Filme “Hurry Up Tomorrow”  ganha novo trailer oficial

Ontem, terça-feira (01), durante o CinemaCon, o artista The Weeknd, apresentou ao público o trailer oficial de “Hurry Up Tomorrow”. O filme conta com a participação de Jenna Ortega, Barry Keoghan e do próprio The Weeknd. Com estreia prevista para 16 de maio (2025), nos cinemas, é dirigido por Trey Edward Shults. 

Esse suspense psicológico,  conta a história de uma astro da música (The Weeknd), atormentado pela insônia  que, ao ser perseguido por uma fã (Jenna Ortega), embarca em uma aventura aterrorizante. 

“Hurry Up Tomorrow” é uma produção da Manic Phase Production. No Brasil a distribuição  fica por conta da Paris Filmes e nos EUA da Lionsgate. 


Publicação sobre o novo trailer do filme “Hurry Up Tomorrow”  (Vídeo: reprodução/Instagram/@jennaortega) 


Além de The Weeknd,  fazem parte do elenco, Barry Keoghan, David Moskowitz, Paul L. Davis, Charli D’Amélio, Gabby Barrett e Jenna Ortega (intérprete da série Wandinha).

Baseado em fatos reais 


O filme, “Hurry Up Tomorrow”,  foi inspirado em uma situação real, vivida por The Weeknd em 2022, quando ele participava de “The Idol”, uma série da HBO. Em entrevista à “W Magazine”,  o artista relatou que a preparação psicológica para interpretar “Tedros” na série fez com que perdesse a voz.  Descrevendo a situação como aterrorizante. 

Em “The Idol”, o personagem interpretado por The Weeknd,  não sabia cantar e ir “de uma mentalidade a outra” para o artista, que é cantor, músico, produtor musical e ator, gerou uma tensão acima do esperado causando problemas vocais, “esquecendo de como cantar”.

“Talvez eu esteja exagerando, mas foi aterrorizante. Como The Weeknd, eu nunca perdi um show, já me apresentei até gripado. Mas havia algo muito complicado acontecendo na minha cabeça”. The Weeknd sobre interpretar Tedros em The Idol.

O artista precisou procurar ajuda médica profissional. Em consulta, foi constatado que suas cordas vocais estavam inflamadas, mas, nada anormal.

Filme e Álbum

O filme, “Hurry Up Tomorrow”, é uma adaptação do álbum homônimo de The Weeknd, lançado  em 31 de janeiro (2025). Este, que é o sexto trabalho do cantor,  conta com onze singles e tem parcerias importantes com personalidades do mundo da música. 


Publicação – lançamento do álbum “Hurry Up Tomorrow” (Reprodução/Instagram/@theweeknd)


Além  de Travis Scott, Florence Welch, Future e Lana Del Rey, a cantora brasileira Anitta também participou de  “Hurry Up Tomorrow” em parceria com o artista no single “São Paulo”. 

Já em sua primeira semana de estreia, o álbum ficou em primeiro lugar na Billboard 200 e, The Weeknd, foi o primeiro artista negro a ter dois álbuns com 10 bilhões de streams no Spotify. 

The Beatles: Sam Mendes anuncia elenco e data de lançamentos dos filmes

Durante a CinemaCon em Las Vegas, Sam Mendes subiu ao palco para compartilhar detalhes sobre sua ambiciosa cinebiografia dos Beatles. Serão quatro filmes, cada um focado em um dos integrantes da banda. O diretor confirmou que todas as produções serão lançadas simultaneamente, possivelmente no mesmo dia, e definiu o projeto como “primeira experiência cinematográfica maratonável”.

Diretor revela elenco e mais detalhes

Com previsão de lançamento para abril de 2028, os filmes contarão com um elenco formado por Paul Mescal no papel de Paul McCartney, Harris Dickinson como John Lennon, Barry Keoghan interpretando Ringo Starr e Joseph Quinn dando vida a George Harrison.

Sam Mendes assumirá a direção dos quatro filmes, tornando-se a primeira vez que a Apple Corps Ltd. e os próprios Beatles – Paul McCartney, Ringo Starr, além das famílias de John Lennon e George Harrison – concedem total autorização para o uso de suas histórias e músicas em uma produção roteirizada.

O projeto do cineasta envolve narrativas interligadas, com cada filme apresentando a perspectiva de um dos integrantes da banda. Segundo o diretor, as histórias se cruzam de maneiras distintas, ora se sobrepondo, ora seguindo caminhos independentes.


Elenco é confirmado em convenção (Foto: reprodução/Chris Pizzello/Invision/AP)

Filmes prometem explorar a trajetória da banda

Sam Mendes também revelou que há anos tinha o desejo de dirigir um filme sobre os Beatles, mas chegou a desistir temporariamente da ideia, pois considerava a história da banda grande demais para ser contada em um único filme.

Além de assumir a direção, Sam Mendes também será um dos produtores do projeto, trabalhando ao lado de sua parceira da Neal Street Productions, Pippa Harris, e de Julie Pastor, também da produtora. Já Jeff Jones atuará como produtor executivo representando a Apple Corps Ltd.

Os Beatles impactaram profundamente a música e a cultura pop, mantendo sua influência viva até os dias atuais. Os filmes pretendem retratar a trajetória de cada integrante, desde os primeiros anos de fama até suas bem-sucedidas carreiras solo, proporcionando aos fãs uma perspectiva envolvente e inédita sobre suas vidas e legado.

Nathan Fillion é confirmado em elenco de nova série do Lanterna Verde

Nesta segunda-feira (31), os fãs de super-heróis tiveram uma novidade anunciada pela Warner Bros. Nathan Fillion está novamente escalado para o papel de Guy Gardner, o Lanterna-Verde vindo de Baltimore, no estado americano de Maryland. Reprisando seu papel em “Superman: Legacy”, o ator agora fará parte do casting de “Lanternas”, nova série baseada nas HQs da DC.

Novo desafio para o ator canadense

Conhecido mundialmente por seu papel na série policial “Castle”, Nathan Fillion é um ator nascido na cidade de Edmonton, no Canadá. Começou sua carreira no ínicio dos anos 2000, com o papel do Capitão Malcolm Reynolds, personagem da série da FOX, “Firefly”.


Nathan Fillion durante entrevista no canal ABC (Foto: Reprodução/ Paula Lobo/American Broadcasting Companies, Inc./Getty Images embed)


Já tendo uma leve experiência em filmes de super-heróis com o seu pequeno papel de O.C.D. em “Esquadrão Suicida 2”, Fillion ingressa de vez ao DCU no mais novo filme do Superman, dando vida a Guy Gardner, considerado um Lanterna Verde relativamente popular durante a década de 1980.

No dia mais claro, na noite mais densa

O enredo da série ainda não tem muitos detalhes divulgados, mas o que sabemos é que focará na história dos Lanternas Verdes: John Stewart e Hal Jordan, interpretados por Adam Pierre e Kyle Chandler, respectivamente.

A sinopse até agora nos conta que os dois se envolverão na investigação de um assassinato ocorrido nos Estados Unidos, e que o crime em questão terá como vítima um dos membros da tropa dos Lanternas, conhecidos como “a polícia da galáxia”. Com isso, no desenrolar da trama, Stewart ganhará o anel responsável por conceder-lhe os poderes sagrados.


Trailer oficial de “Superman: Legacy” (Vídeo: Reprodução/YouTube/@WarnerBrosPicturesBR)

Fontes internas aos estúdios da Warner apontam que a produção já começou oficialmente, com o elenco já trabalhando nas gravações dos primeiros episódios. A série de 8 episódios (até o momento), que já chegou a enfrentar rumores sobre cancelamento, está prevista para ser lançada no streaming Max, com sua estreia em 2026.

Live-action de Branca de Neve tem queda brusca na bilheteria e preocupa Disney

O live-action de Branca de Neve não conseguiu manter o fôlego nas bilheterias dos Estados Unidos. Segundo informações do Deadline, o longa arrecadou apenas US$ 14,2 milhões em seu segundo fim de semana, representando uma queda de 66% em relação ao período anterior.

Desempenho abaixo das projeções

As expectativas apontavam para uma arrecadação próxima de US$ 20 milhões, mas a realidade ficou aquém do previsto. Com isso, o filme da Disney perdeu a liderança para Resgate Implacável, que faturou US$ 15,2, empurrando Branca de Neve para a segunda posição no ranking

Bilheteria acumulada nos EUA e no mundo

Até o momento, o filme soma US$ 66,8 milhões nos cinemas norte-americanos. No mercado internacional, a produção arrecadou R$ 76,3 milhões em 51 países, totalizando uma receita global de US$ 143,1 milhões

Os cinco mercados internacionais mais lucrativos para a produção foram:

  • 1º Reino Unido: US$ 8,7 milhões
  • 2º México: US$ 6,9 milhões
  • 3º Itália: US$ 6,6 milhões
  • 4º França: US$ 5,5 milhões
  • 5º Brasil: US$ 4,5 milhões

Assista ao trailer do live-action de Branca de Neve (Vídeo: Reprodução/YouTube/Walt Disney Studios BR)

Alto custo pode gerar prejuízo para a Disney

Apesar dos números, a arrecadação pode não ser suficiente para cobrir os gastos da Disney com a produção do live–action. Conforme apontado pelo The New York Times, o orçamento inicial era de US% 270 milhões, mas os custos adicionais com refilmagens e pós-produção elevaram o valor para US$ 350 milhões. Esse montante não inclui investimentos em marketing, o que aumenta ainda mais o desafio financeiro.

Para evitar prejuízos, a produção precisaria atingir pelo menos cerca de US$ 800 milhões em bilheteria global, um cenário que parece cada vez mais distante.
Apesar das dificuldades, Branca de Neve segue em cartaz nos cinemas, buscando ampliar sua arrecadação e minimizar possíveis perdas para o estúdio.

“Ainda Estou Aqui” bate a marca de R$ 200 milhões de bilheteria 

Baseada na história de Eunice Paiva e sucesso absoluto, “Ainda Estou Aqui” atingiu a marca de R$ 200 milhões de bilheteria total nos cinemas de todo o mundo. Em cartaz desde novembro, o filme, dirigido por Walter Salles, já foi exibido em cerca de 14 países ao redor do mundo. 

No Brasil, o longa segue em cartaz em alguns cinemas. Já no exterior, a produção chegou aos cinemas dos Estados Unidos, França, Itália e chegou no Reino Unido, onde se tornou o longa-metragem latino-americano mais visto no país.

“Ainda Estou Aqui” estreou internacionalmente no Festival de Veneza de 2024, um dos mais evento cinematográficos mais prestigiados do mundo. Na ocasião, a produção fez parte da seleção oficial e conquistou o prêmio de ‘Melhor Roteiro’.


Cartaz de divulgação de ‘Ainda Estou Aqui’ (Foto: reprodução/Instagram/@aindaestouaqui)

Premiações 

Conquistando o público pelo roteiro impactante, o longa-metragem brasileiro fez história ao participar das principais premiações da história do cinema.

No Globo de Ouro, o filme foi indicado na categoria de  “Melhor Filme de Língua Não Inglesa”, no entanto, não saiu vitorioso. A celebração ficou por conta de Fernanda Torres, que foi indicada à categoria “Melhor Atriz de Drama” e levou a estatueta, desbancando grandes nomes como Angelina Jollie.

No Oscar, a produção brasileira fez história ao ser indicada para três categorias. Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz para Fernanda Torres. A produção acabou conquistando o premio de “Melhor Filme Internacional”, levando os brasileiros à loucura. 

Fernanda Torres também foi contemplada como ‘Melhor Atriz Estrangeira’ pela Critics Choice Association no Celebration of Latino Cinema & Television.

Sobre a produção 

Baseado na obra de Marcelo Rubens Paiva, o filme “Ainda Estou Aqui” narra a história de Eunice Paiva, mãe de Marcelo. Na produção, Eunice vive a violência do regime militar após da prisão e o desaparecimento do marido, o deputado Rubens Paiva, vivido por Selton Melo.

O longa-metragem ainda conta com passagem dos anos, quando mostra o momento em que Eunice descobre o diagnóstico de Alzheimer e narra o dia a dia de sua vida com a doença.

Jack Black compõe música para filme de Minecraft

O primeiro longa-metragem de um dos jogos mais famosos do século 21 está com os dias contados para sua data de lançamento. “Um Filme Minecraft” promete trazer para as telonas a magia e a criatividade que tornaram o jogo um fenômeno global, encantando milhões de jogadores ao longo dos anos.

Sobre o filme

Minecraft, o jogo que conquistou uma geração inteira e continua se reinventando, acaba de divulgar uma das músicas oficiais do filme. A canção foi composta por ninguém menos que Jack Black, que também dará vida ao protagonista da adaptação cinematográfica: Steve, o icônico personagem do jogo. A escolha de Black para o papel gerou grande expectativa entre os fãs, já que ele é conhecido por seu carisma e talento musical.

“I Feel Alive” de Jack Black para “Um filme Minecraft”. (Vídeo: Reprodução/X/@comunidademc)


O filme também contará com um elenco de peso. Além de Jack Black, Jason Momoa, famoso por interpretar Aquaman, assumirá um papel importante na trama. O elenco ainda inclui grandes nomes como Emma Myers (Wandinha), Jennifer Coolidge (The White Lotus), Danielle Brooks (Pacificador) e Sebastian Eugene (Luta por Justiça). Além disso, alguns youtubers famosos no universo de Minecraft farão participações especiais, em uma homenagem à comunidade que ajudou a tornar o jogo um fenômeno global.


Trailer de “Um filme Minecraft” (Vídeo: reprodução/X/@CINEMA505)

A estreia de “Um Filme Minecraft” está marcada para o dia 3 de abril de 2025 no Brasil, e a expectativa só cresce.

Sobre o jogo

Lançado originalmente em 2011, Minecraft revolucionou a indústria dos games ao oferecer um mundo aberto onde os jogadores podem explorar, construir e sobreviver. O jogo se popularizou especialmente por meio do YouTube, atingindo milhões de jogadores ao redor do mundo. Atualmente, conta com mais de 140 milhões de jogadores ativos por mês e já vendeu mais de 300 milhões de cópias, consolidando-se como o jogo mais vendido da história.

“The Electric State” recebe baixa audiência na Netflix

Na última terça-feira (18), a Netflix anunciou a quantidade de espectadores que assistiram The Electric State, um dos mais novos filmes da plataforma dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo. No entanto, os números revelados pela empresa mostraram uma audiência abaixo do esperado, o que pode ser um sinal de que a produção não teve o desempenho desejado pelo serviço de streaming.

A baixa audiência do filme

Segundo dados divulgados pela Netflix, The Electric State acumulou um total de 53,80 milhões de horas assistidas, resultando em aproximadamente 25,20 milhões de visualizações. Esses números são considerados baixos para um filme com grande investimento e elenco estrelado. Além disso, o longa não conseguiu superar outras produções recentes da Netflix, como Donzela, Agente Oculto, Tudo em Família e Atlas, todas com um desempenho superior.


Anúncio do filme para a Netflix (Foto: Reprodução/X/@Boxreport)

A Netflix costuma analisar a audiência dos primeiros 91 dias para determinar o sucesso de um filme ou série na plataforma. Com os números iniciais abaixo das expectativas, há grande possibilidade de que The Electric State não consiga garantir um lugar no cobiçado Top 10 de audiências da plataforma. Isso pode indicar que o público não se conectou com a narrativa do filme ou que a divulgação não tenha sido tão eficaz quanto a de outras produções recentes do serviço.

Sobre o filme

O filme é baseado em um romance escrito por Simon Stalenhag e conta com um roteiro assinado por Christopher McFeely e Stephen Markus, dupla que já trabalhou com os irmãos Russo em todos os seus projetos no Universo Cinematográfico da Marvel. A produção também chama atenção por seu elenco estrelado, que inclui Millie Bobby Brown, Chris Pratt, Ke Huy Quan, Giancarlo Esposito, Stanley Tucci, Jason Alexander, Anthony Mackie, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate e Alan Tudyk.


Atores e seus respectivos personagens no filme (Foto: Reprodução/X/@NetflixGeeked)

Mesmo com a recepção abaixo do esperado, The Electric State segue disponível no catálogo da Netflix, e sua audiência pode crescer ao longo das próximas semanas, dependendo do “boca a boca” e da resposta do público.

Jason Momoa revela primeiras informações sobre seu papel em Supergirl: “Meu personagem favorito”

O renomado ator estadunidense Jason Momoa, de 45 anos, responsável por interpretar personagens importantes da cinematografia mundial, estreará como vilão no elenco de “Supergirl”, a nova longa adaptação live-action da DCU, do diretor James Gunn. Dentre os papéis interpretados por Momoa, estão Arthur Curry, o Aquaman (2018/2023), e o Khal Drogo, em Game of Thrones (2011).

Jason dará vida ao ‘Lobo,’ um personagem coadjuvante emblemático da DC Comics. Nos quadrinhos, o personagem, que aparece nas histórias da Liga da Justiça, Superman e Lanterna Verde, é caracterizado por ser violento e marrento, embora seja um mercenário desbocado, com aspecto de anti-herói.

Anteriormente, em seu Instagram, o ator estadunidense havia dado um spoiler, sem muitos detalhes, sobre a sua possível interpretação do Lobo em alguma longa live-action da DC, deixando seus seguidores e amantes dos quadrinhos instigados.

Agora, a informação foi de fato confirmada e anunciada:  “[…] É tipo ‘qual é? É o papel perfeito’ (sobre viver o personagem Lobo em um filme). Olha, se eles me ligarem e chamarem, eu digo sim. Eu não recebi essa ligação, por isso não quero divulgar nenhum fake news, mas se me ligarem para um teste, eu estarei lá… E eles ligaram”, afirma a estrela dos filmes, em uma postagem no Instagram.

A satisfação em viver o personagem

Em entrevista ao programa norte-americano Jimmy Kimmel Live!, Momoa relatou ter afinididade com Lobo, por ele ser seu personagem favorito, e contou ter tido a intuição que viveria o personagem: “Tenho todos os quadrinhos do Lobo. Ele era meu favorito. Achei que interpretaria ele quando Zack Snyder me ligou. Porque era para Batman vs Superman: A Origem da Justiça, e eles precisavam de um vilão ali, e esse aqui é o único cara que pode, você sabe”, diz.

Com expectativas e com uma pitada de realização, o ator concluiu que as filmagens do projeto se iniciaram em janeiro de 2025, e que a experiência de estar trabalhando neste papel está sendo incrível. A longa ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, que se trata do segundo filme do DCU, tem previsão de lançamento para 26 de julho de 2026, nos cinemas de todo o mundo.

A trama de Supergirl


Imagem de anúncio de “Supergirl: A Mulher do Amanhã” (Foto: Reprodução/Instagram @jamesgunn)

Dirigido por Craig Gillespie, diretor de Cruella (2021), e escrito por Ana Nogueira, o filme será o sucessor de Superman e baseado na saga escrita por Tom King e desenhada por Bilquis Eveley nas HQs da DC. Com Milly Alcock como protagonista, no filme, a Supergirl viajará pelo espaço em busca de vingança e justiça, em prol do assassino do pai da menina, Krem. Krypto, o Supercão e Ruthye Marie Knoll também farão parte da trama.

MC Daniel e Lorena Maria comemoram aniversário de um mês do filho

Nesta terça-feira (18), Rás, filho do cantor de funk, MC Daniel, e da influenciadora digital, Lorena Maria, celebrou seu primeiro mês de vida. 

Para a comemoração, o casal preparou uma festa com o tema de Harry Potter. O bebê apareceu usando o uniforme da escola de magia de Hogwarts, enquanto Daniel e Lorena também entraram no clima e vestiram roupas e acessórios da saga de filmes.

Várias referências aos filmes de Harry Potter

A festa de Rás teve alguns acessórios, como varinhas e até a um Mapa do Maroto, que mostra todas as passagens e caminhos do castelo de Hogwarts, tudo isso do mundo de Harry Potter.

“Eu sou o Voldemort, você é o Harry. Esse mapa é mágico, eu vou ver para onde você tá indo”, brincou Daniel ao falar sobre a festa. 


Daniel segurando seu filho (Foto: reprodução/Caras/Bruno Gordilho)

Lorena também estava empolgada com a festa do filho. Além das fantasias, ela buscou utilizar elementos do filme em várias partes da decoração, inclusive, no bolo, que foi feito com alguns elementos decorativos que fazem parte da história de Harry Potter. 

“Ton Rás Riddle Severo Potter, o príncipe mestiço”, brincou Lorena, fazendo referência a alguns personagens da franquia.

Daniel e Lorena escolhem não ter babá para o filho

Por meio de suas redes sociais, MC Daniel contou aos fãs que decidiu, juntamente com sua mulher, de não ter babá para seu filho. Eles escolheram criá-lo somente com apoio dos familiares e por conta deles mesmos:

“Nós decidimos por não ter babá neste início para nós mesmos cuidarmos dele e aprendermos juntos a sermos mãe e pai. Não dá para romantizar, é difícil, mas vale a pena. Tudo o que você mesmo cuida, você ama mais”, relatou Daniel.

A própria festa organizada por eles, é um simbolismo importante, pois isso proporciona uma sensação de união e cria memórias duradouras entre os pais e o filho.

Cineasta de Hollywood é acusado de conspiração de US$ 11 milhões por fraudar a Netflix

Na terça-feira (18), o Departamento de Justiça acusou Carl Erik Rinsch, contratado pela Netflix para fazer uma série de ficção científica que nunca foi concluída, de um esquema de US$ 11 milhões para fraudar a empresa. O cineasta de 47 anos, foi preso em West Hollywood, conforme comunicado da Procuradoria dos EUA para o Distrito sul de Nova York.

De acordo com a acusação, anunciada pelo Escritório de Campo do Federal Bureau of Investigation (FBI) em Nova York, o cineasta garantiu financiamento da empresa de streaming de 2018 até o início de 2020. No entanto, em vez de investir na série, ele teria desviado o dinheiro para uma conta pessoal de corretagem e o utilizou para negociar títulos.

Uso indevido dos recursos da Netflix

Rinsch exigiu os fundos para concluir “White Horse”, uma série de TV de ficção científica que nunca foi finalizada. No entanto, segundo os promotores, ele utilizou o dinheiro para fazer “investimentos extremamente arriscados”, pagar estadias em hotéis luxuosos como o Four Seasons e contratar advogados para processar a própria Netflix.

Ele argumentou que os carros e móveis adquiridos eram adereços para a produção, mas a árbitra Rita Miller, ex-juíza do Tribunal Superior de Los Angeles, decidiu que nenhuma dessas compras era necessária para o projeto.

A Netflix contratou Carl Erik Rinsch, sem experiência cinematográfica, com seu currículo de filmagens só constando comerciais, um curta e um filme estrelado por Keanu Reeves que foi um fracasso de bilheteria.


Curta-metragem feito pelo cineasta (Vídeo: reprodução/YouTube/Perspens)


Histórico do projeto e atrasos na produção

Os registros do tribunal apontam que Rinsch apresentou o programa – também conhecido como “Conquest” – em janeiro de 2018 a executivos da Netflix, incluindo Cindy Holland, então vice-presidente responsável pelo conteúdo original, que deixou a empresa em 2020. Com o investimento de Keanu Reeves, que atuava como seu mentor, Rinsch já havia filmado seis episódios curtos e um trailer de três minutos.

A Netflix concordou em investir US$ 44 milhões para adquirir a série e produzir a primeira temporada, prevendo vários meses de filmagem em países como Quênia, México, Romênia, Berlim, Hungria e Uruguai em 2019.

No entanto, as gravações começaram no Brasil e rapidamente ultrapassaram o orçamento, segundo registros do tribunal. Embora tenha prometido entregar mais sete episódios, ele informou à Netflix que apenas um episódio poderia ser concluído com os recursos fornecidos.

Após uma breve interrupção na produção na Hungria, a Netflix concordou em adiantar mais dinheiro, mas a produção foi interrompida em dezembro de 2019, com muito trabalho ainda pendente. Em março de 2020, Rinsch solicitou um adicional de US$ 11 milhões para concluir a primeira temporada. Na esperança de salvar o projeto, a Netflix concordou com o pagamento, segundo a decisão judicial.

Até o momento, a Netflix não se pronunciou sobre o caso.