Vitória histórica! Croácia vence a França pela primeira vez e elimina rival da Liga das Nações

Nesta segunda-feira (13) no Stade de France – região metropolitana de Paris – França e Croácia se enfrentaram mais uma vez. Agora, pela quarta rodada da UEFA Nations League (Liga das Nações).

No decimo encontro entre as seleções e em mais uma reedição da última final de Copa do Mundo, a Croácia enfim conseguiu vencer a França pela primeira vez na sua história. Apesar do placar magro, somente 1 x 0 com gol do capitão e camisa 10, Luka Modric, numa cobrança pênalti ainda no início da partida, nem com 5 minutos de bola rolando esta não foi uma vitória qualquer. Além do feito os visitantes eliminaram os rivais da atual edição do campeonato. Atuais campeões, Les Bleus comandados por Didier Deschamps não podem mais alcançar a Dinamarca, líder do Grupo A1.

Sobre o jogo, como o gol croata saiu logo aos quatro minutos de partida após Konaté cometer pênalti sobre Budimir. Modric cobrou no canto direito de Maignan, que até chegou a tocar na bola, mas não conseguiu evitar que ela morresse nas redes e, consequentemente, o gol. Mesmo jogando fora de casa, a Croácia conseguiu se segurar até o intervalo e evitar grandes chances da França que pudessem levar perigo à sua meta.

Com Mbappé e Benzema entre os titulares, os franceses melhoraram na segunda etapa, mas viram o goleiro Ivusic fazer boas intervenções. Com Coman e Griezmann, mais experiência em campo e com novas opções para o ataque, já que a dupla entrou para substituir os jovens Guendouzi e Nkunku, mas pouco fizeram e não conseguiram mais uma derrota em casa.


Benzema e Mbappé conversam durante jogo entre França x Croácia, em Paris. (Foto:Reprodução/GE)


Com o resultado, a França com apenas dois pontos em quatro jogos realizados, sem mantem na lanterna do grupo e ameaça de rebaixamento à liga B do torneio. Já a Croácia vai a sete pontos conquistados e fica somente dois atrás da líder Dinamarca, como segunda colocada. O primeiro de cada grupo avança à semifinal enquanto o último (4º) é rebaixado. Restam mais duas rodadas.  

As seleções voltam à campo agora somente na próxima Data FIFA, no dia 22 de setembro, pela quinta rodada e em confrontos diretos. A França recebe a Áustria, enquanto a Croácia recebe a Dinamarca.

 

Foto Destaque: Jogadores croatas abraçam Luka Modric, autor do gol que garantiu a vitória da Croácia sobre a França, em Paris. (Foto: Reprodução/Twitter)

Austrália vence o Peru nos pênaltis e garante vaga na Copa do Mundo do Catar

Nesta segunda-feira (13), no Ahmad bin Ali, em Doha – já num dos estádios do Mundial, Austrália e Peru se enfrentaram pelas Eliminatórias da Copa do Mundo – repescagem mundial, após o empate em 0 x 0 durante os 120 minutos entre o tempo normal e prorrogação), a disputa entre ambas as seleções foi para os pênaltis.

Quem não assistiu imagina que o empate sem gols foi por conta da partida equilibrada, que nada! O jogo mesmo valeu “só” pelos pênaltis, isso porque Austrália e Peru fizeram um péssimo jogo já num dos palcos da Copa no final do ano, com pouquíssimas chances dos dois lados e sem levar perigo aos goleiros adversários. Só houve um começo de emoção já nos minutos finais do segundo tempo (tempo normal), com uma leve pressão australiana e, depois, na prorrogação, quando o Peru esteve melhor e até chegou a acertar a trave com uma cabeça de Edison Flores. Mas, após duras horas de bola rolando sem nenhuma graça, a emoção ficou mesmo para a bola parada na marca da cal, com as penalidades máximas.

A torcida peruana que era a maioria absoluta no estádio e empurrou sua durante todo o tempo, começou a disputa por pênaltis vibrando com a defesa de seu goleiro, Pedro Gallese, no chute de Martin Boyle. Mas Advíncula acertou a trave na terceira cobrança peruana e deixou tudo igual. Hrustic e Mclaren converteram para a Austrália, Tapia e Flores também marcaram, assim a série das cinco primeiras cobranças obrigatórias terminou empatada (4 x 4).

Até então a entrada já nos instantes finais do segundo tempo da prorrogação, ou seja, exclusivamente para a disputa por pênaltis, de Andrew Redmayne – goleiro de 33 anos do Sydney FC e com estilo não só visual como de postura inconfundível: ele saltitava de um lado a outro sobre a linha do gol, tentando desconcentrar os batedores adversários. Bom, até a cobrança de Alex Varela, os pulinhos de Redmayne não tinha adiantado muito. Primeiro, Awer Mabil abriu a série alternada fazendo o quinto para os australianos, foi então que o goleiro dançarino conseguiu pegar o chute do atacante peruano, garantindo a classificação de sua seleção para a Copa de 2022.  


Jogadores australianos abraçam Andrew Redmayne e comemmoram a classsifcação à Copa do Mundo do Catar. (Foto: Reprodução/GE)


Com a vaga assegurada, a Australia vai para o Grupo D, junto com a atual campeã, França, além de Dinamarca e Tunísia. A estreia será no dia 22 de novembro, contra a seleção francesa. Depois enfrenta Tunísia e Dinamarca nos dias 26 e 30, respectivamente. Todos os jogos acontecem no estádio Al Janoub, em Al Wakrah.

 

Foto Destaque: Andrew Redmayne, o herói improvavel da classificação australiana. (Foto: Reprodução/GE) 

F1: veja um resumo das notícias da principal categoria do automobilismo

Nesta sexta-feira (10), o segundo treino livre para o GP do Azerbaijão, que acontece este final de semana, no circuito pelas ruas da capital Baku, terminou com a Ferrari guiada por Charles Leclerc na frente. Embora, mais cedo, no 1º treino livre a Red Bull Racing (RBR) tenha começado mais forte com Sergio Perez como o mais rápido da equipe austríaca neste primeiro dia. Posteriormente, a RBR revelou que o time sofreu muito com o efeito porpoising (saltos) provocados pela pista em seu RB18, carro da equipe taurina. “Sim, estamos sofrendo especialmente na frenagem. Pode ser muito complicado frear com esses saltos”, comentou.

Mas, ao que parece este não foi um problema exclusivo deles. O mexicano que liderou a primeira sessão, vou a equipe italiana sair na frente na segunda vez por conta disso. Também a Mercedes teve ‘dor de cabeça’ por este mesmo motivo e foi, ainda o que provocou o vazamento no carro de Mick Schumacher.

Os saltos são fruto da variação de pressão aerodinâmica, que é originada pelas mudanças técnicas no regulamento da Fórmula 1, que esta por sua vez, trouxe de volta o chamado “efeito solo” – visíveis nas câmeras de bordo de Mercedes e Ferrari.

A RBR teve um desempenho forte no primeiro treino livre, dominando a primeira metade com Max Verstappen que acabou tendo problemas com sua asa traseira móvel e, na segunda, com seu companheiro, Sergio Perez que terminou como líder deste. Na segunda e última sessão, porém, foi a Ferrari que saiu em vantagem e, apesar das tentativas, o time austríaco não conseguiu superar a rival em nenhum momento. “O segundo lugar não foi tão bom quanto gostaríamos. Tomamos algumas direções erradas, mas estávamos só explorando as opções e elas não estavam dando retorno, e não fomos capazes de resolver nossos problemas. Mas há bons dados para analisarmos esta noite”, disse Sergio Perez, vencedor da última etapa do campeonato, o GP de Mônaco.

Inclusive, falando sobre a tradicional corrida pelas ruas do principado, Lewis Hamilton deve ter se sentido, novamente, ‘em casa’ já que mais uma vez sofreu do mesmo problema, assim como de onde vive. A pista quente e com pouca aderência deu trabalho também para a octacampeã de construtores, a maior vítima da perda de desempenho pelo porpoising em 2022. “Fiquei um pouco dolorido. Estamos atingindo velocidades bem grandes no fim da pista e está pulando muito. Está igual na última corrida [em Mônaco]. E tentamos algo experimental no meu carro, mas não foi tão bom, para ser honesto. Ao menos obtivemos dados e espero que amanhã retornemos aos ajustes que mudamos” – comentou o heptacampeão.

Não é apenas pelo desempenho dos carros que os saltos provocam prejuízo. Mick Schumacher, foi o primeiro piloto que acionou bandeira amarela neste GP, o fato aconteceu após ele ter que abandonar o TL1 devido a um vazamento de água da sua Haas. Após esta sessão foi descoberto que o problema ocasionou dano no VF-22. “É a primeira vez que, fisicamente, sinto o efeito. É muito duro para o chassi e também para o carro como um todo. É algo para se pensar em eventos futuros, se voltarmos aqui, talvez pensar em recapeamento. Veremos quantos carros sobreviverão à corrida” – comentou o alemão.

Por outro lado, o atual campeão mundial (Max Verstappen) e o monegasco, Charles Leclerc, buscam ‘fazer as pazes’ com o circuito de Baku. Isto porque os atuais líderes desta temporada nunca foram sequer ao pódio neste grande prêmio. Enquanto isso, em cinco edições, o GP do Azerbaijão já teve quatro vencedores e pole positions diferentes.  

Fora das pistas

Presidente da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), Mohammed bem Sulayem, criticou o ativismo na categoria: “Niki Lauda e Alain Prost só se importavam em pilotar. Agora, [Sebastian] Vettel anda em uma bicicleta com o arco-íris, Lewis [Hamilton] é apaixonado por direitos humanos e [Lando] Norris aborda a saúde mental. Todos têm o direito de pensar. Mas para mim, trata-se de decidir se devermos impor sobre o esporte as nossas crenças, o tempo todo” – comentou sobre o que vê como uma imposição de ideais. Vettel e Hamilton não ficaram quietos e comentaram sobre o assunto na entrevista coletiva desta sexta-feira, prévia para o GP do Azerbaijão e reafirmaram os seus compromissos em promover a conscientização no esporte.


Sebastian Vettel chegando ao paddock do GP do Azerbaijão com a sua bicicleta. (Foto: Reprodução/GE)


Chefes de Silverstone estão processando os empreiteiros que restauraram a pista da Fórmula 1 por 8 milhões de libras (R$49 milhões na cotação atual), depois que o piloto da casa, Lewis Hamilton, reclamou e classificou como “o pior trabalho de todos os tempos”. Em 2018, os chefes pagaram 2 milhões de libras (R$12 milhões) pela nova superfície. Mas a empresa contratada, a Aggregate Industries, é acusada de deixar esburacada, facilmente encharcada e “quebrar” em alguns lugares. O heptacampeão mundial falou à época que: “é a pista mais acidentada que já experimentei”.


Lewis Hamilton em coletiva de imprensa no GP do Azerbaijão. (Foto: Reprodução/GE)


Por fim, vamos terminar com uma boa notícia: logo após a Câmara dos Deputados aprovar, na quinta-feira (9), uma resolução que concedeu o título de cidadão honorário do Brasil a Lewis Hamilton, ele foi às redes sociais comemorar e agradecer. Num post com duas imagens em quem aparece enrolado com a bandeira brasileira e com uma legenda tanto em inglês como em português escreveu: “Sem palavras! Hoje eu virei cidadão honorário de um dos meus lugares favoritos no mundo. Eu não sei nem o que dizer agora. Obrigado Brasil. Amo vocês, não vejo a hora de ver vocês de novo”. Nos comentários, muitas personalidades brasileiras mandaram mensagens parabenizando o atleta e dando as boas-vindas ao novo “brasileiro”, dentre eles estão: Anitta, DJ Alok, Thiaguinho, Gabigol, Ítalo Ferreira e Pelé.  

A proposta foi de autoria do deputado André Figueiredo (PDT-CE). Como justificativa ele citou a homenagem feita pelo piloto britânico à Ayrton Senna no GP de São Paulo em 2021. Na ocasião ele utilizou um capacete com as cores brasileiras e repetiu o gesto do tricampeão ao carregar a bandeira do país em uma volta de consagração pelo autódromo após vencer a corrida. Por se tratar de um projeto de resolução da Câmara, o texto não precisa ser votado no Senado e já foi promulgado durante a mesma sessão. Por outro lado, o partido novo foi voto contrário ao projeto, em que o deputado Tiago Mitraud (MG) afirmou que Hamilton é um excelente piloto, mas que o plenário deveria ter outras prioridades.

 

Foto Destaque: Sergio Perez (RBR) nos boxes da equipe durantenos treinos livres do GP do Azerbaijão 2022. (Foto: Reprodução/GE) 

França segue sem vencer na Liga das Nações

Nesta sexta-feira (10), Áustria e França se enfrentaram no Ernst Happel Stadion, em Viena e ficaram no empate em 1 x 1 pela terceira rodada da fase de grupos – Grupo A1.

No primeiro tempo de partida o jogo não foi muito movimentado, mas jogando em casa, a Áustria conseguiu ser mais eficiente para abrir o placar diante de seus torcedores na capital. Aos 36 minutos, Weimann recebeu um cruzamento de Laimer pela direita, não desperdiçou a chance, e mandou para a rede para, assim colocar sua seleção à frente.  Já a França, teve tentativas importantes, principalmente, com Karim Benzema e que algumas exigiram o trabalho do goleiro adversário, Pentz, que o parou com boas defesas.

O goleiro austríaco estava numa noite inspirada e seguiu trabalhando bem na etapa final. Mas aos 17 minutos do segundo tempo, Mbappé saiu do banco de reservas para substituir Griezmann em campo e logo colocar fogo no jogo. Foi do camisa 10 francês que num bonito chute de esquerda saiu o gol do empate, aos 37 minutos. Pouco depois, ele ainda viu a bola tocar no travessão numa finalização defendida. Assim, o placar seguiu igual até o apito final.


Mbappé: autor do gol da França no jogo contra a Áustria. (Foto: Reprodução/GE) 


Agora, com este resultado a seleção comandada por Didier Deschamps segue sem nenhuma vitória na atual edição do campeonato. Os franceses têm apenas dois pontos em três jogos disputados e ocupam a lanterna – 4º lugar, o que significaria que neste momento eles estariam rebaixados para a liga B – do respectivo grupo, que este é liderado pela Dinamarca que manteve os seis pontos, já que perdeu em casa para a Croácia por 1 x 0. Austríacos e croatas possuem 4 pontos cada, respectivamente 2º e 3º colocados – o que lhes separa é o saldo de gols: 2 (5×3) e -2 (2:4).

Quanto aos próximos compromissos, na segunda-feira, a França recebe a Croácia no Stade de France (Paris), às 15h45, pelo horário de Brasília.  Enquanto isso, Áustria e Dinamarca se enfrentam no mesmo dia e horário em Copenhagen.

 

Foto Destaque: Schlager (esquerda – Áustria) e Kamara (direita – França) brigam pela bola em jogo de ambas as seleções. (Foto: Reprodução/GE) 

Enfim a vitória! Fora de casa, Croácia vence a primeira na Liga das Nações

Nesta sexta-feira (10), Croácia e Dinamarca se enfrentaram no Estádio Parken, em Copenhagen pela terceira rodada do Grupo A1. Mesmo jogando fora de casa, os atuais vice-campeões mundiais conquistaram sua primeira vitória na UEFA Nations League – o nome oficial dado à Liga das Nações.

O placar foi magro, 1 x 0, mas o suficiente para os croatas saírem de campo com os primeiros três pontos somados. O gol decisivo foi marcado pelo meia-atacante Mario Pasalic, aos 24 minutos do segundo tempo.

A seleção da Croácia teve sete nomes diferentes no time titular para este jogo contra a Dinamarca, em relação ao seu último jogo, dentre eles Luka Modric que começou esta partida no banco de reservas. O camisa 10 e capitão da equipe entrou no intervalo e participou das principais jogadas do time, incluindo a do gol da vitória, e comandou a boa atuação da sua seleção no segundo tempo. Outro jogador croata importante e que foi decisivo é Mateo Kovacic, que também teve sua parcela de contribuição quando esteve em campo.


Mario Pasalic: o momento do gol da Croácia sob a Dinamarca pela Liga das Nações. (Foto: Reprodução/Twitter)


Com o resultado, ou seja, apesar da derrota a equipe dinamarquesa segue na liderança do grupo com seis pontos. Dois a mais que Áustria e Croácia que possuem 4 cada uma e à frente da França – atual campeã mundial e do torneio – mas que ainda não engrenou nesta edição e segue sem vitórias até agora, com apenas dois pontos e na lanterna.

Pela frente, em partidas válidas pela quarta rodada desta primeira fase, a fase de grupos, a Dinamarca volta a atuar em casa, no mesmo estádio na capital, mas agora contra a Áustria, segunda-feira (10) às 15h45 no horário de Brasília. Enquanto isso, no mesmo dia e horário, em Paris, no Stade de France, França e Croácia reeditam mais uma vez a final da última Copa do Mundo no confronto de volta entre as duas seleções.

 

Foto Destaque: Jogadores da Croácia comemoram o gol de Pasalic contra a Dinamarca. (Foto: Reprodução/GE)

Segundo estudo, Mbappé volta a ser o jogador mais valioso do mundo; Vinicius Jr. fica em segundo lugar

Nesta segunda-feira (6), um levantamento do CIES Football Observatory – Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esportes –, indicou que numa possível transferência do atacante Kylian Mbappé valeria, ou seja, seriam necessários mais de 206 milhões de euros (mais de R$ 1 bilhão).

O atacante francês retornou ao topo, na liderança do ranking de 100 jogadores considerados dentro os “mais valiosos” do mundo. Isso depois de renovar o seu contrato com o Paris Saint-Germain (PSG), por mais três anos, até o final de junho de 2025.

Quem está em segundo lugar na lista é o brasileiro do Real Madrid, Vinicius Jr. Neste caso, seriam precisos 185 milhões de euros (cerca de R$950) para tirá-lo do clube espanhol. O atacante e camisa 20 do time Merengue e nome constante nas listas de Tite, Vini Jr é o único brasileiro a estar presente dentre o top 10 da lista.


Vinicius Jr em ação com a camisa do Real Madrid, na temporada 2021/22. (Foto: Reprodução/Goal.com)


Já quem completa o pódio, em 3º lugar, é o centroavante Erling Haaland. O norueguês agora jogador do Manchester City possui valor estimado em 153 milhões de euros (cerca de R$785 milhões). Seus novos companheiros de clube inglês, Phil Foden (ING) e Rúben Dias (POR) também estão entre os dez jogadores com os maiores valores de transferência estimados com 124 milhões de euros – 6º e 109.6 milhões de euros – 9º, respectivamente.

Completam o top 10: 4. Pedri González (ESP – Barcelona) – 135.1 milhões de euros; 5. Jude Bellingham (ING – Borussia Dortmund) – 133.7 milhões de euros; 7. Frenkie de Jong (HOL – Barcelona) – 112.5 milhões de euros; 8. Luis Díaz (COL – Liverpool) – 110 milhões de euros e, por fim, em décimo colocado está Ferran Torres (ESP – Barcelona) – 109.5 milhões de euros.   

 

Foto Destaque: Kylian Mbappé em ação com a camisa da seleção francesa. (Foto: Reprodução/GE) 

Nadal revela que jogou final de Roland Garros com o pé anestesiado e atinge quantia milionária em premiações do Grand Slam francês

Todos já sabem que Rafael Nadal fez história mais uma vez em Roland Garros ao bater Casper Ruud na decisão e conquistar seu 14º título da carreira em Paris. Mas, o que muitos não devem saber é que o feito foi realizado em condições inacreditáveis.

Após o jogo que teve 2 horas e 18 muitos de duração, o espanhol revelou, em entrevista ao canal Eurosport, que jogou a decisão com o pé anestesiado por conta das fortes dores causadas pela Síndrome de Müller-Weiss. “Não tenho nenhuma sensação no meu pé. Tomei uma injeção no nervo, então o pé está dormente”, disse.

Segundo ele, não há como continuar no esporte do jeito que as coisas estão no momento e que “a vida cotidiana tem sido muito difícil”. Durante as últimas semanas, Nadal falou diversas vezes sobre o problema com o qual ele convive ao longo de toda sua carreira, mas que vem se agravando nos últimos anos.

Antes da final, o tenista que recém completou 36 anos comentou que renunciaria ao título no saibro francês se pudesse ter “um pé novo”. Já questionado sobre a quantidade de injeções que tomou durante o tempo que esteve na disputa em Roland Garros para conseguir jogar, se limitou a dizer que “é melhor vocês não saberem”.

Com o triunfo, o maior campeão da terra batida (saibro) da cidade luz chegou a 22 Grand Slam na carreira, ampliando ainda mais o recorde que já tinha de taças desta categoria no tênis masculino; Novak Djokovic e Roger Federer, dois outros fenômenos do esporte, tem 20 cada e estão logo atrás do Toro Miúra. Considerando também as mulheres, a recordista absoluta é Margaret Court, com 24 taças. E, contando apenas a era aberta, Serena Willians segue à frente com 23 canecos no seu currículo.


Rafael Nadal beija a taça Les Mousquetaires, nome dado ao troféu de Roland Garros. (Foto: Reprodução/GE)


Outro fato que chamou a atenção do público após a final deste ano é a quantia acumulada por Rafael Nadal em premiações, mesmo se considerarmos apenas Roland Garros. O título neste domingo (5) representou mais do que só uma taça para o espanhol, mas também uma premiação de US$2,3 milhões (R$11,2 milhões). Com mais este valor, ele atingiu um total de US$26.727.538 (R$127.623.996) em prêmios ganhos somente na capital parisiense.

O montante representa cerca de 20,6% de todo o dinheiro conquistado ao longo de toda a carreira de 21 anos do atleta como profissional do tênis. Com a última conquista, Rafa ultrapassou seu principal rival, Roger Federer, como o segundo jogador que mais arrecadou verba em premiações na historia da modalidade, totalizando US$130.695.772 (R$624.072.311 na cotação atual). Enquanto o suíço recebeu US$130.594.336 (R$623.587.979).

O líder deste ranking ainda é Novak Djokovic, que, mesmo com a eliminação nas quartas de final para o próprio Nadal, atingiu um total de US$156.516.601 (R$747.366.783) ganhos em torneios profissionais. Agora, se em premiações o espanhol é o segundo, atras apenas do sérvio, no que diz respeito ao total de títulos ele ampliou sua vantagem sobre o rival. O mais novo troféu da sua galeria foi a 92ª taça conquistada na carreira do atual número 5 do mundo, enquanto Djoko possui 87. Já quem lidera este quesito é Roger Federer, o maior campeão da era aberta do esporte, com 103 troféus totais.

Se financeiramente os números já são impressionantes, esportivamente o que Rafael Nadal faz em Roland Garros é ímpar. Em 17 participações são agora 14 títulos, com um total de 112 vitórias e apenas três derrotas. Somente dois tenistas na história conseguiram vencê-lo no saibro francês: Robin Söderling nas oitavas de final em 2009 – o que proporcionou o único Roland Garros da carreira de Roger Federer – e, o atual número 1 no ranking da ATP, Novak Djokovic, em duas oportunidades: 2015 e 2021. 

 

Foto Destaque: Rafael Nadal com a taça Les Mousquetaires, nome dado ao troféu de Roland Garros. (Foto: Reprodução/GE)

Croácia e França empatam e seguem sem vencer na Liga das Nações

Nesta segunda-feira (6), Croácia e França se enfrentaram pela 2ª rodada do Grupo A1 no Stadion Poljud em Split, na Croácia. Despois de perderem na rodada de estreia, na última sexta-feira (3) para Áustria e Dinamarca, respectivamente, as seleções que decidiram a Copa do Mundo da Rússia em 2018 jogaram já à noite em território europeu para tentarem, frente à frente, sair com a primeira vitória. Mas, não foi possível. O empate em 1 x 1 frustrou ambas as equipes.

No primeiro tempo a França foi melhor, dominou as ações e criou as melhores chances, mesmo poupando muitos de seus jogadores titulares, como Kylian Mbappé, Karim Benzema e Kingsley Coman. Isto foi possível graças a jovem dupla Nkunku e Diaby que estavam afiados no ataque. Numa combinação dos dois, o atacante do RB Leipzig (ALE) chegou a marcar aos 30 minutos de partida, mas estava impedido e o gol foi corretamente anulado. Logo depois, foi a vez de seu companheiro de posição do Bayer Leverkusen (ALE), que recebeu do colega, mas o chute parou na boa defesa de Livakovic. E, o goleiro croata também precisou trabalhar na boa finalização de Tchouaméni.  

Os gols saíram somente no segundo tempo quando Rabiot abriu o placar para os visitantes aos seis minutos da etapa complementar, aproveitando bom passe de Bem Yedder pela esquerda. O lance começou após uma cobrança de lateral no campo de defesa, mas que a bola foi esticada até o outro lado e o jogador do Mônaco (FRA) fez bem a proteção contra o adversário e conseguiu lançar em profundidade para o meio-campista da Juventus (ITA) ganhar na corrida, chegar na cara do goleiro e bater forte, sem desperdiçar a oportunidade.  

Os donos da casa não conseguiam esboçar nenhuma reação e pareciam rendidos dentro de campo, mesmo jogando em casa, foi quando aos 37 minutos conseguiu um pênalti desnecessário de Claus, que havia de acabado de entrar, em Orsic. Kramaric cobrou e deixou tudo igual, garantindo o empate.


De pênalti, Kramaric marca e empate para a Croácia contra a França. (Foto: Reprodução/GE) 


A partida contou também com homenagens ao meio-campista Luka Modric. O jogador de Real Madrid (ESP) não fez um grande jogo dentro das quatro linhas, mas deixou o campo aos 33 minutos do segundo tempo e foi aplaudido de pé pela torcida na saída. O ídolo do futebol croata foi homenageado por ter completado 150 jogos pela seleção de seu país, com direito até a um bandeirão na arquibancada.


Bandeirão da torcida para Luka Modric pelos 150 jogos com a camisa da Croácia. (Foto: Reprodução/Twitter)


Com o resultado, o empate entre as finalistas do último mundial, ambas as seleções seguem sem vencer na competição e dividem a lanterna do grupo, com 1 ponto cada. Enquanto isso, com mais uma vitória da Dinamarca, dessa vez fora de casa, sob a Áustria por 2 x 1 que coloca os dinamarqueses na liderança do grupo com seis pontos conquistados de seis possíveis (2 jogos e 2 vitórias). Pela frente, na sexta-feira (10) na terceira rodada, França vai enfrentar a Áustria e a Croácia tem a Dinamarca, ambos os confrontos fora de casa.  Depois, na próxima segunda-feira (13), as duas seleções voltam a se encontrar, mas do Stade de France, agora pela quarta rodada.

 

Foto Destaque: Jogadores franceses se abraçam para comemorar o gol de Adrien Rabiot. (Foto: Reprodução/Twitter)

F1 e FIA entram em rota de colisão

Essa briga é “briga de cachorro grande”, como dizem por aí. De um lado estão os americanos da Liberty Media, os donos da Fórmula 1 desde 2017 e os responsáveis do crescimento da categoria, principalmente, no cobiçado mercado norte-americano. De outro está Mohammed Bem Sulayem, atual presidente da FIA e apoiado pelo ex-dirigente Bernie Ecclestone.

O foco da discussão é que desde o fim do GP de Mônaco no último domingo (29) muito se tem falado sobre a mecânica do incidente dos carros da Red Bull Racing (RBR) tocando a linha de saída dos boxes durante a corrida. Falou-se também sobre a mudança do entendimento da regra a cerca do tema, que deixou de punir quem, simplesmente, tocasse a linha para punir apenas quando “um pneu cruzasse toda a linha”.


Imagem da câmera onboard do carro de Charles Leclerc (Ferrari) que mostra a saída polêmica de Max Verstappen (RBR) no GP de Mônaco, domingo (29). (Foto: Reprodução/GE) 


A principal causa de toda essa polêmica é outro ponto ainda, que também tem incomodado muita gente do mundo do automobilismo: a falta de transparência que marca a atual gestão do saudita na FIA. Isto desde o seu início, em novembro de 2021. Dentre alguns fatores em questão estão: regras nunca cobradas – como a punição das joias – ganhando ‘tolerância zero’ por motivos inexplicáveis. Há outras que, por sua vez, sempre foram bem objetivas como a proibição de tocar a linha na saída dos boxes, passando pela subjetividade de que os comissionários esportivos que ganharam “poder” e devem decidir “quando um pneu inteiro cruzou a linha ou não”.

Toda essa confusão enquanto em outros esportes estão em busca de suas decisões para que estas fiquem cada vez mais claras para o público, já a FIA dá gigantescos passos atrás, diminuindo cada vez mais a transparência das avaliações e punições, apenas aumentando a confusão para os amantes e fãs da principal categoria do automobilismo.

A polêmica da linha foi apenas a “cereja do bolo” num tumultuado fim de semana e corrida pelas ruas de Monte Carlo. E como era previsto toda essa postura da entidade começou a desagradar tanto a empresa como as equipes. Além do orgulho e da briga política, existe também um motivo financeiro por trás de toda essa confusão. Atualmente a FIA, depende quase que exclusivamente da receita gerada pela F1. Enquanto isso, a Liberty Media, dona comercial do negócio quer reduzir este percentual. 

 

Foto Destaque: Mohammed Bem Sulayem, presidente da FIA, no paddock do GP de Mônaco 2022. (Foto: Reprodução/GE) 

Holanda goleia a Bélgica fora de casa na estreia da Liga das Nações

Nesta sexta-feira (3), Bélgica e Holanda se enfrentaram pela 1ª rodada do Grupo A4 no Stade Roi Baudoin em Bruxelas e a seleção visitante foi mais uma a frustrar os torcedores locais e a bater os donos da casa, dessa vez, por um placar mais elástico: 4 x 1. Os gols foram marcados por Memphis Depay (duas vezes), Bergwijn e Dumpries para os ‘laranjas’ e Michy Batshuayi descontou já nos acréscimos da partida para os semifinalistas da última edição da competição.

Com os dois gols feitos, o camisa 9 tanto de sua seleção como do Barcelona, se tornou o terceiro maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 41 gols. Ele deixou para trás Patrick Kluivert. À sua frente estão agora apenas: Klaas Jan Huntelaar, com 42, e Robin Van Persie, com 50 – dois ótimos centroavantes e que fizeram história vestindo a camisa de seu país. Enquanto isso, seu companheiro de ataque, Bergwjin, chegou a cinco gols nos últimos quatro jogos pela Holanda.  Estes números só demostram em como este dois são entrosados e formam uma dupla entrosada.


Bergwjin comemora o seu gol na goleada da Holanda sob a Bélgica. (Foto: Reprodução/GE)


Com o resultado a seleção holandesa chega a 10 partidas de invencibilidade. Já a belga, não perdia em seus domínios há 32 jogos. Pela frente, a Bélgica volta a atuar quarta-feira (8), no mesmo estádio quando recebe a Polônia em busca da recuperação na segunda rodada. Enquanto, a Holanda joga no mesmo dia contra País de Gales, em Cardiff, com objetivo de se manter no caminho das vitórias.

Além da derrota e da péssima atuação em todos os setores com a última linha de defesa perdida, meio-campo muito espaçado e pouco criativo e ataque que, simplesmente, não funcionou, o espanhol Roberto Benítez que dirige a Bélgica ainda viu seu camisa 9, Romelu Lukaku sair machucado de campo. Ele deixou o campo aos 21 minutos e se tornou dúvida para o comandante nos próximos jogos dos “Diabos Vermelhos”.

 

Foto Destaque: Jogadores holandeses comemoram ums dos gols da seleção na vitória sob a Bélgica. (Foto: Reprodução/GE)