitais têm desempenhado um papel importante na inclusão financeira. Aplicativos de banco digital, carteiras virtuais e plataformas de pagamentos instantâneos, como o Pix, permitiram que pequenos empreendedores e autônomos passassem a operar financeiramente com muito mais autonomia.

A democratização do acesso ao crédito, a possibilidade de receber pagamentos com QR Code e a rápida abertura de contas bancárias digitais são fatores que impulsionam o desenvolvimento econômico local e fortalecem os pequenos negócios.

Criptomoedas como nova forma de transação

Com o crescimento do mercado de criptomoedas no Brasil, São Paulo tornou-se um polo de negociações. A cidade abriga uma ampla rede de usuários, investidores e comerciantes que aceitam criptos como forma de pagamento. Plataformas peer-to-peer, como a mencionada anteriormente, têm facilitado transações sem intermediários, ampliando a autonomia dos usuários e incentivando o uso de ativos digitais na vida cotidiana.

Cidades inteligentes e gestão pública digital

Uso de dados para melhorar serviços

A prefeitura de São Paulo tem investido em iniciativas voltadas para cidades inteligentes, com foco no uso de dados para melhorar os serviços públicos. Projetos de iluminação pública inteligente, sensores de monitoramento ambiental e sistemas de vigilância integrados estão sendo implementados para otimizar recursos e garantir maior segurança e qualidade de vida aos cidadãos.

Além disso, os dados recolhidos por sensores e aplicativos permitem uma análise preditiva de problemas urbanos, como enchentes e congestionamentos, possibilitando ações preventivas mais eficazes.

Participação cidadã e plataformas digitais

O acesso à informação e à participação cidadã também foi ampliado com o uso de plataformas digitais. Aplicativos da prefeitura permitem aos moradores de São Paulo registrar reclamações, sugerir melhorias e acompanhar o andamento de projetos públicos. Essa transparência contribui para a construção de uma cidade mais participativa, onde a população tem voz ativa na gestão urbana.

Educação, saúde e trabalho na era digital

Ensino a distância e acesso à informação

A pandemia acelerou a transformação digital no setor educacional, e em São Paulo isso foi visível com a expansão de plataformas de ensino remoto. Escolas, universidades e cursos técnicos adotaram ferramentas digitais para garantir a continuidade da aprendizagem, mesmo em tempos de distanciamento social.

Atualmente, o acesso a conteúdos online é uma das principais formas de aprendizado complementar, especialmente entre jovens que buscam capacitação para o mercado de trabalho digital.

Saúde conectada

A área da saúde também se beneficiou com a digitalização. O agendamento online de consultas, a digitalização de prontuários e o uso de inteligência artificial para diagnóstico estão otimizando o sistema de saúde. Em São Paulo, aplicativos da rede pública permitem que os cidadãos agendem exames, acompanhem resultados e até façam consultas com médicos por videoconferência, desafogando os postos de saúde.

O desafio da acessibilidade digital

Apesar dos avanços, a transformação digital também expõe desigualdades. Em São Paulo, uma parcela significativa da população ainda não possui acesso estável à internet ou dispositivos adequados. Isso limita o alcance das soluções digitais e reforça a necessidade de políticas públicas que promovam a inclusão digital, principalmente nas periferias.

Projetos como Wi-Fi gratuito em praças públicas, cursos de capacitação digital e doações de equipamentos são fundamentais para que a transformação urbana seja, de fato, acessível a todos.

A influência das inovações digitais na vida urbana é inegável, especialmente em uma metrópole como São Paulo. A cidade tem se destacado como referência em transformação tecnológica, com iniciativas que vão desde a mobilidade inteligente até o uso de criptomoedas e ferramentas de participação cidadã.

Contudo, os avanços só terão impacto real se forem acompanhados por políticas de inclusão, educação e infraestrutura digital. A tecnologia tem o poder de melhorar a vida nas cidades — desde que seu acesso e uso sejam democratizados. O futuro urbano passa necessariamente por uma integração inteligente entre inovação, sustentabilidade e inclusão social.

Icon Awards 2025 acontece em São Paulo e marca uma nova era da influência digital

Uma nova premiação chega ao mercado da moda, a estreia do Icon Awards 2025, realizado no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, inaugura selo de categorias de reconhecimento deste universo tão rico de diversidade que é o meio digital. 

O Icon Awards 2025 é uma premiação que reconhece os influenciadores digitais mais relevantes da chamada creator economy brasileira. O evento foi idealizado por Mônica Salgado e Danilo Basso, sócio-fundador do Grupo Farol, e celebrou perfis que vêm definindo os rumos da moda, do lifestyle, humor e responsabilidade social nas redes. 

A nova era da influência digital é repleta de autenticidade, impacto social e sofisticação e foram esses atributos que a 1ª edição da Icon Awards 2025, o “Oscar” das redes sociais visa reconhecer – os talentos que impactam e transformam o setor da moda, beleza, luxo; profissionais que ditam tendências e moldam comportamentos. Com curadoria de um júri técnico formado por nomes como Dani Gontijo (Louis Vuitton), Gabriela Carvalho (Mil Mil & Prada) e Fátima Pissarra (Mynd), foram escolhidos os perfis que mais se destacaram em dez categorias. Uma das categorias foi decidida por voto popular.

Prêmios e categorias

O Prêmio de Melhor Influencer de 2024 foi concedido a Silvia Braz. Ela obteve 70% dos votos técnicos e se tornou ícone absoluto da moda brasileira, influenciando o mercado com elegância, consistência e credibilidade. Maria Braz, filha de Silvia Braz, também foi reconhecida recebendo o prêmio de Melhor Influencer de Moda. Silvia representa uma nova geração, que une autenticidade e repertório. 

O empreendedorismo também teve sua representação no evento e ficou a cargo de Bianca Andrade que foi destaque como “Melhor Influenciadora-Empreendedora”.


Vencedores Icon Awards 2025 (Foto: reprodução/Instagram/@luanazucoloto)


O humor não poderia ficar de lado, afinal risos também movem a influência com propósito, assim Luana Zucoloto venceu na categoria de humor e pelo voto popular, Theodoro foi o “Melhor Influencer”. Conhecido por seus vídeos de humor e carisma, Theodoro conquistou a audiência. 

Fabi Justus recebeu o prêmio na categoria Lifestyle, por sua leveza na comunicação com seu público

Diversidade e Filantropia

Dentre as categorias de premiação, uma que se destaca é a de “Melhor Influencer Filantropa” que ficou a cargo de Isabella Fiorentino. Fiorentino demonstrou que seu trabalho vai além da estética e carrega a força da responsabilidade social.


Angelica Silva recebe prêmio (Foto: reprodução/Instagram/@lofficielhommesbr)


A diversidade ficou bem representada por Angelica Silva, que recebeu prêmio como “Melhor Influencer de Beleza” com 40% dos votos. Sua vitória reforça a potência da diversidade no digital. 

“Eu tô aqui pra ser a pessoa que começou do nada e conquistou com muito pouco. Quero que as pessoas reconheçam que diversidade é necessária. Isso me orgulha muito.” 

Angelica.

A noite ainda consagrou nomes como Arthur Paek e João Guilherme como “Melhor Influencer Masculino”, dando empate técnico, e Manuela Cit (Wellness) e Malu Borges (Creative Creator).

Os organizadores da festa consideraram o Icon Awards 2025 um sucesso e um divisor de águas que lançou uma nova régua de excelência que mede impacto, relevância e sofisticação para o conteúdo digital no Brasil.

Albânia pode se tornar o primeiro país da Europa a banir Tik Tok 

Mais um país aplica restrições ou proibições ao Tik Tok, dessa vez a Albânia. Governo albanês anunciou um pacote de ações que limita o uso do aplicativo no país sob alegação de segurança nas escolas.    

Em novembro de 2024, um adolescente de 14 anos foi assassinado a facadas por um colega de sala, após uma discussão que começou no aplicativo de vídeos. Desde então, especialistas em saúde mental e integrantes do governo iniciariam estudos para tornar o ambiente escolar mais saudável e com menos interação ao mundo digital.    

Durante pronunciamento à mídia local, o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, informou que chegou à decisão depois de muitas reuniões com professores, pesquisadores e pais de alunos e complementou que 90% dos pais são a favor do banimento.

O chefe de estado conclui dizendo que problemas nunca foram os estudantes albaneses, e sim, a plataforma tem uma forte influência sobre os jovens, porém não possui filtros de conteúdos que preservem a segurança e saúde mental dos usuários. 


TikTok pode ser banido na Albânia (Foto: reprodução/Nurphoto/Getty Images Embed)


Outros países também já restringiram Tik Tok

Na Europa, o aplicativo já enfrenta bloqueio parcial na França, na Holanda, no Reino Unido, na Bélgica e na Dinamarca. Nestes países, o uso é restrito apenas aos dispositivos dos governos. Canadá, Austrália e Taiwan também adotaram o mesmo sistema de restrição.    

Já na Índia, Nepal, Uzbequistão, Irã e Afeganistão, o uso do aplicativo é completamente proibido, pois, segundo governantes, temem pela segurança nacional, alegam que o Tik Tok é usado como ‘‘ferramenta de espionagem, não protege dados dos usuários’’ e que não trabalha em favor da saúde mental de crianças e adolescentes.   

 Na China, país de origem, não se usa o aplicativo. Por lá, a empresa dona do TikTok, Byte Dance, lançou um aplicativo semelhante, com o nome de Douyin.   

Nos Estados Unidos

No início do ano, a Suprema Corte decidiu pela suspensão do aplicativo no país, visando uma lei aprovada pelo Congresso americano que obriga, nos casos das big techs, a venda da operação para uma empresa americana. Vale lembrar que a chinesa Byte Dance é dona exclusiva do app e não permite – até o momento – venda de ações.    

Após algumas horas, o serviço de operação da plataforma foi restaurado. Isso aconteceu principalmente pela posse do presidente Donald Trump, que já havia sinalizado que, quando empossado, trabalharia para resolver a questão.    

Bia Ben radicaliza no visual e surge com cabelo azul no Rock in Rio

Bia Ben apostou em um novo visual para o último dia do Rock in Rio, neste domingo (22), e chamou atenção ao surgir com o cabelo longo azul. A influenciadora, que é conhecida por seu black power, é mais uma famosa que aderiu ao uso de laces. 

Para esta ocasião, Bia ostentou um look sensual e deixou de lado a sua versão fofa, que seus mais de 5 milhões de seguidores estão acostumados a ver no Instagram. “Esse Rock in Rio está sendo muito especial e, por isso, decidi apostar em produções criativas e surpreendentes. A minha intenção foi realmente causar impacto”

Além de cumprir a agenda profissional, Bia diz que tem planos de assistir três apresentações no festival. “Hoje estou ansiosa pelos shows de Mariah Carey, Ne-Yo e Akon. Ambos são artistas revolucionários e que inspiram inúmeras gerações”, diz ela, que é considerada uma das principais influenciadoras digitais.  

Em seguida, Bia refletiu sobre a sua presença no Rock in Rio. “Esta é a minha segunda noite de festival e quando paro para pensar na última edição percebo que houve uma mudança significa em relação aos meus projetos. Agora vivo um momento inédito na carreira e tenho uma responsabilidade muito maior em falar com milhões de pessoas”. 

Aos 22 anos, Bia vem chamando atenção na web pelo seus conteúdos voltados à maternidade, moda e beleza. Estilosa e descontraída, ela se destaca ao mostrar seu estilo de vida e sua paixão pela arte de se comunicar.

Brazil Sales Summit: conexões e conhecimento para líderes de vendas

A gestão de vendas é um dos maiores desafios para as empresas no atual ambiente de mercado. Seja no mundo físico ou digital, a conversão é o principal objetivo das estratégias comerciais de negócios. Entretanto, a verdade é que muitos gestores e donos de negócios ou não sabem vender ou não se consideram vendedores. De olho neste gap, o Brazil Sales Summit promete ser um evento imperdível para líderes de vendas em busca de novas conexões e aprendizado.

O formato inovador do Brazil Sales Summit garantirá dois dias de intensa troca de experiências, onde CEOS, Presidentes, Vice Presidentes, Fundadores, Sócios, Diretores e Gerentes de empresas vão interagir diretamente com todos os inscritos, ampliando as possibilidades de networking e novos negócios. Outra novidade são as table meet, mesas de networking montadas, onde seus componentes serão escolhidos por meio da IA e reconhecimento facial que, após receber a inscrição dos participantes, vai criar grupos de sinergia para potenciais relações comerciais. A alteração dos membros de cada mesa ao longo do evento vai diversificar os grupos e ampliar as possibilidades de networking e novos negócios. Idealizado por Theo Orosco, Helio Azevedo, Erico Freitas, Gustavo Mota e Gustavo Malavota, o Brazil Sales Summit oferecerá ainda palestras dinâmicas, sessões de perguntas e respostas, mentorias e sessões de pitch de ideias, criando um ambiente propício para maximizar resultados e adquirir novas habilidades.

“Nosso maior foco é promover o aprendizado por meio da interação dos participantes com líderes de sucesso e os maiores especialistas em vendas no Brasil, durante os almoços de negócios e no happy hour, incluídos no evento”, comenta Gustavo Mota, CEO do Grupo Mola.

Dentre os palestrantes confirmados estão Camila Farani, investidora Shark Tank Brasil; Theo Orosco, CEO da Exact Sales; Helio Azevedo, CEO da Insider Club; Gustavo Malavota, sócio do Grupo Mola; Dafna Blaschkauer, autora do livro “Power Sales” e ex-diretora de vendas da Apple e da Nike; Ricardo Voz, CEO do Houdini Group; Guga Stocco, fundador da Futurum Capital; Rodrigo Geribello, dono da Abre Aspas; Luiz Marcelo, investidor de impacto e conselheiro; e Sophia Grison, CEO da Dream Sucess.

“O lineup foi escolhido a dedo. Foram convidados executivos de renomadas empresas, que gerenciam grandes equipes e tiveram excelentes resultados, ou seja, viveram na prática os desafios da área comercial. Com isso, queremos levar aos presentes um treinamento prático, ferramentas e muita troca com os maiores experts de vendas do Brasil”, comenta Gustavo Malavota, sócio do Grupo Mola, que também estará no palco do evento.

De acordo com os organizadores do evento, o Brazil Sales Summit vai oferecer uma experiência totalmente inédita e inovadora, direcionada para solucionar as verdadeiras necessidades dos gestores de vendas de alta performance. O evento proporcionará uma experiência realmente diferenciada aos 500 participantes. “Acreditamos que a aprendizagem é a soma de conhecimento, habilidade e atitude. E é isso que trazemos aos participantes, de uma forma leve, bem-humorada e, ao mesmo tempo, eficaz para aprender e colocar em prática métodos e ferramentas de vendas que serão disponibilizados, sempre focando na perspectiva do gestor e não do executor”, finaliza o CEO do Grupo Mola.

Programado para os dias 7 e 8 de agosto, o encontro contará com a presença de 500 executivos de empresas renomadas como Bradesco, Oracle, Bosch, Totvs, Salesforce, Microsoft e Google. O Brazil Sales Summit é um evento pago e tem vagas limitadas. E vai acontecer, a partir das 8 horas, no espaço Armazém de Eventos, que fica na rua Jaguaré Mirim, 164 – Vila Leopoldina, São Paulo. Inscrições e mais informações pelo link: https://brazilsalessummit.com.br/