YouTube: Nicki Minaj tem seu clipe excluído e se revolta com a plataforma

A rapper norte-americana Nicki Minaj (39) teve seu clipe de música excluído pela plataforma do YouTube nesta segunda-feira (26/09). Em suas redes sociais a cantora mostrou a sua inconformidade com o ocorrido por meio de publicações que acusava a plataforma de boicotar seu trabalho.

O conteúdo foi retirado do ar por ser considerado inapropriado para menores de idade, o que vai contra as diretrizes do site. Entretanto, Nicki Minaj afirma que foi uma tentativa de interferir nos números de visualizações do videoclipe do remix de sua música Likkle Miss


Nicki Minaj é mundialmente conhecida por sucessos como “Anaconda”. (Foto: Reprodução/Instagram)


Imaginem isto. Eles restringiram o meu vídeo, mas têm coisas um milhão de vezes piores na plataforma. Isto é o que eles fazem para te impedir de ganhar enquanto fazem anúncios para outras pessoas e publicam falsas estatísticas, porque as mesmas pessoas que dirigem o YouTube está na cama com uma certa gravadora e empresa de gerência”, começou a rapper em tom de desabafo em sua página do Instagram.

Isto foi feito para nos impedir de obter muitas visualizações nas primeiras 24 horas. Os ‘caras’ da minha gabravo dra permitem que as pessoas usem os meus vídeos o tempo todo para promover coisas fracas, mas dizem que não podemos comprar promoções para os meus vídeos. @youtube @youtubemusic está na hora de dizer às pessoas que vocês estão atados com uma gravadora & companhia de gerência!!!!”, continuou Nicki em outra postagem, também no Instagram.


Declaração feita à rapper Nicki Minaj pelo YouTube. (Foto: Reprodução/Instagram)


“Quanto tempo vocês estão jogando o jogo dos números para mentir e fingir para as pessoas que elas estão indo “bem” quando não estão?!?!! Quanto espaço de anúncio esses caras compraram para ser promovidos no meu canal nos últimos 5 anos?!??!!!! #likklemissremixvideo”, finalizou a publicação.

Foto Destaque: Nicki Minaj tem seu clipe excluído do YouTube pela própria plataforma. Reprodução/Instagram

Anitta é considerada a “Beyoncé feita no Rio” por revista italiana

Uma das maiores revistas da Itália, Vanity Fair, definiu a cantora brasileira Anitta como a “Beyoncé feita no Rio”. Quando estava no país, Anitta deu entrevista à revista abordando diferentes pautas como política, empoderamento feminino, desafios da indústria musical, relacionamento aberto, entre outros.  

Dessa maneira, Anitta ganhou ainda mais holofotes para sua carreira e, assim, seu reconhecimento mundial só aumenta, uma vez que a revista italiana, com enorme influência, destinou sua manchete à cantora comparando-a a uma das maiores vozes musicais existe, Beyoncé, chamada pelos fãs de “Queen Bey” (Rainha Bey). Além disso, recentemente, a cantora fez história ao ser a primeira mulher brasileira a participar do VMA (Video Music Awards).


Anitta é a primeira mulher brasileira a participar do Video Music Awards. (Foto: Reprodução/Instagram)


A cantora concorreu ao prêmio de “Melhor Clipe Latino” e o conquistou com a canção Envolver, que foi assinada por ela mesma e teve parceria de Julio M. Gonzales Tavarez, Freddy Montalvo e José Carlos Cruz. Além do prêmio, a cantora conseguiu o título de primeira latina a alcançar o topo do Spotify Global e entrar para o Guinness Book (livro de recordes mundiais), com a mesma música. 


Anitta ganhou o prêmio de “Melhor Clipe Latino” no VMA. (Foto: Reprodução/Instagram)


Ela pode decidir concorrer à presidência do Brasil algum dia. E a verdade é que ela pode até ganhar a eleição. Anitta é a estrela pop latina mais poderosa e influente. Uma espécie de Beyoncé feita no Rio, que rebolou loucamente no palco do Coachella e via Twitter, coloca em seu lugar o atual presidente Jair Bolsonaro. Ainda colabora com Madonna e dá palestras em Harvard”, escreveu a revista italiana. A cantora ganhou prestígio para se tornar assunto na Vanity Fair depois de realizar parcerias com o cantor Fred de Palma e alcançar as paradas musicais nas plataformas digitais que reproduzem músicas.

Anitta chega ao topo da parada global do Spotify (entrando assim, no livro dos recordes, o Guinness Book) e realiza workshops de política em seu perfil no Instagram com quase 63 milhões de seguidores. Larissa de Macedo Machado nasceu há 29 anos e para os jovens é uma lenda viva”, completou a revista.

Foto Destaque: Anitta é comparada a Beyoncé pela revista italiana Vanity Fair. (Reprodução/TV Prime)

Saiba como evitar os danos do diabetes nos rins com exercícios físicos

O hormônio liberado pelos tecidos com a prática de exercícios físicos chamado de “irisina” pode promover proteção aos rins contra os danos do diabetes, segundo estudo brasileiro. Entre os diferentes benefícios que as atividades físicas podem oferecer, a proteção dos rins de pessoas com diabetes está entre eles. 

O estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou a partir de diferentes pesquisas que o “hormônio do exercício”, como também é conhecido, que além dos benefícios da substância aos rins, pode prevenir os estragos renais resultantes da doença. Dessa maneira, tem a possibilidade de evitar danos nos vasos sanguíneos, artérias e veias que irrigam os rins, impedindo que o paciente desenvolva insuficiência renal crônica.


Pesquisas brasileiras descobrem hormônio que protege os rins dos efeitos do diabetes. (Foto: Reprodução/Viva Bem)


Nós constatamos que o exercício aeróbico está associado a um aumento da irisina muscular na circulação sanguínea e também nos rins, conferindo nefroproteção”, explica o médico José Butori Lopes de Faria, do Laboratório de Fisiopatologia Renal e Complicações do Diabetes da Faculdade de Ciências Médicas (FCM-Unicamp) e orientador de Guilherme Pedron Formigari, primeiro autor do estudo. Tal depoimento foi dado em entrevista à Veja Saúde.

A pesquisa foi feita a partir de testes em roedores com diabetes que mediam a indicação dos danos renais, como a presença de albumina na urina, a qual sinaliza que as células estão sendo afetadas.

Os ratos foram divididos em  grupos dos que não praticavam atividades físicas e, portanto, considerados sedentários; dos que mantiveram o hábito de exercícios por 8 semanas seguidas; e dos que estavam sob controle dos pesquisadores. 


Roedores foram utilizados para que comprovasse o estudo sobre o “hormônio do exercício”. (Foto: Reprodução/Olhar Digital)


Logo após, foi observado a reação dos animais que continham diabetes e que haviam se exercitado, mas que receberam medicamentos para bloquear a ação renal dos “hormônios do exercício”.

Isso comprovou que o bloqueio dos efeitos benéficos do exercício, a redução de albumina na urina e a menor expressão de substâncias que atuam na fibrose dos glomérulos coincidiram com a deficiência da irisina. Também foram realizados testes com células tubulares renais humanas produzidas em laboratório.  

O doutor Faria ainda explica que “a resposta foi positiva. Concluímos que o exercício físico aumenta a irisina no músculo e na circulação e que, nos rins, a presença desse hormônio ativa a enzima AMPK, que bloqueia os mecanismos da fibrose renal”. Assim, é recomendada a prática de exercícios físicos para pessoas com diabetes.

Foto Destaque: O “hormônio do exercício” pode proteger os rins dos danos do diabetes. Reprodução/Hospital Nossa Senhora da Conceição

Laqueadura: entenda o que é e o que muda com a nova lei

No mês de agosto, o Senado aprovou o projeto de lei (PL) que dispensa o aval do cônjuge para realizar procedimentos de esterilização voluntária. No início deste mês (setembro), tal proposta foi sancionada e não é mais necessária essa autorização, permitindo que as mulheres tenham liberdade total sobre suas decisões em relação ao assunto.

A laqueadura, ou ligadura tubária, procedimento cirúrgico para gerar esterilidade, é considerada um método contraceptivo definitivo para evitar gravidez. Com a nova lei, médicos e especialistas afirmam ter esperanças de que o procedimento possa ser mais recorrente nos Sistema Único de Saúde (SUS).


O procedimento da laqueadura ou ligadura tubária é uma cirurgia ginecológica voluntária. (Foto: Reprodução/Gineco) 


A laqueadura provoca os mesmos  efeitos que a vasectomia no homem, servindo como método contraceptivo. A cirurgia para amarrar ou cortar as trompas dura em torno de 40 minutos para ser realizada , sendo necessário três dias de internação. Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra, em São Paulo explica que “o que pode interferir mais são os hábitos da mulher, comorbidades e situação da imunidade, por exemplo”.

A antiga lei que permitia a realização do procedimento apenas com aval do cônjuge, também definia 25 anos como idade mínima da mulher para fazer a laqueadura. Além disso, os solteiros só podiam passar pela esterilização depois dessa idade e se já fossem pais. Agora, essa idade cai para 21 anos e, além de não ser mais necessário consentimento do cônjuge, não há mais a exigência de ter filhos. 

Ademais, mulheres podem realizar a laqueadura logo após o parto e aqueles que já tiverem dois filhos podem passar pela esterilização voluntária em qualquer idade.


Recentemente, o Senado eliminou a obrigatoriedade de autorização do cônjuge para realizar a laqueadura. (Foto: Reprodução/Senado Federal)


“Essa era uma demanda recorrente dos hospitais também, que faziam o procedimento sem autorização e acabavam processados pelo cônjuge”, explica a advogada da área de Planejamento Patrimonial, Família e Sucessões, Laísa Santos.  

Uma vez que a mulher já está sendo submetida a uma cirurgia como a cesariana, para que fazê-la passar por outro procedimento, como a laqueadura, com aumento de custos e riscos?”, questiona Mantelli. A ginecologista também explica que pode acontecer de algumas maneiras, tanto pela via abdominal como por videolaparoscopia. 

Foto Destaque: Laqueadura é um procedimento cirúrgico para gerar esterilidade. Reprodução/Instituto Feminina

Naomi Watts lança marca de beleza que foca na menopausa

A atriz australiana de 53 anos, Naomi Watts, decidiu investir em uma marca de beleza com foco principal nas questões sobre menopausa (declínio natural dos hormônios reprodutivos), que atinge as mulheres entre os 45 e 55 anos. A “beleza madura” é um dos ramos do universo de beauté que as celebridades estão passando a adotar.

“Nos meus quarenta anos, quando meus hormônios começaram a despencar, eu não sentia que havia uma rede de apoio. Eu meio que nadei em segredo e vergonha, me sentindo muito mal”, disse Naomi, sobre ajudar mulheres a lidarem com diferentes etapas da menopausa, em entrevista.


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A atriz fez uma parceria com a empresa de biotecnologia Amyris para concretizar seu projeto de produtos para autocuidados relacionados à menopausa, fase pela qual ela está passando. O nome da marca será “Stripes”, e será lançada em 18 de outubro deste ano (2022). A coleção inicial contará com 11 produtos, com preços que irão variar entre US$40 e US$85 – o que equivale, aproximadamente, entre 200 e 425 reais nos dias atuais.

“A Stripes é impulsionada pela minha história pessoal, mas também sei que se conecta às histórias de muitas outras pessoas. Passamos de 40% a 50% de nossa vida na menopausa. Então, por que não torná-la a melhor metade? Precisamos armar as mulheres com educação e apoio”, afirmou a atriz em entrevista.

Apesar de ser mais conhecida por sua atuação em filmes como O Impossível, 21 gramas e King Kong, Naomi já tem experiência com o mercado de beleza, ela é cofundadora da Onda Beauty, de 2014. 

Entre os produtos que serão vendidos, terão itens que servirão de auxílio para a regulação de temperatura e para combater o afinamento dos fios e o ressecamento do corpo, inclusive na região vaginal. Tais itens serão compostos por extrato de folhas de edelvaisse e magnésio, soro para o couro cabeludo, gel hidratante, suplementos probióticos e óleos corporais. 

Além disso, substâncias como esqualeno da cana-de-açúcar, ácido hialurônico, glicogênio, óleo de açaí e ectoína também estarão presentes nos produtos. Este último é responsável por proteger o funcionamento celular e combate a pele desidratada, um derivado de espécies bacterianas.


Os produtos estarão disponíveis para vendas a partir de 18 de outubro. (Foto: Reprodução/Instagram)


“A beleza, para mim, é uma extensão do bem-estar, e sempre procurei me sentir bem e ter a melhor aparência, principalmente à medida que envelheci”, disse a fundadora da marca Stripes.

Foto Destaque: Stripes prezará pelo autocuidado da mulher na fase da menopausa. Reprodução/Instagram

Saiba como o ácido hialurônico pode melhorar a qualidade da pele

O ácido hialurônico é uma substância constantemente recorrida quando o assunto é tratar sobre o envelhecimento da pele. Apesar de ser o queridinho dos digitais influencers e de consultórios estéticos, é necessário entender que não são todos os casos que o produto é indicado, podendo trazer riscos à saúde da pele.

Este componente trata-se de uma molécula de açúcar que temos presente em nossa pele, responsável pela hidratação e qualidade da cútis. Ele pode interferir na formação de colágeno, uma vez que permite a comunicação entre as células, incentivando ou retardando a produção de colágeno.


O ácido hialurônico é um polímero presente naturalmente em nosso corpo. (Foto: Reprodução/BemBella)


Além de ser uma substância utilizada para manter a qualidade e hidratação da pele, o ácido hialurônico também está presente na composição de produtos que são usados para preencher sulcos, volumizar e corrigir a harmonia do rosto. Ele tem essa função por possuir biodisponibilidade e segurança quando aplicado na pele, pode durar como preenchedor por até 2 anos quando não sofre nenhum processo especial. Tal técnica tem sido bastante utilizada por artistas e blogueiras e, cada vez mais, popularizada.

Em casos nos quais o objetivo é apenas hidratar a pele, é utilizado o ácido hialurônico que não passa por nenhuma transformação química, mas passa por um processo chamado “Nanico”. Este processo permite que o efeito da substância dure por um maior período de tempo. Ele é aplicado em pontos específicos da derme, sendo necessária a formação de pápulas que vão desaparecendo com o decorrer  do dia.


O ácido hialurônico bifásico pode ser combinado com outros tipos de tratamento. (Foto: Reprodução/TecMundo)


As aplicações dessa variante do ácido são feitas tanto no rosto quanto no pescoço a cada duas vezes ao mês. O fluido irá entrar em receptores específicos localizados na região da derme. Assim, a saúde da pele melhora com a realização dos procedimentos nos períodos certos, tendo em vista que contribui para a comunicação das células da pele.

Entretanto, especialistas afirmam que o ideal é consultar-se com um especialista, como um dermatologista, para que a avaliação do tipo de pele e recomendações para o sejam feitas. 

Foto Destaque: O ácido hialurônico é utilizado para melhorar a saúde da pele. Reprodução/GouOdonto

Entenda como a saúde mental das minorias é prejudicada com preconceitos e falta de apoio

No mês da prevenção ao suicídio (setembro), muitos debates surgem em pauta envolvendo diferentes pessoas e situações, mas todos com o mesmo objetivo de abordar sobre a saúde mental. É importante considerar e analisar de que modo as minorias são afetadas neste quesito uma vez que o Brasil é um país no qual muitos preconceitos se fazem presentes (racismo, homofobia, machismo, capacitismo, etc.).

As minorias, como os negros e pertencentes à comunidade LGBTQIA+, têm fatores que agravam a saúde mental deste grupo. Ainda destaca a influência do período de pandemia da Covid-19 como  estimulante destes fatores. 

Segundo os dados do Ministério da Saúde, o índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior do que entre brancos. “Dados mostram que entre as pessoas que cometeram suicídio, dentre 50 a 70% nunca passaram por um tratamento com profissionais da saúde como psicólogos e psiquiatras. Isso se deve ao racismo estrutural e os impactos sociais e econômicos desse sistema”, diz Julio Santos, advogado e diretor do Instituto Luiz Gama, Ong que luta pelos direitos humanos e das minorias.


Psicólogos apontam que cuidar da saúde mental é uma medida indispensável. (Foto: Reprodução/Meio&Mensagem)


Autoestima, validação autopreconceito são alguns dos problemas agravados na saúde mental desta população. “A falta de apoio aliada a todos esses fatores atuam como agravantes para a saúde mental, impactam nos dados de depressão, ansiedade e tendência ao suicídio”, diz o psicólogo Roberto Debski, em entrevista à CNN Rádio (no CNN no Plural).

“A ideia de que não falar sobre o assunto, senão vai aumentar o número de casos, na realidade é o contrário”, pontua o psicólogo sobre o que as pessoas costumam achar sobre debater a temática de extrema importância. Assim, campanhas como as do Setembro Amarelo são fundamentais para conscientização de pessoas que podem sofrer transtornos mentais e para aquelas que podem ajudar os outros que passam por dificuldades psicológicas.


O mês de setempbro é destinado para prevenção ao suicídio. (Foto: Reprodução/Memorial Parque das Cerejeiras)


Existem diferentes sinais que permitem a suspeita de uma saúde mental prejudicada, como comportamentos agressivos e retraídos, algo que é ainda mais comum entre minorias.

De acordo com Roberto Debski, “quanto mais consciência e à medida que trabalhamos o preconceito, educamos as pessoas e encontramos as que estão nessa situação de vulnerabilidade”. Portanto, “não devemos julgar ou criticar as pessoas, porque isso piora a situação, mas, sim, acolher e escutar”.

Foto Destaque: Falta de apoio a minorias colabora para problemas de saúde mental. Reprodução/Santos Advogados Associados 

Saiba como se alimentar corretamente em caso de diarreia

A desidratação é a primeira condição que deve ser evitada em caso de diarreia. Especialistas recomendam o consumo de bastantes líquidos como água, água de coco e isotônicos, para manter o corpo hidratado. Essa é uma das maneiras de conseguir uma recuperação mais rápida, principalmente quando os afetados são crianças e idosos.


Busque uma rotina alimentar saudável para amenizar os sintomas da diarreia. (Foto: Reprodução/Jornal da Franca)


“[A diarreia] é considerada um dos sinais de patologias mais comuns da humanidade, com impacto social elevado, uma vez que é a terceira causa de óbito em crianças com menos de 5 anos de vida, sendo o seu manejo adequado fundamental para a diminuição da mortalidade infantil”, afirmam os pesquisadores e autores do estudo da UPF e da Unoesc (Victor Kuiava, Ana Thereza Perin e Eduardo Chielle, autores desse estudo).


Estudos apontam que a diarreia é um dos sinais patológicos mais comum na humanidade. (Foto: Reprodução/Drogaria Santo Remédio)


Além disso, casos tendem a aumentar devido às condições precárias de vida. De acordo com a Unicef, quase 60% das mortes por diarreia são consequência de acesso precário à água encanada, problemas de higiene e saneamento básico precário.

O ideal para realizar uma dieta que tenha como objetivo a recuperação de uma diarreia é consultar um médico, pois existem especificidades individuais que podem variar de pessoa para pessoa. Portanto, é importante informar-se com um médico para que possa ser considerado o histórico de saúde, idade e a situação do quadro da pessoa.

Alimentos gordurosos, apimentados, fritos e doces, além de sucos, bebidas alcóolicas e alimentos integrais ou com fibras dietéticas insolúveis (como feijão e trigo integral), são exemplos de comidas que devem ser evitados nesta situação em questão. 


Apesar das pessoas perderem o apetite durante a diarreia, é fundamental continuarem se alimentando. (Foto: Reprodução/El Confidencial)


A lista dos “não recomendados” inclui: Bebidas alcoólicas, com cafeína ou gaseificadas; açúcares e adoçantes; leguminosas; azeites e óleos; pimentas; pães integrais e/ou com semente; especiarias como páprica; doces e guloseimas; fibras; castanhas; frutas com casca; abacate; farinha integral; sementes e bagaços; queijos gordos e maturados; cevada e centeio; ultraprocessados; refinados; comidas que dão efeito laxante; sucos têm alto nível de frutose; laticínios.

Frango sem gordura, peixe (não gorduroso), carne magra, arroz branco, maçã sem casca, cenoura, batata, caldo de feijão e banana são alimentados chamados “obstipantes”, os quais são indicados para todas as pessoas, com o objetivo de aliviar ou não agravar os sintomas.

Retomando o quesito de hidratação, o Ministério da Saúde divulgou uma receita que popularizou-se com o tempo. A indicação diz que deve misturar um punhado de açúcar e uma pitada de três dedos de sal em 200ml de água filtrada e fervida.

Foto Destaque: Se alimente de forma correta em caso de diarreia. Reprodução/Viva Mais Viva Melhor

Saiba como evitar a flacidez corporal

O acúmulo de pele em regiões do corpo que perdem a elasticidade com o passar do tempo se torna uma das preocupações das mulheres, conforme vão envelhecendo. Essa questão aflige, majoritariamente, as mulheres por estar ligada à uma questão de variação hormonal, pois há alterações na produção de colágeno e elastina.

Existem diferentes fatores que resultam nesta flacidez, entre eles a exposição solar, o tabagismo, a falta de sono, estresse, sedentarismo, má alimentação e, até mesmo, devido à genética. As regiões dos braços, pernas, glúteos e barriga costumam ser afetadas pela perda de elasticidade corporal.


O tabagismo é um dos fatores que contribuem para a flacidez corporal. (Reprodução/Viva Assim)


Mulheres que passam por procedimentos estéticos de redução de gordura ou que passam por dietas para emagrecimento rápido, são as que mais se queixam deste aspecto físico. Isso decorre da perda de peso em pouco tempo, que enfraquece as fibras de sustentação da pele. 

De acordo com a dermatologista Juliana Piquet, em entrevista à revista Harper’s Bazaar Brasil, existem tratamentos que ajudam a estimular o colágeno. Estes formam fibras que dão sustentação à pele, deixando-a mais firme, retardando o efeito de flacidez inerente à passagem do tempo.  

Além disso, o uso de filtro solar, dieta rica em proteínas, vegetais e pobre em carboidratos refinados, sono de qualidade, não fumar, são medidas importantes de se tomarem a fim de evitar a flacidez.


O FPS é um produto que, além de prevenir o envelhecimento da pele, ajuda a combater a flacidez. (Reprodução/Você Sabia?)


A gelatina é um suplemento de colágeno recomendado pelos dermatologistas, por ajudar a melhorar significativamente a elasticidade da pele e na manutenção do bom aspecto das unhas e dos cabelos. Ademais, Kiwi, morango, cenoura, peixe, peito de frango, feijão, lentilha, abacate e aveia são exemplos de alimentos que fazem parte de uma boa alimentação visando esse combate.

O envelhecimento precoce pode ser causado pela exposição excessiva ao sol. Portanto, o uso de protetores solares é essencial, por proteger a pele da radiação solar, bem como a hidratação constante do corpo, por cremes e pelo consumo de água.


A pele pouco hidratada possui pouca elasticidade. (Reprodução/Fotolia)


Por fim, a prática de exercícios físicos e o investimento em massagens corporais e em procedimentos estéticos, também são medidas que eliminam a flacidez corporal. Assim, é preciso levar em consideração que ter acompanhamento profissional em qualquer processo de emagrecimento ou tratamento estético é muito importante para atingir um bom resultado físico.  

Foto Destaque: Existem medidas que retardam a perda de elasticidade corporal. Reprodução/Freepik

Conheça os riscos da má aplicação de unhas artificiais

Com as celebridades, blogueiras e influencers aderindo, cada vez mais, o uso de unhas  artificiais de gel, acrílica, de porcelana e de fibra de vidro, a procura por essa aplicação tem aumentado em conjunto por pessoas que se interessam pelo curso profissionalizante deste método. Entretanto, há casos em que a colocação dessas unhas artificiais, mais próximas do natural e mais duradouras, podem se tornar prejudiciais à saúde quando não há cuidado.


As pessoas estão optando pelas unhas artificiais devido a sua praticidade e durabilidade, além da beleza. (Foto: Reprodução/Diário do Gaúcho)


O argumento chamativo que as unhas desse tipo podem garantir beleza por 15 dias seguidos não deve ser priorizado sem levar em conta os cuidados de higienização que devem ser adotados durante seu uso. 

A princípio é importante destacar que muitas pessoas apresentam alergia ao componente utilizado na aplicação das unhas. Portanto, é importante estar atento à composição química dos produtos utilizados, a fim de evitar alergias como coceiras, sangramento na cutícula, danificação da unha natural, entre outros. Além disso, pessoas com psoríase na unha, pele sensível ou algum tipo de infecção devem evitar esse tipo de procedimento estético.

Para manter as unhas por um maior período de tempo, é necessário que sejam feitas manutenções de acordo com o crescimento da unha natural da pessoa, que é analisado pelo profissional especializado. Com isso, evita-se a presença de bactérias e fungos na região, que podem se proliferar com a entrada de umidade. A presença e acúmulo desses microorganismos entre a unha natural e a artificial pode causar infecção purulenta.


Manutenções devem ser realizadas para manter a saúde da unha natural. (Foto: Reprodução/Canva)


É válido ressaltar que não é recomendado a retirada de unhas sozinho em caso de desconforto ou algum sinal de infecção. A retirada deve ser feita por um profissional da área, como uma manicure com curso profissionalizante ou dermatologista, para que não agrave ainda mais a condição da unha. Depois desse processo, não é recomendado o uso de esmalte enquanto não houver a recuperação total.

Foto Destaque: A nova moda pode ser prejudicial à saúde de suas unhas. Reprodução/Beleza Feminina.