Trump considera aumento de impostos para os mais ricos, mas teme reação política

Em um momento de desafios fiscais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou apoio ao aumento de impostos para os cidadãos de maior renda como parte de seu plano econômico. Entretanto, ele expressou receios sobre a reação negativa de seus eleitores e sobre o impacto que essa medida pode ter no apoio político no Congresso.

A proposta de aumento de impostos para os “super-ricos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou publicamente que está disposto a apoiar a elevação de impostos para os mais ricos. A proposta se relaciona com as dificuldades dos republicanos em reduzir gastos sem atingir programas sociais protegidos por lei.

No entanto, Trump teme que o aumento de impostos gere uma reação política parecida com a do ex-presidente George Bush, que implementou novas tarifas em 1990 após prometer “nenhum novo imposto”, o que foi visto como uma quebra de promessa de campanha.


Postagem em que Trump diz não se opor a taxar os mais ricos, mas revela temer reação política (Foto: reprodução/True Social/@realDonaldTrump)

Desafios fiscais e vazamentos de conversas

A sugestão de aumentar impostos para os mais ricos surgiu após um vazamento de informações sobre uma conversa telefônica entre Trump e o presidente da Câmara, Mike Johnson, na quarta-feira (7). Trump teria sugerido que pessoas com rendimentos superiores a US$ 2,5 milhões e casais com rendas acima de US$ 5 milhões fossem taxados com uma alíquota de 39,6%.

Esse aumento representaria um reajuste em relação à taxa atual de 37%, estabelecida pela Lei de Cortes de Impostos e Empregos de 2017 para pessoas com rendimentos anuais superiores a US$ 626.350. Essa alíquota deve expirar no final do ano, a menos que o Congresso renove.

Estudos preliminares da Tax Foundation, uma organização não partidária, apontam que essa mudança poderia resultar em uma arrecadação de US$ 67,3 bilhões nos próximos dez anos. Focado em aumentar a arrecadação do país, Trump também tem defendido medidas como a taxação de produtos importados e de filmes produzidos fora dos EUA.

A difícil decisão sobre o Medicaid e o futuro fiscal

Em paralelo à proposta de aumentar impostos para os mais ricos, o governo Trump enfrenta outro impasse relacionado à redução dos custos do Medicaid, programa federal de assistência médica voltado à população de baixa renda.

O plano orçamentário de Trump prevê cortes fiscais no valor de US$ 4,5 trilhões nos próximos dez anos, mas também solicita ao Comitê de Energia e Comércio da Câmara, que gerencia o Medicaid, que busque reduzir US$ 880 bilhões do Medicaid.

Segundo parlamentares republicanos, o problema é que dificilmente será possível cortar US$ 880 bilhões sem afetar o funcionamento do Medicaid, o que entraria em conflito com a promessa de Trump de manter o programa intacto. Dessa forma, criaria um dilema político, pois o Medicare e o Medicaid são programas populares entre os eleitores.

Queda no lucro da Magazine Luiza chega a mais de 60% no primeiro trimestre

A Magazine Luiza teve queda de 62,5%, em seu lucro líquido ajustado, neste primeiro trimestre do ano, se comparado ao mesmo período de 2024. O relatório, divulgado nesta quinta-feira (8), informa que a companhia teve lucro ajustado de R$ 11,2 milhões no período, ficando abaixo dos R$ 21,4 milhões esperados por analistas, conforme a média de estimativas compiladas pela LSEG.

Conforme o relatório divulgado, a empresa afirmou que diante das condições macroeconômicas, é necessário “disciplina e foco”.

“A gente lidou com uma curva Selic esse trimestre que foi quase 30% maior do que foi no primeiro trimestre do ano passado. Para isso, a gente precisou dar um foco maior na rentabilidade, nas margens operacionais”, afirmou a diretora de relações com investidores da companhia, Vanessa Rossini, à Reuters. “Nesse cenário de juros, as categorias de ticket mais alto acabam sofrendo mais, e o Magalu segue conseguindo ampliar sua participação de mercado sem abrir mão das margens”, concluiu.

Vendas avançam, entretanto, em 2024 o trimestre foi melhor

A empresa teve crescimento de vendas no conceito mesmas lojas físicas, que alcançou 7,1% abaixo de 9% do primeiro trimestre de 2024. Já as vendas no e-commerce e marketplace, tiveram queda de 2,6% e 1,8% sucessivamente. 

O crescimento da margem bruta foi de 0,7 pontos porcentuais, encerrando o trimestre com 30,6%

A Magazine Luiza teve um crescimento discreto de receita líquida de 1,6% para R$ 9,4 bilhões, em bandeiras como Netshoes e Kabum
O lucro operacional bruto, ajustado do grupo, chegou a 758,8 milhões, no período, com um crescimento de 10,3% ano a ano. Com a margem Ebitda (indicador financeiro que mede o desempenho operacional de uma empresa, sem considerar juros, impostos, depreciação e amortização.), passando de 7,4% para 8,1% na mesma base. No entanto, os analistas tinham a previsão de R$ 719 milhões de Ebitda, conforme LSEG (London Stock Exchange Group) é um grupo global de infraestrutura de mercados financeiros e dados, que fornece serviços de negociação, compensação, indexação e análise de dados financeiros


Loja Magazine Luiza com fila de consumidores (Foto: reprodução/Instagram/@magazineluiza)

Expansão na margem operacional foi fundamental

A diretora Rossini pontuou que “foi fundamental para a gente fazer frente a uma despesa financeira que também foi maior”, em função dos juros.

Pois em comparação com o primeiro trimestre, do ano passado, a despesa financeira líquida cresceu 31,9%, sendo 403,2 milhões, representando 4,3% da receita líquida, em contrapartida, 3,3% um ano antes.

A Magazine Luiza informou ainda que despesas com vendas tiveram um aumento de 5,9%, atribuído ao desempenho de investimentos estratégicos na sua operação de logística. Como o fulfillment (conjunto de processos que viabiliza o fluxo eficiente de mercadorias do armazém ao cliente final) visando melhorar prazos de entrega e serviços ao cliente.

Na Companhia, as despesas gerais e administrativas, permaneceram estáveis, mantendo-se assim de ano para ano.

Bitcoin ultrapassa US$ 100 mil impulsionado por acordo comercial entre EUA e Reino Unido

O bitcoin superou nessa quinta-feira (08) a marca de US$ 100 mil (R$ 567 mil) pela primeira vez desde o início de fevereiro, impulsionado por um acordo comercial entre Estados Unidos e Reino Unido. A valorização da maior criptomoeda do mundo ocorre em meio a sinais de trégua na guerra comercial promovida pelo presidente norte-americano Donald Trump.

Por volta do início da tarde, o bitcoin era negociado a US$ 101,3 mil (R$ 577,6 mil), com alta diária de 4,7%. Com isso, volta a registrar valorização no acumulado do ano, ainda que permaneça abaixo do recorde histórico de mais de US$ 109 mil (R$ 621,3 mil) registrado em janeiro.

O ether, criptomoeda ligada à rede Ethereum, também teve forte alta: avançou 14% no dia, alcançando US$ 2.050,46 (R$ 11.688,62), seu maior valor desde o fim de março.

Acordo com o Reino Unido dá novo fôlego ao mercado


O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, se encontrou com Trump (Foto: reproduçõa//Truth Social/@realDonaldTrump)

O avanço do bitcoin foi impulsionado pelo anúncio de um “acordo histórico” entre Trump e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer. Pelo pacto, os Estados Unidos manterão a tarifa de 10% sobre produtos britânicos, enquanto o Reino Unido reduzirá suas tarifas de 5,1% para 1,8% e abrirá mais espaço para a entrada de produtos norte-americanos.

Este é o primeiro acordo comercial desde que Trump reassumiu a presidência, em janeiro, reacendendo uma guerra tarifária com diversos parceiros comerciais. A sinalização de maior cooperação com aliados estratégicos, como o Reino Unido, ajudou a aliviar tensões no mercado e estimular ativos de maior risco, como as criptomoedas.

Mercado recupera parte das perdas recentes

Após forte queda entre fevereiro e abril — período em que o bitcoin chegou a ser negociado em torno de US$ 74 mil (R$ 421,8 mil) — o atual movimento de alta é visto como uma retomada significativa. “A recuperação para acima dos US$ 100 mil deve ser considerada uma das façanhas mais impressionantes do bitcoin. É um lembrete de que comprar no auge do medo pode ser extremamente lucrativo”, afirmou Antoni Trenchev, cofundador da plataforma de ativos digitais Nexo.

O mercado cripto havia recuado fortemente após o anúncio, em abril, de novas tarifas generalizadas por Trump, o que levou investidores a migrar para ativos considerados mais seguros. A percepção de que a Casa Branca pode adotar uma postura mais equilibrada nos próximos meses impulsionou o apetite por risco nesta semana.

Apesar do otimismo, algumas criptomoedas ainda não se recuperaram com a mesma força. O ether, por exemplo, permanece cerca de 50% abaixo de suas máximas históricas registradas no fim de 2024.

Segurança em primeiro lugar: como a BetFusion protege seus

No mundo das apostas online, a segurança é uma preocupação primordial para os jogadores. Especialmente com o aumento da popularidade das plataformas de apostas, a demanda por ambientes seguros e confiáveis se torna cada vez mais evidente. 

A BetFusion, uma das principais plataformas de apostas online do Brasil, ganha destaque por suas robustas medidas de segurança, que visam proteger os dados dos usuários e garantir uma experiência de jogo segura. 

No artigo de hoje, vamos conhecer melhor as diversas estratégias que a BetFusion implementou para assegurar a proteção dos jogadores, além de discutir a importância da transparência e do jogo responsável.

A importância da segurança nas apostas online

A segurança nas apostas online não é apenas uma questão de proteger informações pessoais; é fundamental para a confiança que os usuários depositam na plataforma. 

Quando os jogadores se sentem seguros, estão mais propensos a se envolver e a explorar as diversas opções de apostas disponíveis. A BetFusion entende essa dinâmica e, por isso, investe em tecnologia e práticas que garantem a integridade das informações e das transações.

Confiança e credibilidade no setor de jogos

A credibilidade de uma plataforma de apostas online é construída por meio de sua reputação e do feedback dos usuários. Nesse contexto, a BetFusion se compromete a fornecer um serviço que não apenas atenda, mas supere as expectativas dos jogadores em termos de segurança. 

Através de certificações e auditorias regulares, a plataforma demonstra seu compromisso com as melhores práticas do setor.

Mecanismos de segurança da BetFusion

Em sua plataforma, a BetFusion adota uma série de mecanismos de segurança para proteger os dados dos jogadores e garantir transações seguras em qualquer tipo de aposta, incluindo as apostas esportivas. A seguir, detalhamos algumas das principais medidas implementadas pela bet:

Criptografia de dados e proteção de informações

A BetFusion utiliza tecnologia de criptografia avançada para proteger as informações pessoais e financeiras dos usuários. Isso significa que todos os dados transmitidos entre o jogador e a plataforma são codificados, tornando-os ilegíveis para qualquer pessoa não autorizada. 

Uma tecnologia essencial para garantir que dados sensíveis, como números de cartões de crédito e informações de contas bancárias, estejam sempre seguros.

Além disso, a plataforma realiza atualizações regulares em seus sistemas de segurança para se proteger contra novas ameaças e vulnerabilidades. Durante esse processo, são atualizados e implementados firewalls, mecanismos monitoramento de atividades suspeitas e a realização de testes de penetração para identificar possíveis falhas de segurança.

Monitoramento de transações financeiras

Outro aspecto importante da segurança na BetFusion é o monitoramento constante das transações financeiras. A plataforma realiza verificações rigorosas de depósitos e retiradas, garantindo que todas as operações sejam realizadas de forma segura e transparente. 

Esse cuidado não apenas protege os usuários contra fraudes, mas também assegura que a plataforma opere dentro das normas legais e regulamentares. Então, caso algo incomum seja detectado, a equipe toma medidas imediatas para investigar e resolver a situação, garantindo que a segurança dos jogadores nunca seja comprometida.

Política de transparência da BetFusion

A transparência é um pilar fundamental na construção da confiança entre a BetFusion e seus usuários. Pensando nisso, a plataforma se compromete a fornecer informações claras e acessíveis sobre suas operações, políticas de segurança e práticas de jogo responsável.

Como a transparência fortalece a relação com os jogadores?

A BetFusion acredita que a transparência é essencial para criar um ambiente de apostas seguro e confiável. Por isso, a plataforma disponibiliza informações detalhadas sobre suas políticas de segurança, métodos de pagamento e procedimentos de verificação de identidade. 

Os jogadores podem acessar essas informações facilmente, permitindo que tomem decisões informadas sobre suas apostas.

Além disso, a bet se compromete a manter uma comunicação aberta com seus usuários. Sua equipe de suporte está disponível para responder a perguntas e esclarecer dúvidas, garantindo que os jogadores se sintam apoiados e informados durante toda a sua experiência de apostas.

Jogo responsável: um compromisso da BetFusion

A segurança dos jogadores na BetFusion vai além da proteção de dados e transações: a plataforma também se preocupa com o bem-estar dos apostadores. Portanto, o jogo responsável é uma prioridade, e a bet implementa várias iniciativas para promover práticas de apostas saudáveis.

Iniciativas para promover a conscientização

Além de tudo isso, a bet oferece recursos que ajudam os jogadores a manter o controle sobre suas atividades de apostas. Isso inclui a possibilidade de definir limites de depósito, perdas e tempo de jogo. São ferramentas que permitem que os jogadores se auto-regulem e evitem comportamentos de jogo problemáticos.

Em complemento, a plataforma disponibiliza informações sobre o jogo responsável, orientando os usuários sobre como reconhecer sinais de problemas com o jogo e onde buscar ajuda, se necessário. 

Recursos de autoexclusão e limites de depósito

Para aqueles que desejam um controle ainda maior sobre suas atividades de apostas, a BetFusion oferece opções de autoexclusão. Os jogadores podem optar por se excluir temporariamente da plataforma, garantindo que tenham tempo para refletir sobre seus hábitos de jogo. 

Essa medida é uma demonstração clara do compromisso da BetFusion em promover um ambiente de jogo responsável.

A BetFusion e a lei 14.790/2023

A BetFusion se esforça para garantir que todas as suas operações estejam em conformidade com a legislação vigente. O que inclui a implementação de práticas de segurança, proteção de dados e medidas de prevenção ao jogo irresponsável. 

Além disso, a plataforma também se compromete a fornecer informações claras e transparentes sobre suas operações, promovendo um ambiente de apostas seguro e confiável para todos os usuários.

BetFusion: exemplo de segurança e transparência em apostas online

A BetFusion é um exemplo de como a segurança e a transparência podem andar de mãos dadas em uma plataforma de apostas online. Implementando medidas de proteção de dados, monitoramento de transações financeiras e um forte compromisso com o jogo responsável, a bet se destaca como exemplo de segurança e transparência em apostas e cassino online.

Portanto, ao escolher a BetFusion, os usuários podem ficar tranquilos, sabendo que suas apostas, bem como todos os seus dados, são protegidas por mecanismos de segurança e muita tecnologia. Se você está em busca de uma plataforma que prioriza sua segurança e bem-estar, a BetFusion é uma excelente escolha.

Portaria SPA/MF n.º 260/2025, publicada em 7 de fevereiro de 2025 no Diário Oficial da República Federativa do Brasil.

Trump intensifica críticas a Jerome Powell após Fed manter juros

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou nesta quinta-feira (data fictícia) suas críticas ao presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, após a decisão do banco central americano de manter inalterada a taxa básica de juros. Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump chamou Powell de “tolo” e voltou a pressionar por um corte nos juros, afirmando que isso funcionaria como “combustível de avião” para impulsionar a economia.

Trump crítica o Powell

Na véspera, como amplamente esperado pelos mercados, o Federal Reserve decidiu manter a taxa de juros na faixa entre 4,25% e 4,50%, onde está desde dezembro. Em coletiva de imprensa, Powell indicou que o banco central prefere aguardar mais clareza sobre os efeitos das tarifas e do atual cenário econômico antes de tomar novas medidas. Segundo ele, ainda não há sinais consistentes de alta na inflação ou no desemprego, o que permite uma abordagem mais paciente — mas com disposição para agir de forma agressiva, se necessário.

“Jerome Powell é um TOLO que não tem a mínima ideia”, escreveu Trump. “O petróleo e a energia caíram muito, quase todos os custos (mantimentos e ovos) caíram, praticamente SEM INFLAÇÃO…”, afirmou, contrariando os dados e a visão mais cautelosa do Fed.

Trump, por sua vez, adotou tom confrontador e sugeriu que entende mais de política monetária do que o próprio presidente do Fed. “Não sou um grande fã de Powell”, disse. Ele também insinuou que o chefe do banco central estaria agindo por motivos pessoais: “Ele não está apaixonado por mim”, ironizou.

A relação dos dois tem sido conturbada desde 2018


Jerome Powell Presidente do Fed (Foto: reprodução/ Sarahbeth Maney/The New York Times)

A relação entre Trump e Powell tem sido conturbada desde que o ex-presidente o nomeou para o cargo, em 2018. Nas últimas semanas, Trump chegou a ameaçar demitir Powell, embora depois tenha recuado. A possibilidade de interferência na independência do banco central chegou a preocupar investidores, provocando quedas nos mercados de ações e títulos.

Questionado sobre os ataques de Trump, Powell preferiu não comentar. Limitou-se a dizer que pretende cumprir seu mandato, que termina em aproximadamente um ano.

Brasil avança 5 posições no ranking global do IDH em relação a 2022 e assume a 84ª posição

Na última terça-feira (06), foi divulgado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas o salto do Brasil no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para o 84° lugar com base nas informações do ano de 2023. Ao todo, 193 países receberam atualizações, onde foi levado em consideração o índice de desenvolvimento sobre os indicadores de expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) por indivíduo.

Segundo a Pnud, os países recebem uma divisão em 4 grupos de acordo com seu IDH. Países com pontuação a partir de 0,800 (valores de referência: 0,000 a 1,000) são considerados de alto índice de desenvolvimento humano. Na América Latina e Caribe, o Chile é o país melhor colocado (45° lugar com 0,878 pontos), seguido de Argentina, Uruguai, Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Névis, Panamá, Costa Rica, Bahamas, Barbados, Trinidad e Tobago.

O desenvolvimento brasileiro

No ano de 2022, o Brasil ocupava a 89ª posição e, de lá para cá, o desenvolvimento do país contribuiu para avançar 5 posições. No entanto, com o ajuste este ano do IDH de 2022, o país estava na 86ª colocação, subindo assim 2 posições e ultrapassando a Moldávia, além de empatar com Palau. 

Em relação a 2022, o IDH brasileiro cresceu 0,77%, avançando de 0,780 para 0,786. Considerando outros períodos apresentados no relatório, o país teve um aumento médio anual de 0,38% (2010 a 2023) em um período e um crescimento médio de 0,62% (1990 a 2023) em outro.


Governo brasileiro celebra avanço no ranking de desenvolvimento humano (Foto: Reprodução/X/@govbr)

Como funciona o sistema de pontuação?

O Brasil faz parte de um grupo com outros 49 países considerados de alto desenvolvimento (pontuação de 0,700 a 0,799). 43 países são de nações de desenvolvimento médio (pontuação de 0,550 a 0,699) enquanto 26 países são de baixo desenvolvimento (abaixo de 0,550).

A Europa domina o topo do ranking com os países com maior IDH do mundo. Recentemente, a Islândia ultrapassou Suíça e Noruega, assumindo a liderança do ranking com pontuação de 0,972. As piores posições do ranking são ocupadas por países africanos. O Sudão do Sul é o país com o pior indicador, sendo de apenas 0,388.

Trump pode estender novamente prazo de venda do TikTok nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou a possibilidade de estender novamente o prazo para que a empresa chinesa ByteDance conclua a venda das operações do TikTok no país. O prazo atual vence em 19 de junho e já foi prorrogado duas vezes. A exigência faz parte de uma determinação prevista em lei federal, baseada em alegações de risco à segurança nacional.

Preocupações com segurança e exigências legais

Uma lei dos EUA exige que o TikTok tenha um novo dono no país, que não seja chinês, devido a suspeitas de que a empresa chinesa ByteDance, que controla o aplicativo, possa colocar em risco a privacidade dos 170 milhões de usuários americanos e a segurança dos dados.

O algoritmo do TikTok personaliza o conteúdo exibido a cada usuário com base em seus interesses. O governo dos EUA teme que esse sistema possa ser usado para espalhar desinformação ou coletar dados pessoais, como localização e hábitos dos usuários.

Essa preocupação vem do fato de que, na China, empresas podem ser obrigadas por lei a colaborar com o governo na entrega de dados. Apesar dos investimentos do TikTok em segurança e transparência, e de negar ter compartilhado dados com a China, a desconfiança das autoridades americanas persiste.


TikTok nos EUA e na China (Foto: reprodução/OLIVIER DOULIERY/Getty Images Embed)


Andamento das negociações e possíveis acordos

Havia um plano para transformar o TikTok nos EUA em uma empresa independente, com sede no país e controlada por investidores americanos. Mas as negociações foram interrompidas depois que a China se opôs, especialmente após os EUA anunciarem tarifas mais altas sobre produtos chineses.

Fontes ligadas aos investidores dizem que as negociações continuam e que o prazo vai até 19 de junho. Mas tudo depende de um acordo entre EUA e China, sobre principalmente as tarifas. Trump afirmou que não pretende reduzir as taxas apenas para negociar, mas pode flexibilizá-las como parte de um acordo maior.

Há também divergências políticas internas. Alguns senadores questionam a autoridade de Donald Trump para adiar a lei, como já fez em outras ocasiões, e levantam dúvidas sobre a legalidade do acordo em negociação.

EUA e China tentam negociar para reduzir as tarifas de importação entre os países

Os Estados Unidos entraram em contato com a China, para discutir sobre as tarifas impostas sobre o país, por Donald Trump, de acordo com uma conta de redes sociais conectada à mídia do estado chinês, nesta quinta-feira (01).

Autoridades dos EUA confirmaram que estavam se conectando com a China para discutir as negociações, porém o governo asiático nega qualquer tentativa de contato, mas deixa em aberto essa possibilidade.

A tentativa de negociações

Nesta quinta-feira (01), o veículo chinês Yuyuan Tantian, ligado à mídia estatal chinesa, informou, em sua conta oficial na rede social Weibo, que os Estados Unidos tinham entrado em contato com a China para fazer negociações sobre as tarifas de 145%, impostas sobre o país asiático, pelo atual presidente dos EUA, Donald Trump.


Presidente Trump em discurso (Foto: reprodução/Saul Loeb/AFP/Getty Images Embed)


Algumas autoridades dos EUA, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e Kevin Hassett conselheiro econômico da cada Branca, se mostraram esperançosos com esse alívio das tensões comerciais. Hasset informou à CNBC que houve discussões vagas entre os governos sobre as tarifas, porém que o fato da China ter cedido os impostos sobre alguns produtos dos EUA, na semana passada, já foi um passo na direção do progresso.

A China demonstrou, anteriormente, a sua indignação com as taxas impostas sobre o país. Eles declararam o como isso seria apenas uma maneira de intimidá-los e de tentar deter a ascensão econômica do país, que atualmente está em segundo lugar no ranking do PIB, perdendo somente para os próprios Estados Unidos. Eles então aplicaram também as suas próprias taxas sobre os produtos americanos, que chegaram a 125%.

Bessent afirmou que as negociações só poderão ocorrer quando as tarifas dos dois países abaixarem.

As supostas conversas

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse, em uma entrevista, que estava em negociações para alcançar um acordo sobre as tarifas, com a China. Ele ainda adicionou que o presidente chinês, Xin Jinping, o havia ligado.


Donald Trump acenando (Foto: reprodução/Andrew Harnik/Getty Images Embed)


Pequim, no entanto, negou qualquer contato direto com os americanos, acusando Washington de enganar a população. Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, confirmou que ainda não havia conversas sobre as tarifas.

As autoridades chinesas, entretanto, afirmaram o interesse em negociações, apenas pontuando que o diálogo entre as duas nações deveria ser baseado na igualdade, respeito e benefício mútuo.

Ibovespa recua e dólar sobe após indicadores negativos de EUA e China

A quarta-feira (30) que antecedeu o feriado teve um impacto significativo nos mercados financeiros, com dados econômicos fracos tanto no Brasil quanto em outras economias globais. O dólar, que havia se mantido em queda por oito sessões consecutivas, voltou a subir, enquanto o Ibovespa recuou após oito dias de alta.

A desaceleração do PIB dos Estados Unidos foi um dos fatores que pesaram sobre o mercado, além da disputa em torno da Ptax, referência para a liquidação de contratos futuros.

Ptax e oscilação do dólar

A Ptax, calculada pelo Banco Central com base nas cotações do mercado à vista, é usada para a liquidação de contratos futuros e, no fim de cada mês, torna-se alvo de especulação por parte dos agentes financeiros.

No início da sessão, o dólar chegou a cair, com investidores vendidos tentando direcionar as cotações para a Ptax. Às 9h21, a moeda registrou uma mínima de R$ 5,6037 (-0,48%), mas rapidamente se reverteu para o território positivo.

Os mercados reagiram negativamente a dados econômicos fracos vindos da China e dos Estados Unidos. Na madrugada de quarta-feira, a China divulgou que seu Índice de Gerentes de Compras (PMI) caiu para 49 em abril, o menor nível desde dezembro de 2023, ficando abaixo da expectativa de 49,8. O PMI abaixo de 50 indica contração na atividade econômica do país.

Nos Estados Unidos, o mercado de trabalho também mostrou sinais de desaceleração. O setor privado criou apenas 62 mil postos de trabalho em abril, muito abaixo da expectativa de 115 mil vagas. Além disso, o PIB americano contraiu 0,3% nos três primeiros meses do ano, contrariando a previsão de crescimento de 0,3%.


Foto da Ibovespa(Foto: reprodução/E-investidor/Adobe Stock)

O presidente Donald Trump tentou minimizar os efeitos negativos, sugerindo que o baixo desempenho econômico era uma consequência das políticas de seu sucessor, Joe Biden, e pediu paciência à população americana. Trump também apontou as altas importações, com empresas tentando evitar os custos adicionais decorrentes das tarifas impostas pela administração.

No Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou a criação de 71.576 vagas formais de trabalho em março, um número bem abaixo das expectativas do mercado, que previa a geração de 200 mil vagas. O ministro Luiz Marinho já havia antecipado que os números seriam fracos.

Além disso, o mercado financeiro reagiu aos resultados corporativos de empresas como Marcopolo, ISA Energia, Iguatemi, Santander Brasil e WEG. A WEG foi destaque negativo, com ações despencando 11,55% após anunciar lucro líquido de R$ 1,54 bilhão, abaixo das expectativas do mercado.


Donald Trump durante posse como novo presidente dos EUA (Foto:reprodução/Greg Nash/EPA)

O setor de mineração também sofreu com a queda dos preços do minério de ferro. As ações da Vale recuaram 1,82%, influenciadas pela queda de 0,78% nos futuros do minério de ferro na Bolsa de Mercadorias de Dalian, na China.

As ações da Petrobras também apresentaram queda. As preferenciais (PETROBRAS PN) caíram 1,87%, e as ordinárias (PETROBRAS ON) perderam 1,54%, em linha com a nova desvalorização do petróleo no mercado internacional. O barril de Brent fechou a sessão com queda de 1,76%.

Setor bancário e expectativas para o ibovespa

No setor bancário, o Santander Brasil foi um dos destaques positivos, com alta de 3,94%, após o lucro líquido do primeiro trimestre ter superado as expectativas.

O banco também anunciou planos para lançar o “Pix automático” ainda em 2025, o que gerou expectativas positivas. Em contraste, os papéis de outros grandes bancos como Itaú Unibanco (ITAÚ UNIBANCO PN), Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC3) apresentaram avanços.

Além disso, a terceira e última prévia da carteira do Ibovespa confirmou a inclusão das ações da Smartfit e Direcional, enquanto as ações da LWSA e Automob foram excluídas.

Estados Unidos Registram a Pior Queda no PIB desde 2022

A economia dos Estados Unidos registrou queda de 0,3% no primeiro trimestre de 2025, marcando o pior desempenho trimestral desde 2022. O resultado, divulgado nesta quarta-feira (1º) pelo Departamento de Comércio, contrariou as expectativas do mercado, que previa uma alta de 0,3%.

Entre os principais fatores apontados para a retração estão as recentes mudanças na política comercial do presidente Donald Trump, que incluem a imposição de novas tarifas sobre produtos importados. As medidas, segundo analistas, afetaram o consumo — principal motor da economia americana — e aumentaram a incerteza entre empresas e consumidores.

Política Comercial do Trump

Logo após a divulgação dos dados, Trump tentou se distanciar da responsabilidade pelo fraco desempenho. “Tenho que começar dizendo que isso é com o Biden, não com o Trump”, declarou.

Apesar disso, o presidente reconheceu o impacto das tarifas nos preços e no padrão de consumo da população.

“Talvez as crianças tenham duas bonecas em vez de 30, e talvez essas duas custem alguns dólares a mais do que custariam normalmente”

Donald Trump

O consumo das famílias, que representa cerca de dois terços do PIB americano, foi diretamente afetado pelos temores em relação ao chamado “tarifaço”. A confiança do consumidor caiu ao menor nível desde a pandemia de Covid-19, contribuindo para a desaceleração econômica.


O ex-presidente dos EUA, Joe Biden. (Foto: reprodução/Tannen MAURY / AFP.)

Aumento nas importações

Apesar da queda no consumo, as importações aumentaram significativamente no período. Antecipando-se às tarifas, empresas americanas aceleraram a compra de produtos estrangeiros, o que provocou um aumento de 41% nas importações e ampliou o déficit comercial do país.

Mesmo com os dados negativos, Trump voltou a defender as tarifas como parte de uma estratégia para fortalecer a economia dos EUA. Ele afirmou que pretende retomar negociações com o presidente da China, Xi Jinping, e destacou o enfraquecimento da indústria chinesa.

“Eles estão enfrentando enormes dificuldades porque suas fábricas não estão funcionando”

Donald Trump

Dados recentes indicam que a atividade industrial chinesa sofreu forte queda em abril. Muitas empresas anteciparam exportações antes da entrada em vigor das tarifas americanas, mas, com a nova taxação e a demanda interna mais fraca, houve redução no envio de produtos ao exterior.

Economistas alertam que, embora o desemprego permaneça baixo, os efeitos contínuos das tarifas podem levar a uma desaceleração mais profunda nos próximos meses, com riscos aumentados de recessão e desafios adicionais para o Federal Reserve na gestão da inflação e do crescimento econômico .