EUA alertam sobre impactos do reconhecimento da Palestina

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, alertou nesta quinta-feira (4) que o reconhecimento da Palestina por outros países pode gerar complicações diplomáticas e regionais. Em visita ao Equador, Rubio afirmou que o reconhecimento poderia dificultar um cessar-fogo e levar a ações indesejadas. Ele também evitou comentar sobre discussões israelenses relacionadas aos conflitos na região de Gaza.

Países que reconhecem o Estado palestino

A Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece a Palestina como estado observador não-membro, o que contribui para que os EUA não reconheçam o país como soberano. Porém, mais de 100 países reconhecem a Palestina, gerando tensão diplomática. Recentemente, Bélgica, Canadá, França, Austrália e Reino Unido anunciaram seu posicionamento na Assembleia Geral da ONU, marcada para o final deste mês.


Mais detalhes sobre a situação da Palestina. (Vídeo/Reprodução/YouTube/CNN Brasil)


O movimento desses países antes da assembleia mostra descontentamento com o avanço israelense no território palestino. Para o presidente americano Donald Trump e o líder israelense Benjamin Netanyahu, essas articulações alimentam o terrorismo na região e fortalecem o grupo Hamas.

As articulações antes da assembleia geral da ONU

Às vésperas da Assembleia Geral da ONU, marcada para o final deste mês, o posicionamento de países influentes na assembleia gerou tensão inesperada, reafirmando o apoio ao reconhecimento da Palestina como Estado. A Bélgica, por exemplo, anunciou medidas restritivas a produtos provenientes de assentamentos israelenses na Cisjordânia, evidenciando um movimento crescente de nações ocidentais para pressionar Israel a reduzir hostilidades e retomar negociações com os palestinos.

Espera-se que a Assembleia Geral seja marcada por debates acentuados sobre os direitos do povo palestino e a expansão de assentamentos em territórios ocupados. Embora resoluções simbólicas possam ser aprovadas, a falta de consenso entre os membros permanentes do Conselho de Segurança, especialmente com o veto dos EUA, limita a eficácia prática dessas iniciativas. Especialistas apontam que, sem ações concretas, os textos terão mais impacto político do que mudanças reais.

Elon Musk é excluído de jantar da Casa Branca com líderes de big techs

O evento acontece nesta quinta-feira (04), na Casa Branca, e irá reunir as principais big techs dos Estados Unidos, entre elas o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, Tim Cook, executivo da Apple, e Sam Altman, CEO da OpenAI.

O empresário sul-africano, dono do X e fundador da Tesla, ficou de fora da lista de convidados. A relação entre Trump e Musk ficou abalada após o empresário deixar o cargo de destaque que ocupava no governo de Trump.

Disputa de poder entre Trump e musk

A relação entre Donald Trump e Elon Musk começou como uma parceria estratégica. Musk investiu pesado na campanha do republicano e chegou a ocupar um cargo de destaque no governo, prometendo cortar gastos. O rompimento ocorreu quando Musk criticou duramente um pacote bilionário de despesas aprovado por Trump, chamando a medida de irresponsável e prejudicial ao déficit público. A crítica pública foi o estopim para o desgaste, com Trump reagindo de forma agressiva e tratando Musk como inimigo político.


Entenda o rompimento de Donald Trump e Elon Musk em detalhes (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

O embate ganhou força nas redes sociais e se intensificou na esfera política. Musk passou a considerar a criação de um terceiro partido e fez acusações que atingiram diretamente a imagem de Trump, enquanto o ex-presidente revidava com ataques pessoais e ameaças de cortar contratos ligados às empresas do bilionário. O que antes era uma aliança de conveniência se transformou em uma disputa aberta por poder e influência.
O impacto do embate entre Donald Trump e Elon Musk no setor tecnológico

O impacto do embate entre Donald Trump e Elon Musk no setor tecnológico

O rompimento entre Donald Trump e Elon Musk provocou turbulência no setor tecnológico. A exclusão de Musk de eventos estratégicos evidencia a ruptura política e afeta diretamente suas empresas, incluindo Tesla e SpaceX. A tensão se refletiu na confiança dos investidores, contribuindo para a queda de 14% nas ações da Tesla em junho de 2025. Ao mesmo tempo, o movimento “Tesla Takedown” ganhou força, com protestos e boicotes que buscam desmoralizar a imagem pública de Musk e de suas empresas.

O conflito também impactou o Vale do Silício. Aliados de Musk foram pressionados a escolher um lado, criando divisões que ameaçam projetos em conjunto, especialmente em inteligência artificial e veículos elétricos. O efeito vai além das empresas diretamente envolvidas, atingindo a confiança do mercado e a colaboração no setor tecnológico americano.

Caso Jeffrey Epstein: brasileira diz ter sido abusada pelo milionário quando criança

Nesta quarta-feira (3), Marina Lacerda, brasileira de 37 anos, revelou ter sido abusada pelo empresário Jeffrey Epstein durante sua adolescência. Lacerda foi uma das vítimas a comparecer a uma entrevista coletiva para pressionar o Congresso dos EUA a aprovar uma lei que obrigue a ampla divulgação dos documentos anexados na investigação do caso. 

De acordo com o depoimento da brasileira, ela teria conhecido o empresário em 2002, após ser convidada a uma proposta de trabalho quando tinha apenas 14 anos. Segundo ela, na época, uma amiga teria a convidado para fazer mensagem em um “cara velho” e, após a realização do trabalho, Marina receberia cerca de US$300.

Depoimento de Marina Lacerda

Em entrevista à ABC News, Marina Lacerda diz ter participado de um grupo de meninas que eram forçadas a ter casos sexuais com Jeffrey Epstein. De acordo com a brasileira, ela teria acreditado que poderia receber uma proposta de emprego do milionário e que, assim, poderia deixar de ser mais uma imigrante e mudar a situação financeira de sua família. 

Ainda de acordo com o depoimento dado ao veículo de notícia, Marina disse que os abusos duraram três anos e, quando ela completou 17 anos, Epstein teria perdido o interesse na adolescente por ser “velha demais”. 

A brasileira contou também que, em 2008, chegou a ser procurada pelo FBI, mas não teria sido ouvida pela Justiça americana, pois o empresário havia feito um acordo judicial. No entanto, em 2013 foi chamada para depor após a investigação ter sido reaberta. 

Entenda o caso Jeffrey Epstein

Jeffrey Epstein ficou conhecido pelos eventos que organizava entre os anos 1990 e 2000, essas festas contavam com a presença de figuras públicas americanas, como políticos e celebridades. Nesse contexto, em 2005, após uma denúncia, a polícia passou a investigar o milionário e concluíram que ele havia cometido crime sexual com mais de 30 meninas.


Segundo jornal americano, Donald Trump teria sido mencionados em documentos anexados na investigação sobre crimes sexuais cometidos pelo empresário Jeffrey Epstein (Foto: reprodução/Davidoff Studios/Getty Images Embed)


Três anos depois do início da investigação, em 2008, Epstein foi condenado e cumpriu 13 meses de detenção por prostituição. Já em 2019, o milionário foi preso novamente, dessa vez, pelo crime de abusar sexualmente de menores de idade. Ainda durante o cumprimento da pena, o empresário foi encontrado morto. De acordo com a autópsia, ele teria cometido suicídio. 

Nesse sentido, após a saída de Elon Musk do governo de Donald Trump, em que o dono da plataforma X acusou o presidente americano de envolvimento no caso Epstein, membros dos partidos Republicano e Democrata passaram a cobrar a Justiça dos EUA para mais investigações, visando maiores esclarecimentos sobre o possível envolvimento de pessoas públicas no processo. No entanto, em julho deste ano, o FBI em parceria com o Departamento de Justiça do governo Trump informou que não havia evidências da participação de outros suspeitos e, por isso, os documentos anexados no processo contra o empresário não poderiam ser divulgados publicamente.

Dessa forma, o caso passou ser mais ainda comentado após a publicação do Wall Street Journal sobre as supostas menções de Trump nos arquivos do processo, opositores e apoiadores do presidente dos EUA se organizaram no Congresso a fim de aprovar um projeto de lei que obrigue a Justiça dos EUA a divulgar à sociedade americana todos os documentos anexados na investigação. 

Suposta ligação de Trump no caso Epstein

Em julho desse ano, o Wall Street Journal publicou uma reportagem intitulada “Os amigos de Jeffrey Epstein enviaram-lhe cartas obscenas para o álbum do 50° aniversário. Uma delas era de Donald Trump” nela, o jornal afirma que o nome do presidente americano é mencionado diversas vezes nos documentos anexados na investigação.

De acordo a reportagem, em 2003, Trump teria enviado um cartão de aniversário a Epstein o parabenizando pelos seus 50 anos. Nesse cartão, segundo o jornal, havia o desenho de uma mulher nua, além da seguinte mensagem: “que todo dia seja um novo segredo maravilhoso”, ao lado, um desenho de uma mulher nua. 

Além de Trump, o veículo também acusa a menção de outras figuras públicas no caso. Ainda assim, mesmo que possivelmente o nome do presidente dos EUA tenha sido referido na investigação, não há comprovações de que ele tenha cometido algum delito, apenas comprova sua relação com Epstein. Após a publicação da reportagem, Donald Trump processou judicialmente o jornal americano Wall Street pela acusação.

Ministro do interior da Venezuela condena ataque dos EUA a barco

Um ataque militar americano matou 11 pessoas num barco terça-feira (02), no Sul do Caribe, próximo à Venezuela. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, informou que o ataque faz parte da campanha contra o narcoterrorismo.

Já o ministro do interior da Venezuela, Diosdado Cabello, na quarta-feira (03) no canal de TV (Con el mazo dando). Transmitido pela rede venezolana de Televisión (VTV), ele comentou sobre o ocorrido e criticou o ataque dos EUA. Cabello chamou de “Barbárie”, ainda acusou os EUA de violação do direito internacional, por um lado tem discursos de direitos humanos e por outro faz esses ataques.  

Campanha americana 

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, confirmou que o ataque foi realizado alegando que a embarcação transportava uma grande quantidade de drogas. O Departamento de Defesa (DoD), porém, não divulgou detalhes da operação, tampouco apresentou provas que justifiquem tamanha letalidade. Tanto o secretário de Estado, Marco Rubio, quanto o secretário de Defesa, Pete Hegseth, reforçam o discurso de que a campanha tem como objetivo combater o narcoterrorismo e interromper as rotas de tráfico na região.

Ainda assim, as ações do governo americano levantam questionamentos sobre a legalidade da operação, já que, em diversas ocasiões, o Pentágono se manteve em silêncio e não apresentou evidências de que os ataques tenham sido, de fato, direcionados exclusivamente a narcotraficantes. Apesar da falta de clareza e comprovações, Trump não demonstra intenção de recuar. Ao contrário, sinaliza que a chamada “guerra contra o narcotráfico” só deverá ser encerrada com a prisão dos principais líderes de cartéis ou até mesmo a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.


Navio anfíbio USS Iwo Jima (Foto/reprodução/JONATHAN NACKSTRAND/Getty Images Embed)


Tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela

Em 2020, o Departamento de Justiça dos EUA denunciou o presidente venezuelano Nicolás Maduro por narcoterrorismo, vinculando-o à rede conhecida como Cartel dos Soles. 

Em março de 2025, Trump revogou licenças concedidas à Chevron para operar na Venezuela, revertendo concessões da administração de Biden e aplicou uma imponente tarifa de 25% sobre produtos importados de países que comprem petróleo venezuelano. 


Matéria CNN Brasil sobre ataque dos EUA a barco Vídeo:(reprodução/X/CNNBrasil) 

Em julho de 2025, o Tesouro dos Estados Unidos classificou o Cartel de los Soles como uma organização terrorista global. Na mesma ocasião, Washington dobrou a recompensa pela captura de Nicolás Maduro, elevando o valor para US$ 50 milhões.

No mês seguinte, em agosto, o governo americano deslocou para a costa da Venezuela três destróieres, um submarino nuclear, navios anfíbios e cerca de 4 mil militares. A operação foi apresentada como parte da campanha contra o narcoterrorismo, mas Caracas classificou a medida como um ato de agressão. Em resposta, o governo venezuelano mobilizou milhões de milicianos bolivarianos, além de forças policiais e militares, alertando que, em caso de ataque, o país se transformaria em “uma República em armas”.

Agora, em setembro, o cenário se agravou com o ataque a uma embarcação que resultou na morte de 11 pessoas, aumentando ainda mais as tensões na região.

EUA prometem intensificar ações contra cartéis venezuelanos

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, na data de ontem, quarta-feira (3), informou que as operações contra o narcotráfico internacional não apenas continuarão, mas devem se intensificar nas próximas semanas, sob o comando de Donald Trump.  A declaração ocorreu após um ataque militar estadunidense, realizado terça-feira (2), que resultou na morte de 11 pessoas a bordo de uma embarcação suspeita de transportar drogas, identificada como sendo venezuelana. 

Apesar da repercussão internacional, pouco se sabe sobre a operação, uma vez que as autoridades dos EUA não revelaram com precisão quais substâncias ilícitas estariam no barco ou qual base legal foi utilizada para justificar o uso da força em águas internacionais. O Pentágono permanece em silêncio sobre a forma exata do ataque, e o que se sabe até o momento é que a embarcação foi completamente destruída, e nenhuma pessoa sobreviveu à ofensiva.

Declarações

A ofensiva marca a primeira ação pública desde que o governo Trump enviou navios de guerra ao sul do Caribe, em uma escalada de combate aos cartéis de drogas na região sul-americana, sobretudo contra o governo de Nicolás Maduro. 

Em entrevista à Fox News, Hegseth justificou a ação como parte de uma missão “extremamente séria” e declarou que qualquer embarcação associada a organizações narcoterroristas será tratada da mesma maneira. “Temos recursos no ar, na água e em navios. Esta missão não vai parar aqui”, afirmou. O presidente Donald Trump reforçou o discurso, afirmando que o grupo a bordo pertencia à gangue venezuelana “Tren de Aragua“, classificada como organização terrorista pelos EUA em fevereiro. Ele alegou, sem apresentar provas, que “quantidades massivas de drogas” estavam sendo transportadas.


Publicação referente a ofensiva dos EUA no mar do Caribe (Vídeo: reprodução/X/@WhiteHouse)


A narrativa de Trump foi endossada por outras figuras do alto escalão do governo estadunidense. O secretário de Estado Marco Rubio, em viagem à Cidade do México, disse que “ações similares já estão sendo preparadas” e que os EUA “não pedirão permissão para defender seu povo”. Discurso alinhado com o de Pete Hegseth, quando questionado sobre a crescente tensão com a Venezuela: “A única pessoa que deveria estar preocupada é Nicolás Maduro, chefe de um narcoestado”, declarou Hegseth. A administração Trump, inclusive, dobrou a recompensa para US$ 50 milhões, por informações que levem à prisão de Maduro.


Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA em entrevista à Fox News (Vídeo: reprodução/X/@DODResponse)

No entanto, a operação gerou críticas dentro e fora dos EUA. Para especialistas, o governo estadunidense não tinha o direito de realizar a ofensiva, mesmo sob alegação de que fora praticada em alto-mar. Ainda que tenha como base a declaração de Marco Rubio de que era “um barco cheio de cocaína ou fentanil”.

Na Venezuela, tanto o governo quanto membros da oposição levantaram dúvidas sobre a veracidade do vídeo divulgado por Donald Trump, mostrando o momento exato do ataque à embarcação. Eles alegam que as imagens podem ter sido manipuladas digitalmente, algo ainda sob investigação por agências internacionais de verificação.

Controvérsias

Enquanto o governo Trump insiste que se trata de uma guerra contra o narcotráfico, críticos veem na ação uma tentativa de justificar uma possível intervenção militar na Venezuela. Contudo, a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, apoiou a ofensiva, dizendo que ela salva-vidas “em ambos os lados do continente”. No entanto, nomes da oposição, como Henrique Capriles, levantaram dúvidas sobre a ofensiva realizada pelo governo estadunidense: “Como sabiam que eram venezuelanos? Como contaram exatamente 11 mortos? Alguém recuperou documentos no mar?”, questionou o ex-candidato à presidência venezuelana.


Entrevista de María Corina Machado à Fox News sobre o governo de Nicolás Maduro (Vídeo: reprodução/Instagram/@mariacorinamachado)


O incidente é visto por parte da comunidade internacional como o início de uma nova e controversa fase da política externa de Donald Trump na América do Sul. Nos últimos dias, a chegada de militares, navios e armamentos de guerra tem se intensificado no mar do sul do Caribe. Cerca de 4.500 combatentes, entre fuzileiros navais e marinheiros, foram deslocados para a região em uma ofensiva contra o cartel “Tren de Aragua” que, segundo informações, possui ramificações em países latino americanos e, também, na Flórida, nos EUA. Para o alto escalão do governo Trump, este é apenas o início da guerra travada entre o governo estadunidense e o narcotráfico na América do Sul.

Cardi B é absolvida em processo de agressão movido por ex-segurança

Cardi B, a rapper norte-americana de 32 anos, foi absolvida das acusações de agressão num processo cível movido por Emani Ellis, antiga segurança de um edifício. O caso, que se prolongava desde 2018, teve origem num desentendimento nos corredores de um consultório médico, onde Ellis trabalhava e Cardi frequentava, na época, para consultas devido à sua gravidez

Alegações

Assim que deixou o tribunal, a Cardi B não hesitou em expressar sua gratidão à equipe de defesa, aos membros do júri e a todos os fãs que a apoiaram e torceram para a mesma ser inocentada. Visivelmente tocada, ela compartilhou o quão difícil foi para ela não poder estar presente no início do ano letivo de seus filhos devido ao julgamento.

A transmissão do julgamento pela Court TV atraiu muita atenção, especialmente nas redes sociais. Cardi B testemunhou ao longo de dois dias e comentou, em tom leve, sobre como sua agenda andava mais cansativa, dividida entre o trabalho no estúdio e as obrigações no tribunal. Ela mencionou que precisava acordar às 5h30 da manhã para se preparar para as sessões.

Mesmo no meu leito de morte, eu direi: eu não toquei naquela mulher”, afirmou a rapper.


Momento que Cardi B cochilou no julgamento (Vídeo:reprodução/Instagram/@sitevagalume)


Momentos singulares

No decorrer das audiências, Cardi foi vista tirando um cochilo no meio da audiência no tribunal. Imediatamente após sair do prédio, a artista de rap jogou uma caneta em um repórter que a questionava repetidamente sobre os boatos de uma suposta gravidez do seu ex-parceiro e também rapper norte-americano Offset.

Ron Rosen Janfaza, o advogado de defesa da ex-segurança, comunicou que sua cliente tem a intenção de apelar da decisão judicial. Ellis, não satisfeita, comentou sobre a conduta de Cardi B ao longo do processo, classificando a rapper como “desrespeitosa”, “pouco profissional” e ainda como uma afronta a todos que estavam na audiência.

Lady Gaga lança “The Dead Dance” na trilha de Wandinha

Lady Gaga surpreendeu os fãs ao lançar a inédita “The Dead Dance”, música que já chega como um dos pontos altos da trilha sonora da segunda temporada de “Wandinha”. O lançamento aconteceu junto aos novos episódios da série, disponibilizados nesta madrugada, e imediatamente movimentou as redes sociais, que celebraram a parceria inesperada.

Com direção de ninguém menos que Tim Burton, o videoclipe da faixa estreou ainda hoje, às 13h, prometendo uma estética sombria, carregada de referências góticas que dialogam perfeitamente com o universo da personagem de Jenna Ortega. Gaga não apenas empresta sua voz, mas também aparece na série, reforçando o ar macabro e estilizado que conquistou o público na primeira temporada.

Uma música que já nasceu icônica

“The Dead Dance” chega com a assinatura marcante de Lady Gaga, misturando elementos eletrônicos e orquestrais que evocam uma atmosfera sombria e teatral. O resultado é uma faixa que não apenas complementa a trama, mas também se sustenta como um trabalho autêntico da artista. Fãs já apontam que a música tem potencial para se tornar um dos grandes hits da cantora.


Publicação da Lady Gaga com sua música na trilha sonora da série Wandinha (vídeo: reprodução/Instagram/@ladygaga)


A parceria com “Wandinha” surge em um momento estratégico, já que a série vem sendo um dos maiores sucessos recentes da Netflix. O tom gótico da produção casa perfeitamente com a estética de Gaga, conhecida por unir moda, música e performance em narrativas visuais ousadas. Não à toa, o anúncio tomou conta das redes sociais logo após a estreia dos episódios.

Estética sombria e a marca de Tim Burton

O videoclipe de “The Dead Dance” marca mais uma colaboração de Tim Burton com o universo de “Wandinha”, desta vez com Lady Gaga como protagonista. As primeiras imagens já revelam uma produção carregada de simbolismos visuais, figurinos extravagantes e ambientação obscura, que remetem ao estilo clássico do diretor.

Essa combinação entre Gaga e Burton promete ser memorável, reunindo duas forças criativas que compartilham uma mesma linguagem estética. Se por um lado Burton entrega o imaginário gótico, Gaga soma teatralidade e intensidade interpretativa, resultando em uma experiência audiovisual completa.

Congresso Americano torna público arquivos do caso Jeffrey Epstein, condenado por exploração sexual menores

Um comitê da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos divulgou nesta terça-feira (2) mais de 30 mil páginas enviadas pelo Departamento de Justiça sobre o caso de Jeffrey Epstein, condenado por exploração sexual e facilitação à exploração de menores, e de sua ex-namorada, Ghislaine Maxwell. A divulgação dos arquivos secretos foi promessa de campanha de Donald Trump e voltou à tona em junho deste ano, após Elon Musk mencionar que o nome do presidente constava nas investigações. 

Imagens e entrevistas do caso Epstein 

Morto em 2019, Jeffrey Epstein foi um bilionário financista que administrava grandes fortunas em Wall Street, conhecido por ser próximo de poderosos como o presidente americano, Donald Trump, o príncipe britânico, Andrew, e o empresário Bill Gates. Em 2008, Epstein foi condenado por exploração sexual e facilitação à exploração de menores. Após um acordo polêmico, cumpriu 13 meses de prisão e recebeu imunidade contra acusações federais. 

Em 2019, Jeffrey foi novamente acusado e preso por tráfico sexual. Um mês depois da prisão, aos 66 anos, ele foi encontrado morto com sinais de suicídio. O agressor aguardava novo julgamento. 


Protesto na Times Square, NY, com outdoor com a frase: “Trump, por que você não divulga os arquivos do Epstein?” em julho deste ano
(Foto: reprodução/Adam Gray/Getty Images Embed)


Os arquivos divulgados pelo Congresso Americano incluem centenas de imagens, vídeos com entrevistas das vítimas com o rosto à mostra e 33 mil páginas de processos antigos relacionados a Epstein e sua ex-namorada, Ghislaine Maxwell. A oposição, como o deputado democrata Robert Garcia, da Califórnia, criticam o ato por ter liberado grande parte dos documentos que já eram públicos. 

Ligação com Trump 

Entre os anos de 1990 e 2000, o agressor sexual manteve relações de amizade com o presidente dos EUA, Donald Trump. O presidente nunca foi investigado pelo caso e, segundo ele, se afastou de Jeffrey após o conhecimento das denúncias. Na sua campanha presidencial de 2024, Trump prometeu que, sendo eleito, tornaria público os arquivos dos documentos secretos da investigação do caso e questionou a ausência de uma lista de clientes de Epstein. 


Registro de Donald Trump em festa com Jeffrey Epstein em 1992
(Vídeo: reprodução/YouTube/CNBC television)


Em junho deste ano, durante briga com Trump, o bilionário Elon Musk publicou no X que o nome do presidente aparecia nos arquivos da investigação, o que fez com que o caso voltasse à mídia. Musk apagou a postagem e pediu desculpas. Um mês depois, o Departamento de Justiça americano afirmou que Epstein cometeu suicídio e que não havia uma “lista de clientes”. 

NFL: Chiefs e Chargers se enfrentam ao vivo nesta sexta-feira, em São Paulo

O futebol americano vai retornar à Neo Química Arena, em São Paulo, na sexta-feira, 5 de setembro de 2025. Mais uma vez, a NFL escolheu o Brasil como palco para o segundo jogo da rodada da primeira semana da temporada.

Desta vez, o embate será entre Kansas City Chiefs e Los Angeles Chargers, um duelo de divisão que promete empolgar os fãs da modalidade. No ano passado, também numa sexta-feira, o encontro foi entre o Green Bay Packers e Philadelphia Eagles.

Fãs podem esperar grande evento

Pela primeira vez, Los Angeles Chargers e Kansas City Chiefs irão jogar em solo brasileiro pela NFL. O aguardado duelo entre Patrick Mahomes e Justin Herbert, dois dos melhores quarterbacks da atualidade, acontecerá em Itaquera. Será também a estreia do YouTube transmitindo uma partida da liga realizada no Brasil para todo o mundo. No território nacional, a cobertura ficará por conta do Sportv, que agora detém os direitos oficiais, além do GE TV (canal do Grupo Globo no YouTube), ESPN, Cazé TV (YouTube) e do NFL Gamepass.


Chiefs e Chargers promete ser um jogaço para os fãs brasileiros da NFL (Foto: reprodução/X/Chiefs)

O início do evento está marcado para às 21h, antecedido por um pré-show comandado pelo DJ KVSH a partir das 20h. Já a execução do hino nacional brasileiro ficará a cargo da cantora Ana Castela. No intervalo, a estrela colombiana Karol G, vencedora do Grammy, promete agitar o público com sua sonoridade pop latina.

Ao longo da semana em São Paulo, os admiradores da NFL poderão participar de várias atividades especiais organizadas pela franquia de Kansas City. Já no Rio de Janeiro, os torcedores também terão sua vez: a cidade será palco do evento “NFL Experience”, uma watch party oficial realizada no Armazém da Utopia, com início às 19h e transmissão ao vivo no mesmo dia do jogo. Na Chiefs House, o público terá acesso a uma vivência gratuita e totalmente imersiva nos dias 4 e 5 de setembro. O espaço contará com apresentações de DJs, presença do mascote KC Wolf, performances das líderes de torcida, participação de ex-atletas da equipe e diversas outras atrações.

Temporada passada

O Kansas City Chiefs chegou ao Super Bowl da temporada passada, mas não conseguiu repetir a glória de outras temporadas e acabou derrotado pelo Philadelphia Eagles por 40 a 22. A equipe de Patrick Mahomes viu os Eagles se imporem nos momentos decisivos, principalmente defensivamente, visto que o quarterback de Kansas sofreu 2 interceptações na partida. 

Nesta nova temporada, os Chiefs se apegam a mística do jogo no Brasil, já que os Eagles foram campeões após terem começado sua trajetória vencendo justamente os Packers em Itaquera.

Lady Gaga e Bruno Mars fazem história com “Die With a Smile” no Top 10 da Billboard

A colaboração de Lady Gaga e Bruno Mars, “Die With a Smile”, fez história ao se tornar a primeira música, e ao mesmo tempo a primeira parceria, capaz de permanecer 50 semanas no Top 10 da Billboard Hot 100. Esse feito histórico também consagrou Lady Gaga como a primeira mulher na história a alcançar essa marca de longevidade na parada, consolidando ainda mais seu legado de inovadora e hitmaker incansável.

Desde seu lançamento em agosto de 2024, a balada conquistou o público com sua melodia emotiva e a interpretação poderosa de ambos os artistas, mantendo-se firme entre os sucessos mais tocados nos Estados Unidos. O recorde de permanência no Top 10 pertencia à colaboração entre The Kid LAROI e Justin Bieber com “Stay” mas “Die With a Smile” superou recentemente 45 semanas de presença ininterrupta na região nobre da parada.

Outros prêmios

A canção quebrou diversos recordes de streaming global: tornou-se o single mais rápido da história a ultrapassar 1 bilhão de plays no Spotify. Esse percurso inédito evidencia não apenas a sintonia perfeita entre Gaga e Mars, mas também o poder de uma música capaz de atravessar gerações, estilos e formatos, redesenhando parâmetros de sucesso na era digital.


Lady Gaga em gravações de “Die With a Smile” (Foto: reprodução/Instagram/@ladygaga)


Die With a Smile

Die With a Smile nasceu da química perfeita entre duas vozes emblemáticas do pop, e se destaca pela melodia suave que contrasta com seu tema profundamente sentimental. A letra captura a urgência de aproveitar cada instante ao lado de quem amamos, especialmente quando o mundo parece desabar.


Lady Gaga em gravações de “Die With a Smile” (Foto: reprodução/Instagram/@ladygaga)


A letra captura a urgência de aproveitar cada instante ao lado de quem amamos, especialmente quando o mundo parece desabar. O videoclipe oficial soma mais de 1,29 bilhão de visualizações no YouTube, com direção assinada por Daniel Ramos & Bruno Rodrigues, e exibe cenas intimistas que reforçam a conexão entre os artistas e a plateia global.