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Em uma visita a Southport, na Inglaterra, onde se encontrou com vítimas de um esfaqueamento em massa ocorrido no mês anterior, o Rei Charles III, de 75 anos, comentou sobre seu estado de saúde. Embora tenha falado brevemente, ele expressou confiança em seu tratamento.
“Não estou tão mal”, afirmou o monarca. Embora detalhes do tratamento do rei não tenham sido divulgados, o Palácio de Buckingham confirmou que a condição foi diagnosticada após uma cirurgia para tratar de uma próstata aumentada.
Diagnóstico
O diagnóstico de câncer de Charles foi divulgado no início do ano. O Palácio não forneceu detalhes sobre o tipo de câncer ou o estágio em que se encontrava. Segundo a mídia britânica, essa decisão visa evitar especulações sobre as probabilidades de recuperação e as taxas de mortalidade associadas.
Rei Charles III (Foto: reprodução/WPA Pool/Getty Images Embed)
Em abril, fontes ligadas ao rei expressaram preocupação com sua saúde perante a família e médicos. Ademais, o palácio atualizaria frequentemente o plano de funeral de Charles, conforme relatado pelo Daily Beast.
Em uma entrevista ao portal britânico The Sun, uma fonte ligada à família real indicou que o rei Charles pode vir a revelar o tipo específico de câncer com o qual foi diagnosticado. Segundo o informante, se o monarca britânico optar por divulgar publicamente os detalhes de sua condição, isso representará uma ruptura com o protocolo real tradicional.
Kate Middleton
Após revelar seu diagnóstico de câncer em março, Kate compartilhou detalhes de seu tratamento em uma publicação nas redes sociais no dia 14 de junho. A princesa afirmou que está fazendo “bom progresso”, mas enfatizou que “ainda não está fora de perigo”.
Kate Middleton (Foto: reprodução/Stephen Pond/Getty Images Embed)
Para tranquilizar aqueles que aguardam ansiosamente o retorno da princesa aos grandes eventos da realeza, Kate declarou que tem enfrentado “dias bons e dias ruins”. Ela mencionou que a quimioterapia preventiva a faz sentir-se “fraca e cansada”, conforme foi relatado.
Neste domingo (18), enquanto jogavam conversa fora, os participantes do novo reality da Globo ‘Estrelas da Casa’ foram surpreendidos com a aparição da cantora Ivete Sangalo. No vídeo, a cantora explica a importância de cuidar da voz e de ter uma fonoaudióloga profissional de confiança na trajetória da carreira.
Recado de Ivete Sangalo
“É bom ter talento, é bom ter carisma, mas acima de tudo é preciso estar com o nosso equipamento [voz] em dia (…)”, aconselha.
No fim da mensagem, Ivete convida a todos a ouvir o que sua fonoaudióloga, Janaína Pimenta de Oliveira, tem a aconselhar ao grupo. Ocorre então a Oficina de Talentos, comandada pela profissional que está na área há mais de 30 anos. Durante a oficina, Janaína compartilha dicas, treinos e inclusive uma curiosidade que passou com a sua paciente Ivete Sangalo.
Ivete Sangalo e sua fonoaudióloga Janaína Pimenta de Oliveira (Foto: Reprodução/Instagram/@ivetesangalo)
Em um carnaval de Salvador, depois de 7 horas em cima do trio, Ivete solicita ajuda da sua vocal coach “Jana, não estou conseguindo atingir as notas”, conta Janaína. Acontece que neste carnaval a cantora estava em uma dieta de low carb e o carboidrato é de extrema importância “(…) principalmente se você canta e dança”, informa a doutora. Tudo foi resolvido quando Ivete avista um vendedor de algodão doce e o convida para subir ao trio e consome do produto. Meia hora depois a voz da Ivete voltou ao normal, devido ao carboidrato que continha no doce.
Ivete Sangalo aparece no Estrela da Casa (Vídeo: reprodução/Multishow)
Janaína acrescenta alguns outros conselhos vocais importantes como: manter-se hidratado é fundamental para voz do cantor e talvez seja o conselho mais importante; evitar fumar e bebidas alcoólicas; criar hábito diário de aquecimento vocal.
Uma parceria de sucesso
Quando o público elogia o talento vocal de Ivete Sangalo, não imagina o quanto ela e sua vocal coach trabalham para manter a saúde e a longevidade da voz. Paciente e profissional, parceiras e também amigas: mais de 20 anos trabalhando juntas em shows, trios e apresentações.
Ivete no palco e Janaína nos bastidores para ajudá-la em qualquer imprevisto que venha a ocorrer, fazem jus não somente ao talento inegável de Ivete, mas ao trabalho incrível que a profissional vem fazendo por todos esses anos.
Um levantamento recente do Instituto Datafolha, realizado em parceria com a farmacêutica Novo Nordisk, revela que 59% dos brasileiros têm sobrepeso ou obesidade, conforme o Índice de Massa Corporal (IMC).
No entanto, apenas 11% receberam um diagnóstico formal dessas condições, indicando um preocupante desconhecimento sobre o problema.
Diagnóstico insuficiente e percepção equivocada
Embora o IMC de 59% dos brasileiros indique sobrepeso ou obesidade, o estudo mostra que a maioria não busca ou recebe um diagnóstico médico.
No Brasil 45,5% consome verduras e legumes (Foto: reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil)
A falta de reconhecimento formal da condição pode dificultar o acesso ao tratamento adequado, essencial para prevenir complicações graves de saúde, como doenças cardiovasculares e diabetes.
Os dados do Datafolha refletem uma tendência observada na pesquisa Vigitel 2023, do Ministério da Saúde, que apontou que 61,4% dos adultos brasileiros têm IMC superior a 24,9, faixa que indica sobrepeso.
Mesmo com números alarmantes, 61% dos entrevistados que se enquadram nessa condição acreditam ter boa saúde, o que preocupa especialistas.
Consequências e desafios do tratamento
A obesidade é uma doença crônica, neuroquímica e recidivante, o que significa que, sem tratamento contínuo, a condição tende a persistir e agravar.
“A obesidade não é apenas uma questão de comportamento, mas envolve mecanismos biológicos complexos“, explica Bruno Geloneze, endocrinologista e professor da Unicamp. Ele ressalta que a ausência de diagnóstico contribui para que muitos brasileiros não procurem o tratamento necessário.
Bruno Geloneze, endocrinologista e professor da Unicamp (Foto: reprodução/Léo Ramos Chaves /Revista Pesquisa FAPESP)
Além disso, a pesquisa destaca que, apesar do desejo de mudança, a maioria dos brasileiros com sobrepeso ou obesidade enfrenta dificuldades para perder peso de forma sustentável. Isso ocorre, em parte, pela falta de acompanhamento médico especializado, que pode orientar sobre as melhores práticas e estratégias de tratamento.
Medicações e desafios de acesso
Recentemente, novas medicações para o tratamento da obesidade têm demonstrado eficácia, como o Wegovy, da Novo Nordisk. Contudo, Geloneze alerta que o acesso a esses medicamentos ainda é limitado e que a compreensão da obesidade como uma doença que requer tratamento contínuo precisa ser ampliada.
Novas medicações para o tratamento da obesidade têm demonstrado eficácia (Foto: reprodução/FreePhotosART/Pixabay)
O estudo também revela que a obesidade no Brasil é multifatorial, influenciada por maus hábitos alimentares, sedentarismo e fatores ambientais, como a exposição a contaminantes e a mudança na microbiota intestinal.
“A modernidade, em muitos aspectos, facilita o ganho de peso“, conclui Geloneze, ressaltando a necessidade de políticas públicas e iniciativas de saúde que abordem esses fatores de maneira abrangente.
“Não há detecção da doença em território nacional com essa nova cepa”, afirma Nísia Trindade, Ministra da Saúde, nesta quinta-feira (15), sobre mpox. A declaração foi feita durante a instalação do Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE-Mpox), responsável pelo centro de monitoramento e combate à doença. Segundo a ministra, o Brasil está no nível 1 da emergência com o vírus.
Qual variante predomina no Brasil?
Desde que foi declarada a situação de emergência internacional em 2022, o Brasil registrou casos somente com a cepa 2. Não há detecção, até o momento, da nova variante do vírus, denominada 1B, em território nacional.
Ontem (14), a OMS anunciou que a mpox se tornou uma emergência de saúde pública, de interesse global. A nova variante do vírus se propagou rapidamente por 13 países africanos, sendo considerada a mais perigosa até o momento. Hoje (15), a Suécia confirmou o primeiro caso da variante 1 fora da África. Esse subtipo também é transmitido por relações sexuais.
Em 2024, no Brasil, foram notificados 709 casos de mpox e 16 mortes. A fim de prevenir novos problemas na saúde pública, o Ministério da Saúde convocou uma reunião para discutir o caso.
Primeiro caso da nova variante fora da África (Vídeo: reprodução/YouTube/Jornal da Band)
O primeiro caso foi registrado na cidade de São Paulo em 2022. Do início da epidemia até 2024, o Brasil registrou 12.215 casos da doença. O último registro de morte por mpox aconteceu em abril deste ano.
Sintomas da mpox
A mpox gera lesões agudas e com secreção, além de vesículas em diferentes áreas do corpo, concentradas especialmente nas genitais e na boca. O paciente também pode apresentar dores de cabeça e calafrios, assim como febre, dores no corpo, fraqueza e ínguas.
O COE-Mpox é responsável por intensificar a vigilância e controle da doença em território nacional, além de monitorar a situação epidemiológica do vírus, como medidas de orientação aos viajantes e coordenação de ações e respostas de combate.
Vacinas em breve
O Ministério da Saúde também está em negociação com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) para a aquisição emergencial de 25 mil doses de vacinas contra a doença. O grupo prioritário para a imunização são pessoas com HIV/AIDS e profissionais de laboratório.
Segundo um relatório técnico, as infecções estão concentradas em homens, sendo estes 98% dos pacientes e pessoas portadoras do vírus HIV.
Transmissão e prevenção
Inicialmente chamada de varíola dos macacos e monkeypox (atualmente mpox), o vírus é transmitido por contato direto, pessoa a pessoa. Ou seja, o contato com a pele ou secreções do doente e a exposição prolongada com gotículas e outras secreções respiratórias, podem infectar o indivíduo.
Crianças são mais propensas a sinais e sintomas mais graves da doença em comparação a adolescentes e adultos. Qualquer pessoa que tenha contato físico com alguém infectado está em risco.
O agravante da doença na infância se dá pela fase de desenvolvimento característica da idade; o sistema imunológico, ainda imaturo, pode ter dificuldade para combater o vírus, agravando o quadro. O ideal é proteger as crianças do contato com pessoas suspeitas ou confirmadas para mpox. A higienização das mãos e a adesão à vacinação contra a doença também são medidas essenciais de combate ao vírus.
O mercado de cannabis medicinal no Brasil está passando por uma fase de expansão notável, refletindo o crescente interesse e aceitação dos tratamentos à base dessa planta. Em 2023, o número de pacientes tratados com medicamentos de cannabis alcançou 430 mil, representando um aumento de 130% em relação a 2022. Esse crescimento expressivo indica o potencial de um mercado que pode movimentar até US$ 1,8 bilhão até 2028.
Apesar do crescimento, o setor enfrenta desafios significativos devido às restrições legais que limitam a produção nacional de medicamentos. Atualmente, apenas três associações têm autorização judicial para produzir e vender fitofármacos de cannabis no Brasil. Além dessas, apenas laboratórios estrangeiros conseguem disponibilizar medicamentos à base de cannabis, o que resulta em preços elevados e limita o acesso para muitos pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). O alto custo de importação afeta negativamente o sistema de saúde público, restringindo o acesso a tratamentos essenciais.
Para enfrentar esses desafios, laboratórios públicos, como o Lafepe em Pernambuco, estão explorando alternativas legais para produzir cannabis medicinal. A aprovação da lei nº 18.124, em dezembro de 2022, que regulamenta o cultivo e o processamento de cannabis para fins medicinais, veterinários e científicos, foi um passo importante. No entanto, ainda há uma necessidade de maior segurança jurídica para a plena integração desses produtos no mercado brasileiro.
Inovação e Confiabilidade com o CannaID
No cenário crescente de cannabis medicinal no Brasil, o CannaID surge como uma das iniciativas mais inovadoras e completas. Como o primeiro sistema de identificação de pacientes de cannabis medicinal no país, o CannaID não apenas facilita o acesso aos tratamentos, mas também oferece uma solução integrada que abrange desde consultas médicas até a orientação para a obtenção de produtos de cannabis.
O grande diferencial do CannaID é sua capacidade de proporcionar uma experiência simplificada e segura para os pacientes. Com ele, é possível obter sua prescrição médica em minutos e dar entrada na autorização para a importação de produtos de forma legal e em conformidade com as regulamentações da Anvisa, tudo no mesmo dia. A plataforma oferece um espaço seguro e organizado onde os pacientes podem armazenar e acessar todas as informações relevantes sobre seus tratamentos, o que é crucial para garantir uma gestão eficaz da saúde.
Disponível em todo o Brasil, o CannaID é uma alternativa moderna e abrangente que atende às necessidades dos pacientes em qualquer região. O sistema é intuitivo e fácil de usar, garantindo que os pacientes tenham acesso seguro e regulamentado aos tratamentos de cannabis medicinal. Isso é especialmente relevante em um momento em que a demanda por tratamentos seguros e eficazes está crescendo rapidamente. Com o CannaID, os pacientes podem ter a certeza de que estão cumprindo todas as diretrizes legais, ao mesmo tempo em que recebem o melhor cuidado possível para suas condições de saúde.
Expansão do CannaID e Futuro Promissor
Como o primeiro sistema de identificação de pacientes de cannabis medicinal do Brasil, o CannaID representa um avanço significativo no acesso seguro e regulamentado a esses tratamentos. Este sistema não só facilita a obtenção de prescrição e autorização para a importação de produtos de cannabis, mas também oferece uma plataforma integrada para consultas médicas e armazenamento seguro de informações de tratamento. A projeção é que o CannaID atinja 2 milhões de cadastros até 2028, refletindo o crescente interesse e aceitação dos tratamentos à base de cannabis no país.
A expectativa é de que o mercado de cannabis medicinal continue a crescer, com regulamentações mais claras e uma maior aceitação social. Isso permitirá que mais pacientes tenham acesso aos benefícios desses tratamentos, fortalecendo tanto a saúde pública quanto a indústria nacional. O CannaID, com sua inovação e confiabilidade, se posiciona como um facilitador essencial nesse cenário, promovendo uma nova era de cuidados de saúde integrados e seguros para todos os brasileiros
A presença de plataformas como o CannaID e a crescente aceitação da cannabis medicinal mostram que o Brasil está se movendo em direção a um futuro mais inclusivo e acessível para pacientes que necessitam de tratamentos especializados. A expectativa é que o mercado continue a crescer, com mais inovações e regulamentações que beneficiem os pacientes e a economia nacional. É fundamental que o acompanhamento médico seja contínuo para garantir a segurança e a eficácia do tratamento, e soluções como o CannaID desempenham um papel essencial ao simplificar e regulamentar esse processo.
Nesta segunda-feira (12), o Instituto Butantan, localizado em São Paulo, fez a solicitação à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para que se iniciem testes de uma vacina contra a gripe aviária em humanos. A resposta da Anvisa deve chegar em até 90 dias, tendo em vista o tempo de análise e conclusão dos especialistas, separados em três etapas, para ser dada a liberação ou não.
Vídeo informativo sobre a gripe aviária (Vídeo: Reprodução/YouTube/BBC News Brasil)
Objetivos e pedido do Butantan
Como foi dito, o Instituto Butantan busca a aprovação dos testes da vacina da gripe aviária em humanos em caso de uma propagação maior do vírus Influenza, muito frequente entre os animais, porém podendo resultar em infecções mais pesadas em humanos. Com isso, evitando que essas infecções existam em uma larga escala, e se torne uma nova pandemia, como explicou o diretor do instituto, Esper Kallás:
“Ter uma vacina pronta, com uma plataforma já testada, que mostra que produz anticorpos, é o objetivo do Butantan. Não é para já comercializar, mas para propor um estoque estratégico. Caso o Ministério da Saúde precise acionar, o Butantan estará pronto para fornecer…”
Esper Kallás, infectologista e diretor do Instituto Butantan
Em 2023, o Butantan iniciou o desenvolvimento de doses combatentes de diferentes variações da gripe aviária, atento ao aumento da propagação pelo mundo. Agora, em 2024, o Instituto defende que a Anvisa aprove os testes em humanos, para haver um estoque estratégico, como proteção a uma nova pandemia.
Sintomas da gripe aviária
O vírus Influenza, que afeta principalmente animais, porém existem casos graves em que afetou humanos, tem sintomas parecidos com uma forte gripe, com algumas especificações. Tosse, corrimento nasal, falta de ar e complicações respiratórias estão entre os sintomas trazidos pelo vírus.
A gripe aviária, que também pode ser chamada de Influenza aviária A (H5N1), também traz dores nos músculos, com dor de cabeça e dor de garganta, sintomas que estão em outras doenças, porém fazem parte da gripe em questão.
O Auxílio-Doença é um benefício essencial para segurados que se encontram temporariamente incapacitados para o trabalho devido a doenças ou acidentes.
Neste artigo, o Advogado Especialista em Direito Previdenciário, Dr. Robson Gonçalves Araújo da Silva, explica o passo a passo para obter o Auxílio-Doença pelo INSS em 2024.
O Auxílio-Doença é um benefício previdenciário concedido aos segurados que, devido a doença ou acidente, estão temporariamente incapacitados para o trabalho por um período superior a 15 dias consecutivos.
Esse benefício é vital para garantir o sustento do trabalhador durante o período de recuperação.
Requisitos para Obter o Auxílio-Doença
Qualidade de Segurado: Para ter direito ao Auxílio-Doença, o solicitante deve ser segurado do INSS, ou seja, estar contribuindo regularmente ou estar dentro do período de graça, que é o tempo em que o segurado mantém a qualidade de segurado mesmo sem contribuir.
Carência: O INSS exige um período de carência de 12 meses de contribuições, salvo em casos de acidentes de qualquer natureza ou doenças graves especificadas em lei, onde a carência é dispensada.
Incapacidade Temporária: A incapacidade para o trabalho deve ser comprovada por meio de laudos médicos, que atestem a impossibilidade de exercer atividades laborais por um período superior a 15 dias.
Documentação Necessária
Para solicitar o Auxílio-Doença, é necessário reunir uma série de documentos que comprovem a incapacidade e a condição de segurado:
Documentos Pessoais: Documento de identidade com foto (RG, CNH ou equivalente); CPF; Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); Comprovante de residência
Documentos Médicos: Laudos médicos detalhados emitidos por especialistas; Exames complementares que comprovem o diagnóstico; Relatórios de tratamentos realizados e prescrições médicas
Passo a Passo para Solicitar o Auxílio-Doença pelo INSS
Passo 1: Acesse o Portal Meu INSS
Acesse o portal Meu INSS ou baixe o aplicativo Meu INSS no seu dispositivo móvel.
Faça login com sua conta gov.br. Se ainda não tiver uma conta, cadastre-se clicando em “Cadastrar senha” e siga as instruções.
Passo 2: Solicite o Benefício
No menu principal, selecione “Agendamentos/Solicitações” ou procure por ”Pedir Benefício por Incapacidade”.
Clique em “Novo Pedido” e procure por “Auxílio-Doença” ou “Auxílio por Incapacidade Temporária”.
Preencha os dados solicitados e anexe os documentos necessários.
Passo 3: Agende a Perícia Médica
Após a solicitação, agende a perícia médica pelo próprio portal Meu INSS.
Escolha a data e o local para a realização da perícia.
Passo 4: Compareça à Perícia Médica
No dia agendado, compareça à unidade do INSS com todos os documentos originais.
O perito médico avaliará a documentação e realizará a perícia para comprovar a incapacidade para o trabalho.
Passo 5: Acompanhe o Processo
Acompanhe o andamento do pedido pelo portal Meu INSS ou pelo telefone 135.
Se o benefício for concedido, o pagamento será feito mensalmente até que o segurado esteja apto a retornar ao trabalho.
Passo a Passo Alternativo pelo Telefone 135
Ligue para o número 135 do INSS e informe o desejo de solicitar o Auxílio-Doença.
Siga as instruções da atendente para fornecer os dados necessários e agendar a perícia médica.
Compareça à agência do INSS na data agendada com toda a documentação.
Benefícios Relacionados ao Auxílio-Doença
Além do Auxílio-Doença, é importante estar ciente de outros benefícios previdenciários que podem ser relevantes dependendo da situação:
BPC/LOAS: Benefício assistencial destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, sem exigência de contribuições prévias.
Auxílio-Acidente: Benefício vitalício pago ao segurado que, após um acidente, ficou com sequelas que reduziram sua capacidade laboral.
Aposentadoria por Invalidez: Concedida aos segurados que estão permanentemente incapacitados para o trabalho.
Aposentadoria da Pessoa com Deficiência: Destinada a trabalhadores com deficiência que contribuíram para a previdência, com critérios diferenciados.
Considerações Finais
O Advogado Especialista em Direito Previdenciário, Dr. Robson Gonçalves Araújo da Silva, destaca a importância de um acompanhamento jurídico especializado para garantir a correta concessão do Auxílio-Doença.
A orientação adequada desde a reunião dos documentos até a perícia médica pode fazer a diferença na obtenção do benefício.
Se você precisa de ajuda para solicitar o Auxílio-Doença ou qualquer outro benefício previdenciário, é fundamental buscar informações confiáveis e seguir os procedimentos corretos para assegurar seus direitos previdenciários de forma eficiente e segura.
Dormir bem é fundamental para viver bem. Isso porque o sono revitaliza o corpo e fortalece a saúde. As pesquisas apontam que uma boa noite de sono melhora sua memória e pode até aumentar sua vida.
Da mesma forma, dormir bem diminue o risco de doenças graves. Isso inclui problemas sérios como doenças do coração e diabetes.
Por outro lado, dormir mal traz riscos para a saúde. Isso inclui a possibilidade de hipertensão, diabetes e até obesidade. Por isso, é vital entender a importância do sono. Assim, podemos adotar hábitos mais saudáveis.
Pontos Principais
● O sono ajuda na recuperação de energia e na reparação do corpo.
● Uma boa noite de sono melhora a memória e a longevidade.
● Dormir bem reduz os riscos de doenças crônicas.
● A falta de sono está ligada a problemas de saúde graves como hipertensão e diabetes.
● Manter uma boa qualidade de vida está diretamente relacionado a dormir adequadamente.
Como o sono afeta a saúde
O sono é super importante para nossa saúde. Pesquisas mostram que dormir bem ajuda a manter o corpo saudável. Ele é essencial para que várias funções do nosso organismo funcionem bem.
Dormir bem (Foto: reprodução/divulgação)
Impacto no sistema imunológico
Dormir bem é fundamental para um sistema imunológico forte. Durante o sono profundo, nosso corpo se recupera e fortalece nossa defesa contra doenças. Se a gente não dorme o suficiente, nossa imunidade cai. Isso nos deixa mais abertos a pegar infecções.
Relação com a saúde mental
A quantidade de sono afeta diretamente nossa saúde mental. Dormir bem, especialmente atingir o sono REM, nos protege contra problemas emocionais. Estudos associam uma boa noite de sono com menos ansiedade e depressão. Isso melhora nosso estado emocional.
Influência na capacidade cognitiva
Dormir o suficiente deixa a mente mais afiada. O sono profundo ajuda a processar e lembrar melhor as informações. Isso melhora nossas habilidades de pensar e resolver problemas. Se não dormimos bem, nossas capacidades cognitivas são afetadas. Isso pode prejudicar nosso dia a dia.
Função
Benefícios do Sono
Sistema Imunológico
Regeneração celular e resposta imunológica aprimorada
Saúde Mental
Redução de ansiedade e depressão
Capacidade Cognitiva
Melhor atenção, memória e aprendizado
Benefícios do sono de qualidade
Um sono de qualidade é essencial para nossa saúde e bem-estar geral. Ele afeta áreas importantes da vida, como a regulação dos hormônios e controle do peso.
Regulação hormonal
Dormir bem ajuda a equilibrar os hormônios do nosso corpo. Por exemplo, a insulina e o cortisol ficam balanceados com um sono adequado. Isso garante o bom funcionamento do nosso organismo.
Melhoria do humor
Um bom sono faz maravilhas pelo nosso humor. Estudos mostram que dormir bem ajuda a liberar hormônios que nos fazem sentir felizes e equilibrados. Isso nos torna mais felizes e produtivos.
Manutenção do peso
Dormir bem também contribui para manter o peso ideal. Sem sono suficiente, os hormônios que controlam a fome podem nos fazer comer mais. Assim, dormir o suficiente ajuda a manter um peso saudável.
Dormir bem (Foto: reprodução/divulgação)
Dicas para melhorar o sono
Todos queremos uma vida mais saudável. Uma boa noite de sono é essencial para isso. Veja aqui como ter uma higiene do sono melhor.
Criar uma rotina de sono
Uma rotina constante ajuda muito. Especialistas sugerem dormir e acordar no mesmo horário, sempre. Isso ajusta seu relógio biológico, tornando o sono mais reparador.
Ambiente adequado para dormir
O lugar onde dormimos deve ser acolhedor. Um ambiente silencioso, escuro e fresco ajuda. Escolha um bom colchão e travesseiros que sejam ideais para você.
Evitar estimulantes antes de dormir
Evite café, chá preto, chocolate e energéticos antes de dormir. Estes podem atrapalhar o sono.
Siga estas dicas para melhorar o sono. Assim, suas noites serão mais calmas e reparadoras.
Distúrbios do sono e suas consequências
Os distúrbios do sono impedem um bom descanso à noite. Afetam a saúde física e mental. Destacam-se a insônia, apneia do sono e síndrome das pernas inquietas.
A falta de sono afeta a saúde de várias maneiras. Está ligada a problemas no coração, derrames e perda de memória. Pesquisas mostram esses efeitos nocivos.
Veja abaixo uma tabela com algumas consequências dos distúrbios do sono:
Dificuldade para adormecer, baixa qualidade do sono
Sem suficiente descanso, aumenta-se o risco de doenças mentais e debilidade imunológica. Isso deixa o corpo fraco contra infecções.
A importância do sono
O sono é essencial para nossa saúde e bem-estar. Ele ajuda em vários processos do corpo e da mente. Além de nos fazer descansar, o sono é vital para que nosso corpo se regenere e para que nossas funções cognitivas se mantenham saudáveis.
Definição e aspectos fundamentais
O sono tem ciclos que incluem o REM (Rapid Eye Movement) e o não-REM. Cada parte é importante para nós. O sono profundo nos restaura fisicamente, e o REM cuida da nossa saúde mental e emocional.
Esses estágios trabalham juntos. Eles asseguram que nosso corpo e mente se recuperem bem.
Riscos da privação de sono
Não dormir o suficiente é muito ruim para a saúde. Estudos mostram que falta de sono profundo e interrupções no ciclo do sono podem ser perigosas. Isso pode levar a acidentes, problemas de saúde mental, distúrbios do sono, e até câncer.
Portanto, dormir bem é muito importante. Precisamos valorizar nosso sono para evitar esses riscos.
Oração para dormir bem
A seguir, apresentamos umaoração simples e eficaz para ajudá-lo a adormecer com tranquilidade:
“Senhor, agradeço por este dia que se encerra. Agradeço pelas bênçãos e desafios que enfrentamos. Peço que Tua paz me envolva agora, acalmando minha mente e coração. Que Tua presença me acompanhe enquanto descanso, afastando todo medo e ansiedade. Permita-me um sono profundo e restaurador, para que eu desperte renovado(a) e pronto(a) para um novo dia. Amém.”
O significado dos sonhos segundo a psicanálise
A psicanálise oferece um olhar profundo sobre o que sonhamos. Freud, um nome muito conhecido aqui, acreditava que os sonhos mostram o nosso lado escondido. Ele pensava que ao entender os significados dos sonhos, a gente consegue lidar melhor com as emoções.
Teorias de Freud sobre os sonhos
Freud tinha várias ideias sobre os sonhos. Ele dizia que eles são uma janela para o que a gente não vê, o inconsciente. Ele achava que, através dos sonhos, podemos entender o que realmente queremos.
Como os sonhos refletem nosso subconsciente
Na psicanálise, os sonhos são como um espelho do subconsciente. Pesquisas mostram que eles revelam muito sobre o que a gente teme ou deseja. Entender esses sonhos ajuda a cuidar da saúde mental e sentir-se melhor.
Ano
Descoberta
Relevância
1900
Publicação de “A Interpretação dos Sonhos”
Estabelecimento das bases da psicanálise dos sonhos por Freud
1953
Descoberta do sono REM
Compreensão do ciclo do sono e sua relação com os sonhos
2004
Avanços em neuroimagem
Visualização das áreas cerebrais ativas durante os sonhos
Conclusão
A ciência mostra o quanto o sono é importante para nós. Ele afeta nossa saúde de várias maneiras, como nosso sistema imunológico e até como nos sentimos mentalmente. Sabendo disso, é vital colocar o sono como uma prioridade.
Dormir bem ajuda muito mais do que só nos sentir descansados. Ele é chave para manter nosso humor estável e nosso peso saudável. E não podemos esquecer como o sono regula nossos hormônios.
Para dormir melhor, algumas dicas podem ajudar. Ter uma rotina de sono fixa e preparar um lugar tranquilo para dormir são boas começadas. Evitar café antes de dormir também é uma ótima ideia.
Freud acreditava que os sonhos podiam nos ajudar a nos entender melhor. Ele propunha usar a psicanálise para explorar os sonhos. Isso pode, sem dúvida, contribuir para melhorar nossa saúde mental.
Levando em conta tudo isso, dormir bem vai além de um hábito saudável. É algo essencial para uma vida feliz e balanceada. Precisamos falar mais sobre o quão importante é o sono. Assim, todo mundo pode aproveitar os benefícios de uma boa noite de sono para seu bem-estar geral.
FAQ
Qual a importância do sono para a saúde e bem-estar?
O sono ajuda a recuperar energia e a fortalecer o sistema imunológico. Dormir bem melhora a memória e aumenta a expectativa de vida. Também diminui o risco de doenças como diabetes e pressão alta.
Qual melhor lugar para encontrar informações sobre saúde
Um dos melhores lugares de se obter conhecimento e informação sobre vários assuntos é a enciclopédia online. Um dos maiores repositórios de conhecimento e informação do país!
Como o sono afeta o sistema imunológico?
O sono regula a resposta do sistema imunológico. Quando não dormimos o suficiente, ficamos mais expostos a infecções e doenças.
Qual a relação entre sono e saúde mental?
Um sono de qualidade é vital para a saúde mental. Ele ajuda a proteger contra ansiedade e depressão. A falta de sono pode fazer esses problemas piorarem.
Como o sono influencia a capacidade cognitiva?
Uma boa noite de sono melhora funções do cérebro como atenção e aprendizado. Isso melhora a memória e a capacidade cognitiva.
Quais são os benefícios do sono de qualidade na regulação hormonal?
Dormir bem facilita a regulação de hormônios importantes, como insulina e cortisol. Esses hormônios são essenciais para o metabolismo e para lidar com o estresse.
Como o sono pode melhorar o humor?
Dormir bem beneficia o equilíbrio hormonal. Isso melhora nosso humor e reduz chances de ansiedade e depressão.
Qual a relação entre sono e manutenção do peso?
Não dormir o bastante pode fazer com que ganhemos peso. Isso altera hormônios que controlam a fome. Uma boa noite de sono ajuda a manter o peso.
Quais são as dicas para melhorar a qualidade do sono?
Criar uma rotina de sono e um ambiente propício são dicas importantes. Evitar estimulantes antes de dormir também ajuda na qualidade do sono.
Quais são as consequências dos distúrbios do sono?
Problemas como insônia e apneia do sono afetam nossa saúde física e mental. Podem causar doenças cardíacas, derrames e declínio cognitivo.
Por que o sono é dividido em ciclos REM e não-REM?
O sono é composto por ciclos REM e não-REM. Cada parte é essencial para a restauração do corpo e da mente.
Quais são os riscos da privação de sono?
A falta de sono aumenta o risco de muitos problemas, incluindo acidentes e câncer. É muito importante dormir o suficiente para manter a saúde.
Qual o significado dos sonhos segundo a psicanálise de Freud?
Para Freud, os sonhos mostram nossos desejos e conflitos escondidos. Eles são chaves para entender o inconsciente e resolver problemas emocionais.
Como os sonhos refletem nosso subconsciente?
Estudos afirmam que os sonhos revelam informações do nosso subconsciente. Eles nos ajudam a entender melhor nossos desejos e conflitos.
Carolina Arruda, uma jovem de Bambuí, Minas Gerais, sofre de neuralgia do trigêmeo, uma condição conhecida como a “pior dor do mundo”. Carolina, que é estudante de medicina veterinária, casada e mãe de uma menina de 10 anos, começou a sentir dores aos 16 anos, durante a gravidez e recuperação de uma dengue.
Apesar de múltiplos tratamentos, incluindo cirurgias e procedimentos especializados, Carolina continua a lutar contra dores insuportáveis.
Carolina já está internada para tratamento da neuralgia — Foto: Carolina Arruda(Arquivo Pessoal/@caarrudar)
O que é a neuralgia do trigêmeo?
A neuralgia do trigêmeo é uma condição neurológica que causa dores faciais intensas, frequentemente descritas como uma das piores dores possíveis. As crises de dor são súbitas, intensas e podem ser desencadeadas por ações simples como falar, mastigar ou até mesmo tocar o rosto. O tratamento da neuralgia do trigêmeo é complexo e pode envolver medicamentos, procedimentos minimamente invasivos e, em alguns casos, cirurgias.
Neuralgia do trigêmeo. (Foto/Reprodução/ Dráuzio Varella)
A jornada de Carolina Arruda
Carolina Arruda começou a sofrer com as dores faciais aos 16 anos, durante a gravidez e recuperação de uma dengue. Após quatro anos de dor constante e visitas a vários médicos, foi diagnosticada com neuralgia do trigêmeo pelo neurocirurgião Marcelo Senna, que possui mais de 30 anos de experiência no tratamento dessa condição.
Desde o diagnóstico, Carolina passou por vários tratamentos, incluindo descompressão microvascular, rizotomia por balão e neurólises por fenolização, mas sem sucesso significativo.
Recentemente, após ampla repercussão de sua história, um médico de um hospital no Sul de Minas sugeriu um novo tratamento que pode oferecer alívio para Carolina, a custo zero. A proposta é induzir o sono e “reiniciar o cérebro”, internando-a por 20 dias na UTI, o método pode incluir radiofrequência, bomba de morfina ou até mesmo uma implantação de um eletrodo, dependendo da resposta que o organismo de Carolina irá ter.
Embora ela tenha considerado a eutanásia assistida na Suíça devido ao sofrimento extremo, Carolina está disposta a reavaliar essa decisão dependendo dos resultados deste novo procedimento.
Carolina em mais uma abordagem cirúrgica (Foto:/Arquivo Pessoal/Instagram/@caarrudar)
O impacto da neuralgia do trigêmeo
A dor e o desgaste emocional causados pela neuralgia do trigêmeo são tão intensos que Carolina iniciou uma campanha na internet para arrecadar recursos e buscar o suicídio assistido na Suíça, um dos poucos países onde essa prática é legal. Nesse contexto, pacientes precisam fornecer provas de sua condição médica, passar por avaliações psiquiátricas rigorosas e demonstrar um desejo claro e consistente de terminar suas vidas.
As organizações que facilitam o suicídio assistido na Suíça oferecem apoio cuidadoso para garantir que a escolha dos pacientes seja respeitada e conduzida com dignidade.
Na terça-feira (02), a agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Food and Drug Administration (FDA) aprovou a utilização do medicamento Donanemabe para o tratamento do Alzheimer. Segundo a agência, seu uso é recomendado para pessoas no estágio inicial da doença para que não haja um avanço grande da enfermidade.
O remédio foi fabricado pela farmacêutica Eli Lilly and Company e se trata da primeira terapia focada nas placas de amiloide. Essas placas se forem tóxicas e se acumularem no cérebro podem provocar problemas de memória, cognição e o desenvolvimento do Alzheimer em um indivíduo, o tratamento busca a retirada delas para gerar mais qualidade de vida ao paciente.
Testes do Donanemabe
O Donanemabe é um remédio injetável que deve ser aplicado uma vez por mês e sua utilização leva em torno de 30 minutos. Os fabricantes realizaram diversas pesquisas e testes para comprovar a eficácia do medicamento, ao todo foram 1.736 voluntários em oito países diferentes e metade dos participantes ficaram usando o fármaco durante um ano.
Idosa se consultando com o médico (Foto: reprodução/Halfpoint Images/Getty Images Embed)
Os resultados mostraram que o declínio cognitivo de pessoas com Alzheimer diminuiu cerca de 35% e também reduziu o avanço da doença em 39%. Em relação às placas de amiloide, o remédio também causou sua diminuição, a aplicação durante 12 meses provocou uma redução de 80% e as pessoas que utilizaram por 18 meses, apresentaram uma queda de 84% das placas.
A pesquisa também apresentou alguns efeitos colaterais que surgiram, três pacientes faleceram com a utilização do remédio após desenvolverem ARIA. A Anomalia Relacionada à Amiloide, costuma se desenvolver em terapias das placas amiloides e podem causar inchaços em partes do cérebro e pequenos sangramentos.
A empresa afirmou que outros casos de ARIA foram rapidamente identificados nas primeiras 6 semanas de uso e a medicação foi pausada para não agravar a situação dos pacientes. Eles informam que somente 2% dos voluntários apresentaram esses efeitos e a anomalia, apesar de séria, se tratada não leva uma pessoa ao óbito.
Remédio Kisunla para Alzheimer (Foto: reprodução/Eli Lilly and Company/Lilly.com)
Caso o tratamento seja bem-sucedido e as placas forem removidas, é recomendado que o medicamento seja suspenso para diminuir gastos com o fármaco.
A farmacêutica afirma que o remédio não é uma cura do Alzheimer, mas que seu efeito para diminuir o avanço da doença pode levar mais segurança para uma vida independente. Eles também declaram que estão trabalhando para que o diagnóstico consiga ser feito mais rápido para o início de um tratamento precoce.
Preço e previsão de chegada no Brasil
O remédio será comercializado com o nome Kisunla, e custará US$ 695 dólares um frasco, já o tratamento para 18 meses custará US$ 48,6 mil dólares, no Brasil isso equivale a cerca de 4 mil e 280 mil reais respectivamente.
O medicamento foi submetido para avaliação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e atualmente está em espera para conclusão da análise. Sua distribuição no país ainda segue sem data definida.