Países se aliam no G20 para acabar com o problema da fome no mundo

Nesta segunda-feira (18), 81 países comunicaram, durante o G20, que foi criada a aliança Global no enfrentamento contra a fome e a pobreza. Conforme o divulgado, a ideia é criar uma força-tarefa para conseguir resolver essa questão nos próximos seis anos. O alinhamento ocorrido entre os líderes durante o grupo dos vinte vem com a intenção de utilizar a estratégia de inserir modelos diferentes para regiões distintas, na tentativa de trazer uma resolução para este problema.

Solução

Durante a manhã desta segunda-feira, (18), Lula disse que a solução para o problema da fome e pobreza pode estar em programas como “Bolsa Família”, e na inserção de benefícios para os necessitados, ainda enquanto discursava lembrou do potencial que este planejamento pode ter podendo ajudar aqueles que precisam, os devolvendo a esperança e dignidade.


Lula discursando no dia 18 de novembro (Foto: reprodução/Buda Mendes/Getty Images Embed)


Aliança

Organizada pelo governo brasileiro, a estrutura da formação desta aliança partiu da criação de uma força tarefa que envolvia os ministérios de assistência social e da família e combate à fome, e ainda incluía o de relações exteriores e da fazenda. Ainda tendo um apoio do instituto de pesquisa econômica e aplicada (IPEA), que colaborou com a construção deste alinhamento.

Suporte

Conforme o divulgado, haverá um suporte vindo da capital do Brasil, aonde irá contribuir para o início das operações, relacionadas a esta aliança ocorrida durante este evento do G20. Apesar de ter sido firmado este alinhamento entre os 81 países que incluem Brasil e EUA, ainda não foi definido qual país que vai ser o 1° a iniciar essa força tarefa.

Ainda não se sabe, como se iniciara essa nova empreitada firmada durante o evento do G20, que esta ocorrendo no Brasil, sendo no estado do Rio de Janeiro.

Ipea mostra que 92% dos empregos nos municípios mais atingidos pela enchente foram abalados 

Dois meses após o período conturbado das grandes enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul, os aspectos diferentes e a volta ao dia-a-dia costumeiro encontram-se na realidade. Entretanto, os prejuízos causados pela força da natureza ainda faz parte da preocupação dos habitantes da região.  

Abalo nos empregos

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os municípios mais afetados pelas enchentes de dois meses atrás tiveram cerca de 92% dos postos de trabalho abalados. A estimativa divulgada nesta quarta-feira (3) levou em consideração os municípios de Eldorado do Sul, Roca Sales e Muçum.  

Os estabelecimentos privados também foram impactados, provocando um prejuízo em cerca de 82% deles. Em Porto Alegre, capital do estado, 27% das casas comerciais e 38% dos postos de trabalho foram comprometidos diretamente.  

Nos 418 municípios em estado de calamidade ou emergência, 334,6 mil postos foram prejudicados e já somam um valor equivalente a 13,7% dos empregos das cidades. Ainda dentro deste cenário, o número de estabelecimentos afetados chegou a 23,2 mil, praticamente 9,5% do geral.  

“O impacto de eventos climáticos extremos como o ocorrido no RS é mais amplo do que o reportado neste estudo. Isso porque mesmo estabelecimentos indiretamente atingidos também devem ter sofrido consequências — já que seus fornecedores, consumidores, ou infraestrutura de escoamento podem ter sido afetados“, disse o Ipea em comunicado.

Como está o Rio Grande do Sul

Apesar da destruição e das dores causadas pela perda, o povo gaúcho está mais unido do que nunca, movidos pela esperança na busca de uma reconstrução para o estado. A cada dia, suavemente, algo volta para seu lugar de origem ou é reconstruído e se torna mais um símbolo da nova fase. A entrega de Centros Humanitários de Acolhimento está a todo vapor, com projetos de Cidades Provisórias prontas para ser entregues.


Cidade provisória em Canoas, Rio Grande do Sul (Foto: reprodução/ TV Globo/ Governo do Rio Grande do Sul)

O Rio Grande do Sul ainda está em processo de recuperação e estima-se que leve mais alguns meses para que exista um erguimento total. Até lá, o estado retorna aos poucos para o que um dia foi.