Sebastian Mallaby, escritor de livro sobre tecnologia e capital de risco declara que valor das Startups deve baixar

De acordo com Sebastian Mallaby, os juros altos em países como Estados Unidos faz os investidores se posicionarem mais conservadoramente em relação as startups, isso pode acarretar baixa valorização para empreendimentos mais jovens que buscam aportes para financiar seu desenvolvimento.

“Esse novo clima financeiro trará ajustes. Em um ambiente no qual as taxas de juro estão a 6%, 7% é muito caro travar seu dinheiro, pelo custo de oportunidade. Para compensar, investidores de risco devem esperar retornos mais altos, o que significa que eles só apoiariam as melhores empresas, e por um valor de mercado menor”, analisou Mallaby.

“Os preços vão se ajustar. O valor de avaliação das startups terá de ser mais baixo. Mas haverá muitas pessoas querendo investir em capital de risco. Não será como em 2000”, continua, lembrando a crise que abalou o segmento de tecnologia.


O autor Sebastian Mallaby conversando com Charlie Rose. (Foto: Reprodução/CharlieRose)


O jornalista inglês, de 58 anos, escreveu o livro “A Lei da Potência – Capital de Risco e a Criação de um Novo Futuro” (ed. Intrínseca). A obra narra as minucias do relacionamento entre os investidores e o nascimento de companhias estadunidenses que transformaram o mundo tecnológico desde a década de 50.

O livro, anunciado pelo Financial Times como um dos melhores de 2022, conta o que acontece por trás do começo de firmas como Atari, Apple, Intel, Yahoo, Facebook. Cisco e Google, e a importância dos investidores que contribuíram transformando ideias de negócios viáveis e empreendimentos com capacidade para gerar milhares de dólares poucos anos.

Atualmente quando analisa o mercado de capital de risco, principalmente com os juros americanos la no alto e uma possível recessão, ele da como exemplo a Nadaq, que tem sofrido com quedas. Mesmo com tendencia de rápido crescimento elas sofrem mais volatilidade por isso mais arriscadas, principalmente quando ainda estão no inicio. Esse é um período que os investidores querem arriscar menos, por isso seu valor deve diminuir.

Quem investe no capital de risco olha no longo prazo e com as taxas de juro entre 6%, 7%, fica inviável aplicar o dinheiro, a oportunidade não vale o custo. Esse panorama leva o investidor de risco a ter paciência esperando a hora de retornos mais altos, ou seja, agora só as empresas com mais capacidade receberiam o aporte, e aceitando valor de mercado mais baixo. A expectativa é de que o novo cenário financeiro venha com ajustes.

A verdade é que desde 2004, quando a Google abril capital, as firmas de tecnologia vem numa sequencia excepcional. Esse foi um dos motivos que elas tomaram conta do planeta. Segundo o jornalista os valores vão sofrer reajustes. Agora no momento que forem avaliadas o preço será abaixo do que se via, mesmo assim ainda existirão investidores querendo aportar seu dinheiro em capital de risco. Dessa vez não será como no ano 2000, à época a bolsa Nasdaq ficou quebrada e o Vale do Silício passou por três anos de hibernação.

Em relação ao estilo “Vencedor leva tudo” podem haver alterações fazendo ele ficar menos predominante. Os empreendimentos com efeito de cadeia, a margem de retorno aumenta em relação a quantidade de pessoas atendidas. Ao contrario do que acontece nos moldes tradicionais, onde as despesas aumentam quando a demanda de produção é maior.

Facebook e Google são exemplos de marketplaces negócios de rede, quando mais pessoas usam o serviço, eles ficam mais eficazes e facilitam para o consumidor. Isso significa que você pode selecionar milhares de artefatos, e a despesa para acrescentar mais um produto para vender e quase nulo, na Amazon é assim. Esse estilo de rede é propensa ao modelo vencedor leva tudo.

Voltando no tempo em que o capital de risco ajuda empreendimentos que produzem hardware, do tipo baterias elétricas para veículos, o efeito de rede pode ser menos forte. O estilo de “vencedor leva tudo” poderá surtir efeito porque o detentor da melhor tecnologia tem grande probabilidade de dominar o mercado. Acontecendo isso, as concorrentes vão seguir a experiencia por causa das altas margens do que está na liderança.


Dessa vez a turbulência não é igual ao ano 2000, quando a Nasdaq quebrou. ( Foto: Reprodução/Twitter)


Bolhas no Mercado Financeiro e Unicórnios

O acontecimentos da formação das bolhas existe em toda a história das finanças. É impossível evitar que elas se desenvolvam em determinados momentos. Mas em relação as startups que recebem avaliação maior do que US$ 1 bilhão de dólares existem erros que o governo pode evitar.

Não há diferença entre quem vai começar um empreendimento ou o proprietário de uma empresa que já está no mercado, todos precisam ter os mesmos atributos. Mudar de líder em algum momento pode ser uma rotina. A questão é que os donos desses unicórnios ganham poder exagerado através de papeis que dão poder de voto exacerbado. O problema acontece porque existem investidores que não estão dispostos a atuar na governança e nem querem um lugar no conselho. Dessa forma os os criadores desses unicórnios ficam sem limites e fruem o capital de maneira inadequada. E ninguém diz que ele está errado.

Normalmente esse alerta acontece quando o capital é aberto tornando a empresa pública, como no caso da WeWork, porque analistas e jornalistas observarão tudo com mais atenção e cautela. É nessa hora que as pessoas percebem como as coisas aconteciam de forma absurda. Isso mostra como é importante os donos dos ativos exercerem a governança inspecionando o fundador do jeito apropriado. Essa postura serve de método para diminuir o aparecimento dessas bolhas.


Os unicórnios muitas vezes ficam com muita liberdade. (Foto: Reprodução/OasisLab)


Blitzcaling (escalada rápida)

Falando das startups que estão no início, principalmente as de software, ter celeridade é o mais conveniente. Essa rapidez na escalada trará mais retorno nas margens. Quem investe em capital de risco esperam de seis a nove meses para as empresas mostrarem seu valor, por isso apresentar lucros com rapidez faz diferença.

Por um lado o resultado pode ser benéfico mas existem casos onde as empresas passaram do ponto e a blitzcaling se tornou uma adversidade. Nos Estados Unidos existe atualmente um bordão criado após Mark Zuckerberg dizer, “mova-se rápido e quebre as coisas”, isso virou uma piada para zombarem do Facebook e seu criador. O autor deixa claro que não concorda.

Para quebrar alguma coisa é importante saber o que está sendo quebrado e o que você a fará como passo seguinte. O lançamento de uma versão atualizada de um programa se não for muito boa, a mudança de um código pode corrigir o erro e tornar as coisas melhores. Agora se forem equipamentos físicos e ter uma fabrica for essencial, esse conserto não será fácil. Quebrar alguma coisa tão grande pode afetar o mundo e a sociedade.

Um dos fatores mais relevantes que podem mudar o cenário é uma atuação maior dos governos fazendo investimentos mais vultosos em tecnologia, capital intelectual e capacitação para os indivíduos. Dar suporte aos estudantes com interesse nas áreas de ciência, engenharia, matemática, tecnologia e incentivar empreendedores do ramo da tecnologia.


O modelo de escalada rapida pode ser benéfico em alguns casos. (Foto: Reprodução/AGazeta)


Organizar e regulamentar as normas sobre domínio intelectual é imperioso porque no momento em que algo é criado e produzido no meio acadêmico torna-se mais viável fazer o licenciamento da tecnologia e formar uma companhia através dela, isso ainda incentivaria a faculdade por meio do recebimento de um pouco dos royalties. Pensar regras que criem muitas restrições é importante para que as empresas tenham lucratividade.

Obtendo um lucro muito alto a disparidade entre as empresas vai ficar maior e criar um padrão evidente, fazendo com que todos os envolvidos desde o começo do trabalho até virarem um unicórnio participam do processo de crescimento, e é isso que os deixa motivado e querendo fazer de novo. Esse processo abre oportunidade para criação de um novo empreendimento e pode se tornar um investidor. Num país como o Brasil, os unicórnios podem ajudar  a acelerar o crescimento do universo das empresas de tecnologia.

Uma forma de atrair empresas de capital de risco para o Brasil é transformar as particularidades e deixando as coisas mais próximas de como são feitas no Estados Unidos, assim a chegada das empresas de capital de risco no país seria mais simples. A experiencia com o Vale do Silício ensinou essas pessoas a saberem onde estão se metendo. As firmas brasileiras podem receber ajuda para crescerem e vender dentro dos EUA. Por isso é importante seguir o padrão americano.

O mais importante que os governos precisam ter é conhecimento e saber que nem tudo serve como exemplo para todos os casos. Aportar capital num investimento de risco não é anormal e muitos fazem isso, o que mais se destacou como caso de sucesso foi Israel, onde o incentivo foi enorme. Mas em pouco tempo eles cortaram o incentivo assim que as empresas conseguiram caminhar com as próprias pernas.

Nesses caso onde o governo participa é importante agir sempre com cautela. Bom exemplo do que não fazer é o que acontece na Europa, onde o governo da muito subsídios ao capital de risco, isso afeta o mercado de capital privado, pois há em circulação valores em que o governo não espera retorno elevado. De certa forma esse dinheiro não é bem administrado porque falta governança de quem mais investe, o governo. Com isso investimentos que não não bem sucedidos acontecem.

Uma grande sugestão é que investidores assumam o risco completo desde o inicio. No caso de perderem, vão perder do próprio capital 100%, os contribuintes ficariam isentos de qualquer pagamento. Assim os investidores seriam conduzidos a entender melhor sobre o assunto, saber os melhores empreendimentos, e ajudar a elaborar como qualificar ainda mais o sistema ajudando as startups em seu desenvolvimento.  Sociedades de investimentos de risco, nos Estados Unidos não pagam impostos. Os investidores é que ficam responsáveis pelo pagamento dos impostos.

Uma dica que Mallaby deixa é a de que esse não é o melhor investimento para quem ainda está no começo ou para quem não tem muito capital, porque ele é caro. Quanto menos custos você tiver melhor. Diversificar também é uma boa opção. 

Bola protagonista do gol la mano de Dios vai a leilão e pode angariar pelo menos US$ 2,8 milhões

O Ano era 1986, Copa do Mundo no México, a última edição da competição no país já havia testemunhado aquele time mágico liderado por Pelé que brilhou e garantiu o tricampeonato mundial para a seleção brasileira de futebol. Mas dezesseis anos depois o mundo era outro e a temporada de 86 seria diferente, criaria a maior rivalidade entre dois jogadores de futebol, considerados dos maiores da história ainda hoje , o próprio Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, e o atleta que se tornaria um mito naquele mundial, Diego Armando Maradona, responsável pelos capítulos mais emblemáticos daquela disputa, dizem os especialistas que comentam futebol.

Depois do doloroso corte da seleção Argentina que se consagraria campeã mundial em 1978 jogando em casa e do fiasco na Copa de 82, realizada na Espanha, onde foi expulso depois de uma jogada contra o brasileiro Falcão, Maradona já se transformara numa estrela internacional com sua ida para o Barcelona. Caçado em campo durante o torneio, por ironia foi ele que ganhou o cartão vermelho após entrada de violenta no meio campista brasileiro se despedindo melancolicamente do campeonato. 

Na Copa do Mundo de 86 Maradona receberia a segunda chance no torneio, na época o técnico Carlos Bilardo não só convocou mas também deu a faixa de capitão para o jogador que protagonizaria momentos que ficaram marcados na história das Copas, um deles considerado por muitos o gol mais bonito marcado num mundial até hoje.


Maradona e o goleiro  Peter Shilton antes da partida começar. (Foto: Reprodução/Infobae)


Depois de passar pela primeira fase e ganhar de 1 a 0 do Uruguai nas oitavas de final, a seleção Argentina enfrentaria um adversário que estava atravessado na garganta dos argentinos por questões políticas, a Inglaterra, obviamente pelo conflito das Malvinas. Maradona era um atleta que se posicionava politicamente e naquelas quartas de final deu tudo que tinha de melhor para sair vitorioso.

Maradona deixou o mundo impressionado naquele mundial, e nesse jogo “El Pibe” se transformou em mito quando no segundo tempo, aos seis minutos de jogo, numa bola respingada na área o baixinho conseguiu vencer o gigante inglês Peter Shilton dando um leve toque com a mão, que o próprio Maradona afirmou ter tido a colaboração da “mão de Deus”. Ainda no mesmo jogo ele faria o gol que é considerado o mais bonito de todas as Copas, na jogada ele começou a driblar ainda do seu lado do campo e deixou para trás um inglês por vez até marcar o segundo gol do jogo.

O arbitro do jogo foi o tunisiano Ali Bin Nasser, ele ficou com a bola do jogo e resolveu apreciar a relíquia futebolística até agora, isso porque agora a preciosidade será vendida. “Esta bola faz parte da história do futebol internacional – parece o momento certo de compartilhar-la com o mundo”, afirmou Bin Nasser. “Espero que o comprador esteja em condições de exibi-la ou compartilha-la com o público de alguma outra forma”, concluiu.   

A maior leiloeira especializada em artigos esportivos do Reino Unido, a Graham Budd conduzira a venda no dia 16 de novembro, a partir do dia 28 de outubro começam as participações online. Outro item usado por Maradona na partida das quartas de final contra a Inglaterra, a camisa 10 do craque, foi comprada por 7,14 milhões de libras esse ano. Apreciado como um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, Diego Armando Maradona faleceu aos 60 anos de idade, em 2020.

Foto destaque: Maradona e a mão de Deus. Reprodução/CNNEspanhol.

 

Factorial faz captação de US$ 120 milhões e percebe o mercado mais hostil

 

Conquistar aportes e a confiança dos investidores agora exige mais das startups. No período dos últimos três anos, quem aportar seu capital no mercado financeiro internacional tem feito uma seleção mais criteriosa de onde vai colocar seu dinheiro para girar. “Em 2021, os investidores compravam qualquer história de crescimento, mas agora isso já não é mais suficiente”, disse Jordi Romero, Executivo da Factorial, startup da Espanha que fez uma captação de US$ 120 milhões, da “series C”.

A terceira geralmente é a última captação de recursos em uma startup que está financiando sua evolução. Já as “series” A e B são realizadas nos processos iniciais, é quando o investimento possui muito mais riscos. Na “series C”, a companhia ja tem cacife para conseguir aporte para se lançar globalmente.

Tudo estava planejado na Factorial desde o primeiro semestre, captar recursos era a meta, principalmente após a aceleração da inflação mundial que traria juros altos e dificultaria as coisas no mercado para os empreendedores.  Para Jordi, o movimento era dar mais força ao caixa para conseguir passar o período que era previsto como mais conturbado no mercado financeiro.

Nada na vida é fácil, mesmo sendo a Factorial uma startup já bem relacionada no mercado. “Contamos com a participação de todos os investidores que haviam atuado nas séries anteriores”, afirmou Jordi. No grupo tinha o GIC, fundo soberano de Cingapura, CRV, Tiger Global, K-Fund e Creandum. Outra presença forte foi a do grupo Atomico. Lucas Eisenstecken, um dos sócios, se juntou ao Conselho da startup.


Time da Factorial em ação melhorando o processo de RH através da digitalização. (Foto: Reprodução/Eu-Startups)


A percepção do CEO é que o mercado ficou bem mais cauteloso. “Antes bastava contar uma boa história de crescimento e a empresa encontrava investidores interessados”, analisa Jordi. “Agora é preciso apresentar tambem números que mostrem rentabilidade, escalabilidade e sustentabilidade do negócio”, conclui.

O valor captado tem destino certo, ampliar os negócios no México, Estados Unidos, e expandir  em cinco países da Europa além do país espanhol. A startup tem planos de expansão das operações no Brasil. “Estamos contratando pessoas para nosso escritório em São Paulo”, disse Romero.

 

RH Digitalizado

Junto com outros dois sócios, Romero fundou a Factorial no ano de 2016 em Barcelona. A startup faz a operação de uma plataforma que centraliza o processo de RH para companhias de médio e pequeno porte (PME). O executivo afirma que a operação promove um salto de qualidade dentro dessas empresas. “Há 10 ou 15 anos, os dados que as empresas tinham não ficavam disponíveis em tempo real, a maioria das informações essenciais para a gestão das companhias, especialmente as de pequeno porte, só existia no papel.”, afirma o CEO. Na prática esse RH digitalizado contribuiu para melhorar o processo.

Na visão de Jordi, essa digitalização dos processos os torna mais produtivos e lucrativos. No casting atual a Factorial tem 7 mil empresas consumindo seus serviços e tem uma captalização de US$ 1 bilhão antes do IPO, dando a startup o status de unicórnio. 

Foto destaque: Reprodução/Marketing4ecommerce

Custo dos produtores nos Estados Unidos sobe além do previsto para setembro

Os produtores dos Estados Unidos viram os preços subirem acima do que estava previsto para setembro muito por causa das grandes altas no custeio de serviços e bens, evidenciando que o país ainda pode sofrer com a permanência da alta inflacionaria um pouco mais.

Hoje, (12) de outubro, de acordo com o departamento do trabalho afirmou que o índice de preços ao produtor referente ao consumo final teve alta de 0,4% em setembro. As informações do mês de agosto foram revistas para baixo indicando o PPI em queda de 0,2% diferente do recuo de 0,1% comunicado antes. Somados 12 meses até setembro, a alta do PPI ficou em 8,5% depois de chegar a bater 8,7% em agosto. A agencia Reuters consultou economistas que faziam previsões de alta do PPI até 0,2%, com subida de 8,4% por ano.

O que tem ajudado a equilibrar a inflação anual para o produtor é o encorajamento por uma flexibilidade na abertura na rede de fornecimento, a queda dos valores das commodities na presença da primavera. Nesse sentido os preços ao consumidor tem sido repassado perifericamente.


Não há previsão para o Fed baixar a taxa de juros nos EUA. (Foto: Reprodução/SeuDinheiro)


Depois que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep +) decidiu na semana passada cortar a produção, os preços do petróleo e da gasolina aproximaram-se do fundo. As informações da quinta-feira (13) provavelmente apontarão custos mais elevados aos consumidores no mês de setembro, o estudo da Reuters junto aos especialistas, ratifica a questão se o Federal Reserve jogar para o alto as taxas de juros nos 75 pontos base no mês seguinte em quatro vezes em 2022.

A precificação dos mercados financeiros seguiram o mesmo ritmo aumentando a taxa desta importância no encontro do Fed entre 1 e 2 de novembro, segundo o mecanismo FedWatch da CME. O Federal Reserve aumentou a taxa básica dos juros nos Estados Unidos em março, saindo praticamente do zero até chegar a faixa do momento em torno de 3,00% a 3,25%.

Sem contar com os preços voláteis provenientes de serviços como alimentação e energia, os valores ao produtor sofreram alta de 0,4% em setembro. No mês de agosto o núcleo do PPI subiu 5,6% depois de subida parecida em agosto.

Foto destaque: Reprodução/PortalDBO

Mais de 100 milhões de fãs é o número que os times de games mais badalados do Brasil tem

 

Décadas atrás jogar video game não era visto com bons olhos e ainda os mais aficionados sofriam repressão social vinda dos mais conservadores, até então a industria de games era apenas uma diversão, mas o mercado de e-sports mudou tudo isso e agora o segmento trás para o mercado um valor acima de R$ 11 bilhões ao ano só no Brasil, apresentando possibilidades de ficar ainda maior. Se engana quem acha vir de prêmios e patrocinadores de equipes a maior parte desse valor, o que adiciona mais capital é a perícia dessas organizações em gerar contratos que excedem as arenas, nesse contexto falamos de conteúdo, estilo de vida, moda e outras categorias de consumo.

Juntas, as organizações mais badaladas do e-sports brasileiro mantém um relacionamento com mais de 100 milhões de indivíduos, em redes sociais como Twitter, YouTube, Twitch e Instagram. A Loud que figura na lista, tem mais de 25 milhões de seguidores e é uma das maiores organizações da América Latina. Na sequencia está a Los Grandes, possuindo 8,7 milhões, que herdou os seguidores da Tean One, comprada recentemente e criando uma organização de R$ 154 milhões.

A organização criada por Nobru e Cerol, o Fluxo, não podia ficar sem aparecer na lista. Eles agora estão aportando dinheiro na construção de um ecossistema de negócios podendo superar os 6 milhões de pessoas. Nessa competição entre as cinco maiores da lista, aparecem, Corintians e-sports, com 5,9 milhões, paiN Gaming 4,6 milhões. A capacidade das equipes apresentou o Brasil para o mundo dos e-sports internacional.


O número de fãs e praticantes de games cresce progressivamente no Brasil. (Foto: Reprodução/EACH-Usp).


O Brasil se transformou num grande mercado consumidor de games, o maior da América Latina gerando lucro perto dos R$ 11 bilhões em 2021, a previsão é de crescimento de 6% para 2022, analisou a consultoria Newzoo que, percebeu que esse crescimento vai além do consumo, abre vagas de empregos para profissionais especializados para o segmento. O principal índice do setor, a Pesquisa Game Brasil (PGB), em sua nona edição, apontou um crescimento de 2,5% pontos percentuais em 2022, comparando com ano passado, onde 74,5% da amostra populacional brasileira afirmou se distrair com games. Isso deixa claro que o Brasil está se transformando num país de gamers.

Todo esse envolvimento do publico no Brasil com essa prática é mais acentuada observando que para 76,5% dos que jogam, os games são a forma de entretenimento dominante. E o número de adeptos só aumenta. No ano de 2020 ficou registrado 57,1%, 2021 marcou 68%, juntando, o ganho foi de 8,5 pontos percentuais, segundo a mais atual edição da PGB.      

Foto destaque: Reprodução/AsSuperListas

Humor do mercado financeiro do início ao fim desse primeiro dia da semana

O ritmo do Ibovespa acompanhou a dança do mercado internacional e abriu seu dia com tênue elevação depois que especialistas indagados pelo Banco Central afinaram com moderação seus prognósticos econômicos. Logo na manha dessa segunda-feira (10), o índice deu inicio a sessão com uma leve alta de 0,14%, 116.491 pontos, aproximadamente as 10h10 (hora Brasilia). Nesse período o B3 que atua alinhado com o pré-mercado de Wall Street, que estava com o mercado de tesouros fechado por causa do Dia de Colombo não tinha idéia de como seria o desenrolar da sessão.

Durante a última semana, os papeis universais tiveram um recuo depois de tombo imprevisto no desemprego norte-americano. Essa informação neutralizou qualquer idéia de uma reviravolta na compressão da politica monetária sem prévia análise da inflação, cuja previsão é de nova elevação. Esse ciclo de agressividade gera o terror     de uma nova recessão nos Estados Unidos. 

No período matutino, os futuros de Nova York subiram. Apresentando alta de 0,36%, com 29.459 pontos apareceu o Dow Jones. Com avanço de 0,31%, aos 3.664 pontos estava o S&P 500. O mercado de ações automatizadas, Nasdaq, Subiu 0,23%, com 11.126 pontos. Com esse cenário o dólar recuou 0,82%, R$ 5,17404.

Dentro de casa, o Banco Central consultou analistas que afinaram com leveza as expectativas econômicas no estudo Focus divulgado nesta manhã, mostrando um olhar mais calmo este ano e em 2024. A pesquisa faz a captação de como o mercado percebe os indicadores econômicos, mostrou que a chance de alta do IPCA para 2022 teve uma regulagem de 0,03 ponte percentual para baixo, 5,71%.

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB), tudo se manteve no mesmo patamar de crescimento em torno de 2,70% para este ano, e subiu para 0,54% em 2023, anteriormente era 0,53%. O humor do mercado está otimista e a perspectiva continua sendo de aumento, 1,70%.   

Na primeira antecipação de outubro o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) mostrou deflação. Para a FGV (Fundação Getulio Vargas), os preços em queda são maiores do que em dez dias  de setembro ( -0,80%). 


o ritmo do mercado financeiro no brasil e no mundo. (Foto: Reprodução/JornalContabil).


Mercado Externo

Ásia

Na China as ações tiveram movimento de baixa em mínimas de meses durante esta segunda-feira, esse é o resultado exercido pela industria de semicondutores e as de consumo, depois das reuniões terem sido retomadas em seguida ao feriado de 7 dias. Relacionada a Covid-19 a situação no país piorou na semana do feriado, no mesmo período as viagens de turismo caíram 18,2% comparando com outubro de 2021, sem falar nas regras rígidas no combate ao vírus.

Em outros países da Ásia as bolsas não abriram por causa de feriados locais, foi o caso da bolsa de Tóquio, Seul e Taiwan. O índex Hang Seng, de Hog Kong, apresentou queda acentuada, desvalorizando a moeda em 2,95%. Enquanto na China, o Xangai caiu 1,66%, o Shenzhen teve recuo de 2,17%.

 

Europa

Dentro do Velho Continente, em relação ao euro, os investidores andam com a confiança para baixo ja fazem 3 meses seguidos em outubro, esse demonstra ser o nível mais baixo apresentado desde maio de 2020, apontando vultosa recessão para 19 países, segundo pesquisa.

“As incertezas em curso sobre a situação de gás e energia no inverno não diminuíram devido ao ataque aos gasodutos Nordstream. […] Além das preocupações econômicas, agora há tambem uma probabilidade crescente de escalada domcnflito militar na Ucrânia. Globalmente, há poucas razões para esperança”, afirmou o diretor administrativo da Sentix, Manfred Huebner, por meio de comunicado.

O Banco Central Europeu aumentou sua principal taxa de juros num recorde de 75 pontos-base em setembro, no período a inflação corria a 10% ao mês, muito em consequência direta pela alta dos preços ocasionados pela invasão da Russia. O FTSE 100 durante a manhã operou estável, ainda teve uma variação positiva de 0,05%. O CAC com alta sutil de 0,19%, sendo acompanhado pelo FTSE MIB subindo 0,25%. Com 0,33% avançou o Stoxx, já o DAX subiu 1%.

 

Fechamento do dia

Diferente da manhã onde o humor era mais leve, no fechamento do dia, o índice Ibovespa fechou em queda e recuou 0,37%, com 115.940 pontos, depois de algumas sessões com menores variações, indo no mesmo ritmo do mercado externo, muito por causa das preocupações causadas pela guerra travada após a Russia invadir a Ucrânia, sem contar as aflições causadas por analises eleitorais e inflação doméstica.

Foto destaque: Reprodução/PortaldePinhal

 

   

Compreenda a jogada da Cosan investindo bilhões na transação com a Vale

 

 

Durante a noite da sexta-feira (7), foi anunciado o maior negócio que a Cosan fez em sua história. Ela comprou uma participação na Vale (VALE3). Se apropriando dos artifícios que tinha à mão, como financiamentos bancários e derivativos, caixa, com isso, a companhia de energia , logística e gás adentrou de vez com um dos pés na mineração. Nesse início eles começam com 4,9%, sendo 1,6% por adquirirem diretamente as ações e 3,5% através dos derivativos. Somadas as participações esse total pode chegar 6,5% se o Conselho Admnistrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovar a aquisição.

 

Quando expôs ao setor, a Cosan esclareceu que R$ 8 bilhões são garantidos por empréstimos bancários, o restante, R$ 13 bilhões vão ter o financiamento por meio dos derivativos em até 5 anos. É uma operação financeira que exige um suporte bem mais intrincado. O que vai dar a base aos cauções de R$ 8 bilhões serão os papeis das empresas controladas pela Cosan, utilizando ações preferenciais ( sem direito a voto), a Raízen e Compass são um exemplo. Para os derivativos as ações da Vale dão garantia.

 

Na movimentada introdução ao mercado, os CEOs da Cosan ratificaram que todo arcabouço da intervenção desobriga a gestora de lançar papeis, solvendo os investidores atuais, também não aumentara os recursos da empresa. De acordo com o chief strategy officer da companhia, marcelo Martins, acredita-se que fatia do montante necessário para a alienação serão tirados dos dividendos das empresas geridas pela Cosan e pessoalmente da Vale, e a venda de ações que a companhia entende estarem prontas para seguir o próprio caminho.


A Vale teve um subida leve, por outro lado a Cosan protagonizou a maior queda. (Foto: Reprodução/ValoeEconomico).


Oportunidade singular e irrefutável 

Na demonstração, a Cosan frisou por meio de seus executivos que, mesmo parecendo ter pouco conhecimento relacionada as atribuições do grupo, a transação está fundamentada. “A Vale é um ativo único e irreplicável na cadeia de valor dos recursos naturais”, afirmou o executivo, Luis Henrique Guimarães. E fez o acréscimo, quando teve início o progresso para diversificar indo além do etanol e do açúcar, a companhia adquiriu ações que não pareciam fazer sentido, mas que com o tempo poderiam agregar valor.

 

Isso aconteceu com a Exxon Brasil, compra numero 1, concluída em dezembro de 2008. A Comgás é outro exemplo, e agora foi a vez da mineradora. “A Vale é um dos maiores, se não o maior expoente dessa estratégia”, falou Guimarães. “Ela tem presença global, exposição a moedas fortes e está alinhada a uma agenda ESG importante, que é a descarbonização da atividade siderúrgica.”

 

Comportamento do mercado

O comportamento do mercado foi duro. Os papeis da Cosan tiveram uma queda de 8,72%, R$ 16,65, sendo protagonista da maior baixa do Ibovespa do dia. Os ativos da Vale conquistaram alta de até 5,15%, fechando o pregão com suave baixa de 0,05%, a R$ 75,51. 

O Credit Suisse achou a comunicação impensável, trazendo amplas repercussões para a Cosan. A Eleven, casa que promove estudos independente enfatizou que a negociação é uma tática para a empresa diversificar seus investimentos. Mesmo assim, a Eleven e seus analistas registraram que “a operação torna a operação da Cosan ainda mais complexa, sem muita sinergia com os demais negócios.”


Cosan protagonizou a maior queda do dia, segundo Ibovespa. (Foto: Reprodução/ValorInveste.)


As indagações feitas pelos analistas na apresentação eram direcionadas nos recursos e nas combinações, outro ponto de interesse era o fato da companhia precisar vender alguns ativos para cumprir o compromisso de compra. “Não há como ter 100% dos fatores necessários ao fechamento de um negócio alinhados em um determinado ponto do tempo”, comentou Guimarães. Tudo foi apreciado com exaustão por alguns meses e juntado no decorrer de algumas semanas.

Foto destaque: Modamais/Trademark 

Perto de R$ 13 bi é o potencial agregado na Brasil Game show um dos grandes acontecimentos do mercado gamer

 

Um dos segmentos que tem capacidade de alcançar mais de R$ 13 bilhões e tem manufatura global movimentando valores acima de U$$ 200 bilhões, é o ambiente onde se realizada a feira da Brasil Game Show (BGS), um dos principais acontecimentos do segmento de gamers da América do Sul que está de volta depois de uma parada forçada em decorrência da Covid-19, pandemia que abalou o mundo. Em 2022 a feira teve início no dia 6, e vai até o dia das crianças, 12 de outubro. Num total de 12 mostras, é estimado pela BGS que aproximadamente 2 milhões de aficionados foram aproveitar as atrações e sentir na pele as experiencias proporcionadas no evento.

A previsão dos organizadores da feira é que o encontro de 2022 ultrapasse os cerca de 340 mil pessoas que compareceram ao BGS de 2019, último realizado. A escolha do marketing fez a publicidade do evento ainda mais especial, o “De Volta ao Jogo”, que fortifica a relevância e o sucesso da convenção na cena game. Contando streamers, criadores de conteúdo e desenvolvedores que estão na lista dos mais badalados games do planeta, a edição vai ultrapassar o numero de 400 marcas participadoras.


Uma infinidade de jogos estarão disponiveis para os apaixnados pelos games. (Foto: Reprodução/OlharDigital).


Logitech, Ubisoft, Acer, Capcom, HyperX, Magalu e outras fazem parte da lista. Na feira serão realizadas competições como a Los Grandes, Loud e Fluxo, que estão na lista das mais notáveis entidades de e-sports do território. A Copa Nobru, produzida pelo astro do streamer, Bruno Goes,  junto com a Forbes Under 30 Nobru e contará com uma arena.

Atualmente os jogos eletrônicos são tão comuns que foram além de um segmento de mercado, muito graças aos smartphones que deixaram os games acessíveis popularizando o hábito e inserindo o gamer num lugar comum entre os brasileiros. A análise feita pela nona edição da Pesquisa Game Brasil (PGB), a mais importante do segmento, apontou aumento de 2,5 pontos percentuais comparado com 2021 com 74,5% da mostra populacional brasileira que afirmou jogar em 2022.

Curiosamente em relação aos jogadores, a pesquisa apresentou que a etnia que se identifica como parda ou preta é onde mais gamer foram encontrados (49,4%, no total), seguido pelos declarantes identificados como brancas (46,6%). A faixa etária dos adeptos na maioria está entre 20 a 24 anos, no Brasil, com 25,5%. O que ficou claro é que esse hábito ainda reina entre os adolescentes entre 16 a 19 anos (17,7%), indivíduos entre 25 e 29 anos ficam nos (13,6%).    

Foto destaque: BGS 2022. Reprodução: Tecmundo.

Panorama econômico: Ibovespa e ações mais valorizadas de julho

Ibovespa termina o dia em alta de 0,40%, 103 mil pontos. O indicador mais respeitado do mercado brasileiro, que destaca a performance das ações que são mercanciadas na bolsa de valores brasileira a B3, teve seu fechamento em alta hoje, quarta-feira (03/08), depois de se superar em alguns momentos durante o dia de negociações. Bem antes do que o Compom decidiria, os papeis de consumo apresentaram boa valorização. O indicador encerrou o dia com ganho de 0,40%, volume de finanças somados chegou em R$ 22, 256 milhões, batendo 103.774,68 pontos

No mês de julho os papeis que tiveram mais protagonismo dentro do mercado foram Via (VVAR3) -6,30%, acumulando lucro de 29,7%. Dentro dessa lista estão os ativos da Positivo (POSI3), que tiveram ganhos de 23,6% em seu valor juntando todo mês de junho, já Petrobras, preferenciais (PETR4) e ordinárias (PETR3), apresentaram altas de 21% e 22,3%, nessa ordem.

A performance apresentada pela Via no Ibovespa em julho é considerada como um ajuste técnico. “Se for olhar todo o setor de varejos preços estavam em patamares mínimos. Então, é um movimento técnico e que reflete um possível fim do ciclo (de alta) da taxa da taxa de juros (no Brasil)), analisa André Mamed, gestor de portfólio da Lifetime Asset Management. Locaweb (LWSA3), seus papeis fecham o hall dos maiores ganhos acumulados do mês de julho, seu lucro foi de 20,4%. Por outro lado algumas companhias não conseguiram apresentar o mesmo desempenho e precisaram se seguram onde puderam para não cairem ainda mais nas baixas a que foram subjugadas.


Quem desceu e quem subiu na gangorra do índice brasileiro. (Foto: Reprodução/ SeuDinehrio).


Onde está o dinheiro

Começando por onde o dinheiro fala mais alto, a Cielo apontou a maior rentabilidade desde o quarto trimestre do ano de 2018, o lucro total foi de R$ 635,3 milhões. Isso foi muito alem do que foi previsto pelos analistas sobre como seria a performance da empresa no segundo trimestre, os benefícios vieram juntos com restabelecimento das margens, florescimento de capacidades e domínio das despesas. O lucro de R$ 635,3 milhões foi um salto de 252,2%, em comparação ao ano anterior, refletiu beneficamente o dinheiro extra com a alienação da unidade dos Estados Unidos  Merchant. Lucro de 112,5%, R$ 383 milhões que ultrapassou as previsões dos especialistas indagados pela Refinitiv, no total foram R$ 285 milhões no trimestre.

Outra que mostrou força no lucro líquido foi a Engie Brasil Energia, com R$ 395 milhões, 23,8% no segundo trimestre, superior comparado com ano passado. O lucro ajustado da controladora francesa Engie bateu R$ 1,8 bilhões, bem superior à 2021 como dissemos acima. A empresa informou que seus resultados trimestrais sofreram influencia dos altos preços e do volume de energia negociada, afetando positivamente o lucro. 

Ambipar (AMBP3) na contramão da maioria que precisa economizar, a empresa brasileira que faz gestão ambiental, declarou que comprou mais um empreendimento na América do Norte, expandindo território na terra do Tio Sam. O acordo foi fechado com a Ridgeline Canada, mas manteve o sigilo dos valores da negociação. A Ambipar ja abocanhou seis aquisições no Canada e nos Estados Unidos é a décima. Agora já são 48 pontos de operação no território. 


Show me the money, ou um bolso vazio. (Foto: Reprodução/ TheConversation).


Em Baixa

Dos piores desempenhos estavam os papeis da Qualicorp (QUAL3) que sofreram com as influencias negativas do mês sete. Na juntada do mês, suas ações apresentaram baixa de 11,6%. Segundo a empresa Ágora Investimentos, o s fatores que mais concorreram para essa queda das ações está atrelada diretamente a dois fatores, o primeiro é que o mercado está pessimista quanto aos números para o trimestre de 2022, o segundo as recomendações de baixa que te sido por inúmeras casas que fazem analises e de investimentos.

Nesse grupo que foi ladeira abaixo estão as maiores de julho, nessa lista, Bradespar (BRAP4), seu retrocesso foi de 10,9%; Gol (GOLL4) prejuízo de 7,8%, CSN Mineração (CMIN3), baixa de 9,3% e Vale (VALE3), com descenso de 8,8%. Gerdau PN teve perda de -4,06%, seus papeis foram vendidos a R$ 23,41, Gerdau Met PN -4,32, ações com preço de R$ 9,74

Iguatemi (IGTI3) passou por tribulações no período, a empresa do Grupo Jereissati, acumulou perdas liquidas de R$ 133,3 milhões de abril a junho, isso acabou anulando todo lucro de R$ 317,9 milhões do ano anterior, segundo dados divulgados ontem (2). 

Nos termos ajustados a empresa teve lucro de R$ 55,4 milhões, salto de 166,7%, na comparação com ano passado. Já este ano, o segundo trimestre  não foi bom e seus papeis da Infracommerce tiveram queda de 68,7%. É uma possibilidade ventilada pela empresa, vendera participação que tem na companhia de infraestrutura de software para comercio eletrônico Infracommerce, que preciosa por melhores resultados contábeis da controladora de shopping centers no segundo trimestre, apesar do operacional ter ficado dentro das expectativas do mercado.

Foto destaque: Reprodução/ Fundação Getulio Vargas

 

   

Conheça os 4 atributos que os influencers do Brasil usam como diferencial

Com certeza se hoje fosse criada uma cadeira de graduação na área de Influenciadores digitais ela seria uma das mais procuradas dentro das faculdades, cursos politécnicos e onde mais tivesse brecha para isso. Uma pesquisa realizada pela Creator Economy, plataforma focada no segmento, evidenciou que 84% do nicho é compreendido por influenciadores com idades entre 20 e 40 anos, isso deixou claro que a maioria pertence as gerações Y e Z, e apesar de alguns deles ganharem muito dinheiro, esse não é o propósito de vida dessa galera.

O que mais impulsiona o brasileiro influenciador é o ânimo de construir seu próprio empreendimento, foi o que mostrou estudo da plataforma voltada para o segmento de Creator Economy (Economia Criadora), onde 580 produtores de conteúdo no Brasil foram ouvidos. “Elaboramos essa pesquisa para entender com mais profundidade as criadoras e criadores do Brasil para saber como eles se veem no mercado, onde estão, quem são e quais são as maiores dificuldades na hora de monetizar seus conteúdos”, afirma Alexandre Alvares, executivo chefe (CEO) da Livus.


O que motiva os criadores de conteúdo e quais seus objetivos financeiros. (Foto: Reprodução/BlogLastLink).


A justificativa e as finanças

Do número total de participantes que responderam a pesquisa, 82% visa como meta construir um empreendimento digital que se torne a principal renda, e a maioria já conseguiu chegar onde queria, ou se encaminha para alcançar esse status com muito planejamento. Ter um negócio próprio é o sonho da maioria, 51,78% dos produtores de conteúdo usam como seus principais incentivadores: 1) Conquistar autonomia; 2) fazer do que ama sua fonte de renda; 3) usufruir o tempo de vida com mais qualidade. Mas a grande verdade é que isso ainda não aconteceu para a maioria dos participantes da entrevista, isso porque 60,53% afirmam terem o desejo de ganhar entre R$ 5.000 e R$ 20.000, ou seja nem 23% estão nessa categoria.

 

 

Protagonistas e nichos de atuação

Na pesquisa se observou que 84% dos influenciadores tem idade entre 20 e 40 anos, pertencendo às gerações Y e Z, onde a noção de sucesso não é ligada a segurança financeira. Todos nestas gerações ja se habituaram a rapidez das redes sociais, questionam os procedimentos mais tradicionais e procuram estruturar a vida profissional de uma forma diferente do paradigma anterior. Fizeram parte da pesquisa influencers que moram fora e dentro do Brasil, 76,75% estão localizados em oito unidades federativas, são elas São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Ceará, apenas 3,87% residem no estrangeiro.


Atrair novos seguidores, como fazer isso, eis a questão. (Foto: Reprodução/PortalBitcoin).


Atrair novos seguidores e monetizar

Todos querem monetizar com seu conteúdo objetivando a independência nas finanças. Mas apesar disso, somente 32,87% dos avaliados afirmam conseguir monetização com a produção de seus conteúdos para seu público. Outra possibilidade para os influenciadores é a venda de consultorias e mentorias ou workshops online, 57,7% conseguem faturar dessa forma. Já 76,33% desses criadores focam na conquista de novos clientes captados das redes sociais.

 

O que é um impedimento para monetização

Não basta possuir uma grande quantidade de seguidores, a verdade que a pesquisa revelou é que 59% dos criadores de conteúdos tem obstáculos no momento de monetizar com suas criações. A dificuldade número 1 é a fala de expertise no assunto, afligindo 24,27%, produzir tudo sozinho é o drama de 19,47%, ficando em segundo lugar, e criar propriamente o conteúdo é a pedra no sapato de 15,65% dos influenciadores, ocupando a vaga 3.

 

Foto destaque: Reprodução/Veja.