Dólar em alta em meio a crescente da economia americana

Auxiliada pela percepção da força da economia dos Estados Unidos no exterior e pelas apostas na vitória de Donald Trump na eleição presidencial do país, que se aproxima, faltando menos de duas semanas para o pleito que vai definir os rumos que a nação deve tomar nos próximos quatro anos, o dólar fechou em alta nas negociações desta última segunda-feira.

Cenário positivo a frente

Recentemente, o cenário para o dólar tem sido bastante positivo. Os dados sólidos de emprego e consumo dos Estados Unidos, divulgados recentemente, reduziram as expectativas dos investidores de um afrouxamento monetário agressivo pelo Federal Reserve, o que elevou os rendimentos do Treasuries, gerando um cenário favorável para o dólar.


Dólar vem em momento de alta (Foto:reprodução/Moment/Boy_Anupong/Getty Images Embed)


Outro ponto importante dessa recente alta é a expectativa de que o ex-presidente republicano Donald Trump vença as eleições. Isso é visto como positivo, já que suas propostas, como tarifas e cortes de impostos, são consideradas inflacionárias, o que manteria os juros do Fed elevados, algo favorável para o dólar e que poderia ajudar a impulsionar a economia do país.

“Estamos vendo os holofotes sendo redirecionados para os EUA, onde os mercados temem não apenas o retorno de Trump à Casa Branca, mas também uma vitória em massa do Partido Republicano em todo o Congresso. Esse cenário seria, sem dúvida, o menos favorável para os mercados emergentes”

Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank.

Dólar vem avançando

O dólar avançava nesta sessão, superando moedas de países emergentes, como o peso mexicano e chileno. A alta foi impulsionada pela recuperação de commodities, como petróleo e minério de ferro, após novas medidas de estímulo anunciadas pela China, que cortou taxas de empréstimo conforme esperado. O índice do dólar, que compara a moeda norte-americana a seis outras divisas, subia 0,12%, alcançando 103,580. A força do dólar reflete tanto as expectativas em torno da economia dos EUA quanto o impacto dessas medidas de estímulo na economia chinesa.

EUA dão 30 dias para Israel melhorar crise humanitária em Gaza

O governo dos Estados Unidos alertou Israel sobre a necessidade urgente de melhorar a crise humanitária na Faixa de Gaza dentro de um período de 30 dias. Caso contrário, Washington pode ser obrigado a interromper o fornecimento de armas ao país, conforme previsto na legislação americana. A carta, assinada pelos principais representantes diplomáticos e de defesa dos EUA, Antony Blinken e Lloyd Austin, destaca o agravamento das condições de vida no território palestino, que enfrenta uma das mais severas crises desde o início do conflito.


Período para que Israel dizime a crise humanitária (Vídeo: Reprodução / YouTube / BandNews)

Situação crítica em Gaza

A ONU e diversas organizações internacionais têm alertado para o colapso total das condições de vida na Faixa de Gaza. Desde o início da guerra, o número de civis afetados pela falta de suprimentos básicos, como água e alimentos, aumentou drasticamente. Mais de 90% da população está em níveis críticos de insegurança alimentar, e as operações de ajuda humanitária têm sido severamente restringidas pelas forças israelenses, principalmente no norte de Gaza, onde os ataques são mais intensos. Além disso, há relatos de hospitais lotados, com escassez de medicamentos e recursos básicos, agravando o sofrimento dos palestinos.



O bloqueio imposto por Israel dificulta a entrada de itens de primeira necessidade, como alimentos e combustíveis, além de prejudicar a operação de usinas de dessalinização e tratamento de esgoto, essenciais para o fornecimento de água potável. A falta de eletricidade, causada pelo colapso da infraestrutura, tem impedido o funcionamento de serviços essenciais, aumentando o risco de surtos de doenças, como cólera e outras infecções relacionadas à água contaminada.

Organizações humanitárias alertam que a situação das crianças é particularmente alarmante, uma vez que grande parte da população de Gaza é formada por jovens que estão à mercê de condições insalubres e violentas.

Pressão sobre Israel

Na carta enviada ao governo israelense, Blinken e Austin expressam preocupação com o impacto das ações militares de Israel sobre a população civil e a restrição cada vez maior à ajuda humanitária. Os Estados Unidos exigem que Israel permita a entrada de pelo menos 350 caminhões diários de ajuda humanitária em Gaza e que garanta maior segurança para trabalhadores e locais de ajuda. Caso essas demandas não sejam atendidas, Washington pode ser forçado a suspender o envio de armas, conforme estabelecido pela lei americana, que proíbe o fornecimento de armamentos a países que dificultam a assistência humanitária.

Essa ameaça de suspensão do fornecimento de armas é um dos avisos mais duros feitos pelos EUA a Israel até o momento, destacando uma crescente insatisfação dentro da administração Biden com a gestão israelense da crise em Gaza. Embora os Estados Unidos sejam o maior fornecedor de armamentos a Israel, a pressão por parte de organismos internacionais e de aliados ocidentais tem aumentado para que o governo de Benjamin Netanyahu adote medidas para aliviar o sofrimento dos civis palestinos.

A relação entre Washington e Tel Aviv tem se mostrado delicada diante da escalada do conflito. Israel, que depende significativamente do apoio militar dos EUA para suas operações na região, pode ver sua capacidade bélica reduzida caso a ajuda seja suspensa. Isso afetaria diretamente a continuidade de suas ações em Gaza, e também em outras frentes de combate, como no Líbano, além de prejudicar a rivalidade com o Irã.

A carta americana também aponta que a ajuda humanitária que chegou a Gaza em setembro foi a mais baixa do último ano, intensificando a crítica sobre a gestão israelense do conflito e a necessidade de maior cooperação para garantir que as populações civis tenham acesso a recursos essenciais.

A pressão internacional sobre Israel, somada à possível suspensão da ajuda militar, impõe um novo desafio ao governo de Netanyahu para equilibrar as operações militares com as demandas humanitárias crescentes.

“Coringa 2” possui o pior desempenho de um filme HQ na história dos EUA

Com a arrecadação em baixa desde sua estreia, o Filme “Coringa: Delírio a Dois”, está tendo baixo desempenho nos cinemas americanos, sendo considerado um naufrágio em massa nas bilheterias, nas primeiras semanas de exibição o filme chegou a arrecadar somente 7 milhões. 

O filme da Warner Bros, teve no último domingo, dia 13, a pior queda de audiência da história de um filme que possui como base as histórias em quadrinhos. 

O prejuízo

Nos cinemas ao redor do mundo a produção segue ladeira abaixo, e carrega um prejuízo de aproximadamente 70 milhões, sendo considerado fraco em comparação às demais produções relacionadas ao filme, que arrecadaram praticamente o dobro do investimento em apenas duas semanas de estreia, o que entrega o título de uma produção com baixo desempenho. 



Com toda essa repercussão, os números já mostram uma queda de 81% das arrecadações, levando em conta que a produção faturou 40 milhões, durante seu lançamento nos Estados Unidos. 

Apesar do longa contar com a participação da cantora pop Lady Gaga, os indicadores não mostram a empolgação do público em relação ao filme, chegando a receber avaliações negativas e piores que as do filme, considerado até o momento o pior do ano. 

O público e a crítica em unanimidade

A repercussão negativa, não apenas do público, como também da crítica, só aumenta. Segundo o agregador de críticas profissionais, Rotten Tomatoes, o filme possui apenas 33% de aprovação, comprovando o fracasso não somente nas bilheterias, mas também para aqueles que já assistiram à produção e não aprovaram. 

Grandes nomes fazem parte do elenco

Além da participação de Gaga, a produção também conta com grandes no elenco como: Joaquin Phoenix, Brendan Gleeson, Zazie Beetz, Ken Leung, Catherine Keener e Steve Coogan, sem contar o retorno de Todd Phillips, que ainda trouxe consigo o co-roteirista Scott Silver, do primeiro filme do coringa, para a direção e roteirização.

O filme “Coringa: Delírio a Dois”, continua em exibição nos cinemas do Brasil e quem ainda não assistiu pode fazer sua avaliação particular sobre a produção.

Hamilton mantém otimismo e espera atualização da Mercedes no GP dos EUA

Lewis Hamilton, heptacampeão da Fórmula 1, está ansioso para o Grande Prêmio dos Estados Unidos, onde espera que a Mercedes apresente finalmente a atualização tão aguardada para o carro. Após uma série de resultados abaixo do esperado no retorno das férias de verão, o britânico, no entanto, nega que a equipe tenha estagnado. Para ele, a evolução das rivais, como Ferrari e McLaren, é a principal razão para a queda de desempenho da Mercedes nas últimas corridas.

No primeiro semestre, a Mercedes chegou ao pódio em várias ocasiões, com destaque para as vitórias em corridas importantes, como o GP da Áustria, Inglaterra e Bélgica. Contudo, após as férias, a equipe só conseguiu um pódio, com George Russell no Azerbaijão, em uma prova marcada por acidentes entre rivais. Hamilton, por sua vez, teve como melhor resultado o quinto lugar na Itália.

Apesar disso, o piloto se mantém otimista e espera que o novo pacote de atualizações, programado para estrear no GP dos EUA, traga a Mercedes de volta à disputa. “Não acho que o carro tenha piorado, apenas os outros evoluíram mais rápido. Estamos aguardando nossas atualizações e, se tudo correr bem, poderemos competir em pé de igualdade novamente”, afirmou o britânico.


Lewis Hamilton está otimista sobre o futuro (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Mark Thompson)


Evolução das rivais e expectativas para Austin

Hamilton foi categórico ao ressaltar o ritmo de desenvolvimento das rivais, em especial a McLaren, que lidera o Mundial de Construtores em 2024. Segundo o piloto, a McLaren está se consolidando como a principal força do campeonato, algo que fica claro pelas inovações no carro, como a impressionante asa traseira.

“Se olharmos para o progresso da McLaren, especialmente com sua asa traseira, podemos ver que eles estão se movendo muito rápido. Precisamos de algo semelhante para nos mantermos competitivos”, disse Hamilton, que destacou o esforço da Mercedes em trazer atualizações capazes de alterar esse cenário.

Com cinco vitórias no Circuito das Américas, Hamilton espera manter seu bom histórico na pista texana, onde não termina fora do pódio desde 2013, exceto em 2023, quando foi desclassificado por uma irregularidade técnica. A etapa de Austin, que marca o início da perna americana da temporada, é vista com otimismo pelo britânico, que acredita na capacidade da Mercedes de entregar um carro mais competitivo para a final do campeonato.

Atualizações e futuro da Mercedes na temporada

Com o GP dos EUA se aproximando, a Mercedes sabe que as atualizações no carro são cruciais para tentar acompanhar a evolução das outras equipes. Hamilton, que terá um motor novo em Austin, afirmou estar esperançoso que as melhorias no carro terão um impacto positivo. “A equipe tem trabalhado muito nas atualizações. Algumas funcionaram no passado, outras não, mas estou rezando para que essas realmente façam a diferença”, disse o piloto, confiante em mais um bom desempenho no circuito.

O retorno da Fórmula 1 está marcado para o fim de semana de 18 a 20 de outubro, com a expectativa de que Hamilton e a Mercedes consigam aproveitar a experiência e as atualizações para se reerguerem na temporada de 2024.

Governo dos EUA ficam em alerta após ataques do Irã contra Israel

Na tarde dessa última terça-feira(11), o Irã atacou fortemente Israel com mais de 180 mísseis lançados contra Israel.“Neste momento, entendemos que foram aproximadamente 180 projéteis”, disse um porta-voz das Forças de Defesa de Israel. Isso acendeu um sinal de alerta nos EUA que já se organiza para ajudar seu aliado.

Estados Unidos se posicionam no conflito

Diretamente da sala de crises na Casa Branca, o presidente dos Estado Unidos e a vice presidente Kamala Harris tem recebido informações constantes da situação no Oriente médio.

O Irã confirmou no último dia primeiro de outubro que fez uma série de ataques contra o país Israelense. Durante o início da agressividade Iraniana, as forças armadas de Netanyahu ligaram e soaram sirenes em Tel Aviv, avisando a população do que estava ocorrendo.

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Sean Savett, publicou no X que além do monitoramento em tempo real que Joe Biden tem recebido da guerra no Oriente Médio ele também enviou tropas norte-americanas para o confronto. O presidente “instruiu as forças armadas dos EUA a ajudar na defesa de Israel contra os ataques e a abater mísseis que visam Israel”.


Joe Biden (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Anadolu)


Resposta Iranina e conflito no Oriente Médio

“A resposta legal, racional e legítima do Irã aos atos terroristas do regime sionista — que envolveu alvejar cidadãos e interesses iranianos e infringir a soberania nacional da República Islâmica do Irã — foi devidamente executada”, disse o porta-voz do País em uma postagem no antigo Twitter.

E completou afirmando que se o país de Benjamim Netanyahu ousar responder sofrerá um ataque “esmagador”, como resposta.

O ataque Iraniano acontece depois de Nassah, líder do Hezbollah acabar morto após um bombardeio de Israel, além da guerra na faixa de Gaza continuar vitimando milhares de famílias inocentes, a alegação israelita aos bombardeios, é que o Hamas, grupo terrorista, tem reféns israelenses em seu território.

Ludmilla dança com Beyoncé em evento particular

A cantora Ludmilla, de 29 anos, foi uma das convidadas a prestigiar um evento promovido pela Queen Beyoncé, durante sua passagem por Paris. A artista relatou estar vivendo um sonho, após receber o convite da diva.

 O evento exclusivo aconteceu na última segunda (30), e foi organizado pela popstar internacional, durante a Semana da Moda de Paris.

O evento e as novidades

Ludi contou ter tido a honra de dançar com Beyoncé, durante o lançamento da marca de whisky da Queen, ela relatou que é tudo de bom, afirmando que o whisky é maravilhoso, que Beyoncé faz tudo com excelência.


Beyoncé em publicação (Vídeo: reprodução/Instagram/@beyonce)



Durante um momento da entrevista para a Vogue, a brasileira falou sobre sua passagem no Paris Fashion Week e disparou:

Frequentar a Semana de Moda era um sonho que eu tinha há muito tempo. Está tudo sendo muito novo e divertido pra mim.

 Como mulher preta vinda da periferia, ela sabe que o caminho é desafiador, mas está disposta a mergulhar de cabeça nessa nova aventura”.

Sobre sua carreira, a cantora afirmou confiante, que é uma parte do seu estilo e que gostaria de mostrar isso para o mundo. A cantora ainda adiantou que está bastante empolgada em introduzir camisas de futebol, durante seus shows e clipes.

Em uma nova fase para sua carreira e vida, agora Ludmilla está morando em Miami, levando sua energia vibrante para outro país. Ela afirmou estar bem animada com essa a mudança e adaptações ao novo estilo de vida e ainda disse que sempre ora antes de entrar no palco, na certeza de que tudo vai dar certo. 

Segundo informações de um segurança brasileiro que trabalhou na festa, as artistas estiveram muito próximas durante todo o evento, interagindo uma com outra, trocando sorrisos e tirando muitas fotos juntas, durante momentos de descontração ao som de um bom funk.

Curiosidades

Para o evento, Ludmilla usou um vestido avaliado em R$ 5,7 mil, da grife Mugler, com detalhes em recortes laterais, e para compor a peça um bracelete e colar de ouro. 


Ludmilla em desfile (Fotos: reprodução/Instagram/@ludmilla)


Um fato curioso é que os convidados tiveram seus celulares confiscados ao chegarem no evento e todos os registros foram feitos por uma empresa contratada por Beyoncé. Só resta aos fãs aguardarem a divulgação das fotos do evento, que segundo fontes será em breve.

Trump é alertado pelo serviço de inteligência dos EUA sobre ameaças de assassinato por parte do Irã

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou recentemente ter sido informado pelo Serviço de Inteligência dos EUA sobre ameaças reais e concretas de assassinato feitas pelo governo iraniano. De acordo com a equipe de campanha de Trump para 2024, essas ameaças fazem parte de uma tentativa do Irã de desestabilizar o cenário político norte-americano e vingarem a morte do general Qassem Soleimani, em 2020.

As tensões entre os EUA e o Irã permanecem em alta desde o ataque que matou Soleimani, um dos principais comandantes militares iranianos. A recente declaração de Trump reabre o debate sobre a influência iraniana nas políticas internacionais e os riscos que ele, como figura pública, enfrenta.


Alertas de ameaças vindas do Irã à Trump — (Vídeo: Reprodução/YouTube/UOL)

Ameaças reais e específicas

Segundo informações divulgadas pela campanha de Trump, o ex-presidente foi informado pela Direção Nacional de Inteligência dos EUA (ODNI) de que existem ameaças específicas contra sua vida, supostamente orquestradas por Teerã.

O Irã já fez movimentos que falharam, mas eles tentarão novamente“, afirmou Trump em sua rede social, X. Ele complementou dizendo estar cercado por “mais homens, armas e munição do que jamais viu antes“.

A inteligência americana, no entanto, não revelou maiores detalhes sobre os supostos planos de ataque, embora essas ameaças estejam ligadas à retaliação pela morte de Soleimani. O general iraniano foi morto em um ataque aéreo ordenado por Trump em janeiro de 2020, durante sua presidência, gerando uma escalada de tensões entre os dois países.


Soleimani, general iraniano (Foto: Reprodução/ Office of the Iranian Supreme Leader / AP / g1)

Irã e a instabilidade geopolítica

Especialistas apontam que essa postura do Irã, especialmente voltada para ex-autoridades americanas, faz parte de uma tentativa maior de desestabilizar a política dos EUA, especialmente em anos eleitorais. Além disso, relatos de que o Irã tem utilizado hackers para interferir em eleições norte-americanas sugerem que o país está explorando várias frentes de ataque.

Em setembro de 2024, Trump mencionou que estava sendo alvo de outra tentativa de assassinato em seu resort na Flórida, embora ainda não se tenha vinculado diretamente o Irã a esse incidente específico.

Conexões e outras tentativas de assassinato

O caso mais recente não é o único relacionado ao Irã. Um cidadão paquistanês com supostos vínculos com o regime iraniano foi acusado de planejar o assassinato de um político americano em resposta à morte de Soleimani. Apesar de Trump ter sido mencionado como alvo potencial, o suspeito negou que o plano envolvia a morte do ex-presidente.

Em 2023, houve relatos de que hackers iranianos tentaram influenciar as eleições nos EUA, enviando e-mails de campanha roubados de Trump e Biden para manipular eleitores.

Além disso, um homem foi preso em setembro após realizar disparos nas proximidades de um campo de golfe frequentado por Trump, na Flórida. Identificado como Ryan Wesley Routh, o atirador estava em posse de um fuzil AK-47 e uma câmera. Ele foi formalmente acusado de tentativa de assassinato, elevando ainda mais a preocupação com a segurança do ex-presidente.


Ryan Wesley Routh — (Foto: Reprodução/Hédi Aouidj/AP/ny1)

As autoridades dos Estados Unidos estão em alerta máximo, especialmente com a aproximação das eleições de 2024, temendo que os ataques possam interferir no processo eleitoral. Hackers iranianos, por exemplo, já foram acusados de realizar operações cibernéticas contra campanhas presidenciais anteriores, inclusive de Joe Biden, em 2020. Embora o Irã negue consistentemente as acusações, a preocupação sobre interferências externas permanece alta.


Trump imediatamente após uma tentativa de assassinato (Foto: Reprodução/Photo/Evan Vucci / BBC News Brasil)

Com essas novas ameaças, a equipe de campanha de Trump afirma que está tomando todas as medidas necessárias para garantir a proteção do ex-presidente, sem deixar que a intimidação afete o andamento das eleições.

Tiktok enfrenta futuro incerto nos EUA

Nesta segunda-feira (16), o TikTok esteve frente a frente com o governo dos Estados Unidos em uma audiência no Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia. O tema central foi a contestação da plataforma e de sua empresa-mãe, ByteDance, contra a lei que obriga a venda do aplicativo de vídeos curtos por seus proprietários chineses, sob risco de proibição nos EUA.

Tensões entre Estados Unidos e China

A decisão vem em meio a tensões crescentes entre EUA e China, com o governo americano alegando preocupações de segurança nacional, e o aumento de

A lei em questão foi aprovada pelo Congresso dos EUA em abril, dando prazo até janeiro de 2025 para que a ByteDance deixe de ser proprietária do TikTok. Caso contrário, o aplicativo será banido do país.


Protestos contra o banimento da plataforma de vídeos vem sendo realizados no país (Foto: reproduçao/NewsAnna Moneymaker/Getty Images Embed)


A administração do presidente Joe Biden vem argumentando que alcance da plataforma em solo americano poderia ser utilizado pela China para obter dados de usuários e influenciar conteúdos, ameaçando a segurança nacional.

Proibição violaria à primeira emenda, da constituição do país

Por outro lado, a defesa do TikTok rebate que a proibição seria uma violação à Primeira Emenda, que protege a liberdade de expressão. A empresa afirma que a plataforma dá voz a 170 milhões de americanos e que a venda forçada poderia prejudicar a tecnologia que torna o aplicativo único.

O aplicativo ainda é amplamente conhecido pelo seu apelo entre o público jovem, que consome intensamente a plataforma.

Especialistas acreditam que, independentemente da decisão do Tribunal de Apelações, o caso será levado à Suprema Corte, que terá a difícil tarefa de equilibrar questões de liberdade de expressão e segurança nacional. Enquanto isso, o futuro do TikTok permanece incerto nos Estados Unidos.

Brad Pitt decide deixar os EUA após distanciamento dos filhos

Após sentir um distanciamento na relação com seus filhos Brad Pitt está considerando deixar os Estados Unidos e se mudar para a Europa. O artista acredita que Angelina Jolie, sua ex-esposa, teria feito com que os filhos do casal se voltassem contra ele.


Brad Pitt e Angelina Jolie com seus filhos em seu casamento (Foto: Reprodução/Instagram/@bradpittofflcial)


As informações seriam de uma pessoa próxima do artista, e publicado pela revista norte-americana Life & Style. A pessoa contou que Brad Pitt deu inicio ao planejamento de mudança para a Europa ao lado de sua namorada, a empresária Ines de Ramon. Portanto seu amigo George Clooney também estaria influenciando sua decisão de ir morar na Europa.

O Brad Considerou Los Angeles sua casa por muito tempo”, disse a pessoa próxima ao ator. “É onde sua produtora e vários de seus imóveis estão, e ele sempre achou o lugar ideal para manter contato com os filhos e oferecer estabilidade. No entanto, ele mal os tem visto, o que tem sido devastador para ele”.

Brad Pitt vende casa de infância dos filhos por razões emocionais

Segundo a pessoa próxima a Pitt, o ator vendeu a casa onde as crianças cresceram sendo resultado do efeito emocional provocado pelo distanciamento de seus filhos. “Ele estava sentindo tudo muito vazio e queria se afastar das memórias locais”.

E logo em seguida adicionou: “Ele ainda se sente dividido por estar perto dos filhos, mas distante. Agora, acredita que mudar de ambiente pode ajudar sua mente, enquanto espera e torce para se reaproximar deles”.

Amigo oferece suporte a Brad Pitt em sua decisão de mudar para a Europa

A pessoa próxima disse também sobre o apoio que o amigo George Clooney tem dado a Brad Pitt nesse momento. O George tem convencido Brad Pitt de que a vida na Europa é mais tranquila, mesmo administrando uma produtora à distancia. Brad, que já ama a França, a Itália e passa muito tempo no Reino Unido, vê com bons olhos a ideia de deixar os EUA para um novo começo.

Donald Trump promete realizar a “maior deportação em massa da história dos Estados Unidos”

Mantendo o forte tom anti-imigração, o candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, prometeu nesta sexta-feira (13), realizar a “maior deportação em massa da história dos Estados Unidos”, caso seja eleito nas próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Ainda durante o anúncio, ele afirmou que as deportações devem começar por Springfield, em Ohio. A cidade, inclusive, tem sido alvo de boatos sobre imigrantes haitianos que estariam comendo animais de estimação, rumores que já foram desmentidos.

Deportações vem sendo tema importante na campanha de Trump

As deportações em massa, que têm sido reiteradas em várias outras ocasiões, reforçam o posicionamento anti-imigração de Trump. O ex-presidente vem utilizando a retórica de que as cidades dos Estados Unidos estão sendo “inundadas de imigrantes ilegais”, vindos “em níveis nunca antes vistos, provenientes de prisões, cadeias, instituições mentais e asilos”, embora muitas dessas informações já tenham sido desmentidas por autoridades competentes.


Trump durante comício de campanha (Foto: reprodução/Instagram/@realdonaldtrump)


Ainda na coletiva realizada na última sexta-feira, ele afirmou que imigrantes e refugiados sem documentos vêm cometendo estupros e “assumindo empregos de hispânicos e afro-americanos”, mantendo sua linha de acusações contra esses grupos.

Venezuelanos também são alvos de Trump

Outro grupo que também vem recebendo acusações do candidato são os venezuelanos. Em uma fala do ex-presidente, ele afirmou: “Limparam suas cadeias na Venezuela — esvaziaram os ninhos, como são chamadas — de más pessoas. Todas estão agora nos EUA e estão tomando cidades. É como uma invasão”. Além dessa situação, ele declarou que gangues venezuelanas armadas com AR-15 estão tomando conta de Aurora, cidade do Colorado. No entanto, de acordo com o prefeito da cidade, Mike Coffman, que falou à “CBS News”, embora exista alguma atividade de gangues em dois complexos de apartamentos, a acusação de Trump é “grosseiramente exagerada”.

O boato começou a circular quando uma imagem, supostamente nos arredores de Springfield, Ohio, foi postada nas redes sociais. O usuário relatou que “a amiga da filha do vizinho” teria visto um gato pendurado em uma árvore. Ainda segundo o relato, o animal teria sido desossado e comido por haitianos. Após a divulgação, o candidato a vice-presidência, JD Vance, afirmou ter recebido denúncias do tipo, embora ele mesmo tenha admitido que os relatos poderiam ser falsos.