Dakota Johnson enfrenta nova fase após término com Chris Martin

Fontes próximas a atriz informam que ela não se abalou pelo fim do relacionamento. Sendo assim, de acordo com a fonte, a separação não foi exatamente uma surpresa. O casal, inclusive, já vinha enfrentando os mesmos problemas há algum tempo.

A diferença de idade é de 13 anos entre os dois e as divergências sobre ter filhos teriam enfraquecido o relacionamento. Segundo uma fonte, o tema “maternidade” causava atritos frequentes. Dakota estava determinada a fazer a relação com Chris funcionar e sofria intensamente após cada término, mas a atriz estava exausta com a resistência do cantor em marcar a data do casório.

Ponto final em relação marcada por idas e vindas


Dakota Johnson em filmagens (Foto:reprodução/X/@etn_plus)

Segundo a revista People, Dakota Johnson e Chris Martin optaram por colocar um ponto final no relacionamento que durou quase oito anos. “Desta vez, tudo indica que é definitivo”, relatou uma fonte à publicação no início do mês. O casal iniciou o namoro em 2017 e enfrentou uma breve separação em 2019, por suposições que o cantor teria pressionado a atriz para terem filhos.

Os primeiros indícios de um possível término começaram a circular em junho de 2024, quando pessoas próximas ao casal apontaram que Dakota e Chris estavam passando por um período de “instabilidade”. Poucos dias depois, porém, uma fonte garantiu que, apesar das dificuldades, os dois estavam oficialmente juntos outra vez. Contudo em agosto o casal colocou oficialmente um ponto final no relacionamento.

Equilíbrio entre carreira e vida pessoal

A atriz está determinada a viver com intensidade e propósito, sem deixar espaço para arrependimentos. De acordo com uma fonte, ela é apaixonada por seus projetos criativos e tem se mostrado empolgada com os rumos de sua carreira. No entanto, Dakota também acredita que a vida vai muito além do trabalho e busca significado em todas as áreas. Ainda segundo a People, ela pretende preservar a amizade que construiu ao longo dos anos com Gwyneth Paltrow, ex-esposa de Chris Martin, mantendo o respeito e o vínculo afetivo entre as duas.

Trump anuncia que Israel e Irã chegam a acordo por cessar-fogo

Nesta segunda-feira (23), foi comunicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, através de suas redes sociais que Israel e Irã chegaram a um acordo para cessar-fogo “completo e total” entre os países, para encerrar de vez o conflito que vem causando mortes e destruição nos últimos dias. O cessar-fogo está previsto para iniciar cerca de 6h após o horário atual (cerca de 1h da manhã pelo horário de Brasília).

O presidente americano comentou em suas redes sociais que o cessar-fogo deve ser completo e total, com duração de cerca de 12h. O primeiro país a iniciar o cessar-fogo será o Irã, e após 12h, Israel também entrará com as medidas. Passadas 24 horas, o conflito será considerado encerrado.

O anúncio

Trump chamou o conflito como “a guerra dos 12 dias”, e comentou que o conflito poderia ter se prolongado por meses, ou até mesmo por anos, mas não durou, nem vai durar. O presidente fez o anúncio através de suas redes sociais no mesmo dia em que a base americana instalada em Doha, no Catar, sofreu ataques de mísseis balísticos vindos do Irã. No entanto, a defesa aérea do Catar confirmou que os mísseis foram interceptados, sem que houvesse vítimas.

Embora Trump tenha dito que os países chegaram a um acordo, nenhum deles se manifestou de maneira oficial para confirmar a informação.


Comunicado de Donald Trump sobre o cessar-fogo através do Truth Social (Foto: reprodução/X/@hoje_no)

Início do conflito

O conflito se iniciou no dia 12 de junho, quando os primeiros ataques partiram de Israel, com a premissa de que o Irã estaria desenvolvendo uma arma nuclear, algo que nenhum país poderia possuir. Desde então, ataques a bases militares, instalações nucleares e até mesmo uma emissora de TV foi alvo do conflito.

Em meio ao caos que se instalava no Oriente Médio, os Estados Unidos intervieram no conflito, quando no domingo (22) foi iniciada a operação “martelo da meia-noite”. Segundo o governo americano, foram utilizadas cerca de 75 armas guiadas de precisão e mais de 125 aeronaves americanas. 

O principal alvo do governo eram as fontes do epicentro do programa nuclear iraniano, a principal delas localizada em Fordow, uma instalação de enriquecimento nuclear que fica enterrada sob uma montanha. Após a operação, foi confirmado pelo governo que a operação teria sido um sucesso, destruindo as instalações iranianas e freando o avanço nuclear do país.


Emissora de Rádio e TV Islamic Republic of Iran Broadcasting (IRIB) destruída após ataque de Israel na última segunda-feira (16) (Foto: reprodução/Anadolu/Getty Images Embed)


Catar foi crucial nas negociações

De acordo com uma fonte envolvida nas negociações pelo cessar-fogo ouvida pela Reuters, Donald Trump e seu vice-presidente, JD Vance, discutiram a proposta juntamente com o emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani. De acordo com a fonte, Trump afirmou ao emir que Israel já havia concordado com o pedido de cessar-fogo, e pediu para Al-Thani ajudar a negociação com o Irã pelo fim da guerra.

Ainda de acordo com a Reuters, o primeiro-ministro do Catar teria realizado uma ligação com as autoridades iranianas na cidade de Teerã, o Irã concordou com a proposta apresentada pelos americanos, a fim de selar a paz.

Catar diz ter direito de resposta após ataques do Irã

Mediante aos últimos ataques realizados pelo Irã, em retaliação a investida sofrida pelos Estados Unidos no último sábado (21) contra instalações nucleares iranianas, os iranianos enviaram mísseis em direção a Doha, no Catar, em ataque à base militar americana de Al Udeid. Nesta segunda-feira (23), o Catar se reserva ao direito de responder ao Irã, mediante ao acordo internacional.

As Forças Armadas iranianas confirmaram mais cedo o ataque, e o chamaram de ‘devastador e poderoso’. Os mísseis foram disparados em direção à base militar norte-americana. Após os bombardeios realizados pelos EUA contra instalações nucleares iranianas, Teerã teria ameaçado iniciar uma retaliação contra os americanos.


Vídeo detalha o lançamentos dos misseis iranianos em direção à base americana, localizada em Doha. (Vídeo: Reprodução/X/@GloboNews)

O ataque à base americana no Catar

Foi confirmado que os mísseis direcionados à base americana foram interceptados pelo sistema de defesa do Catar. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari, publicou em suas redes sociais um comunicado anunciando que a defesa aérea do país frustrou com sucesso o ataque e interceptou os mísseis iranianos direcionados à Al Udeid. Foi confirmado que não houve nenhuma vítima ou ferido durante o ataque.

Ainda de acordo com Al Ansari, a extensão do conflito pode acarretar em situações que podem ter consequências catastróficas para a paz e a segurança internacionais. Por fim, o porta-voz faz um apelo para um cessar fogo imediato de todas as ações militares, além de um retorno à mesa de negociações para tratativas, à fim de priorizar soluções diplomáticas.


Em destaque, a nota oficial do governo do Catar após os ataques. (Foto: Reprodução/X/@GuiaPolitics)

Medidas de segurança dos EUA

A Casa Branca e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos monitoram de perto possíveis novas ameaças à base localizada em Doha. Antes do bombardeio direcionado pelo Irã, o Catar havia realizado o fechamento de seu espaço aéreo temporariamente, como medida de segurança provisória de moradores e visitantes.

Foi informado pela Embaixada dos EUA no Catar que, para proteção ao ataque, os funcionários deveriam se abrigar no local.

Retaliação do Irã após bombardeios: Estreito de Ormuz pode fechar  

Neste domingo (22), o Poder Legislativo Iraniano aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, segundo informações da agência “Reuters”. O local é uma passagem extremamente importante na rota dos navios petroleiros, que transportam a commodity e gás, extraídos dos países do Oriente Médio, para a Ásia, Europa e Américas. O Conselho Supremo de Segurança Nacional do país ainda precisa analisar a medida, para que, na sequência, ela seja aprovada pelo aiatolá Ali Khamenei. A decisão é uma retaliação aos bombardeios que ocorreram na madrugada do último sábado às instalações nucleares do Irã: Fordow, Natanz e Isfahan.

Bloqueio estratégico  

A região marítima que o Irã ameaça bloquear, denominada Estreito de Ormuz, fica próxima ao Golfo Pérsico, exatamente na divisa entre os países Irã e Omã. Cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo inteiro, extraído dos países do Oriente Médio, como os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, é transportado por navios petroleiros que utilizam esta importante passagem rumo aos continentes Ásia, Europa e América, abastecendo só na Ásia, países como a China, Índia, Japão e Coreia do Sul.

A 5ª Frota da Marinha Americana tem uma base em Bahrein, a aproximadamente 450 a 500 quilômetros do Estreito e, visando a proteção da navegação comercial, monitora toda essa área que está sob ameaça de fechamento pelo Irã.


Reportagem da Globo News sobre o possível fechamento do Estreito de Ormuz (Vídeo: reprodução/X/@GloboNews)

A medida é uma retaliação estratégia promovida pelo país recém-bombardeado. Enfraquecido militarmente, após uma série de ataques a Israel no decorrer dos últimos 10 dias, com cada vez menos armamentos e artefatos militares, não restou outra alternativa a Teerã a não ser pressionar os Estados Unidos, utilizando outras armas que tem na manga, como, por exemplo, a ameaça de fechar a passagem, crucial para a rota marítima.  

Suicídio econômico

O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em entrevista à Fox News Live, declarou que se o Irã tomar essa medida será “um suicídio econômico para eles”, e que os Estados Unidos possuem outras opções para lidar com isso. Alertou, ainda, que caso isso ocorra, poderá haver uma escalada massiva do conflito, tomada não somente pelo governo de Trump, mas também pelo governo de outros países. E sinalizou que “eles serão julgados pelas ações que tomarão daqui por diante”.


Declaração de Marco Rubio ao canal Fox News (Vídeo: reprodução/X/@NewsLiberdade)

Caso o país norte americano efetivamente opte por entrar no conflito entre Israel e Irã, somando forças àquelas de Benjamin Netanyahu, construindo, assim, uma capacidade  muito superior àquela do Irã, este, por sua vez, promete retaliações que podem atingir as bases americanas e de seus aliados, instaladas no Oriente Médio.

Trump afirma que fim do conflito entre Israel e Irã é a melhor opção

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que um fim real ao conflito entre Israel e Irã é a melhor opção para resolver a questão, ao contrário de um cessar-fogo, que seria apenas uma solução temporária. Ele também não descartou a possibilidade de desistir completamente das negociações. Além disso, o presidente contou sobre o papel dos americanos na guerra, afirmando que os iranianos não deveriam atacá-los, senão eles também iriam entrar em conflito.

A declaração de Trump

Após deixar a Cúpula do G7, no Canadá, que começou a ser organizada antes dos conflitos no Oriente Médio, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a bordo da aeronave Air Force One, deu depoimentos a repórteres sobre o conflito entre Israel e Irã. De acordo com o americano, o cessar-fogo não seria uma boa opção para a guerra. Ao invés disso, ele sugere um fim real em toda a situação.


Donald Trump em reunião do G7 (Foto: reprodução/SUZANNE PLUNKETT/POOL/AFP/Getty Images Embed)


Trump também deu a entender que deixar de apoiar qualquer um dos dois lados também é uma opção viável para os EUA. Ele diz que o melhor é esperar pelas próximas 48 horas para averiguar como Israel irá se posicionar diante desta situação.

O papel dos EUA no conflito

Quando questionado sobre o envolvimento militar dos Estados Unidos no embate entre Israel e Irã, o presidente Donald Trump garantiu que as forças armadas iranianas não teriam armas nucleares, desejando inclusive, que os planos de programas nucleares do Irã fossem eliminados antes mesmo da intervenção militar americana.


Donald Trump dando entrevistas em avião (Foto: reprodução/BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/Getty Images Embed)


Sobre o seu apelo para a saída de Teerã, Trump informou que não havia nenhum motivo específico para a atitude, somente uma questão de segurança.

Ele também aproveitou para elogiar as tropas militares americanas no Irã e afirmar que, caso os iranianos interferissem com eles, os estadunidenses não teriam problema em exercer força contra o exército iraniano. Além disso, Trump declarou que, dependendo do prosseguimento da situação, ele enviará seu vice-presidente J. D. Vance, junto de Steve Witkoff, para se encontrar com os iranianos, ainda esta semana.

Trump diz saber onde Khamenei está escondido e exige rendição do Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (17) que sabe onde o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, está escondido desde o início do atual conflito com Israel. Embora não tenha revelado a localização, o mandatário alertou que o país persa deve se render imediatamente para evitar novas ações militares.

“Sabemos exatamente onde o chamado ‘líder supremo’ está se escondendo. Ele é um alvo fácil, mas está seguro lá — não vamos eliminá-lo (matar!), pelo menos não por enquanto. Mas não queremos que mísseis sejam disparados contra civis ou soldados americanos. Nossa paciência está se esgotando”, escreveu o presidente em uma publicação na Truth Social.

Logo em seguida, ainda reforçou: “Rendição incondicional!

Israel intensifica ofensiva

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi questionado pela emissora americana ABC News sobre um suposto veto da Casa Branca a uma possível ação direta contra Khamenei. Netanyahu negou: “Há tantas notícias falsas que nunca aconteceram e não vou entrar nesse assunto. Nós fazemos o que precisamos fazer”.

“O Irã quer uma guerra eterna”, acrescentou o premiê israelense. “Tivemos meio século de conflito espalhado por esse regime.”

Na última sexta-feira, ataques israelenses mataram membros da alta cúpula militar iraniana e diversos cientistas envolvidos no programa nuclear do país. Nem Khamenei, nem o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, estavam entre os alvos atingidos.


Donald Trump falando com a imprensa durante a reunião do G7 no último dia 16 (Foto: reprodução/Brendan Smialowksi/Getty Images embed)


Teerã busca cessar-fogo

De acordo com os militares israelenses, o objetivo da ofensiva é eliminar a ameaça representada pelo programa nuclear iraniano e pelos mísseis balísticos do regime.

Enquanto o confronto se intensifica, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, enviou uma mensagem ao governo dos EUA pedindo que Trump interfira para forçar Israel a encerrar os ataques, um apelo que, segundo diplomatas, já circula entre interlocutores internacionais.

Por enquanto, os Estados Unidos não responderam oficialmente ao pedido iraniano. Segundo fontes diplomáticas, a situação segue em ritmo acelerado, com negociações sendo feitas nos bastidores. A expectativa é de que novas declarações sejam feitas nos próximos dias.

Brad Pitt abre jogo sobre possível reencontro com Tom Cruise nas telas

Durante a divulgação do aguardado F1: O Filme, Brad Pitt revelou que não descarta voltar a atuar ao lado de Tom Cruise. No entanto, para que isso aconteça, ele impõe uma única condição, nada de cenas arriscadas. “Bem, se eu não tiver que me pendurar em aviões e, tipo, nadar em submarinos, então vou considerar isso”, declarou o ator, em tom bem-humorado, ao ser entrevistado pela jornalista Mona Kosar Abdi, do programa ExtraTV.

O filme

Declaração veio em meio ao entusiasmo que cerca o novo longa sobre o universo das corridas. A produção tem sido elogiada por sua abordagem extremamente realista, considerada a mais fiel já feita sobre o automobilismo. O projeto chamou atenção até mesmo de Tom Cruise, conhecido por sua paixão por adrenalina e por dispensar dublês em cenas de ação. Segundo Mona Kosar, o ator se mostrou empolgado com o filme F1 durante uma conversa na pré-estreia de Missão: Impossível 8.


Brad Pitt e Tom Cruise em “Entrevista com o vampiro” (Foto: reprodução/X/@thiagobarata87)

Entre talentos

Durante sua participação na CinemaCon, realizada em abril, Tom Cruise relembrou com entusiasmo os tempos em que costumava correr com seu amigo Brad Pitt. De acordo com a revista Variety, o astro comentou: “Pitt é realmente um excelente piloto. Na época em que gravávamos Entrevista com o Vampiro, costumávamos sair para correr de kart. Literalmente terminávamos o dia de filmagem e íamos passar a noite inteira dirigindo karts.”

Mais tarde, Brad Pitt também comentou com bom humor sobre as aventuras que os dois compartilhavam nas pistas. “Tom e eu precisamos repetir a dose. Da última vez em que corremos, ele me deixou no pit stop. Ele me ultrapassou na última curva, e sinceramente, ainda não superei isso nem depois de 30 anos”, brincou o ator.

Os dois dividiram as telas em 1994, no clássico sombrio Entrevista com o Vampiro, e deixaram os fãs esperançosos por uma nova parceria.

Em meio à conflitos, Trump alerta: “Todos deveriam se retirar de Teerã”

Nesta segunda-feira (16) em meio a escalada do conflito entre Irã e Israel, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez um pronunciamento forte em suas redes sociais, onde ele alerta que todos deveriam se retirar de Teerã imediatamente. Foi dito pelo presidente americano que o país iraniano deveria ter firmado acordo nuclear com os EUA. O Irã comunicou que não haverá negociação enquanto estiver sob ataque.

O conflito entre Israel e Irã se iniciou na noite da última quinta-feira (12), pois de acordo com Israel, o objetivo dos ataques seria para impedir um avanço no programa nuclear do pais iraniano. Porém, os países vivenciam esses conflitos a alguns anos, muito por conta de rivalidades impostas ainda no período da guerra fria.

A medida em que o conflito entre Israel e Irã continua escalando, as lideranças mundiais se posicionam em relação a acordos e possíveis tratativas. As ofensivas dos países seguem devastando e afetando toda a população das regiões afetadas, além da economia global.

Fala de Trump

Em publicação no Truth Social, o presidente americano comenta sobre o momento de tensão que o conflito vem gerando. Pouco tempo após a publicação, foi confirmado por uma autoridade da Casa Branca que o post refletia sobre a urgência nas tratativas e que o Irã deveria se sentar na mesa de negociações. Para Trump, o país iraniano deveria ter assinado o acordo que previa limitar atividades nucleares. Ainda segundo o presidente, o Irã não pode ter uma arma nuclear e pede para que todos evacuem a capital do Irã, Teerã.

Desde abril, Estados Unidos e Irã realizaram um total de cinco negociações indiretas referente ao programa nuclear iraniano. No último sábado (14), o ministro das Relações Exteriores de Omã anunciou o cancelamento da sexta rodada de conversas O Irã comunicou a Omã e Catar que não irá negociar com os americanos enquanto seu território estiver sob ataques israelenses e até que a resposta de Teerã seja concluída.


Post da Casa Branca ressaltando as palavras do presidente Donald Trump. (Foto: Reprodução/X/@WhiteHouse)

Netanyahu seria responsável

O atual ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araghchi, utilizou suas redes sociais para se pronunciar sobre os ataques que o país vem sofrendo. Na visão dele, as ofensivas israelitas tem como objetivo frear as negociações entre Estados Unidos e Irã. As conversas entre os países tinha como objetivo firmar acordo que limitava atividades nucleares realizadas pelos iranianos. Para Araghchi, os ataques de Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, são criminosos.

No último sábado (14) aconteceria mais um encontro para negociar as tratativas de um possível acordo entre Irã e Estados Unidos, porém, os ataques fizeram com que a sexta reunião entre os dirigentes dos países fosse cancelada. Araghchi afirmou que, caso Trump seja sincero em relação à diplomacia e esteja interessado em interromper esta guerra, os próximos passos serão importantes.

Irã recusa diálogo nuclear enquanto Israel mantiver ofensiva

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou nesta segunda-feira (16) que, por enquanto, não negociará um acordo nuclear com os Estados Unidos. Uma das exigências do iraniano para o diálogo é que Israel pare imediatamente os ataques contra o país. Ele reiterou essa posição hoje, durante uma conversa telefônica com o presidente da França, Emmanuel Macron.

“O Irã não aceitará exigências irracionais sob pressão e não participará de negociações enquanto o regime sionista seguir com seus ataques”, declarou Pezeshkian, segundo a agência AFP. Irã e EUA negociavam um acordo nuclear desde abril, com nova rodada prevista para junho, porém os recentes ataques de Israel cancelaram as tratativas.


Presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, fala sobre resposta recíproca (Foto: reprodução/X/@drpezeshkian)

Tensões entre Irã e Israel agravam conflito

Israel bombardeou o Irã em 12 de junho, atingindo instalações militares e bases nucleares. Segundo forças israelenses, 78 pessoas morreram, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o comandante do Estado-Maior, Mohamed Bagheri. Além disso, nove cientistas nucleares também morreram nos ataques.

No mesmo dia, o Irã revidou com drones e mísseis, conseguindo atravessar o “Domo de Ferro”, sistema de defesa israelense. Como resultado, há relatos de dois mortos e dezenas de feridos. Contudo, neste sábado, outro ataque iraniano tirou a vida de mais um cidadão de Israel. Enquanto isso, milhares de pessoas buscaram abrigo em abrigos subterrâneos para se proteger dos bombardeios.


Benjamin Netanyahu diz que o programa nuclear iraniano ameaça a existência de Israel (Vídeo: reprodução/X/@netanyahu)

Israel justifica ataque com alerta nuclear

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu justificou o ataque ao suposto programa nuclear iraniano, alegando que Teerã está cada vez mais próximo de desenvolver uma bomba atômica. Enquanto o Irã afirma enriquecer urânio apenas para fins energéticos, Israel, EUA e ONU discordam e apontam riscos militares.

Diante disso, as Forças de Defesa de Israel (FDI) classificaram a ofensiva como um “ataque preventivo” para conter o avanço nuclear iraniano. Segundo o governo israelense, o Irã está no “ponto de não retorno” em seu programa nuclear. O bombardeio aconteceu logo após a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) acusar Teerã de descumprir o compromisso de não enriquecer urânio para fins militares.

Misseis israelenses atingem base militar no oeste da capital iraniana em novo ataque

Nesta segunda-feira (16), as forças armadas de Israel bombardearam o Irã, atacando uma base militar em Teerã, conforme divulgou a agência de notícias iraniana Fars. O primeiro-ministro de Israel já havia emitido um alerta ao Irã, para que se retirassem da cidade de Teerã, além das forças armadas israelenses já terem também publicado um aviso de evacuação a respeito dessa situação também, direcionado ao distrito 3 na capital iraniana, que se localiza numa região de muitos ministérios e embaixadas. O confronto continua se intensificando entre os países em questão.

O conflito

A intensidade entre Israel e Irã chegou a um novo patamar de intensidade. Entrando numa fase delicada, tendo novos riscos e novos desdobramentos regionais, chegando a ter impactos globais da economia. Com algumas áreas residenciais atingidas, principalmente as localizadas em Teerã, e ainda instalações nucleares e de petróleo, sendo atingidas no Irã. Já em Israel, ataques foram feitos em refinarias e cidades, como, por exemplo, em Tel Aviv, atacada, durante o início desta semana, deixando alguns feridos, conforme divulgado por autoridades do Irã.


Pessoas observam local destruído em Teerã 13 de junho de 2025(foto:reprodução/ Majedi Saeed/Getty Images Embed)


Situação caótica

Alguns mísseis israelenses chegaram a atingir o ministério da defesa do Irã, que se localiza em Teerã. Um dos locais atingidos foi o prédio do ministério de relações exteriores, que também foi atacado, deixando feridos, conforme autoridades do Irã. O principal ponto que sofreu com o ataque foi a instalação de urânio de Natanz, localizada em terras iranianas. O ministério de Petróleo da antiga Pérsia comunicou que o depósito de combustível e gasolina de Shahran pegou fogo. Testemunhas relataram que ele foi tomado por um grande incêndio, divulgado pelo “The New York Times”.

Morte de chefe da inteligência

Neste domingo (15), os ataques de Israel em Teerã mataram o chefe da inteligência da guarda revolucionária, Mohammad Kazemi, Hassan Mohaqeq, sendo o vice de Kazemi, e o general Mohsen Baqeri também perderam suas vidas durante seu bombardeio. O chefe da guarda, Hossein Salami, acabou morrendo também nos primeiros bombardeios na sexta-feira (13).