Lisa Marie Presley afirma que Michael Jackson teve sua primeira relação sexual aos 35 anos

Na última terça-feira (08), Riley Keough, filha de Lisa Marie Presley, lançou o livro de memórias que sua mãe estava escrevendo antes de sua morte repentina em janeiro de 2023. Intitulado From Here To The Great Unknown, a obra traz revelações impactantes não apenas sobre a vida da filha de Elvis Presley, mas também sobre figuras de seu círculo social, incluindo Michael Jackson, com quem foi casada.

Entre as diversas revelações, Lisa Marie Presley compartilhou que, ao iniciar seu relacionamento com Michael Jackson, ele tinha 35 anos e ela 25, sendo que já havia sido casada anteriormente, ao contrário do cantor. Segundo Presley, Michael confidenciou a ela que ainda era virgem.

Como o romance começou

Lisa Marie contou que conheceu Michael Jackson quando tinha apenas 6 anos, durante uma apresentação dos Jackson 5 em Las Vegas. No entanto, ela afirmou não ter lembranças desse encontro. Segundo a cantora, ela passou a conhecer Michael de verdade apenas em 1993, quando lhe mostrou uma demo de suas músicas.

A cantora também revelou que, na época, estava em um relacionamento com Danny Keough, pai de sua filha Riley, o que desagradava Michael. Após algum tempo casada com Danny, Lisa se divorciou e iniciou um romance com Michael Jackson, casando-se com ele apenas 20 dias após a finalização de seu divórcio em 1994.


Lisa Marie Presley e Michael Jackson (Foto: reprodução/Kim Kulish/Getty Images Embed)


Segundo Lisa Marie Presley, após o casamento, Michael Jackson revelou a ela que, aos 35 anos, ainda era virgem, o que a surpreendeu na época, já que o cantor era frequentemente associado a rumores de envolvimentos amorosos com várias mulheres. Em suas palavras: “Ele me disse que ainda era virgem. Acho que ele beijou Tatum O’Neal e teve um caso com Brooke Shields, que não foi físico, exceto um beijo. Ele disse que Madonna também tentou ficar com ele uma vez, mas nada aconteceu”.

Além disso, Lisa Marie admite que seu relacionamento com Michael foi o último que a fez se sentir verdadeiramente realizada. A artista também deu mais detalhes sobre suas intimidades com Jackson. Em suas palavras: “Fiquei apavorada, porque não queria dar o passo errado. Quando ele decidiu me beijar pela primeira vez, ele simplesmente o fez. Ele estava instigando tudo. As coisas físicas começaram a acontecer, o que me deixou chocada. Eu pensei que talvez não faríamos nada até nos casarmos, mas ele disse: Não vou esperar!’ Na verdade, fiquei muito feliz. Nunca mais fui tão feliz”.

Riley Keough também faz suas observações na obra, revelando que o casamento de sua mãe com Michael Jackson foi secreto, a ponto de Priscilla Presley, sua avó, não ter sido informada imediatamente. Ela destaca como a conexão entre Lisa Marie e o astro foi especial, ressaltando que ambos apresentavam comportamentos incomuns um em relação ao outro. Michael conseguia ser verdadeiro com Lisa como nunca havia sido antes, e, por sua vez, ela nunca o fez assinar um termo de confidencialidade, ao contrário de seus outros relacionamentos.

Como o romance terminou

Lisa Marie começou a perceber mudanças em Michael Jackson a partir do momento em que ele foi acusado de molestar Jordie Chandler, uma criança, acusação que ela nega que o ex-parceiro possa ter cometido.

Com a pressão das acusações e a gravação de seu álbum HIStory, Lisa Marie notou diferenças marcantes no comportamento de Michael. Ele começou a usar drogas, um comportamento que revisitava lembranças desconfortáveis para ela, especialmente devido à morte de seu pai em 1977, que ocorreu em decorrência do abuso de substâncias.


Lisa Marie Presley e Michael Jackson no VMA de 1994, quando ela já começava a perceber diferenças no comportamento dele e afirma que após o beijo no palco, ele a ignorou (Foto: reprodução/AFP/Getty Images Embed)


Com o tempo, o relacionamento entre os dois esfriou, e Lisa Marie começou a sentir que Michael estava com ela apenas por conta da mídia, já que ele a ignorava por dias a fio. Essa situação levou ao desgaste do relacionamento, culminando na decisão da cantora de pedir o divórcio em 1996, especialmente após Michael recusar tratamentos para seu vício.

Gisele Itié revela que perdeu a virgindade em estupro e tentou suicídio

A atriz Gisele Itié fez revelou que foi vítima de abuso sexual aos 17 anos, o relato emocionado foi na última quinta-feira (26) durante o podcast “Exaustas”, ela confessou que, por conta disso, desenvolveu transtorno alimentar, depressão, se mutilava e chegou tentar tirar a própria vida.

O podcast apresentado por ela, Samara Felippo e Caroline Figueiredo, no canal do YouTube Wondery Brasil, é uma espécie de roda de amigas que abordam assuntos do universo feminino, sobre relacionamentos, maternidade e traumas. Gisele desabafou com um texto dela, que inicialmente expôs seu sofrimento na infância, devido ao bulling sobre sua aparência:

“Sempre fui uma criança que não cabia na caixinha do padrão de beleza posta pela sociedade. Era desengonçada, usava aparelho, não era vista como uma criança bonita. Não mesmo. Só que quando comecei a entrar na adolescência, meu corpo se transformou e muito. Minha vida se transformou”, iniciou o relato com embargo na voz.

Os traumas ainda na adolescência

A intérprete de Zípora de “Os Dez Mandamentos”, continuou o relato dizendo que aos doze anos notou que a maneira como homens e meninos a olhavam e a tratavam era nojenta.

“Foi nesse momento que comecei a entender que meu corpo não era mais meu. Era um espaço público invadido por olhares lascivos, gemidos, toques, mãozadas e por aí vai. Sinceramente eu não consigo falar detalhadamente de cada situação, porque a sensação do meu corpo ser nojento vem”, desabafou.

Muito emocionada, Gisele confessou que, por causa dessas situações, passou a ter pesadelos frequentes, em que era perseguida por homens conhecidos e de sua família, e não queria dormir, pois tinha medo de ser pega durante os pesadelos.


Relato completo de Gisele Itié, durante o Podcast “Exautas” (vídeo: reprodução/ YouTube/Exaustas/WonderyBrasil)


O suicídio do primeiro namorado e o abuso sexual

A atriz afirmou que a situação ficou ainda pior após seu primeiro namorado cometer suicídio, “Foi aí que comecei a questionar o meu lugar na vida. Quanto mais eu me tornava mulher, mais objetificada eu me tornava, o vácuo foi crescendo e eu comecei a me machucar de verdade. A me cortar [e por aí vai]. Até tentar tirar minha vida,” confessou ela em lágrimas.

Gisele contou que perdeu a virgindade em um estupro aos 17 anos e que os pensamentos suicidas partiram daí:

“Foi nesse momento que eu me perdi de vez e compreendi o quanto eu era oca”, relatou.

Ela afirma que se sentia culpada por tudo que estava acontecendo “Eu só fazia me castigar como se eu fosse culpada. E foi no silêncio que meu corpo gritava e pedia socorro. Passei a ter uma depressão profunda, bulimia, anorexia nervosa, eu me cortava e tudo o que queria era desaparecer de vez“, concluiu Itié, aos prantos.

O desabafo comovente, emocionou suas companheiras de apresentação que a acolheram. Gisele afirmou que foi a primeira vez que compartilhou todo seu sofrimento, e nem a própria mãe tinha conhecimento do abuso que sofreu.

Saiba quais são os mitos por trás do uso de absorventes internos

O debate em torno do uso de absorventes internos por mulheres virgens tem sido motivo de controvérsia e especulação. Recentemente, durante uma conversa casual no BBB 24, a participante Beatriz expressou preocupação em usar absorventes internos, temendo que isso pudesse afetar sua virgindade. Nas redes sociais, a discussão levantou questionamentos importantes sobre a segurança desses produtos para jovens que ainda não iniciaram a vida sexual.

Muitas vezes, o uso de absorventes internos por mulheres virgens é envolto em mitos e equívocos. O argumento principal contra o uso desses produtos é o medo de que eles possam romper o hímen, membrana que cobre parcialmente a entrada da vagina e é frequentemente associada à virgindade. No entanto, especialistas médicos afirmam que essa preocupação é infundada.

A Mariana Rosário, ginecologista e obstetra, esclarece que o hímen possui uma abertura natural que permite a passagem do sangue menstrual, e os absorventes internos podem ser inseridos sem causar danos. Ela recomenda o uso da versão mini do absorvente interno para mulheres jovens e virgens, garantindo assim maior conforto e segurança.

No entanto, Domingos Mantelli, outro especialista na área, adverte sobre os possíveis riscos associados ao uso de absorventes internos por mulheres virgens. Ele argumenta que a inserção do absorvente interno pode resultar em uma ruptura do hímen e, consequentemente, causar sangramento. O médico sugere que mulheres virgens optem por alternativas mais seguras, como absorventes externos.

Coletor menstrual como alternativa


Além dos tampões, os coletores menstruais também são uma opção (Fotografia: Reprodução/EUFEMEA)

Além dos absorventes internos e externos, o coletor menstrual surge como alternativa popular nos últimos anos. Similar ao absorvente interno, o coletor é inserido na vagina para coletar o fluxo menstrual. No entanto, sua aplicabilidade em mulheres virgens é outra questão em debate entre especialistas.

Enquanto alguns médicos argumentam que o coletor menstrual pode ser difícil de inserir para mulheres com hímen íntegro, outros afirmam que, com prática e instrução adequadas, é possível utilizar o coletor com segurança. A Dra. Rosário enfatiza a importância da educação sobre o uso correto do produto, especialmente para mulheres jovens e virgens, para evitar possíveis complicações.

Em caso de dúvidas, busque orientação médica

Diante das opiniões divergentes dos especialistas, uma coisa é clara: a consulta médica e o conhecimento sobre os diferentes produtos de higiene menstrual são fundamentais para mulheres jovens, especialmente aquelas que ainda não iniciaram a vida sexual. Embora o uso de absorventes internos e coletores menstruais possa ser seguro em muitos casos, é importante entender os possíveis riscos e tomar decisões com base em orientação médica.