Liberdade supervisionada de Diddy: veja quais são as condições impostas pela Justiça

Sean “Diddy” Combs, mais conhecido como “P.Diddy”, terá que cumprir uma lista de condições especiais após sair da prisão. Condenado a quatro anos e dois meses de cadeia, o rapper e produtor musical americano foi considerado culpado por dois crimes de transporte para prostituição. 

De acordo com a sentença dada pelo juiz, Arun Subramanian, após concluir o período na prisão, Diddy terá que passar 5 anos em liberdade supervisionada, ou seja, o rapper cumprirá uma lista de condições especiais após cumprir a pena. 

Lista de condições especiais

De acordo com o TMZ, Diddy terá de cumprir uma lista de exigências determinadas pela Justiça americana após sair da prisão, em 2027. Dessa forma, o juiz responsável pelo caso ordenou a participação do rapper em programas de tratamento ambulatorial voltados para o uso de substâncias químicas e saúde mental, incluindo o uso de medicamentos prescritos, a menos que um profissional da saúde autorizado mude sua prescrição. 

Diddy também terá que frequentar um programa de reabilitação voltado à violência doméstica, visto que, os autos do caso incluíam cenas de agressão contra sua ex-namorada, Cassandra Ventura. Além disso, a lista também inclui uma cláusula de proibição à posse e o acesso a armas de fogo. 

Por fim, o magnata da música não poderá, por nenhuma razão, entrar em contato com as vítimas, além de ser obrigado a pagar uma multa de US$500 mil, valor máximo que a Justiça americana permite determinar. 

Relembre a condenação

Sean Combs se tornou alvo de investigação por cinco crimes, entre eles duas acusações por tráfico sexual e outras duas por transporte ilegal para esquema de prostituição, ambas movidas por suas ex-namoradas, Cassandra Ventura e Jane. Além disso, a Justiça americana também movia um processo por conspiração de extorsão contra Diddy, no qual poderia o condenar por prisão perpétua. 


Caso P. Diddy (Vídeo:Reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Após quase dois meses de julgamento, o tribunal de Nova York declarou Diddy culpado de apenas dois, dos cinco crimes que ele estava respondendo. Para o júri responsável pelo caso, formado por oito homens e duas mulheres, o rapper é inocente dos crimes de tráfico sexual e conspiração de extorsão e declarado culpado pelos crimes de transporte ilegal para esquema de prostituição. 

Nesse sentido, o magnata da música foi condenado por quatro anos e dois meses de prisão e, contando que ele já estava preso desde 2024 por prisão preventiva, Diddy poderá sair da cadeia até 2027. 

Nova trama de Bruna Surfistinha está confirmada

A continuação da obra autobiográfica de Raquel Pacheco ainda não tem data para ser lançada, o que se sabe é que as gravações começaram esse ano. Mas, a atriz que dá vida à personagem que leva o nome da obra, em uma entrevista à revista Quem, nos cedeu uma nova perspectiva.

A atriz também conhecida por inúmeras novelas da rede Globo, começou nos contando como e porque surgiu a ideia de uma sequência, primeiramente precisamos nos recordar do baile da Vogue de 2023 no Hotel Copacabana Palace onde Déborah se fantasiou de “Bruna Surfistinha” e recebeu uma grande comoção das pessoas, que segundo ela, a trataram como se fosse o personagem “Mickey Mouse” da Disney.


Deborah Secco caracterizada como Bruna Surfistinha no baile da Vogue 2023 (foto: reprodução/Instagram/@dedesecco)

Com um micro shortinho, um longo aplique loiro e estrelas do mar tapando os seios, no auge de seus 43 anos, na época, Secco recebeu uma fila para que as pessoas tirassem foto com a caracterização da personagem polêmica que marcou o ano de 2011.

Agora, no ápice de seus 45, a intérprete de Íris em Laços de família retorna às telonas com o desafio de reviver e se reajustar aos novos dramas e provocações da personagem, que agora enfrentará a maternidade como a mãe das gêmeas, Maria e Elis.

Relembre a trama

Como inspiração para o primeiro longa, temos a história de Raquel Pacheco em “O doce veneno do escorpião: O Diário de uma garota de programa” de 2005, onde uma menina da classe média paulistana de dezessete anos foge da casa dos pais adotivos e resolve virar garota de programa. Com o codinome “Bruna Surfistinha”, Raquel viveu diversas experiências profissionais e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas em um blog, que depois virou um livro e tornou-se um best-seller.


A atriz Debora Secco homenageia em 2023 personagem que marcou sua carreira (foto: reprodução/Instagram/@dedesecco)

O livro, que aborda temas como a cleptomania, prostituição e comercialização do sexo, teve uma trama “suavizada” inocentando e vitimizando certas atitudes da protagonista.

Tentando trazer uma Bruna que inicialmente era uma menina inocente e desajustada que por má influência acabou se perdendo e desabrochando até precocemente, é dessemelhante ao livro onde a Surfistinha, sempre foi uma mulher de personalidade forte, que fugia para noites de balada e roubou o colar da própria mãe.