3 técnicas de storytelling para impulsionar seu negócio

Você sabe o que é storytelling? É algo simples de entender, mas não tão facil de fazer: traduzindo do inglês, é “contar história”, ou seja, construir e contar uma história envolvente, para prender o leitor, seja para um livro, para uma reportagem, ou para vender um produto. Porém, diversas marcas não conseguem criar uma história envolvente para seu público alvo, e acabam tendo dificuldades para vender.

Aprimorar e entender essa técnica é essencial para sua marca e suas vendas, e para isso, confira 3 dicas de storytelling:

1. Defina a história da sua marca

É essencial definir qual a história da sua marca. Quais são os valores do seu negócio, e quais os valores que os clientes comunicam ao utilizar seus produtos? O que diferencia sua marca dos concorrentes? A história da sua marca é a narrativa única que contém os valores diferenciais que norteiam o seu negócio. É essencial definir a história desde o início, para usá-la como base para todas as campanhas de marketing.

Pense no que seu negócio representa e qual a sua missão, e o que sua marca tem de diferente. Depois de entender claramente sua história, você devealinhar todos na sua empresa com essa mensagem. Cada ponto de contato com seus clientes deve refletir a história da sua marca, desde o atendimento do cliente no telefone até a comunicação visual da marca. 


storytelling pode impulsionar seu negócio nas redes. Reprodução/Freepik

2. Venda sua história, não o produto ou serviço

Um empreendedor tem um ótimo produto, mas não consegue vender. Você já deve ter ouvido essa história. Geralmente, o problema não é o produto, é a abordagem: é necessário, mais que vender um produto, vender a história da sua empresa.

Seus clientes em potencial precisam ver como seu produto melhoraria suas vidas, não apenas o que é o produto ou serviço. Como este produto ou serviço será útil para o cliente?

3. Permita que sua história evolua

Atualize sua história conforme ela for acontecendo: seu negócio é vivo, e não fixo. Aprenda com seus clientes, aprenda também sobre eles, e permaneça fiel a seus valores conforme a história da sua marca for escrita. Seguindo essas etapas, você pode começar a construir uma base sólida para contar a história da sua marca e garantir mais conexão com o público e, por consequência, mais vendas.

Foto Destaque: Imagem lúdica de storytelling. Reprodução/Twitter

Britney Spears e Elton John destronam Alok do #1 em parada da Billboard

Britney Spears e Elton John emplaram a música “Hold Me Closer” no lugar #1 da parada “Dance/Mix Show Airplay”. Essa colaboração representa o retorno da diva à musica, depois de reaver a sua própria tutela, que antes pertencia a seu pai. A música na posição #1 dessa parada anteriormente era “Deep Down”, do DJ e produtor brasileiro Alok, com Ella Eyre, Kenny Dope e Never Dull.

A música de Alok foi feita para tocar no verão europeu, que ocorre enquanto é inverno no Brasil, e ficou um mês no topo. Já em relação aos novos ocupantes do primeiro lugar, é importante dizer que é a segunda vez de Elton John liderando essa parada: a anterior foi com a música “Cold Heart (Pnau Remix)”, que mistura letras de diversas canções do artista, feita em colaboração com Dua Lipa; essa música também alcançou várias outras paradas de sucesso, como o Spotify Global, na época de seu lançamento. A letra da nova ocupante do #1 também é uma junção de duas músicas existentes de Elton, sendo elas “Tiny Dancer” e “The One”.


Clipe de Hold Me Closer. Reprodução/Youtube


Já para Britney Spears, é a quinta vez nessa posição: Anteriormente, a diva pop liderou com “I Wanna Go” (2011); “Hold It Against Me” (2011); “Gimme More” (2007); e “Toxic” (2004), com essas duas últimas alavancando Britney ao sucesso. Esta parada específica é pautada pelo total de reproduções semanais em estações de rádio que tocam dance music em tempo integral, bem como reproduções em programas de remix em estações pop, rítmicas e adultas.

A conquista é especial principalmente para Britney, que passou anos sob a guarda do pai, que controlava completamente sua vida, incluindo sua conta bancária, e agora é a sua própria responsável legal. Essa vitória judicial veio com a ajuda dos fãs, que lideraram o Movimento #FreeBritney. Uma bela volta por cima!

Foto Destaque: Briney Spears e Elton John em foto promocional para Hold Me Closer. Reprodução/Twitter

Filme de Mario da Universal ganha data de estreia no Brasil

Universal Studios confirmou a data do lançamento do filme Super Mario Bros no Brasil: 30 de março de 2023. O filme é uma animação do personagem que é o carro chefe da produtora de jogos japonesa Nintendo, o encanador Mario, além de muitos outros personagens como a princesa Peach e o irmão de Mario, Luigi.

A data prevista é um presente para os fãs brasileiros, pois é uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos (sede da Universal) e um mês antes do lançamento no Japão (sede da Nintendo). O filme terá seu primeiro teaser lançado nesta quinta 6, às 17:05 (horário de Brasilia), durante o evento Nintendo Direct, um evento de revelações da produtora, com novidades de vários jogos, consoles, filmes, HQ’s e séries; um evento similar ao Tudum da Netflix. O visual do Mushroom Kingdom, um dos reinos principais de Mario, onde se passam muitas aventuras, foi divulgado em foto.


Atores e seus respectivos personagens (Foto: Reprodução/Twitter)


O filme conta com um elenco de peso: Chris Pratt dará voz a Mario; e a animação terá ainda Anya Taylor-Joy como Princesa Peach; Charlie Day como Luigi; os comediantes Seth Rogen como Donkey Kong eJack Black como Bowser; e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

O filme tem a produção da Illumination, mesmo estúdio de Meu Malvado Favorito e Minions, uma franquia de animação infanto-juvenil de sucesso, com spin-offs, brinquedos, pelúcias, jogos, roupas, acessórios, cadernos, dentre muitos outros produtos. A Nintendo também tem jogos de sucesso, que derivaram vários produtos, como “The Legend Of Zelda”, “Metroid”, “Kirby”, além do lendário Pokémon, jogo e desenho que se tornou famoso mundialmente e consagrado na cultura pop. Mario também ocupa lugar de destaque no mundo geek, e tem seus próprios brinquedos nos parques da Universal.

 

Foto Destaque: Cartaz do filme Super Mario Bros. Reprodução/ Instagram

Brad Pitt lança marca de produtos de beleza, e é criticado por empresárias do ramo

Brad Pitt lançou sua própria marca de produtos de beleza na última quinta 22, chamada de Le Domaine, com produtos genderless e formulas naturais, como por exemplo, feitos com uvas da sua própria vinícola. No entanto, fortes críticas foram feitas a ele e a celebridades no mercado de beauté, por profissionais da área.

Na internet, eles publicaram um manifesto intitulado “Not Another Celebrity Brand” (não a outra marca de celebridade), assinada por Winnie Awa, fundadora da plataforma de dicas capilares personalizadas Caara; Molly Hart, fundadora da marca de batom sustentável Superior; Jasmin Thomas, fundadora da marca de skincare com CBD Ohana, dentre outros nomes. O manifesto começa dizendo que o coletivo de fundadores se dedica há anos à indústria e tiveram que abrir mão de muitas coisas na vida para estudar e encontrar novas soluções para o mercado, enquanto as celebridades são “inexperientes”.


Produtos “Le Domaine”, feitos com uvas da própria vinícola de Brad Pitt. Reprodução/Twitter


“Nós trabalhamos incansavelmente dia após dia. Transportamos os pedidos para os correios, dedicamos inúmeras horas a pesquisas, aprendemos a codificar, construímos sites e aplicativos e tentamos tudo ao nosso alcance para chegar à frente de editores, jornalistas e influenciadores para conhecerem nosso árduo trabalho, produtos e empresas.” escrevem os players do mercado, expondo, em seguida, que os famosos não conhecem o mercado e os produtos, mas ganham atenção da noite pro dia por conta do nome que carregam.

Afirmam ainda que a indústria está cansada disso, e se pudesse, entraria na indústria de cinema para que os astros soubessem como eles se sentem. Eles também defendem que o problema em si não é com Brad Pitt, mas com todas as celebridades que se aventuram nesse mercado sem conhecimento de causa, sendo Brad a “gota d’água”.

Os comentários no site do manifesto estão dividos: enquanto alguns apoiam a causa das produtoras de beleza, outros dizem nos comentários que essas celebridades tem o direito de fazer o que quiser com seu direito, e até mesmo perguntam porque esse manifesto foi lançado apenas agora com Brad Pitt, enquanto outras artistas mulheres também tem seus próprios produtos de beleza.

Foto Destaque: Brad Pitt posa com produto da sua marca. Reprodução/Twitter

O hit global “Unholy” de Sam Smith e Kim Petras, tem data de clipe anunciada

Os artistas Sam Smith e Kim Petras, que fizeram a música “Unholy”, anunciaram um clipe para a faixa nesta quarta (28), que será lançado já na sexta, dia 30. Foi divulgado um teaser da faixa, que foi lançada no dia 22 de setembro e já está dominando a posição número um do Spotify Global.

A música teve seu lançamento adiado em respeito ao falecimento da Rainha Elizabeth II, que deixou o Reino Unido, país de Sam Smith, em luto. Ela foi lançada então no dia 22, e nesta mesma data, a dupla fez uma performance incrível no BBC Radio 1, em que Sam Smith disse “Unholy’… foi um dos momentos criativos mais gloriosos que já tive como artista. Nunca me diverti tanto gravando”. O teaser cumpre seu papel nos dando um gostinho do que está por vir: uma performance artística e burlesca, com figurinos ousados.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”en” dir=”ltr”>UNHOLY <br>The official video. Friday 30th September 2022 6pm BST <a href=”https://twitter.com/kimpetras?ref_src=twsrc%5Etfw”>@kimpetras</a> <a href=”https://t.co/769jQmOdpF”>https://t.co/769jQmOdpF</a> <a href=”https://t.co/DLpdikVKVm”>pic.twitter.com/DLpdikVKVm</a></p>&mdash; samsmith (@samsmith) <a href=”https://twitter.com/samsmith/status/1575186283529240576?ref_src=twsrc%5Etfw”>September 28, 2022</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>”

Teaser de Unholy, no Twitter de Sam Smith


É também importante notar que Kim Petras, cantora alemã que está na indústria desde 2011, é a primeira artista trans a ocupar o número 1 do Spotify Global com “Unholy”, que pode ser considerada uma produção de dois artistas LGBTQIA+, pois Sam Smith, cuja última vez no topo da parada Billboard 1000 foi com o single “Stay With Me”, se identifica publicamente como não-binário. Kim, que foi elogiada por elu, disse “Elu (Sam Smith) realmente acreditou em mim e me encorajou a ser totalmente eu mesma. Eu me sinto tão honrada que eles me escolheram para estar nesta música”.


Apresentação de Unholy na BBC Radio 1


“Unholy” é o primeiro single do vindouro álbum de Sam Smith, que será o seu quarto de estúdio. Mesmo já estando no topo do Spotify Global, a música ainda está no segundo lugar na Billboard Hot 100, disputando com a música “Bad Habit” de Steve Lacey. Com o lançamento do clipe, espera-se que “Unholy” destrone Steve Lacey, porém ela figura menos no rádio por conta do conteúdo das letras, e estas exibições contam para a Billboard quantificar o sucesso das músicas.

 

Foto Destaque: Reprodução/Twitter

“Dahmer” tem maior estreia da Netflix desde a 4° temporada de Stranger Things

A minisérie  “Dahmer – Um Canibal Americano”, um true crime que conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, interpretado por Evan Peter, teve 192 milhões de horas assistidas na Netflix, mesmo com apenas uma temporada, se tornando a maior estreia da Netflix. Antes, esse marco havia sido atigindo por Stranger Things, que na sua quarta temporada, acumulou 303 milhões de horas assistidas.

O seriado foi criado por Ryan Murphy, gênio da indústria americana que ficou conhecido pela série “American Horror Story”, que já teve várias temporadas, inclusive contando com Lady Gaga no elenco. É dessa série que vem a parceria de longa data com o astro Evan Peters, que já é um dos queridinhos do diretor.


Trailer da série Dahmer – Um Canibal Americano. Reprodução/Youtube


A sinopse presente na própria Netflix é: “Por mais de uma década, Jeffrey Dahmer conseguiu matar 17 jovens rapazes sem levantar suspeitas da polícia. Como ele conseguiu evitar a prisão por tanto tempo?“. É importante dizer que ele foi um dos maiores assasinos da história dos Estados Unidos, e permaneceu impune por muito tempo, talvez porque, como a série mostra, ele era um jovem bonito e carismático, o que o tornou imune a suspeitas.

A produção vem na esteira do sucesso dos true crime, isto é, dramatizações de histórias de crimes e criminosos que aconteceram na vida real, como “A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais”, sucessos brasileiros que contam a história de Suzane Von Richtofen e que estão disponíveis no Amazon Prime Video, e até mesmo o podcast da Folha “A mulher da casa abandonada”, disponível no Spotify.

Quanto aos true crime estrangeiros, a série “Conversando com um serial killer: o palhaço assassino” é também muito famosa, e conta a história do serial killer e estuprador Ted Bundy, que agiu nos Estados Unidos na década de 1970, e também é uma produção da Netflix.

Foto Destaque: Cartaz da minissérie. Reprodução/Instagram

Efeito build-up: qual a causa desse problema capilar

O efeito build-up é simplesmente o acúmulo de resíduos na fibra capilar, não de sujeira, mas de produtos químicos usados no cabelo, como cremes para pentear, finalizadores e leave-ins, e até mesmo shampoos e condicionadores, que se acumulam no uso do dia-a-dia (build-up significa acúmulo) e deixa os cabelos pesados, sem vida, excessivamente oleosos e com pontas duplas, frizz, nós e coceira no couro cabeludo.

No longo prazo, os resíduos podem danificar os fios, deixando-os ressecados e quebradiços, e até mesmo obstruindo os folículos capilares, atrapalhando o crescimento do cabelo e levando a queda capilar. Além disso, o build-up funciona como uma película em volta da fibra capilar, que não permite a passagem de produtos visando a hidratação, nutrição ou reconstrução, ou seja, todo esse esforço será em vão. Para saber se você está passando por tal efeito, é preciso ficar atenta à coceira: é normal senti-la dias depois da lavagem, o que indica a necessidade de higienizar, mas não é normal sentir coceira logo depois da lavagem.


Mulher passando produto no cabelo pós-lavagem. (Foto: Reprodução/ADCOS)


Para evitar e combater a condição, fique atenta aos produtos que usa e a frequência de lavagem dos cabelos, assim como a temperatura da água, que deve ser morna ou fria, e nunca quente demais. Também não se deve lavar o cabelo todos os dias, sendo preciso intercalar ou variar os produtos para que o cabelo não fique viciado nos componentes.

Caso você já esteja sofrendo com build-up, a solução é produtos como shampoos de limpeza profunda e antiresíduos, que podem ser utilizados a cada 15 dias, uma vez por semana ou mais, a depender do tipo de cabelo e da necessidade, sendo recomendado o uso uma vez por mês quando o acúmulo for embora, ou caso você não o possua, mas queira prevenir que aconteça com seus fios.

Foto Destaque: Fios quebradiços. Reprodução/SuperNutrição

Trend: Camisas de time agora são símbolo de moda

Os homens que gostam de vestir camisa de time para todas as ocasiões não precisam mais se preocupar: antes eles eram criticados, especialmente pelas parceiras bem vestidas, mas agora a peça se tornaram um fenômeno, parte de uma trend denominada blokecore, que ganha ainda mais força em ano de Copa do Mundo, com as camisas da seleção brasileira esgotadas em pouco tempo.

O jovem americanoi Brandon Huntley foi um dos pioneiros da nova tendência, no app TikTok. Ele trabalha em um brechó, e posta vídeos com os looks que usa, que recentemente são compostos do injustiçado uniforme e calças jeans boca de sino ou com corte reto e azul, bermudas e tênis Adidas surrados com meias a mostra, tudo em uma estética vintage. Essa estética é principalmente utilizada com peças antigas, destacando-se as camisas retrô, da década de 80 e 90, ou como defende Brandon “Para ter a aparência perfeita, é preciso ser um clube do Reino Unido, de preferência um da segunda divisão inglesa ou pior”.


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Influenciador com coleção de camisas de time ( Vídeo: Reprodução/TikTok)


O blokecore já é um estilo consolidado, que ganhou força com a alta do sportswear dos últimos anos e com a Copa do Mundo no fim do ano, e já contem milhares de adeptos no TikTok e outras redes sociais, principalmente homens. A palavra bloke é uma gíria em inglês, que pode ser traduzida para mano, em português ou bro no inglês americano, e com o blokecore, a ideia é utilizar o que um homem médio utilizaria para assistir a uma partida de futebol, jogar futebol ou simplesmente ir para outros lugares, conta Brandon

Apesar de ter se tornado viral nas redes sociais apenas recentemente, é possível dizer que tal estética existe há muito tempo, pois a Balenciaga lançou uma camisa da marca como uma camisa de time, com a logo figurando no lugar de brasão, em 2020. Até mesmo antes disso, a marca italiana Versace também lançou uma camisa branca com a casa de moda como time em 2014.

Foto Destaque: Peças do blokecore. Reprodução/Twitter

Boulos e apoiadores se envolvem em confusão com integrantes do MBL, na Paulista, e PM vai ao local

Militantes do PSOL e de esquerda acompanhados do candidato a deputado federal Guilherme Boulos, se envolveram em confusão com integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), neste domingo 25, na Avenida Paulista. Os grupo de direita acusa Boulos de agredir um adolescente de 15 anos que faz parte do movimento, acionando a polícia militar no local, enquanto Boulos nega e acusa a PM de fazer papel político.

Vídeos foram gravados por apoiadores dos dois lados, no entanto, as imagens estão tremidas e é dificil entender o que está acontecendo por conta da multidão. O que se sabe é que o adolescente se aproximou de Boulos, enquanto filmava com o celular, para perguntar o porque dele se apresentar como defensor da democracia mas apoiar ditaduras como as de Cuba e Venezuela. Depois disso, os relatos divergem, e os militantes de esquerda defendem que o MBL armou esta provocação contra Boulos, e o MBL defende que Boulos agrediu o jovem militante.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>Depois de provocar a confusão, os canalhas do MBL acionaram alguns policiais militares que ou estavam a serviço deles ou desconhecem sua função. Tentaram a todo custo me levar para a delegacia sem que houvesse qualquer embasamento legal. Não vamos nos intimidar! <a href=”https://t.co/fePrBL79DJ”>pic.twitter.com/fePrBL79DJ</a></p>&mdash; Boulos 5️⃣0️⃣1️⃣0️⃣ (@GuilhermeBoulos) <a href=”https://twitter.com/GuilhermeBoulos/status/1574161818335019008?ref_src=twsrc%5Etfw”>September 25, 2022</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>


O MBL acionou a polícia que estava em uma base militar na Paulista, e os políciais tentaram levar Boulos para a delegacia para melhores esclarecimentos; no entanto, Boulos conversou com os policiais, em um clima tenso, como é possível ver no vídeo, juntamente com os advogados Ariel de Castro Alves e Augusto de Arruda Botelho, e cercado pelos apoiadores do candidato. No vídeo, Boulos afirma que não tem motivos para ir à delegacia, pois o menor ainda não registrou um boletim de ocorrência e a PM não fez flagrante; ele ainda afirma que a PM está fazendo papel político e que esta não é sua função.

O dialógo foi tenso e durou 30 minutos, e a assessoria de imprensa do PSOL acusa a PM de agredir os militantes do partido com gás de pimenta e agressões físicas. No final, os policiais desistiram da condução. “Os policiais foram instrumentalizados por candidatos de direita para me constranger e gerar um fato político favorável aos bolsonaristas“, afirma Boulos, por meio de nota da assessoria. Ele também afirmou em vídeo nas redes que esta foi uma tentativa de intimidação na reta final das eleições, enquanto membros do MBL defendem nas redes que a agressão partiu de Boulos.

Foto Destaque: Boulos e apoiadores em diálogo com a PM. Reprodução/PSOL

Vídeo: Trecho do diálogo, que durou cerca de 30 minutos. Reprodução/Twitter

Maioria dos trabalhadores ganha até 2 salários mínimos

A economia brasileira está se recuperando desde a retração que ocorreu durante a pandemia, porém, há varios dados que demonstram precariedade na condição dos empregos, como aqueles da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que diz que 70% (66,7 milhões) dos trabalhadores recebem até dois salários mínimos, e 37% (35,5 milhões)recebem até um salário mínimo  (R$1.212),

Pela primeira vez desde 2016, o Brasil tem menos de dez milhões de desempregados, com o percentual representado por um dígito, 9,1%. Porém, apesar do avanço, o mercado de trabalho ainda está com muita inseguridade: dos 98,8 milhões de ocupados, 13 milhões trabalham sem carteira assinada e outros 25,8 milhões exercem função por conta própria. Os três números são os maiores já registrados na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE, que registra o mercado desde 2012.


Mutirão nacional de empregos em São Paulo, com fila de desempregados. Reprodução/R7


 

O trabalho ficou mais barato, muita gente com pouca qualificação e que não consegue barganhar, pois ainda há muita ociosidade no mercado” diz Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores. Essa fala ajuda a entender o fato de que o número de trabalhadores que ganhavam até um salário mínimo cresceu de 27 milhões para 35,5 milhões, de 2019 a 2022, porém, são 19,2 milhões de brasileiros no grupo classificado pelo IBGE como trabalhadores por conta própria, informal, sem proteção social, ou seja, que não são amparados por direitos trabalhistas como no caso de doenças, gravidez e décimo terceiro.

Tudo isso ocorre mesmo levando-se em consideração a reabertura e aquecimento da economia no pós-pandemia, o que gerou 1,5 milhão de vagas até julho de 2022, e das 220 mil vagas criadas especificamente naquele mês, 81,1 mil foram no setor de serviços. Mesmo assim, foram postos de trabalho precarizados e que pagam pouco, e especialistas defendem que o Ministério do Trabalho não tem mais estrutura para fazer uma política de geração de empregos.

Foto Destaque: Carteira de trabalho. Reprodução/ R7