Volodymyr Zelensky afirma que ações da Rússia tem sinais de genocídio

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, em pronunciamento feito neste domingo (27), caracterizou a invasão da Rússia como terrorismo. “Isso é terror. Eles vão bombardear ainda mais as nossas cidades ucranianas, eles vão matar as nossas crianças de forma ainda mais sutil. Esse é o mal que veio à nossa terra e precisa ser destruído”, relatou Zelensky.

O presidente ainda afirmou que as ações criminosas da Rússia contra a Ucrânia têm sinais de genocídio, e ainda afirmou que não há nada que os russos não considerem um alvo. “Eles lutam contra todos, eles lutam contra todas as coisas vivas: escolas de jardim de infância, prédios residenciais e até ambulâncias”.

Com os últimos episódios, a Ucrânia protocolou um processo contra a Rússia no Tribunal Penal Internacional, em Haia, relatou o presidente Zelensky em seu Twitter:

“A Rússia deve responder por ter manipulado a noção de genocídio para justificar a agressão. Nós exigimos uma decisão urgente para pedir que a Rússia pare com as atividades militares agora e esperamos que o processo comece na semana que vem”. Neste domingo, o presidente ucraniano já tinha dito que as ações russas têm sinais de genocídio. 


Prédio residencial atingido em Kiev, capital da Ucrânia.(Vídeo:Reprodução/Youtube)


Ainda neste domingo, Volodymyr Zelensky rejeitou uma negociação de paz em Belarus, país aliado de Putin, alegando que as negociações não são reais. Segundo assessores do presidente, a Ucrânia só quer negociações de verdade sobre a ofensiva militar, e sem ultimatos.

O governo da Rússia afirmou que enviou uma delegação para a cidade de Gomel, em Belarus, e que aguardava os ucranianos. Porém, Zelensky rejeitou a oferta. Segundo o Presidente da Ucrânia, as tropas russas que invadiram o seu território partiram justamente do território belorruso.

Contudo, ainda há possibilidade das negociações ocorrerem em algum outro local. Segundo os assessores, Zelensky só quer negociações reais e não vai aceitar ultimatos.

Foto destaque: Reprodução/Instagram/Zelenskiy Official

 

 

‘Ucrânia não baixará as armas’, afirma o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky se pronunciou em suas redes sociais neste sábado (26) afirmando que a Ucrânia não irá baixar a guarda e se render aos Russos. “Não vamos baixar as armas, vamos defender o nosso Estado” afirmou Zelensky, em vídeo divulgado.

Nesse mesmo vídeo, o presidente pediu para que ninguém caia em informações falsas sobre a situação do país. “Nossa arma é a verdade, e nossa verdade é que esta é nossa terra, nosso país, nossos filhos, e vamos defender tudo isso”, afirmou.

O líder ucraniano tem utilizado muito suas redes sociais para publicar vídeos com recados ao povo da Ucrânia. As gravações são realizadas em frente a seu escritório na capital, em Kiev, que está sendo alvo de inúmeros ataques russos.

Mesmo com os constantes ataques e pressão da Rússia, Volodymyr Zelensky nem cogita em deixar o seu país. Segundo um relato de um dirigente de uma agência de inteligência dos Estados Unidos, os americanos já ofereceram ajuda para que o líder deixasse Kiev, oferta que foi prontamente recusada. A mesma informação foi divulgada também pela embaixada do Reino Unido na Ucrânia, via Twitter. O Presidente ainda relatou que “precisa de munição, e não de uma carona”.


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Russos atacando prédio residencial em Kiev (Vídeo:Reprodução/Instagram/Folha de São Paulo)


Em outra publicação feita ao na manhã deste sábado, Zelensky afirmou que conversou com o presidente francês Emmanuel Macron. “Armas e equipamentos de nossos parceiros estão a caminho da Ucrânia. A coalizão anti-guerra está funcionando”. Mesmo com a invasão e os fortes ataques russos, que começaram nesta quinta-feira (24),  Zelensky afirma que a capital Kiev ainda está sob controle da Ucrânia. “Nós resistimos e estamos repelindo os ataques inimigos com sucesso. A luta continua.”

O presidente ainda falou sobre o apoio de outros países da Europa para impor sanções econômicas ao país russo. “Já temos o apoio de quase todos os países da União Europeia para desconectar a Rússia do “Swift” (rede de pagamentos). Espero que a Alemanha e a Hungria tenham coragem de apoiar essa decisão.  Temos coragem de defender a nossa terra natal, de defender a Europa.” Zelensky ainda afirmou que irá armar todos que quiserem ajudar os militares ucranianos.

Neste sábado, se completam três dias desde que a Rússia começou a operação contra a Ucrânia. Explosões são ouvidas a todos os momentos e existem relatos de que os Russos irão tentar um ataque a uma estação de eletricidade, com o intuito de deixar a capital Kiev no escuro e para seguirem atacando.

Foto destaque: Reprodução/Instagram/Zelensky Official

Estados Unidos irão ajudar famílias atingidas por chuva em Petrópolis

Neste Sábado (19), A Agência para o desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos vai ajudar as vítimas da tragédia ocorrida em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. A cidade imperial foi atingida pelo forte temporal que caiu na última terça-feira (15) e ainda passa por instabilidades no clima, que ainda está passando por fortes chuvas nos últimos dias. A doação feita pelo governo americano foi de R$ 520 mil para auxilio imediato da cidade.

De acordo com o encarregado de Negócios da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, Douglas Koneff, uma das qualidades que caracteriza esta relação EUA-Brasil é o apoio dos países. “É o nosso desejo de apoiar um ao outro em momentos difíceis. É desolador para todos nós ver essa tragédia tomar conta da cidade de Petrópolis. Prestamos nossos sentimentos de pesar e solidariedade às famílias das vítimas e desabrigados”, afirmou Douglas.


Total de vítimas na tragédia subiu para 146. As autoridades ainda buscam sobreviventes e desaparecidos. (Foto:Reprodução/Marcos Serra Lima/G1)


De acordo com a Usaid (sigla em inglês da Agência), os recursos irão ser aplicados na distribuição de kits de higiene pessoal, limpeza e segurança alimentar para as vítimas desabrigadas. A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra) será a responsável por administrar o dinheiro da doação.

O diretor da agência no Brasil, Ted Gehr, relatou que estão em solidariedade para a reconstrução das famílias atingidas pela tragédia: “A Usaid se une aos esforços para ajudar na recuperação dos danos causados às famílias da Região Serrana do Rio de Janeiro; estamos à disposição para ajudá-las a reconstruir suas vidas”.

De acordo com a embaixada americana no Brasil, o governo americano “mantém uma relação de colaboração histórica com o estado do Rio de Janeiro” e exemplificou o Memorando de Entendimento assinado em 14 de Dezembro de 2021, entre o estado e a embaixada e consulados dos EUA, a fim de expandir a cooperação entre os dois lados em várias áreas, tanto econômicas quanto sociais.

Foto destaque: Reprodução/Carlos Elias Júnior/FOTOARENA/Estadão Conteúdo

Boris Johnson alerta chances de ‘maior guerra na Europa desde 1945’ se Rússia invadir a Ucrânia

Em entrevista feita neste sábado (19), sobre a possibilidade de uma invasão da Ucrânia, o primeiro ministro britânico Boris Johnson afirmou que, à chances da Rússia estar planejando a “maior guerra na Europa desde 1945”, quando aconteceu a Segunda Guerra Mundial. A declaração ocorreu em meio aos conflitos sobre uma possibilidade de invasão dos Russos à Ucrânia.

Boris Johnson declarou para a BBC, em entrevista que irá ao ar neste domingo,  que “todos os sinais são de que o plano já começou em alguns sentidos.” O britânico também teme que “o plano que estamos vendo é para algo que pode ser a maior guerra na Europa desde 1945, apenas em termos de escala”. De acordo com o primeiro-ministro, os serviços de Inteligência sugerem que a Rússia pretende lançar uma invasão que cercará Kiev, capital ucraniana.


Primeiro Ministro britânico teme que ocorram combates catastróficos do nível da Segunda Guerra Mundial, em 1945. (Foto: Reprodução/Ministério da Defesa de Belarus/AFP)


As pessoas precisam entender o enorme custo em vidas humanas que isso pode acarretar”, relatou Boris, que está com credibilidade baixa dentro do Reino Unido, por conta do “Partygate”, escândalo de festas que ocorreram na residência oficial durante o período de quarentena contra a Covid-19.

O primeiro ministro britânico também indicou que, o Reino Unido irá aplicar sanções amplas contra os Russos, caso a invasão seja feita e o conflito seja concretizado. A ideia inicial é que o governo Britânico e os Estados Unidos impeçam as empresas russas de negociar “em libras ou em dólares”, sendo essa uma atitude que, segundo Boris, “atingiria muito duramente o país russo”.

Por outro lado, os Russos negam que esteja no plano atacar a Ucrânia, mas até o momento já foram deslocados uma média de 160 mil a 190 mil soldados, para as fronteiras com a Ucrânia, de acordo com os serviços de informação americanos. Esta ação criou um alerta no Ocidente, com vários países temendo que haja uma invasão. O presidente americano Joe Biden relatou nesta sexta-feira que estava “convencido” de Vladmir Putin lançará um ataque nos próximos dias.

Foto destaque: Reprodução/Yves Herman/Reuters 

 

Loja de grife Reserva é acusada de racismo e retira manequim preto da loja

Nesta terça-feira (15), a loja de grife Reserva teve que retirar um manequim de uma de suas lojas no Shopping Barra, em Salvador, após seu mostruário ter sido associado com gesto racista. O gesto em questão é de um manequim preto que estaria quebrando a vidraça da loja, e a ação foi classificada como desrespeitosa e racista.

Um funcionário do shopping, que preferiu não se identificar, relatou que alguns clientes que frequentavam a loja comentavam que o ato do manequim parecia ser de uma pessoa arrombando a vitrine. Nas redes sociais, o ato também foi bastante questionado. Vários usuários perguntaram o motivo da marca ter usado um manequim preto e não um branco para realizar a propaganda.

A comunicóloga Ahley Malia, em seu Twitter, fez duras críticas contra a loja carioca: “A loja Reserva do Shopping Barra colocou um manequim preto quebrando a vidraça do estabelecimento como se estivesse invadindo. Isso é racismo escancarado, nem sei como reagir”, escreveu a influencer.


Clientes alegam que o manequim estaria fazendo o gesto de estar “assaltando” a loja. (Foto: Destaque/Site/Reserva)


Sérgio Ricardo Graças, que é engenheiro de produção, destacou que o posicionamento da marca é o reflexo de como a população negra é tratada na construção social do país e que a quebra desse imaginário é necessária para assegurar a vida das pessoas negras no Brasil.

Outra problemática que os internautas destacaram nas redes foi que os Shoppings da Bahia têm tido problemas frequentes em relação a ações preconceituosas. Em 2018, há 4 anos, um jovem tentou pagar o almoço para uma criança que vendia chicletes na rua e seguranças do Shopping tentaram impedi-lo. A cena foi gravada e gerou problemas ao shopping. Um ofício da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) foi enviado para o local e os funcionários que tentaram impedir o homem de comprar a comida foram afastados.

Em nota, a Reserva afirmou que o manequim fazia parte da vitrine chamada “Loucuras da Reserva” e que “não teve nenhuma intenção de ofender qualquer pessoa ou disseminar ideias racistas”. O Shopping ainda não se pronunciou.

Foto destaque: Reprodução/Instagram (@professorabeth)

França muda regras e flexibiliza o uso de máscaras em ambientes fechados

No próximo dia 28 de Fevereiro, A França entrará com uma nova lei flexibilizando o uso de máscaras em locais fechados. A nova medida fará com que as máscaras não sejam mais obrigatórias em locais fechados, com exceção de transportes públicos e locais que não exigem comprovante de vacinação. O comunicado foi divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Ministério da Saúde local.

Segundo o governo do país, a situação do país obteve uma melhora na questão epidêmica, o que levou o país a poder contar com as novas leis que aliviam as restrições impostas contra a Covid-19, incluindo as medidas até nas escolas. Nas últimas três semanas, a situação no país francês melhorou consideravelmente. Em 24 horas, foram divulgados 153.025 casos positivos, contando com 121.327 a menos do que na semana passada, de acordo com números divulgados pela Santé Publique France.


Devido a considerável baixa nos casos de Covid no país, a França começa a flexibilizar leis sobre o uso de máscaras (Foto: Reprodução/Ap Photo/Francois Mori)


O ministro da Saúde, Oliver Verán, fez uma declaração sobre a viabilização das novas regras sobre o uso das máscaras e se referiu a restaurantes, cinemas, teatros e salões para exemplificar: “O passaporte vacinal nos possibilita, em um contexto de redução da pressão epidêmica, e como nós já fizemos antes dessa onda, acabar com a obrigatoriedade do uso de máscaras nos estabelecimentos que recebem pessoas com um passaporte vacinal”.  

As leis entram em vigor para as pessoas maiores de 18 anos, vacinadas com as três doses e que tenham testado positivo há menos de 6 meses, ou que possua contra indicações contra a vacina da Covid.

A queda no número de casos também motivou a flexibilização do protocolo sanitário nas escolas. Desde o mês de Setembro, período em que começa o ano letivo na França, foram feitas muitas mudanças no protocolo para as escolas. Agora, após o recesso de duas semanas, situados entre 12 de fevereiro e 7 de Março, os alunos estão dispensados de usar máscaras no pátio e nas aulas de Educação Física em espaços fechados, e só será exigido um teste se houver algum caso positivo na sala de aula.

Foto destaque: Reprodução/Phil Nobre/AFP

Carrefour faz mutirão para contratação de refugiados na empresa

No dia 15 de Fevereiro, o grupo Carrefour Brasil irá realizar um mutirão para contratação de refugiados em todas as unidades no país. Essa iniciativa começou em 2018, quando 250 pessoas em situação de refúgio foram contratadas pela empresa, sendo150 pessoas somente em 2021.

Estas contratações são feitas em parceria com organizações que auxiliam na contratação de refugiados por todo o Brasil. As vagas são para todas as unidades do Carrefour do Brasil, com cargas horárias e condições compatíveis com a oportunidade. São diversas vagas ofertadas, entre elas estão as vagas de recepcionista, repositores, agente de fiscalização, auxiliar de perecíveis, açougueiro, padeiro e peixeiro.

O gerente de diversidade e inclusão do Grupo, Kaleb Machado, diz que a empresa está no caminho certo e que estão dando um passo importante para a inclusão no mercado de trabalho: “Promovemos a inserção profissional para grupos minorizados por entendermos que o trabalho é um dos principais fatores de inclusão social e que o setor do varejo é uma porta de entrada importante para o mercado de trabalho”


A franquia de supermercados faz este projeto desde 2018 e já garantiu a inclusão de 250 refugiados no mercado de trabalho (Foto:Reprodução/Divulgação)


Além das vagas, o Carrefour vai oferecer diversos benefícios aos contratados, podendo citar convênios médicos, odontológicos e de farmácia, e ainda podem contar com 5% de desconto nas compras realizadas com o cartão da loja nas unidades da rede.

As etapas do processo seletivo serão online, exceto a entrevista de emprego com o gestor da vaga, realizada presencialmente na unidade em que o candidato ira trabalhar. Os interessados na vaga podem se candidatar no site do Carrefour, na aba “Carreiras”, e seguir todos os requisitos e cumprir as etapas para a vaga. As oportunidades são ofertadas há bastante tempo pela empresa e os resultados têm sido bastante positivos. 

Foto destaque:Carrefour. Reprodução/Exame

Bolsonaro se manifesta após polêmicas recentes sobre ideologia nazista

Nesta quarta-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre as recentes polêmicas envolvendo o nazismo, após as declarações do podcaster Bruno Aiub, conhecido por “Monark”. Bolsonaro afirmou que “a ideologia nazista deve ser repudiada de forma irrestrista e permanente”. O presidente também citou o comunismo, alegando que qualquer outra ideologia totalitária deve ter o mesmo tratamento.

A declaração veio um dia após a polêmica vir à tona quando Monark, até então um dos donos do “Flow Podcast”, afirmou que “deveria ter um partido nazista no Brasil” e que  as pessoas “tem o direito de não gostar de judeus”. Após o episódio, o podcaster foi desligado dos estúdios Flow e motivou a abertura de uma investigação pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

O presidente fez a seguinte declaração em seu Twitter: “A ideologia nazista deve ser repudiada de forma irrestrita e permanente, sem ressalvas que permitam seu florescimento, assim como toda e QUALQUER ideologia totalitária que coloque em risco os direitos fundamentais dos povos e dos indivíduos, como o direito à vida e à liberdade.”


Presidente se manifestou repudiando veementemente o nazismo e destacou que o comunismo deve ter o mesmo tratamento. (Foto:Reprodução/Adriano Machado/Reuters)


Bolsonaro também ressaltou que é “de nosso desejo, inclusive, que outras organizações que promovem ideologias que pregam o antissemitismo, a divisão de pessoas em raças e classes, e que também dizimaram milhões de inocentes ao redor do mundo, como o Comunismo”, sejam alcançadas e combatidas por nossas leis”

Bolsonaro também criticou a banalização da discussão sobre o nazismo, afirmando que é preciso ter “extrema responsabilidade e seriedade na hora de tratar o tema”. Por fim, o presidente afirmou que o momento agora é de “reflexão, amadurecimento, a respeito de qual ambiente queremos criar para o Brasil” e pediu que a população tenha juízo e responsabilidade para lidar com estes assuntos.

Vale ressaltar que realizar apologia ao nazismo é crime. De acordo com a lei 7.716/89, quem “fabrica, comercializa, distribui ou veicula símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fim de divulgação de nazismo” está previsto a ser penalizado com reclusão de dois a cinco anos e multa.

Foto destaque: (Reprodução/Isac Nóbrega/PR)

 

Após polêmicas, Joe Rogan tem mais de 100 episódios de seu podcast excluídos pelo Spotify

As coisas não vão muito bem na vida do comediante e apresentador Joe Rogan. Mesmo com pedidos de desculpas gravados nesse sábado, dia 5, o podcaster continua sendo alvo de críticas e boicotes, após utilizar insultos racistas em seus programas. Neste mesmo sábado, o Spotify retirou mais de 100 episódios do programa de Rogan de sua plataforma. A empresa vive pressão de outros artistas para que não tenha mais conteúdo relacionado ao polêmico apresentador em sua lista de podcasts.

De acordo com o portal “JRE Missing”, que monitora a remoção dos programas do “The Joe Rogan Experience”, até a noite deste sábado, um total de 113 episódios já não estavam mais disponíveis na plataforma. A revista americana “Forbes” confirmou o caso. Antes das remoções, Rogan fez um vídeo de desculpas e postou em suas redes socias, na qual lamentou ter usado as palavras de cunho racista em seu programa.

Até o momento, o Spotify não explicou o motivo da remoção de certos conteúdos de Joe e da permanência de outros. De acordo com a empresa Bloomberg, esta “seletiva” foi uma escolha do próprio podcaster. A Forbes relatou que, com excessão de um episódio, todos os outros removidos foram gravados antes da pandemia começar nos Estados Unidos, dando a entender que as exclusões não foram causadas pelas declarações polêmicas de Joe Rogan sobre a Covid-19.


O Podcast de Joe Rogan é marcado por muitas polêmicas e é criticado por diversos artistas. (Foto: Reprodução/Syfy/NBCUniversal/Getty Images)


O primeiro músico a se manifestar contra foi o cantor canadense Neil Young, que pediu a remoção imediata de seu conteúdo da plataforma. O motivo para Young fazer o pedido foi que Rogan “propaga desconhecimento e a desinformação sobre as vacinas”. A cantora Joni Mitchel, David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash também pediram a remoção de suas obras do catálogo do aplicativo, por discordarem da presença do Podcast.

O “The Joe Rogan Experience” é o podcast mais ouvido do Spotify, que detém todos os direitos do programa, na qual a empresa pagou mais de 100 milhões de dólares pela exclusividade. Daniel EK, fundador e diretor executivo do Spotify, classificou o programa como “vital para a companhia”. Mesmo explicando que considera algumas coisas “polêmicas” e “ofensivas”, o diretor afirmou que “para alcançar suas metas, o Spotify deve manter conteúdos com os quais muitos de seus funcionários não querem ser associados”.

Foto destaque: Reprodução/Youtube

 

Brasil aponta maior média móvel de mortes por covid-19 desde Agosto de 2021

O Brasil apontou mais um recorde negativo na média móvel de mortes por Covid-19. Neste sábado (5), o país registrou 747 óbitos causadas pelo vírus, que não tinha um número tão alto desde agosto de 2021, quando a média móvel estava em 730 vítimas. Nestas últimas 24 horas, o Brasil chegou à marca de 800 mortes, chegando ao total de 631.869 pessoas que perderam a batalha para a Covid-19.

Além do mais, foram registrados mais 152.973 casos de infecção por covid nas últimas 24 horas, chegando ao total de 26.472.006 de infectados pelo vírus desde o início da pandemia. A média móvel de infectados também apresentou crescente, subindo 18% desde os últimos cálculos, de duas semanas atrás, mostrando uma tendência de alta nos casos.


Crescente na média móvel e nas novas mortes põe população em alerta (Foto: Reprodução/Ministério da Saúde)


Em se tratando da “média móvel de 7 dias”, ela é feita com os dados do dia da análise e com os seis dias anteriores da análise. Essa média vai sendo comparada com a média de duas semanas atrás, a fim de analisar se está tendo uma crescente, estabilidade ou se os casos estão tendo queda. O cálculo é muito útil para ter uma real noção de como estão os casos no país e para evitar que as pessoas se “iludam” com os casos reduzidos em fim de semana, já que são menos funcionários trabalhando e são poucos dados registrados.

Nesta Sexta-Feira, dia 4, 17 unidades federativas divulgaram seus dados sobre como está a vacinação no país. Ao todo, 166.927.017 pessoas foram vacinadas com a primeira dose da vacina, o que equivale a 77% da população. A segunda dose também foi aplicada em bom número, totalizando 150.934.583 pessoas vacinadas, totalizando 70% da população do país. A dose para reforço da vacina foi aplicada em 50.551.924 pessoas. Crianças de 5 a 11 anos também foram vacinadas em grande peso, totalizando 2.901.799 de jovens vacinados, o que representa 14,14% do público-alvo.

Foto destaque: Reprodução/Caius Lucilius/Assessoria de Imprensa HC