Rebeca Andrade recebe medalha de prata nas Olimpíadas de Paris

Na manhã deste sábado (03), Rebeca Andrade conquistou a medalha de prata nas Olimpíadas de Paris 2024, consolidando-se como uma das maiores medalhistas olímpicas do Brasil. Com dois saltos impecáveis e cheios de graça, ela garantiu sua quinta medalha e empatou com os velejadores Torben Grael e Robert Scheidt no seleto grupo de heróis olímpicos brasileiros.

Vencedora em Tóquio 2020, nesta ocasião, Rebeca terminou atrás de Simone Biles, que realizou o extraordinário salto Biles II, desafiando mais uma vez a gravidade com um movimento que é exclusivo dela. Sua compatriota Jade Carey levou a medalha de bronze.

Somente Simone e Rebeca conseguiram saltos com notas acima de 15.000, um para cada uma. Na soma dos dois saltos, Rebeca teve 2,333 pontos a mais em execução em relação a Biles. Contudo, a dificuldade foi um fator decisivo para a americana, que se destacou com o Biles II, avaliado em 6.4.


Rebeca Andrade e Simone Biles (Foto: reprodução/Eurasia Sport Images/Getty Images Embed)


Duelo acirrado

Com grau de dificuldade 5,6, as duas ginastas realizaram o Cheng. Rebeca obteve uma pontuação superior à de Simone no salto, alcançando 15.100 em comparação aos 14.900 de Simone. No segundo salto, Rebeca brilhou com um esplêndido Amanar, com grau 5.4, conquistando 14.833 e finalizando com uma média de 14.966. Contudo, Simone apresentou o Biles II, impressionando com sua execução e anotando extraordinários 15.700, alcançando a medalha de ouro com uma média total de 15.300.

Assim, Simone e Rebeca repetiram suas posições no pódio do individual geral, com Simone levando o ouro e Rebeca, a prata. Na disputa por equipes, Simone levou os Estados Unidos à medalha de ouro, enquanto Rebeca guiou o Brasil rumo ao bronze.

A ginasta brasileira agora acumula cinco medalhas: um ouro no salto e uma prata no individual geral em Tóquio 2020, além de uma prata no salto, uma prata no individual geral e um bronze por equipes em Paris 2024. Simone Biles, por sua vez, conquistou sua décima medalha olímpica. As duas têm um novo encontro marcado para segunda-feira, dia 5, nas finais de trave, às 7h30, e no solo, às 9h20.


Rebeca Andrade finalizando sua apresentação (Foto: reprodução/Naomi Baker/Getty Images Embed)


Apresentação que levou medalha

Deslumbrante em um collant branco adornado com pedrinhas azuis, Rebeca fez uma apresentação encantadora na Bercy Arena, em Paris, ao executar um Cheng impecável, alto, elegante e perfeito, que lhe rendeu a nota 15.100, em um salto de dificuldade 5.6. Para este salto, a ginasta realiza uma rondada com meia volta até alcançar a mesa, seguido de uma pirueta e meia.

Sendo a sexta a saltar, ela então apresentou o Amanar, com dificuldade 5.4, pela primeira vez nesta edição dos Jogos Olímpicos. Esse salto formou a mesma combinação que lhe valeu a medalha de ouro em 2020. Com uma aterrissagem perfeita, o Amanar de Rebeca obteve a nota 14.833, resultando numa média final de 14.966. O Amanar envolve uma entrada de Yurchenko com duas piruetas e meia na fase de voo.


Simone Biles durante apresentação (Foto: reprodução/Anadolu/Getty Images Embed)


Desafiando a gravidade

Neste ponto, Simone já havia realizado seu salto e, ao receber suas notas, Rebeca percebeu que não alcançaria o degrau mais alto do pódio. Restava esperar as performances da coreana Seojeong Yeo e da americana Jade Carey. Contudo, a medalha de prata já era garantida para ela.

Simone foi a quarta a se apresentar. Ela começou com o Biles II, o salto mais desafiador (6.4) e impressionante da ginástica artística feminina. Sua postura foi impecável, embora tenha dado um pequeno passo para trás na aterrissagem. No Yurchenko Double Pike, também conhecido como Biles II, a ginasta inicia com uma rondada, completa uma volta com impulso do trampolim e aterrissa de costas na mesa de salto. Em seguida, ela se lança no ar, executando um duplo mortal carpado. Com uma nota altíssima de 15.700, Simone saiu radiante, ciente de que havia garantido sua medalha de ouro.

Logo depois, ela saltou com grande altura, realizando um elegante Cheng, novamente com um pequeno passo atrás. Recebeu a nota de 14.900, 0.200 pontos a menos que Rebeca. Contudo, sua média chegou a impressionantes 15.300.

Simone Biles comemora medalha de ouro soltando indireta à ex-companheira de equipe

Simone Biles celebrou mais uma conquista da medalha de ouro dos Estados Unidos junto a suas colegas de equipe na ginástica artística e aproveitou o festejo em uma publicação nas redes sociais com uma mensagem em tom irônico, como uma resposta a sua ex-companheira de equipe MyKayla Skinner, que aparece em um vídeo criticando o elenco feminino convocado para as Olimpíadas de Paris 2024.

Skinner criticou a postura das ginastas referindo-se a elas como “sem talento” e “sem ética de trabalho”, afirmando ainda que as atletas não trabalham duro como deveriam. A ex-companheira do time de Biles ficou fora nas eliminatórias das olimpíadas por ter se tornado mãe recentemente.

Após repercussão negativa, o vídeo foi removido da internet e Skinner se desculpou pelos comentários feitos, alegando que estava comparando as equipes de 2021 e 2024.

A foto publicada por Simone Biles tem a seguinte legenda: “Sem talento, preguiçosas e campeãs olímpicas” e conta com quase 3 milhões de curtidas e 37 mil comentários – alguns deles defendendo a equipe americana dos ataques de Skinner.


Publicação feita por Simone Biles como uma legenda indireta á MyKayla Skinner (Foto: reprodução/Instagram/@simonebiles)


Polêmicas que cercam MyKayla Skinner

Não é a primeira vez que o nome de MyKayla Skinner aparece em meio a polêmicas. Aos 27 anos, Skinner fez sua carreira na equipe de ginástica dos EUA durante um bom tempo e participou de diversos campeonatos mundiais e internacionais, sendo em alguns momentos, alvo de críticas por sua postura e comentários em redes sociais.

Em 2016, a ginasta foi destaque nas seletivas olímpicas, porém, não foi convocada para o elenco principal da equipe dos EUA para o Rio, ficando como reserva. 

Após o anúncio, Skinner retuitou postagens no até então twitter (agora X), com críticas e usando emojis racistas, além da fotomontagem onde Skinner colocava seu rosto na frente da foto original de Gabby Douglas, também ginasta. Posteriormente, pediu desculpas pelas ofensas, mas não se dirigiu diretamente a Douglas.


A foto que já foi removida continha emojis racistas e uma montagem onde Skinner colocou seu rosto junto ao corpo de Gabby Douglas, a real pessoa na foto (Foto: reprodução/x/@mskinner2016)

Durante uma competição com a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) no ano de 2019, Skinner recebeu a nota de 9,925 por sua apresentação solo, mesma pontuação de Katelyn Ohashi que teve um desempenho menor. Skinner não conseguiu disfarçar sua indignação olhando para os juízes e precisou ser retirada do local por seu treinador.

Logo após a última polêmica envolvendo a ginasta, Skinner repostou um stories com a foto da equipe de ginástica de Paris 2024 com emojis de coração em forma de apoio ao time de Biles.


MyKayla Skinner repostou em seu Instagram uma foto da equipe de ginástica olímpica dos EUA após conquista da medalha de ouro (Foto: reprodução/Instagram/@mykaylaskinner2016)

Medalha de Ouro para os EUA

A equipe feminina de ginástica dos Estados Unidos nas Olimpíadas de Paris 2024, traz além de talento, a diversidade entre as mulheres.

Com Simone Biles, o time é composto por ginastas asiáticas, negras e hispânicas e reflete a importância das mudanças e oportunidades que o esporte vem trazendo ao longo dos anos. 

Uma das conquistas mais significativas para os Estados Unidos em termos de esporte olímpico é a medalha de ouro garantida por Gabby Douglas em Londres no ano de 2012, que foi também a primeira medalha para uma ginasta negra marcando a história.

A equipe americana deste ano tem as ginastas: Simone Biles, Jordan Chiles, Jade Carey, Sunisa Lee e Hezly Rivera, que juntas conquistaram o ouro com 171,296 pontos, deixando a medalha de prata para a Itália e a medalha de Bronze para o Brasil.

Olimpíadas 2024: conheça os uniformes das ginastas artísticas finalistas

A final da ginástica artística por equipes contará com a participação de oito países: Brasil, Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Romênia, Canadá, China e Itália. No último domingo, (28), o Brasil garantiu a quarta colocação nas classificatórias.

Além da final por equipes, as ginastas brasileiras também brilharam nas finais individuais. Em sua primeira Olimpíada, aos 18 anos, Júlia Soares conquistou uma vaga na final da trave, enquanto Flávia Saraiva se classificou para a final do individual geral. Rebeca Andrade, a principal rival do fenômeno americano, Simone Biles, avançou para as finais em quatro aparelhos. Com isso, a ginástica artística feminina brasileira garantiu um total de sete finais em Paris.

Além das classificações, a ginástica artística, especialmente a feminina, é famosa por sua beleza, que se reflete tanto nos movimentos desafiadores quanto na elegância dos uniformes. Os collants exibidos nas classificatórias foram verdadeiramente deslumbrantes, com brilhos e as cores dos respectivos países, capturando a atenção de todos.

Brasil

Desenvolvidos com a colaboração da ginasta Jade Barbosa pelo terceiro ano consecutivo, os collants apresentaram de forma discreta as cores da bandeira brasileira, predominando o azul escuro. Adornados com strass, os uniformes não apenas brilharam para os juízes, mas também destacaram o talento das ginastas brasileiras.


Jade Barbosa competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Loic Venance/Getty Images Embed)


O time, composto por Jade Barbosa, Rebeca Andrade, Júlia Soares, Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira, já se destacava nos treinos por seus looks únicos. Com estampas mais infantis, os uniformes foram projetados para abraçar o público jovem da ginástica artística, que é predominante na modalidade.

Estados Unidos

O time liderado por Simone Biles dominou o ranking das classificatórias. Além disso, o uniforme das americanas se destacou por seu deslumbrante detalhamento, com mais de 10 mil cristais Swarovski bordados em seus collants.


Simone Biles competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Anadolu/Getty Images Embed)


O time composto por Simone Biles, Jade Carey, Jordan Chiles, Suni Lee e Hezly Rivera teve seus uniformes projetados por Jeanne Diaz, diretora de design da GK Elite. Segundo Diaz, ela concebeu os uniformes com uma inspiração de looks noturnos para celebrar a anfitriã da competição e também capital da moda, Paris. Em suas palavras:

“Eles são realmente looks de vestuário de noite. Queríamos nos aprofundar nisso para Paris, a capital da moda do mundo. Então, utilizamos muitos elementos modernos, como espartilhos, a arquitetura Art Nouveau e o glamour de Hollywood dos anos 1920”

Todo esse investimento nos uniformes das atletas reflete o apoio que elas recebem, evidenciando que o time é um dos mais condecorados da ginástica artística.

Japão

A nação asiática também está competindo intensamente com o Brasil na ginástica artística feminina. No quarto dia de competição, os brasileiros, conhecidos por sua criatividade nos memes, já geraram diversas piadas sobre o fato de que, em todas as modalidades em que Brasil e Japão se enfrentam, os asiáticos frequentemente saem por cima. No entanto, em questão de vestimentas, ambos os países estão equiparados.


Mana Okamura competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Steve Christo/Getty Images Embed)


Também repletos de strass, os uniformes das ginastas japonesas destacaram as cores da bandeira nacional, com a adição do preto e detalhes em transparências. Assinados pela marca japonesa Mizuno, os uniformes refletiram a elegância e o estilo característicos da equipe.

Reino Unido

A delegação britânica se classificou em penúltimo lugar, à frente apenas da Romênia, que ficou na última posição.


Ruby Evans competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Naomi Baker/Getty Images Embed)


Assim como a delegação brasileira, as ginastas britânicas também escolheram o azul escuro como a cor predominante de seus collants. Incorporando as cores da bandeira, elas adicionaram o vermelho e optaram por deixar o branco de fora. Além disso, investiram em um bordado com linhas verticais para destacar os strass.

Romênia

A delegação da icônica ginasta Nadia Comaneci, famosa por ter sido a primeira a receber a nota máxima de 10, participa da competição em Paris. Hoje, as pontuações não utilizam mais a escala de 0 a 10 como na época de Comaneci. No entanto, a Romênia foi a última colocada nas classificações.


Sabrina Maneca-Voinea competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Paul Ellis/Getty Images Embed)


As ginastas romenas escolheram collants na cor preta, detalhados com as cores da bandeira, azul, amarelo e vermelho nas laterais. Tal artifício criou um efeito visual interessante durante a execução dos movimentos. Além disso, os uniformes apresentam strass na parte da frente, dispostos em um formato de V.

Canadá

As ginastas canadenses optaram por uma paleta de cores completamente diferente da da bandeira nacional, escolhendo tons de azul em vez de branco e vermelho.


Cassandra Lee competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Paul Ellis/Getty Images Embed)


Embora não tenham utilizado o vermelho e o branco em seus uniformes, as ginastas canadenses incluíram a folha de bordo, um símbolo da bandeira canadense. Além disso, utilizaram strass em todo o collant, destacando-os especialmente na gola, de forma semelhante às ginastas estadunidenses.

China

A delegação chinesa, medalhista de prata na ginástica artística masculina, batalha para garantir medalha na modalidade feminina.


Ou Yushan competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Paul Ellis/Getty Images Embed)


As ginastas chinesas escolheram usar as cores da bandeira nacional, amarelo e vermelho, além de adicionarem o preto para criar contraste. Assim como nos collants anteriores, os strass estão presentes, acompanhando os desenhos no tecido e realçando o visual.

Itália

As ginastas italianas, ao contrário das demais delegações, abandonaram completamente as cores da bandeira e optaram pela presença da cor preta na totalidade de seus uniformes da competição.


Manila Esposito competindo nas classificatórias das Olimpíadas 2024 (Foto: Reprodução/Paul Ellis/Getty Images Embed)


Não é incomum que a delegação italiana fuja das cores tradicionais da bandeira, optando por roxo, preto ou outras tonalidades. Por exemplo, no campeonato de Liverpool, as italianas também escolheram um look semelhante ao de Paris, com preto, transparências e brilhos prateados, além de strass. No entanto, o uniforme das Olimpíadas apresenta um design mais adornado, com um toque de rebeldia e intensidade.

Estes foram os collants escolhidos pelas competidoras para a fase de classificação das Olimpíadas de 2024. Agora, fique atento para conferir os looks da final e, claro, torcer para que o Brasil conquiste um lugar no pódio!

EUA revela que o número de cristais em collants olímpicos passará de 6 mil

A tradição dos Estados Unidos na modalidade de ginástica olímpica continua de pé para as Olimpíadas deste ano. Essa tradição consiste nos cristais incorporados nos collants das ginastas, como Simone Biles que brilhou utilizando um collant de 6 mil e 400 cristais nos jogos Olímpicos de Tóquio em 2021. A expectativa das Olimpíadas de Paris é um uniforme de 10.000 cristais Swarovski.

Entre cristais e pérolas

Jeanne Diaz, diretora de design da GK Elite é a responsável pelos collants, onde toda sua equipe buscou inspirações em museus de arte e passarelas de alta costura. Em 2022, começaram os processos de estilização dos collants para as Olimpíadas deste ano na Pensilvânia.

Ao ser entrevistada pela The New York Times, a profissional revelou que além de se inspirar na capital francesa, tinha como objetivo criar um guarda-roupa que representasse seu país de forma inconfundível.

Além de utilizar cristais, pela primeira vez também foram incorporadas pérolas aos uniformes. O principal destaque fica por conta do collant que as ginastas irão vestir na final por equipe. A intenção da GK Elite era reproduzir a sensação de cobrir um atleta com a bandeira americana.


Collants com as cores da bandeira dos Estados Unidos (Foto: reprodução/GK Elite Sportswear)

8 collants, 8 propostas

Das oito opções disponíveis para todas as ginastas usarem em suas apresentações, o foco vai para o collant Luminous Legacy, que conta com mais de 10.000 cristais sobre uma base de cores vermelho, branco e azul. Além disso, o modelo apresenta um decote em V e um design de espartilho na cintura.


Simone Biles utilizando o Luminous Legacy, collant com mais de 10.000 cristais (Foto: reprodução/GK Elite Sportswear)

Outra escolha é o Star Spangled Shine, com detalhes em veludo e estrelas desenhadas para realçar os 6.359 cristais do traje. A designer Diaz sugere que este modelo é o equivalente a um clássico vestido preto.


Simone Biles utilizando o Star Spangled Shine (Foto: reprodução/GK Elite Sportswear)

Por sua vez, o Freedom’s Grace, um estilo branco com detalhes em renda transparente, é adornado com quase 3.500 cristais e quase 1.000 pérolas, sendo que estas últimas são colocadas manualmente.


Modelo utilizando o Freedom’s Grace (Foto: reprodução/GK Elite Sportswear)

Caso estivessem disponíveis para compra individual, os collants seriam precificados em torno de US$ 5.000 (equivalente a aproximadamente R$ 27.150) cada um. Versões replicadas desses collants, sem mangas e com menos cristais, poderão ser adquiridas por US$ 89,99 (cerca de R$ 488).

Descubra outras celebridades adotadas além de MC Bin Laden

MC Bin Laden, participante do BBB 24, revelou na última quinta-feira (18) ter sido adotado aos 18 anos por uma pastora. Assim como Jefferson, nome do MC Bin Laden, outras celebridades também foram adotadas. A Vogue Brasil reuniu outras histórias de celebridades adotadas, por parentes ou por desconhecidos.

Funkeiro MC Bin Laden

Muitos fãs do cantor desconheciam que o MC Bin Laden foi adotado aos 18 anos por uma pastora. MC Bin Laden compartilhou no BBB 24 que após a separação de seus pais aos 9 anos e ser expulso de casa aos 11, sentiu-se muito rejeitado.

Ele relatou aos colegas de confinamento sobre a adoção e a resistência inicial dos frequentadores da igreja de sua mãe.


MC Bin Laden (Foto: reprodução/Gazeta Digital)

Minha mãe adotiva que me curou essa parada. Quando você cresce rejeitado pela sua família e vem uma mulher preta, pastora, todo mundo na família evangélico e eu funkeiro, cheio de revolta, cheio de mágoa, cheio de tristeza, cheio de ódio; deixei quieto esse bagulho de rejeição”, afirmou o funkeiro.

Influenciador Carlinhos Maia

Carlinhos Maia, de 32 anos, filho de Maria Maia e Virgílio Maia, foi adotado nos primeiros dias de vida. Com o sucesso, sua mãe biológica exigiu ajuda financeira, levando Carlinhos a mover uma ação judicial contra ela.


Influencer Carlinhos Maia (Foto: reprodução/O Dia)

Cantor Jonh Lennon

John Lennon foi adotado aos 5 anos por sua tia Mimi. Ela obteve sua guarda após denunciar a mãe biológica do cantor por negligência. O pai biológico tentou levá-lo para a Nova Zelândia, mas desistiu após a mãe biológica perseguir o menino.


Cantor John Lennon (Foto: reprodução/Just Jared)

Apresentadora Silvia Abravanel

Silvia, segunda filha mais velha de Silvio Santos e Maria Aparecida Abravanel, foi adotada após passar três dias em um orfanato. Com a morte de sua mãe biológica, Silvia começou a chamar Íris Abravanel, segunda esposa de seu pai, de mãe.

Cantor Milton Nascimento

Milton Nascimento perdeu a mãe biológica antes de completar dois anos. Sua avó materna, que trabalhava como empregada doméstica, concordou em deixar a filha de sua patroa, Lília Silvia Campos, adotar Milton, com a condição de manter o sobrenome e visitas frequentes. Milton foi então criado por Lília e seu marido Josino Campos, dono de uma estação de rádio. Milton também adotou o filho Augusto Nascimento.

Estilista Nicole Richie

A socialite Nicole Richie foi morar com Lionel Richie e Brenda Harvey Richie aos dois anos, sendo oficialmente adotada em 1990, aos 9 anos de idade.


Estilista Nicole Richie e seu pai Lionel Richie (Foto: reprodução/Jornal Extra)

A atriz Lana Condor

Nascida em Can Tho, Vietnã, a atriz e dançarina Lana Condor foi adotada por pais americanos e viveu em Chicago. Após a adoção, seu nome mudou de Tran Dong Lan para Lana Therese Condor. Lana tem um irmão adotivo, Arthur.


Atriz Lana Condor (Foto: reprodução/Jornal O Dia)

A ginasta Simone Biles

Adotada aos 5 anos por seu avô materno e sua esposa, a ginasta Simone Biles revelou que sua mãe biológica enfrentava problemas com drogas e álcool.


Ginasta Simone Biles (Foto: reprodução/Listal)

Ator Jonathan Azevedo

O ator Jonathan Azevedo foi adotado ainda recém-nascido e descobriu sua adoção aos 18 anos. Em entrevista, ele disse se sentir privilegiado e considerar seus pais adotivos sua fortaleza.


Ator Jonathan Azevedo (Foto: reprodução/GShow)

 Atriz Jenna Ushkowitz

Nascida em Seul, Coreia do Sul, a atriz Jenna Ushkowitz foi adotada aos 3 meses de idade e levada pelos pais adotivos para os Estados Unidos, onde adotou o sobrenome de seu pai adotivo.


Atriz e cantora Jenna Ushkowitz (Foto: reprodução/Gotceleb)

A estrela Marilyn Monroe

Cantora, atriz e modelo, Marilyn Monroe foi uma das maiores estrelas do cinema, reconhecida também como a mulher mais sexy do mundo. Norma Jean Baker, seu nome de batismo, nasceu órfã de pai e sua mãe tinha problemas mentais. Por isso, teve de viver em orfanatos e passou por 12 famílias, até ser adotada aos 9 anos por Grace, uma amiga de sua mãe.


Atriz Marilyn Monroe (Foto: reprodução/Daily)

Empresário Steve Jobs

Criador da Apple, Steve Jobs foi adotado ainda bebê por Paul e Clara Jobs. Sua mãe biológica, estando na faculdade quando o teve, não conseguiu ficar com ele. Além disso, os avós de Steve não o aceitavam por ser fruto de um relacionamento com um imigrante sírio e muçulmano. Diante disso, sua mãe optou por colocá-lo para adoção.