Trailer de “Crime 101” mostra Chris Hemsworth e Mark Ruffalo em thriller elegante e cheio de tensão

Chris Hemsworth e Mark Ruffalo, conhecidos por seus papéis como Thor e Hulk no universo Marvel, deixam os superpoderes de lado para protagonizar o thriller de ação “Crime 101”. Dirigido e coescrito por Bart Layton (American Animals), o filme chega aos cinemas em 13 de fevereiro de 2026 com uma história de crimes, charme e tensão que promete prender o público do início ao fim. Inspirado no universo dos grandes assaltos cinematográficos, o longa mergulha na fronteira entre o luxo e o perigo, explorando até onde alguém é capaz de ir por ambição e desejo.

Ladrão de luxo e detetive incansável

Hemsworth interpreta Mike, um ladrão de joias experiente que leva uma vida de luxo sustentada por seus golpes meticulosamente planejados na rodovia 101 de Los Angeles. Tudo muda quando ele conhece Sharon, uma corretora de seguros frustrada vivida por Halle Berry, que decide se juntar a ele após se encantar com seu estilo de vida arriscado. No entanto, os planos do criminoso saem do controle quando um detetive obstinado, interpretado por Mark Ruffalo, entra em cena para capturá-lo, iniciando um perigoso jogo de gato e rato que desafia ambos a cruzar seus próprios limites morais.


Poster de “Crime 101” (Foto: reprodução/Instagram/@amazonmgmstudios)

Suspense à la “Thomas Crown” e reencontro de astros da Marvel

Inspirado na novela homônima de Don Winslow, “Crime 101” combina assaltos de alto nível, romance improvável e investigações policiais em uma narrativa que remete a clássicos como “Fogo Contra Fogo” e “Thomas Crown: A Arte do Crime”. O elenco ainda conta com Barry Keoghan, Nick Nolte, Monica Barbaro, Corey Hawkins, Jennifer Jason Leigh e Tate Donovan.


Trailer de “Crime 101” (Foto: reprodução/YouTube/ONE Media)

O primeiro trailer, lançado pela Amazon MGM Studios, entrega um vislumbre da atmosfera elegante e perigosa do filme. Cenas de ação intensas, reviravoltas e momentos de pura tensão dominam a prévia, incluindo um encontro inesperado entre o detetive e o ladrão dentro do mesmo carro, sem que percebam de imediato quem é quem. Produzido por Tim Bevan (Fargo) e Joely Fether, o longa promete ser um dos thrillers mais sofisticados e aguardados de 2026, marcando o reencontro cinematográfico de Hemsworth, Ruffalo e Keoghan, agora em lados opostos da lei.

Pluribus: Série de Vince Gilligan estreia em novembro no Apple TV+

O Apple TV+ agitou o mundo das séries ao divulgar um novo e intrigante trailer de Pluribus, a aguardada série dramática de ficção científica criada por Vince Gilligan, o aclamado gênio por trás dos fenômenos televisivos Breaking Bad e Better Call Saul. Esta nova empreitada marca o retorno de Gilligan à televisão com uma produção original e completamente independente, prometendo o mesmo nível de complexidade narrativa e profundidade de personagem que consagrou seus trabalhos anteriores.

A estreia global de Pluribus está oficialmente marcada para o dia 7 de novembro de 2025, com o lançamento de dois episódios iniciais. Os novos capítulos da primeira temporada, que terá um total de nove episódios, serão disponibilizados semanalmente, todas as sextas-feiras, com o final de temporada previsto para 26 de dezembro. O serviço de streaming, inclusive, já demonstrou grande confiança no projeto, encomendando a segunda temporada antes mesmo da estreia.

Rhea Seehorn lidera o elenco em um papel central

A narrativa é estrelada pela talentosa atriz Rhea Seehorn, que dá vida à protagonista Carol Sturka. Seehorn, que recebeu duas indicações ao Emmy por sua performance inesquecível como Kim Wexler em Better Call Saul, aqui assume o papel de uma mulher que, ironicamente, é descrita como “a pessoa mais infeliz do mundo”. A trama distópica se desenrola em um cenário onde um misterioso fenômeno (ou vírus) espalha uma onda de felicidade compulsiva pela população, e Carol é a única pessoa imune. Essa singularidade a coloca em uma missão involuntária: salvar a humanidade de seu próprio excesso de alegria forçada.


Trailer de Pluribus, que estreia em novembro (Vídeo: reprodução/Youtube/@AppleBrasil)

Ao lado de Seehorn, o elenco principal conta com nomes como Karolina Wydra (Sneaky Pete), que interpreta a misteriosa cientista Zosia, e Carlos-Manuel Vesga (O Sequestro do Voo 601), no papel de Manusos, um vizinho que demonstra comportamentos perturbadores. A produção também contará com participações especiais de peso, incluindo Miriam Shor (American Fiction), como uma figura influente ligada ao governo, e Samba Schutte (Our Flag Means Death), ampliando o time de nomes reconhecidos da televisão e do cinema.

Uma Produção de Alto Nível e com Estilo Característico

Produzida pela Sony Pictures Television, Pluribus reúne uma equipe técnica premiada, garantindo a qualidade de alto nível esperada de uma obra de Gilligan. Vince Gilligan atua como produtor executivo ao lado de Gordon Smith, vencedor do WGA Award, e de Alison Tatlock, Diane Mercer, Allyce Ozarski e Jeff Frost. Além disso, Jenn Carroll e Trina Siopy assinam a coprodução executiva.

Com uma proposta que mistura mistério psicológico, intensa crítica social e o estilo enigmático e repleto de reviravoltas característico de Gilligan — que descreveu a série como “uma fábula moderna sobre empatia, negação e o perigo de um mundo sem dor” —, Pluribus está sendo apontada como uma das mais aguardadas e promissoras da temporada de lançamentos do Apple TV+, prometendo gerar discussões e fascínio no público global.

“Pecadores” submete duas músicas para o Oscar e revela estratégia

Durante anos, a categoria de Melhor Canção Original parecia uma das mais esquecidas do Oscar. Criada para celebrar o impacto da música no cinema, ela virou sinônimo de trilhas genéricas tocadas nos créditos finais — muitas vezes compostas apenas para incluir grandes nomes da indústria musical na cerimônia.

Em 2026, porém, o jogo virou. Pela primeira vez em muito tempo, o Oscar deve ter uma corrida musical digna de nota. Três produções dominam as apostas: Caçadoras de K-Pop, Wicked: Parte 2 e Pecadores. Todas têm canções que não só brilham isoladamente, mas também são parte essencial das histórias que contam.

A força da música no cinema contemporâneo

O suspense Pecadores quer ir além das telas. A Warner Bros confirmou a inscrição de duas músicas originais do longa na disputa pela categoria Melhor Canção Original do Oscar 2026: “I Lied to You” e “Last Time (I Seen the Sun)”. Ambas têm produção assinada por Raphael Saadiq e Ludwig Göransson, nomes consagrados da música e do cinema — Göransson é o mesmo compositor vencedor do Oscar por Pantera Negra (2019).


Confira a música aqui! (Vídeo: Reprodução/YouTube/@warnerbrosentertainment)

A primeira faixa, “I Lied to You”, é interpretada por Miles Caton e aposta em uma sonoridade melancólica e intensa, que reflete os dilemas morais vividos pelo protagonista do filme. Já “Last Time (I Seen the Sun)” é um dueto entre Alice Smith e o próprio Caton, com uma atmosfera espiritual que remete à jornada de redenção do personagem principal.


Confira a outra música indicada! (Vídeo: Reprodução/YouTube/@SonySoundtracksVEVO)

De acordo com as regras da Academia, um longa pode inscrever até três canções originais, mas apenas duas podem ser indicadas. A decisão da Warner em concentrar esforços nessas duas faixas revela uma estratégia: apostar em músicas que dialogam diretamente com o coração emocional do filme, aumentando as chances de destaque em meio a concorrentes de peso.

Dirigido por Ryan Coogler, que também foi diretor de Pantera Negra, Pecadores mistura drama, terror psicológico e elementos mitológicos para discutir culpa, fé e reconciliação. A trilha sonora, nesse contexto, ganha papel essencial. Mais do que preencher o silêncio entre cenas, ela conduz a emoção, reforça temas espirituais e amplia a densidade simbólica do enredo.

Estrelado por Michael B. Jordan, causou um verdadeiro rebuliço — tanto nas bilheteiras quanto nas redes sociais. Com uma estreia global de impressionantes US\$ 61 milhões, o longa original, de classificação indicativa R, já é o maior lançamento de um filme original nesta década. No entanto, a recepção por parte da mídia especializada, especialmente da Variety, acabou virando notícia por si só.

Caminho até o Oscar

Na prática, o caminho para uma indicação ou vitória em Melhor Canção Original depende de três pilares: relevância da letra em relação à narrativa do filme, originalidade musical e apoio promocional. Além disso, a categoria é disputada por títulos de grandes estúdios e produções com forte apelo internacional, o que exige que cada detalhe — da composição à campanha — seja bem planejado. Com a inscrição oficial, Pecadores entra na lista de filmes que os membros votantes da Academia poderão considerar para pré­-seleção.

A concorrência vem pesada no Oscar 2026. Wicked: Parte 2, sequência do musical estrelado por Cynthia Erivo e Ariana Grande, promete chegar com duas canções inéditas do compositor original Stephen Schwartz. É uma aposta segura da Universal para disputar prêmios em massa, especialmente se os votantes quiserem reconhecer o fenômeno global que o primeiro filme se tornou.

Com as inscrições oficiais, Pecadores entra na corrida que antecede a pré-lista de indicados, o filme está disponível na HBO Max.

“Wicked: For Good” emociona fãs com nova prévia musical

Wicked: For Good emociona fãs com nova prévia musical, a conta oficial do musical publicou nas redes sociais uma prévia da música “Wonderful”, parte da trilha sonora, o alvoroço entre os fãs foi imediato. O vídeo, com cenas inéditas de Ariana Grande e Cynthia Erivo, reacendeu o entusiasmo por uma das produções mais aguardadas do cinema em 2025. A promessa de uma adaptação grandiosa, aliada ao talento vocal das protagonistas, está transformando Wicked não apenas em um musical, mas em um verdadeiro evento cultural global.

Um clássico da Broadway renasce em Hollywood

Baseado no aclamado musical da Broadway de 2003 — inspirado, por sua vez, no livro de Gregory Maguire — Wicked conta a história das bruxas de Oz sob uma nova perspectiva, explorando a amizade e os conflitos entre Elphaba (a futura Bruxa Má do Oeste) e Glinda (a Bruxa Boa do Sul).


 Novo trailer (Vídeo: Reprodução/YouTube/@Wicked: for Good)

A versão cinematográfica, dividida em duas partes, traz Cynthia Erivo e Ariana Grande nos papéis principais. Desde que as primeiras imagens foram divulgadas, o público vem acompanhando cada detalhe da produção com devoção típica de fandoms.
Com direção de Jon M. Chu (de Em um Bairro de Nova York e Podres de Ricos), o longa promete unir a magia do teatro à estética cinematográfica moderna, sem perder o lirismo e a carga emocional das canções originais.

A força de Ariana e Cynthia

A escolha de Ariana Grande e Cynthia Erivo não é apenas estratégica — é simbólica. Ambas representam uma geração de artistas que cruzam fronteiras entre gêneros, estilos e plataformas. Ariana, ícone pop global, tem raízes no teatro musical e agora retorna às origens que moldaram sua carreira. Cynthia, vencedora do Tony, Emmy e Grammy, é conhecida por interpretações intensas e emocionais, e deve trazer profundidade a Elphaba.

O dueto das duas em “For Good”, uma das faixas mais emblemáticas da história de Wicked, promete ser o ápice emocional do filme. A nova prévia de “Wonderful”, compartilhada no Instagram, mostrou um vislumbre do poder vocal e da química entre as atrizes — o suficiente para que fãs descrevessem a produção como “um divisor de águas”.

A nova era dos musicais

O renascimento de Wicked chega em um momento em que o cinema musical vive uma redescoberta. Filmes como La La Land, The Greatest Showman e Hamilton (em sua versão para streaming) reacenderam o interesse do público por narrativas cantadas e coreografadas.

Mas Wicked tem um diferencial: ele carrega uma legião de fãs que cresceram com o musical nos palcos e agora poderão vivê-lo nas telas, embalados por efeitos visuais grandiosos e uma trilha sonora consagrada.
Além disso, o impacto das redes sociais — especialmente plataformas como TikTok e Instagram — tem sido essencial para manter a expectativa viva. Cada prévia divulgada, cada nota de música ou imagem compartilhada, se transforma em viral, unindo comunidades globais de fãs e multiplicando o alcance do filme antes mesmo da estreia.

Com estreia prevista para novembro de 2025, Wicked: For Good deve marcar uma nova fase para os musicais no cinema e consolidar o gênero como uma das formas mais poderosas de emoção coletiva na cultura pop contemporânea.

Manas brilha no Los Angeles Brazilian Film Festival

O filme Manas, dirigido por Marianna Brennand, foi um dos grandes destaques do Los Angeles Brazilian Film Festival, encerrado na última quinta-feira (16), em Los Angeles. A produção saiu com três prêmios, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor roteiro, consolidando seu reconhecimento internacional.

Com uma abordagem sensível e visualmente marcante, Manas retrata as conexões e desafios da experiência feminina, explorando temas como identidade, afeto e pertencimento. O longa marca a estreia de Marianna Brennand na direção de um filme de ficção e vem sendo elogiado pela autenticidade do roteiro e pela intensidade das atuações. Após o reconhecimento em Los Angeles, a produção segue em circuito por outros festivais internacionais e foi escolhida para representar o Brasil na 40ª edição do Prêmio Goya, em Barcelona, na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano.

A disputa entre “Manas” e “O Agente Secreto” nas principais premiações

O filme Manas, de Marianna Brennand, e O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, simbolizam o novo momento do cinema brasileiro nas premiações internacionais. Enquanto o primeiro tem se destacado por sua abordagem poética e realista, além da representação da força feminina, o segundo vem conquistando atenção pelo olhar político e pela densidade narrativa. Manas já soma mais de vinte prêmios em festivais internacionais.

Por outro lado, O Agente Secreto segue uma trajetória igualmente expressiva. O longa, estrelado por Wagner Moura, recebeu os prêmios de Melhor Diretor e Melhor Ator no Festival de Cannes, além de ser apontado como o representante brasileiro na corrida pelo Oscar 2026. A presença dos dois títulos nas principais disputas do circuito internacional reforça o protagonismo do cinema nacional e evidencia a diversidade de estilos e narrativas que o Brasil tem levado ao mundo.


Marianna Brennand após ser premiada no Los Angeles Brazilian Film Festival (Foto: reprodução/Instagram/@mariannabrennand)

O que faz Manas se destacar e qual é a história do longa

Ambientado na Ilha de Marajó, no norte do Brasil, Manas narra a trajetória de Marcielle, uma menina de 13 anos que vive com os pais e os irmãos em uma comunidade ribeirinha isolada. A rotina da família é marcada pela dureza do trabalho e pelas tensões silenciosas que permeiam a casa. Marcielle observa o comportamento dos adultos e começa a questionar o papel que lhe foi imposto, especialmente após a partida da irmã mais velha, que deixa a ilha em busca de uma vida melhor. A ausência dessa irmã torna-se o ponto de partida para que a jovem enfrente o medo e a opressão que cercam seu cotidiano.

Ao longo da história, a diretora Marianna Brennand constrói uma narrativa delicada e poderosa sobre amadurecimento, afeto e resistência feminina. Através do olhar de Marcielle, o filme revela a complexa relação entre tradição e liberdade em um ambiente dominado por estruturas patriarcais. Com imagens poéticas e ritmo contemplativo, Manas mostra a luta silenciosa de uma menina que, ao tentar proteger a irmã mais nova, busca também um caminho de autonomia e dignidade em meio à vastidão da Amazônia. Com linguagem poética e olhar sensível, Manas confirma o talento de Marianna Brennand e consolida o cinema brasileiro como uma das vozes mais potentes do cenário internacional.

Scarlett Johansson fala sobre possível participação no live-action de “Enrolados”

Depois dos boatos sobre o retorno da produção do live-action de “Enrolados”, mais rumores começaram a rodear o assunto. Segundo a revista Variety, as produções do filme retornaram, depois de ter sido paralisada em abril de 2025 e agora, os comentários giram em torno de Scarlett Johansson interpretar a vilã da animação. Essa semana, a atriz comentou sobre os rumores e mesmo sem afirmar a participação no filme, já fez com que aumentasse os boatos nas redes sociais.

Scarlett como vilã

Em entrevista dada para o Entertainment Tonight essa semana, Scarlett Johansson não afirmou que está escalada para o papel de Mamãe Gothel, mas também não fugiu da pergunta. “Tudo é possível”, disse a atriz.

“O que me entusiasmaria seria trabalhar com Michael Gracey, que está escalado para dirigir, porque ele é extraordinariamente visionário. Qualquer ator adoraria fazer uma parceria com ele”, completou Johansson.

A Disney ainda não se pronunciou para confirmar o retorno das produções, e também não há informações sobre quem interpretaria os protagonistas, Rapunzel e Flynn Ryder, principalmente depois da paralisação em abril. Segundo rumores, o retorno se deu após o grande sucesso do live-action de “Lilo & Stitch” e como a alta recepção do filme surpreendeu o estúdio, somando mais de R$ 2 bilhões apenas em bilheteria.


Scarlett Johansson para a Deadline. (Foto: Reprodução/Instagram/@scarlettjhssonbr)

O sucesso da animação

“Enrolados” foi lançado em 2010 e é uma adaptação da história clássica de Rapunzel, em uma animação romântica e engraçada, além de ser o primeiro filme protagonizado por uma princesa, feito em 3D. A última produção em 2D foi “A Princesa e o Sapo”.

Nessa versão, Rapunzel é sequestrada pela bruxa Mamãe Gothel, sendo persuadida a usar os poderes do seu cabelo para rejuvenescer a vilã. Após 20 anos, Rapunzel foge da torre, com ajuda do ladrão Flynn Ryder, pelo qual se apaixona. O único rumor ainda é apenas sobre a vilã, e a direção do filme é de Michael Gracey, que também dirigiu “O Rei do Show. O roteiro é de Jennifer Kaytin Robinson, que também esteve em “Thor: Amor e Trovão”.

“Caramelo” quebra recorde da Netflix e se torna o título brasileiro de maior alcance global

Filme estrelado há apenas duas semanas, “Caramelo” quebra recordes da Netflix e está no top 10, em pelo menos 90 países. Desde a estreia, a produção está entre os quatro filmes mais assistidos na maioria dos países, e é o top 1 considerando apenas os filmes de língua não-inglesa.

Fenômeno mundial

Em dados divulgados pela Netflix nessa terça-feira (21), “Caramelo” segue sendo o filme de língua não-inglesa mais assistido entre os dias 13 e 19 de outubro. São 15 milhões de visualizações, até agora. Nas redes sociais, o longa também é um sucesso, contando com vídeos de reações vindas do exterior e divulgação dos brasileiros com áudios virais.

O longa dirigido por Diego Freitas está com altas exibições no Canadá, França, Alemanha, Coreia do Sul, Japão e México, e gera comoção pela história contada de forma “abrasileirada” e emocionante. O diretor conta que se inspirou na sua própria cachorrinha para contar a história de Caramelo, e como a cultura brasileira foi importante para transformar a produção.

“Me dei conta de que não existia ainda um filme de cachorro brasileiro — e, que se tivesse, tinha que ser um filme do vira-lata caramelo. A gente está vivendo um momento importante de voltar os olhos para a nossa própria cultura. Temos que achar os nossos símbolos, e o caramelo é o nosso ícone pop”, disse o diretor.


Foto promocional do filme "Caramelo" (Foto: reprodução/Instagram/@netflixbrasil)

Conheça o filme

Os comentários sobre “Caramelo” nas redes sociais começaram com a expectativa sobre o futuro do cachorrinho. Com muitas perguntas sobre uma possível morte de Caramelo, a produção conta com final surpreendente e emocionante, dentro da narrativa de amor incondicional entre Pedro (Rafael Vitti) e Caramelo.

Durante a trama, Pedro, um chef de cozinha recém-nomeado descobre um diagnóstico de tumor cerebral e conta com a ajuda do seu cãozinho para superar esse momento difícil. As cenas finais do filme circularam pelas redes sociais, como um sinal de superação e celebração da vida e da união com bichinhos de estimação.

Após o lançamento do filme, a Netflix criou uma campanha a favor da adoção de cães, em parceria com o Instituto Caramelo, conta com 12 ONGs em, pelo menos, 15 estados do país.  Além de Rafael Vitti e o cãozinho Amendoim como estrelas do filme, o elenco também conta com Arianne Botelho, Ademara, Kelzy Ecard e uma participação especial da chef Paola Carosella.

Wicked: Parte 2: Colman Domingo é revelado como a voz do Leão Covarde

O mistério acabou! A tão aguardada sequência Wicked: Parte 2 finalmente divulgou algumas novidades da produção do filme: o ator indicado ao Oscar Colman Domingo será o responsável por dar voz ao personagem Leão Covarde. A revelação foi feita por meio de um vídeo publicado no Instagram do próprio ator  em colaboração com o perfil oficial do musical, em que Domingo aparece cercado de vários leões de pelúcia e, após retirá-los, sorri e diz “Nos vemos em Oz”.

O convite para o papel

O diretor Jon M. Chu já havia comentado em entrevistas que haveria uma grande celebridade dando voz ao Leão Covarde. De acordo com ele, o convite para Domingo aconteceu de forma informal, via Instagram. Chu relatou que enviou a mensagem diretamente ao ator, explicando que, apesar de o personagem não ter muitas falas, sua participação seria fundamental para dar vida ao icônico Leão Covarde em sua versão adulta. O cineasta destacou a empolgação do ator com o projeto e disse estar animado para ver a reação do público à sua performance.


 Divulgação de Colman Domingo como o Leão Covarde. (Vídeo: reprodução/Instagram/@wickedmovie)

Um novo capítulo no mundo de Oz

A trama da sequência dará continuidade ao universo da adaptação cinematográfica do aclamado musical da Broadway. Elphaba, interpretada por Cynthia Erivo, agora denominada de Bruxa Má do Oeste, viverá reclusa na floresta de Oz, tentando revelar a verdade sobre o Mágico. Enquanto isso, Glinda (Ariana Grande) vira símbolo de bondade e se aproveita da fama e reconhecimento que sua posição lhe trouxe e que sempre foi desejada por ela. Quando uma multidão enfurecida se volta contra Elphaba, as duas precisarão se unir uma última vez para definir o destino de Oz.

O Leão Covarde, que surgiu quando era apenas um filhote na primeira parte do longa e foi resgatado por Elphaba e Fiyero, retorna agora em sua versão adulta, com voz e destaque próprios. A participação de Colman Domingo como parte do elenco promete dar ainda mais emoção ao filme e aumentou as expectativas dos fãs para a sequência, que estreia em 20 de novembro de 2025 nos cinemas brasileiros.

Rodrigo Santoro vive pescador solitário no longa “Filho de Mil Homens”

A Netflix divulga hoje (20) o trailer de seu novo lançamento, estrelado por Rodrigo Santoro, que acumula em seu currículo mais uma interpretação tocante e profunda, que não mais surpreende, mas que, novamente, tocará o coração das pessoas. Após algumas sessões pontuais em cinemas selecionados a partir de 30 de outubro, o longa estreia no streaming dia 19 de novembro.

Complexidade das relações humanas

“Filho de Mil Homens” chega aos cinemas com olhar poético sobre vínculos e afetos, emocionando ao transformar a solidão em encontro. Apesar da linguagem delicada, esta traz a força como mola propulsora para o enfrentamento dos dilemas humanos, especialmente aqueles decorrentes das relações familiares, que carregam o amor, a solidão e as questões silenciadas no decorrer de uma vida de convivência.

Tudo isso sobrevoa a história de Crisóstomo, um pescador marcado pela ausência de uma família e pelo desejo de ser pai, interpretado por Rodrigo Santoro. Ao completar 40 anos de idade, melancólico e solitário, conhece Camilo, um menino órfão, que sofre com a rejeição, e o adota como filho.


Trailer do filme "Filho de Mil Homens" (Vídeo: reprodução/YouTube/@NetflixBrasil)

Outros personagens igualmente vulneráveis, à procura de afeto, identidade e sentido, surgem no decorrer da trama, aprofundando a questão central trazida: a complexidade das relações humanas.

Amar fora dos modelos tradicionais

Valter Hugo Mãe é o nome por traz dessa trama que transcende a forma tradicional de amar e, também, é o nome artístico do autor, editor, artista plástico, apresentador de televisão e cantor Valter Hugo Lemos, que escreveu o livro que foi base para o longa. De origem portuguesa, ganhou, em 2007, o Prêmio José Saramago com o romance “O remorso de Baltazar Serapião”, obra elogiada pelo próprio Saramago como “um tsunami literário”.


Rodrigo Santoro em performance no longa "Filho de Mil Homens" (Foto: reprodução/Instagram/@rodrigosantoro)

Johnny Massaro, que recentemente estreou “Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente”, também está no filme, além dos atores Miguel Martines e Rebeca Jamir. A direção e o roteiro ficam por conta de Daniel Rezende, com a produção feita pela Biônica Filmes e Barry Company.

Walter Salles é destaque em homenagem da Academia do Oscar

O cineasta Walter Salles foi um dos homenageados no evento da Academy Museum Gala 2025, realizado neste sábado (18), em Los Angeles. O diretor de “Ainda Estou Aqui recebeu o prêmio “Luminary”, concedido a artistas que influenciam o cinema mundial. O evento é promovido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, e funciona como uma celebração paralela à premiação oficial.

Durante o discurso, ele agradeceu a Robert Redford, falecido no mês passado, pelo apoio ao filme “Central do Brasil” e citou Fernanda Montenegro e Fernanda Torres como pilares de sua trajetória artística. Além de Salles, também foram homenageados a atriz Penélope Cruz, o ator Bowen Yang e o músico Bruce Springsteen.

Prêmios e reconhecimento mundial

O longa “Ainda Estou Aqui” continua fazendo história no cinema brasileiro: o filme venceu o Grand Prix FIPRESCI 2025, da Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica. Dessa forma, tornou-se o primeiro filme brasileiro a receber o prêmio em 25 anos. A cerimônia ocorreu na abertura do Festival de San Sebastián, na Espanha.


Exibição do filme em Los Angeles (Foto:reprodução/Amanda Edwards/Getty Images Embed)

Ainda nesse ínterim, Walter Salles destacou em seu discurso a importância da crítica internacional na ampliação do público do filme. “A pluralidade cultural foi essencial para que a obra chegasse a novos espectadores”, afirmou.

Reconhecimento histórico e impacto do cinema brasileiro

Desde o lançamento em 2024, “Ainda Estou Aqui” acumula 65 prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Filme Internacional, o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Drama para Fernanda Torres e o Grande Otelo de Melhor Filme. A história do casal Eunice e Rubens Paiva, marcada pela resistência durante a ditadura militar, emocionou plateias em todo o mundo.

Logo, o reconhecimento no Academy Museum Gala reforça a posição de Walter Salles como um dos nomes mais importantes do cinema contemporâneo e nacional, além de consagrar “Ainda Estou Aqui” como um marco cultural brasileiro.