Brasil vê tendência de condenações a Israel na Assembleia da ONU

A República Federativa do Brasil aposta em fortes condenações a Israel durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que começa nesta terça-feira (23), em Nova York. A princípio, fontes do governo afirmam que a posição israelense se tornou insustentável diante das recentes ações em Gaza e na Cisjordânia.

Logo, países europeus já anunciaram apoio ao reconhecimento da Palestina como Estado, entre eles França, Canadá, Portugal e Bélgica. Para o governo Lula, pelo menos 150 países devem se alinhar à proposta.

Pressão global e contradição europeia exposta

Sobretudo, fontes brasileiras afirmam que Israel já ocupa a posição de “vilão” no cenário internacional. A conferência sobre os dois Estados, organizada por França e Arábia Saudita, reforça esse movimento. O presidente Emmanuel Macron atua nos bastidores para ampliar o apoio. Já no Brasil, o Palácio do Planalto vê a mudança como confirmação de sua postura desde o início de 2024. O governo avalia que a palavra “genocídio” aparecerá em muitos discursos, mesmo sem consenso formal da ONU.

Diante do cenário, autoridades brasileiras afirmam que a Europa não pode condenar a Rússia e poupar Israel. Consequentemente, isso destruiria a narrativa contra a invasão da Ucrânia. A comparação se tornou central na estratégia diplomática de Lula. O presidente brasileiro também terá encontros paralelos em Nova York. A agenda prevê um evento conjunto com a Espanha sobre democracia e combate ao extremismo. Segundo o Itamaraty, Donald Trump, então presidente dos EUA, não será convidado, para evitar legitimar discursos radicais.


Israel condenou Brasil por avaliar atos genocidas (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Escalada militar em Gaza

Enquanto cresce a pressão internacional, Israel avança com tropas em Gaza. O porta-voz militar Effie Defrin confirmou que reservistas foram convocados para ocupar áreas estratégicas. Por um lado, críticos alertam que a ofensiva deve gerar deslocamentos em massa de civis. Por outro lado, a ONU já acusou Israel de práticas genocidas em Gaza.

Assim, relatórios citam assassinatos, destruição de condições de vida e restrições que configuram crimes previstos pelo Direito Internacional. Apesar da pressão, os Estados Unidos seguem apoiando Israel. Anteriormente, a capital Washington vetou resoluções que exigiam cessar-fogo e acesso irrestrito à ajuda humanitária, aumentando tensões na diplomacia global.

Trump publica vídeo do último ataque a embarcação venezuelana

O presidente norte-americano, Donald Trump, publicou em sua rede Truth Social nesta sexta-feira (19) o vídeo de um ataque letal a um barco suspeito de narcotráfico. A Inteligência americana confirmou que a embarcação transportava uma grande quantidade de drogas e informou que três homens morreram no ataque. 

“Por ordens minhas, o Secretário da Guerra ordenou um ataque cinético letal a uma embarcação afiliada a uma Organização Designada Terrorista que fazia narcotráfico em área sob responsabilidade do Comando Sul dos Estados Unidos. A Inteligência confirmou que a embarcação estava traficando narcóticos ilícitos e estava transitando por uma passagem de narcotráfico conhecida a caminho de envenenar os americanos. O ataque matou 3 homens narcoterroristas na embarcação, que estava em águas internacionais. Ninguém das Forças Armadas dos Estados Unidos ficou ferido neste ataque. PAREM A VENDA DE FENTANYL, NARCÓTICOS E DROGAS ILÍCITAS NA AMÉRICA, E DE COMETER VIOLÊNCIA E TERRORISMO CONTRA OS AMERICANOS!!!”, publicou Trump em sua rede social. 

A origem de partida do navio não foi informada, assim como o local onde ocorreu o ataque. O Comando Sul dos EUA trata do comando de combate militar dos Estados Unidos da América e abrange 31 países da América do Sul, Central e do Caribe. 


Vídeo mostra o momento do ataque e destruição total da embarcação (Vídeo: reprodução/X/@g1)

Os EUA realizaram ataques anteriores a três outras embarcações que também transportavam drogas, de acordo com o governo Trump. Ao todo, 14 pessoas foram mortas nas operações. 

Reação da Venezuela

A Procuradoria da Venezuela já havia pedido à Organização das Nações Unidas (ONU) que investigasse os ataques norte-americanos a barcos na região do Caribe. O procurador-geral do país, Tarek William Saab, afirmou que as vítimas dos barcos que morreram após os ataques norte-americanos não eram narcotraficantes. Em comunicado à imprensa, Saab afirmou que “o uso de mísseis e armas nucleares para assassinar, em série, pescadores indefesos em uma pequena lancha são crimes contra a humanidade que devem ser investigados pela ONU”


O primeiro ataque a embarcações da Venezuela aconteceu no dia 2 de setembro (Vídeo: reprodução/YouTube/Jornal da Record)

O chanceler venezuelano, Yván Gil, comunicou que o objetivo do pedido da Venezuela ao Conselho de Segurança da ONU é o cessar imediato das operações militares norte-americanas no mar Caribenho. 

População armada

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou em um evento oficial transmitido pelo canal estatal VTV que hoje (20) haverá treinamento de uso de armas para civis nas comunidades. O treinamento será realizado por militares da Força Armada Bolivariana. Em semanas anteriores, houve convocação de voluntários da milícia para treinar nos quartéis. Segundo Maduro, existe um plano de Washington para invadir o país após o envio de navios de guerra ao Caribe. 

Na quarta-feira (17), a Força Armada Nacional da Venezuela promoveu três dias de exercícios militares na ilha La Orchila, a 65 km do continente. Os EUA enviaram navios de guerra para o sul caribenho nas últimas semanas e colocaram Maduro a prêmio, com uma recompensa de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 265 milhões) pela sua captura. 

Taxa de US$ 100 mil para visto H-1B nos EUA gera polêmica

A taxa de US$ 100 mil para visto H-1B nos EUA foi anunciada pelo governo do presidente Donald Trump e deve impactar profissionais estrangeiros especializados em tecnologia, ciência, saúde e engenharia. A medida visa priorizar trabalhadores norte-americanos, mas já provoca críticas de empresas e especialistas que alertam para possíveis efeitos negativos no mercado de trabalho e na competitividade do país.

O que é a taxa de US$ 100 mil para visto H-1B nos EUA

O H-1B é um visto temporário concedido a estrangeiros que possuem formação universitária ou experiência profissional altamente especializada. Ele permite que empresas norte-americanas contratem trabalhadores estrangeiros quando não encontram candidatos qualificados no mercado interno.

Muito disputado, o programa recebe centenas de milhares de inscrições todos os anos, mas o número de concessões é limitado por cotas estabelecidas pelo governo. Grandes companhias de tecnologia, como Google, Microsoft e Amazon, estão entre as principais beneficiárias do H-1B, já que dependem desses profissionais para desenvolver inovações e manter projetos em andamento.


Presidente Donald Trump (Foto: reprodução/Instagram/@realdonaldtrump)


Repercussão da taxa de US$ 100 mil para visto H-1B

Especialistas afirmam que a taxa de US$ 100 mil para visto H-1B pode reduzir o número de profissionais qualificados entrando no país, levando muitos a buscar oportunidades em locais com políticas migratórias mais flexíveis, como Canadá, Reino Unido e Austrália. Além disso, há receio de que a medida prejudique a competitividade das empresas norte-americanas, especialmente no setor de tecnologia, onde a escassez de mão de obra qualificada é crítica.

Enquanto a proposta ainda precisa ser regulamentada, a discussão sobre a taxa de US$ 100 mil para visto H-1B nos EUA reacende o debate sobre políticas migratórias, proteção de empregos locais e a necessidade de manter os Estados Unidos competitivos em setores estratégicos da economia global.

Os especialistas também apontam que, se aprovada, a medida pode gerar impactos significativos na atração de profissionais altamente qualificados, reduzir a inovação em empresas de tecnologia e ciência, e até influenciar decisões de investimento estrangeiro no país. Além disso, organizações do setor alertam que a cobrança elevada pode criar obstáculos burocráticos, atrasar projetos estratégicos e aumentar os custos operacionais, prejudicando a capacidade das companhias norte-americanas de competir com outros mercados que oferecem condições mais favoráveis para talentos internacionais.

Após dois anos, Tim Burton e Monica Bellucci anunciam fim do namoro

Monica Bellucci, 60, e Tim Burton, 67, anunciaram nesta sexta-feira (19) o fim do relacionamento que mantinham há cerca de dois anos. A decisão foi comunicada em nota conjunta, na qual ambos ressaltam que a separação ocorre “com muito respeito e profundo carinho”. O casal pediu privacidade neste momento de transição, destacando que continuam admirando o trabalho e a trajetória um do outro.

A trajetória pública do casal começou em 2022, quando Bellucci entregou um prêmio a Burton no Festival Lumière, na França, marcando o início da aproximação. Em outubro de 2023, os dois fizeram sua primeira aparição oficial como casal no Festival de Roma, consolidando a relação aos olhos do público. Desde então, eles foram vistos juntos em eventos e festivais, sempre chamando atenção pelo carisma e elegância.

A relação, embora discreta em termos de detalhes pessoais, despertou curiosidade sobre como duas personalidades tão distintas se encontraram. Ambos compartilhavam momentos de trabalho e lazer, mantendo equilíbrio entre vida pessoal e profissional. A notícia do término reforça que mesmo relações aparentemente estáveis podem chegar ao fim de forma madura. Fãs nas redes sociais reagiram com surpresa, mas também com respeito à postura do casal. Analistas de entretenimento destacam que a separação é um exemplo de como figuras públicas podem encerrar relacionamentos sem escândalos.

A história por trás do relacionamento

Embora ambos sejam figuras conhecidas no mundo do cinema internacional, Bellucci e Burton já se conheciam desde meados de 2006, quando se encontraram brevemente no Festival de Cannes. Naquela época, cada um estava comprometido em suas próprias trajetórias pessoais.

O reencontro aconteceu em 2022, durante o Festival Lumière, quando Bellucci o homenageou com um prêmio. A partir daí, rumores de romance passaram a surgir, intensificando-se até a confirmação pública no Festival de Roma, no ano seguinte.


Tim Burton e Monica Bellucci no Red Carpet do Festival de filmes de Marrakech (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Stephane Cardinale – Corbis)


Parcerias no amor e no trabalho

Além do vínculo pessoal, houve também colaboração artística: Bellucci atuou em Beetlejuice Beetlejuice (2024), sequência dirigida por Burton, no papel de Delores. Essa colaboração reforçou uma conexão dupla tanto afetiva quanto profissional.

Antes desse relacionamento, cada um já havia tido uniões significativas. Burton foi parceiro de Helena Bonham Carter por mais de uma década, com quem teve dois filhos. Bellucci, por sua vez, foi casada com Vincent Cassel por 14 anos, também com duas filhas. O anúncio deixa claro que não houve escândalo ou desavença pública: a separação foi decidida de forma mútua, com “respeito” e “profundo cuidado”. Não foram divulgados motivos específicos além da vontade de ambos de seguir rumos distintos.

Essa postura mostra a intenção de preservar a imagem do relacionamento, evitando especulações ou polêmicas que costumam acompanhar términos de relacionamentos públicos. Mesmo com o término, resta o reconhecimento mútuo de admiração, profissional e pessoal, que permeou o relacionamento. Em entrevistas, Bellucci já havia declarado que o encontro com Burton tinha sido “uma dessas raras ocorrências na vida”, demonstrando o valor que atribui ao tempo compartilhado.

Taylor Swift anuncia festa de lançamento do novo álbum em cinemas

Na sexta-feira (19), a cantora Taylor Swift surpreendeu seus fãs com um anúncio imperdível: a celebração do lançamento de seu próximo álbum, “The Life of a Showgirl”. Intitulada “A Festa Oficial de Lançamento de uma Showgirl” (ou “The Official Release Party of a Showgirl”, em inglês), a experiência promete mostrar os bastidores e apresentar a nova fase da artista.

O convite

A artista usou suas redes sociais para convidar seus admiradores a curtirem momentos inesquecíveis no cinema, entre os dias 3 e 5 de outubro. Ela sugeriu que eles tirassem do armário seus figurinos da “The Eras Tour” ou o “cardigã laranja”, afirmando que dançar era algo opcional, mas muito incentivado.

Você poderá assistir à estreia mundial exclusiva do videoclipe do meu novo single, ‘The Fate of Ophelia’, além de imagens inéditas dos bastidores da produção, explicações detalhadas sobre o que inspirou essa música e os novos vídeos com a letra das músicas do meu novo álbum, ‘The Life of a Showgirl'”, afirmou Taylor  

De acordo com a artista americana, os horários das sessões no cinema estão sujeitos a mudanças, sendo crucial verificar a agenda da cidade. Ela alertou que os bilhetes para o evento são limitados, incentivando os fãs a se apressarem para garantir seu ingresso.


Publicação da Taylor Swift sobre a festa para o novo álbum (Foto: reprodução/X/@taylorswift13)


Telonas brasileiras

No momento, a venda de ingressos estão restritas às exibições nos Estados Unidos, agendadas para os dias 3 a 5 de outubro. Informações sobre sessões em outros países ainda não foram disponibilizadas. Contudo, segundo a revista americana Variety, o filme de Taylor Swift chegará a mais de 100 países. A estreia em alguns deles, pode não acontecer simultaneamente com os EUA.

A rede Cinemark, presente no Brasil, é uma das empresas que exibem filmes nos Estados Unidos, segundo informações em seu site oficial. Contudo, não há confirmação se o filme “The Official Release Party of a Showgirl” chegará aos cinemas brasileiros.

Jimmy Kimmel reage à decisão de suspensão do seu talk show

Após a decisão repentina da emissora ABC de suspender por tempo indeterminado o programa Jimmy Kimmel Live, o apresentador estaria insatisfeito com a situação. Uma fonte que preferiu não se identificar revelou nesta última quinta-feira, 18 de setembro, ao jornal britânico Daily Mail, que Jimmy não teria concordado com o parecer da emissora e busca maneiras de encerrar seu relacionamento com a empresa.

Detalhes sobre o que aconteceu

O programa de Jimmy Kimmel é um dos principais nomes da TV americana, estando no ar desde 2003, conhecido por entrevistar celebridades de diversos âmbitos do mundo artístico, quadros virais e esquetes de humor. Inclusive, o programa já foi indicado ao Primetime Emmy Awards de 2025. 


Jimmy Kimmel em seu talk show (Vídeo: Reprodução/X/@siteptbr)

Durante um episódio que foi ao ar nesta última segunda-feira, 15 de setembro, o apresentador fez um monólogo onde comentava sobre a morte do ativista político de direita Charlie Kirk, que faleceu no dia 10 de setembro, após um disparo feito por arma de fogo enquanto realizava uma palestra em uma universidade. 

No momento de sua fala, Jimmy disse que os apoiadores do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estariam tentando politizar o assassinato do ativista. Além disso, o comediante também ironizou a reação do presidente, dizendo que seu comportamento não parece o de alguém que perdeu um amigo. O monólogo do apresentador gerou um grande debate nos EUA, sofrendo uma pressão política para que alguma decisão fosse tomada por meio da emissora onde o programa é exibido.

Decisão da emissora ABC

A emissora ABC anunciou a suspensão do programa por tempo indeterminado. A decisão tomou grande repercussão nas redes sociais, tendo sido comentada inclusive pelo presidente Donald Trump, que comemorou a declaração. Além do presidente, o comunicado gerou comoção do público. Pessoas que estavam contra essa decisão reuniram-se em frente aos estúdios onde são gravados os episódios do programa para protestar.

Reação de Jimmy Kimmel

Para o jornal Daily Mail, o informante afirmou que Jimmy Kimmel estaria completamente insatisfeito com a decisão, tendo sido pego de surpresa junto à sua equipe, pois o anúncio foi feito de maneira repentina. Segundo a fonte, o apresentador estaria irritado com a emissora e buscaria maneiras de revogar seu relacionamento com a emissora que já dura há 23 anos. 

Além disso, a pessoa anônima ainda disse que Jimmy tentaria lutar contra essa suspensão não apenas pela importância do seu programa estar no ar, mas também para lutar pelo direito de se expressar. Contudo, o futuro do programa ainda é incerto e houve outros pronunciamentos oficiais de Jimmy ou da emissora sobre quando o talk show voltaria a ser gravado. 

EUA vetam cessar-fogo em Gaza na ONU

Nesta quinta-feira (18), os Estados Unidos vetaram a resolução da ONU que exigia cessar-fogo e acesso irrestrito à ajuda humanitária em Gaza, aprofundando a crise no território.

A medida, redigida por 10 membros do Conselho de Segurança da ONU, foi vetada pelos Estados Unidos. Se aprovada, exigiria que Israel suspendesse todas as restrições à ajuda humanitária à Palestina e que o Hamas libertasse todos os reféns, garantindo um cessar-fogo permanente. O veto bloqueou qualquer avanço na proteção de civis, intensificando a pressão sobre a comunidade internacional e a urgência de soluções humanitárias.

Entenda o conflito entre Israel e Hamas

Em 7 de outubro de 2023, o Hamas lançou um ataque surpresa contra Israel, disparando milhares de foguetes e realizando incursões terrestres. O ataque resultou na morte de 1.195 israelenses e estrangeiros, além de 251 reféns. Em resposta, Israel iniciou a Operação Espadas de Ferro, uma ofensiva militar em Gaza que já causou mais de 65 mil mortes palestinas e deslocou cerca de 250 mil pessoas, segundo dados da ONU.

Após mais de um ano de intensos combates, um cessar-fogo mediado por Estados Unidos, Egito e Catar entrou em vigor em janeiro de 2025. No entanto, as hostilidades foram retomadas em março, com uma nova ofensiva israelense que resultou em centenas de mortos e feridos. Em agosto de 2025, a violência se intensificou novamente, com bombardeios e ataques aéreos em Gaza, exacerbando a crise humanitária na região.

EUA e sua intervenção na guerra em Gaza

Os Estados Unidos voltam a usar o seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU pela sexta vez desde o início do conflito, bloqueando medidas que buscavam pressionar Israel e o Hamas a cumprir acordos humanitários e de cessar-fogo. Analistas apontam que a decisão reflete a prioridade de Washington em proteger seus aliados estratégicos na região, mesmo diante do agravamento da crise civil em Gaza.


Trump em visita ao Reino Unido diverge sobre a criação de um Estado Palestino e reafirma a aliança com o Estado de Israel (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

O veto reforça a percepção de que a diplomacia internacional encontra limitações quando confronta interesses políticos e militares dos EUA. Organizações humanitárias alertam que a população palestina continua sem acesso seguro a suprimentos essenciais, enquanto as negociações de paz permanecem estagnadas e sem perspectiva de solução imediata.

EUA e Reino Unido comentam roteiro de paz entre Israel e Palestina

Nesta quinta-feira (18/09), O presidente dos EUA Donald Trump, ao lado do Primeiro-Ministro do Reino Unido Keir Starmer, concederam uma coletiva de imprensa para falar sobre alguns tópicos das suas conversas, entre eles foi focado o assunto sobre a guerra entre Israel e Palestina.

O presidente Trump lembrou sobre o ataque do Hamas a Israel em outubro de 2023, 1.200 pessoas foram mortas e 251 foram levadas para o território palestino. Além disso, voltou a exigir a libertação dos reféns israelenses mantidos pelos terroristas do Hamas. O presidente dos EUA também afirmou que discorda da decisão de Starmer de reconhecer o Estado Palestino. Na época, o premiê do Reino Unido e outros países como França, Austrália, Espanha e Portugal falaram que iriam reconhecer a Palestina como Estado soberano.

Presidente Trump e Primeiro-Ministro Starmer falam de roteiro de paz

Apesar de algumas discordâncias entre o premiê britânico e o presidente dos EUA, os dois concordam totalmente sobre a necessidade de um roteiro de paz entre Israel e Palestina. Os dois, sobretudo, concordam que já passou do momento de um verdadeiro acordo de paz ser concretizado.


Presidente Donald Trump e o Primeiro-Ministro Keir Starmer em encontro no Reino Unido (Foto: reprodução/Anna Moneymaker/Getty Images Embed)


Portanto, o plano de paz entre Israel e Palestina seria roteirizado pelos EUA e Reino Unido. O Primeiro-Ministro acredita, quanto antes a Palestina for reconhecida como Estado, irá viabilizar uma solução, o que está alinhado com a postura de resolução pacífica. O presidente Trump enfatizou que o reconhecimento deveria ocorrer apenas após a libertação dos reféns israelenses pelo Hamas e a implementação de um cessar-fogo. Trump também sugeriu um plano para Gaza, que inclui a reconstrução da região sob supervisão internacional, sem a presença do Hamas.

Guerra entre Israel e Palestina 

Como dito anteriormente, o ataque surpresa do grupo terrorista Hamas a Israel em 2023 matou 1.200 pessoas e 251 foram sequestradas para o território palestino. Em seguida, Israel declarou estado de guerra e iniciou uma ofensiva militar em Gaza. Já a Palestina contabilizou mais de 65.000 palestinos mortos, com centenas de milhares feridos e deslocados.


Soldados de Israel, tanques e carros em meio ao conflito (Foto: reprodução/Amir Levy/Getty Images Embed)


O caminho da paz ainda é incerto, porém muitos países membros da ONU procuram formas para ocorrer. Israel busca desmantelar o Hamas, eliminar a liderança e infraestrutura do grupo militar, recuperar seus reféns mantidos na faixa de Gaza e estabelecer zonas de segurança, como o Corredor Morag, para prevenir ataques futuros. Logo, a Palestina busca formas de ser reconhecida como Estado soberano, cessar-fogo duradouro, libertação de presos, reconstrução de infraestrutura destruída pelos ataques israelenses e garantia de entrada de ajudas humanitárias de alimentos, remédios, água e combustível.

Fed corta juros nos EUA e dólar recua frente ao real

O dólar oscilou nesta quarta (17), após decisão do Federal Reserve (Fed), que anunciou o primeiro corte de juros de 2025. A medida, prevista pelo mercado, pressionou a moeda americana, e o dólar recuou frente ao real enquanto investidores monitoram os próximos passos da política monetária nos EUA e no Brasil. A expectativa é que a Selic, taxa básica de juros brasileira, mantenha-se elevada, reforçando a atratividade do real.

Mercado global reage ao corte de juros do Fed

O Fed reduziu a taxa de referência em 0,25 ponto percentual, estabelecendo o intervalo entre 4,00% e 4,25%. Além disso, a instituição indicou a possibilidade de mais dois cortes ainda neste ano. A decisão pressionou o dólar, reforçando o movimento de queda frente a moedas de países emergentes, incluindo o real.

O impacto se refletiu globalmente. O dólar oscilou e investidores ajustaram suas posições. No entanto, especialistas apontam que, embora o corte tenha sido modesto, a sinalização dovish do Fed aumenta a probabilidade de capital fluir para mercados com juros mais atrativos, como o Brasil.

Efeito sobre o Brasil e valorização do real frente ao dólar

A manutenção da Selic em níveis elevados no Brasil contribui para sustentar o real frente ao dólar, tornando o país mais atrativo para investidores estrangeiros. Esse diferencial de juros ajuda a sustentar a valorização da moeda mesmo diante de oscilações pontuais no mercado.

Indicadores domésticos mostram um cenário mais complexo: inflação e produção industrial apresentam moderada estabilidade, enquanto o mercado de trabalho mantém sinais de resiliência, indicando um equilíbrio delicado. Analistas ressaltam que a estabilidade do real dependerá tanto do cenário externo quanto das decisões da política monetária interna.


Análise: Dólar recua com expectativa de corte de juros nos EUA (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Perspectivas para o dólar e próximos movimentos

A primeira redução de juros do Fed em 2025 contou com apenas uma dissidência: Stephen Miran, indicado por Donald Trump, votou a favor de um corte mais agressivo. Economistas afirmam que o ciclo de ajustes será gradual e controlado, garantindo a estabilidade econômica nos EUA.

Com isso, o dólar recua frente ao real, enquanto investidores observam a continuidade dos cortes americanos e as decisões do Copom. O real pode seguir se valorizando, embora movimentos globais e indicadores internos ainda possam provocar novas oscilações.

Deluxe de “Something Beautiful”: Miley Cyrus lança faixas inéditas nesta sexta

Miley Cyrus anunciou que a versão deluxe de “Something Beautiful” chega às plataformas nesta sexta-feira, dia 19, trazendo duas faixas inéditas: “Secrets” e “Lockdown”. A artista promete expandir o universo intimista do álbum com essas novas canções, que devem amplificar ainda mais as temáticas de cura e redescoberta presentes no trabalho original.

A ideia de um relançamento mais robusto já vinha sendo comentada por Miley Cyrus durante as entrevistas de divulgação. Em conversa com a imprensa, ela revelou que havia várias sessões finais de estúdio em que trabalhou em músicas que não encaixaram no corte de 13 faixas, mas que fariam todo sentido em um deluxe. Segundo a cantora, algumas dessas gravações precisaram ser revisitadas para alcançar o tom certo, e o resultado agora poderá ser conferido por completo pelos fãs.

Os admiradores de Miley estão em peso nas redes sociais, criando playlists imaginárias com as novas faixas antes mesmo de ouvi-las. “Secrets” tem sido apontada como uma balada de altíssima carga emocional, enquanto “Lockdown” promete mesclar batidas eletrônicas com letras de resistência interior. Com isso, “Something Beautiful Deluxe” chega embalado não só pela curiosidade de novas músicas, mas pela expectativa de um mergulho ainda mais profundo na arte de Miley.

Carreira de Miley

Miley Cyrus chega a 2025 com a carreira mais forte do que nunca. Em 2024, ela consolidou seu talento ao lançar “Endless Summer Vacation” e o megahit “Flowers”, que quebrou diversos recordes de streaming e rendeu à artista dois Grammys, incluindo Gravação do Ano e Melhor Performance Pop Solo.


Divulgação de novas faixas (Vídeo: reprodução/Instagram/@mileycyrus)



Neste ano, Miley estreou “Something Beautiful” em formato duplo de álbum e filme visual. Lançado em 30 de maio, o projeto alia sonoridade introspectiva e estética cinematográfica para criar uma experiência sensorial única, reforçando sua maturidade artística e visão conceitual provocadora.

Projeto recente de Miley

Em agosto de 2025, a Maison Margiela apresentou sua coleção Outono-Inverno Avant-Première com Miley Cyrus como musa, capturada em retratos oníricos por Paolo Roversi. Nas imagens, a cantora surge com o corpo coberto pela pintura branca característica da técnica bianchetto e calçando as icônicas botas Tabi, em um diálogo entre o efêmero e o atemporal que destaca o conceito de roupas vividas e em constante transformação.


Miley Cyrus para Maison Margiela (Foto: reprodução/Instagram/@masionmargiela)


A parceria faz sentido na medida em que Miley Cyrus encarna a ousadia, a autenticidade e o espírito provocador que definem o legado de Martin Margiela. Ao mesclar a filosofia subversiva da marca com a energia rebelde da artista, a campanha reforça o poder da moda como forma de expressão e reinvenção constantes.