Infectados por HIV: Pacientes descobrem vírus após transplante

Recentemente, a notícia de que pacientes testaram positivo para HIV após um transplante de órgão no Rio de Janeiro gerou grande preocupação e repercussão na comunidade médica e entre o público em geral. O caso envolve seis pacientes que receberam transplantes de órgãos cujo adoradores estavam infectados pelo HIV não havia sido detectada nos exames pré-transplantes.

Esses eventos levantam questões críticas sobre os protocolos de triagem e as práticas de doação de órgãos. A detecção precoce e a transparência nas informações sobre a saúde dos doadores são fundamentais para garantir a segurança dos receptores. O sistema de saúde brasileiro, que já enfrenta desafios em várias áreas, agora se vê diante da necessidade urgente de revisar e aprimorar suas diretrizes relacionadas à triagem de doadores.

Segundo o Estadão, a informação foi revelada nesta sexta-feira,11, pela rádio Band News FM, a falha teria ocorrido por em testes do Laboratório PCS Saleme, contratado por meio de licitação pela Fundação Saúde, sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ). O Laboratório enviou uma nota à Agência Brasil, onde informou todos os exames de HIV realizados em amostras de sangue de doadores de órgãos entre 1° de dezembro de 2023 e setembro de 2024, período em que prestou serviços à fundação .Segundo informações, o local foi interditado.


Laboratório PCS Saleme ( Foto: Reprodução/ Jornal Nacional/ site G1)

E como o caso veio à tona?

Um dos pacientes que fez transplante de coração foi ao hospital com sintomas neurológicos e teve o resultado para HIV positivo; ele não tinha o vírus antes e a partir daí  as autoridades refizeram todo processo e chegaram aos exames feitos pelo então PCS Lab Seleme, com resultado falso negativo. O doador infectado morreu no Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, em 23 de janeiro, aos 28 anos. 

Enquanto isso

Os órgãos responsáveis estão trabalhando para esclarecer a situação e garantir que medidas adequadas sejam implementadas para evitar que incidentes semelhantes ocorram no futuro. A confiança na medicina e nas práticas de saúde pública é essencial para o bem-estar da sociedade, e é fundamental que as lições aprendidas com esse caso sejam aplicadas para melhorar os serviços prestados à população.

Zaya, filha caçula de Simone Mendes, recebe alta

Nesta quarta-feira (09), a cantora Simone Mendes atualizou os fãs sobre o estado de saúde de sua filha caçula através das redes sociais. Zaya, de apenas 3 anos, foi internada na última terça-feira (08), após ser diagnosticada com Covid-19 e Influenza B, mas já recebeu alta e está em casa se recuperando.

Momento de alívio

Simone, compartilha regularmente momentos de sua vida familiar nos stories do Instagram, em um vídeo ela aparece com a filha brincando, mostrando que Zaya já está em um ambiente mais leve. “Graças a Deus, já estamos em casa. Estou aqui com ela brincando, né filha?”, diz a cantora com alívio.

Durante o período de internação, Simone havia publicado imagens no hospital, ao lado da filha e da pediatra Dra. Lilian Zaboto, responsável pelo tratamento de Zaya. Em um momento emocionante, a cantora mencionou a médica como “nossa anja”.


Simone Mendes e a filha Zaya em um hospital em São Paulo (Foto: reprodução/Instagram/@simonemendes)

Manifestação de Kaká

Além de Simone Mendes, seu marido, Kaká Diniz, também compartilhou sua preocupação com os seguidores, revelando que toda a família foi afetada por uma virose. O empresário optou por se afastar das redes temporariamente, na intenção de focar na recuperação da família. “A virose pegou forte… Estou off das redes sociais por uns dias, dou mais notícias depois!”, comentou Kaká.

Ainda que o momento tenha sido de grande apreensão, as atualizações trazem esperança. Segundo Kaká,a pequena Zaya está se recuperando bem e reagindo rapidamente ao tratamento. A família agora foca na recuperação completa da pequena, na expectativa de que todos voltem à normalidade da rotina o quanto antes.

A situação gerou uma onda de apoio e solidariedade por parte dos fãs, e amigos da família, muitos enviaram mensagens de carinho, desejando uma boa recuperação para Zaya. Todos estão na expectativa da recuperação total da pequena e continuam enviando energias positivas.

Renata Rodrigues Macedo Zuvela Pera lidera novo genérico para câncer de próstata que deve chegar em breve ao mercado brasileiro

O Brasil se prepara para o lançamento de um novo medicamento genérico indicado para o tratamento do câncer de próstata metastático resistente à castração, uma das formas mais agressivas e desafiadoras da doença. Desenvolvido integralmente em território nacional, o medicamento é bioequivalente ao produto de referência internacional e passou por testes rigorosos que atestam sua eficácia, segurança e estabilidade.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens no Brasil, com cerca de 65 mil novos casos por ano. A forma metastática resistente à castração (mCRPC) representa um estágio avançado da doença, com índices elevados de complicações e mortes. O novo medicamento atua de forma direta sobre a inibição da produção de hormônios andrógenos que alimentam o crescimento do tumor, prolongando o tempo de progressão da doença e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.
            Uma das profissionais que esteve à frente do desenvolvimento do novo genérico é a farmacêutica Renata Rodrigues Macedo Zuvela Pera, especialista em pesquisa e desenvolvimento farmacotécnico com mais de dez anos de experiência no setor. Renata liderou a formulação do projeto e conduziu etapas importantes, como a escolha de excipientes compatíveis e a construção de um perfil de dissolução equivalente ao medicamento de referência.

De acordo com a especialista, o projeto marca um avanço relevante para a ampliação do acesso a tratamentos oncológicos de alto custo e alta complexidade no país. Ela explica o mecanismo de ação do fármaco:

“O medicamento age bloqueando uma enzima chamada CYP17, essencial para a produção de testosterona em diferentes tecidos. Ao suprimir esse eixo hormonal, conseguimos retardar o avanço da doença em pacientes que não respondem mais às terapias convencionais”, detalha a farmacêutica. “Nosso maior desafio foi garantir a equivalência farmacêutica com o produto de referência, respeitando todos os critérios da ANVISA e assegurando a estabilidade e desempenho do medicamento mesmo em escala industrial.”
            O projeto também exigiu atenção especial à escolha dos materiais de embalagem. Foi utilizado frasco de polietileno de alta densidade (HDPE) com tampa de segurança tipo “child proof”, que garante a proteção do princípio ativo e a segurança do paciente. Além disso, o desenvolvimento envolveu punções exclusivas e processos de granulação úmida adaptados às condições industriais nacionais.

Esse não é o primeiro trabalho de destaque de Renata Zuvela no desenvolvimento de medicamentos genéricos. Com passagens por empresas como Blau Farmacêutica, Sanofi e Baldacci, ela também esteve à frente da criação do primeiro genérico injetável de Succinato Sódico de Metilprednisolona no país, usado no tratamento de uma série de condições inflamatórias.

Renata avalia que a indústria farmacêutica brasileira tem capacidade técnica e profissionais qualificados para conduzir projetos complexos como esse. No entanto, ela ressalta que o avanço real depende de investimento contínuo em inovação e pesquisa para estimular o desenvolvimento de tecnologias em território nacional. “Esse tipo de medicamento representa mais que um ganho comercial. Ele representa acesso, representa soberania científica e, acima de tudo, representa esperança para milhares de pacientes que dependem de tratamentos eficazes e viáveis economicamente”, conclui.

Casa Izquierdo: Dr. Kevin de Sousa analisa a responsabilidade do Clube Nacional na morte do jogador após parada cardíaca em campo

Nos últimos anos, o futebol internacional tem sido palco de tragédias que levantam questões sérias sobre a responsabilidade dos clubes em relação à saúde de seus atletas. Casos como o de Fabrice Muamba, ressuscitado após 78 minutos de parada cardíaca, e de Piermario Morosini, que faleceu em campo, não são incidentes isolados. Recentemente, a morte do jogador uruguaio Juan Manuel Izquierdo, após colapsar em campo devido a uma arritmia cardíaca, reacendeu o debate sobre a necessidade de uma maior proteção aos atletas.

Esses eventos trazem à tona a discussão sobre a responsabilidade civil dos clubes de futebol em casos de acidentes de trabalho, especialmente aqueles que resultam em consequências tão drásticas como a morte de um jogador em campo.

O DEVER DOS CLUBES SEGUNDO A LEI

O atleta profissional é considerado empregado do clube, conforme disposto na Lei nº 9.615/98, conhecida como Lei Pelé. Essa legislação assegura direitos trabalhistas aos atletas, incluindo a obrigatoriedade de que o clube empregador contrate seguro de vida e de acidentes pessoais para cobrir os riscos inerentes à prática esportiva. O artigo 45 da Lei Pelé é categórico ao afirmar que os clubes são responsáveis por todas as despesas médicas e medicamentos necessários até que a indenização seja efetivada pela seguradora.

“O cumprimento dessas obrigações legais é essencial para a proteção dos atletas,” afirma o advogado Kevin de Sousa, sócio do escritório Sousa & Rosa Advogados. “O descumprimento dessas normas expõe os clubes a uma responsabilidade civil significativa, tanto no âmbito dos danos materiais quanto morais.”

No entanto, mesmo com a previsão legal, a prática revela um cenário preocupante. Muitos clubes ainda falham em cumprir essas obrigações, o que coloca em risco a vida e o futuro de seus atletas. Além disso, a alta competitividade do futebol moderno exige um preparo físico extremo, aumentando o desgaste físico e biológico dos jogadores, o que pode culminar em lesões graves e, em alguns casos, fatais.

O CASO JUAN MANUEL IZQUIERDO: RESPONSABILIDADE DO CLUBE NACIONAL?

O recente caso de Juan Manuel Izquierdo, jogador do Nacional de Montevidéu, que faleceu aos 27 anos após sofrer uma arritmia cardíaca durante uma partida contra o São Paulo, traz à tona a questão da responsabilidade do clube sob a ótica da legislação brasileira. Izquierdo foi diagnosticado com arritmia cardíaca aos 17 anos, o que levanta dúvidas sobre as medidas preventivas adotadas pelo clube.

Se aplicássemos a legislação brasileira, a responsabilidade do clube Nacional poderia ser considerada objetiva, conforme o artigo 927, parágrafo único, do Código Civil Brasileiro. Isso ocorre porque o futebol é uma atividade de risco, especialmente para um atleta com um histórico conhecido de problemas cardíacos. “A responsabilidade objetiva impõe que o clube deve reparar os danos causados ao jogador, independentemente de culpa, desde que o risco da atividade tenha contribuído para o resultado fatal,” explica Kevin de Sousa.

No entanto, o fato de Izquierdo já ter sido diagnosticado com arritmia cardíaca desde os 17 anos introduz uma nuance importante. A responsabilidade do clube poderia ser mitigada se fosse demonstrado que todas as precauções necessárias foram tomadas para monitorar a saúde do atleta e adaptar suas atividades em função de sua condição. Sob a ótica da responsabilidade subjetiva, seria necessário avaliar se houve negligência por parte do clube ao não realizar exames regulares ou ao não ajustar o treinamento do jogador para minimizar os riscos.

“Se o clube tiver negligenciado essas precauções, a responsabilidade subjetiva poderia ser atribuída ao Nacional, colocando em evidência a necessidade de cuidados rigorosos com atletas que possuem condições médicas preexistentes,” argumenta Kevin de Sousa.

O CASO CRUZEIRO: UMA PERSPECTIVA DIFERENTE

Um exemplo relevante que contrasta com as decisões em favor dos atletas é o caso do Cruzeiro Esporte Clube, absolvido da condenação ao pagamento de indenização por danos materiais ao ex-jogador Diogo Mucuri, que sofreu um infarto agudo do miocárdio durante um treino em 2006. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu que a incapacidade do jogador para atividades físicas intensas decorria de uma doença congênita e não do infarto ocorrido durante o treino, eximindo o clube de responsabilidade por danos materiais.

Contudo, o TST manteve a condenação por danos morais, elevando a indenização de R$ 129 mil para R$ 200 mil, devido à falta de exames médicos preventivos adequados por parte do clube. O relator do caso, ministro Hugo Carlos Scheuermann, destacou que, de acordo com o artigo 34, inciso III, da Lei Pelé, é dever do clube submeter os atletas aos exames médicos necessários, e a omissão nesse dever foi considerada suficiente para justificar a indenização por danos morais.

“A decisão no caso do Cruzeiro é um exemplo claro de como a responsabilidade pode ser mitigada quando se trata de doenças congênitas,” comenta Kevin de Sousa. “Entretanto, a condenação por danos morais reflete a obrigação dos clubes em garantir que exames preventivos adequados sejam realizados, independentemente da origem da condição médica.”

PRECEDENTES JUDICIAIS E A OBRIGAÇÃO DOS CLUBES

A jurisprudência trabalhista brasileira já reconheceu, em diversos casos, a responsabilidade dos clubes em indenizar atletas que sofreram lesões graves ou foram afastados do futebol devido a problemas de saúde. Entretanto, o caso do Nacional e de Izquierdo demonstra que, em situações onde se identifica uma condição pré-existente como a arritmia cardíaca, a responsabilização dos clubes pode ser analisada sob a perspectiva da responsabilidade objetiva, mas com uma atenção especial à diligência do clube no monitoramento e gestão da saúde do atleta.

“A manutenção da responsabilidade, seja objetiva ou subjetiva, nesse caso ressalta a importância de um monitoramento contínuo e preventivo da saúde dos atletas,” argumenta Kevin de Sousa. “Os clubes devem estar cientes de suas obrigações e da necessidade de garantir a saúde e a segurança dos jogadores em todas as circunstâncias.”

PROTEÇÃO EM PRIMEIRO LUGAR

Diante dos recentes casos de morte por paradas cardiorrespiratórias em campo, e à luz de decisões judiciais que evidenciam a necessidade de cuidados preventivos, é imperativo que os clubes de futebol revisem e aprimorem suas políticas de saúde e segurança. Exames médicos mais detalhados, monitoramento constante da saúde dos atletas e um ambiente de trabalho que priorize a prevenção são medidas essenciais para evitar que tragédias como as de Juan Izquierdo e outros atletas se repitam.

“A legislação já oferece uma base sólida de proteção, mas é necessário que os clubes apliquem essas normas com rigor e responsabilidade,” conclui Kevin de Sousa. “A vida dos atletas está em jogo, e a prevenção é a melhor forma de evitar que o futebol, um esporte tão amado, seja palco de tragédias.”

A responsabilidade civil dos clubes não deve ser vista apenas como uma obrigação legal, mas como um compromisso ético com a vida e o bem-estar de seus atletas. É hora de agir e garantir que o esporte continue a ser uma celebração da vida, e não um campo de riscos desnecessários.

Convênios facilitam vida saudável por meio da cirurgia bariátrica

A obesidade afeta milhões de pessoas e traz sérias complicações, como doenças cardíacas e diabetes. Felizmente, a cirurgia bariátrica, acessível por meio de planos de saúde, oferece uma solução eficaz para perda de peso e uma vida mais saudável.

Os planos de saúde tornam a cirurgia bariátrica uma opção acessível para quem busca um estilo de vida mais saudável, oferecendo cobertura para custos e orientações, o que facilita todo o processo.

Para aqueles que possuem um Índice de Massa Corporal (IMC) elevado, a bariátrica não apenas oferece a possibilidade de perda de peso, mas também contribui para a melhoria das condições de saúde associadas à obesidade.

Nesse contexto, o suporte das operadoras de saúde pode ser determinante no tratamento da obesidade, pois cobre custos e orientações que tornam a jornada mais acessível e menos onerosa.

Em um cenário onde a pressão da vida moderna muitas vezes leva ao sedentarismo e à má alimentação, a cirurgia bariátrica, respaldada por planos de saúde, apresenta-se como uma ferramenta essencial para pessoas que desejam retomar o controle de sua saúde. Continue lendo e tire suas dúvidas sobre o procedimento pelo convênio!

O Tratamento para Perda de Peso: Uma Jornada de Transformação para a Saúde e a Autoestima

Tipos de Procedimentos

Existem diferentes tipos de redução de estômago, cada um com suas particularidades e indicações específicas. Entre os mais comuns, destacam-se:

  • Gastrectomia Vertical (Sleeve): Nesse procedimento, uma parte do estômago é removida, reduzindo sua capacidade e promovendo a sensação de saciedade precoce.
  • Bypass Gástrico: Essa técnica consiste em criar um pequeno reservatório no estômago e conectar uma parte do intestino delgado diretamente a ele, reduzindo a absorção de calorias e nutrientes.

O Caminho para a Cirurgia

Decidir pela cirurgia bariátrica é um passo importante. Esse processo requer preparo e acompanhamento especializado, que inclui:

  • Avaliação Médica: Uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, nutricionistas, psicólogos e outros profissionais, realizará uma avaliação completa do paciente, considerando seus aspectos físicos, emocionais e sociais.
  • Aprovação do Convênio: Caso o paciente possua plano de saúde, é necessário verificar a cobertura do procedimento e seguir os trâmites para a aprovação.

Benefícios da Cirurgia Bariátrica

As gastroplastias oferecem uma série de benefícios que vão além da perda de peso, incluindo:

  • Melhora da Qualidade de Vida: Com a perda de peso, o paciente experimenta um aumento da disposição, da mobilidade e da capacidade de realizar atividades do dia a dia.
  • Tratamento de Comorbidades: A cirurgia bariátrica auxilia no controle e até mesmo na remissão de doenças associadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.         
  • Aumento da Autoestima e Confiança: A conquista de um corpo mais saudável e a melhora da imagem corporal contribuem para o aumento da autoestima e da confiança do paciente.

Consultamos a Dra. Valessa Tanganelli, cardiologista especialista em pacientes bariátricos, para entender o impacto desse tratamento na remissão de comorbidades. Segundo a especialista, a perda de peso significativa proporcionada pelo procedimento leva a uma melhora expressiva no controle da hipertensão, com taxas de remissão chegando a 80%, e do diabetes tipo 2, com remissão em até 70% dos casos. Essa transformação metabólica resulta em uma redução significativa do risco cardiovascular, estimada em cerca de 40%, impactando diretamente na longevidade e qualidade de vida dos pacientes.

Como um bom convênio pode ajudar você a conseguir a sua bariátrica?

Um bom plano de saúde pode ser decisivo para quem busca realizar um tratamento para perda de peso. Pois, oferece acesso a profissionais qualificados e cobertura das etapas necessárias para o procedimento.

Primeiramente, as operadoras de saúde costumam cobrir consultas com médicos especialistas, como o cirurgião bariátrico, nutricionistas e psicólogos. Esses profissionais são essenciais para avaliar a saúde do paciente e preparar um plano de cuidados.

Durante o pós-operatório, o acompanhamento médico também é fundamental. Portanto, o convênio geralmente cobre consultas regulares e exames que garantem uma recuperação adequada e monitoram a perda de peso e a evolução do paciente.

Além disso, o plano de saúde pode ajudar na gestão de comorbidades como diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono, que são frequentemente associados ao sobrepeso. Com a cobertura, é possível ter acesso a tratamentos e medicamentos necessários.

Os pacientes também recebem orientações sobre uma dieta líquida e planos alimentares elaborados por nutricionistas. Isso é essencial para a transição pós-cirúrgica e para garantir uma adesão a hábitos alimentares saudáveis.

Como saber se é possível usar o convênio para a bariátrica?

Para determinar se é possível utilizar o convênio para a cirurgia bariátrica, é essencial seguir algumas etapas.

Primeiramente, é necessário verificar se o plano de saúde cobre esse procedimento. Todos os planos de saúde são obrigados a oferecer a cirurgia bariátrica, conforme regulamentação da ANS. Além disso, o paciente deve atender a critérios específicos, como:

  • Idade: estar entre 18 e 65 anos.
  • Tratamento clínico: ter feito pelo menos dois anos de tratamento sem resultados satisfatórios.
  • IMC: apresentar um Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40, ou acima de 35 com comorbidades.

Outro aspecto a ser considerado é a consulta com profissionais de saúde. Inclusive, é comum que um psiquiatra ou psicólogo participe do processo. Essa avaliação ajuda a garantir que o paciente esteja emocionalmente preparado.

Também deve ser destacada a cirurgia metabólica, que tem se mostrado uma grande aliada no tratamento do diabetes tipo 2, especialmente para pacientes que não conseguem controlar a doença por meio de medicamentos ou mudanças no estilo de vida. Ele reforça que essa cirurgia pode ser uma opção viável para pacientes com IMC acima de 30 e que tenham comorbidades associadas, como o diabetes.

Por fim, é recomendável entrar em contato com a operadora do plano de saúde. Durante essa etapa, o paciente pode esclarecer dúvidas sobre a documentação necessária para solicitar tanto a cirurgia bariátrica quanto a cirurgia metabólica pelo plano de saúde.

Por que é importante contar com um bom cirurgião bariátrico em São Paulo?

A escolha de um bom cirurgião bariátrico em São Paulo pode fazer a diferença.

Contar com um bom cirurgião bariátrico em São Paulo, ou em qualquer outra região, é fundamental para o sucesso do procedimento. A experiência e qualificação do profissional impactam diretamente na perda de peso e na recuperação do paciente.

Opinião de um Especialista na Área

Qualidade e personalização no atendimento

Consultamos o Dr. Rodrigo Barbosa, um cirurgião cirurgião bariátrico de desque, que salientou, “um bom profissional não se limita apenas à técnica cirúrgica. O acompanhamento detalhado e a individualização do tratamento são essenciais para resultados duradouros.”

Avaliação detalhada do paciente

Um cirurgião competente avalia com precisão a condição de cada paciente, considerando fatores como o índice de massa corporal (IMC) e doenças pré-existentes. Essa análise permite definir a melhor abordagem cirúrgica, sempre com foco na saúde global do paciente.

Acompanhamento pós-operatório

Orientações e mudanças nos hábitos

Além disso, o acompanhamento pós-operatório é crucial. O médico enfatiza que “orientar sobre mudanças alimentares e indicar atividades físicas adequadas são aspectos que fazem toda a diferença na qualidade de vida após a cirurgia.” A fase pós-cirúrgica envolve o apoio de uma equipe multidisciplinar, garantindo o suporte necessário ao paciente.

Por que destacar São Paulo?

Cidade com ampla oferta de profissionais

Como a maior cidade do Brasil e da América Latina, São Paulo oferece uma ampla variedade de convênios e clínicas especializadas em cirurgia bariátrica. Isso facilita o acesso aos melhores profissionais e aos mais modernos tratamentos.

Um investimento na saúde

O impacto da escolha correta

A escolha de um cirurgião bariátrico qualificado representa um investimento na saúde a longo prazo. Essa decisão impacta não só a perda de peso, mas também a manutenção de um estilo de vida saudável. “O sucesso vai além da cirurgia. O paciente precisa de suporte constante para mudar hábitos e alcançar seus objetivos”, conclui Dr. Rodrigo Barbosa, que lidera a equipe multidisciplinar do Instituto Medicina em Foco.

Conclusão

Os convênios de saúde desempenham um papel significativo na facilitação do acesso à cirurgia bariátrica, contribuindo para a perda de peso e melhoria da qualidade de vida. Com a cobertura adequada, os pacientes têm a oportunidade de se submeter a procedimentos que, de outra forma, poderiam ser financeiramente inviáveis.

Após a cirurgia, muitos indivíduos relatam aumentos notáveis na sua satisfação com a vida. Isso está frequentemente ligado à adesão a atividades físicas e à mudança de hábitos alimentares.

Portanto, com acompanhamento contínuo e a colaboração entre profissionais de saúde, incluindo o melhor cirurgião bariátrico disponível, as pessoas podem alcançar resultados positivos e sustentáveis a longo prazo.

Assim, a integração de serviços de saúde mediante convênios, oferece uma abordagem holística fundamental para o sucesso no tratamento da obesidade.

Em até 1 hora nova tecnologia pode detectar câncer cerebral, entenda mais:

Esse tipo de tecnologia pode diagnosticar uma doença chamada glioblastoma, que até o momento é incurável, teve seu projeto apresentado pela Universidade de Notre Dame nos Estados Unidos e publicado pela revista científica Communications Biology.

Com um biochip que utiliza energia eletrocinética, pode detectar biomarcadores ou receptores ativos para o crescimento em certos tipos de câncer, nanopartículas secretadas por quase todas as células do organismo.


Pesquisadores descobrem nova tecnologia no auxílio contra o câncer (Foto: reprodução/Instagram/@metropole)

Depoimento da professora da Bayer

“Vesículas extracelulares ou exossomos são nanopartículas únicas secretadas por células. Elas são grandes — 10 a 50 vezes maiores que uma molécula — e têm uma carga fraca. Nossa tecnologia foi projetada especificamente para essas nanopartículas, usando suas características a nosso favor”, diz Hsueh-Chia Chang, professora da Bayer e de Engenharia Química e Biomolecular na Notre Dame e autora principal do estudo, em comunicado à imprensa.

Como é o funcionamento desse biochip

Do tamanho de uma esfera de caneta esferográfica, usando energia eletrocinética barata e pequena, o biochip é capaz de apresentar EGFRs ativos dos não ativos aumentando a seletividade nos diagnósticos.

“Nosso sensor eletrocinético nos permite fazer coisas que outros diagnósticos não conseguem”, podemos carregar sangue diretamente sem nenhum pré-tratamento para isolar as vesículas extracelulares porque nosso sensor não é afetado por outras partículas ou moléculas. Ele mostra baixo ruído e torna o nosso mais sensível para detecção de doenças do que outras tecnologias” afirma Satyajyoti Senapati, um professor associado de pesquisa de engenharia química e biomolecular em Notre Dame e coautor do estudo.

Cada biochip custa menos de 2 dólares (equivalente a 10 reais na cotação atual). De acordo com Chang, a equipe está explorando a tecnologia para diagnosticar câncer pancreático e potencialmente outros distúrbios, como doenças cardiovasculares, demência e epilepsia.

Imigrante é retido em aeroporto de São Paulo por suspeita de mpox

Nesta segunda (26), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou que um imigrante retido no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi isolado em um hotel na região devido à suspeita de mpox. A notificação sobre o caso foi feita na tarde do domingo (25).

De acordo com o comunicado da Anvisa, uma equipe do Posto da agência no Aeroporto de Guarulhos foi acionada pelo serviço de saúde local após a identificação de sintomas compatíveis com a mpox. O imigrante, que chegou ao aeroporto em 14 de agosto, estava na área destinada a pessoas que aguardam a concessão de refúgio no Brasil.

“Em conformidade com o plano de contingência estabelecido, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Estado de São Paulo (CIEVS-SP) foi imediatamente notificado e o caso foi encaminhado para isolamento e realização de exames no serviço de saúde do município de Guarulhos. Posteriormente, o paciente foi transferido para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista”.

A Secretaria de Saúde de São Paulo informou, no final da tarde de segunda, que a principal hipótese é que o paciente esteja com varicela.

Anvisa

A Anvisa informou que, até agora, 507 imigrantes continuam à espera de entrar no Brasil.  As autoridades entrevistaram os outros viajantes no local, aplicaram 397 questionários, mediram a temperatura e verificaram sinais de doença na pele. Segundo eles, nenhum outro caso foi identificado. Além disso, foram implementadas medidas de limpeza e desinfecção no aeroporto.

A Defensoria Pública da União solicitou a criação de uma sala de situação para monitorar em tempo o fluxo de entrada e saída do país, como uma medida para proteger a saúde pública e garantir a segurança nos aeroportos.

Sobre a mpox

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a mpox, antes chamada de varíola dos macacos, como uma emergência de saúde pública global. Os casos da doença estão sob vigilância internacional. O surto atual é causado por uma cepa mais transmissível e letal, que afeta principalmente países da África.


Paciente com feridas causadas pela mpox (Foto: reprodução/Ernesto Benavides/AFP/Getty Images Embed)


A transmissão da mpox ocorre por contato direto com pele ou lesões infectadas, incluindo órgãos genitais e boca, ou por gotículas respiratórias. Também pode ocorrer por mordidas ou arranhões de animais infectados, ou durante a caça, manipulação e consumo de animais contaminados.

Os principais sintomas da mpox incluem febre, dor de cabeça, mal-estar e erupções cutâneas que surgem em qualquer parte do corpo, geralmente resultantes do contato pele a pele com uma pessoa infectada.

A confirmação do diagnóstico é feita por meio de um teste PCR, que detecta o vírus de forma rápida e precisa, semelhante aos testes usados na pandemia de COVID-19.

Filho de Tite assume o comando do Flamengo enquanto o técnico segue internado

Um novo comunicado foi emitido pelo Flamengo referente à saúde de Tite, que está hospitalizado devido a uma arritmia cardíaca, após ter passado mal na altitude de La Paz. É previsto que o técnico tenha alta no próximo sábado e será orientado a manter repouso por dois dias.

Matheus Bachi assume controle

Neste período de tempo, Matheus Bachi, filho de Tite e auxiliar técnico, assumirá o comando da equipe no jogo contra o Bragantino neste domingo.

A comissão técnica de Matheus Bachi é composta dois auxiliares Cléber Xavier e Cesar Sampaio no banco de reserva. O esperado é que Tite volte a atuar na próxima segunda-feira preparação para a partida contra o Bahia, marcada para quarta-feira, pelas quartas de final da Copa do Brasil.


Matheus Bachi (Foto: reprodução/Instagram/@matheusbachi)

O Clube de Regatas do Flamengo informa que o técnico Tite apresentou boa evolução clínica com o tratamento instituído. A arritmia foi revertida e o ritmo cardíaco normalizado. A alta está prevista para amanhã, com recomendação médica de repouso por 48 horas. Desta forma, o treinador não acompanhará a equipe no treino de sábado e no jogo de domingo. O retorno ao CT está previsto para segunda-feira. Matheus Bachi comandará o time contra o Bragantino

Nota do Flamengo

Tite, técnico do Flamengo (Foto: reprodução/instagram/@matheusbachi)

O que é fibrilação atrial

La Paz é situada a 3.600 metros acima do nível do mar. O treinador do rubro-negro precisou de assistência médica e foi encaminhado a um hospital logo após a chegada da delegação no Rio de Janeiro, na manhã da sexta-feira do dia 23. Ele realizou uma série de exames em um hospital na Zona Sul do Rio, onde foi diagnosticado com “Fibrilação Atrial”.

De acordo com o cardiologista Carlos Eduardo de Souza Miranda, fibrilação atrial é uma arritmia que se caracteriza por uma irregularidade nos batimentos cardíacos, em que os átrios batem em uma frequência muito elevada e de maneira descoordenada.

Fausto Silva não descarta possibilidade de nova cirurgia nos rins

Nesta sexta-feira (23), Fausto Silva deu com exclusividade novas atualizações sobre o estado de saúde. Em entrevista para o “SBT Brasil”, o apresentador, de 74 anos, revelou ao jornalista César Filho que, atualmente, tem se recuperado das últimas cirurgias e se encontra bem. Mas, está estudando a chance de realizar um segundo transplante nos rins. 

Transplantes

Logo após o fim do programa “Faustão na Band”, Fausto Silva se afastou de vez das telinhas para cuidar da saúde. Em agosto do ano passado, o comunicador foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para realizar um transplante do coração. Com o intervalo de seis meses, em fevereiro deste ano, retornou ao local para outra cirurgia, desta vez, nos rins.

Passados mais seis meses, o ex-apresentador da Band relatou ao SBT que está bem: “Minha saúde está muito boa. Hoje, por exemplo, fiz duas horas de ginástica. Depois de dois transplantes em um prazo de seis meses, eu precisava recuperar a parte física. Se tornou meu mote de vida cuidar da funilaria”, contou Faustão.

No entanto, afirmou estar avaliando a possibilidade de uma nova cirurgia. “Já tenho a possibilidade de operar com um médico curitibano, radicado em Miami. Ele tem outro sistema, com doadores vivos. Ele quer implantar no SUS esse sistema, que é uma revolução. Isso vai dar mais possibilidade. Tenho uns 10 doadores só da família com compatibilidade de tipo sanguíneo”, revelou.

Memórias com Silvio

Durante a conversa, Fausto relembrou algumas vezes em que se encontrou com o ex-colega de profissão Silvio Santos, que veio à óbito, na semana passada, aos 93 anos. “Estava saindo do Domingão e encontrei com ele no aeroporto, descobrimos que ambos estavam indo a Nova York. Viajamos só os dois e conversamos, eu estava morto e ele a mil por hora“, brincou.

Segundo ele, sempre houve um respeito mútuo entre ambas as partes, mesmo que dividissem o horário nobre do domingo em emissoras diferentes: “Sempre tivemos, de ambas as partes, respeito. Cada um tem o seu público e seu legado. Quando falo não é da boca pra fora: o verdadeiro e único rei da TV se chama Silvio Santos“.


Confira a entrevista completa com o apresentador Fausto Silva (Vídeo: reprodução/YouTube/Cesar Filho)


Silvio Santos, ou Senor Abravanel, era apresentador e empresário. Em 1981, fundou o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) e contruiu um legado para a comunicação no país. Esteve casado com a escritora de novelas Íris Abravanel (Carrossel) nas últimas décadas e deixou seis filhas, Cintia, Silvia, Renata, Rebeca, Patrícia e Daniela.

Matéria por Ana Campelo (Lorena r7)

Jogador do Nacional-URU passa mal em partida da Libertadores e vai à UTI

Zagueiro do Nacional-URU, Juan Manuel Izquierdo está internado no UTI do hospital Albert Einstein, no Morumbi, após passar mal durante o confronto do time uruguaio contra o São Paulo no estádio do Morumbis. A partida foi válida pelas oitavas de final da Conmebol Libertadores.

De acordo com nota oficial do Nacional, Izquierdo sofreu uma arritmia cardíaca durante a partida. Ainda segundo o clube uruguaio, o atleta está no UTI, porém estável e permanece em observação após o ocorrido dentro do campo de jogo. Segundo a Rede Globo, o hospital não se manifestará sobre o estado de saúde do atleta.

O que aconteceu?

São Paulo e Nacional disputavam uma vaga nas quartas de final da Libertadores no Morumbis. Aos 34 minutos do segundo tempo, quando o jogo estava 2 a 0 em favor do São Paulo, Izquierdo caiu no gramado de uma hora para outra.

Após ver o companheiro de profissão no chão, os jogadores de ambos os times chamaram ajuda da ambulância, que entrou rapidamente, para atender o uruguaio. Após alguns minutos, o jogador foi colocado no veículo e levado ao hospital para ser atendido. Como uma forma de demonstrar apoio ao adversário, ele foi aplaudido pela torcida tricolor.


Jogadores de São Paulo e Nacional pedem presença da ambulância para atendimento de Izquierdo (Foto: Reprodução/Nelson Almeida/AFP)

Segundo Alejandro Balbi, presidente do Nacional, em entrevista à Rede Globo, Izquierdo recuperou a consciência ainda na ambulância, mas ao chegar no hospital, perdeu a consciência novamente. Ainda de acordo com Balbi, o jogador nunca teve problemas cardíacos detectados pelo clube.

Solidariedade

O fato uniu o futebol sul-americano. Em rede social, o São Paulo desejou pronta recuperação ao atleta uruguaio. Maior rival do Nacional, o Peñarol também se solidarizou com o zagueiro.

Após o jogo, em entrevista na zona mista, Calleri, atacante do São Paulo, disse que todos têm que rezar pela vida de Izquierdo. O argentino também falou que o jogo ficou em segundo plano e que o mais importante é a vida do companheiro de profissão. Ele ainda desejou que o uruguaio se recupere e que volte para sua família.


Calleri fala sobre Izquierdo (Reprodução/X/@eduardodeconto)

Quem é Juan Izquierdo?

Juan Izquierdo tem 27 anos e atuou quase toda a carreira no Uruguai. Formado pelas categorias de base do Cerro, o atleta tem passagens por Peñarol, Montevideo Wanderers, Atlético San Luis-MEX e Liverpool do Uruguai. Em 2024, ele chegou ao Nacional para sua segunda passagem pelo clube. Ele atuou pelo Decano em 2022.