Cargo de vice-presidente de Kamala Harris está entre dois nomes

Em meio a uma série de entrevistas para escolher um vice-presidente de sua candidatura, a democrata Kamala Harris, atual vice de Joe Biden, deve ter um aliado escolhido e anunciado no comício da próxima terça-feira (6).

A candidata do Partido Democrata, segundo o portal Reuters, está entre dois nomes: os governadores de Minnesota e da Pensilvânia, que aparecem como principais candidatos para a vaga.


Vídeo explicando a importância do vice-presidente de Kamala Harris (Vídeo: Reprodução/Youtube/CNN Brasil)

Escolha de Kamala Harris

Após a desistência da candidatura de reeleição de Joe Biden, a atual vice-presidente Kamala Harris foi a escolhida para ocupar a vaga de candidata pelo Partido Democrata, tendo que escolher um vice-presidente até o comício de oficialização da candidatura.

Durante os últimos dias, Kamala realizou uma série de entrevistas com três candidatos diferentes. Segundo a agência de notícias Reuters, ela está entre dois candidatos entrevistados, sendo eles os governadores da Pensilvânia e de Minnesota, Josh Shapiro e Tim Walz, respectivamente.

O comício em que a candidatura e o vice-presidente devem ser oficializados, acontece na próxima terça (6), na Filadélfia.

Segundo fontes próximas à candidata, aconteceram mais entrevistas além das três oficiais, com aproximadamente outros três candidatos, entre governadores e secretários de diferentes regiões.

Entre eles estão Pete Buttigieg (Secretário de Transportes), Andy Beshear (Governador de Kentuchy) e J.B Pritzker (Governador de Oliinois), que foram entrevistados pela vice-presidente.

Segundo informações de pessoas próximas, as entrevistas duraram em torno de 1h30min com a maioria dos candidatos entrevistados, que aconteceram durante os últimos dias.

Candidatura de Kamala Harris

Kamala Harris já está confirmada como candidata democrata para as eleições dos Estados Unidos, enfrentando Donald Trump, que deve ser o candidato republicano.

Após a escolha de vice-presidente, Kamala e sua equipe devem fazer campanha em diferentes estados, num intervalo de cinco dias, visitando Filadélfia, Pensilvânia, Eau Claire, Wisconsin, Detroit, Michigan, Carolina do Norte, Phoenix, Arizona, Las Vegas e Nevada.

250 lançadores de mísseis com capacidade nuclear são entregues na Coreia do Norte

No último domingo, (4), foi realizada uma cerimonia para o anúncio e a entrega de 250 lançadores de mísseis de nível nuclear. Kim Jong-un havia mostrado, ultimamente, o seu interesse em aumentar as forças nucleares, para que em caso de ameaça, por parte da Coreia do Sul, seu país possa responder possíveis ataques do vizinho. Outro motivo exposto pelo ditador, foram as “ameaças percebidas” vindas dos Estados Unidos, por isso trazendo a necessidade de reforçar o arsenal do país.


Vídeo informativo sobre os novos lançadores (Vídeo: Reprodução/Youtube/Folha de São Paulo)

Informações dos lançadores

De acordo com a Agência Central de Notícias do país, estes lançadores foram feitos recentemente pelas fábricas da própria Coreia do Norte, sendo inicialmente produzidas para funcionar como arma de mísseis “táticos”, algo que se torna contraditório pela força que os mesmos possuem.

Kim Jong-un afirmou que os novos lançadores inaugurados, trazem para o país mais eficiência e rapidez na operação das armas nucleares, principalmente contra ameaças de outros países, com ele tendo citado a Coreia do Sul, como principal ameaça.

Outro provável motivo nesta tentativa de aumentar o poder de fogo, é mostrar para os Estados Unidos que a Coreia do Norte é uma potência armamentista, após ter recebido algumas sanções em seu programa nuclear. Alguns especialistas afirmaram que pode ser também uma estratégia do país para aumentar as tensões em um ano de eleições norte-americanas.

Cerimônia de anúncio

Kim Jong-un falou sobre um longo confronto com os Estados Unidos e quer aumentar cada vez seu poder de fogo, em meio a esse confronto dito por ele.

Seria nossa escolha buscar diálogo ou confronto, mas nossa lição e conclusão dos últimos 30 anos… é que o confronto é pelo qual devemos estar mais completamente preparados”

Kim Jong-un, na cerimônia de apresentação.

Kim completou dizendo que esta rivalidade não é algo de momento, acrescentando que as próximas gerações devem se preparar para continuar e que isso faz com que seja preciso um cuidado maior com a defesa do país.

Kamala Harris atinge US$ 310 milhões de arrecadação em campanha eleitoral

Nesta sexta-feira (02), a vice-presidente dos Estados Unidos da América, filiada ao partido Democrata, revelou ter angariado aproximadamente o valor de 310 milhões de dólares no período do mês anterior.

Após diversas polêmicas envolvendo os democratas, como a desistência de Joe Biden como candidato a presidência dos EUA, e disputas internas entre vários membros do próprio partido, a advogada e política norte-americana Kamala Harris, de 59 anos, está sendo um dos nomes mais cotados para assumir o papel como candidata principal dos democratas na corrida presidencial.

Diante disso, a democrata tem ganhado força e acelerado a marcha durante as campanhas realizadas em período eleitoral, para conquistar o apoio popular e adquirir uma nova safra de eleitorado. E a soma de tais fatos tem proporcionado o alavancamento exponencial na aquisição de recursos financeiros para o partido dos democratas.


Kamala Harris tem conseguido grandes arrecadações para campanha do partido (Foto: reprodução/Instagram/@kamalaharris)

Ganhando apoio político e força durante as eleições

Com uma imagem fortalecida após a declaração pública de apoio do ex-presidente estadunidense Barack Obama e sua esposa Michelle Obama, Kamala tem se consolidado cada vez mais como uma forte figura política e uma grande rival para a oposição na disputa pela Casa Branca.

Aumento nas arrecadações

Desde que Kamala Harris se tornou um dos nomes mais proeminentes a assumir a liderança da campanha para eleições presidenciais, pelo partido Democrata, após Biden abandonar a disputa, segundo informações do próprio partido, foram obtidos aproximadamente 200 milhões de dólares de arrecadação.


A democrata é um nome forte contra o rival republicano (Foto: reprodução/Instagram/@kamalaharris)

Diante de tais fatos e da mudança abrupta de cenário político, com o recuo de Joe Biden, a democrata conseguiu o feito de angariar uma quantia maior do que a obtida em quase quatro meses, quando o atual presidente ainda era o candidato principal das eleições.

Enquanto isso, a campanha dos republicanos anunciou nesta semana, que já arrecadaram cerca de 139 milhões de dólares, durante o mês anterior, a qual se revelou ser uma grande quantia, contudo, um pouco menor em comparação ao arrecadado por Harris.

Mudança de cenário

Após o péssimo debate de Joe Biden, as arrecadações para a campanha democrata haviam se tornado um desastre, em pleno o período inicial do mês anterior.

Entretanto, com a saída de Biden, as novas angariações de fundos melhoraram bastante, fazendo com que assim, a campanha do partido Democrata, conseguisse, pelo segundo mês seguido, certa vantagem em relação aos republicanos.

Meu Malvado Favorito 4 alcança 2ª maior bilheteria do ano nos EUA

A saga da animação está fazendo história nas bilheterias globais, se tornando o segundo filme de maior bilheteria do ano nos Estados Unidos.

A animação da Illumination Entertainment, já alcançou US$ 293 milhões em sua bilheteria, superando Duna: Parte 2 (US$ 282 milhões) e ficando apenas atrás de Divertidamente 2, que até agora arrecadou US$ 615 milhões somente em solo americano. Na terceira posição da lista de maiores bilheterias está Deadpool e Wolverine com US$ 235 milhões arrecadados e Godzilla e Kong: O Novo Imperio fecha o top 5 com US$ 196 milhões.

Antes desta marca, o longa já tinha feito a franquia de filmes se tornar a primeira do gênero de animação a ultrapassar a marca de US$ 5 bilhões.

A trama e elenco

No quarto filme da franquia, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganham um novo integrante na família: Gru Jr., que exerce o papel de atormentar seu pai. Gru, além de lidar com suas obrigações parentais, precisa enfrentar duas ameaças novas, as vilãs formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada, a mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara).

O longa apresenta também em sua trama novo personagem, dublados por Joey King (Trem-Bala), Stephen Colbert (The Late Show with Stephen Colbert) e Chloe Fineman (Saturday Night Live). Pierre Coffin retorna com seu trabalho icônico dando voz aos Minions e Steve Coogan como Silas Ramsbottom.

Chris Renaud volta como diretor da animação de mais um filme da saga animada Ele que já também dirigiu os dois primeiros filmes da saga, agora conta com a ajuda de Patrick Delage como co-diretor e Mike White no roteiro. A produção ficou a cargo de Chris Meledandri, fundador da Illumination Entertainment.


Gru, lucy e Gru Jr em Meu Malvado Favorito 4 (Foto: reprodução/Imdb)

A franquia animada

A história da franquia de Meu Malvado Favorito começou em 2010, com o lançamento do primeiro filme produzido pela Illumination, estúdio de animação da Universal. O filme é uma comédia animada que conta como a vida do vilão criminoso Gru, passa por muitos altos e baixos após adotar três meninas,

Uma boa parte do sucesso dos filmes da franquia de Meu Malvado Favorito se deve aos Minions, que são os desajeitados homenzinhos amarelos e também trabalham como capangas de Gru, eles fazem parte do toque de humor do filme. O sucesso de Minions foi tanto que os personagens tiveram alguns trabalhos próprios incluindo um filme no cinema em 2015.

Kamala Harris ganha vantagem de seis em sete estados-chave

Oito dias depois de aceitar o desafio de tentar derrotar o republicano Donald Trump nas eleições dos EUA, Kamala Harris ganhou terreno em seis dos setes estados indecisos desde que o atual presidente do EUA Joe Biden, desistiu de sua candidatura presidencial. 

A pesquisa foi realizada pela Bloomberg News/Morning Consult com eleitores registrados e foi publicada nesta terça-feira (30).

Sobre a pesquisa

A liderança é apresentada em uma pesquisa que foi conduzida de forma online, entre os dias 24 a 28 de julho.  A pesquisa mostra Harris liderando Trump em Michigan por 11 pontos percentuais, enquanto no Arizona, Wisconsin e Nevada, ela tem uma vantagem de 2 pontos.


Vice-presidente dos EUA e candidata democrata à Presidência, Kamala Harris. (Foto: Divulgação/Nathan Howard/Getty Images Embed)

Já na Pensilvânia, Trump está à frente de Harris por 4 pontos e na Carolina do Norte por 2 pontos. Trump e Kamala estão com pontuação igual na Geórgia. Wisconsin é o único estado dos sete onde Trump reduziu seu déficit com Harris em comparação ao desempenho de Biden em uma pesquisa anterior.

A pesquisa desta terça-feira (30), tem uma margem de erro de 3 pontos percentuais no Arizona, Geórgia e Pensilvânia, 4 pontos percentuais em Michigan, Carolina do Norte e Wisconsin, e 5 pontos percentuais em Nevada.

Comparação com Joe Biden

Em uma outra pesquisa realizada pelo Bloomberg/Morning Consult entres os dias 1 a 5 de julho, Trump estava à frente de Biden em Nevada por 3 pontos percentuais, na Geórgia por 1 ponto; no Arizona por 3 pontos; na Pensilvânia por 7 pontos; e Carolina do Norte por 3 pontos. Joe Biden assumiu a liderança em Michigan por 5 pontos e em Wisconsin por 3 pontos.

A margem de erro estabelecido na pesquisa dos dias 1 a 5 de julho foi de 4 pontos percentuais no Arizona, Michigan, Carolina do Norte e Wisconsin; 5 pontos percentuais em Nevada; e de 3 pontos percentuais na Geórgia e Pensilvânia.

Haverá uma votação virtual entre os dias 01 a 05 de agosto, com o propósito de oficializar a candidatura de Kamala Harris.

Após período isolado por Covid-19, Joe Biden volta à Casa Branca

Nesta última terça-feira (23), o atual Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden foi avistado após ficar isolado por contrair Covid-19. Biden recebeu alta dos médicos, e voltou para Washington.

O presidente democrata ficou um total de cinco dias isolado em sua casa de praia em Delaware, a última vez que tínhamos visto Joe Biden foi na quarta-feira (17) após ser diagnosticado com Covid. 

Biden deixou a base aérea do Delaware no avião presidencial e seguiu para Washington, onde fará um discurso à nação na Sala Oval para explicar os motivos pelos quais desistiu da corrida às eleições de novembro.


Joe Biden em primeira aparição após receber alta. (Foto: Reprodução/Saul Loeb/Getty Images Embed)


Quando questionado pelos jornalistas que o esperavam atrás de um cordão de segurança, Joe Biden apenas respondeu que estava “bem”.

Já outro repórter perguntou a ele o que ele vai dizer nesse discurso.

“Espere e verá”, disse Biden.

As perguntas continuaram, e após ser questionado sobe sua desistência de se reeleger, Biden colocou os óculos escuros, riu e foi embora.

O líder democrata afirmou através de suas redes sociais que fará um pronunciamento à nação nesta quarta-feira (24), conforme antecipou que faria na carta em que anunciou a desistência da candidatura à reeleição.

À tarde, Biden conversou com seus assessores e retomou o trabalho.

Covid-19

Segundo o último relatório do seu médico, Kevin O’Connor, o atual presidente testou negativo hoje e não tem mais nenhum sintoma.

“Durante a infeção, nunca teve febre e os seus sinais vitais permaneceram normais, incluindo a oximetria de pulso. Os seus pulmões permaneceram limpos” indica o diagnóstico.

Desistência das eleições

O anúncio de sua desistência pegou todo mundo de surpresa, o presidente anunciou no último domingo o abandono da disputa pela reeleição, e também demostrou apoio a sua vice Kamala Harris, por telefone, durante seu comício e enfatizou que “desistir foi a coisa certa a se fazer”.

Joe Biden, de 81 anos, deixou claro que a vice-presidente Kamala Harris será sua sucessora.

Para se candidatar contra Trump em novembro, Kamala Harris, precisa ser confirmada pelos delegados na Convenção Nacional Democrata, que será realizada em Chicago entre os dias 19 a 22 de agosto.

Biden não desistiu da reeleição por problema médico, informa funcionário

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, declarou neste domingo (21) que não buscará a reeleição. Em uma publicação na rede social X. Biden expressou que, apesar de sua vontade de concorrer a um novo mandato, considera que retirar sua candidatura é melhor tanto para o Partido Democrata quanto para o país. Ele também afirmou que se dedicará a suas funções presidenciais até o término de seu mandato em janeiro de 2025.


Joe Biden (Foto: Reprodução/Justin Sullivan/Getty Images Embed)


A decisão de Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, de não participar das eleições de 2024 não está relacionada a problemas médicos, conforme informou um funcionário da Casa Branca à CNN. Embora Biden tenha consultas diárias com seu médico, focadas recentemente no monitoramento de um diagnóstico de Covid-19, ele não realizou exames médicos significativos durante o período em que ponderava sobre sua carreira política, indicou a fonte.

Biden e a Casa Branca sobre a saúde do presidente

Na semana anterior, Biden havia mencionado que uma nova questão de saúde seria o único fator que o faria reconsiderar a busca por um segundo mandato, já que a pressão pública para que ele desistisse estava aumentando.

“Se eu tivesse algum problema médico que surgisse, se alguém — se os médicos viessem até mim e dissessem que você tem esse problema, aquele problema. Mas cometi um erro sério em todo o debate”, comentou Biden em entrevista a Ed Gordon, da BET News, na terça-feira. Seu último exame físico anual foi realizado em fevereiro.

A Casa Branca tem sido criticada por não liberar mais registros médicos de Biden ou por não disponibilizar seu médico para questionamentos, principalmente após seu desempenho desfavorável no debate, o que gerou preocupações sobre sua saúde.

Primeiro comício de campanha de Kamala Harris

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, criticou o candidato republicano Donald Trump, descrevendo-o como um retrocesso. Durante seu primeiro comício de campanha em West Allis, Wisconsin, na terça-feira (23), Harris afirmou que as eleições de novembro representam “uma escolha entre a liberdade e o caos.” Wisconsin é considerado um estado crucial para a disputa presidencial.


Kamala Harris (Foto: Reprodução/Chris duMond/Getty Images Embed)


Em um discurso enérgico, Kamala Harris afirmou que vencerá as eleições contra Trump e elogiou o presidente Biden. “Vencemos em 2020 e em 2024 vamos vencer de novo”, declarou Harris.

A vice-presidente também expressou sua gratidão aos delegados democratas, que concluíram a escolha do candidato do partido apenas 24 horas após Biden retirar sua candidatura.

Bombardeio israelense deixa ao menos 70 mortos em Gaza

Segundo o Ministério da Saúde do governo do Hamas, Israel realizou, nessa segunda-feira (22), bombardeios em Khan Younis, no Sul de Gaza, depois de ordenar que a população abandonasse a área. Pelo menos 70 pessoas foram mortas.


Bombardeios em Gaza (Foto: reprodução/SAID KHATIB/Getty Images Embed)


O atentado aconteceu quando Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro israelense se dirigia a Washington, onde fará um discurso no Congresso nesta quarta-feira (24).

A desistência de Biden da presidência

No último domingo (21), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que não buscará a reeleição, afirmando que essa decisão é “do melhor interesse do meu partido e do país”. Ele declarou ainda seu apoio à vice-presidente Kamala Harris como sua substituta na corrida presidencial. A decisão, tomada a quatro meses das eleições, altera significativamente a dinâmica da disputa pela Casa Branca.

O presidente israelense caracterizou sua partida de Israel como uma “viagem muito importante” em meio a uma “grande incerteza política“, decorrente da decisão do presidente Joe Biden de não se candidatar à reeleição. A guerra afetou as relações entre Israel e os EUA, seu principal aliado. Os dois líderes deverão se reunir na quinta-feira (25), segundo uma autoridade americana.


Joe Biden (Foto: reprodução/Mario Tama/Getty Images Embed)


Segundo Biden, o objetivo é encontrar uma solução para acabar com a guerra de Gaza, alcançar a paz no Oriente Médio e trazer todos os reféns israelenses de volta para casa.

Netanyahu também se encontrará com Kamala Harris, apoiada por Biden como candidata democrata às próximas eleições, embora ela não participe da cerimônia que Netanyahu receberá no Congresso.

Os EUA sobre a guerra

No cenário internacional, os Estados Unidos expressaram descontentamento com a reação de Israel à incursão fatal de 7 de outubro por militantes do Hamas no sul do país. Washington destaca a necessidade de proteger os civis e permitir o acesso de ajuda humanitária à Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas desde 2007. Segundo Steven Cook, especialista em Oriente Médio do Conselho de Relações Exteriores dos EUA, as relações bilaterais nunca estiveram tão tensas.

Beyoncé apoia Kamala Harris com música em campanha presidencial

A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, fez uma entrada marcante durante sua primeira visita oficial à sede de sua campanha na última segunda-feira (22). Harris caminhou ao som da música “Freedom”, de Beyoncé, após obter a aprovação rápida da artista para usar a canção em sua corrida presidencial.

A liberação de “Freedom”, música do álbum “Lemonade” de 2016, indica um possível apoio de Beyoncé a Harris, embora ainda não tenha sido declarado oficialmente.


Kamala Harris saindo ao som de “Freedom” de Beyoncé na sede da campanha (Reprodução/Instagram/@PopCrave)

Uma fonte próxima a Harris revelou à CNN que a equipe de campanha conseguiu a permissão dos representantes de Beyoncé poucas horas antes do evento. Essa ação sugere um apoio significativo da superestrela à vice-presidente, considerando especialmente o histórico de Beyoncé em apoiar candidatos democratas.

A mãe de Beyoncé, Tina Knowles, também expressou seu apoio a Harris através das redes sociais. No domingo (21), após o anúncio de que Joe Biden não buscará a reeleição, Knowles postou uma foto ao lado de Harris, elogiando sua energia e liderança.


Tina Knowles, mãe de Beyoncé, em apoio a Harris nas redes sociais (Reprodução/Instagram/@mstinaknowles)

Impacto da música na campanha

A escolha de “Freedom” como trilha sonora da campanha de Harris é significativa. A música, que conta com a colaboração de Kendrick Lamar, tornou-se um hino das manifestações após a morte de George Floyd em 2020, representando luta e resistência. A utilização dessa faixa pode reforçar a mensagem de Harris sobre justiça e igualdade, ressoando com eleitores que buscam mudanças sociais.

Ouça “Freedom”, faixa de Beyoncé que será usada por Kamala:


“Freedom”, música de Beyoncé no álbum “Lemonade” (Vídeo: Reprodução/YouTube/@beyonce)

Embora Beyoncé ainda não tenha endossado publicamente Kamala Harris, a liberação da música já é um sinal de apoio importante. Representantes da campanha de Harris acreditam que a influência de Beyoncé pode atrair mais eleitores e aumentar o engajamento na corrida presidencial.

Histórico de Beyoncé em campanhas políticas

Beyoncé tem um histórico de envolvimento em campanhas políticas. Em 2013, ela cantou o Hino Nacional na posse do presidente Barack Obama e, em 2016, Beyoncé e Jay-Z realizaram um show pré-eleitoral para Hillary Clinton.



Além de apoiar Obama e Clinton, em 2020, ela endossou a chapa Biden-Harris via postagens em suas redes sociais, incentivando seus seguidores a votar.

A escolha de Harris para representar os democratas na eleição de 2024, após a desistência de Biden, reforça a continuidade de uma aliança progressista que Beyoncé tem apoiado consistentemente.

A campanha de Kamala Harris espera que o uso de “Freedom” inspire e mobilize os eleitores, refletindo a visão de liderança e mudança que ela representa. Com a música de Beyoncé como trilha sonora, Harris entra na disputa presidencial com um poderoso símbolo de apoio e resiliência.

LeBron comanda Dream Team em vitória sobre a Alemanha antes de Paris

A Seleção de Basquete masculina dos Estados Unidos venceu a atual campeã mundial em um amistoso realizado em Londres, na Inglaterra. A Alemanha foi derrotada por 92 a 88 no último amistoso antes dos Jogos Olímpicos de Paris.

Em um jogo complicado para o Dream Team, os alemães buscaram a virada no terceiro quarto da partida. No início do último quarto, LeBron James foi o responsável por reverter o placar final e garantir a vitória dos norte-americanos. O atleta e Stephen Curry foram os destaques da partida.


LeBron e Anthony comemorando (Foto: reprodução/Instagram/@usabasketball)

É o segundo amistoso seguido que a Seleção masculina de basquete dos EUA enfrenta dificuldades para vencer o jogo. No último sábado (20), o Dream Team venceu o Sudão do Sul por apenas 1 ponto de diferença.

Com a vitória no último amistoso disputado antes do início das Olimpíadas, os Estados Unidos terminam a sequência de maneira invicta.

A partida

Com duas equipes favoritas para subir no pódio em Paris, a partida entre os times foi disputada. Na primeira oportunidade, a seleção alemã conseguiu manter uma vantagem de 5 pontos.

O segundo quarto da partida foi encerrado com a vitória dos Estados Unidos, que terminou com 48 pontos e a atual campeã mundial com 41. A Alemanha conseguiu virar o jogo durante o terceiro set, mas foi superada, novamente, pelo Dream Team.


Anthony Edwards durante a partida (Foto: reprodução/Instagram/@usabasketball)

O maior destaque no último quarto que garantiu a vitória dos Estados Unidos foi LeBron James. O atleta do Los Angeles Lakers foi considerado o melhor em quadra e terminou o amistoso com 20 pontos, 6 rebotes e 4 assistências.

A jogada de Stephen Curry, quando o jogo estava empatado, foi um dos destaques. O armador do Golden State Warriors deu uma assistência de costas. O atleta repassou a bola para Devin Booker, que marcou ponto.

EUA nas Olimpíadas

Com 16 ouros olímpicos em sua história, a Seleção masculina vai em busca de mais uma medalha olímpica em Paris. A equipe estreia no próximo domingo (28) contra a Sérvia. No mesmo grupo estão, ainda, Sudão do Sul e Porto Rico.