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Na tarde dessa última terça-feira(11), o Irã atacou fortemente Israel com mais de 180 mísseis lançados contra Israel.“Neste momento, entendemos que foram aproximadamente 180 projéteis”, disse um porta-voz das Forças de Defesa de Israel. Isso acendeu um sinal de alerta nos EUA que já se organiza para ajudar seu aliado.
Estados Unidos se posicionam no conflito
Diretamente da sala de crises na Casa Branca, o presidente dos Estado Unidos e a vice presidente Kamala Harris tem recebido informações constantes da situação no Oriente médio.
O Irã confirmou no último dia primeiro de outubro que fez uma série de ataques contra o país Israelense. Durante o início da agressividade Iraniana, as forças armadas de Netanyahu ligaram e soaram sirenes em Tel Aviv, avisando a população do que estava ocorrendo.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Sean Savett, publicou no X que além do monitoramento em tempo real que Joe Biden tem recebido da guerra no Oriente Médio ele também enviou tropas norte-americanas para o confronto. O presidente “instruiu as forças armadas dos EUA a ajudar na defesa de Israel contra os ataques e a abater mísseis que visam Israel”.
Joe Biden (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Anadolu)
Resposta Iranina e conflito no Oriente Médio
“A resposta legal, racional e legítima do Irã aos atos terroristas do regime sionista — que envolveu alvejar cidadãos e interesses iranianos e infringir a soberania nacional da República Islâmica do Irã — foi devidamente executada”, disse o porta-voz do País em uma postagem no antigo Twitter.
E completou afirmando que se o país de Benjamim Netanyahu ousar responder sofrerá um ataque “esmagador”, como resposta.
O ataque Iraniano acontece depois de Nassah, líder do Hezbollah acabar morto após um bombardeio de Israel, além da guerra na faixa de Gaza continuar vitimando milhares de famílias inocentes, a alegação israelita aos bombardeios, é que o Hamas, grupo terrorista, tem reféns israelenses em seu território.
A cantora Ludmilla, de 29 anos, foi uma das convidadas a prestigiar um evento promovido pela Queen Beyoncé, durante sua passagem por Paris. A artista relatou estar vivendo um sonho, após receber o convite da diva.
O evento exclusivo aconteceu na última segunda (30), e foi organizado pela popstar internacional, durante a Semana da Moda de Paris.
O evento e as novidades
Ludi contou ter tido a honra de dançar com Beyoncé, durante o lançamento da marca de whisky da Queen, ela relatou que é tudo de bom, afirmando que o whisky é maravilhoso, que Beyoncé faz tudo com excelência.
Beyoncé em publicação (Vídeo: reprodução/Instagram/@beyonce)
Durante um momento da entrevista para a Vogue, a brasileira falou sobre sua passagem no Paris Fashion Week e disparou:
Frequentar a Semana de Moda era um sonho que eu tinha há muito tempo. Está tudo sendo muito novo e divertido pra mim.
Como mulher preta vinda da periferia, ela sabe que o caminho é desafiador, mas está disposta a mergulhar de cabeça nessa nova aventura”.
Sobre sua carreira, a cantora afirmou confiante, que é uma parte do seu estilo e que gostaria de mostrar isso para o mundo. A cantora ainda adiantou que está bastante empolgada em introduzir camisas de futebol, durante seus shows e clipes.
Em uma nova fase para sua carreira e vida, agora Ludmilla está morando em Miami, levando sua energia vibrante para outro país. Ela afirmou estar bem animada com essa a mudança e adaptações ao novo estilo de vida e ainda disse que sempre ora antes de entrar no palco, na certeza de que tudo vai dar certo.
Segundo informações de um segurança brasileiro que trabalhou na festa, as artistas estiveram muito próximas durante todo o evento, interagindo uma com outra, trocando sorrisos e tirando muitas fotos juntas, durante momentos de descontração ao som de um bom funk.
Curiosidades
Para o evento, Ludmilla usou um vestido avaliado em R$ 5,7 mil, da grife Mugler, com detalhes em recortes laterais, e para compor a peça um bracelete e colar de ouro.
Ludmilla em desfile (Fotos: reprodução/Instagram/@ludmilla)
Um fato curioso é que os convidados tiveram seus celulares confiscados ao chegarem no evento e todos os registros foram feitos por uma empresa contratada por Beyoncé. Só resta aos fãs aguardarem a divulgação das fotos do evento, que segundo fontes será em breve.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou recentemente ter sido informado pelo Serviço de Inteligência dos EUA sobre ameaças reais e concretas de assassinato feitas pelo governo iraniano. De acordo com a equipe de campanha de Trump para 2024, essas ameaças fazem parte de uma tentativa do Irã de desestabilizar o cenário político norte-americano e vingarem a morte do general Qassem Soleimani, em 2020.
As tensões entre os EUA e o Irã permanecem em alta desde o ataque que matou Soleimani, um dos principais comandantes militares iranianos. A recente declaração de Trump reabre o debate sobre a influência iraniana nas políticas internacionais e os riscos que ele, como figura pública, enfrenta.
Alertas de ameaças vindas do Irã à Trump — (Vídeo: Reprodução/YouTube/UOL)
Ameaças reais e específicas
Segundo informações divulgadas pela campanha de Trump, o ex-presidente foi informado pela Direção Nacional de Inteligência dos EUA (ODNI) de que existem ameaças específicas contra sua vida, supostamente orquestradas por Teerã.
“O Irã já fez movimentos que falharam, mas eles tentarão novamente“, afirmou Trump em sua rede social, X. Ele complementou dizendo estar cercado por “mais homens, armas e munição do que jamais viu antes“.
A inteligência americana, no entanto, não revelou maiores detalhes sobre os supostos planos de ataque, embora essas ameaças estejam ligadas à retaliação pela morte de Soleimani. O general iraniano foi morto em um ataque aéreo ordenado por Trump em janeiro de 2020, durante sua presidência, gerando uma escalada de tensões entre os dois países.
Soleimani, general iraniano (Foto: Reprodução/ Office of the Iranian Supreme Leader / AP / g1)
Irã e a instabilidade geopolítica
Especialistas apontam que essa postura do Irã, especialmente voltada para ex-autoridades americanas, faz parte de uma tentativa maior de desestabilizar a política dos EUA, especialmente em anos eleitorais. Além disso, relatos de que o Irã tem utilizado hackers para interferir em eleições norte-americanas sugerem que o país está explorando várias frentes de ataque.
Em setembro de 2024, Trump mencionou que estava sendo alvo de outra tentativa de assassinato em seu resort na Flórida, embora ainda não se tenha vinculado diretamente o Irã a esse incidente específico.
Conexões e outras tentativas de assassinato
O caso mais recente não é o único relacionado ao Irã. Um cidadão paquistanês com supostos vínculos com o regime iraniano foi acusado de planejar o assassinato de um político americano em resposta à morte de Soleimani. Apesar de Trump ter sido mencionado como alvo potencial, o suspeito negou que o plano envolvia a morte do ex-presidente.
Em 2023, houve relatos de que hackers iranianos tentaram influenciar as eleições nos EUA, enviando e-mails de campanha roubados de Trump e Biden para manipular eleitores.
Além disso, um homem foi preso em setembro após realizar disparos nas proximidades de um campo de golfe frequentado por Trump, na Flórida. Identificado como Ryan Wesley Routh, o atirador estava em posse de um fuzil AK-47 e uma câmera. Ele foi formalmente acusado de tentativa de assassinato, elevando ainda mais a preocupação com a segurança do ex-presidente.
Ryan Wesley Routh — (Foto: Reprodução/Hédi Aouidj/AP/ny1)
As autoridades dos Estados Unidos estão em alerta máximo, especialmente com a aproximação das eleições de 2024, temendo que os ataques possam interferir no processo eleitoral. Hackers iranianos, por exemplo, já foram acusados de realizar operações cibernéticas contra campanhas presidenciais anteriores, inclusive de Joe Biden, em 2020. Embora o Irã negue consistentemente as acusações, a preocupação sobre interferências externas permanece alta.
Trump imediatamente após uma tentativa de assassinato (Foto: Reprodução/Photo/Evan Vucci / BBC News Brasil)
Com essas novas ameaças, a equipe de campanha de Trump afirma que está tomando todas as medidas necessárias para garantir a proteção do ex-presidente, sem deixar que a intimidação afete o andamento das eleições.
Nesta segunda-feira (16), o TikTok esteve frente a frente com o governo dos Estados Unidos em uma audiência no Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia. O tema central foi a contestação da plataforma e de sua empresa-mãe, ByteDance, contra a lei que obriga a venda do aplicativo de vídeos curtos por seus proprietários chineses, sob risco de proibição nos EUA.
Tensões entre Estados Unidos e China
A decisão vem em meio a tensões crescentes entre EUA e China, com o governo americano alegando preocupações de segurança nacional, e o aumento de
A lei em questão foi aprovada pelo Congresso dos EUA em abril, dando prazo até janeiro de 2025 para que a ByteDance deixe de ser proprietária do TikTok. Caso contrário, o aplicativo será banido do país.
Protestos contra o banimento da plataforma de vídeos vem sendo realizados no país (Foto: reproduçao/NewsAnna Moneymaker/Getty Images Embed)
A administração do presidente Joe Biden vem argumentando que alcance da plataforma em solo americano poderia ser utilizado pela China para obter dados de usuários e influenciar conteúdos, ameaçando a segurança nacional.
Proibição violaria à primeira emenda, da constituição do país
Por outro lado, a defesa do TikTok rebate que a proibição seria uma violação à Primeira Emenda, que protege a liberdade de expressão. A empresa afirma que a plataforma dá voz a 170 milhões de americanos e que a venda forçada poderia prejudicar a tecnologia que torna o aplicativo único.
O aplicativo ainda é amplamente conhecido pelo seu apelo entre o público jovem, que consome intensamente a plataforma.
Especialistas acreditam que, independentemente da decisão do Tribunal de Apelações, o caso será levado à Suprema Corte, que terá a difícil tarefa de equilibrar questões de liberdade de expressão e segurança nacional. Enquanto isso, o futuro do TikTok permanece incerto nos Estados Unidos.
Após sentir um distanciamento na relação com seus filhos Brad Pitt está considerando deixar os Estados Unidos e se mudar para a Europa. O artista acredita que Angelina Jolie, sua ex-esposa, teria feito com que os filhos do casal se voltassem contra ele.
Brad Pitt e Angelina Jolie com seus filhos em seu casamento (Foto: Reprodução/Instagram/@bradpittofflcial)
As informações seriam de uma pessoa próxima do artista, e publicado pela revista norte-americana Life & Style. A pessoa contou que Brad Pitt deu inicio ao planejamento de mudança para a Europa ao lado de sua namorada, a empresária Ines de Ramon. Portanto seu amigo George Clooney também estaria influenciando sua decisão de ir morar na Europa.
“O Brad Considerou Los Angeles sua casa por muito tempo”, disse a pessoa próxima ao ator. “É onde sua produtora e vários de seus imóveis estão, e ele sempre achou o lugar ideal para manter contato com os filhos e oferecer estabilidade. No entanto, ele mal os tem visto, o que tem sido devastador para ele”.
Brad Pitt vende casa de infância dos filhos por razões emocionais
Segundo a pessoa próxima a Pitt, o ator vendeu a casa onde as crianças cresceram sendo resultado do efeito emocional provocado pelo distanciamento de seus filhos. “Ele estava sentindo tudo muito vazio e queria se afastar das memórias locais”.
E logo em seguida adicionou: “Ele ainda se sente dividido por estar perto dos filhos, mas distante. Agora, acredita que mudar de ambiente pode ajudar sua mente, enquanto espera e torce para se reaproximar deles”.
Amigo oferece suporte a Brad Pitt em sua decisão de mudar para a Europa
A pessoa próxima disse também sobre o apoio que o amigo George Clooney tem dado a Brad Pitt nesse momento. O George tem convencido Brad Pitt de que a vida na Europa é mais tranquila, mesmo administrando uma produtora à distancia. Brad, que já ama a França, a Itália e passa muito tempo no Reino Unido, vê com bons olhos a ideia de deixar os EUA para um novo começo.
Mantendo o forte tom anti-imigração, o candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, prometeu nesta sexta-feira (13), realizar a “maior deportação em massa da história dos Estados Unidos”, caso seja eleito nas próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Ainda durante o anúncio, ele afirmou que as deportações devem começar por Springfield, em Ohio. A cidade, inclusive, tem sido alvo de boatos sobre imigrantes haitianos que estariam comendo animais de estimação, rumores que já foram desmentidos.
Deportações vem sendo tema importante na campanha de Trump
As deportações em massa, que têm sido reiteradas em várias outras ocasiões, reforçam o posicionamento anti-imigração de Trump. O ex-presidente vem utilizando a retórica de que as cidades dos Estados Unidos estão sendo “inundadas de imigrantes ilegais”, vindos “em níveis nunca antes vistos, provenientes de prisões, cadeias, instituições mentais e asilos”, embora muitas dessas informações já tenham sido desmentidas por autoridades competentes.
Trump durante comício de campanha (Foto: reprodução/Instagram/@realdonaldtrump)
Ainda na coletiva realizada na última sexta-feira, ele afirmou que imigrantes e refugiados sem documentos vêm cometendo estupros e “assumindo empregos de hispânicos e afro-americanos”, mantendo sua linha de acusações contra esses grupos.
Venezuelanos também são alvos de Trump
Outro grupo que também vem recebendo acusações do candidato são os venezuelanos. Em uma fala do ex-presidente, ele afirmou: “Limparam suas cadeias na Venezuela — esvaziaram os ninhos, como são chamadas — de más pessoas. Todas estão agora nos EUA e estão tomando cidades. É como uma invasão”. Além dessa situação, ele declarou que gangues venezuelanas armadas com AR-15 estão tomando conta de Aurora, cidade do Colorado. No entanto, de acordo com o prefeito da cidade, Mike Coffman, que falou à “CBS News”, embora exista alguma atividade de gangues em dois complexos de apartamentos, a acusação de Trump é “grosseiramente exagerada”.
O boato começou a circular quando uma imagem, supostamente nos arredores de Springfield, Ohio, foi postada nas redes sociais. O usuário relatou que “a amiga da filha do vizinho” teria visto um gato pendurado em uma árvore. Ainda segundo o relato, o animal teria sido desossado e comido por haitianos. Após a divulgação, o candidato a vice-presidência, JD Vance, afirmou ter recebido denúncias do tipo, embora ele mesmo tenha admitido que os relatos poderiam ser falsos.
Jon Bon Jovi, de 62 anos, salvou uma mulher que se jogaria de uma ponte em Nashville, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (10) Um vídeo divulgado pelas redes sociais pelo Departamento de Polícia de Nashville mostra o instante em que o cantor percebe que a mulher iria pular da passarela e vai até ela para ajudá-la.
Ação heroica
Jon Bon Jovi, um dos roqueiros mais famosos do mundo, está se tornando notícia por um feito que transcende a música: salvar uma vida. O astro norte-americano, conhecido por hits como “It’s my life” e “Misunderstood”, contribuiu para a retirada de uma mulher da beira de uma ponte em Nashville, nos Estados Unidos, na última terça-feira (10/9).
Caricatura de Bon Jovi (reprodução/Instagram/@bonjovi)
O momento foi captado por câmeras de monitoramento e as imagens foram divulgadas pelo Departamento de Polícia Metropolitana de Nashville, que elogiou a atitude de Bon Jovi.
A polícia de Nashville confirmou que o músico foi o responsável pela salvaguarda da esposa. “Somos todos responsáveis por garantir a segurança de nossos semelhantes”, afirmou o chefe de polícia John Drake.
Momento do salvamento
Segundo a imprensa dos Estados Unidos, Jon Bon Jovi estava na ponte para pedestres John Seigenthaler, sobre o rio Cumberland, para gravar um clipe. Após o término do serviço, ele ainda estava no local quando viu uma mulher de vestido azul já no lado de fora da proteção da ponte.
Momento que Bon Jovin salvou a mulher (reprodução/Instagram/@metropoles)
O cantor acenou para a mulher, começou a conversar com ela e se aproximou dela com outra pedestre. Os dois, então, conseguiram levar a mulher para um local seguro. Depois, Bon Jovi ainda conversou com a mulher e ficou abraçado com ela por alguns minutos para acalmá-la antes de sair da ponte acompanhado pelo time dele.
Vivendo nos EUA há 4 anos, o casal Meghan Markle e Harry vem enfrentando impostos altos pela mansão em que possui. Atualmente, a propriedade do casal custa 14 milhões de dólares.
A mansão localizada em Montecito na Califórnia, está sendo o lar dos até então duques. Estima-se que, no ano de 2023, o casal tenha pago o valor de 146 mil dólares em taxas pelo valor da mansão. Já em 2022, o casal também desembolsou o valor de 144 mil em taxas sobre a mansão.
Reconciliação com o pai
Há pouco surgiram boatos que o príncipe Harry, que deixou a realeza para viver com sua esposa e filhos em outro país, está cogitando a ideia de uma reconciliação com o pai, o Rei Charles III. As informações dizem também que Harry estaria disposto a ficar um tempo no Reino Unido para consertar a relação que até então estava perdida com o pai.
As informações apontam que Harry estaria buscando conselhos de antigos assessores para fazer uma transição segura, pois não está satisfeito com os especialistas em relações-públicas americanas.
Harry e Meghan (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Chris Jackson)
Já Meghan em uma recente entrevista com a Oprah que possui um “Clube de Leitura” disse que está vivendo e focando em seu capítulo de alegria, porém ainda não se sabe qual a intenção da ex-atriz, mas é claro afirmar que a mesma não está cogitando em fazer as malas assim como seu marido, Harry.
Saída do casal à realeza
Em 2020, a notícia de que o casal se desvincularia da família real pegou todos de surpresa. Harry e Meghan deixaram claro que gostariam de ser independentes e não depender mais da coroa. Na época, a BBC disse que nenhum dos outros membros da realeza foi consultado sobre a saída abrupta do casal, expressando o descontentamento diante da situação.
Em um post compartilhado no Instagram, o casal fala que “Pretendemos retroceder como membros ‘seniores’ da Família Real e trabalhar para nos tornarmos financeiramente independentes”, expressou, porém, deixando todo apoio a sua Majestade, a Rainha, que seria na época Elizabeth II.
A revista Time trouxe na capa da edição desta quarta-feira (11) o candidato à presidência Donald Trump. Na capa, o ex-presidente aparece em um carro de golfe atolado em um banco de areia, ele tenta sair da situação enquanto os dizeres “em apuros” estão estampados. A ilustração da Time é publicada um dia após o debate presidencial entre o candidato Trump e a vice-presidente Kamala Harris na rede de TV americana ABC.
Capa da revista Time em que mostra Trump “em apuros” (Foto: reprodução/Revista Time)
A reportagem a que a capa da revista se refere foi intitulada “Como Kama Harris tirou Donald Trump do curso”. Isso porque o primeiro confronto entre os dois candidatos foi dominado pela democrata que pressionou o ex-presidente durante todo o debate. Kamala procurou estressar Trump o chamando de “fraco” e “errado” , além de dizer que os militares chamaram o antigo governo de “desgraça”. Durante o debate, o republicano chegou a ser desmentido pelos mediadores após dizer que imigrantes estariam comendo cachorro.
De acordo com uma pesquisa realizada pela CNN, 63% dos eleitores acreditam que Harris levou a melhor no debate. Já a Times diz que o debate destacou o quão drasticamente a corrida presidencial mudou desde que Biden deixou de ser candidato. “Por mais claro que seja que Trump gostaria de ainda estar concorrendo contra Biden, é igualmente claro que Harris o abalou”, diz a revista.
O debate com Joe Biden
Debate entre Trump e Biden foi avaliado como vergonhoso para o democrata (Foto: reprodução/AP Photo/Gerald Herbert)
O debate de ontem teve um rumo contrário do que foi o de junho contra o atual presidente Joe Biden. Na ocasião, Trump levou a melhor, deixando o democrata contra a parede. Ao contrário da postura incisiva de Harris, Biden na época deixou o adversário dominar o debate chegando a gaguejar em alguns momentos. A postura do democrata na corrida presidencial levou seu partido a se desesperar e a retirar a sua candidatura em julho.
Harris e Trump estão tecnicamente empatados
Estando a dois meses da eleição, as pesquisas mostram os dois candidatos com empate técnico. A disputa está acirrada com Kamala liderando com apenas um ponto percentual (48%) contra Trump (47%) segundo uma pesquisa da New York Times/Siena College entre os dias 3 e 6 de setembro.
É importante focar nos estados chaves, isto é, estados que não tem tendência histórica a votar em algum partido em específico já que, diferente do Brasil, os Estados Unidos adotam um sistema de votos em colégios eleitorais formados por candidatos em cada estado. Entre os estados chaves, os dois também estão empatados com Harris tendo uma leve vantagem e por isso não é possível determinar uma tendência de votos.
Após uma emocionante final na temporada passada, em que o Boston Celtics conquistou seu 18º título e se tornou o maior campeão da história da NBA ao vencer o Dallas Mavericks, os fãs de basquete já podem começar a contagem regressiva para o retorno da liga. A pré-temporada da NBA 2024/2025 está marcada para ocorrer entre os dias 4 e 18 de outubro, oferecendo aos torcedores uma prévia do que esperar na nova fase da competição.
Com jogos envolvendo todas as grandes franquias, a pré-temporada é importante para os times testarem suas formações e estratégias antes da estreia oficial na temporada regular, que começa no dia 22 de outubro.
Os fãs estão com expectativas para essa temporada (Foto: Reprodução/Getty Images Embed)
Principais confrontos da pré-temporada
A pré-temporada da NBA 2024/2025 já traz duelos sensacionais logo no início. No dia 4 de outubro, o Utah Jazz enfrenta o New Zealand Breakers, o Minnesota Timberwolves disputa com o Los Angeles Lakers, e o Boston Celtics encara o atual campeão da NBA, Denver Nuggets. Esses confrontos prometem um gostinho do que acontecerá a partir do dia 22 de outubro.
Outro destaque fica para o embate entre o Golden State Warriors e o Los Angeles Clippers no dia 5 de outubro, dois times que frequentemente disputam as primeiras colocações nas conferências. O retorno das estrelas como Stephen Curry e Kawhi Leonard certamente atrairá muita atenção.
Além disso, os duelos entre Boston Celtics e Denver Nuggets em duas ocasiões (4 e 6 de outubro) permitirão que os torcedores relembrem a emocionante final e observem as novas formações das equipes.
Expectativas para a temporada regular
A temporada regular da NBA tem início no dia 22 de outubro com dois jogos de destaque: o clássico entre New York Knicks e Boston Celtics e o embate entre Minnesota Timberwolves e Los Angeles Lakers. As principais datas do calendário da NBA 2024/2025 incluem também a Copa da NBA, que será realizada entre os dias 12 e 17 de dezembro, e o aguardado All-Star Game em San Francisco, que ocorrerá de 14 a 16 de fevereiro de 2025.
O término dela está previsto para o dia 13 de abril de 2025, seguido pelo Play-In, que definirá as últimas vagas para os playoffs. A partir do dia 19 de abril de 2025, as emoções dos playoffs tomarão conta dos fãs de basquete, culminando nas Finais da NBA, que terão início no dia 5 de junho de 2025.