Alemanha apresenta plano para a legalização da maconha

Apresentada nesta quarta feira (26), pelo ministro da saúde da Alemanha, Karl Lauterbach, um documento sobre a legislação planejada para regular a distribuição controlada e o consumo da cannabis para fins recreativos entre adultos.  A medida havia sido prometida pelo governo do chanceler Olaf Scholz que tornaria o país um dos primeiros a legalizar a maconha. O documento prever o controle público da cadeia de fornecimento da cannabis com o objetivo de garantir a proteção da saúde e coibir o crime organizado e o mercado clandestino. Permitindo assim a compra e a posse de uma quantidade máxima de 20 a 30 gramas para o consumo pessoal.


 

Foto: Plantação domestica de cannabis  Reprodução/ GETTY IMAGENS


Ainda de acordo com o documento, o autocultivo privado seria permitido de forma limitada e as investigações em curso e os processos criminais ligados a casos que deixaram de ser ilegais seriam encerrados. O governo também planeja introduzir um imposto especial de consumo, bem como desenvolver trabalhos de educação e prevenção relacionados à cannabis.

De acordo com o social democrata, tudo dependerá, na verdade, da aprovação da comissão européia. E que só redigirá uma lei quando a comissão Européia lhe der aprovação. O ministro justificou que esta reforma, fará da Alemanha um dos países mais liberais da Europa.

 A decisão tem gerado uma mistura de opiniões e polêmica sobre o assunto na maior economia da Europa. O plano de legalização não foi bem recebido por todos os estados federais. O ministro da Saúde da Baviera, por exemplo, alertou que a Alemanha não deve se tornar um destino de turismo de drogas na Europa. A associação de farmacêuticos da Alemanha alertou sobre os riscos à saúde da legalização da cannabis e disse que colocaria as farmácias em conflito médico. Gerando uma possível competitividade com fornecedores.

A legalização da cannabis pode trazer à Alemanha receitas fiscais anuais e economia de custos de cerca de 4,7 bilhões de euros (US$ 4,7 bilhões) e criar 27.000 novos empregos, segundo uma pesquisa realizada no ano passado.

Foto destaque: Posse de uma quantidade de maconha máxima de 20 a 30 gramas para o consumo pessoal. REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS

Tipos de dores: Saiba como diferenciar dor de cabeça e enxaqueca

Muita gente confunde os dois tipos de dores. Se você acha que suas dores na cabeça são fortes e não sabe identificar, talvez você precise dar uma olhada mais de perto nos sintomas da enxaqueca. Mas será que existe diferença entre a dor de cabeça e a enxaqueca? 

A enxaqueca é uma doença cerebral que pode causar vários sintomas desconfortáveis que podem durar de quatro horas a três dias. Embora a causa da dor seja de natureza desconhecida, pode gerar alguns sinais antes, durante e depois da crise. Vale ressaltar que essas dores variam de pessoa para pessoa.


 

Mulher sofrendo com dor de cabeça. (Reprodução/ Istockphoto).


Alguns sinais da doença da enxaqueca podem aparecer gradualmente ou repentinamente. Às vezes começa da noite para o dia, fazendo as pessoas acordarem com dor. Aparentemente, tanto a dor de cabeça como a enxaqueca são parecidas, não existe uma lista de sintomas que especifique cada uma, entretanto uma série de características difere as duas dores.

Se você tiver sentindo algum sintoma desses, provavelmente está sofrendo de enxaqueca: cabeça latejando, dor apenas de um lado da cabeça, sensibilidade à luz, cheiros ou barulhos, incômodo visual, formigamentos, tonturas e náuseas.

Dados recentes divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam o problema como o segundo maior  responsável pela incapacidade em todo o mundo, com total de 31 milhões de pessoas. Já no Brasil, a taxa é mais comum do que no restante dos países,  em torno de 5% da população sofre desta doença.

Segundo especialistas em psiquiatria, o diagnóstico é neurológico.  Os aspectos psiquiátricos que a enxaqueca desencadeia, seja dor crônica, incapacidade laboral ou incapacidade social, causam ansiedade e depressão, agravando ainda mais a dor da própria enxaqueca e que apesar da angústia, é necessário evitar a automedicação.

Eles alertam que medicações tomadas de modo errado podem trazer grandes consequências para o organismo, além de piorar a frequência das dores de cabeça. Também traz um risco para o estômago e para o fígado, porque esses medicamentos são metabolizados e acabam influenciando no sistema do trato gastrointestinal.  

Ainda não se tem um tratamento específico, mas um procedimento preventivo pode ser realizado e ajudam muito. Atividade física e uma boa alimentação podem auxiliar de maineira positiva também.

 

 

Foto Destaque: A enxaqueca desencadeia incapacidade laboral ou incapacidade social. Reprodução/Istockphoto. 

 

 

 

 

Brasil lidera ranking de procedimentos estéticos em jovens

O Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. De acordo com levantamento divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês), em 2019 o país respondeu por 13,1% do total de procedimentos, com aproximadamente 1.5 milhões de cirurgias ao ano.

Os adolescentes brasileiros acompanham esse ritmo e são os que mais se submetem a cirurgias plásticas no mundo. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), dos quase 1,5 milhão de procedimentos estéticos feitos em 2016, 97 mil (6,6%) foram realizados em pessoas com até 18 anos de idade. Já no Censo 2018, os números se mantiveram iguais ao Censo 2016: 1,8% até 12 anos e 4,8% de 13 a 18 anos sendo 6,6% no total. Entre as justificativas para o quadro está a insatisfação com a própria imagem.

A adolescência é uma fase marcada por muitas mudanças, no corpo, na mente, nas influências. Durante esse período diversas alterações acontecem, do ponto de vista psicológico, físico e social. O crescimento ganha um novo ritmo acelerado, e o corpo perde gradativamente as características infantis, adquirindo formas e dimensões mais maduras. Os adolescentes ultimamente estão sofrendo maior propensão a insatisfação com a própria estética.

O motivo deste aumento segundo especialistas, se deve principalmente pelas redes sociais e o aumento com a insatisfação com a própria imagem. Porém, os jovens não procuram as cirurgias plásticas somente devido à preocupação estética; algumas vezes os motivos podem ser por conta de sofrimentos emocionais agravados pelas restrições sociais autoimpostas.

Entre as cirurgias mais procuradas pelos jovens estão os implantes de silicone, a rinoplastia e a lipoaspiração. Assim como todo procedimento cirúrgico, o consentimento dos pais é obrigatório para a realização da cirurgia em menores de idade. Porém, é preciso lembrar que após a autorização dos responsáveis legais, ainda é preciso certificar-se de que os pré-requisitos físicos e psicológicos são atendidos.

Qualquer pessoa pode fazer cirurgia plástica desde que tenha em torno de 18 anos, quando os músculos e ossos da face já estão bem definidos ou tenha a devida autorização dos pais. “Os procedimentos estéticos são parecidos com qualquer outra cirurgia”, comenta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional — Cirurgia Plástica. Ressaltando que o mais importante é o paciente pesquisar o histórico do profissional antes de fazer qualquer procedimento estético. Colocar sua saúde psicológica e emocional em primeiro lugar, antes de tomar uma decisão é essencial.

Foto Destaque: Reprodução

A soja ajuda a reduzir o risco de câncer de mama

O consumo de alimentos à base de soja podem ser benéficos para reduzir o risco de câncer de mama. Ainda que até mesmo em consultas médicas o consumo de soja seja desencorajado, a soja pode ajudar a na prevenção e também reduzir o risco de recaída.

Essa ideia de que a soja poderia ser prejudicial e aumentar o risco do câncer de mama apareceu graças a estudos feitos com camundongos. Nos estudos, os roedores receberam grandes quantidade de alimentos à base de soja. Mas devemos levar em conta que o seres humanos não são roedores e possuem uma forma de metabolizar completamente diferente. Além de que a quantidade de soja consumida pelos camundongos foi desproporcional. Portanto, os resultados dos estudos com camundongos não devem ser levados em conta para humanos. A quantidade que os animais consumiram seria equivalente ao consumo de 60 porções por dia para humanos, o que seria um exagero.


Alimentos de soja podem ajudar a reduzir risco de câncer de mama (Foto: Reprodução/G1)


Em 2017, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tufts, em Boston (EUA) tentou esclarecer as dúvidas e afimrou não só que os alimentos à base de soja não são prejudiciais como podem ser até mesmo benéficos para mulheres com câncer de mama.

Por cerca de nove anos os pesquisadores estudaram a relação entre o consumo de isoflavonas, que está presente presente na soja, e a mortalidade de mulheres. A isoflavona é um composto vegetal conhecido como fitoestrogênio, elep possui uma ação parecida ao do hormônio feminino estrogênio no organismo. O estudo observou que as mulheres que consumiram mais isoflavona tiveram 21% menos chances de morrer do que as que consumiram quantidades menores.

O Instituto Americano de Pesquisa do Câncer (ACIR) afirma que a soja pode ser consumida no dia a dia. Segundo o instituto consumir produtos de soja possui uma ameaça nula para sobreviventes do câncer de mama.

Foto destaque: Outubro rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama: Reprodução/G1

Segundo estudo, crianças “gamers” apresentam melhor performance cognitiva

Na última segunda-feira (24) foi publicado um estudo na JAMA Network Open associando jogos de vídeogame com o desempenho cognitivo de crianças. O estudo foi feito pelo instuto americano NIDA, que é um Instituto Nacional de Abuso de Drogas e o texto foi intitulado como “Association of Video Gaming With Cognitive Perfomance Among Children”. Embora os pais das crianças se geralmente se preocupem com a influência que o vídeogame tem nas crianças, o estudo indicou ter benefícios cognitivos associados a essa forma de passatempo.

O estudo envolveu 2.217 crianças de 9 a 10 anos e revelou que as que jogam videogames por 3 horas ou mais por dia possuem um desempenho cognitivo maior do que aquelas que não jogam. Para garantir que houvesse uma variação geográfica adequada, as crianças estudadas foram de 21 estados diferentes dos Estados Unidos. Em um dos testes feito pelo estudo, as que jogavam videogame com frequência respondiam aos estímulos 0.8 milissegundos mais rápido do que as demais.


Controle de vídeo game: Crianças que jogam respondem a estímulos mais rápido das que não jogam (Foto: Reprodução/Tech Mundo)


Enquanto estudos anteriores se concentraram nos efeitos negativos dos videogames, como o desenvolvimento de depressão ou o aumento da agressividade nos jovens, o estudo do NIDA focou apenas na parte cognitiva, sem levar em conta prejuízos que podem causar, como falta de exercício físico, por exemplo.

O autor principal da pesquisa foi o professor assistente de psiquiatria na Universidade de Vermont, Bader Chaarani, ele e seus colegas analisaram dados do extenso estudo em andamento Adolescent Brain Cognitive Development (ABCD), que é financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde.

“As descobertas levantam a interessante possibilidade de que os videojogos fornecem uma experiência de aprendizagem cognitiva com efeitos neurocognitivos mensuráveis”, concluíram os autores do estudo.

“No entanto, ainda não é possível saber se o melhor desempenho cognitivo leva a mais jogar, ou se é o fato de jogar mais que melhora esse desempenho.” explicou o autor do estudo.

“Muito tempo em frente ao ecrã é obviamente mau para a saúde mental e atividade física”, complementou Bader Chaarani.

Os resultados do estudo também mostraram que os videogames podem ser um uso melhor das telas do que assistir a vídeos do YouTube, o que não possui efeitos cognitivos identificáveis.

 

Foto destaque: Jogar vídeo game pode ser benéfico para o desempenho cognitivo das crianças. Reprodução/G1

Segundo Fiocruz, desnutrição é responsável pela maior hospitalização de bebês nos últimos 14 anos

No Brasil, em 2021, oito crianças de até 1 ano de idade foram levadas ao hospital todos os dias por falta de comida. O número de internações devido a desnutrição foi o maior dos últimos 14 anos no país. O levantamento é do Observa Infância, que reúne pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz e da Unifase. Os dados são do Ministério da Saúde.

Em números totais, 2939 crianças de até 1 ano precisaram ser internadas no ano passado, o que dá, em média, 113 hospitalizações por 100 mil nascimentos, 11% a mais do registrado em 2008, primeiro ano estudado pelos especialistas. De janeiro a agosto de 2022, o número de internações aumentou 7%, são quase nove crianças dando entrada em hospitais por conta da fome.

A região que mais vem sofrendo com o quadro é o Nordeste, onde o número de internações é 51%, maior do que taxa nacional. O coordenador da pesquisa, Cristiano Boccolini, diz que a situação é grave em todo o país. “Também há concentração desses casos nas capitais do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo’’, aponta o especialista.


A desnutrição infantil atingiu sua pior marca em 14 anos (Foto: Reprodução/Pexels)


O SUS tem evitado o pior. Apesar do aumento dos casos, a taxa de mortalidade infantil não cresceu. Porém, o prejuízo causado no crescimento das crianças pela fome pode gerar quadros irreversíveis, trazendo impactos em relação ao déficit de cognição e desenvolvimento.

Os pesquisadores salientam que a ajuda de custo é fundamental, mas que apenas políticas públicas possuem o poder necessário para reverter o quadro alarmante do país.

O Ministério da Saúde declarou que só no ano passado destinou R$ 345 milhões aos municípios para o incentivo e ações de combater a desnutrição entre as crianças. A pasta também afirma que acompanha os dados sobre má nutrição infantil e que auxilia famílias de baixa renda com programas de suplementação alimentar.

Foto Destaque: Oito crianças são internadas por dia pela fome no Brasil. Reprodução/Pexels

 

Ansiedade: Conheça 6 sintomas físicos causados pelo transtorno

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil possui cerca de 18,6 milhões de pessoas com ansiedade. Além de acelerar os pensamentos do indivíduo, a doença também afeta fisicamente o paciente. Durante às crises de ansiedade é comum que a pessoa tenha dificuldade para realizar atividades simples do cotidiano.

Segundo a psicóloga Bruna Capozzi, do Instituto Meraki, em Brasília, os gatilhos que provocam os ataques de ansiedade variam de paciente para paciente. Ambientes muito cheios, falar em público ou andar de avião são alguns exemplos que geram ansiedade. A especialista conta que nesses momentos é preciso identificar sons ou elementos visuais capazes de provocar relaxamento no indivíduo.

‘’A pessoa que tem transtorno de ansiedade parte de uma percepção de intenso medo e ameaça diante das situações da vida. Há uma superestimação do perigo e, consequentemente, aumento da preocupação sobre o que está por vir. Essa forma de interpretação negativa dos estímulos, situações e eventos fazem parte da compreensão do transtorno’’, afirma a especialista.


O transtorno de ansiedade afeta mais de 18 milhões de brasileiros (Foto: Reprodução/Pexels)


 Além disso, a psicóloga listou alguns sintomas de ansiedade que são perceptíveis no próprio corpo. Confira abaixo:

 

Sintomas físicos de ansiedade

 

Congelamento

Quando o indivíduo se sente muito ansioso, o corpo entra no estado de ‘’congelamento’’. Seus ombros se levantar involuntariamente, os músculos da face e do maxilar se contraem e, com isso, a pessoa se sente preso e tenso.

Desorientação

A ansiedade também é capaz de deixar a pessoa desorientada, causando crise de pânico. Uma dica da especialista é se concentrar nos seus pés e conexão com o chão, isso pode passar a sensação de equilíbrio. Identificar as sensações do corpo também é essencial.

Dificuldade para respirar

Algumas pessoas com ansiedade sentem dificuldade de respirar durante uma crise. Para resolver o episódio sem que ele desencadeie um ataque de pânico, o indivíduo deve respirar lentamente e profundamente pelo nariz e expirar pela boca, como se estivesse soprando uma vela.

Suor frio

Suar demais é um dos sintomas físicos ligados à ansiedade, seja nas palmas das mãos, axilas ou na testa. É preciso organizar os pensamentos para conseguir controlar a crise de ansiedade.

Insônia

A qualidade de sono também afeta diretamente no transtorno, dormir mal pode gerar falta de concentração, fadiga e até problemas digestivos. ‘’Acalmar a mente é essencial, principalmente na hora de ir dormir’’, diz a especialista.

Agitação intestinal

A vontade de ir ao banheiro a todo momento também pode estar associado à ansiedade. Por conta da descarga de adrenalina no corpo, o sintoma se torna um gatilho para estado de ânimo descontrolado

Foto em destaque: Ansiedade também afeta a parte física do indíviduo. Reprodução/Pexels

Entenda como a alimentação pode influenciar na qualidade do seu sono

Nosso organismo é uma máquina extraordinária e prefeita cheia de mistérios, sempre bem regulada e trabalhando em ciclos. Temos períodos de trabalho, descanso e de alimentação. Toda vez que extrapolamos o limite entre esses ciclos, nosso corpo sente as mudanças e reage de formas distintas. Dessa forma quando nos alimentamos mal, há grandes chances do nosso organismo responder com um alerta. Uma dessa respostas é a falta de sono.


Foto: Homem sofrendo com insonia. Reprodução/ GETTY IMAGENS/Istockphoto


Para algumas pessoas o simples ato de dormir é uma árdua tarefa. Muitas vezes, a dificuldade para dormir ou acordar cedo, por exemplo, está relacionada aos hábitos cotidianos que devem ser corrigidos ou ate mesmo um bom planejamento em sua alimentação pode contribuir para boas noites de sono revigorantes.  Um estudo realizado recentemente entre cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constatou que dois em cada três brasileiros sentem problemas ao dormir, 65% dos entrevistados relataram problemas como insônia, mau humor, irritabilidade, dificuldade de concentração e outros tormentos.  Segundo o nutricionista funcional Diogo Cirico, um descanso adequado ajuda na prevenção de doenças como: diabetes, hipertensão e doenças coronarianas. E que uma boa alimentação contribui para uma boa qualidade do sono.

De acordo com ele uma escolha estratégica e um bom planejamento na alimentação ajudam na qualidade do seu sono, ele menciona algumas dicas, confira:

  • Grãos integrais contêm vitaminas que auxiliam na absorção de triptofano.
  • Castanhas e sementes são fontes de magnésio auxilia no combate ao estresse.
  • Aveia é uma grande fonte de melatonina (hormônio do sono), ajuda a adormecer mais facilmente.
  • Grão de bico, feijão e ervilha são ricos em triptofano e vitaminas do complexo B, ajudam no funcionamento do sistema nervoso.
  • Frutas vermelhas são ricas em antioxidantes, favorecendo o controle e o tratamento dos distúrbios do sono.
  • Maracujá age no sistema nervoso central, produzindo efeito calmante, relaxante e analgésico.
  • Banana riquíssima em magnésio e triptofano auxiliam na produção de serotonina e melatonina.

Ele menciona que o triptofano é um aminoácido essencial que estimula a serotonina e a melatonina e estes hormônios juntos são responsável pela regulação do sono, bom humor e bem estar.

Outra dica é evitar a ingestão freqüentes de alimentos pesados e gordurosos bem como estimulantes, como chá preto e verde, café, cacau em pó próximo na hora de dormir, pois estes alimentos levam o organismo a iniciar um metabolismo, atrapalhando o descanso.

Para ele e preciso cuidar mais do sono e não se preocupar tanto com o tempo que vai se dedicar a ele.

Foto Destaque: Mullher em busca de alimentos gordurosos a noite. Foto: Reprodução/getty imagens/istockphoto.

Mito ou Verdade: Saiba se beber água ajuda a emagrecer

Sabe se que o consumo de água é muito importante para o bom funcionamento do corpo humano. A água corresponde mais da metade do peso de um adulto, sendo um componente fundamental para todas as células do organismo. Ela e essencial em diversas funções do nosso corpo, como o transporte de nutrientes, a regulação da temperatura corporal, eliminação de toxinas, ajuda na lubrificação de mucosas, evita prisão de ventre, previne cálculos renais, mantém a hidratação da pele, e ajuda na regulação sanguínea. Como perdemos água na transpiração e urina, precisamos ingerir diariamente uma quantidade necessária para sua reposição. O consumo pode ser feito bebendo água e outros líquidos ou comendo, uma vez que o corpo também absorve a água contida nos alimentos.


 

Foto:Mulher bebendo um copo de água./ REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS/Istockphoto.


Mas será que a água ajuda no emagrecimento como muitos acreditam?  O próprio ministério da saúde esclarece que beber água, em si não emagrece. O que acontece é que a hidratação correta ajuda o corpo a executar reações metabólicas que promovem a perda de peso. O que ocorre com nosso organismo é que o consumo regular de água acelera o metabolismo, facilitando a queima de gorduras e levando a sensação de perda de peso. Isso, claro, desde que o hábito venha acompanhado de alimentação variada e equilibrada, prática regular de atividade física e outras medidas de estilo saudável.

A água ajuda a emagrecer, mas para isso acontecer é preciso associar a ingestão indicada com boa alimentação e a prática de exercícios físicos. Se você beber a quantidade necessária e tiver hábitos saudáveis, estará no caminho certo.

É importante ter em mente que você não deve esperar sentir sede para beber água. Quando chegamos a este ponto, é sinal de que os níveis do líquido no corpo já não são suficientes para repor os líquidos utilizados ou eliminados. A sede é um sinal de que os órgãos estão precisando de água para manter o seu funcionamento. 

Na correria do dia a dia, é comum bebermos menos água do que o necessário. É sempre bom criarmos o hábito de ingerir o líquido mais frequentemente, ter sempre uma garrafinha de água perto durante o expediente e enchê-la constantemente contribui para uma boa hidratação e manutenção do nosso corpo.

Foto Destaque:Mulher bebendo água após corrida. Reprodução/getty imagens/Istockphoto

OMS aponta chumbo como um dos materiais de maior ameaça à população mundial

Cerca de 1 milhão de pessoas morreram por envenenamento de chumbo anualmente, afirma a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas, antes de levar a efeitos fatais, o contato com esse componente químico pode causar danos comportamentais e influenciar o agravamento de doenças crônicas.

O Órgão aponta que 30% das deficiências idiopáticas – sem conhecimento de causa – têm relação com o chumbo. E quando afetadas por esse material, o quadro de saúde do indivíduo com questões neurológicas se torna irreversível.

Os efeitos da exposição ao chumbo são ainda mais preocupante quando se trata do público infantil. Ao longo da vida dessa população, os problemas de saúde podem se manifestar de diferentes maneiras. Anemia, hipertensão e intoxicação do sistema reprodutor são os principais alertas.

“A exposição ao chumbo é especialmente perigosa para os cérebros em desenvolvimento das crianças e pode resultar em redução do quociente de inteligência (QI), atenção, capacidade de aprendizado prejudicada e aumento do risco de problemas comportamentais”, afirma a diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde, Maria Nera. 

Além de perpetuar doenças e transtornos neurológicos, a ambientação com o chumbo pode atingir outros sistemas do organismo. Estima-se que o componente possui influência sobre 4,6% dos casos de doenças cardiovasculares e 3% das doenças que afetam os rins.

Contato com o chumbo

O chumbo é um componente metálico pouco encontrado na natureza. É habitual que ele esteja inserido em produtos do dia a dia, como em equipamentos de construção civil, baterias, cabos e em peças automotivas. Além disso, produtos da indústria cosmética possuem o chumbo como elemento fundamental em sua composição. Maquiagens, batons, esmaltes, tintas para cabelos e outros pigmentos inseridos no cotidiano podem causar danos de forma gradativa à população


ECO-92: Conferência onde foram instituídas decisões vitais sobre justiça ambiental. (Foto: Reprodução/Michos Tzovarsas)


Por essa razão, alguns países baniram o uso do composto em diversos setores na indústria. O chumbo, que potencializava os efeitos da gasolina, por exemplo, foi suspenso em 1992 – mesmo período da Conferência RIO-92 – devido ao vasto teor de toxicidade à saúde humana e contaminação para o meio ambiente. Nos últimos anos, alguns países da Europa e do Oriente Médio também implementaram medidas semelhantes em prol da melhora na qualidade de vida e da natureza. 

Foto Destaque: Imagens da área da saúde. Reprodução/Agência Brasil.