Donald Trump decreta o fim à cidadania automática

Em seu segundo dia de mandato, Donald Trump assinou vários decretos, entre eles, o de dar fim à cidadania automática, isto é, o poder de se tornar cidadão americano ao nascer nos Estados Unidos sendo filho ou filha de pais residentes no país de forma ilegal.

Para alguns especialistas, as ações do atual presidente eleito continuarão a ser inaceitáveis nos tribunais.


Momento de celebração à posse de Donald Trump publicado nas redes sociais (reprodução/Instagram/@realdonaldtrump)


Decreto atual de Donald Trump

A promessa de campanha de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, pela sua segunda passagem pela Casa Branca em Washington, se cumpriu na última segunda-feira (20).

Além de assinar vários outros decretos e declarar emergência na fronteira do país com o México, voltando a reunir forças militares junto ao muro construído por ele, por exemplo, assinou também o decreto de acabar com a cidadania automática para os filhos de imigrantes.

Esse decreto visa impedir que os órgãos do governo dos EUA emitam ou aceitem documentos para pessoas nascidas quando suas mães estiveram ilegalmente ou temporariamente nos EUA e seus pais não eram cidadãos ou residentes permanentes legais no momento do nascimento.

Ao limitar esse direito, o decreto cria uma camada de exclusão social e jurídica. Filhos de imigrantes nessas condições podem crescer sem status legal, dificultando o acesso a serviços básicos, como escolas, assistência médica e até mesmo um emprego formal.

Além disso, eles ficam mais vulneráveis ​​às deportações e à separação de suas famílias, criando um clima de insegurança.

O que diz a Constituição dos EUA

De acordo com a Emenda 14 de 1868 da Constituição dos Estados Unidos, a cidadania americana é concedida “a todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos e que estão sujeitas a sua jurisdição” ainda afirma que “são cidadãos dos Estados Unidos e do Estado onde tiver residência”, ou seja, significa que qualquer pessoa que nascer em solo americano, se tornará automaticamente cidadão americano.

Para Donald Trump, uma pessoa não poderia se tornar americana se esta tivesse pais que não obtém documentação legal para residir no solo americano. Segundo especialistas, dificilmente algum tribunal aceitaria os argumentos contrários à Constituição.

Trump quer o Canal do Panamá de volta, mas plano segue incerto

Logo no seu primeiro dia de mandato, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a reforçar alguns dos discursos feitos durante sua campanha presidencial, entre eles a retomada do canal do Panamá. No entanto, mesmo reafirmando essa intenção, ele não forneceu detalhes sobre como essa retomada ocorreria.

“O propósito de nosso acordo e o espírito de nosso tratado foram totalmente violados”

Trump em discurso sobre o canal

Historia do Canal

Durante sua construção, os Estados Unidos tiveram um papel importante na edificação do canal e, logo após sua finalização, apropriaram-se da soberania do local. Apenas após anos de protestos e disputas, o país devolveu ao Panamá o direito de administração dessa que é uma das mais importantes vias aquaviárias do mundo. A devolução ocorreu há quase 30 anos, em 1999.


Canal do Panamá é um dos principais canais de transporte marítimo do mundo (Foto:reprodução/Getty Images News/Justin Sullivan/Getty Images Embed)


Grande parte da importância da obra vem do fato de ela reduzir a distância entre os oceanos Pacífico e Atlântico, evitando a volta pela América do Sul. Com isso, reduz os custos de exportação de vários países. Atualmente, estima-se que cerca de 5% de todo o comércio marítimo do mundo passe pelo canal.

Presidente do Panamá se pronuncia

Em sua conta no X José Raúl Mulino presidente do país centro-americano disse na última segunda-feira que o canal do panamá “é e continuará a ser panamenho”, isso vem em resposta às falas de Trump que parece estar empenhado em retomar o canal.

Ainda durante suas falas, Trump chegou a dizer que a China é uma das potências que se beneficiam da estrutura e que isso estava longe do que os Estados Unidos queriam quando deram o local “de presente ao Panamá”.

Agora, nos próximos meses, devemos ficar no aguardo dos próximos passos de Trump e de como ele pretende cumprir sua promessa.

Presidente Donald Trump retira Estados Unidos da OMS

No primeiro dia de seu mandato, o presidente republicano Donald Trump assinou diversos decretos presidenciais, transmitidos ao vivo mundialmente. Entre as medidas adotadas estão: a saída dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS), o congelamento de contratações no setor público, exceto para as Forças Armadas, o retorno obrigatório dos trabalhadores federais ao regime presencial, um decreto para que as autoridades tratem do custo de vida no país, a retirada do Acordo de Paris e uma ordem para que o governo federal promova a liberdade de expressão e impeça a censura.

Saída da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Em julho de 2020, durante a pandemia de Covid-19, os Estados Unidos se retiraram da OMS pela primeira vez sob a liderança de Trump, que argumentou que os custos pagos à organização eram desproporcionais em relação a outros países. Em 2021, no entanto, o presidente Joe Biden restaurou o vínculo dos EUA com a OMS logo no início de seu mandato.

No último dia 20, Trump anunciou novamente a saída do país da OMS, alegando má gestão da organização, ineficiência na adoção de medidas urgentes e cobranças financeiras injustas. “A OMS nos roubou”, declarou Trump no Salão Oval ao assinar os decretos executivos.

Por outro lado, Tarik Jašarević, representante da OMS, lamentou a decisão e pediu que o presidente reconsiderasse, destacando o impacto global que essa medida pode causar na vida das pessoas.


Decretos assinados por Donald Trump (Vídeo: reprodução/YouTube/@uol)


Relação com o Brasil

Durante a cerimônia de posse, Trump respondeu a perguntas sobre a relação dos Estados Unidos com o Brasil e outros países da América Latina. O presidente afirmou que pretende manter boas relações com a região, destacando que “eles dependem mais dos Estados Unidos do que os Estados Unidos deles”.

Matéria por Cindy Lima (Lorena r7)

Governo de Donald Trump só reconhecerá dois gêneros: masculino e feminino

Nesta segunda-feira(20), Donald Trump assumiu a presidência dos EUA. Durante o seu discurso, disse que irá definir apenas dois gêneros, enquanto presidente dos EUA. O presidente eleito informou ainda que irá acabar com a política governamental, pois para ele estão “enfiando” sempre raça e gênero em tudo que envolve a vida privada dos cidadãos que nasceram nos Estados Unidos da América . O empresário já havia informado que os homens ficariam fora dos esportes femininos.

Mandato

O republicano, sucessor de Joe Biden, tornou-se o 47º presidente da terra do Tio Sam. Vários líderes e estrangeiros tiveram presentes no Capitólio, sede do poder legislativo localizada em Washington. Empresários norte-americanos, celebridades e embaixadores também marcaram presença na posse do novo presidente. Ao lado do seu vice, JD Vance, Donald fez o juramento para o cargo na Suprema Corte Americana.

Era de ouro

Durante discurso, Trump indicou que os Estados Unidos irão florescer, e ressaltou ainda que essa será a era de ouro do país, reiterando uma possível inveja vinda dos outros países, lembrando da restauração que fará na América, colocando-a em primeiro lugar. Informou também que trará de volta a soberania para os EUA, fortalecendo-a. Informou também que está otimista e que será uma época de sucesso. A posse ocorreu dentro do capitólio, por conta da temperatura da capital.


Donald Trump e o vice, Jd Vance, em dia de posse para presidência dos EUA (Foto: reprodução/ Jim Watson/Getty Images embed)


Donald Trump

O então novo presidente dos EUA, além de já ter sido presidente no período de 2016-2020, é um empresário, e também já foi apresentador de TV. Sendo um dos homens mais ricos do mundo, ele retorna à Casa Branca, e ira assumir o cargo deixado por Joe Biden, que comandou o país de 2021 até 2024. Trump foi eleito em Novembro do ano passado tendo uma diferença significativa de sua concorrente nas eleições, derrotando-a com mais de 90 delegacias à frente.

Trump inicia seu novo mandato, provocando especulações por toda parte, ao mencionar posicionamentos rígidos em pautas polêmicas.

Barack Obama e Jennifer Aniston têm suspeitas de um relacionamento de amor entre eles

A jornalista Jessica Red Kraus publicou, na última quarta-feira (15), através da sua coluna no Substack, que teria recebido informações confiáveis, sobre indícios de um relacionamento entre o ex-presidente U.S.A. Barack Obama e a atriz Jennifer Aniston.

A atriz aparece como a peça principal de uma possível separação do ex-presidente com sua atual esposa, a ex-primeira-dama Michelle Obama, que já estariam se relacionando desde 2007, quando ambos se conheceram num evento de gala, segundo informações de veículos de comunicação.

Informações sobre uma possível separação do casal Obama e Michelle, estaria para vir a tona a qualquer momento, acontecimentos recentes afirmam essa possível decisão do casal, quando a ex-primeira-dama não esteve presente no funeral de Jim Carter, e que a mesma comunicou que não estaria na posse do atual presidente reeleito Donald Trump com seu esposo.

Segundo a ex-primeira-dama Michelle Obama, sua ausência dos eventos com seu esposo foi por conflitos de agenda e decisões da mesma. Sua assessoria afirma que Michelle não pôde ir ao funeral, porque estava de férias no Havaí. E sua ausência na posse do presidente Trump foi uma decisão pessoal, já que Michelle não compartilha de muitos posicionamentos do atual presidente.

Jennifer Aniston, em entrevista, esclarece toda polêmica envolvida com ex-presidente

A atriz Jennifer Aniston foi questionada sobre o caso em entrevista “Jimmy Kimmel Live”. Jennifer se posicionou, negando qualquer aproximação dela com o ex-presidente Barack Obama. Ela declarou que só viu o mesmo uma única vez, e que teria mais proximidade com a ex-primeira-dama Michelle Obama. 

“Isso é absolutamente falso. Não há nada de verdadeiro nisso. Eu me encontrei com ele uma vez”, declarou a atriz. “Eu conheço mais a Michelle do que ele”, garantiu.


 Caso do ex-presidente Barack Obama e Jennifer Aniston (Vídeo: Reprodução/YouTube/@20minutos)


Relacionamento do ex-presidente com a atriz não seria segredo para amigos dela

Mais sobre o caso do ex-presidente Obama com a atriz Jennifer Aniston, ambos se conheceram por meio de um amigo conhecido dos dois, segundo a fonte que informou a jornalista Kraus.

De acordo com a fonte, o relacionamento de ambos não era escondido para aqueles que são próximos da atriz. A informação acabou tendo uma proporção tão grande que chegou na mídia internacional como um estopim do fim do relacionamento de Michelle e Obama.

Mesmo com todas essas suspeitas do possível término do casal, ambos continuam bem próximos em suas redes sociais, trocando comentários amorosos, como aconteceu na última sexta-feira (17), quando o ex-presidente declarou todo seu amor à sua esposa que estava fazendo aniversário.

Matéria por Pedro Lins (Lorena – R7)

Primeira dama dos EUA, Melania Trump, lança sua própria criptomoeda avaliada em U$ 2,15 milhões

Em anúncio feito recentemente em seu perfil na rede social X, Melania Trump segue a deixa do seu marido e decide lançar a sua própria criptomoeda no último domingo (19), que chegou a contar com um valor de mercado de cerca de U$ 2,15 bilhão. Com seus pais tomando a dianteira, filho do casal também pretende lançar sua própria criptomoeda.

Moedas meme

Apesar do incrível sucesso, a criptomoeda lançada pela primeira dama não é uma moeda digital convencional, mas sim uma moeda meme, algo criado para “medir o engajamento de algo”, sem valor transitivo.

As moedas memes são normalmente apoiadas por toda uma comunidade, o que despertou o interesse de diversos países em estudar sua regulamentação. Criptomoedas do tipo são consideradas investimentos de alto risco e volatilidade, mas podem proporcionar um bom retorno financeiro caso a moeda seja valorizada e vendida no tempo certo.

A memecoin $Melania está sendo negociada pela blockchain Solana, um banco de dados que administra transações e armazenamentos digitais.

No último dia 17, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que vem mostrando cada vez mais seu apoio às criptomoedas, também lançou seu próprio ativo: a $TRUMP, que também foi amplamente valorizada no mercado, chegando a U$ 72,7 bilhões. “Meu NOVO Meme oficial Trump ESTÁ AQUI! É hora de celebrar tudo o que defendemos: VENCER!”, publicou Donald Trump em sua própria rede social, a Truth Social.

Ambos recebem críticas

Tanto Donald quanto Melania vêm recebendo críticas de pessoas que alegam que ambos estão usando sua influência política para lucrar em cima de seus apoiadores. “Trump possuir 80% [dos tokens] e lançar a moeda horas antes da posse é algo predatório, e muitos provavelmente serão prejudicados por isso” afirmou Nick Tomaino, investidor em cripto e ex-executivo da Coinbase.


Donald Trump se torna o 47º presidente dos Estados Unidos (Foto: reprodução/Chip Somodevilla/Getty Images Embed)


Atualmente, ambas as moedas já demonstram sua característica volatilidade, despencando cerca de 30% no seu valor de mercado. A moeda $TRUMP vem sendo negociada a U$ 45, enquanto que a $MELANIA está sendo cotada a U$ 5,47.

Após demonstrar grande interesse nos ativos, especialistas esperam que o novo presidente apoie políticas de regulamentação mais brandas para as criptomoedas, incentivando o desenvolvimento das reservas.

Matéria por Júlia Manjko (Lorena – R7)

“Ainda Estou Aqui” conquista US$ 125 mil apenas em estreia nos Estados Unidos

De acordo com o Deadline, o filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, teve uma estreia promissora nos Estados Unidos. Lançado em apenas sete salas no final de semana de estreia — duas em Los Angeles e cinco em Nova York — o longa arrecadou um total de US$ 125,4 mil.

Desempenho por sala

Com uma média de US$ 25 mil por sala, o filme mostrou um desempenho consistente. Entre os cinemas, o destaque foi o Angelika NYC, que registrou a maior arrecadação individual, com US$ 18 mil. O melhor dia para o longa foi a sexta-feira (17), quando alcançou US$ 49 mil em bilheteria. No total acumulado, o filme soma US$ 153 mil nos Estados Unidos até o momento.


Trailer de “Ainda Estou Aqui” (Vídeo: reprodução/YouTube/Sony Pictures Brasil)


Caminho para o Oscar 2025

Após uma recepção calorosa no Festival de Veneza, onde recebeu aplausos por 10 minutos e venceu na categoria de “Melhor Roteiro”, Ainda Estou Aqui também conquistou um Globo de Ouro. Fernanda Torres levou o prêmio de “Melhor Atriz em Filme de Drama”, reforçando o prestígio do longa. Agora, o filme aguarda uma possível indicação à 97ª edição do Oscar, cuja lista de nomeados será divulgada nesta quinta-feira (23) em um evento virtual da Academia.

O longa tem ganhado destaque em veículos internacionais como The Guardian, LA Times e El País, aumentando suas chances na disputa, apesar da concorrência de títulos como Emilia Pérez e Wicked. A cerimônia do Oscar está marcada para 2 de março no Dolby Theatre, em Hollywood. Contudo, há possibilidade de alteração na data devido à proximidade do local com focos de incêndio em Los Angeles.

Os brasileiros seguem confiantes e torcem para que o filme mantenha o excelente desempenho na temporada de premiações.

Matéria por Maria Stephany (Lorena r7)

Papa Francisco critica política de deportação de Donald Trump 

O Papa Francisco declarou que as promessas feitas por Donald Trump em relação aos imigrantes ilegais no país são uma “vergonha”. Em entrevista para o programa “Che tempo che fa”, em uma emissora italiana, o pontífice afirmou que a medida é uma desgraça e que faz com que os pobres paguem pelo desequilíbrio econômico do país.

Na entrevista, Papa Francisco afirmou que as políticas adotadas por Trump não resolvem as coisas e que não vai dar certo. Desde 2016, período do primeiro mandato do republicano, Papa Francisco critica as medidas do político em relação a imigração e chegou a declarar que Trump não era cristão por suas visões anti-imigração.

A Igreja Católica e a imigração

Eleito em 2013, Papa Francisco é o primeiro papa latino-americano e jesuíta. Desde que assumiu o comando da Igreja Católica, o Papa sempre pautou a questão da imigração como um dos assuntos principais da igreja e sempre persistiu na defesa da integração e da inclusão dos imigrantes na sociedade.


Papa Francisco no Vaticano (Foto: reprodução/Yara Nardi/Terra)

Durante seus 11 anos de papado, o Papa tem defendido constantemente os imigrantes. Em agosto de 2024, ao abordar o problema dos imigrantes do Oriente Médio e do Norte da África no Mar Mediterrâneo, o Papa chegou a declarar que recusar ajuda aos imigrantes era considerado um pecado grave. 

Sobre a nova política de Trump, o pontífice afirmou que está pronto para tomar uma posição mais dura e crítica com a nomeação do cardeal Robert McElroy como novo arcebispo de Washington. 

Política de imigração de Donald Trump 

Na campanha para seu segundo mandato como presidente dos EUA, o republicano Donald Trump colocou a pauta da imigração como uma das prioridades do início de seu governo. O republicano prometeu deportar milhões de imigrantes em situação irregular no país. 

Entre as medidas que pretende realizar durante seu mandato na presidência, Donald Trump afirmou que pretende deportar até 1 milhão de imigrantes por ano dos EUA, e, segundo o Wall Street Journal, Trump declarará estado de emergência na fronteira com o México.

Pouco antes de ser empossado, Donald Trump anuncia que vai revogar decretos de Joe Biden 

O republicano Donald Trump, eleito como novo presidente dos Estados Unidos da América, afirmou neste domingo (19), que não dará continuidade às políticas “radicais” do ex-presidente Joe Biden. O presidente, que será empossado na segunda-feira (20), declarou que as ordens executivas e da administração do democrata são “tolas” e que vai revogá-las pouco depois de prestar o juramento.

Entre as pautas citadas por Trump, o republicano considera o fim das políticas de diversidade e inclusão, o endurecimento da política de imigração no país, o fortalecimento dos militares e diversas medidas econômicas que visam favorecer as atividades domésticas e limitar a concorrência estrangeira.


Vídeo do último discurso de Donald Trump antes se ser empossado (Vídeo: reprodução/Youtube/CNN Brasil)

Imigração

Assim como em seu primeiro mandato, Trump prometeu reprimir a imigração nos EUA. O presidente eleito reafirmou sua promessa de campanha e declarou que irá realizar a maior deportação em massa da história dos Estados Unidos. 

De acordo com o site Deutsche Welle Brasil, a equipe de Trump prevê a assinatura de 100 decretos voltados à imigração somente no primeiro dia como novo presidente. Em meio à campanha para o segundo mandato, o republicano prometeu deportar até 1 milhão de imigrantes em situação irregular por ano. 

Los Angeles

O presidente disse em seu discurso que gostaria de enviar amor aos afetados pelos incêndios florestais na cidade de Los Angeles. Ele afirmou que irá visitar o estado da Califórnia na sexta-feira e que vai fazer com que tudo volte ao normal.

Apesar da mensagem de apoio em relação aos incêndios florestais, Trump declarou que vai acabar com as normas ambientais no país. Ele declarou que a regulamentação do meio ambiente foi criada para barrar o progresso no país. Além disso, o republicano afirmou que irá aumentar a produção de petróleo no país. O republicano já havia prometido anteriormente acabar com as iniciativas de Joe Biden para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. 


Embaixadora dos EUA deixa o Brasil: impactos e perspectivas

Elizabeth Frawley Bagley, embaixadora dos Estados Unidos no Brasil desde 1º de fevereiro de 2023, está encerrando sua missão diplomática no país. Sua chegada ocorreu no início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de fortalecer as relações entre as duas nações após tensões geradas durante o mandato de Jair Bolsonaro, que teve uma postura distante do governo Joe Biden. Bagley afirmou, em diversas ocasiões, que “o Brasil não tem parceiro melhor que os EUA”, destacando a importância estratégica da aliança.

Influência da embaixadora

Durante seu período no Brasil, a embaixadora desempenhou um papel central em iniciativas voltadas para a defesa da democracia, a proteção dos direitos humanos e o combate às mudanças climáticas. Essas áreas foram tratadas como pilares da cooperação entre os países, refletindo prioridades conjuntas. No entanto, com o retorno de Bagley aos Estados Unidos em meio à transição para o governo Donald Trump, incertezas surgem sobre a continuidade desse alinhamento.


Elizabeth Bagley, embaixadora americana, e a primeira dama brasileira, Janja Lula (Foto: reprodução/x/Janja)

Dúvidas que surgem com a saída de Bagley

A ausência de um novo embaixador norte-americano no Brasil pode dificultar o diálogo direto e a consolidação de novos acordos. A falta de representação em alto nível poderia, teoricamente, enfraquecer a capacidade de cooperação, especialmente em áreas sensíveis como comércio, meio ambiente e segurança internacional.

Apesar disso, autoridades brasileiras mantêm otimismo. Fontes do governo afirmam que os canais de comunicação entre Brasília e Washington permanecem sólidos. Relações de longa data e contatos diretos com altos funcionários norte-americanos devem minimizar potenciais impactos negativos.

A saída de Bagley simboliza um momento de transição e exige atenção para evitar retrocessos. Resta acompanhar como os dois países irão gerenciar essa nova etapa e preservar os avanços conquistados na parceria bilateral.