Fintech Bipp lança app para intermediar transações financeiras no agronegócio via conta digital

A fintech de agrotecnologia Bipp lançou recentemente seu aplicativo para intermediar as transações financeiras de compra e venda no agronegócio entre produtores, fornecedores e agroindústrias por meio de uma conta digital.

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A conta digital pode ser aberta em poucos minutos, segundo as descrições do app que já pode ser baixado gratuitamente nas lojas online de aplicativos Play Store (para Android) e Apple Store (para iOS). As operações financeiras ofertadas pelo app se concentram em pagamento via cartão, emissão de boletos e até links de pagamento. É possível veicular anúncios pagos, ofertar sua produção agrícola, receber propostas, comprar e procurar insumos, e ainda ter acesso a um dashboard que dispõe do controle de todas as atividades no campo.


Exposição de uma das telas do app Bipp. (Foto: Reprodução/Bipp).


Até o presente momento, a agrofintech já possui 350 usuários ativos na plataforma e 80 clientes em 22 estados brasileiros. Estima-se que o app terá atraído mais 200 novos clientes, mais de dois mil usuários e mil novas contas abertas até o início de 2022. A expectativa é movimentar uma receita de pelo menos R$ 8 milhões.

“Nosso app oferece aos usuários a oportunidade de ampliar as vendas, a partir do momento que o produtor passa a se relacionar com compradores de todo Brasil sem intermediários”, assegura Marcus Linhares, CEO da Bipp e importante empreendedor junto de Woshington Valdeci.

Embora a digitalização dos processos de organização, compra e venda de produtos no campo já seja uma realidade há algum tempo, de acordo com Linhares, ainda resta mais espaço para integrar produtores e clientes, vendas e meios de pagamento num local conectado como um aplicativo.

Os preços das taxas dos serviços oferecidos são diversificados. “Os valores variam de acordo com os serviços. No caso de boleto, não cobramos pela emissão, nem cancelamento e alterações, apenas na compensação. No caso de vendas por cartões, o usuário paga as taxas normais das bandeiras de cartão de crédito”, diz Linhares.

 

Foto de destaque: Jakub Brabec/Unsplash.

XPS 13: lançamento de 2021 da Dell sustenta qualidade da linha e traz poucas mudanças

Lançado recentemente, o novo notebook premium da linha Dell chegou ao mercado com a qualidade já conhecida da merca, mas trouxe poucas mudanças nos sistemas de hardware e software para o que é esperado de um lançamento.

A máquina carrega o mesmo apreço pelo design minimalista que o modelo anterior. O XPS 13 traz uma tela cuja resolução se estende até a 4k+ e processador Core i7 de 11ª da Intel. Embora não tenha uma placa de vídeo específica para manter programas pesados abertos sem prejuízo à funcionalidade, o dispositivo opera bem jogos de competição como Valorant e CS:Go.

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O aparelho, com preço estipulado de R$ 12.199 na Amazon, favorece a ideia de portabilidade do produto uma vez que possui espessura reduzida, peso de 1,2 kg e acabamento em fibra de carbono para melhor apoio nas mãos. O teclado dispõe de teclas largas, o display apresenta bordas finas, e a borda carrega o formato 16:10 presente na linha da Dell desde 2020.


XPS 13 da Dell. (Foto: Reprodução/Techmundo).


As entradas USB, contudo, são mais limitadas ao ofertar somente dois conectores: um problema para quem deseja estender a tela em mais de dois monitores, por exemplo. Essa característica também apareceu no Macbook Pro da Apple e foi modificada no último lançamento da marca. Há, ainda, uma entrada para leitor de cartão microSD.

O laptop contém uma memória RAM DDR4 de 16 GB e armazenamento de 1 TB em SSD NVMe, aspectos notáveis para uma máquina tão fina. Para completar, é o chip com uma solução gráfica integrada que ajuda notebook a administrar programas que necessitam de alto desempenho, como o Photoshop, e ainda dá conta de rodar games como Valorant e CS:Go; entretanto, sem nenhuma novidade em se tratando do fps.

O chip também garante um menor consumo de energia, e comanda quatro núcleos e oito threads para funcionar em diversas frentes ao mesmo tempo.

 

Foto de destaque: Reprodução/Slickdeals.

FaZe Clan: empresa de e-sports pode ser a primeira do ramo a atingir US$ 1 bilhão

Anunciado no início da semana passada, a empresa profissional de esportes eletrônicos FaZe Clan pode ser a primeira do ramo a atingir o valor de mercado de US$ 1 bilhão após firmar um acordo com a SPAC para abrir capital numa das bolsas de valores norte-americana, a NASDAQ.

O contrato prevê que os acionistas da FaZe ficarão com 68% da firma que surge proveniente desse investimento. Nomes conhecidos pela mídia também estão registrados como sócios na operação, como os músicos Pitbull, Swae Lee e Offset; os jogadores profissionais Kyler Murray, Ben Simmons e Nyjah Huston; e o notável executivo do mundo da música, Jimmy Iovine.

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Uma vez capitalizada, a FaZe pretende associar os investimentos no desenvolvimento de marcas e produtos, e em conteúdo profissional. Supõe-se que a comercialização da entidade na bolsa da NASDAQ poderá captar o valor de até US$ 291 milhões.

A avaliação bilionária será considerada um recorde internacional para a indústria assim que alcançada oficialmente. Estima-se que o mercado dos e-sports movimente US$ 2 bilhões até o ano de 2024.

A Forbes, empresa de mídia global focada em negócios e economia, já havia avaliado a FaZe Clan em 2020 como a quarta empresa de e-sports mais valiosa do mundo com US$ 305 milhões.


Capa de 2021 da Sports Illustrated estampando a equipe da FaZe Clan. (Foto: Reprodução/Sports Illustrated).


A FaZe Clan foi criada em 2010 por um grupo de jogadores de Call of Duty, série de videogames em primeira pessoa sobre guerra e tiros, após alcançar um número expressivo de seguidores em virtude de sua forma inédita de jogar o game. O atual CEO é um dos ex-presidente da gravadora Capitol Records, o qual fechou parcerias com marcas grandes, como McDonald’s, DC Comics e Doritos. Dentre os fundadores, encontra-se o brasileiro Thomas Oliveira (cujo codinome é “Temperrr”).

Em 2021 foi a primeira empresa de esportes eletrônicos a ser capa da revista Sports Illustrated.

 

Foto de destaque: Reprodução/Sports Illustrated.

Facebook e Instagram vão rotular postagens sobre a eleição presidencial de 2022

A rede social do desenvolvedor de software e bilionário Mark Zuckerberg, o Facebook, anunciou na terça-feira de ontem, 26, que irá rotular nas próximas semanas as postagens sobre a eleição presidencial de 2022 no Brasil a fim de resguardar a democracia dos votos e ceder acesso a informações de qualidade aos usuários.

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A medida, que também está valendo para o Instagram, faz parte de uma parceria entre as empresas de Zuckerberg e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em combate à desinformação e para proteger o processo democrático eleitoral.

Uma vez que uma postagem contiver o rótulo, atribuído pelas plataformas digitais, os usuários poderão clicar no mesmo e serão redirecionados para uma página online da Justiça Eleitoral.


Ilustração da página de anúncios do Facebook. (Foto: Reprodução/Global Project).


Vale lembrar que durante o processo de eleição de 2020, o Facebook disse ter indeferido mais de 250 mil veiculações de anúncios sobre “política” e “eleições” no Brasil por estes não estarem previamente identificadas com os avisos “Pago por” ou “Propaganda Eleitoral”, segundo uma nova política de produção de publicidade instaurada pela empresa no mesmo ano.

 

Sobre as eleições presidenciais de 2022

Os dias de votação serão separados em dois turnos durante o mês de outubro, sendo o primeiro a ser realizado no dia 02 e o segundo no dia 23. Ambas as datas se concentram num domingo.

A votação propriamente dita será iniciada às 8 horas e se estenderá até as 17 horas, horários comuns a ambos os dias. A partir do final de cada turno é emitido um boletim da urna eleitoral. Esse documento, intitulado de BU (sigla para “Boletim de Urna”), é impresso em 5 vias nas quais concentram informações como: a identificação da seção eleitoral, da urna eletrônica, o número de eleitores que votaram naquela seção e o resultado dos votos por candidato e legenda.

 

Foto de destaque: Reprodução/Revista Ariri.

Comitê da OMS solicita que todos os países reconheçam as vacinas aprovadas pela organização

O comitê de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma declaração na terça-feira (26), a qual solicita que todos os países reconheçam as vacinas aprovadas pela agência de saúde, pois a pandemia do novo Corona Vírus “está longe de ter acabado”.

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O encontro deste comitê ocorre uma vez a cada três meses a fim de debater acerca das questões de saúde da população mundial. Uma semana após o último encontro, sediado na semana passada, a filial veiculou hoje na imprensa uma declaração a qual indica que “embora tenhamos progredido graças a um uso maior das vacinas contra a Covid-19 e seus tratamentos, a análise da situação atual e dos modelos de previsão indicam que a pandemia está longe de ter acabado”.


Ilustração do Corona Vírus. (Foto: Reprodução/ABRO).


Ainda, o comitê afirma que foi decidido em “unanimidade que a pandemia constitui um fato extraordinário que continua prejudicando a saúde das populações de todo o mundo, apresenta um risco de propagação internacional e de perturbação do tráfego internacional e precisa de uma resposta internacional coordenada”.

Dentre as recomendações dadas aos governos, o grupo continua a defender a ineficácia de pedir o passaporte de vacina nas viagens internacionais porque a distribuição dos imunizantes é desigual ao redor do mundo. Ainda, solicita aos países que “reconheçam as vacinas que receberam a autorização de uso emergencial” pela OMS.

Atualmente, as vacinas aprovadas pela OMS são as da Moderna, Pfizer, Sinopharm, Sinovac, Johnson & Johnson e Astrazeneca. As formas de atuação dos imunizantes variam de acordo com o laboratório onde fora projetado, embora os principais métodos consistam em: utilizar o vetor viral geneticamente modificado, o RNA mensageiro, o vírus inativado, nanopartículas, DNA e até o vírus ativo atenuado.

A vacinação é a abordagem mais promissora para combater a pandemia do Covid-19, embora o uso da máscara em locais públicos e a higienização correta das mãos com água e sabão ainda sejam necessárias.

 

Foto de destaque: Cristine Rochol/PMPA.

EUA aprova aplicação da vacina Pfizer em crianças de 5 a 11 anos

Médicos especialistas da Administração de Alimentos e Medicamentos (“FDA” na sigla em inglês) aprovaram nesta terça-feira (26), a aplicação da vacina Pfizer em crianças de 5 a 11 anos nos Estados Unidos após um aumento considerável no registro de casos infantis por Covid-19.

O anúncio oficial deve ser veiculado na mídia nas próximas semanas, ainda sem uma data confirmada. A aplicação do imunizante deve beneficiar cerca de 28 milhões de crianças norte-americanas. A dose administrada tem de corresponder a um terço daquela aplicada em adultos, com agulhas menores.

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Integrantes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (“CDC” na sigla em inglês) especializados em vacinas devem dar um parecer sobre a recomendação do FDA. Em caso de aprovação, a cientista-médica americana e diretora do departamento, Rochelle Walensky, dará a ordem para o início da administração do imunizante.

A preocupação dos EUA em iniciar a vacinação contra o novo Corona Vírus se dá pelo crescimento preocupante no número de casos registrados dentro dessa faixa-etária: aproximadamente 9% do todo de infecções registradas refere-se às crianças. Mas apesar disso, alguns pais e grupos de oposição se dispõe contra às vacinas, defendendo sua suposta ineficácia.


Criança recebendo um imunizante. (Foto: Reprodução/Clínica Meitan)


A Pfizer já havia divulgado em setembro passado uma pesquisa dizendo que a vacina possuía uma eficácia de 91% em casos sintomáticos do vírus para essa idade, pois foi “bem tolerada, com efeitos colaterais geralmente comparáveis aos observados em participantes de 16 a 25 anos de idade”. Bebês e crianças de 6 meses aos 4 anos também participam dos ensaios clínicos do imunizante, embora com uma dosagem menor.

No Brasil, ainda não há previsão para imunizar as crianças. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) comunicou nesta quarta-feira (27), ao G1 que “não recebeu pedido da empresa Pfizer para inclusão do público de 5 a 11 anos na bula da vacina contra Covid, Comirnaty”.

 

Foto de destaque: Spencer Davis/Unsplash.

 

Tesla de Elon Musk torna-se trilionária após locadora automobilística Hertz adquirir 100 mil carros elétricos

 

A montadora de carros elétricos do magnata Elon Musk, a Tesla, atingiu ontem (25.out.2021) o valor de mercado de US$ 1 trilhão após a locadora internacional de automóveis, Hertz, adquirir 100 mil veículos de uma só vez. Musk comemorou no Twitter.



Essa é a maior compra de carros elétricos já registrada na história. A aquisição dos automóveis pela Hertz dará aos clientes que não possuem condição financeira para comprar os veículos a chance de experimentar a direção ao alugá-los.

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Com a venda, as ações da montadora chegaram ao seu recorde histórico, ultrapassando a marca de US$ 1.045.

Mas o negócio entre ambas as empresas não foi o único motivo a alavancar o valor de mercado da Tesla, pois a companhia relatou em setembro passado que o número de vendas no Reino Unido foi impulsionado com o lançamento do Modelo 3: o primeiro veículo totalmente já registrado como líder de vendas de automóveis na Europa. Ainda, alguns analistas se mostraram confiantes quanto à empresa, como Adam Jonas, da firma global de serviços financeiros Morgan Stanley, que aumentou o preço-alvo para US$ 1.200.

A montadora de Elon Musk é famosa por alinhar o design esportivo automobilístico à tecnologia elétrica para criar carros futuristas. Já é considerada hoje como uma das empresas mais poderosas do globo, mais valiosa do que montadoras como a Toyota, Honda, Nissan e Ford, e gera um valor muito inferior de receita.

Vale ressaltar que esta não é a única companhia de Musk, o qual também fundou a SpaceX: uma empresa de estudo e produção aeroespacial avaliada na quantia superior de US$ 100 bilhões. A firma também possui a Starlink, uma subsidiária que lança foguetes na órbita da Terra para prover internet banda larga via satélite para pessoas de vários lugares do mundo e com um preço bastante acessível.

 

Foto de destaque: Milan Csizmadia/Unsplash.

Grupo hacker REvil suspende atividades após FBI invadir servidores

Segundo a Reuters, agência de notícias britânicas, o FBI invadiu servidores e suspendeu as atividades do grupo hacker REvil, responsável por um dos ataques ransomware mais perigosos da história.

O FBI mobilizou uma investigação sobre os criminosos virtuais após um ataque ransomware (ato de restringir o acesso de um site e extorquir dinheiro do fundador para “resgatar” o domínio) em julho deste ano, o qual infectou o software da empresa TI Kaseya, que sem saber compartilhou uma atualização sistêmica infectada pelo vírus com clientes da empresa. Estima-se que centenas, ou milhares, de usuários tiverem suas máquinas comprometidas pelo malwere.

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Os investigadores conseguiram criar uma chave eletrônica capaz de descriptografar os softwares afetados pelo vírus dos hackers do grupo, mas a retiveram para si por algumas semanas até rastrearem o REvil; só então a disponibilizaram para as vítimas do ataque.


Print que demonstra o Happy Blog, site usado pelos hackers, como inacessível. (Foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)


Dessa forma, os especialistas em segurança virtual e os policiais americanos ganharam tempo até hackear os servidores do grupo e suspender suas atividades. Com os servidores e sites bloqueados, usados para compartilhar dados sensíveis roubados de clientes, o principal porta-voz da organização, o qual se identificava pelo nickname de Unknown (“Desconhecido” em português), deixou de agir.

Só quando um dos membros restantes, o 0_neday, aliado a outros integrantes, tentou restaurar o backup do site é que percebeu que o mesmo também se encontrava comprometido pela investida do FBI: o ato para conseguir o domínio virtual de volta custou a localização dos elementos e deu a chance do grupo de investigação federal monitorá-los uma última vez.

“O servidor foi comprometido. Eles estavam procurando por mim”, relatou 0_neday num fórum hacker. “Boa sorte a todos, eu estou fora”, finalizou.

O caso continua a ser apurado pelas autoridades na tentativa de identificar e prender os integrantes. A Casa Branca e o FBI não comentaram sobre o assunto.

Atualmente, as atividades dos hackers foram suspensas com as páginas do REvil na dark web inacessíveis, como o Happy Blog.

 

Foto de destaque: AltumCode/Unsplash.

Motorola: Moto G200 traz processor top de linha, câmeras mais potentes e tela com 144 Hz

 

De acordo com uma postagem publicada hoje (26), no site alemão TechnikNews, o mais novo smartphone da linha Motorola, o Moto G200, deve chegar ao mercado com câmeras mais potentes, tela OLED de 144 HZ e com um processador top de linha.

A tela OLED traz uma resolução Full HD+ bem apropriada para a taxa de atualização de 144 Hz, o que representa uma evolução apreciável se comparada com a de 90 Hz do modelo anterior da linha, o Moto G100.

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Já o grupo de câmeras traseiras, formado por três lentes, deve permanecer mediante um upgrade: especula-se que a lente principal tenha 108 MP, e as subsequentes 13 MP (ultrawide e macro) e 2 MP (profundidade de campo). Já na área da frente do dispositivo, aguarda-se uma lente com resolução de 16 MP, adequada para selfies e chamadas de vídeo.


Motorola Moto G200. (Foto: Reprodução/Phone Area).


Nos quesitos processamento e memória, espera-se por um processador Qualcomm Snapdragon 888 e por 8 GB de RAM. O nível de armazenamento permanece em mistério. Contudo, há a possibilidade de o smartphone chegar ao mercado com o Android 11 ao invés do 12, lançado no começo desse mês de outubro.

Estima-se que o lançamento será feito em novembro, sem data definida por enquanto. O dispositivo deve chegar às lojas chinesas com o nome de Motorola Edge 30, da mesma forma como modelo anterior, Moto G100, chegou ao país asiático intitulado de Motorola Edge S. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil ou mesmo estimativa de preço.

O Moto G100 foi lançado no Brasil por um preço médio de R$ 3.999, com um processador Qualcomm Snapdragon 870 e 12 GB de memória RAM. As três câmeras traseiras contavam com lentes de 64 MP (principal), 8 MP (ultrawide e macro) e 2 MP (profundidade de campo).

 

Foto de destaque: Reprodução/Canal Tech.

STF veta lei que aprovava consumo e comercialização de medicamentos para obesidade

O STF vetou na última quinta-feira (14.out.2021) uma lei aprovada em 2017 que permitia a produção, comercialização e consumo de 3 medicamentos para emagrecimento: anfepramona, femproporex e mazindol.

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A suspensão da lei é justificada pela ineficácia dos medicamentos e pelos riscos trazidos à saúde pelos efeitos colaterais no organismo. A Anvisa já examinava as drogas como impróprias para consumo mesmo antes da nova decisão ser tomada, visto que outros países também consideravam as substâncias perigosas.


Atualmente, a Sibutramina é um dos únicos medicamentos aprovados pela Anvisa para o tratamento da obesidade. (Foto: Reprodução/American Plus Pharma)


O STF lembrou que ao aprovarem a lei em 2017, os senadores e deputados ignoraram as advertências da Anvisa quanto à ingestão dos remédios, que em 2011 já havia cancelado os registros dos 3 fármacos. À época, a agência argumentara a falta de estudos clínicos os quais comprovassem a eficácia e segurança ao ingeri-los.

Com a suspensão da lei, cabe à Anvisa comparecer ao Congresso Nacional para estabelecer oficialmente as regras sobre os medicamentos com o apoio do STF.

As medicações são da classe dos anorexígenos: substâncias que induzem a falta de apetite e, dessa forma, são usadas para tratar a obesidade. Entre os efeitos colaterais, destacam-se: arritmia, taquicardia, hipertensão arterial, cefaleia, midríase, e disforia; além de exibir risco-benefício para o usuário a longo prazo. Segundo a Revista Universo, a qual publica artigos científicos, os anorexígenos possuem uma efetividade questionável, pois o uso crônico dessas drogas pode levar o paciente a desenvolver síndrome do pânico, dentre outras doenças.

Embora as medicações só devam ser prescritas por médicos especializados em tratar a obesidade, qualquer profissional da saúde regulamentado pelo Conselho Regional de Medicina e com uma guia especial pode fazer a receita. Dentre o catálogo de drogas aprovadas pela Anvisa, a que possui o preço mais acessível é a Sibutramina, atualmente como o único remédio para este fim o qual é disponibilizado pelo SUS.

 

Foto de destaque: Christina Victoria Craft/Unsplash.