Lewis Hamilton posta em sua rede social uma mensagem de apoio ao Rio Grande do Sul

Nesta quinta-feira (9), Lewis Hamilton, piloto de Fórmula 1, fez uma publicação nas redes sociais, em solidariedade à população do Rio Grande do Sul, que foi afetada por fortes chuvas e que causou inundações em diversas partes do estado desde a semana passada.

O story de Lewis Hamilton

O piloto heptacampeão postou um story com um vídeo do jornal The Guardian mostrando a situação do Rio Grande do Sul, e ele ainda escreveu: “coração está com todos no Brasil afetados por essa enchente”.


Post do Lewis Hamilton no Instagram (Foto: reprodução/Instagram/@lewishamilton)


Em novembro de 2022, o piloto inglês recebeu o título de cidadão honorário do Brasil por causa da ligação com o país. A homenagem foi motivada devido a celebração de Lewis Hamilton depois de vencer o GP de São Paulo de 2021, no Autódromo de Interlagos. Na corrida, o britânico foi de 10º a 1º  e reproduziu o gesto do tricampeão Ayrton Senna, do qual já declarou ser fã, ele carregou a bandeira do Brasil no carro e no pódio.

Situação do Rio Grande do Sul

Segundo o último boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, o estado tem 107 mortos por causa das chuvas. Ainda tem 136 desaparecidos, 374 feridos e 232,6 mil pessoas estão desabrigadas, sendo que 67.563 estão ficando em abrigos e 165.112 estão ficando em casas de parentes e amigos. O governo gaúcho contabiliza 1.482.006 moradores afetados em 428, das 497 cidades do Rio Grande do Sul.

Doação de Verstappen

Na quarta-feira, o piloto holandês doou uma camisa autografada da Red Bull para o “Bazaar For Good”, esta instituição promove leilões e irá doar parte da renda para o Rio Grande do Sul. O bazar foi fundado por uma brasileira que é amiga de Kelly Piquet, que é namorada do tricampeão mundial da categoria.

A camisa do holandês possui detalhes especiais que foram feitas para o GP de Miami. Nos lados da roupa é possível ver a bandeira dos Estados Unidos.

O “Bazar for Good” acontece em Miami, a meta é arrecadas aproximadamente 500 mil dólares em leilões de peças raras e exclusivas para doações. Parte do lucro irá para o Rio Grande do Sul.

Nível do rio Guaíba baixa 8 centímetros nas últimas 24 horas

O monitoramento constante do nível do Guaíba, em Porto Alegre, revela uma redução de 8 centímetros em um período de 24 horas, de acordo com dados obtidos pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) no Cais Mauá, às 6h15 desta quinta-feira (9).

Comparativamente, a medição realizada no mesmo horário na quarta-feira (8) apontava um nível de 5,12 metros, enquanto nesta quinta-feira registrou-se 5,04 metros, representando uma diminuição de 8 centímetros.

Apesar dessa diminuição, o Guaíba ainda mantém-se mais de 2 metros acima da cota de inundação, estipulada em 3 metros. Contudo, há relatos de estabilidade e até recuo das águas em algumas áreas da capital, conforme observado por residentes que monitoram os alagamentos em suas proximidades.

Os impactos persistentes das chuvas

A situação das chuvas intensas que têm assolado o estado do Rio Grande do Sul reflete-se nos números alarmantes divulgados pela Defesa Civil. Até o momento, o total de óbitos chega a 107, com um caso em investigação. Além disso, há 136 desaparecidos e 374 feridos, enquanto mais de 232 mil pessoas encontram-se desabrigadas ou desalojadas.


Na medição de hoje (9), o nível do Guaíba foi registrado em 5,04 metros, permanecendo acima da cota de inundação estipulada em 3 metros (Fotografia: Reprodução/Max Peixoto/Estadão/G1)


Os impactos dessas condições climáticas adversas estendem-se por 425 dos 497 municípios gaúchos, afetando aproximadamente 1,476 milhão de habitantes. Os serviços, a educação e os transportes estão entre os setores mais comprometidos.

Situação atual de Porto Alegre

Em áreas centrais de Porto Alegre, a situação é crítica, com alagamentos generalizados após o transbordamento do lago. Tanto o aeroporto quanto a rodoviária encontram-se inoperantes devido à inundação.

No bairro Menino Deus, uma das regiões evacuadas pela prefeitura, novos alagamentos foram registrados, afetando trechos das ruas Itororó e José de Alencar. A desativação de algumas casas de bombas contribui para a inundação de áreas que antes estavam protegidas, conforme explicou o professor Fernando Fan, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da UFRGS.

As previsões indicam que o nível do Guaíba deverá levar pelo menos 30 dias para retornar ao patamar inferior a 3 metros, seguindo uma trajetória semelhante à enchente histórica de 1941, que demandou 32 dias para a normalização.

Marinha mobiliza maior navio de guerra da América Latina para ajudar na tragédia no RS

A Marinha do Brasil enviará nesta quarta-feira (8) o Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, considerado o maior navio de guerra da América Latina, para ajudar a população afetada pela pior enchente da história do estado do Rio Grande do Sul.

O “Atlântico” partirá do Rio de Janeiro com destino ao município de Rio Grande, levando consigo duas estações móveis para tratamento de água, com capacidade de produzir 20 mil litros de água potável por hora. Essa iniciativa visa suprir parte da demanda das cidades que sofrem com escassez desde o rompimento das barragens.

Ações em apoio ao estado

Além disso, a embarcação contará com uma ampla variedade de recursos, incluindo embarcações adicionais, equipamentos, combustível, mantimentos e uma equipe diversificada de profissionais da saúde. Esses especialistas estão prontos para atender às necessidades urgentes da população impactada pela tragédia.

A mobilização da Marinha não se limita ao navio de guerra. Quatro navios, 20 embarcações menores, 12 helicópteros e centenas de militares serão enviados para a região. O objetivo é oferecer suporte em diversas áreas críticas, como distribuição de água potável, transporte de doações, desobstrução de vias de acesso e atendimento médico.

Além disso, a Marinha anunciou o envio de 40 viaturas e 200 militares dedicados à desobstrução das vias de acesso. Equipes de saúde compostas por médicos e enfermeiros também serão mobilizadas para ajudar na recuperação do estado.

No dia 30 de abril, a Marinha já havia enviado oito lanchas para o Rio Grande do Sul como parte dos esforços de socorro e apoio à população afetada.


Vista geral das casas afetadas pela enchente do rio Jacuí em Eldorado do Sul, Rio Grande do Sul (Foto:Reprodução/ Anselmo Cunha /Getty Images Embed)


Resultados das enchentes

O Rio Grande do Sul enfrenta enchentes devastadoras, com um aumento no número de mortos para 85 devido aos temporais que assolam a região, além de 134 desaparecidos e 339 feridos. Atualmente, cerca de 201,5 mil pessoas estão deslocadas de suas casas, com 47,6 mil abrigadas em alojamentos e 153,8 mil desalojadas.

A situação é grave em todo o estado, com 385 dos 497 municípios enfrentando problemas relacionados às chuvas e afetando aproximadamente 1,178 milhão de pessoas. O prefeito Sebastião Melo (MDB) decretou racionamento de água devido ao desligamento de uma estação de tratamento, deixando cerca de 85% da população desabastecida.

O rombo da catástrofe climática já é de meio bilhão de reais no Sul do país

A CNM (Confederação Nacional dos Municípios) divulgou nesta terça-feira (6) o prejuízo de meio bilhão acumulado pelos municípios do estado do Rio Grande do Sul, no período de 29 de abril a 5 de maio. Além disso, já são registrados 276 feridos, 111 desaparecidos e 83 mortos.

No entanto, ainda de acordo com a CNM, o número do prejuízo está subestimado. Apenas 19 municípios já levantaram e disponibilizaram os dados reacionados aos danos. 336 municípios no total foram atingidos em algum nível pelas chuvas.

Há apenas 6 meses de outro evento

A tragédia que assola o sul do país é um segundo tempo de eventos extremos relacionados às mudanças climáticas. Em setembro de 2023, um ciclone extratropical atingiu o estado, deixando um rastro de destruição com um prejuízo financeiro de mais de R$ 3 bilhões de reais e 51 mortes. 

Na ocasião, o governo federal prometeu R$ 741 milhões referentes a recursos aos municípios para combate de eventos extremos, de acordo com informações da CNM. No entanto, foram repassados apenas R$ 81 milhões.

A agricultura sempre leva a pior

O evento de 2023 não atingiu somente o sul, mas também várias localidades em todo o país. O montante do prejuízo foi cerca de R$ 105,4 milhões de reais. A maior parcela das perdas foi na agricultura, contabilizando cerca de R$ 53 bilhões. Veja as demais áreas:

  1. Agricultura: R$ 53,6 bilhões em prejuízos (50,8%)
  2. Pecuária: R$ 15,3 bilhões (14,5%)
  3. Sistema de transportes: R$ 10,9 bilhões (10,3%)
  4. Abastecimento de água potável: R$ 10,8 bilhões (10,2%)
  5. Obras de Infraestrutura: R$ 3,9 bilhões (3,7%)
  6. Habitação: R$ 3,5 bilhões (3,3%)
  7. Comércios locais: R$ 1,7 bilhão (1,7%)
  8. Indústria: R$ 1,6 bilhão (1,6%)

Presidente Lula e comitiva em reunião com governadaor Eduardo Leite (Foto reprodução/instagran/@estadao)

Nesta segunda-feira (6), o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional deram início a várias reuniões com participação de lideranças partidárias, com o objetivo de articular medidas emergenciais para auxiliar a assistência e reconstrução do estado. Pretende-se criar um “orçamento de guerra” como em 2020, por ocasião da pandemia da Covid.

Enchentes no Rio Grande do Sul marcam história com recorde de vítimas e desalojados

O Rio Grande do Sul enfrenta uma catástrofe sem precedentes, com o trágico balanço de 55 mortes confirmadas até o momento devido às intensas chuvas que assolaram o estado na última semana. Este número, ainda em ascensão com mais sete mortes sob investigação, ultrapassa o trágico evento de setembro de 2023, onde 54 pessoas perderam suas vidas, marcando as enchentes atuais como o maior desastre climático do estado até hoje.


Situação das enchentes é dramática no RS (Foto: reprodução/Ricardo Gusti/Correio do Povo)

Resgates

As estradas do estado apresentam mais de 120 pontos de bloqueio, dificultando as operações logísticas. De acordo com o ministro Paulo Pimenta, estão em ação 32 aeronaves nos esforços de resgate, com mais de 10 mil resgates efetuados até o momento.

Os principais focos de preocupação estão na região metropolitana de Porto Alegre, que está passando pela maior enchente já vista no lago Guaíba. Este lago está recebendo uma quantidade significativa de água do interior do estado.

Neste último sábado (04), o nível do Guaíba atingiu cinco metros, dois metros acima do seu nível de inundação. Inundações são observadas na área central de Porto Alegre e em outros bairros, onde, em certos locais, milhares de pessoas tiveram que ser evacuadas.


Vista aérea das ruas do bairro de Navegantes de Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Foto: reprodução/Cabral Fabal/AFP)

O pior desastre já ocorrido

O governador Eduardo Leite (PSDB) declarou a situação como “o pior desastre climático do nosso estado”, revelando a gravidade da situação que ainda inclui 74 pessoas desaparecidas e 107 feridos. Com o Guaíba alcançando níveis recordes, ultrapassando os 5 metros e excedendo a marca histórica de 1941, a região metropolitana de Porto Alegre e outras áreas estão particularmente vulneráveis.

As estatísticas são alarmantes: 82,5 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas, com 13,3 mil em abrigos e mais de 69 mil recebendo ajuda de familiares e amigos. O impacto se estende por 317 dos 496 municípios do estado, afetando aproximadamente 510,5 mil residentes.


Pessoas são evacuadas de área alagada em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (Foto: reprodução/Cabral Fabal/AFP)

Em uma demonstração de solidariedade e coordenação, integrantes da Força Nacional e das Defesas Civis de vários estados brasileiros se mobilizaram para apoiar as operações de resgate e assistência às vítimas. Equipamentos como botes de resgate e caminhonetes foram enviados para reforçar os esforços em áreas críticas.

O nível de alerta se mantém elevado, com o Rio Taquari também quebrando recordes, alcançando 31,2 metros, maior nível registrado na história, ultrapassando as enchentes de 2023 e 1941. Esta situação extrema requer ações contínuas e monitoramento constante das condições climáticas e das infraestruturas afetadas.


Cheia do Rio Taquari, no Rio Grande do Sul (Foto: reprodução/Diego Vara/Reuters)

O cenário é de destruição, com estradas e pontes rompidas e deslizamentos de terra que complicam ainda mais as operações de resgate e assistência. O foco principal agora é minimizar as perdas humanas e garantir a segurança dos afetados, enquanto se trabalha arduamente para restaurar a normalidade nas regiões mais atingidas.

Conmebol anuncia adiamento dos jogos de Grêmio e Inter por conta das enchentes

Nesse sábado (04), a diretoria de competições e operações da Conmebol confirmou o adiamento dos jogos do Internacional e do Grêmio que aconteceriam na próxima semana pelos torneios continentais, ocorrido por conta das enchentes que atingiam o Rio Grande do Sul, por conta do momento de Calamidade no estado, as novas datas das partidas ainda não foram informadas. 

Jogos Adiados

O Tricolor enfrentaria o Huachipato, em Talcahuano, no Chile, às 19:00 nessa quarta (08), sendo o quarto jogo da fase de grupo da Libertadores, a viagem estava programada para terça, o imortal suspendeu todos os treinos do fim de semana na PUCRS por conta do cenário atual de Porto Alegre, a comissão técnica enviou uma cartilha para orientar seus atletas a se exercitarem em casa. 


CT do Inter alagado (Foto: reprodução/Miguel Noronha/Enquadrar/ Estadão Conteúdo)

Já o Colorado iria encarrar o Real Tomayapo, em Tarija, na Bolívia, programada para 21:00 hora de terça (07), com a viagem prevista para segunda-feira de manhã, a equipe chegou a treinar na manhã do sábado, no Beira-Rio, porém com a situação do estádio piorando durante as horas sequentes, ocorridas com a cheia do rio Guaíba, o elenco recebeu o domingo de folga, e retornam aos treinos na segunda, utilizando o estádio da PUCRS. 

Situação do estado

Com os CTS dos Clubes e a Arena do Grêmio alagadas, Porto Alegre registou a maior cheia da história da capital gaúcha, fazendo que o aeroporto ficasse fechado por tempo indeterminado, o acúmulo de água na pista suspendeu os pousos e descolagem, já a rodoviária cancelou as viagens marcadas para os próximos dias. 

Citada pelo Governador Eduardo Leite com “o maior desastre climático” da história do estado, a enchente do Guaíba chegou a 5,22 metros nesse sábado.


Nível do Guaíba ultrapassa 5 metros (Foto: reprodução/Matheus Piccini/ Estadão Conteúdo)

Foi confirmado pelas autoridades locais 62 mortes, 107 pessoas feridas, 74 desaparecidas, a defesa civil do Rio grande do Sul revelou que 82,5 mil de pessoas estão fora de seus lares, sendo 69,2 mil desabrigados e 13,3 Mil atualmente em abrigos. 

Nova data para Enem dos concursos deverá ser entre julho e agosto

O CPNU (Concurso Público Nacional Unificado), popularmente conhecido como Enem dos concursos, foi adiado pelo governo federal nesta sexta-feira (3). Prevista para o próximo domingo (5), a prova foi postergada em razão das enchentes no sul, principalmente, o estado gaúcho.

Início do empasse

Na data de ontem, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), teria pedido o adiamento nos locais impactados pelas chuvas. Até a noite, a data da aplicação da prova foi mantida, mas o governo iniciou um amplo debate sobre a situação dos candidatos daquela região.


Porto Alegre RS (Reprodução/instagran/@estadao)


Nesta manhã, os ministros do gabinete de crise discutiram duas possibilidades: adiar todo o concurso ou apenas no estado gaúcho. Qualquer uma das opções não agradaria a todos. Se mantivesse a data, deixando os candidatos do Rio Grande do Sul para outra oportunidade, os inscritos poderiam questionar os graus de dificuldades das provas de cada data. Se adiasse a data do exame em todo país, a grande maioria dos candidatos poderia entrar na justiça, reivindicando a taxa de incrição.

Decisão compartilhada

Após intensa discussão, o adiamento foi decidido em acordo entre Gestão, Defensoria Pública da União, Advocacia Geral da União e Procuradoria Geral do Estado. A ministra Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos) afirmou que o adiamento tem por objetivo preservar a integridade física das pessoas atingidas pelos efeitos das chuvas no sul e garantir a segurança jurídica da prova, para que todos os candidatos possam fazer o exame em igualdade de condições.

Sem uma data definida, podendo ser em julho ou agosto, o concurso unificado tem cerca de 2,1 milhões de inscritos. O custo do projeto é de R$ 50 milhões. Já haviam sido enviadas quase 70% das provas para os locais do exame. Espera-se que elas voltem para o lugar de origem e sirvam para o exame na nova data.

Chuvas no RS: um terço da verba prometida pelo governo federal ainda não foi entregue


Durante os últimos quatro dias, o volume de chuva do Rio Grande do Sul equivale a três vezes o valor esperado para esta época do ano, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Até agora, os temporais deixaram 24 mortos e cerca de 14,5 mil pessoas fora de suas casas.

Promessa

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (órgão responsável pela Defesa Civil Nacional) prometeu repassar verbas dedicadas aos municípios do Rio Grande do Sul desde o ano passado, quando um ciclone extratropical devastou o estado em setembro.

A verba prometida era de R$ 500 milhões para ações emergenciais, porém, desde setembro de 2023 até abril deste ano, somente 65% desse valor foi enviado para municípios gaúchos, totalizando R$ 325 milhões.


Chuvas no RS (Vídeo: reprodução/Youtube/UOL)

Culpa de quem?

O ministério fez um levantamento de informações a pedido da CNN e, segundo o documento, a falta de projetos pelas prefeituras é responsável pelo valor que não foi repassado.

De fato, a União é quem destina o dinheiro, entretanto, o montante só é liberado para a repassagem, caso haja sido apresentadas justificativas e documentos que demonstrem como o valor será usado.

 De todo o valor liberado, quem mais recebeu recursos foi o governo do estado. Os R$ 82 milhões foram usados para ações emergenciais como compra de água, alimentos, colchões e para desobstrução de vias.

Situação atual

O município de Santa Maria fica na Região Central do estado e foi a cidade atingida com o maior volume de chuva em todo o estado. 140 milímetros era a média esperada para o mês, entretanto, foram 436 milímetros (o triplo do normal para o mês).



A Defesa Civil divulgou mapas demonstrando quais os municípios que podem ser mais afetados pelas cheias de rios nos próximos dias e também os rios, em roxo e vermelho, que apresentam risco de enchentes.