Aumenta o número de mulheres que engravidam depois dos 35 anos, afirma Fiocruz

Segundo um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz com dados disponibilizados pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), entre os anos de 2000 até 2020, houve um considerável aumento no número de mulheres com idade igual ou superior aos 35 anos que optaram por engravidar.

Lá no começo do milênio, em 2000, eram cerca de 9% o número de bebês que nasceram de mulheres com mais de 35 anos. Já o dado mais atualizado, o de 2020, apontou um aumento e chegou a marcar 16,5% o mesmo índice. Para os pesquisadores, a partir desta idade, todo o processo de gravidez é considerado além de tardio tem muitos riscos.


Mulher grávida (Foto Reprodução/ Fiocruz)


Outro dado que chama a atenção foi a queda no número de mulheres jovens, com idades entre os 20 até 34 que estavam no período de fecundidade. Antes eram 67% do total, já em 2020, o índice caiu para 57%, ou seja, engravidar mais tarde têm se tornado mais comum no Brasil.

O responsável pelo ambulatório de Reprodução Humana do IFF/ Fiocruz, Luiz Fernando Dale, explica que após uma determinada idade, a reserva dos óvulos vai diminuindo aos poucos. “Depois dos 35, vai se tornando mais complicado todo o processo de gestação. O fator principal é a idade”, esclarece. Luiz ainda pontua que existem exames que mostram para as pacientes como está a reserva dos óvulos nos seus ovários.


Mulher grávida (Foto Reprodução/ TRT4)


Já o obstetra e especialista em Medicina Fetal do IFF/ Fiocruz, Fernando Maia, revela que o processo de gestação tardia eleva as chances da mulher sofrer com riscos, como a pré-eclâmpsia (aumento da hipertensão arterial na gravidez) e o desenvolvimento da diabetes gestacional.

Essa gravidez a partir desta faixa etária carrega alguns riscos adicionais, um deles são as aneuploidias, as alterações no número de cromossomos dentro das células do feto, tanto para mais quanto para menos. O índice de abortamento também aumenta. Até uma placentação anormal pode acometer as mulheres e isso pode causar episódios de hemorragias”, observa o especialista.

Tanto Luiz Fernando quanto Fernando afirmam que as mulheres que pretendem engravidar a partir dos 35 anos, devem procurar um profissional que auxilie na manutenção dos hábitos saudáveis e que tenha noção de como evitar ou até contornar os graves riscos que a gravidez pode trazer consigo ao bebê e sua mãe.

Foto Destaque: Mulher grávida. Reprodução/ Câmara dos Deputados

Bactérias encontradas em potes de temperos são tão prejudiciais quanto as de latas de lixo

Alguns estudos mostraram que a frequência com que as pessoas higienizam os potes de temperos pode ser um fator de risco para a contaminação com bactérias prejudiciais à saúde. Os estudos dizem que pode conter mais microrganismos num simples pote de tempero do que nas tabuas de carne e lixeiras.

Isso porque muitas pessoas tem o habito de deixar os potes com os temperos usados no dia a dia em locais de fácil acesso, não se preocupando em higienizar eles após pegar nos frascos com a mão suja, ainda com resíduos de carne crua, que podem facilmente passar bactérias nos potes, e isso por si só pode trazer um grande risco de contaminação para as pessoas da casa com doenças como salmonela por exemplo, diz a pesquisa feita pela universidade de Rutgers nos Estados Unidos.


 

Salmonela (Reprodução/Pixabay)


Os pesquisadores da escola de ciências biológicas do meio ambiente da universidade americana fizeram os estudos com 341 cozinhas diferentes, onde foi pedido que preparassem um hamburguer de carne de peru em diferentes modelos de cozinha. A carne para o preparo dos hamburguers foi propositalmente contaminada com um bacteriófago Ms2 (esse tipo de vírus infecta as bactérias, mas é inofensivo para os seres humanos.), o objetivo do estudo era avaliar a locomoção dos microrganismos em diferentes utensílios domésticos de acordo com a localização dos diferentes objetos, os resultados foram surpreendentes onde mostrava que 48% dos potes de temperos estava contaminado, e que tinham mais microrganismos que as lixeiras e tabuas de carne, já as torneiras foras as menos contaminadas.

“A maioria das pesquisas sobre a contaminação cruzada de superfícies de cozinha devido ao manuseio de carne crua ou aves se concentrou em tábuas de corte de cozinha ou torneiras, negligenciando superfícies como recipientes de especiarias, tampas de lixeiras e outros utensílios” Disse o professor responsável pelo estudo Donald Schaffener.   E acrescentou informações dizendo que é possível evitar a contaminação e proliferação de bactérias tomando os cuidados necessários e sempre se preocupando em manter os utensílios e potes de temperos higienizados.

Foto destaque: temperos usados no dia a dia. Reprodução/Pixabay.

A geração Z confessa que após o período da pandemia tem consumido menos álcool

Durante o período de pandemia diversos jovens mudaram os seus hábitos. Se no período antes da pandemia a geração z gostava de sair com os amigos para bares e baladas, para passar a noite bebendo o suficiente para não lembrar de nada no dia seguinte, e após isso passar o outro dia com uma ressaca das bravas além de se lamentar e se arrepender do ocorrido.

O período pós pandemia eles têm mostrado ter atitudes diferentes, já que ao invés de beber até cair e na festa seguinte iniciar o ciclo destrutivo novamente. A nova geração tem preferido muito mais sair com os amigos para curtir a noite sóbrios, aproveitar a companhia um dos outros e até mesmo conhecer pessoas novas, ao invés de esquecer tudo que ocorreu no dia seguinte eles tem preferido manter suas lembranças e diminuir o consumo de bebidas alcoólicas.


Jovens bebendo(Foto:ReproduçãoPixabay)


Isso se da pelo de que com o período de lockdown muitos jovens tiveram tempo para se cuidar e tratar seus transtornos relacionados a ansiedade, o que fez com que eles diminuíssem quase que por completo a necessidade que sentiam de se embriagar antes. E isso mostra que os jovens da geração z que representam as pessoas que nasceram entre 1995 a 2010 estão mais cautelosos e cuidadosos quando se trata do consumo de álcool.

Antes o consumo de bebidas alcoólicas era superestimado pelas gerações anteriores, era como se fosse considerado um marco do inicio da vida adulta e era super valorizado nas festas e eventos, como se fosse um item necessário para o convívio social das pessoas, porem a juventude de hoje tem mostrado que não é algo tão necessário para ter uma noite legal com os amigos.

Foi divulgado um estudo no reino unido que mostra que a geração z é menos propensa ao consumo de álcool que as outras gerações, o estudo mostra que a taxa de pessoas que não consumem álcool nas idades de 16 a 25 anos era de 26% em 2019, já em pessoas de 35 a 54 anos a taxa era de 15%.

O estudo também divulgou que os adultos entre 35 a 54 anos estão mais propensas ao consumo de álcool com 70%, e a geração z com 60% de propensão seguido pelos babys boomers com 52%.

Foto destaque: ilustração de jovem bebendo. ReproduçãoPixabay

Alisamento capilar e câncer de útero: qual a relação?

 

De acordo com o resultado do estudo do Instituto americano ‘National Institutes of Health’, o uso de pranchas e produtos químicos alisadores, tem forte relação com casos de câncer de útero.

As mulheres que disseram usar os dois mais de quatro vezes ao ano, tinham duas vezes mais chances de desenvolver o câncer uterino comparadas com as que não faziam uso.

Alexandra White, chefe do grupo ‘NIEHS Environment and Cancer Epidemiology‘ e uma das autoras do estudo diz:

 “Estimamos que 1,64% das mulheres que nunca usaram chapinhas de cabelo desenvolveriam câncer uterino aos 70 anos; mas para usuárias frequentes, esse risco sobe para 4,05%”

A pesquisa que levou 11 anos, avaliou 33.497 mulheres americanas de 35 a 74 anos, participantes do estudo ‘Sister Study’, liderado pelo Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental (NIEHS) que identifica fatores de risco para câncer de mama e outras complicações de saúde. Neste período foram identificados 378 casos de câncer no útero. Essa marca representa 3% dos novos casos de câncer nos EUA.

A incidência tem aumentado principalmente entre as mulheres negras, mesmo com a onda da “transição capilar” em alta. Isso porque segundo Che-Jung Chang, pesquisador no NIEHS Epidemiology Branch e um dos autores do estudo, as mulheres negras usam produtos de alisamento com mais frequência e começam a usá-los em idade mais jovem.


Do crespo ao alisado. Reprodução: salaovirtual.org


O uso das pranchas alisadoras também contribui para este cenário, porque podem causar queimaduras no couro cabeludo, facilitando dessa forma, a absorção das substâncias químicas pela corrente sanguínea.

“Mais pesquisas são necessárias para confirmar essas descobertas em diferentes populações, para determinar se os produtos capilares contribuem para as disparidades de saúde no câncer uterino e para identificar os produtos químicos específicos que podem estar aumentando esse risco nas mulheres”. Acrescentou Alexandra.

A equipe responsável pelo estudo descobriu ainda que tinturas e alisantes permanentes de cabelo podem contribuir para o aumento do risco de câncer de mama e ovário.

 

 

Foto destaque: tania.kitura/Reprodução/freepik

Confirmada nos Estados Unidos a primeira morte pelo vírus monkeypox

Conhecida desde os anos de 1950, a varíola dos macacos ou monkeypox, é uma doença zoonótica viral, transmitida entre animais e homens. Recentemente um surto da doença tem preocupado as agências de saúde de todo o mundo. Casos graves podem ocorrer, mas a varíola dos macacos e bem menos letal que a varíola humana, erradicada em 1980.


 

Foto: Pessoa contaminada com varíola dos macacos. Reprodução/Marina Demidiuk/ stockphoto.com


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a taxa de letalidade da varíola dos macacos foi de cerca de 3% a 6%; para a varíola humana maior, esse percentual chegava a 30%.

 

A varíola dos macacos é transmitida de pessoa para pessoa ou contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias, e materiais contaminados, como roupas de cama.  Globalmente, são registrados aproximadamente 58.000 casos e 18 mortes já confirmadas.

 

As mortes por varíola são extremamente raras e geralmente afetam bebês, mulheres grávidas e pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como o HIV.

 

No ultimo dia (12) segunda feira, foi divulgado Pelo Departamento de Saúde Pública de Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos. Foi identificado mais um caso de varíola dos macacos levando a pessoa a óbito, o primeiro decorrente do vírus no país.

 

 De acordo com o médico William Schaffner, professor da Divisão de Doenças Infecciosas do Centro Médico da Universidade de Vanderbilt, a pessoa estava hospitalizada e tinha um sistema imunológico gravemente enfraquecido e não conseguiu controlar o vírus. Uma vez que entrou em seu corpo, houve uma multiplicação de forma incontida, espalhando se por vários órgãos, ocasionando um mau funcionamento, levando a pessoa a óbito.

 

O departamento e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA esta incentivando que a pessoa imunocomprometidas que  apresentarem os seguintes sintomas: Febre acima de 38,5°C, Fraqueza e mal-estar,Dor de cabeça ou Inchaço e dor nos gânglios (principalmente atrás da orelha e atrás da cabeça). Estes sintomas aparecem entre o 7° e o 17° dia após o contágio.  Ou estiver suspeitando que tenha varíola dos macacos  procurem cuidados médicos e tratamento precoce, permanecendo sob cuidados de um profissional toda a doença

Atualmente  a Califórnia tem o maior numero de casos: 4300. Nos EUA são quase 22.000 casos de varíola dos macacos prováveis ​​ou confirmados relatados neste ano, até esta segunda-feira, conforme mostram dados do CDC. 

FOTO DESTAQUE: vírus monkeypox. REPRODUÇÃO/Credito: gilnature/Istockphoto.

Como ajudar pacientes com câncer a enfrentarem dores crônicas

A dor e um sentimento angustiante, muitas vezes causada por estímulos intensos ou prejudiciais. Por ser um fenômeno complexo, definir a dor muitas vezes tem sido um desafio. Ela e uma experiência desagradável associada a um dano tecidual real ou potencial.


 

Foto: paciente com câncer em acolhimento. Reprodução/ Credito: Tridman/Istockphoto


A dor é a razão mais comum para consultas medicas na maioria das vezes. Um sintoma importante em muitas condições médicas pode interferir na qualidade de vida de uma pessoa e em seu funcionamento geral. A intensidade com que pessoas diferentes sentem e reagem a situações semelhantes, causadoras de dor é bastante variada.

 

Em pacientes oncologicos a dor é um sintoma comum. A partir do diagnóstico de 30% a 40% das pessoas sentem dor. Se o câncer se disseminou, 65% a 85% das pessoas sentem dor, e até 95% da dor causada pelo câncer pode ser tratada com sucesso.

 

Os tipos de dores mais freqüentes em pacientes que fazem tratamento de  câncer:

Dor somática: se apresenta nos ossos, músculos e articulações em 40% dos pacientes;

Dor visceral: relacionada a cólicas intestinais e incômodos nas regiões do pâncreas e fígado;

Dor neuropática: ligada a queimações e formigamentos.

 Quando o tumor e identificado inicia se um processo de tratamento muito difícil. Já que a doença e conhecida como irreversível  pouco se fala dos sinais de dores crônicas, presentes quando o quadro já estiver grave.

 

Segundo a coordenadora da Comissão de Cuidados Paliativos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Cláudia Naylor. A maioria das vezes as dores são associadas ao próprio tumor, quimioterapia, radioterapia, cirurgia ou á combinação de outros fatores. E que todas as dores são tratáveis e que ao sinal de desconforto o paciente deve informar a seu médico e não sofre calado.

“Eles não devem ter medo de falar, de incomodar o médico ou achar que algum medicamento vai prejudicar no tratamento. A dor pode fazer parte do processo e deve ser tratada o quanto antes”, completa Cláudia.

 

“É um sintoma extremamente complexo. Por isso, reforçamos a importância de a equipe médica (oncologistas, farmacêuticos, assistentes sociais e enfermeiros) sempre perguntar, investigar e, principalmente, entender o paciente”, ressalta Cláudia.

 

 

Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1986 desenvolveu um guia onde se estabelece o degrau para o tratamento de  dor e sua intensidade.

Para dor leve, indicando drogas analgésicas comuns, não opioides (sem antiinflamatórios).

Na dor moderada, já são adicionados os opioides fracos, mas também medicamentos da mesma classe considerados fortes, mas com dosagem menor.

Em casos de dor intensa, a indicação são opioides fortes em altas doses. Os remédios para tratar a dor associada ao câncer estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio das políticas de medicamentos de alto custo.

 

De acordo com um estudo, publicado este ano no Journal of Clinical Medicine, a necessidade de uma boa equipe multidisciplinar, o controle de fatores como estresse, ansiedade e depressão. Entre as medidas não farmacológicas indicadas para o tratamento de dores associadas ao câncer como terapia comportamental, acumputura  e atividades físicas associadas ao tratamento.

 “ser fisicamente ativo após um diagnóstico de câncer melhora a taxa de sobrevivência dos pacientes em 30%”. 

Sobre o estresse, pesquisadores mostraram que indivíduos com quadros de angústia, por exemplo, apresentam efeitos adversos, como aumento da produção de citocinas (proteínas inflamatórias), piora na fadiga e nos sintomas do câncer.

FOTO DESTAQUE: Paciente no auto cuidado ao câncer. REPRODUÇÃO/Credito: Tridman/Istockphoto.

Especialista aponta dicas para prevenir o Alzheimer

Caracterizada por deterioração neuronal, com início gradual e progressão lenta, o Alzheimer reduz a capacidade intelectual, comprometendo as funções da memória, linguagem, emoção, personalidade e cognição, interferindo nas atividades profissionais, diárias e sociais do indivíduo. É o tipo mais comum de demência, atingindo mais da metade dos idosos. Sendo mais freqüente em mulheres do que em homens.


 

Foto:medico analisando exame da doença de Alzheimer Reprodução/ /freepik.com


A memória é a função congênita mais afetada, a pessoa pode apresentar incapacidade para aprender e evocar novas informações.

Os sintomas são causados pela morte de células cerebrais, onde a qualidade, em vez da quantidade de tecido cerebral presente, pode ser o fator mais importante na determinação da falha intelectual. Com a evolução da doença, o indivíduo perde a capacidade de autocuidar-se, de reconhecer pessoas e até sua própria imagem no espelho; a marcha vai ficando lenta e arrastada, o que aumenta o risco de quedas, chegando a incapacidade de andar e de comunicar-se.

O diagnostico e feito através de exames clínicos como: tomografia computadorizada e ressonância magnética, além de exames laboratoriais.

A progressão da doença é dividida em três estágios:

Leve apresenta mais alterações da memória recente e impossibilidade de nomear ou recordar nomes ou objetos, embora a pessoa perceba e os compreenda.

No estágio moderado surgem às dificuldades para o autocuidado e para as atividades básicas de via diária, desorientações e insegurança.

Nos casos graves, o indivíduo não tem mais memória e apresenta alterações causadas pela imobilidade.

 O tratamento é paliativo e as medicações podem ser úteis no controle de agitações e perturbações comportamentais. Apesar de não ter cura, quando o Alzheimer é diagnosticado e tratado precocemente, pode ser freado com medicamentos.

A geriatra Celene Queiroz Pinheiro, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) da regional São Paulo, relata que apesar da doença esta diretamente ligada à velhice, é possível tomar algumas atitudes ainda na juventude para evitar a doença e prolongar a qualidade de vida, de acordo com ela com medidas precoces pode se prevenir ate metade dos casos.

Segundo a especialista a prática regular de exercícios físico de baixa intensidade como caminhadas e yoga. Ajuda na interação social revertendo os primeiros sinais de perda congênita.

 O controle de doenças crônicas como: diabetes e o colesterol, uma boa alimentação baseada em alimentos naturais e com nutrientes variados, como proteínas, verduras, carboidratos e fibras, são essenciais para combater demências.

 Manter a caderneta de vacinação em dia combate doenças alva também ajuda a evitar demências.

Evitar o consumo de álcool e tabagismo, os usos dessas substâncias podem provocar a perda mais agressiva e rápida das funções cognitivas.

Estimular a mente com estudos, leituras e cursos diversos, estas praticas aumentam a reserva cognitiva e previnem a morte das células cerebrais.

Outras formas eficientes de prevenção do Alzheimer indicadas pela especialista são ter uma boa noite de sono e estar atento a perdas auditivas, pois quando não são tratadas, elas podem resultar na queda da cognição.

De acordo com a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), o número de pessoas com a condição deve atingir 75 milhões em todo mundo em 2030. A presidente da ABRAz em São Paulo ressaltar a importância da prevenção e da divulgação de informações, tratamentos, diagnósticos e provocar a reflexão da sociedade sobre a doença degenerativa.

FOTO DESTAQUE: Médica analisando a doença alzhaimer  REPRODUÇÃO/  Credito :Sirlcharlec/freepik.com.

Caminhada pode reduzir dores nas costas, diz especialista

Você já se levantou e sentiu aquela fisgada nas costas? Ou sentiu aquela dor ao subir escadas ou sentar? Uma das maiores queixas da população mundial hoje é a dor nas costas. O que necessariamente não se reduz ao público mais adulto. Cada vez mais jovens e adolescentes também são afetados por estas dores. Mas afinal a dor nas costas e uma doença?  Nem sempre. Em alguns elas ocorrem por práticas de exercícios ou levantamento de peso em excesso, permanência na posição sentada ou deitada por períodos longos, dormir em uma posição desconfortável ou ate mesmo uma mochila mal ajustada ocasiona a famosa dor nas costas.   


 

FOTO : Mulher com dor nas costas11 minutos de exercício moderado diariamente podem reduzir os sintomas REPRODUÇÃO/credito:clarinus/ freepik.


A estrutura da coluna vertebral é muito complexa e organizada. Qualquer desordem que possa incidir sobre esta estrutura acaba gerando dores em suas diferentes áreas. Uma das regiões mais afetas e a região lombar sendo fundamental uma atenção cuidadosa, pois estas simples dores podem gerar complicações graves.

 

 A especialista em fitness  Dana Santas conhecida como o “Mobility Maker”, é uma especialista em força e condicionamento e treinadora mente-corpo em esportes profissionais, autora do artigo ” Soluções práticas para alívio da dor nas costas. 

 

Em sua pesquisa ela dar dicas de exercícios e fala como a atividade física e o meio mais eficaz para combater dores nas costas. A pesquisa mostra que o exercício estabelecer uma conexão mente-corpo, trabalha a respiração buscando viver um estilo de vida ativo e sem dor. Segundo ela o seu corpo foi projetado para o movimento e que o exercício diário serve como uma medicina preventiva e eficaz.  De acordo com ela apenas 11 minutos de exercício moderado diário pode ajudar a pessoas com dores nas costas a viver melhor.

De acordo com o estudo a caminhada realizada em um padrão alternado e recíproco, com sicronicidade dos movimentos envolvidos ajuda na capacidade de respirar bem enquanto caminha. A posição adequada do pé e o apoio do calcanhar permitem que você absorva o choque e mova o peso do corpo com equilíbrio e controle. O balanço do braço é essencial para um padrão de caminhada funcional porque cria um movimento saudável da caixa torácica em coordenação com cada passo, facilitando a força necessária do núcleo, quadril e tronco que ajuda a prevenir o estresse na coluna. Sua marcha para ser uma sinfonia em movimento, para evitar dores futuras. É importante manter-se em movimento proativamente para neutralizar o impacto de sentar nos músculos e na postura das costas. Estas dicas ajudam no padrão respiratório na manutenção da postura e do alinhamento.

 

Conforme a especialista depois de experimentar essas técnicas você descobrirá que está cada vez mais motivado para se exercitar. O exercício afeta nossa fisiologia, aumentando a produção de hormônios do bem-estar diminuindo nossa resposta ao estresse.

 

São dicas que ajudam a prevenir a dor no futuro. Capacitá-lo com educação e recursos para cuidar proativamente de suas costas e viver melhor.

 

Você deve se sentir capacitado para ser proativo e confiante em seu próprio autocuidado!

 

FOTO DESTAQUE:Foto: Mulhercaminhando ao ar livre. Reprodução/freepik.

 

 

 

 

Bancos de doação de sangue do inca tem queda de 30%

O Instituto Nacional de Câncer registrou queda de 30% nas bolsas de sangue coletadas em setembro. A comparação dessa redução ocorreu com o mesmo mês do ano passado e chega a ser uma diferença de 272 bolsas coletadas em menor quantidade que em 2021. Uma das maiores preocupações do Inca é a possibilidade de falta de sangue durante o mês de novembro por causa dos feriados. Até agora, foram recolhidos um pouco mais de sete mil doações, sendo que, no ano passado, foram arrecadadas oito mil bolsas de sangue. Para atender toda a demanda do inca é necessário o recebimento de 70 bolsas de sangue por dia de todos os tipos sanguíneos, para manter um estoque abastecido. 

Outro desafio para o inca, é a irregularidade desses doadores. Já que é necessário seguir o protocolo de tratamento à risca e ceder o sangue coletado para o paciente da forma mais rápida possível. Segundo informações, os homens podem participar das doações de sangue quatro vezes por ano e as mulheres podem doar até duas vezes no ano. As doações devem ser feitas com uma pausa de três meses no mínimo. Para realizar a doação de sangue, o interessado deve ter em mãos documento com foto, se for menor de 18 anos, a coleta só é possível com o consentimento dos pais, vale lembrar que quem teve hepatite depois dos 10 anos de idade não pode realizar a doação.


Geralmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem doar sangue sendo menor de idade, somente com o concentimento dos pais. (Reprodução/ jornaldaquibh)


O sangue colhido pelo doador passa por testes com a intenção de certificar para o paciente que o material que ele irá receber não possui nenhum vírus que possa prejudicar ou agravar a saúde dos mesmos. São realizados testes contra HIV, Hepatites b e c, Sífilis e a doenças de  chagas. Para realizar a doação, não é necessário realizar o agendamento prévio, é só comparecer na Praça da Cruz Vermelha 23, 2° andar – Centro – Rio de Janeiro. O horário de atendimento é de segunda a sexta de 7h:30 até 14h:30 e aos sábados, das 8h às 12h. 

Foto Destaque: Bolsas de sangue arrecadas para os que mais precisam. Reprodução/oswaldocruz.com

Ameba “comedora de cérebro” é responsável pela morte de jovem nos EUA

O Distrito de Saúde do sul de Nevada anunciou nesta quarta-feira (19), a morte de um menino que foi infectado por uma ameba “comedora de cérebro” e acreditam que pode ter sido contraída em Lake Mead, nos Estados Unidos. Infecções por essa ameba são raras e foi a primeira a ser identificada nesse lago, onde o menino estava. 

O organismo chamado “Naegleria fowleri” pode ter infectado o menino que não foi divulgado nome e idade, enquanto ele estava na área de Kingman Wash, que localiza-se ao lado do lago no Arizona, perto de Hoover Dam, de acordo com a Área Nacional de Recreação de Lake Mead em um comunicado para a comunidade. 

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), esse tipo de ameba é encontrada em água doce quente, contudo, as infecções causadas por ela são raras. Foram apenas 31 casos por Naegleria fowleri relatados nos Estados Unidos no período de 2012 e 2021. Segundo o CDC, a infecção pode acontecer quando a água que contém a ameba entra no nariz, quando a pessoa está nadando, mergulhando ou até mesmo quando colocar a cabeça debaixo d’água. Mesmo assim, sua raridade não poupa a fatalidade quando acontece. 


Lake Mead, lago onde aconteceu a infecção. (Foto: Reprodução/Chase Stevens / Las Vegas Review-Journal via AP) 


“Minhas condolências vão para a família deste jovem”, declarou o oficial de saúde do distrito do sul de Nevada, Fermin Leguen. “Embora eu queira tranquilizar o público de que esse tipo de infecção é uma ocorrência extremamente rara, sei que isso não traz conforto para sua família e amigos neste momento”.

E ainda completou: “No entanto, os usuários de água recreativa devem sempre assumir que há um risco sempre que entrarem em água doce quente.”

O parque também pediu às pessoas que se previnam e fiquem atentos. As recomendações feitas pelo CDC são: evitar pular e mergulhar em água doce quente, segurar ou fechar o nariz ao nadar, manter a cabeça acima da água e evitar submergir a cabeça em fontes termais.

 

Foto Destaque: Reprodução/Getty Images