Primeiro SMS da história é vendido como NFT por 107 mil euros em leilão em Paris

O primeiro SMS da história foi vendido na terça-feira de ontem (21) pelo valor de 107 mil euros (cerca de R$ 692 mil) num leilão em Paris. O texto é uma mensagem desejando feliz natal, enviada em 3 de dezembro de 1992, a qual foi convertida em NFT (token não fungível) para ser comercializada.

A mensagem foi enviada pelo engenheiro da Vodafone Neil Papworth (mesma empresa de telecomunicação responsável pela venda do NFT) de seu computador para um gerente no Reino Unido, que a recebera num telefone Orbitel de 2kg.

“Eles estavam no meio dos eventos de fim de ano, então ele enviou a mensagem ‘Feliz Natal'”, declarou o chefe de desenvolvimento da Aguttes Auction House, o francês Maximilien Aguttes.


NFT do primeiro SMS enviado no mundo. (Foto: Reprodução/AFP).


Os tokens não fungíveis (abreviados por NFT na sigla em língua inglesa) são um ativo ou objeto virtual, capaz de hospedar objetos digitais ou mesmo artefatos artísticos, como desenhos e pinturas. A prática de venda desses ativos tem se popularizado e já venderam milhões de dólares.

A prática de comercializá-los teve início em meados do ano de 2017 e além dos exemplos já citados, também englobam imagens, vídeos, música e textos. Cada NFT possui uma assinatura digital que o torna exclusivo e as transações financeiras são mantidas em computadores ligados à rede blockchain.

Segundo Aguttes, a venda de obras intangíveis não é legalizada na França, por isso, a casa de leilões embalou o SMS numa moldura digital, exibindo o código da mesma e um protocolo de comunicação.

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A identidade do comprador não foi divulgada até o momento. Esta pessoa deve receber a réplica do protocolo de comunicação original o qual transmitiu o SMS e os ganhos da venda serão enviados para a Agência das Nações Unidos para os Refugiados (ACNUR).

 

Foto de destaque: Reprodução/AFP.

Anvisa solicita defesa policial e investigação após ameaças

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou no domingo de ontem (19) um pedido de defesa policial e apuração aos órgãos de investigação e Justiça devido às novas ameaças recebidas pelos seus servidores. A solicitação foi divulgada pela agência em nota à mídia, defendendo a necessidade do pedido “em face das ameaças de violência recebidas e intensificadas de forma crescente nas últimas 24 horas”.

Segundo a nota compartilhada, os ofícios, que pedem a defesa dos funcionários e investigação das ameaças, foram enviados ao Ministério da Justiça, à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República e ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.


Membros da Anvisa reunidos numa coletiva de imprensa. (Foto: Reprodução/El País).


As novas ameaças de violência vieram à tona após a agência aprovar a vacinação da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos na última quinta-feira (16). No mesmo dia, o presidente da república, Jair Bolsonaro (PL), fez uma live na qual informou ter pedido “extraoficialmente” à Anvisa o nome dos técnicos responsáveis pela aprovação da medida e que os divulgaria para que os cidadãos “formassem seu juízo” sobre os profissionais.

Após a transmissão, a Anvisa divulgou uma nota classificando a declaração do dirigente como uma “tentativa de intimidação” e afirmou que a agência era um centro de ativismo político violento e condenava qualquer tipo de ameaça explícita ou velada. A agência já tinha sofrido ameaças no passado sobre a liberação da vacinação pediátrica em combate ao Covid-19 antes mesmo de autorizar a aplicação: no mês de outubro, enquanto o assunto era somente alvo de discussão, inúmeras mensagens de e-mail foram enviadas aos diretores do órgão, ameaçando sua segurança e a de suas famílias. A Polícia Federal concluiu um inquérito a respeito do ocorrido e o mesmo tramita em sigilo na Justiça Federal no estado de Brasília.

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No mesmo dia (domingo, 19) da solicitação da agência por proteção policial e apuração das ameaças sofridas, Bolsonaro voltou a comentar sobre a decisão do órgão. Numa caminhada por Praia Grande (SP), afirmou ser “inacreditável o que a Anvisa fez” a apoiadores do governo e, novamente, comunicou informações incorretas sobre a vacinação em crianças, dizendo que ainda não eram conhecidos os efeitos colaterais nos pequenos.

 

Foto de destaque: Anvisa. Reprodução/Poder 360.

Holanda inicia novo lockdown para conter avanço da variante Ômicron

A Holanda iniciou um novo lockdown no dia de ontem (19) a fim de conter o avanço da variante Ômicron no país. A determinação foi anunciada um dia antes, no sábado (18), pelo então primeiro-ministro, Mark Rutte, e deve durar até 14 de janeiro de 2022.

O primeiro-ministro em entrevista à jornalistas elencou as principais medidas para o controle da infecção, revelando que quaisquer serviços não essenciais (como lojas, bares, cinemas, restaurantes e museus) devem manter as portas fechadas pelas próximas quatro semanas. Instituições de ensino, como escolas e universidades, voltarão a funcionar no dia 9 de janeiro, cinco dias antes da data preliminar de término do lockdown. Estabelecimentos essenciais como supermercado, farmácia e postos de gasolina permanecerão operantes, mas somente se os donos mantiverem controle da circulação de clientes e seguirem as normais sanitárias estabelecidas pelo país.


Fotografia da cidade Amsterdã, capital da Holanda (Foto: Reprodução/Azhar J.)


Além dos comércios, as restrições também se ampliam para o número de visitantes que os holandeses poderão receber em casa: até duas pessoas por dia, com exceção dos feriados de Natal e Ano Novo.

O anúncio do lockdown veio em meio a nova onda de contaminações por Covid-19 no país, que rendeu números recordes de hospitalizações. No final do mês de novembro, os hospitais da província atingiram a ocupação máxima e precisaram transferir pacientes já internados pela doença para a Alemanha. Com a rápida progressão da nova cepa viral, é estimado que o cenário se agrave ainda mais.

“Temos que intervir para prevenir o pior”, disse Rutte.

Vale lembrar que o primeiro caso de infecção pela nova variante foi descoberto na Holanda dias antes da África do Sul informar à OMS sobre a existência da mesma. A previsão é que assim como a Holanda, as demais regiões europeias terão a Ômicron como variante central do coronavírus até o final de 2021. O avanço da infecção obrigou outros países europeus a instaurarem critérios para conter o aumento dos casos.

A Dinamarca, por exemplo, já estabeleceu o fechamento dos comércios não essenciais. A Irlanda restringiu a circulação de pessoas em eventos abertos e fechados de bares. Na França, a tradicional queima de fogos de artifício em Paris, na virada do ano, foi cancelada.

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Além das restrições, a vacinação também ganhou destaque como uma das medidas de combate à Ômicron: o Reino Unido pretende montar postos de vacina em catedrais, estádios de futebol e em shoppings centers; a França diminuiu o intervalo de aplicação da terceira dose para quatro meses e deve começar a imunizar as crianças a partir desta quarta-feira (22).

 

Foto de destaque: Reprodução/The Scientist.

Twitch: serviço de streaming desenvolve marketplace de NFT’s de games baseada na Solana

O cofundador do serviço de streaming Twitch, o norte-americano Justin Kan, anunciou na última segunda-feira (13) que a nova plataforma de marketplace Fractal servirá para jogadores comprarem NFT’s (tokens não fungíveis) diretamente de empresas de jogos e usá-los dentro dos games. A loja será baseada na blockchain pública Solana (SOL) e comercializará avatares, skins, terrenos, entre outros atributos em forma de NFT.

“As pessoas sempre puderam ganhar dinheiro de verdade jogando videogame. O que estamos vendo nos jogos da Web 3.0 parece um desenvolvimento natural em direção ao sentimento de propriedade que os jogadores sempre desejaram”, disse Kan numa entrevista.

O anúncio da fundação da marketplace Fractual foi feito na conta pessoal de Kan no Twitter.



A Solana tem sido uma grande inspiração para novas plataformas de jogos baseados em NFT devido às suas baixas taxas e grande capacidade de processamento. Consoante as afirmações do empresário, os jogadores poderão criar “todos os tipos de novas experiências além dos jogos NFT”.

Kan ainda afirmou no Twitter que “o modelo de negócios de jogos mudou da receita de vendas de jogos para a venda de itens e skins com valor duradouro no jogo para os jogadores. Colocar esses ativos duráveis do jogo em um blockchain é a próxima etapa do jogo.”

Segundo a imprensa, a Twitch já possui inúmeras parcerias com jogos a serem divulgadas na semana que vem. Kan se tornou nos últimos meses um investidor ativo no mundo dos jogos da Web 3.0, gerenciando um investimento de 8 milhões de dólares para o “Syn City”, um jogo de máfia baseado na Solana.

A plataforma ainda não se encontra disponível, entretanto, a previsão de estreia para o uso será nas próximas semanas. Assim, o esperado é que os NFT’s de games como Aurory, DeFi Land, Star Atlas, entre outros, serão negociados dentro da Fractal.

Além de Ken, a Fractal será dirigida por David Wurtz (consultor do Shopify e cofundador do Google Drive), Robin Chan (fundador da XPD) e Mike Angell (executivo da área de comércio eletrônico com passagens pelas empresas Fast e Shopify).

 

Foto de destaque: Reprodução/Manual dos Games.

Oppo: empresa chinesa de tecnologia lança novo chip e óculos de realidade assistida

A empresa chinesa de tecnologia, a Oppo, lançou na terça-feira de ontem (14) em seu site um novo chip para aprimoramento de imagens feitas por smartphones e um dispositivo vestível chamado Air Glass, capaz de gerar nas lentes de qualquer óculos uma Realidade Assistida (aR).

O Air Glass é parecido com um monóculo, mas com design futurista: o aparelho pode ser acoplado nas lentes de óculos comuns, exibindo conteúdos na tela para auxiliar o dia a dia do usuário. Alguns dos sistemas oferecidos pela tecnologia são a previsão do tempo, calendário, rotas de navegação, entre outros dados provenientes do pareamento via Bluetooth feito com celulares ou relógios.



A firma também produziu um novo chip, o chamado MariSilicon X, configurado para aprimorar imagens e vídeos feitos por smartphones. O circuito é uma unidade de processamento neural (NPU) e deve ser produzido por meio da tecnologia de processo de 6 nanômetros da TSMC. O artigo será instalado na produção seguinte de smartphones Find X da fabricante, a qual se encontra prevista para lançamento no início de 2022.


Demonstração da usabilidade do óculos. (Foto: Reprodução/Oppo).


Atualmente, a Oppo é uma das mais importantes empresas de telefones celulares da China, ocupando o equivalente a 21% do mercado doméstico no terceiro trimestre, segundo a firma de análise de pesquisas Canalys. A fabricante é gerenciada pela BBK Eletronics, atual proprietária da Vivo.

Ambas as companhias competem por clientes, embora mantenham uma cadeia de suprimentos sobreposta e invistam pesado no setor de design e produção de chips. Além do MariSilicon X, a Oppo ainda desenvolveu um chip de administração de energia instalado em alguns de seus carregadores de celular.

Em setembro, a Vivo veiculou na mídia o desenvolvimento de um chip processador de sinal de imagem (ISP) que pretende instalar em seus telefones.

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Sanções nos Estados Unidos contra a Huawei impossibilitaram a Oppo de terceirizar os componentes mais importantes de seus produtos. A decisão judicial paralisou a divisão de smartphones, assim como a unidade interna de chips HiSilicon.

 

Foto de destaque: Reprodução/Oppo

Coreia do Sul testa inteligência artificial para rastrear casos de Covid-19

A Coreia do Sul anunciou recentemente à Reuters um plano para utilizar algoritmos de IA e tecnologias de reconhecimento facial nos cidadãos de Bucheon a fim de detectar os movimentos de pessoas infectadas pelo Covid-19, verificar se utilizam máscaras e com quem tiverem algum contato próximo. A medida possui previsão para entrar em vigor no início de janeiro de 2022, segundo relatório enviado ao Ministério da Ciência e Tecnologia da Informação e Comunicação do país.

Consoante a proposta de 110 páginas entregue ao ministério, a tecnologia de reconhecimento facial deve coletar e analisar as imagens fornecidas pelas mais de 10 mil câmeras instaladas na cidade. Esse monitoramento será capaz de sondar simultaneamente dez pessoas entre cinco a dez minutos –– uma redução demasiada de tempo, pois a vistoria manual levava cerca de meia hora a uma hora por pessoa, segundo informa o documento.


Câmeras de vigilância numa rua. (Foto: Reprodução/Michał Jakubowski).


O projeto é financiado nacionalmente: Bucheon recebeu a quantia de 1,6 bilhões de wons (aproximadamente 1,36 milhão de dólares) do ministério e injetou mais 500 milhões de wons (o equivalente a 420 mil dólares) do orçamento da cidade para arquitetar o sistema do projeto, segundo uma informação cedida por um funcionário público de Bucheon.

Em contrapartida, defensores dos direitos humanos e alguns parlamentares sul-coreanos temem que o governo preserve os dados obtidos pelos dispositivos e os utilize para outras razões –– além da saúde dos cidadãos –– quando a pandemia terminar.

“O plano do governo de se tornar um Big Brother sob o pretexto da Covid é uma ideia neototalitária”, relatou à Reuters o parlamentar Park Dae-chul, membro do principal partido de oposição, o intitulado Poder Popular.

Um dos trabalhadores da cidade admitiu não estar preocupado com a possibilidade de sua privacidade ser violada, pois o sistema de tecnologia do projeto insere um mosaico sobre os rostos das pessoas monitoradas. “Os rastreadores de contato seguem essa regra para que não haja risco de vazamento de dados ou invasão de privacidade”, concluiu.

De acordo com a Agência Coreana de Controle e Prevenção de Doenças (KDCA), o uso desse tipo de tecnologia é legal somente se utilizada mediante a lei de controle e prevenção de doenças.

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A técnica de varredura para reconhecimento facial já está presente na Coreia do Sul há algum tempo, utilizada para identificar desde abuso infantil em creches ao fornecimento de proteção policial.

 

Foto de destaque: Reprodução/Daniel Bernard.

Governo de São Paulo confirma 5º caso de infecção pela variante Ômicron no estado

A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou no domingo de ontem (12) o quinto caso de infecção pela variante Ômicron no estado. A pessoa infectada é uma mulher de 40 anos, residente do município de Limeira (Centro-Leste paulista), que viajou em novembro para a África do Sul e França.

Este é o primeiro caso registrado no interior do estado, visto que os outros foram detectados na capital. Segundo uma investigação ainda em andamento, quatro das cinco infecções são de habitantes recém-chegados do exterior, e apenas uma não apresenta histórico de viagem para fora do país –– o que indica uma infecção por transmissão local e não estrangeira.

Ainda, o Ministério da Saúde informou no mesmo dia que o Brasil possui cerca de 11 casos confirmados de infecções pela cepa Ômicron, sendo cinco registros em SP e dois em cada um dos estados do Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Goiás.


Mulher preocupada com a transmissão do Coronavírus. (Foto: Reprodução/Engin Akyurt).


A mulher que testou positivo neste domingo em SP já possui o esquema vacinal completo e relata apenas sintomas brandos da doença, como dor de cabeça, tosse e secreção nasal. A Vigilância Municipal de Limeira a mantém sob monitoramento e em quarentena domiciliar sem qualquer contato com o filho e o marido –– os quais testaram negativo no exame PCR.

A paciente testou positivo para o Coronavírus na data de 3 de dezembro após realizar um teste de antígeno. A amostra do exame foi enviada para sequenciamento genético ao Instituto Adolfo Lutz, cujo resultado confirmou a presença da nova linhagem da doença.

Este resultado é considerado o quinto registro da cepa Ômicron em São Paulo, visto que a última havia sido feita no sábado (11) como o quarto caso até então. Todos os pacientes infectados estavam completamente imunizados e relataram sintomas leves, segundo veiculou o governo paulista.

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A Secretaria de Estado da Saúde afirmou que mantém o monitoramento do cenário da epidemia em toda a extensão do estado de SP por meio do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE).

 

Foto de destaque: Reprodução/Exame.

Ômicron: estudo de Oxford afirma que 2 doses de vacina produzem níveis mais baixos de anticorpos

Segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (13) pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, duas doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e AstraZeneca produzem níveis mais baixos de anticorpos no organismo ao combater a nova variante do Coronavírus, a Ômicron. A pesquisa ainda não possui parecer de outros cientistas.

Na última semana, a farmacêutica Pfizer e a firma alemã BioNTech já haviam veiculado na mídia que duas doses de sua vacina induzem uma menor taxa de anticorpos neutralizantes, muito embora uma terceira dose seja capaz de aumentar as células de defesa em até 25 vezes.

Os pesquisadores da Universidade de Oxford também ratificaram o estudo clínico que mostra uma maior efetividade dos imunizantes após uma terceira dose.

“Esses dados são importantes, mas são apenas uma parte. Eles só examinam os anticorpos neutralizantes após a segunda dose, mas não nos falam sobre a imunidade celular, e isso também será testado”, advertiu o coautor do estudo, Matthew Snape.


Anticorpos atacando o Coronavírus. (Foto: Reprodução/The Scientist).


Os relatórios da pesquisa informam a capacidade da nova cepa viral em criar uma nova onda de infecções –– até mesmo para aqueles já completamente imunizados ––, entretanto, os especialistas enfatizam que há não qualquer evidência sobre a possibilidade da variante aumentar os índices de infecções graves da doença, internações ou ainda óbitos em cidadãos já vacinados.

“A vacinação induz muitas partes do nosso sistema imunológico, incluindo anticorpos neutralizantes e células T. Os dados de eficácia do mundo real nos mostraram que as vacinas continuam a proteger contra doenças graves com variantes anteriores. A melhor maneira de nos proteger nesta pandemia é com a vacinação”, complementa a autora do estudo proveniente de Oxford, Teresa Lambe.

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Para realizar as pesquisas, foram coletadas amostras de sangue de participantes do estudo Com-COV2 os quais receberam doses da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca.

 

Foto de destaque: Reprodução/Jeremy Bezanger.

Facebook é multado em R$ 11 milhões pelo Procon-SP devido à queda do WhatsApp em outubro

Recentemente, o Procon-SP multou o Facebook em R$ 11 milhões por má prestação de serviço ocasionada pela queda do WhatsApp em outubro deste ano.

A Meta (empresa proprietária dos direitos do Facebook, WhatsApp e Instagram) informou à mídia que pretende recorrer da decisão judicial.

“Apresentaremos nossa defesa e confiamos que nossos esclarecimentos serão acolhidos pelo Procon-SP”, resumiu em nota divulgada à imprensa.


Ilustração do WhatsApp. (Foto: Reprodução/Olhar Digital).


O órgão de defesa do consumidor de São Paulo solicitou esclarecimentos da empresa dia 6 de outubro sobre a falha sistêmica dos softwares com a alegação de que não haveria multa pelo ocorrido caso a companhia desse uma “justificativa de evento fortuito, externo e incontrolável”.

Os aplicativos ficaram offline por cerca de 6 horas e as estimativas da associação pública são de que a queda do sistema afetou mais de 156 mil usuários do WhatsApp, 90 mil dos Instagram e 91 mil do Facebook.

Na época, o primeiro posicionamento da firma atribuiu o apagão das mídias digitais a falhas de configuração dos códigos dos softwares, responsáveis por tornarem os programas funcionais.

“Nossa equipe identificou que mudanças na configuração de roteadores, que coordenam o tráfego de informações em nossa base de dados, comprometeu o fluxo e deixou o sistema fora do ar”, disse a empresa no site oficial. Comunicou ainda que “não tem evidências de que os dados dos usuários tenham sido comprometidos”, resumiu.

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A falha nos aplicativos ocorreu no dia 4 de outubro por volta das 12h45 da manhã (horário de Brasília) e se estendeu até às 18h40 da tarde. Os usuários retomaram a utilização dos apps a partir das 20h da noite. Muitos internautas se queixaram constantemente pelo ocorrido por meio de outras mídias digitais, como nos tuítes e trending topics do Twitter, e pelos vídeos e hashtags do TikTok.

 

Foto de destaque: Reprodução/Dado Ruvic.

PicPay é incorporada à Endeavor para desenvolver novas tecnologias

Recentemente, a carteira de pagamentos digitais PicPay veiculou na mídia a notícia da incorporação da empresa à Corporate Hub da Endeavor (uma empresa sediada em Nova Iorque a qual apoia e conecta starups internacionais de grande influência) a fim de desenvolver novas tecnologias, negócios e soluções.

Segundo o Diretor de Marketing e Estratégia da PicPay, Gui Telles, a principal meta da firma é a de se conectar ao ambiente de inovação da Endeavor com ênfase na criação de negócios e oportunidades no mercado.

“Vamos ampliar esse olhar para a inovação aberta para encontrar soluções alinhadas às expectativas e necessidades do nosso negócio”, assumiu Telles.

A Gerente de Inovação Aberta da Endeavor, Giovanna Fiorini, enfatiza o ofício da inovação aberta como parte do crescimento.

“Dentro das nossas frentes de atuação, acreditamos na Inovação Aberta como ferramenta para, por um lado, potencializar o acesso de empreendedoras e empreendedores a mercados, e por outro, acelerar a estratégia de inovação de grandes empresas”, conta Fiorini.

 

Influência do PicPay na população brasileira


Chats de conversa no PicPay. (Foto: Reprodução/Tecnoblog)


A importância do aplicativo tem crescido desde a sua criação, a qual começou apenas como um facilitador de transações financeiras, e hoje já se encaminha para se tornar um superapp: solução que integra diversos serviços num único lugar. Apelidado de “WeChat brasileiro” pelo chefe da Divisão Social da PicPay, Luis Fernando Diniz, o software fornece diversas formas de pagamento, cashback e um chat que facilita a comunicação entre prestadora de serviços e consumidor.

Cerca de 15% dos pagamentos transacionados pelo app geram chats entre os usuários, porcentagem essa que migra do famoso aplicativo de mensagens WhatsApp direto para o PicPay.

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“Queremos diminuir passos e tornar a jornada de pagamentos mais simples. Então, claro, existe um ponto de sobreposição onde acabamos tirando conversas do WhatsApp”, admitiu Diniz, embora tenha esclarecido as diferenças entre ambos os apps.

 

Foto de destaque: Reprodução/PicPay.