Estratégias básicas para interpretar o resultado do jogo do bicho

Jogo do bicho é uma loteria popular que mexe com a intuição e a análise de padrões numéricos. Entender como o resultado é formado ajuda o apostador a tomar decisões mais embasadas e aproveitar melhor as apostas.

Neste artigo, você conhecerá técnicas simples para decifrar combinações, utilizar ferramentas digitais e evitar equívocos comuns na interpretação dos números sorteados. Confira também como a Bicho Mania potencializa sua experiência com rapidez e confiança, permitindo jogar no bicho online.

Entendendo as combinações e seus significados

Para interpretar o resultado do jogo do bicho, é fundamental compreender a organização dos grupos e dezenas. Cada animal corresponde a um grupo de quatro dezenas, formando um universo de 100 possibilidades. Ao conferir o sorteio, o apostador identifica primeiro o grupo (animal) e depois a dezena exata dentro desse grupo.

Além disso, existem diferentes modalidades de aposta: simples (grupo), dezena exata, centena e milhar. Cada formato exige atenção às posições dos algarismos sorteados. Por exemplo, na dezena, apenas os dois últimos dígitos do resultado importam; já na centena, consideram-se os três últimos.

Por fim, entender o conceito de “milhar cruzada” ou “dezena cruzada” amplia as chances de interpretação. Nesse método, o resultado de um sorteio pode ser usado em duas frentes, se o apostador combinar posições específicas dos dígitos sorteados.

Ferramentas digitais para conferir o resultado do jogo do bicho

Atualmente, várias plataformas oferecem acesso rápido ao resultado do jogo do bicho. Sites especializados, aplicativos e até bots de mensagem são opções para quem busca agilidade. Pois, usar essas ferramentas reduz o risco de erro ao anotar manualmente os números, evitando uma conferência errônea do resultado depois.

A seguir, cinco soluções populares para acompanhar extrações:

  1. Aplicativos oficiais de jogo do bicho online.
  2. Sites de estatísticas com gráficos de frequência.
  3. Ferramentas de notificação push no celular.
  4. Bots em aplicativos de mensagem (Telegram/WhatsApp).
  5. Portais com histórico completo de extrações.

Além da conveniência, essas plataformas costumam oferecer filtros para consultar resultados por data, horário e modalidade. Isso facilita a pesquisa de padrões e torna o estudo de tendências mais prático, sem depender apenas da memória ou cadernos de anotações.

Evitando erros comuns na hora de interpretar resultados do jogo do bicho

Um erro frequente é confundir grupos de animais com dezenas exatas. Por exemplo, apostadores iniciantes podem olhar apenas o número sorteado sem relacioná-lo ao animal correspondente, perdendo informações valiosas para próximas apostas.

Outro deslize é não observar a posição correta dos dígitos na hora de conferir centena e milhar. A inversão de ordem altera completamente o valor da aposta, gerando frustrações e perdas desnecessárias.

Por fim, negligenciar as atualizações em tempo real podem levar a consultar um resultado desatualizado. Muitos apostadores recorrem a sites antigos ou registram a apuração de forma manual, deixando de aproveitar o resultado do jogo do bicho assim que ele sai.

Planejando apostas com estatísticas históricas

O uso de estatísticas históricas amplia a visão sobre tendências e padrões de sorteios passados, permitindo identificar quais animais, dezenas aparecem com maior ou menor frequência. Afinal, esse tipo de análise não garante ganhos, mas ajuda a embasar escolhas e a evitar palpites completamente aleatórios.

  1. Consulte arquivos semanais de resultados para mapear padrões.
  2. Analise a frequência de cada grupo de animais no último mês.
  3. Verifique quais dezenas ficaram “atrasadas” por vários sorteios.
  4. Utilize médias móveis para suavizar variações pontuais.
  5. Explore dados de diferentes horários e dias da semana.

Ao cruzar essas informações, o apostador consegue diferenciar ciclos de “frio” e “quente” nos sorteios. Ao mesmo tempo, é importante não sobrecarregar a análise com dados irrelevantes, focando nos períodos mais representativos para seu estilo de aposta. Um equilíbrio entre números frios e quentes costuma resultar em escolhas mais equilibradas, sem potenciar riscos desnecessários.

Além disso, estatísticas históricas podem revelar sazonalidades, padrões de aumento ou queda na frequência de determinados animais ao longo do ano. Encontrar essas flutuações ajuda a diversificar apostas e a planejar estratégias de médio e longo prazo. Plataformas digitais de jogo do bicho online frequentemente fornecem essas análises prontas, simplificando o processo para todos os perfis de jogadores.

Bicho Mania: rapidez e confiabilidade

A Bicho Mania oferece resultados ao vivo do jogo do bicho, atualizados segundo a segundo direto no seu painel. Isso elimina dúvidas sobre a veracidade da informação e acelera a conferência das apostas. E o site é bem intuitivo, facilitando a vida do usuário.

Com seu aplicativo de jogo do bicho, disponível para Android e iOS, o usuário recebe alertas personalizados sempre que o seu grupo ou dezena preferidos são sorteados. A interface intuitiva também mostra estatísticas detalhadas e gráficos de tendências.

Além disso, o site garante saque imediato no Pix, permitindo que você converta seus ganhos em dinheiro na conta bancária em instantes, sem burocracia. Esses diferenciais tornam a Bicho Mania uma referência de segurança e praticidade no universo do jogo do bicho online.

Afinal, apostar no bicho online já é uma realidade, um reflexo da adaptação dessa prática centenária aos tempos digitais. Uma prática que, mesmo na informalidade, ganhou seu espaço na cultura popular brasileira.

Planeja com inteligência, e jogue com moderação

Decifrar o resultado do jogo do bicho exige atenção às combinações, uso de boas ferramentas digitais e cuidado para evitar erros comuns. Com as estratégias apresentadas nesse artigo, desde a compreensão dos grupos até a análise de estatísticas históricas, você pode tomar decisões mais embasadas e planejar apostas com inteligência.

A Bicho Mania surge como aliada essencial nesse processo, oferecendo resultados ao vivo, aplicativo de jogo do bicho e saque imediato no Pix. Aproveite esses recursos para apostar de forma mais segura, eficiente e embasada em dados.

Bitcoin cai abaixo de US$ 100 mil com tensão entre Irã e Israel

A recente escalada no conflito entre Irã e Israel, com possibilidade de envolvimento direto dos Estados Unidos, provocou um forte abalo no mercado de criptomoedas. O Bitcoin sofreu uma queda significativa, rompendo a barreira dos US$ 100 mil. Outras moedas digitais importantes, como Ethereum e XRP, também registraram perdas expressivas. Em menos de 24 horas, o valor de mercado do setor encolheu em cerca de US$ 250 bilhões.

Incerteza geopolítica e volatilidade no mercado

Apesar da resistência inicial do Bitcoin e da expectativa de que ultrapasse o ouro em 2025, a escalada da crise no Oriente Médio fez os investidores recuarem. O Bitcoin caiu abaixo dos US$ 100 mil, enquanto outras criptomoedas importantes, como Ethereum e XRP, também tiveram quedas fortes. Como resultado, em menos de 24 horas, o mercado perdeu cerca de US$ 250 bilhões em valor.

O cenário se agravou após rumores de que o Irã estaria próximo de bloquear o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado mundialmente. A medida, caso confirmada, poderia desencadear um aumento nos preços da energia e alimentar ainda mais a instabilidade nos mercados financeiros.


O bloqueio do Estreito de Ormuz aumenta as tensões no Oriente Médio e impacta o mercado global (Vídeo: reprodução/Instagram/@portalg1)


Os riscos de um bloqueio do Estreito

De acordo com informações divulgadas pela France24, que citou a rede estatal iraniana Press TV, o Parlamento do Irã já teria aprovado o fechamento do Estreito de Ormuz. A decisão final, no entanto, ainda está nas mãos do Conselho Supremo de Segurança Nacional, a mais alta instância de defesa do país. Em entrevista ao Young Journalist Club, o comandante da Guarda Revolucionária, Esmail Kosari, declarou que a medida segue em pauta e será executada “sempre que for necessário”, alimentando o medo de represálias.

Especialistas alertam que, mesmo diante de um eventual bloqueio, o impacto nos mercados pode não se estender por muito tempo. No entanto, somente o risco envolvendo o petróleo já é suficiente para deixar os investidores preocupados. Quando isso acontece, muitos preferem não correr riscos e acabam tirando dinheiro de investimentos mais instáveis, como o Bitcoin.

Alex Kuptsikevich, analista-chefe da FxPro, ressaltou que uma escalada envolvendo outros países e o possível bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã podem reduzir ainda mais o apetite global por risco e reverter a tendência de alta do Bitcoin. Ele afirmou que, por isso, os próximos movimentos da criptomoeda dependerão diretamente do desenrolar dos conflitos na região.

Brasil e Argentina fecham acordo de tarifa zero para o mercado automotivo

Conforme divulgado pelo Diário Oficial da União (DOU), o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, assinou nesta terça-feira (17) um decreto com a finalidade de ampliar o acordo juntamente com a Argentina. Esse acordo flexibiliza condições de acesso ao mercado automotivo para os países, além da redução total das tarifas de importação de autopeças não produzidas no país.

Esse benefício de tarifa zero concede às empresas a obrigatoriedade em investir cerca de 2% do valor das importações em pesquisa, inovação ou programas industriais prioritários para o setor automotivo. O acordo prevê também flexibilização entre os países no mercado de ônibus, vans e caminhões com até 5 toneladas.

Acordo Brasil-Argentina

No dia 29 de abril deste ano, Brasil e Argentina firmaram um acordo, em parceria entre os países, após negociações entre eles e outros órgãos envolvidos, como o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Para o Ministério do Desenvolvimento, o acordo firmado entre Brasil e Argentina aprimora as condições de acesso ao mercado e isenta importações de autopeças não produzidas no território dos países.


Comunicado oficial do Governo do Brasil através do X, anunciando a assinatura do decreto. (Foto: Reprodução/X/@canalgov)

Impacto nas vendas

Para Alckmin, às medidas favorecem os países como um todo, já que o Brasil é o 8° país no ranking mundial de produção de veículos. O Vice-presidente ressaltou que o mercado automotivo no Brasil gera cerca de 1 milhão de novos empregos todos os anos e aumentando o número de vendas do país.

Quando se fala do fluxo comercial Brasil-Argentina, o mercado automotivo se destaca positivamente, sendo um dos maiores bens comercializados entre os países. No ano de 2025, o fluxo de comércio entre os países já atingiu a marca de US$ 12,6 bilhões até maio, uma crescente de 26,2% em relação ao mesmo período de 2024.

Governo Trump manda revisar contratos da SpaceX após embate com Elon Musk

Em meio a uma disputa pública com Elon Musk, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou neste mês que a Nasa e o Departamento de Defesa realizem uma revisão detalhada dos contratos firmados com a SpaceX, segundo a Reuters. A medida pode abrir caminho para retaliações políticas e comerciais contra o bilionário, cujas empresas receberam bilhões de dólares em recursos públicos.

Revisão limita papel da SpaceX na defesa antimísseis dos EUA

O governo dos Estados Unidos deu início a uma apuração detalhada dos contratos firmados com a SpaceX, empresa aeroespacial de Elon Musk, após recentes atritos públicos entre o bilionário e o presidente Donald Trump. De acordo com fontes ouvidas pela agência Reuters, a Casa Branca solicitou que tanto o Departamento de Defesa quanto a Nasa revisem os acordos que somam cerca de US$22 bilhões.

Segundo pessoas próximas ao processo, o objetivo da revisão é reunir informações detalhadas sobre os acordos mantidos com a SpaceX, especialmente no contexto de um novo programa de defesa antimísseis que a empresa poderia integrar. Fontes ligadas ao Pentágono indicaram que está em avaliação a possibilidade de restringir a atuação da companhia nesse projeto estratégico.

A iniciativa da Casa Branca surge após Trump afirmar, no início de junho, que seu governo poderia rever contratos e benefícios concedidos às empresas de Musk. A declaração soou como uma resposta direta à troca de críticas públicas com o empresário, que até recentemente integrava o governo como conselheiro e líder de um órgão dedicado à eficiência administrativa, o DOGE.


Trump acompanha o sexto lançamento de teste da Starship, nave da SpaceX, em novembro de 2024, antes dos conflitos com Musk (Foto: reprodução/Brandon Bell/Getty Images Embed)


Especialistas apontam riscos de uso político de contratos

Embora ainda não esteja claro se contratos existentes podem ser legalmente revogados, a revisão alimenta suspeitas de uma possível retaliação e levanta preocupações sobre o uso de instrumentos públicos para fins pessoais ou políticos. Especialistas em governança veem riscos à transparência e à integridade na gestão dos recursos federais.

De acordo com fontes próximas ao governo, a principal motivação por trás da revisão dos contratos seria preparar o terreno para uma possível ação direta contra Elon Musk, caso o presidente decida adotar medidas mais duras. Uma das fontes chegou a afirmar que a análise busca fornecer “instrumentos políticos” que possam ser usados contra o empresário, caso necessário.

SpaceX e Departamento de Defesa não se pronunciaram. A Nasa afirmou que continuará trabalhando com parceiros do setor privado para cumprir as metas espaciais da atual gestão. Já a Casa Branca evitou comentar especificamente os contratos da SpaceX, mas ressaltou, segundo a Reuters, que todas as licitações passam por processos rigorosos de avaliação.

Presidente do Google no Brasil afirma que empresa movimentou R$ 215 Bi em 2024

Nesta terça-feira (10) aconteceu o ‘Google For Brasil 2025’, evento anual que foi realizado em São Paulo. Durante o evento, lideranças da companhia divulgaram informações sobre chegada de novos recursos do Google, além de dados de operações no último ano. De acordo com Fábio Coelho, presidente da empresa no Brasil, o ecossistema Google movimentou R$ 215 bilhões na economia brasileira.

O evento

Durante o evento, foi comemorado por dirigentes os 20 anos da chegada do Google no Brasil. Coelho comentou também em seu discurso sobre o início da companhia em solo Brasileiro, que chegou ao país após a aquisição da startup Akwan. De acordo com o dirigente, estava sendo desenvolvido um buscador brasileiro, então a equipe do Google veio para cá para adquirir a operação.

Foi destacado também o engajamento do público brasileiro com os principais serviços da Google, como o YouTube, o Gemini e o Google Pay. Para Coelho, o brasileiro está de olho nas melhores formas de interagir com a internet. Ainda no decorrer do discurso, foi enfatizado a participação do público no ecossistema da empresa, que envolve desenvolvedores, criadores de conteúdo, empresas e usuários. 

Inovação, respeito e colaboração, esses são os pilares que fundamentam a nossa atuação no Brasil. A materialização do sucesso do Google é a materialização do sucesso dos nossos parceiros.”


Kent Walker, presidente de assuntos globais e diretor jurídico do Google, celebra os 20 anos da companhia em território brasileiro (Foto: reprodução/X/@Kent_Walker)

Novos investimentos

Em relação ao impacto social da empresa, foram destacadas as iniciativas da empresa através da plataforma que leva tecnologias da empresa para projetos do terceiro setor, a Google.org. Coelho revelou o investimento de cerca de R$ 250 Milhões de reais nestes projetos, além da realização de uma doação para um instituto, que irá direcionar os recursos para capacitação de profissionais em Inteligência artificial.

O presidente também ressaltou sobre a participação do público brasileiro no desenvolvimento de novas tecnologias, fazendo com que ele se sinta mais do que apenas um consumidor. Para Coelho, as ferramentas criadas em território brasileiro atendem mercados emergentes em todo o mundo, dos vizinhos na América Latina aos pequenos países asiáticos.

Startup desenvolve tecnologia que facilita adequação de empresas à reforma tributária

Com a promulgação da Emenda Constitucional 132/2023, que institui um novo modelo tributário no Brasil baseado no Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), empresas de todos os portes se deparam com a necessidade de rever rotinas contábeis, ajustar processos internos e atualizar sistemas de gestão fiscal. A transição, prevista para ocorrer de forma gradual até 2033, modifica a estrutura de tributos como ICMS, IPI, ISS, PIS e Cofins, e exige novas estratégias de adequação operacional.

Nesse contexto, soluções tecnológicas têm ganhado espaço como alternativa para lidar com a complexidade do sistema tributário e os impactos da reforma. Entre as iniciativas recentes, a startup cearense SmartLedger AI LTDA passou a oferecer uma plataforma baseada em inteligência artificial e análise de dados fiscais, voltada para automação contábil e identificação de créditos tributários.

Fundada em 2024, a empresa desenvolveu um sistema em nuvem que realiza cruzamentos entre dados bancários, trabalhistas e fiscais — como os gerados via e-Social e DCTFWeb — e automatiza tarefas como conciliações, checagem de inconsistências e geração de relatórios. A tecnologia também vem sendo utilizada para mapear oportunidades de recuperação de créditos previdenciários e tributários.

Segundo dados informados pela própria empresa, a plataforma contribuiu para a movimentação de mais de R$ 200 milhões em créditos tributários no período de um ano, envolvendo empresas de diferentes setores da economia. A atuação concentra-se, principalmente, em apoio ao cumprimento de obrigações acessórias e à adaptação de escritórios contábeis e departamentos financeiros ao novo cenário fiscal.

“A reforma tributária muda o jogo, e exige que as empresas tenham acesso a informações precisas, rápidas e integradas. A tecnologia permite não apenas acompanhar essas mudanças, mas antecipá-las com base em dados concretos”, afirma Luiz Eduardo Macedo, um dos sócios da SmartLedger.

Adaptação e riscos no período de transição

Com a entrada em vigor do novo sistema de IVA, a expectativa é de que coexistam, nos próximos anos, dois regimes tributários — o antigo e o novo —, o que deve aumentar a carga administrativa sobre os setores fiscal e contábil. Especialistas apontam que, nesse período, o risco de inconsistências e retrabalho tende a crescer, especialmente em empresas que não adotarem soluções digitais para monitoramento e controle das obrigações.

Além disso, o volume de dados exigido para apuração correta dos tributos deverá ser maior, exigindo não apenas atenção ao preenchimento de informações, mas também capacidade de análise em tempo real. Ferramentas baseadas em automação e inteligência artificial passam a ser consideradas aliadas na redução de erros e na antecipação de riscos.

Tecnologia no centro da discussão tributária

A digitalização da contabilidade e do controle fiscal não é uma novidade no Brasil, mas ganha novo impulso com a reforma. O movimento acompanha uma tendência já observada em países com sistemas tributários complexos, onde a tecnologia tem papel central na administração e no planejamento fiscal das empresas.

Soluções como a da SmartLedger ilustram uma mudança de postura em relação à contabilidade tradicional. Em vez de reações pontuais, o modelo tecnológico busca oferecer respostas contínuas e baseadas em dados, dentro de uma lógica de prevenção de passivos e melhoria da eficiência operacional.

Com a consolidação da reforma, a demanda por esse tipo de solução tende a crescer. A questão que se impõe agora para o mercado é como pequenas e médias empresas, especialmente fora dos grandes centros, terão acesso a essas tecnologias — e como o setor contábil vai se reorganizar para acompanhar as exigências do novo modelo tributário

Reino Unido escolhe Rolls-Royce para liderar construção de reatores nucleares modulares

O governo do Reino Unido anunciou nesta terça-feira (10) um importante passo rumo à transição energética, ao selecionar a Rolls-Royce SMR para liderar a construção dos primeiros pequenos reatores nucleares modulares (SMRs, na sigla em inglês) do país. A medida faz parte de uma estratégia mais ampla para acelerar a descarbonização da matriz energética britânica a partir de meados da década de 2030.

Investimento Alto do governo

Para viabilizar o projeto, o governo britânico vai investir 2,5 bilhões de libras (aproximadamente US$ 3,4 bilhões) ao longo dos próximos quatro anos. O objetivo é consolidar o Reino Unido como um dos pioneiros na criação de uma indústria nuclear de pequena escala na Europa.


Símbolo da Rolls Royce(Foto:Divulgação/Auto Esporte)

Diferentemente das mais tradicionais usinas nucleares, que exigem grandes áreas e décadas para ficarem prontas, os SMRs possuem dimensões mais compactas — cerca do tamanho de dois campos de futebol — e utilizam componentes que podem ser fabricados em série. Isso permite uma montagem mais rápida e a um custo potencialmente menor, além de oferecer maior flexibilidade para atender a diferentes regiões e demandas energéticas.

A subsidiária Rolls-Royce SMR, responsável pelo projeto, anunciou planos iniciais para construir três unidades de reatores modulares. O investimento sinaliza a aposta britânica em uma nova geração de energia nuclear mais eficiente e escalável, contribuindo tanto para a segurança energética quanto para a meta de emissão líquida zero.

Mudança na econmia do Reino Unido

A iniciativa também deve impulsionar significativamente a economia britânica, com a criação de milhares de empregos qualificados em engenharia, manufatura e construção civil, além de fomentar a cadeia de suprimentos nacional. Segundo o governo, o programa de SMRs poderá gerar oportunidades para pequenas e médias empresas em todo o país, ao mesmo tempo em que fortalece a posição do Reino Unido como líder global em tecnologia nuclear avançada. Especialistas destacam ainda que os SMRs podem desempenhar um papel crucial na estabilidade da rede elétrica, fornecendo energia constante e confiável para complementar fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica.

Além disso, o governo confirmou o aporte de 14,2 bilhões de libras para o desenvolvimento de uma nova usina nuclear de grande porte, a Sizewell C, localizada no leste da Inglaterra. O projeto será parte da maior expansão nuclear já realizada no país em uma geração, reforçando o compromisso do Reino Unido com fontes de energia de baixa emissão e com a redução da dependência de combustíveis fósseis.

Investidores criticam atuação de Elon Musk e pressionam conselho da Tesla por mudanças

A imagem pública de Elon Musk e sua atuação polêmica em múltiplas frentes têm causado desconforto entre investidores da Tesla. Diversos acionistas, entre eles sindicatos que gerenciam fundos de pensão bilionários, exigem do conselho da montadora de veículos elétricos uma postura mais firme diante do comportamento do CEO, considerado prejudicial à reputação e ao desempenho da empresa. O grupo quer que Musk se dedique integralmente à Tesla ou dê lugar a outro líder.

Conselho sob pressão

Grandes investidores da Tesla, como sindicatos, têm pressionado por mais responsabilidade do conselho de administração. A Federação Americana de Professores (AFT), que representa quase 2 milhões de profissionais da educação, lidera esse movimento. Seus fundos de aposentadoria somam US$ 4 trilhões (R$ 22,32 trilhões), com US$ 8,8 bilhões (R$ 49,1 bilhões) investidos em ações da Tesla.

A presidente da AFT, Randi Weingarten, criticou duramente o conselho da Tesla e Elon Musk em entrevista à Forbes. Segundo ela, a população “não gosta do Elon Musk” e a diretoria precisa assumir sua responsabilidade. “Não queremos que a Tesla fracasse, porque se isso acontecer, muitos aposentados vão perder muito dinheiro (…). Se é para manter o Musk no cargo, garantam que ele esteja lá. Ou escolham outro CEO”, declarou.


Antes do rompimento, Trump discursa ao lado de Elon Musk em frente a um carro da Tesla (Foto: reprodução/Andrew Harnik/Getty Images Embed)


Preocupações semelhantes motivaram nove tesoureiros e controladores estaduais a enviarem uma carta à presidente do conselho da Tesla, Robyn Denholm. Segundo o tesoureiro de Illinois, Michael Frerichs, nenhuma outra empresa listada permitiria tamanha negligência do CEO sem consequências.

O maior fundo de aposentadoria dos EUA, o CalPERS, que representa servidores públicos da Califórnia, adotou uma postura neutra publicamente, dizendo que seus investimentos seguem critérios técnicos. No entanto, vendeu 4,5 milhões de ações da Tesla no terceiro trimestre de 2024.


Tesla anuncia robotáxi, veículo elétrico autônomo para transporte sem motorista (Foto: reprodução/Instagram/@teslamotors)


Imagem abalada e perdas financeiras

Elon Musk lidera várias empresas, Tesla, SpaceX, X (antigo Twitter), Neuralink e xAI, o que gera dúvidas sobre sua dedicação à Tesla. A situação piorou quando ele assumiu um cargo no governo Trump focado em reduzir gastos, provocando queda de ações, protestos e até vandalismo contra a montadora.

Uma pesquisa realizada pela consultoria GBAO com 2 mil americanos ilustra esse desgaste: 55% dos entrevistados têm uma imagem negativa de Musk. A Tesla também foi citada como a marca menos apreciada entre os interessados em carros elétricos. Além disso, mais de 50% dos consumidores disseram que teriam uma visão mais favorável da empresa se Musk deixasse o cargo de CEO.

Apesar de uma recuperação nas ações da Tesla, que subiram mais de 50% impulsionadas pela expectativa do lançamento de robotáxis e pelo afastamento político de Musk do governo Trump, o sentimento de insatisfação permanece. Grandes fundos, como o CalPERS, já reduziram suas posições na Tesla e outros, como o do estado de Maryland, seguem atentos ao cenário.

Até o momento, o conselho da Tesla não respondeu às cobranças. Weingarten, Frerichs e Lierman confirmaram que suas cartas não receberam qualquer retorno. A presidente da AFT afirmou que a entidade estuda a possibilidade de entrar com uma ação judicial contra o conselho, caso continue a omissão. “Musk causou um enorme prejuízo à marca da Tesla. Se o conselho não fizer seu trabalho, vamos forçá-lo a cumprir seu dever”, declarou Weingarten.

Elon Musk perde US$25 bilhões após briga com Trump

O empresário Elon Musk viu um declínio abrupto em seu patrimônio, nesta quinta-feira (5). Após sua saída do governo de Donald Trump, Elon tem criticado medidas e atitudes do presidente americano, o qual também retruca ao bilionário. Essas provocações ocasionaram uma queda brusca nas ações da Tesla, o que impactou diretamente na fortuna de seu CEO.

A queda da fortuna de Elon Musk

O CEO da Tesla, Elon Musk sofreu, nesta quinta-feira (5), uma queda repentina de sua fortuna, avaliada em cerca de US$420,5 bilhões. Em apenas uma tarde, o patrimônio de Musk caiu em US$25,5 bilhões, fazendo com que o número chegasse a US$395 bilhões.

Esse declínio abrupto se deve à oposição que tem exercido contra o governo do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Depois de sair do governo, Elon tem feito várias críticas às ações econômicas do presidente. Trump, em resposta, tem também criticado o empresário. Essa discussão chegou a gerar até ataques pessoais.


Elon Musk e Donald Trump no Salão Oval, durante a despedida de Musk do governo (Foto: reprodução/Kevin Dietsch/Getty Images Embed)


Por conta disso, a Tesla teve uma queda em suas ações, que foram reduzidas em 17%, subtraindo US$55, por ação, do antigo valor, o que resultou no preço de US$277, por cada ação. Isso ocorre em um momento delicado para a Tesla, visto que o restante do mercado se mantém estável.

Essa queda brusca é totalmente destoante do preço que teve em dezembro de 2024, após a eleição do presidente Trump, quando era pensado que o apoio de Elon Musk poderia impulsionar um maior sucesso da empresa.

O conflito Musk x Trump

Após deixar seu cargo no governo dos EUA, no dia 29 de maio, Elon Musk começou a fazer várias críticas a Donald Trump e suas medidas econômicas.

Em uma reunião no Salão Oval, com o chanceler alemão Friedrich Merz, Trump afirmou que Elon estaria insatisfeito com ele e disse que o bilionário sofre de “síndrome de aversão a Trump.” Musk não gostou nada dessa fala e retrucou, declarando que sem seu apoio, durante a campanha à presidência, Trump nunca teria sido garantido.


Celulares exibindo posts da briga entre Donald Trump e Elon Musk (Foto: reprodução/Justin Sullivan/Getty Images Embed)


Além de críticas relacionadas ao trabalho dos dois, Musk e Trump também partiram para ofensas pessoais, o que esquentou muito o embate. Com toda essa polêmica, o presidente dos EUA, em reposta ao dono da Tesla, sugeriu que o governo deveria considerar cortar todos os contratos governamentais que os dois têm.

Musk diz que SpaceX terá receita de US$15 Bi em 2025

Nesta terça-feira (03), o bilionário e controlador da SpaceX, Elon Musk afirma que a empresa deve ter receita de aproximadamente US$15 Bilhões (aproximadamente R$84,5 Bi na cotação atual) e ressalta sobre o crescente domínio da companhia no setor espacial comercial. Musk utilizou suas redes sociais para comunicar sobre o planejamento financeiro para o ano.

O futuro da SpaceX também inclui o desenvolvimento do Starship, foguete de 122 metros que, segundo Musk, será essencial para levar humanos a Marte, além do envolvimento e favoritismo da empresa no projeto de defesa do governo para fornecimento de componentes para o escudo antimísseis ‘Golden Dome’.


Foguete Starship, da SpaceX, explode em lançamento (Vídeo: reprodução/YouTube/Uol)

Estimativa de Musk

De acordo com o bilionário, a empresa focada em operações comerciais no espaço excederá o orçamento da Agência Espacial Norte-Americana (NASA). Musk disse ainda através de sua conta no X que abrirá capital da SpaceX, que é sucesso por conta de seu serviço de internet via satélite disponibilizado em todos os continentes. Em 2023, foi apontado por Musk que sua empresa teria atingido o equilíbrio em seu fluxo de caixa, o que teria disponibilizado uma operação de implantação de milhares de satélites da Starlink, provedora de internet da empresa, por todos os continentes do globo, a fim de fornecer internet de alta velocidade para seus consumidores.


Fala de Musk em relação às projeções para a SpaceX no ano de 2025 (Foto: reprodução/X/@elonmusk)

Comparação com o ano anterior

Em comparação com o ano anterior, a empresa teve um aumento de quase U$2 Bi em relação à 2024, ano em que a estimativa de receitas era de US$13,3 Bi. Em comparação com o que foi previsto pela Payload, a SpaceX fechou 2024 com US$13,1 Bi, 1,5% de diferença com a previsão feita pela empresa. Desse valor, cerca de US$8,4 Bi aos cofres da empresa, cerca de US$2 Bi acima do projetado para o ano e dobrando o valor em relação ao ano anterior.