“Supergirl”: Milly Alcock surge em imagens oficiais como super heroína da DC Studios

Foram publicadas no X (ex-Twitter) as primeiras imagens oficiais e em boa definição da atriz Milly Alcock como a nova Supergirl do DCU. Assim, no decorrer da manhã desta sexta-feira (15), o portal da Omelete frisou que as imagens ainda não são do filme solo da personagem. Portanto, a caracterização de Alcock vem de sua aparição no longa “Superman (2025)” do diretor James Gunn.

Nas imagens divulgadas pela conta do usuário “ScreenSpot” é possível notar a prima mais velha de Clark Kent, utilizando o típico uniforme vermelho e azul com o brasão de Krypton —o planeta de origem dos super-heróis da DC Comics. Além disso, Krypto, o super cão, acompanha a alienígena coberta em um sobretudo que remete à personagem um visual mais despojado e jovial. Dessa forma, a nova versão de Kara Danvers sob a direção de Gunn, surgiu de forma natural para os telespectadores que admiraram a entrega da equipe no longa deste ano.

Imagens oficiais de Milly Alcock como Supergirl

Nas redes sociais, internautas admiradores do DCU comemoraram de forma animada a estética mais nostálgica da personagem. Nesse ritmo, Milly Alcock recebeu críticas positivas de especialistas e admiradores do universo de “Superman”. Aliás, a atriz que já é reconhecida pelos papéis em “Sereias” e “A casa do Dragão”, onde viveu a versão mais jovem de Rhaenyra Targaryen, carrega o peso das espectativas do público para sua estreia solo no ano que vem.


HD look at Milly Alcock’s Supergirl.

ScreenSpot 🎥 (@screenspot.bsky.social) 2025-08-15T13:14:45.439Z
Imagens da Supergirl no longa “Superman” (Foto: reprodução/X/@screenspot.bsky.social)

Milly Alcock será Supergirl em filme que estreia em 2026

A obra audiovisual que inicialmente iria se chamar “Supergirl: A Mulher do Amanhã” já sofreu alterações com a troca do título. Sendo assim, o filme irá se chamar apenas “Supergirl” e será baseado na saga de histórias em quadrinhos escritas por Tom King com o apoio artístico da brasileira Bilquis Evely. Descrito como um sci-fi épico pela Omelete, o longa pretende traçar uma abordagem que foge do tradicional.


Poster de “Supergirl” (Foto: reprodução/Instagram/@jamesgunn/@millyalcock)


Com a direção de James Gunn, a nova Supergirl irá viajar pelo espaço em busca de vingança. Ou seja, não teremos uma típica e tradicional história de origem. Sendo assim, a super-heróina não estará sozinha dividindo sua jornada com Ruthye Marie Knoll. Juntas pelo universo, elas entrarão em uma busca pelos assassinos do pai da jovem, interpretada por Eve Ridley, e enfrentarão o temível Krem, vivido por Matthias Schoenaerts. Ademais, Jason Mamoa (“Aquaman”) retorna como uma novidade no novo universo da DCU interpretando o Mercenário Lobo.

Didática que transforma: Aryane Rodrigues dos Reis consolida método de HQs no ensino de Química e amplia formação de professores pelo Brasil

Com trajetória acadêmica marcada pela pesquisa e aplicação prática de metodologias ativas, a professora de Química Aryane Rodrigues dos Reis vem se consolidando como referência nacional na formação docente por meio do uso de histórias em quadrinhos (HQs) como recurso didático. Mais do que apenas inovar no formato, Aryane criou um modelo replicável que vem sendo adotado por professores em diferentes regiões do país, multiplicando seu impacto muito além da sala de aula.

O método desenvolvido por Aryane parte da compreensão de que as HQs, tradicionalmente associadas ao entretenimento, podem funcionar como ferramenta pedagógica eficaz para ensinar conteúdos complexos de Química de forma acessível e visualmente estimulante. Essa abordagem dialoga com tendências apontadas por pesquisas do setor educacional: segundo o relatório “Transforming Education” da UNESCO (2021), metodologias ativas — que incluem narrativas visuais, gamificação e aprendizagem baseada em projetos — estão entre as estratégias mais recomendadas para estimular o pensamento crítico e o engajamento dos alunos.

Na prática, o modelo aplicado por Aryane vai além da criação de materiais didáticos. Ela ministra cursos e workshops para professores, compartilhando técnicas de elaboração de roteiros, escolha de conceitos-chave e estratégias de avaliação do impacto das HQs em sala de aula. Essa atuação direta na formação docente gera um efeito multiplicador: ao preparar outros educadores para produzirem seus próprios recursos visuais, o método potencializa o alcance a milhares de estudantes da rede pública e privada.

Dados da pesquisa TIC Educação (2020), publicada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), revelam que 93% das escolas urbanas brasileiras já utilizam algum tipo de recurso digital nas atividades pedagógicas. Contudo, apenas cerca de 30% relatam o uso sistemático de metodologias ativas, evidenciando o desafio de transformar inovação em prática constante. Nesse contexto, o trabalho de formação de professores realizado por Aryane se destaca justamente por oferecer metodologia estruturada, adequada à realidade escolar e de fácil adaptação a diferentes perfis de turmas.

Além do reconhecimento como prática inovadora, a estratégia das HQs tem respaldo científico. Estudos publicados na Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia (2020) destacam que recursos visuais como histórias em quadrinhos podem aumentar a retenção de conceitos científicos em até 25%, especialmente entre estudantes do ensino médio. Internacionalmente, instituições como a National Science Teaching Association (NSTA), nos Estados Unidos, também incentivam o uso de narrativas visuais para abordar conteúdos complexos de forma mais atrativa.

Aryane Rodrigues dos Reis, que se tornou nome de referência ao unir didática, pesquisa acadêmica e experiência prática, representa hoje um movimento crescente na educação: o da formação continuada como chave para inovação real nas salas de aula. Seu método, já reconhecido em portais nacionais como Diário do Vale e MSN Brasil, reflete a demanda por estratégias capazes de ir além do conteúdo, alcançando o modo como professores ensinam e como alunos aprendem.

Ao transpor fronteiras da sala de aula para os espaços de formação docente, Aryane contribui para ampliar o uso de metodologias ativas no país, incentivando professores a transformar suas práticas. Nesse processo, reafirma a centralidade do educador como protagonista na construção de caminhos mais criativos, inclusivos e eficazes para o ensino de Química — consolidando-se, de forma técnica e consistente, como referência nacional no tema.