Sobre Mateus Pessoa

Mateus é formado em Tecnologia da Informação pela Uninassau e atualmente estuda Jornalismo na Estácio de Sá. Ele iniciou sua carreira em produção audiovisual em 2022, trabalhando em um projeto para a Stellantis, a gigante automotiva multinacional que detém marcas como Jeep, RAM, Fiat e Peugeot.

Confira se seu iPhone é compatível com o novo sistema da Apple

A Apple liberou na segunda-feira (15), a tão aguardada atualização de seu sistema operacional, o iOS 26, prometendo revolucionar a experiência de uso com um novo design e funcionalidades aprimoradas. A novidade, no entanto, não será acessível a todos os modelos de iPhone, gerando uma dúvida comum entre os consumidores: o meu aparelho é compatível?

A resposta é direta: o iOS 26 será compatível com todos os iPhones lançados a partir de 2019. Isso inclui os modelos da linha iPhone 11 e todos os seus sucessores, garantindo que uma vasta parcela da base de usuários da Apple tenha acesso ao novo software. A atualização é a base para os iPhones que serão lançados no próximo ano, marcando o ciclo de inovações da empresa.

Modelos que ficaram de fora da atualização

A transição para o iOS 26 deixa para trás os três modelos mais antigos que eram compatíveis com o sistema operacional anterior, o iOS 18. São eles o iPhone XS, o iPhone XS Max e o iPhone XR, todos lançados em 2018. Para os proprietários desses aparelhos, a Apple oferece uma alternativa: a atualização de segurança iOS 18.7, também lançada recentemente. Embora não traga os novos recursos visuais e funcionais do iOS 26, ela garante que o dispositivo continue protegido contra as ameaças de segurança mais recentes, prolongando sua vida útil.


Lista de iPhones que estarão fora da nova atualização (Vídeo: reprodução/YouTube/Raphael rtps12 PC)

Lista de compatibilidade

Se você possui um iPhone de 2019 ou mais novo, pode ficar tranquilo. A lista de modelos compatíveis é extensa, abrangendo desde o iPhone 11 até os lançamentos mais recentes, como a série iPhone 17 e até mesmo o novo iPhone Air. A compatibilidade inclui:

  • iPhone SE (2ª geração e posterior)
  • Linha iPhone 11 (iPhone 11, Pro e Pro Max)
  • Linha iPhone 12 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 13 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 14 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 15 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 16 (todos os modelos)
  • Linha iPhone 17 (todos os modelos)

A nova interface de usuário, chamada Liquid Glass, é o grande destaque visual do iOS 26. A atualização, que tem um tamanho considerável (cerca de 14 GB, dependendo do modelo), já está disponível para download gratuito. No entanto, alguns usuários relataram lentidão nos servidores da Apple, com downloads que podem levar horas para serem concluídos. A recomendação, para quem não tem pressa, é esperar alguns dias para que o tráfego nos servidores normalize.

A liberação do iOS 26 reafirma a estratégia da Apple de oferecer um ciclo de vida longo para seus produtos, ao mesmo tempo em que direciona a inovação para os modelos mais recentes. A decisão de descontinuar o suporte para modelos de 2018 é um movimento natural do mercado de tecnologia, garantindo que o hardware mais antigo não limite o potencial de novas funcionalidades.

Decisão do Copom mantém Selic a 15% e alerta para riscos de inflação

Em um cenário de incertezas globais e pressões inflacionárias persistentes, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano. Essa decisão, que já era amplamente esperada pelo mercado financeiro, consolida a Selic em seu patamar mais alto desde julho de 2006 e sinaliza um tom de cautela ainda mais reforçado por parte da autoridade monetária brasileira.

O comunicado emitido após a reunião destacou um ambiente internacional mais adverso, influenciado principalmente pelas políticas comercial e fiscal dos Estados Unidos, o que amplia a volatilidade nos mercados e exige vigilância.

Flexibilização na comunicação do Copom

A manutenção da Selic por um período prolongado se justifica pelo caráter contracionista da política monetária, buscando conter uma inflação que teima em se manter acima da meta. Embora o comunicado de setembro reforce a preocupação com a inflação, ele adota uma linguagem mais flexível em comparação à comunicação de julho, quando a “continuação da interrupção” do ciclo de alta foi mencionada.

A retirada dessa frase sugere que o Copom não descarta a possibilidade de novos movimentos futuros, seja de alta ou de baixa, dependendo da evolução do cenário econômico.


Mesmo com deflação de 0,11% em agosto, Copom decide manter taxa básica em 15% ao ano (Vídeo: reprodução/X/UOL)

Internamente, o Copom observa sinais de moderação na atividade econômica, mas ressalta que o mercado de trabalho continua aquecido. A inflação, por sua vez, segue resistente, com as expectativas para 2025 e 2026 ainda desancoradas.

O Comitê reconhece os riscos para a inflação em ambas as direções: para cima, com a resiliência dos preços de serviços e a possibilidade de um câmbio mais desvalorizado; e para baixo, com uma desaceleração econômica global mais acentuada e a queda dos preços das commodities.

Cenário internacional adverso reforça postura cautelosa do Copom

No âmbito externo, o comunicado enfatiza a preocupação com as tensões geopolíticas e, principalmente, com o comportamento da economia americana. A política do Federal Reserve, que horas antes havia anunciado um corte de 0,25 ponto percentual em sua taxa de juros, impacta as condições financeiras globais e requer uma atenção redobrada dos países emergentes. O comunicado ressalta que a conjuntura internacional mais adversa e as tarifas comerciais impostas pelos EUA ao Brasil contribuem para um cenário de maior incerteza.

A decisão do Copom e o teor de seu comunicado foram vistos pelo mercado como um sinal de que o Banco Central não fará concessões e que um afrouxamento monetário só deve ocorrer diante de uma melhora significativa do cenário. A avaliação de economistas é de que o balanço de riscos para a inflação segue elevado, e a cautela da autoridade monetária é a principal ferramenta para garantir a convergência da inflação à meta no médio prazo.

Lula sanciona lei para proteger crianças da ‘adultização’ nas redes sociais

Nesta quarta-feira (17), uma nova lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o objetivo de proteger crianças e adolescentes do fenômeno conhecido como “adultização” nas redes sociais. A medida, que estabelece uma série de novas obrigações para as plataformas digitais, representa um marco importante na regulamentação da internet no Brasil.

A lei foi criada para combater a exposição de menores a conteúdos inapropriados e para garantir um ambiente online mais seguro. Ela exige que os provedores de serviços digitais vinculem as contas de crianças e adolescentes a um responsável legal, assegurando maior controle e supervisão sobre a atividade online desse público. Além disso, as empresas agora têm a obrigação de remover qualquer conteúdo que seja considerado abusivo ou prejudicial a menores, reforçando a proteção contra exploração e assédio.

Legislação ganha força após denúncia viral

A necessidade de uma legislação como essa ganhou destaque após um vídeo do influenciador Felca viralizar, expondo a maneira como algumas plataformas incentivam a monetização de conteúdo criado por crianças de forma controversa. A grande repercussão do caso chamou a atenção do público e de legisladores, levando o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a priorizar a votação da proposta. O projeto foi rapidamente aprovado tanto na Câmara quanto no Senado, demonstrando o amplo consenso sobre a urgência do tema.


Matéria sobre a sansação do projeto chamado ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente Digital) (Vídeo: reprodução/YouTube/Jornal da Gazeta)

As novas regras se aplicam a todos os produtos e serviços de tecnologia da informação que possam ser utilizados por crianças e adolescentes, independentemente de sua natureza ou tamanho. Isso significa que a lei impacta desde as maiores redes sociais até aplicativos e jogos que permitam a interação de menores.

Sanções severas reforçam compromisso com a proteção infantil

O descumprimento das normas estabelecidas acarreta punições rigorosas. As multas podem variar de R$ 10 por usuário cadastrado na plataforma até um teto de R$ 50 milhões, dependendo da gravidade da infração. A lei também prevê a possibilidade de suspensão temporária ou até mesmo definitiva das atividades das empresas que persistirem no descumprimento das regras.

Essas sanções financeiras e operacionais têm o objetivo de garantir que as plataformas levem a sério a responsabilidade de proteger seus usuários mais jovens. A nova lei busca equilibrar a liberdade de expressão e a inovação tecnológica com a necessidade de salvaguardar a saúde mental e o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes na era digital.

Internação de Bolsonaro reacende debate sobre pré-síncope

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi novamente internado nesta terça-feira (16), no Hospital DF Star, em Brasília. A hospitalização ocorre menos de 48 horas depois de ter recebido alta do mesmo local, no qual realizou exames de rotina. Desta vez, o quadro que o levou de volta à unidade de saúde foi uma crise de soluços e vômitos, além de um episódio de pré-síncope, como descreveu a equipe médica.

A condição, embora não represente um desmaio completo, gerou preocupação e trouxe à tona a discussão sobre o que exatamente é a pré-síncope e os fatores que a desencadeiam. Também conhecida como quase síncope, a pré-síncope é a sensação iminente de que se vai desmaiar, mas sem a perda total da consciência. É um estado que pode durar de alguns segundos a poucos minutos e que traz consigo uma série de sintomas desconfortáveis e alarmantes.

Sinais e causas da pré-síncope

Entre os sinais mais comuns da pré-síncope, destacam-se a fraqueza repentina, suor frio, náusea ou sensação de estômago embrulhado, e palpitações cardíacas. O paciente também pode relatar dores abdominais e alterações na visão, como o embaçamento ou a percepção de pontos pretos. Tais sintomas, embora variem de intensidade, são indicativos de que algo está afetando o fluxo sanguíneo para o cérebro.


Matéria sobre internamento de Bolsonaro por pré-síncope (Vídeo: reprodução/YouTube/ O POVO)

A principal causa da pré-síncope é a diminuição do fluxo de sangue para o cérebro, um problema frequentemente associado a uma queda abrupta da pressão arterial. As razões para essa queda podem ser diversas, e incluem desde fatores emocionais — como ansiedade ou medo extremo — até condições físicas. A desidratação é uma causa comum, assim como o uso de certos medicamentos para pressão alta. Em alguns casos, problemas cardíacos subjacentes também podem ser a origem do problema.

Grupos de risco e o caso Bolsonaro

É importante notar que existem grupos com maior predisposição para esses episódios. Os principais fatores de risco para a pré-síncope incluem ter pressão alta ou diabetes. Histórico de tabagismo e a ocorrência prévia de episódios semelhantes também aumentam a probabilidade.

A condição é mais comum em mulheres do que em homens, embora possa afetar qualquer pessoa. A internação de Bolsonaro para monitoramento e exames aprofundados é um procedimento padrão, visto que a pré-síncope pode ser um alerta para condições de saúde que exigem atenção médica.

STF Exige esclarecimentos sobre procedimentos de escolta de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou à Polícia Penal do Distrito Federal que apresente um relatório detalhado sobre os procedimentos adotados durante a escolta do ex-presidente Jair Bolsonaro ao hospital. A investigação visa compreender as razões pelas quais a saída do ex-chefe do Executivo do hospital não ocorreu de forma “imediata” após sua liberação médica, no último domingo (14).

Em um despacho emitido nesta segunda-feira (15), Moraes determinou a apresentação de um “relatório circunstanciado sobre a escolta realizada, com informações do carro que transportou o custodiado, agentes que o acompanharam no quarto e o motivo de não ter sido realizado o transporte imediato logo após a liberação médica”.

Bolsonaro deixa prisão domiciliar para exames médicos

Bolsonaro encontra-se em regime de prisão domiciliar, mas obteve autorização de Moraes para se submeter a procedimentos médicos no domingo. Essa foi a primeira vez que o ex-presidente deixou sua residência desde que foi condenado pelo STF a uma pena de 27 anos e três meses de prisão, em decorrência de acusações relacionadas a uma tentativa de golpe de Estado.


Bolsonaro foi acompanhado do filho mais novo, Jair Renan (Foto: reprodução/X/@JovemPanNews)

O ex-presidente chegou à unidade de saúde por volta das 8h, sob um rigoroso esquema de segurança, e permaneceu no local até as 13h50, quando foi transportado de volta para sua residência. O boletim médico divulgado após sua alta indicou um quadro de “anemia”, e exames de tomografia revelaram a presença de uma imagem residual compatível com pneumonia recente.

Político deixou hospital sob escolta e foi recebido por apoiadores

Ao receber alta médica, Bolsonaro deixou o hospital pela entrada principal, acompanhado por dois de seus filhos: os vereadores Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e Jair Renan Bolsonaro (PL-SC). Antes de embarcar no veículo que o levaria para casa, o ex-presidente permaneceu em pé por aproximadamente cinco minutos, enquanto apoiadores entoavam gritos de apoio, como “volta Bolsonaro” e “anistia já”, além de cantar o Hino Nacional. Com uma expressão séria, ele cumprimentou com a cabeça alguns dos policiais que integravam a escolta, mas não se dirigiu aos manifestantes presentes.

A decisão de Moraes sublinha a atenção rigorosa que o STF tem dedicado a todos os aspectos relacionados ao cumprimento das medidas cautelares impostas a figuras públicas, especialmente aquelas sob investigação ou condenação judicial. A investigação sobre os detalhes da escolta e do tempo de permanência no hospital pode ter implicações na avaliação das condições de cumprimento da prisão domiciliar e na segurança das operações.

Gabriel Farrel, fundador da Borda e Lenha, perde a vida em acidente de paraquedismo

O mundo do empreendedorismo e os amantes da culinária lamentam profundamente a perda de Gabriel Farrel, o visionário por trás da popular rede de pizzarias Borda e Lenha. Farrel faleceu tragicamente na tarde deste domingo (14), em decorrência de um grave acidente durante uma prática de paraquedismo na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.

O incidente ocorreu quando Farrel realizava um salto de paraquedas de uma aeronave que sobrevoava a Praia da Reserva. Segundo informações preliminares divulgadas pela Polícia Civil do Rio, o paraquedas principal não abriu conforme o esperado, resultando na fatalidade. A notícia chocou amigos, familiares e a vasta comunidade que o acompanhava nas redes sociais.

Uma jornada de paixão e empreendedorismo

Formado em Engenharia, Gabriel Farrel demonstrou desde cedo uma inclinação para ir além do caminho tradicional. Ele trocou a engenharia pela sua verdadeira paixão: a culinária. Iniciou sua trajetória com uma pizzaria móvel, atendendo eventos e ganhando experiência. O sucesso dessa iniciativa o impulsionou a fundar a Borda e Lenha, um modelo de negócio focado em delivery que rapidamente prosperou e se expandiu, tornando-se uma rede de pizzarias reconhecida.


Causa do acidente vai ser investigada (Vídeo: reprodução/X/@balancogeral)

Farrel não era apenas um empresário bem-sucedido, mas também uma figura inspiradora com uma presença marcante nas redes sociais. Com mais de 60 mil seguidores no Instagram e TikTok, ele compartilhava não apenas o crescimento de seu empreendimento, mas também reflexões sobre empreendedorismo, motivação e sua paixão por esportes radicais. Suas postagens frequentemente mostravam sua adrenalina em atividades como paramotor e basejump, evidenciando um espírito aventureiro e destemido.

Reconhecimento e legado

Em 2021, Gabriel Farrel teve a oportunidade de apresentar seu negócio no aclamado reality show Shark Tank Brasil. Sua participação foi um marco, onde ele conseguiu o investimento necessário para impulsionar ainda mais a escala e o alcance da Borda e Lenha, consolidando sua visão de expansão.

Seu último post nas redes sociais, realizado no sábado, 13 de setembro, trazia uma mensagem de profunda reflexão: um vídeo dele correndo na Praia de São Conrado ao nascer do sol, acompanhado de seu cachorro, e a legenda: “Valorizar a vida é diária, é de graça, é imperdível”. Ironia do destino, essas palavras ecoam agora em meio à tristeza pela sua partida precoce.

Amigos e colegas de profissão, como a atriz Dandara Mariana, expressaram seu pesar nos comentários, descrevendo Farrel como uma pessoa “sempre de bem com a vida, alto astral e divertida”. Sua partida deixa um vazio significativo, mas seu legado de paixão, inovação e resiliência no mundo dos negócios continuará a inspirar muitos.

Larry Ellison supera Musk em disputa bilionária por riqueza global

O cenário do poder econômico global testemunhou uma reviravolta digna de roteiro cinematográfico, com Larry Ellison, cofundador da Oracle, alcançando o cobiçado posto de pessoa mais rica do mundo pela primeira vez. Essa conquista inédita pôs fim ao reinado de mais de um ano de Elon Musk, dono da Tesla e SpaceX, que por um breve período viu seu império financeiro ser superado.

O mais rico do mundo por algumas horas

A ascensão meteórica de Ellison nas primeiras horas de negociação na Bolsa de Valores de Nova York foi impressionante. Uma valorização expressiva nas ações da Oracle, que chegou a ultrapassar os 40% em seu pico matinal, impulsionou sua fortuna em um expressivo montante de US$ 101 bilhões. Às 10h10, pelo horário local, Ellison oficialmente desbancou Musk do topo do ranking de bilionários.


O salto na fortuna foi através da empresa Oracle (Foto: reprodução/X/@ForbesBR)

Contudo, a liderança de Ellison foi efêmera. À medida que o dia de negociação avançava, a valorização das ações da Oracle desacelerou, encerrando o pregão com uma alta de 35,9%. Essa moderação foi suficiente para que Elon Musk, impulsionado por uma leve alta de 0,24% nas ações da Tesla, recuperasse o primeiro lugar. Ao final do dia, Musk reassumiu seu posto de homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 384,2 bilhões, enquanto Ellison o seguia de perto, com US$ 383,2 bilhões, uma diferença de “apenas” 1 bilhão de dólares.

O motor da ascensão, resultados da Oracle e o boom da IA

O notável salto nas ações da Oracle, que catapultou Ellison à liderança, foi desencadeado pela divulgação de resultados trimestrais que superaram as expectativas do mercado. A gigante de software tem prosperado significativamente em seu negócio de armazenamento de dados em nuvem, um setor que se beneficia diretamente do avanço exponencial da inteligência artificial.

A demanda crescente por poder computacional e capacidade de armazenamento para alimentar aplicações de IA tem se tornado um motor crucial para a Oracle. O investimento maciço da empresa em infraestrutura de nuvem, oferecendo serviços pela internet, tem se mostrado uma aposta acertada. Essa estratégia posicionou a Oracle como uma fornecedora vital para startups e empresas de IA que buscam expandir suas operações.


A Oracle, fundada em 1977, foi a empresa que fez Larry se tornar o mais rico do mundo (Foto: reprodução/X/@EstadaoLink)

O acordo recém-anunciado com a OpenAI, responsável pelo ChatGPT, para o fornecimento de 4,5 gigawatts em capacidade de data centers, é um testemunho dessa nova dinâmica. Esse contrato bilionário, estimado em US$ 300 bilhões ao longo de cinco anos, solidifica a Oracle como um player importante na corrida pela infraestrutura de IA.

Um olhar sobre Larry Ellison, de programador a magnata

A trajetória de Larry Ellison é um conto de ambição e visão empreendedora. Abandonando a faculdade, ele cofundou a Oracle, que se transformaria em uma das maiores empresas de tecnologia do planeta. Nascido no sul de Chicago e criado por seus tios, Ellison demonstrou desde cedo aptidão para a programação. Sua jornada profissional começou na Ampex, onde trabalhou em um projeto de banco de dados para a CIA, batizado de Oracle — um prenúncio de seu futuro sucesso.

Em 1977, com dois sócios, ele fundou a empresa que levaria o nome desse projeto. A Oracle abriu seu capital em 1986, um dia antes da Microsoft, marcando sua entrada no mercado financeiro. Ellison ocupou o cargo de CEO até setembro de 2014, quando assumiu as posições de presidente do conselho e diretor de tecnologia.


Larry Ellison em coletiva na casa branca (Foto: reprodução/Andrew Harnik/Getty Images Embed)


A riqueza de Ellison não se limita à Oracle. Ele detém uma participação significativa na Tesla, é investidor em esportes, como vela e tênis (patrocinando o torneio Indian Wells), e possui um vasto portfólio imobiliário, que inclui a ilha de Lanai, no Havaí. Sua vida pessoal é marcada por um estilo extravagante, com megaiates, jatos particulares e propriedades de luxo, que frequentemente geram discussões sobre o uso de sua vasta fortuna.

A dança dos bilionários e o futuro da tecnologia

A disputa pelo topo da lista de bilionários tem sido dinâmica. Antes de Musk e Ellison, nomes como Jeff Bezos (Amazon) e Bernard Arnault (LVMH) ocuparam o pódio. A ascensão de Zuckerberg, da Meta, ao terceiro lugar, com US$ 264,1 bilhões, demonstra a força do setor de tecnologia e a constante reconfiguração do poder econômico.

O sucesso recente da Oracle, impulsionado pela revolução da inteligência artificial, reafirma a capacidade da empresa de se adaptar e prosperar em mercados em constante evolução. A empresa, que já era um pilar em bancos de dados corporativos, agora se consolida como uma fornecedora essencial para a infraestrutura que alimenta o futuro da tecnologia. Enquanto Elon Musk mantém sua posição de liderança por ora, a performance impressionante de Larry Ellison e da Oracle demonstra que a competição no Olimpo dos bilionários está mais acirrada do que nunca.

Fux inverte voto e sacode o STF em julgamento da tentativa de golpe

O Supremo Tribunal Federal (STF) encontra-se em meio a um turbilhão de discussões após o voto do ministro Luiz Fux no julgamento da tentativa de golpe de Estado. Ministros da Corte, em conversas reservadas, expressaram incredulidade e surpresa diante da posição de Fux, que inicialmente se declarou incompetente para julgar o caso. A aparente incoerência reside no fato de que o próprio Fux, em momento anterior, havia votado pela aceitação da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, considerados o “núcleo crucial” da suposta articulação golpista.

Fux questiona competência do STF e aponta cerceamento de defesa

A argumentação de Fux centrou-se na ausência de foro privilegiado para os denunciados, uma vez que estes já teriam perdido seus cargos. Segundo o ministro, o STF não teria competência para julgar indivíduos sem essa prerrogativa, sugerindo que o caso deveria ser analisado por outra instância, possivelmente o plenário da Corte, composto por 11 ministros, e não pela Primeira Turma, com cinco integrantes. “Não estamos julgando pessoas que têm prerrogativa de foro, estamos julgando pessoas sem prerrogativa de foro”, declarou Fux, reforçando seu entendimento de que a jurisprudência da Corte deveria ser reafirmada nesse sentido.


Reportagem sobre o voto contrário de Fux (Vídeo: reprodução/YouTube/UOL)

Além da questão da competência, Fux também acolheu os argumentos da defesa referentes ao cerceamento de defesa. Ele apontou a dificuldade em acessar a vasta quantidade de documentos do processo em tempo hábil, o que, em sua visão, comprometeu o direito à ampla defesa. “Em razão da disponibilização tardia de um tsunami de dados, sem identificação com antecedência dos dados, eu acolho a preliminar de violação constitucional de ampla defesa e declaro cerceamento de defesa”, afirmou.

Voto atual de Fux contrasta com posicionamento anterior favorável à denúncia

Essa manifestação de Fux contrasta fortemente com seu voto anterior, no qual ele se posicionou favoravelmente à admissão da denúncia. Naquela ocasião, Fux utilizou palavras contundentes, classificando ações contra o Estado Democrático de Direito como “absolutamente repugnantes e inaceitáveis”. Ele também ressaltou que, embora em outras épocas a tentativa pudesse não ser caracterizada como crime consumado, a legislação atual permite tal enquadramento para crimes contra a democracia.

Defesas Veem Brecha para Questionar Decisões Futuras

Para as defesas dos réus, os argumentos apresentados por Fux representam uma oportunidade estratégica. Eles interpretam a decisão como uma brecha que pode ser explorada para questionar uma eventual condenação. No momento em que o julgamento avançava, com dois votos favoráveis à condenação (ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino), a expectativa era de que Fux e outros ministros, como Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, também votassem pela condenação.

A defesa de Bolsonaro, inclusive, já teria como certa uma condenação. A reviravolta, ou, no mínimo, a complexidade apresentada pelo voto de Fux, adiciona uma camada de incerteza ao desfecho do processo, levantando debates sobre a coerência e a uniformidade de entendimentos dentro do próprio Supremo Tribunal Federal. A divergência interna e os argumentos levantados podem ter implicações significativas para o futuro jurídico e político do país.

Tentativa de invasão ao Palácio do Planalto resulta em prisão

Na madrugada desta quarta-feira (10), um incidente marcou a segurança da capital federal quando um homem, identificado como Leonildo dos Santos Fulgieri, de 54 anos, tentou invadir o Palácio do Planalto, em Brasília. A ação resultou em sua prisão após ser atingido por dois disparos de bala de borracha, efetuados por militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atuam na proteção do edifício.

Tentativa de invasão termina com detenção após ação de segurança

De acordo com informações da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Leonildo teria pulado a grade que cerca o palácio por volta das 3h30. Em seguida, o indivíduo tentou ultrapassar a barreira da rampa que conduz ao segundo andar do prédio. Os militares presentes advertiram o homem, mas ele desconsiderou as ordens e continuou avançando. Diante da insistência, os agentes de segurança fizeram uso de armas não letais, disparando balas de borracha que atingiram o quadril e a perna do suspeito.

Após ser contido, Leonildo dos Santos Fulgieri foi detido e encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde prestou depoimento. Os detalhes sobre o conteúdo de sua declaração e a motivação por trás de sua tentativa de invasão não foram divulgados até o momento.


Matéria sobre tentativa de invasão na madrugada desta quarta-feira (10) (Vídeo: reprodução/X/@BandJornalismo)

Reforço na Segurança e Histórico de Incidentes

A recente tentativa de invasão ao Palácio do Planalto ocorre em um contexto de segurança reforçada na Esplanada dos Ministérios. Atualmente, o edifício é cercado por pelo menos duas fileiras de grades. Essa medida de segurança foi restabelecida após ter sido brevemente removida em 2023, por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia determinado a retirada das grades instaladas na gestão anterior.

As grades voltaram a ser posicionadas temporariamente em pelo menos duas ocasiões, somente em 2025. Em julho, um grupo de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro tentou acampar na Praça dos Três Poderes em sinal de protesto. Mais recentemente, em setembro, as barreiras foram reinstaladas, antecipando possíveis manifestações relacionadas ao julgamento de uma suposta trama golpista, cujos desdobramentos podem envolver outros órgãos localizados na Praça dos Três Poderes, como o Supremo Tribunal Federal (STF).

Histórico de tentativas de invasão e nota oficial do governo sobre a ocorrência

Além disso, o homem preso nesta madrugada possui um histórico de incidentes em prédios públicos. Relatos indicam que ele já tentou invadir outros edifícios na Praça dos Três Poderes, incluindo uma tentativa na segunda-feira (8) de ingressar no edifício-sede do Senado Federal. Na ocasião, ele teria afirmado aos vigilantes que iria “sentar no trono”, numa alusão à cadeira presidencial da Casa. Ao ser impedido de entrar, o indivíduo teria se retirado sem que a tentativa fosse oficialmente registrada.

A Secretaria de Comunicação Social do governo emitiu uma nota oficial sobre o ocorrido, reiterando que o homem foi devidamente advertido e que o uso da arma não letal foi para contê-lo, sem causar ferimentos graves. A ocorrência foi registrada na Polícia Federal.

Inovação em alta, Apple lança iPhone 17, 17 Pro e o Surpreendente 17 Air

A Apple, em um evento que acendeu a curiosidade tecnológica mundial, apresentou ao público o aguardado iPhone 17, 17 Pro e seu revolucionário irmão, o iPhone 17 Air. A gigante de Cupertino mais uma vez redefine os padrões de design e performance, trazendo inovações que prometem impactar o mercado de smartphones.

O grande destaque entre as novidades é, sem dúvida, o iPhone 17 Air. A Apple o aclamou como o iPhone mais fino da história, ostentando uma espessura impressionante de meros 5,7 mm.

iPhone 17 Air é ápice da inovação em design e performance

Essa proeza de engenharia não compromete a robustez, utilizando materiais superfortes com 80% de titânio reciclado e um Ceramic Shield 3x mais resistente para a tela de 6,5 polegadas. A tela, aliás, oferece um brilho máximo de 3000 nits, garantindo visibilidade excepcional mesmo sob luz solar intensa.


O iPhone 17 Air é o iPhone mais fino lançado pela Apple (Foto: reprodução/X/@siteptbr)

O novo design de câmera “plateau” confere um visual distinto, enquanto o interior abriga o poderoso chip A19 Pro e o inovador N1, responsável por uma conectividade de ponta com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread. A fotografia também é um ponto forte, com uma câmera principal de 48MP Dual Fusion capaz de captura dupla de vídeo, consolidando-o como o iPhone mais eficiente em energia já lançado.

Elegância renovada e avanços tecnológicos no iPhone 17

Paralelamente, o iPhone 17 se destaca por sua elegância e um leque de cinco novas cores que incluem lavanda, azul névoa, preto, branco e sálvia. Ele herda características de ponta, como a tela Always-On Display, suporte ao ProMotion com taxa de atualização de até 120Hz e widgets interativos, além de um brilho externo que também atinge os 3000 nits.

Desse modo, seu sistema de câmera principal de 48MP ganhou um sensor maior e o novo sistema Dual Fusion promete fotos de altíssima qualidade. A câmera frontal, equipada com Center Stage, assegura que os usuários permaneçam sempre em foco durante chamadas de vídeo, proporcionando enquadramentos dinâmicos e naturais.


Com tela de 6,3″ de tamanho o iPhone 17 está equipado com a função ProMotion. (Foto: reprodução/X/@siteptbr)

Ambos os modelos compartilham a promessa de bateria para o dia todo e carregamento mais rápido. Uma funcionalidade exclusiva do iPhone 17 Air é a capacidade de utilizar ambas as câmeras simultaneamente para a criação de vídeos e fotos, abrindo novas possibilidades criativas.

Apple lança iPhone 17 Pro com novo design e avanços em inteligência artificial

A Apple anunciou o iPhone 17 Pro Max, modelo que marca uma nova fase em design e desempenho. O destaque vai para o módulo de câmeras redesenhado, agora integrado a uma faixa horizontal que ocupa toda a parte superior traseira do aparelho. A estrutura em alumínio forjado melhora a dissipação de calor e reforça a durabilidade.


Teaser do iPhone 17 Pro. (Vídeo: reprodução/YouTube/
Zee Tech)

O chip A19 Pro traz ganhos significativos em velocidade e eficiência, com suporte a recursos de IA diretamente no dispositivo. A tela de 6,9 polegadas oferece brilho elevado e fluidez com taxa de 120 Hz. A bateria também foi aprimorada, garantindo maior autonomia para uso intenso.

Preços competitivos e lançamento em setembro reforçam aposta da Apple em inovação móvel

No mercado americano, os preços são igualmente competitivos, com o iPhone 17 partindo de US$ 799 (R$ 7.999 no Brasil), o 17 Pro a partir de US$ 1.249 (R$ 11.499 no Brasil). e o iPhone 17 Air a partir de US$ 999 (R$ 10.499 no Brasil). As vendas nos Estados Unidos e Brasil estão programadas para iniciar em 19 de setembro. As inovações apresentadas no evento da Apple sinalizam um futuro promissor para a tecnologia móvel.