Com bolsa Chanel de R$286 mil, Blake Lively vira destaque em Nova York

Blake Lively provou mais uma vez que é uma das personalidades mais influentes no mundo da moda. A atriz norte-americana, conhecida por seu estilo marcante e por não contar com stylists profissionais, brilhou no 18º Tribeca Artists Dinner, realizado na noite da última segunda-feira (9), em Nova York. Mas, desta vez, não foi apenas seu look sofisticado que chamou atenção, o grande destaque ficou por conta de um acessório raro e valiosíssimo: uma bolsa Chanel no valor de R$286 mil.

A bolsa que roubou a cena

O acessório em questão é a Scarab Minaudière, uma microbolsa escultural da Chanel que imita um escaravelho egípcio em tom vermelho vibrante. Com visual digno de uma obra de arte, o item foi lançado como parte da coleção Métiers d’Art 2018/2019, assinada por Karl Lagerfeld, lendário diretor criativo da maison, falecido pouco depois do desfile. Trata-se de uma peça ultraexclusiva e extremamente difícil de encontrar, atualmente disponível apenas em plataformas especializadas em revenda de luxo, com preços girando em torno de US$51.840, o equivalente a aproximadamente R$285.954.


Blake Lively e Allison Janney no Tribeca Festival Artists Dinner (Foto: reprodução/Dimitrios Kambouris/Getty Images Embed)


A coleção Métiers d’Art é conhecida por celebrar o savoir-faire dos ateliês artesanais que colaboram com a Chanel. Itens desta linha geralmente são produzidos em edições limitadas, com alto valor de investimento, e se tornam objetos de desejo entre colecionadores e apaixonados por moda. A minaudière de Blake, além de rara, tem valor histórico: é uma das últimas bolsas idealizadas por Lagerfeld, o que a torna ainda mais simbólica e valorizada no mercado.

Um look construído com contraste e personalidade

Embora o look completo de Blake Lively fosse digno de aplausos, foi a escolha do acessório que transformou sua produção em um momento fashion inesquecível. A atriz usou um vestido midi branco de crochê, com leve transparência, cintura império e aplicações florais que evocam uma estética romântica, quase saída da série “Bridgerton. Para contrastar com essa delicadeza, ela adicionou uma jaqueta jeans oversized, estilo chore coat, com gola e punhos brancos, imprimindo modernidade à composição.


Blake Lively no Tribeca Festival Artists Dinner (Foto: reprodução/Sean Zanni/Getty Images Embed)


Nos pés, ela apostou em pumps da Christian Louboutin, adornados com pérolas e tiras de cristais multicoloridos, elevando ainda mais o nível de sofisticação do visual. As joias, todas da própria Chanel, seguiram uma linha mais discreta porém refinada: brincos do tipo hoop com cristais e anéis statement que equilibravam a composição.

Blake Lively: a stylist de si mesma

Um dos aspectos mais admirados no estilo de Blake é o fato de ela montar seus próprios looks. Diferente da maioria das celebridades, ela não conta com stylists profissionais e prefere assumir pessoalmente todas as escolhas de seu guarda-roupa, tanto para eventos do dia a dia quanto para tapetes vermelhos. Ao longo dos anos, ela se firmou como uma fashionista autêntica, que combina peças de grandes grifes com elementos criativos e inesperados.

O uso da Scarab Minaudière, portanto, não é apenas uma demonstração de luxo: é uma afirmação de estilo. Blake consegue unir conceito, história da moda e personalidade em uma única produção, e transforma até o menor dos acessórios no grande protagonista da noite.

Anne Hathaway aposta no jeans com barra dobrada e resgata tendência dos anos 80

Anne Hathaway, ícone de estilo e referência na moda, vem apostando em versatilidade fashion desde que se uniu à stylist Erin Walsh, em 2022. A atriz foi vista pelas ruas de Nova York apontando uma tendência marcante dos anos 80: jeans com a barra dobrada.

Hathaway confirmou compromisso com os estilos de inspiração vintage. Após explorar modelagens diversas do clássico jeans, ela surgiu com os “cuffed jeans”, provando que a barra aparente é o toque final perfeito para produções clássicas, em que os detalhes fazem toda a diferença e acrescentam estilo.

Anne Hathaway revive clássico dos anos 80

As calças com a barra dobrada são, há décadas, uma tendência-chave para aqueles que buscam equilíbrio entre o casual e o estiloso. Grandes referências de estilo, como Madonna, popularizaram o modelo — ressaltando o calçado queridinho pela cantora: mocassins pretos com meias brancas e jaquetas de motociclista.



Sarah Jessica Parker, outro ícone fashion, também deu destaque às barras dobradas, combinando com o oversized, tanto nos pés quanto no casaco, inspirando looks urbanos e despretensiosos.

Tendência versátil e democrática

De volta com força em 2025, o jeans de barra dobrada reaparece como um verdadeiro coringa. Tanto para valorizar o calçado, criar contrastes entre lavagens ou diferenciar o visual, a tendência permite brincar com diferentes modelagens sem a necessidade de ajustes definitivos. Sem regras rígidas de uso ou de adaptação.

 A praticidade de adaptar o comprimento conforme o sapato ou o estilo do dia faz da peça a mais democrática da temporada. Pois combina com estilos que vão do chic casual, passando pela streetwear, indo até ao rocker despojado.

Trazendo destaque ao sapato — que pode ser sneakers, mas também salto — e abraçando modelagens e lavagens variadas de jeans, com cortes retos, amplos ou justos. Funciona tanto em looks despojados quanto em produções elaboradas. Um truque de estilo simples, prático e que ainda resolve um dos dilemas clássicos com estilo: o comprimento ideal.

Testemunha relata que Diddy a pendurou de varanda no 17º andar

Em seu 16º dia de julgamento, uma mulher testemunhou nesta quarta-feira contra o produtor musical Sean “Diddy” Combs e afirmou ter sido vítima de extrema violência. Bryana Bongolan relatou um incidente ocorrido em 2016, no qual Combs a pendurou da varanda de um 17º andar antes de agredi-la — ato que lhe causou traumas e contusões.

Bongolan depôs no tribunal de Nova York contra o rapper. Ela narrou o episódio que ocorreu quando estava hospedada na casa de sua amiga, Cassie Ventura, ex-companheira de Combs. Disse que o produtor entrou agressivamente no ambiente e a levou à força para a varanda.

Relato de violência e medo

Bryana encontrava-se sozinha na sacada do apartamento, quando Sean surgiu batendo à porta do quarto. Ele a elevou pelas axilas, a colocando sob o corrimão e a segurando por 15 segundos. Enquanto isso, gritava muitas vezes: “Você sabe o que você fez?”. Ela negou saber do que ele estava falando e ficou amedrontada. Em seguida, foi arremessada contra a mobília. “Eu tremia muito”, disse ela, revelando que não denunciou o caso à polícia por medo.


Ilustração de Jane Rosenberg do julgamento de Diddy (Foto: reprodução/Instagram/@itsriki.p)

A situação lhe causou estresse pós-traumático, terror noturno e paranoia. “Algumas vezes grito enquanto durmo”, declarou aos jurados.

Ela também contou que, em outra ocasião, o acusado atirou uma faca contra Cassie Ventura.

Defesa contesta depoimento 

Nicole Westmoreland, advogada de defesa de Combs, acusou Bongolan de mentir. Sugeriu que a testemunha combinou depoimento com a amiga, Cassie, alinhando suas versões contra o seu cliente. A colocou como testemunha não confiável e apontou seu consumo de drogas.


Ilustração de Jane Rosenberg do julgamento de Diddy (Foto: reprodução/Instagram/@itsriki.p)

O que ela confirmou: consumia junto com Ventura e Combs drogas como maconha, cocaína e quetamina. Ambas tentavam se manter sóbrias, pois queriam “melhorar”. Relatou que o último encontro com o ex-casal foi durante o Ano Novo de 2018 e que, na ocasião, decidiu que seguiria sóbria. O contato entre as amigas ficou distante, e só conversaram em 2023, quando Cassie denunciou o ex-companheiro.

Bongolan afirmou que apresentou o processo porque queria “buscar justiça” pelo que lhe aconteceu na varanda.

O julgamento já ouviu mais de 20 testemunhas, que incluem acusações graves como tráfico sexual, agressão e conspiração criminosa contra Sean “Diddy” Combs, de 55 anos.

28 grandes cidades dos EUA estão afundando — e 34 milhões de pessoas podem ser afetadas

Uma nova pesquisa publicada na revista Nature Cities revela um alerta preocupante: 28 das maiores cidades dos Estados Unidos estão afundando, afetando potencialmente cerca de 34 milhões de pessoas — o equivalente a 12% da população do país. O fenômeno, conhecido como subsidência, é causado principalmente pela extração excessiva de água de aquíferos subterrâneos, que acabam se compactando e desestabilizando o solo.

Entre as cidades mais afetadas estão Nova York, Dallas-Fort Worth, Houston e Seattle. Em todas as 28 metrópoles analisadas, pelo menos 20% da área urbana está afundando. Em 25 dessas cidades, esse número ultrapassa 65%. As taxas de afundamento variam entre 2 e 10 milímetros por ano, mas em locais específicos, como Houston, o solo pode ceder até 5 centímetros anualmente.

Segundo os pesquisadores, mais de 29 mil edifícios estão localizados em áreas classificadas como de alto ou altíssimo risco estrutural. Pequenos deslocamentos do terreno já são suficientes para comprometer a estabilidade de construções, estradas, pontes e represas.

As cidades analisadas incluem: Austin, Boston, Charlotte, Chicago, Columbus, Dallas, Denver, Detroit, El Paso, Fort Worth, Houston, Indianápolis, Jacksonville, Las Vegas, Los Angeles, Memphis, Nashville, Nova York, Oklahoma City, Filadélfia, Phoenix, Portland, San Antonio, San Diego, São Francisco, San Jose, Seattle e Washington, D.C.

O estudo foi baseado em medições de radar realizadas pela constelação de satélites Sentinel-1, que utiliza tecnologia de Radar de Abertura Sintética (SAR) para monitorar alterações de elevação do solo. A equipe de pesquisadores mapeou com alta resolução as áreas de subsidência em todas as cidades americanas com mais de 600 mil habitantes.

Essa mesma tecnologia já é empregada para detectar mudanças no gelo marinho, vazamentos de óleo e transformações no uso do solo — e agora mostra como o crescimento urbano desordenado está colocando em risco a infraestrutura urbana de forma silenciosa, porém constante.

Houston lidera a lista


Cidades do Estados Unidos em alerta (Foto:/Reprodução/Jamie Carter/Forbes)

Houston é a cidade que mais preocupa os pesquisadores: mais de 12% de sua área urbana está afundando a uma taxa superior a 10 milímetros por ano. Fort Worth e Dallas, também no Texas, enfrentam problemas semelhantes. Em outros pontos do país, áreas localizadas próximas ao Aeroporto LaGuardia, em Nova York, partes de Las Vegas, Washington, D.C., e São Francisco também registram subsidência acelerada.

Embora cidades como Nova York, Chicago, Seattle e Denver apresentem taxas menores — em torno de 2 milímetros por ano — a ameaça permanece, especialmente em áreas críticas com grande densidade populacional e infraestrutura vital.

Causas e riscos

O principal fator por trás da subsidência é a superexploração dos aquíferos subterrâneos. Em 80% dos casos, o bombeamento excessivo de água doce, impulsionado pelo crescimento urbano acelerado, está ocorrendo em ritmo superior à capacidade natural de reposição. No Texas, o problema é agravado por atividades de extração de petróleo e gás.

O estudo também aponta que as oito cidades mais populosas — Nova York, Chicago, Los Angeles, Phoenix, Houston, Filadélfia, San Antonio e Dallas — concentram mais de 60% da população que vive em áreas que estão afundando. Essas mesmas cidades enfrentaram mais de 90 inundações significativas desde o ano 2000, sendo a reconfiguração do relevo uma das principais causas.

Apesar do cenário preocupante, os autores do estudo defendem uma abordagem proativa. Eles sugerem a adoção de políticas mais rígidas para o gerenciamento da água subterrânea, o investimento em construções mais resilientes e a ampliação do monitoramento de áreas urbanas vulneráveis.

“Não basta apontar o problema — precisamos responder, mitigar e nos adaptar”, afirmou Victor Ohenhen, um dos autores do estudo. Ele lembra ainda que a incessante verticalização de cidades como Nova York também contribui para a subsidência, ao adicionar peso significativo sobre um solo já fragilizado.

O estudo soa como um alerta urgente para que governos, urbanistas e a sociedade repensem o modelo de expansão das cidades e priorizem a sustentabilidade dos recursos naturais — antes que o chão desapareça sob os nossos pés.

Lorde faz divulgação surpresa de música nova em parque de Nova York

A cantora neozelandesa Lorde, 28, dona do hit atemporal “Royals”, lançado em 2013 e que marcou toda uma geração, surpreendeu inúmeros fãs, na noite desta terça-feira (22), ao realizar um evento surpresa no no tradicional parque Washington Square Park, em Nova York, para iniciar a divulgação do seu novo single “What Was That”, que será lançado ainda este mês.

Demonstrando confiabilidade e intimidade junto à legião de fãs, a artista se jogou ao performar sua nova música de trabalho. Em cima de uma mesa, Lorde sensualizou, bateu cabelo, requebrou muito e até abriu sua camisa social, mostrando um sutiã preto para seus admiradores.


Registro do Washington Square Park, de 4 hectares, lotado com ação da cantora, em Nova York. (Foto: reprodução/Instagram/@lorde)

O que rolou

A iniciativa se iniciou através das redes sociais oficiais da cantora, a qual, através de um post, ela marcou um encontro informal com seus seguidores no famoso parque estadunidense, sem dar detalhes do intuito da cerimonia e, mas com o principal, sua ilustre presença confirmada.

Seus fãs lotaram o espaço público, fato que desencadeou uma ação policial que visou interferir a aglomeração causada pela realização do evento, que foi idealizado sem permissão pública para a ocupação da via e a utilização de som. Na tentativa de evacuar o local, os guardas alegaram que o evento havia sido cancelado.

Mesmo com a tentativa de encerramento por parte das autoridades locais, a equipe da neozelandesa colocou uma caixa de som, e levou a cantora no meio dos fãs, momento que foi dado início à divulgação da nova música.

Em suas redes sociais, Lorde agradeceu a participação dos fãs na promoção:

“Estou realmente impressionada com quantos de vocês apareceram!!!”
Lorde

Comeback

Após 4 anos de hiato, Lorde retorna à indústria musical com a sua nova faixa “What Was That”, que será lançada em todas as plataformas digitais no dia 24 de abril, às 1h da manhã (horário de Brasília). Divulgação do projeto iniciou-se no começo de abril, no TikTok da artista.

A cantora fez história e alcançou grandes records com seu último álbum de estúdio, o “Solar Power”, lançado em agosto de 2021.

Após um longo período sem lançar trabalhos solo, a cantora investiu em lançamentos de colaborações com outros artistas, tal como participou da faixa “Girl, so confusing”, ao lado de Charli XCX, que compõe a versão deluxe do álbum indicado ao Grammy 2025 “BRAT”, o “Brat and It’s Completely Different but Also Still Brat”, lançado pela britânica em outubro de 2024.

Avião cai e deixa seis vítimas da mesma família nos EUA

Um avião de pequeno porte caiu no sábado (12) em uma área rural do estado de Nova York, nos Estados Unidos, e as seis pessoas a bordo morreram no impacto. A aeronave, um Mitsubishi MU2B40, seguia em direção ao aeroporto do condado de Columbia, mas caiu cerca de 16 quilômetros antes do destino final, pouco depois das 12h.

Segundo informações da Comissão Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), todos os passageiros faziam parte da mesma família. O piloto era o neurocirurgião Michael Groff, que viajava com a esposa, a cirurgiã Joy Saini, os dois filhos do casal e seus companheiros. Eles estavam a caminho da região montanhosa de Catskills, também em Nova York, para comemorar um aniversário em família e aproveitar o feriado da Páscoa.

Declaração do pai das vítimas

O pai de uma das vítimas, John Santoro, lamentou a tragédia em entrevista à Associated Press: “Eles eram uma família maravilhosa. O mundo perdeu muitas pessoas muito boas que fariam muito bem ao mundo se tivessem a oportunidade. Estamos todos pessoalmente devastados”.


Membros da família que estavam a bordo (Foto: reprodução/X/@g1)

Pouco antes do acidente, Groff chegou a se comunicar com a torre de controle do aeroporto de Columbia. Ele informou que havia perdido a aproximação inicial da pista e pediu um novo plano para pousar. Enquanto os controladores trabalhavam para enviar as novas coordenadas, tentaram alertá-lo três vezes sobre a baixa altitude da aeronave, mas não obtiveram resposta. Também não houve registro de pedido de socorro.

Possíveis causas do acidente

Um vídeo que registrou a queda indica que o avião ainda estava inteiro antes do impacto, mas desceu em alta velocidade. O local da colisão foi descrito como um campo agrícola lamacento, e os destroços mostram que o avião foi severamente danificado: comprimido, dobrado e cravado no solo.

A investigação inicial aponta que Groff estava voando sob regras de voo por instrumentos, o que normalmente ocorre quando há baixa visibilidade. Equipes da NTSB devem permanecer na área por aproximadamente uma semana, mas o relatório final sobre as causas do acidente pode demorar entre 12 a 24 meses para ser concluído.

Passeio turístico termina em tragédia e mata CEO da Siemens e sua família

Seis pessoas morreram na tarde da última quinta-feira (10) após a queda de um helicóptero no Rio Hudson, em Nova York, Estados Unidos. Entre as vítimas estão o executivo Agustín Escobar, CEO da Siemens Espanha, sua esposa Mercé Camprubí Montal, os três filhos do casal — de 4, 5 e 11 anos — e o piloto da aeronave.

A família, que havia chegado de Barcelona à cidade horas antes, fazia um passeio turístico promovido pela empresa New York Helicopter Tours. A experiência oferecida pela companhia incluía uma rota de aproximadamente 15 minutos sobrevoando pontos turísticos como a Estátua da Liberdade e a região de Manhattan.

Segundo a imprensa espanhola, uma das crianças estava comemorando aniversário. Pouco antes do voo, os cinco familiares registraram o momento com fotos, publicadas nas redes sociais.

Imagens e testemunhos levantam hipóteses sobre a causa

Vídeos divulgados nas redes sociais mostram a aeronave caindo em espiral, sem a cauda e aparentemente sem as pás do rotor principal. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) confirmou que o modelo envolvido no acidente era um Bell 206. O caso segue sob investigação pela FAA e pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).

Veja o momento em que o helicóptero cai:


Vídeo registra momento exato da colisão do helicóptero com o Rio Hudson (Vídeo: Reprodução/YouTube/@uol)

Michael Roth, CEO da New York Helicopter Tours, afirmou estar “arrasado” com o ocorrido. “Sou pai e avô, e ver isso acontecer me deixou completamente abalado”, disse ao jornal New York Post. Ele levantou a hipótese de falha no rotor ou colisão com aves como possíveis causas. Roth, com mais de 30 anos de experiência na aviação turística, afirmou que nunca havia presenciado algo semelhante.

Testemunhas relataram que a aeronave caiu em meio a condições meteorológicas adversas, com ventos fortes e céu nublado. A estilista Belle Angel, que presenciou a queda, afirmou ter visto a pá do rotor “se estilhaçar no céu” antes do helicóptero entrar em espiral.

Equipes tentaram resgatar vítimas no local

O acidente mobilizou equipes de resgate de Nova York e Nova Jersey. A queda ocorreu por volta das 15h15, horário local (17h15 em Brasília). Segundo o prefeito Eric Adams, as seis vítimas foram retiradas da água. Duas chegaram a ser levadas ao hospital, mas não resistiram. A governadora do estado, Kathy Hochul, lamentou o ocorrido. “Seis almas inocentes perderam a vida”, declarou. O clima de luto toma conta da cidade enquanto as autoridades prosseguem com as investigações.

Helicóptero cai no rio Hudson e deixa 6 mortos em Nova York

A queda de um helicóptero no rio Hudson, nesta quinta-feira (10), em Nova York, provocou a morte de 6 pessoas. Três crianças estão entre as vítimas de acordo com ABC News.

A polícia afirmou que a queda aconteceu perto da West Side Highway e da Spring Street, no sul de Manhattan, à beira do rio Hudson. Os bombeiros receberam o chamado às 15h17 no horário local (16h17 no horário de Brasília).

Conforme informações das autoridades, na hora do acidente, a temperatura em Nova York era inferior a 10°C. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o exato momento em que aeronave cai no rio.


Seis pessoas morreram na queda da aeronave, em Nova York (Vídeo: reprodução/X/@PedroRnchi2)

Frio de Nova York dificulta resgate

Com média de temperatura em torno de 10°, águas congelantes e ventos frios, as equipes de resgate enfrentam um desfio. Pois, essas condições aumentam o risco de hipotermia tanto para as vítimas quanto para os socorristas, limitando o tempo disponível para operações.

No entanto, as equipes de resgate chegaram ao local em botes e se posicionaram na orla de Manhattan, iniciando imediatamente a operação. As autoridades não detalharam o destino do helicóptero ou o modelo da aeronave. O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) informou que iniciou a coleta de dados sobre o ocorrido.

Até o momento desta publicação, não haviam sido divulgadas outras informações sobre vítimas.

Outro acidente no mesmo rio de Nova York inspirou filme

Em 2009, o voo 1549 da US Airways, comandado pelo piloto Chesley “Sully” Sullenberger, enfrentou uma situação crítica logo após decolar do aeroporto de LaGuardia, em Nova York.

Assim, a aeronave, um Airbus A320, colidiu com um bando de pássaros, o que causou a falha de ambos os motores. Sem opções viáveis para retornar ao aeroporto, o piloto tomou a decisão de realizar um pouso de emergência no rio Hudson.

Apesar das condições adversas, incluindo a temperatura baixa e o risco de naufrágio, a evacuação foi realizada com sucesso, e os 155 passageiros foram resgatados com vida.

Este fato inspirou o filme “Sully” (2016) dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Tom Hanks.

Preta Gil busca tratamento nos EUA e espera novas alternativas contra o câncer

A cantora Preta Gil, de 50 anos, revelou recentemente que viajará para Nova York, nos Estados Unidos, para dar continuidade ao tratamento contra o câncer. Após constatar que a quimioterapia realizada no Brasil não obteve os resultados esperados, Preta decidiu buscar novas opções terapêuticas no exterior.​

Em um vídeo publicado em suas redes sociais, a artista explicou que a decisão foi tomada em conjunto com sua equipe médica brasileira, que sugeriu uma segunda opinião especializada. “Vim ter uma consulta com uma médica oncologista especialista no tipo de tumores que eu tenho, a pedido dos meus médicos no Brasil, para que a gente ouvisse uma segunda opinião em relação ao tratamento que eu farei depois de uma cirurgia que vou fazer semana que vem”, declarou Preta Gil. ​

Consulta em hospital de referência mundial

Durante sua estadia em Nova York, Preta Gil consultou-se no Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSK), instituição fundada em 1884 e reconhecida mundialmente pela excelência no tratamento oncológico. O MSK é conhecido por atender pacientes que buscam uma segunda opinião sobre o câncer e figura entre os dois melhores hospitais para o tratamento da doença nos Estados Unidos desde 1990, segundo o U.S. News & World Report.

Cirurgia no Brasil e expectativas futuras

Após a consulta nos EUA, Preta retornou ao Brasil para realizar uma cirurgia previamente agendada para a remoção de tumores. Inicialmente marcada para o domingo (15), a operação foi adiada para a quinta-feira (19). A cantora não especificou o motivo do adiamento, mas expressou confiança na nova etapa do tratamento. ​

Preta Gil foi diagnosticada com câncer colorretal em janeiro de 2023. Após um período de remissão, a doença voltou em agosto do mesmo ano, com metástases em linfonodos na pelve, peritônio e ureter. Diante desse cenário, a artista busca alternativas terapêuticas que possam oferecer melhores perspectivas de cura.

A cantora tem compartilhado abertamente sua jornada contra o câncer, ressaltando a importância do apoio dos fãs e da família. Sua transparência tem sido uma fonte de inspiração para muitos que enfrentam desafios semelhantes.​

“Não tem quimioterapia, radioterapia, cirurgia mais forte do que isso: amor, respeito, carinho”, afirmou Preta.

Presença de Preta Gil emocionou o ‘Domingão do Huck’ no dia de ontem (30), confira:


Preta Gil afirma que vai para os EUA em busca de tratamento (Vídeo: reprodução/Instagram/@pretagil)


Com a viagem aos Estados Unidos e a busca por novas opções de tratamento, Preta Gil demonstra determinação em sua luta contra o câncer, mantendo a esperança de retomar suas atividades artísticas e pessoais em breve.

Protestos contra prisão de ativista pró-palestino ganham força na Trump Tower

Na última quinta-feira (13), um grande grupo de pessoas se reuniu na Trump Tower, em Nova York, para protestar contra a prisão de Mahmoud Khalil, um estudante da Universidade de Columbia, e sua possível deportação. Khalil tem se destacado por seu ativismo a favor dos direitos palestinos, o que gerou bastante repercussão.

A manifestação foi organizada pela Jewish Voice for Peace, uma organização judaica que se posiciona contra o sionismo, com o objetivo de protestar contra a prisão do estudante.

Caso Mahmoud Khalil

Khalil foi preso no último sábado (8) em Nova York e atualmente está detido em um centro de imigração na Louisiana. Sua prisão gerou um forte movimento de apoio, com críticas de figuras políticas, ativistas dos direitos humanos e até mesmo de representantes das Nações Unidas.

A Jewish Voice for Peace fez um chamado para que as pessoas se reunissem e mostrassem sua insatisfação com a prisão, destacando que era importante “gritar em massa contra essa atitude”.

Estima-se que cerca de 150 pessoas participaram do protesto, segundo informações do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD). Durante a manifestação, alguns dos participantes foram detidos, embora a polícia não tenha dado um número exato de prisões.


Ativista sendo preso por policiais do Departamento de Polícia de Nova York (Reprodução/Anadolu/Getty Images Embed)


Postura de Trump

Esse caso reflete a crescente tensão nos Estados Unidos sobre o debate em torno do conflito israelense-palestino, especialmente com o aumento das manifestações estudantis nas universidades.

Mahmoud Khalil tem sido uma figura central no movimento a favor da Palestina nas universidades dos Estados Unidos, especialmente em Columbia, onde se envolveu em várias manifestações após os ataques militares de Israel a Gaza, em outubro de 2023.

O ex-presidente Donald Trump, que tem adotado uma postura firme contra ativistas estrangeiros, usou suas redes sociais para criticar Khalil, chamando-o de “radical estrangeiro pró-Hamas” e afirmando que sua prisão seria apenas o começo de outras ações semelhantes.