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A apresentação marcará a volta da cantora aos palcos após pausa para realizar o tratamento contra a Síndrome da Pessoa Rígida.
Céline Dion está programada para fazer seu grande retorno à música na próxima sexta-feira, dia 26 de julho, durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024. A informação foi divulgada pela revista Variety. A apresentação nas Olimpíadas será a primeira de Céline Dion após ela ter revelado seu diagnóstico de síndrome da pessoa rígida. A jornada da artista nos últimos anos tem sido marcada por uma batalha pessoal contra esta doença autoimune rara que provoca rigidez muscular progressiva, afetando o controle vocal.
Céline conversou sobre os desafios enfrentados diariamente em diversas entrevistas, em uma concedida à BBC no mês de junho, afirmou: “A doença tem causado espasmos tão graves que fraturaram algumas das minhas costelas”, revelou. Apesar da gravidade da condição, Céline demonstra uma postura positiva e determinada. A cantora também mencionou a possibilidade de realizar uma nova residência em Las Vegas num futuro próximo. “Temos trabalhado muito para montar esse show, porque voltei… estarei no palco. Não sei quando exatamente, mas confie em mim, gritarei bem alto.”
Céline Dion em evento (Foto: reprodução/Instagram/@Quem)
Seu documentário
“Eu Sou: Céline Dion“, que está disponível no Prime Video, mostra sua trajetória musical e reflete sobre o que está vivendo no presente. Céline, em uma entrevista concedida ao programa norte-americano Today para falar sobre seu documentário, disse estar concentrada na sua recuperação: “A síndrome não afetou a minha vida, em breve, retornarei aos palcos. Mesmo que tenha que rastejar, mesmo que me comunicar com as mãos, mas retornarei”. “Tenho vontade e sinto falta disso”, afirmou Céline. E é o que estamos vendo diante dos nossos olhos, sua recuperação.
Doença enfrentada
A síndrome da pessoa rígida é uma doença autoimune que provoca uma rigidez muscular progressiva, o que afeta significativamente a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes. Os sintomas podem incluir espasmos musculares dolorosos e intensos, provocados por estímulos mínimos, como ruídos ou toques. Céline teve um grande impacto na sua capacidade de controlar a voz, afetando sua carreira como cantora.
Neste ano, os Jogos Olímpicos serão prestigiados em Paris entre os dias 26 de julho e 11 de agosto. Os trajes oficiais feitos para a Seleção Brasileira durante as cerimônias oficiais anda gerando diversas discussões na internet.
O Time Brasil, composto por 276 atletas e totalizando 700 inscritos pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), apresentará quatro conjuntos oficiais, juntamente com vestuários esportivos específicos para cada modalidade olímpica.
Flávia Lopes, atleta olímpica usando o traje de viagem (Foto: reprodução/Instagram/@riachuelo)
Rumo a Paris
Os representantes brasileiros partirão rumo a Paris, na França, vestindo um conjunto da Riachuelo, composto por calças azul-marinho e moletons tricolores: azul-marinho, verde e branco, além de camisetas amarelas, em harmonia com as cores da bandeira nacional. Este mesmo kit será utilizado pelos atletas tanto na viagem de Paris ao Brasil.
Traje de Abertura (Foto: reprodução/Instagram/@riachuelo)
Cerimônia de Abertura
Um dos momentos mais aguardados pelo público televisivo e redes sociais é a cerimônia de abertura, programada para o dia 26 de julho, às margens do Rio Sena, e pela primeira vez, acessível ao público em geral. A colaboração entre a Riachuelo e as Havaianas resultou na escolha dos trajes para os atletas brasileiros. Um dos destaques no look é a jaqueta jeans bordada com animais da fauna brasileira, confeccionada pelas bordadeiras de Timbaúba dos Batistas do Rio Grande do Norte, utilizando materiais reciclados a partir de resíduos têxteis. Além da jaqueta, o uniforme oficial inclui uma camiseta listrada em amarelo ou verde, uma saia branca e uma calça também branca.
Traje do Comitê Olímpico (Foto: reprodução/Alexandre Loureiro/COB)
Comitê Olímpico
A marca Peak forneceu 50 mil peças para os membros do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), abrangendo a equipe técnica, o staff e os próprios atletas. Para moverem-se no ambiente e se dirigirem às competições, a empresa disponibilizou shorts, agasalhos, camisetas, calças e acessórios.
Traje de Pódio (Foto: reprodução/Alexandre Loureiro/COB)
Visual medalhista
A fim de conquistar as medalhas de ouro, prata e bronze, a equipe brasileira utilizará um conjunto da marca chinesa Peak ao subir no pódio olímpico, composto por calças, moletons e agasalhos, conforme as diretrizes estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
Em meio a tantas polêmicas fashionistas envolvendo as Olimpíadas de 2024, especialmente no Brasil com o uniforme da federação, as novas modalidades do evento trazem um frescor fashion às suas provas.
Adicionado na edição passada, o skate atraiu muita atenção, incentivando a inclusão de outros esportes urbanos na competição. O breaking, por exemplo, estreará na próxima edição, que começará em menos de dez dias. Ambos os esportes, historicamente alvo de preconceito, são hoje símbolos de cultura e identidade.
Quando se pensa em skate ou breaking, é impossível não relacionar a estética única que esses esportes carregam, especialmente em relação às suas vestimentas. Até pouco tempo atrás, essas roupas enfrentavam grande preconceito, pois o streetwear, estilo adotado por esses esportistas, está profundamente conectado à cultura negra.
Felizmente, nos últimos anos, esse estilo tem sido mais amplamente reconhecido, chegando até às passarelas da Balenciaga, por exemplo. A parte triste dessa evolução é que levou tanto tempo para ser valorizado, especialmente apenas quando foi adotado pela alta sociedade.
Modelo Balenciaga de 2017 com características oversized e sneakers (Reprodução/Estrop/Getty Images)
A moda, por sua vez, está intrinsecamente ligada à sociedade como um meio de expressão e identificação. Portanto, a estética mencionada é predominantemente caracterizada por sneakers, roupas largas, moletons, camisas estampadas, bonés e capuzes. A moda, por sua vez, está intrínseca na sociedade como um meio de expressão e identificação. Assim, a estética citada é predominantemente caracterizada por sneakers, roupas largas, moletons, camisas estampadas, bonés e capuzes. Esses elementos terão local de destaque nas vestimentas dos Jogos Olímpicos.
O que já sabemos sobre as vestimentas em Paris
Tanto a Adidas quanto a Nike já revelaram que farão parte do guarda-roupa dos atletas por meio de suas linhas dedicadas, como a adidas Skateboarding e a Nike SB. A Adidas é responsável pelas vestimentas dos esportistas brasileiros de skateboarding, que incluem estampas da artista Criola, conhecida por seus murais em diversas cidades brasileiras. Além disso, alguns itens da coleção estarão disponíveis para compra pelos espectadores no site da Adidas.
Stories postados por Criola (Reprodução/Instagram/@criola___)
No seu Instagram, a artista Criola compartilhou um pouco da sua história e da realização pessoal que representa o projeto em colaboração com a Adidas para as Olimpíadas de Paris, além de ter anunciado que algumas peças já estão disponíveis no site da marca.
Estilo pessoal de Criola (Reprodução/Instagram/@criola___)
Apesar de ser artista plástica, Criola possui um estilo bastante autêntico com toques de streetwear, o que prova o quão perfeito foi esse casamento entre Adidas e Criola.
O fenômeno Rayssa Leal
Em Tóquio, no ano de 2021, o Brasil ficou encantado com o talento no skate da garota que, na época, tinha apenas 13 anos e se autodenominava ‘fadinha’. Hoje, aos 16 anos e já uma ganhadora olímpica, Rayssa Leal voltará às pistas olímpicas em busca da tão desejada medalha de ouro.
Fadinha na edição de julho da revista de moda, Bazaar (Reprodução/Instagram/@rayssalealsk8)
Rayssa provou ser um ícone fashion ao longo dos anos. Na última edição da revista Bazaar, a jovem foi consagrada ao aparecer vestida de Louis Vuitton, num estilo streetwear da cabeça aos pés, trazendo a estética do esporte para o mundo da moda.
Postagem realizada pela skatista falando sobre seus sentimentos com o lançamento de seu sneaker com a Nike (Reprodução/Instagram/@rayssalealsk8)
Com todo o seu talento, Rayssa trouxe novos espectadores para as Olimpíadas e estabeleceu uma conexão entre os esportes urbanos até com aqueles que não tinham o hábito de acompanhá-los. A força da garota foi evidenciada pelo tênis criado especialmente para ela em colaboração com a linha Nike SB, que esgotou em apenas 20 minutos após ser disponibilizado no site da marca. Demonstrando humildade, a atleta ainda se mostra surpresa com toda a comoção que causa.
Assim, a inclusão do skate e do breaking nos Jogos Olímpicos atrai um público novo e diversificado, enriquecendo o evento cultural e esteticamente, inclusive através da moda. Nada melhor do que uma representação fiel, e o fiasco com o uniforme oficial do Brasil mostrou que a população se importa com a moda apresentada nos jogos, pois ela representa a imagem do país.
Embora essa situação tenha deixado um gosto amargo para os amantes de moda e esporte, ao menos as vestimentas dos esportes urbanos parecem estar em boas mãos, o que promete trazer uma representatividade justa tanto para o esporte quanto para o país na busca pelas medalhas.
O ministro Matviy Bidnyi , confirmou na última terça-feira (21) a participação da delegação ucraniana, para os jogos olímpicos de 2024 em Paris, mesmo em meio à guerra que dura 2 anos contra a Rússia, a delegação da Ucrânia confirmou presença nas Olimpíadas.
Os ucranianos, irão utilizar o slogan “A Vontade de Vencer”, e estão extremamente satisfeitos com o veto da Rússia na competição, Matviy Bidnyi declarou que considera uma vitória a suspensão da Rússia dos jogos olímpicos, devido à invasão da Ucrânia.
Atletas ucranianas na cerimônia de abertura do jogos olímpicos em 2020 em Toquio, Japão (Reprodução/André Isakovic/AFP/Getty Images)
O presidente do Comitê Olímpico ucraniano, Vadym Gutzeit, afirmou que a participação da delegação é significativa, considerando que os atletas se prepararam mesmo durante o conflito, vale ressaltar, que a maioria deles treina fora do país em guerra.
Ucranianos recusam cumprimentar russos
Desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, é comum atletas dos dois países em conflito, se enfrentarem em competições desportivas, principalmente no Tênis.
Geralmente os atletas ucranianos não cumprimentam os adversários no final das partidas, tal comportamento, por sua vez, deverá se manter, visto que o comitê Olímpico Ucraniano emitiu recomendações, para os competidores evitarem reuniões e fotografias com os atletas russos e bielorrussos.
Atletas da Rússia e Bielorrússia participarão dos jogos olímpicos
O Comitê olímpico (COI) liberou a participação de atletas russos e bielorrussos, na competição, com a condição de participarem dos jogos neutros, sem o uso de bandeiras e hinos nacionais.
Os atletas russos não poderão participar da cerimônia de abertura olímpica, prevista para acontecer no dia 26 de julho, e foram submetidos por revisão de elegibilidade do COI que verificou se possuem relação militar, além de serem proibidos de apoiarem a guerra publicamente.
Recentemente o atleta de luta livre russo Abdulrashid Sadulaev, foi banido da competição por declarar apoio à guerra.
O russo Abdulrashid Sadulaev, duas vezes campeão olímpico de luta livre, foi excluído do torneio de classificação para as Olimpíadas de Paris por seu apoio à guerra na Ucrânia, anunciou a Federação Internacional de Luta (UWW, em inglês) nesta quinta-feira (4). #CNNNovoDiapic.twitter.com/uV4klvqRGo
Detalhes sobre atleta russo banido das olimpíadas (Vídeo: reprodução/X/@esportescnn/CNN Esportes )
Conforme foi feito nas olimpíadas de Tóquio, o COI estabeleceu um limite máximo de 54 atletas russos e 28 bielorrussos, para a participação na competição, há uma expectativa de classificação para 36 russos e 22 bielorrussos, até o momento foram classificados 12 da Rússia e sete da Bielorrússia.