Meghan e Harry voltarão ao Reino Unido em encontro com a família real

Meghan, está supostamente considerando a possibilidade de retornar ao Reino Unido junto com seu marido, o Príncipe Harry. Rumores recentes sugerem que o casal real está discutindo a possibilidade de uma visita ao Reino Unido, para um compromisso oficial dos Jogos Invictus, criado pelo duque em 2014, a viagem deverá acontecer em maio.

O que poderia marcar seu primeiro retorno juntos desde que se afastaram dos deveres reais e se mudaram para os Estados Unidos. A especulação em torno dessa potencial viagem tem alimentado intensamente a mídia e gerado grande interesse público, especialmente considerando as tensões e controvérsias anteriores que envolveram o casal e sua relação com a família real britânica.

Dualidade entre o casal

Robert Fitzwilliams, especialista em família real se pronunciou sobre o retorno de Meghan “Se ela confirmar o retorno ocorrerá uma enorme quantidade de publicações negativas em razão da forma como ela agiu nos últimos quatro anos”, alertou. O comentário se da pelos últimos acontecimentos, onde, Willian e Kate fizeram um convite ao casal para levar os sobrinhos até a Inglaterra, contudo, Meghan recusou o convite. Até então, Meghan se mantinha resistente em manter as relações com a família real suspensas, enquanto o duque de Sussex já mostrava interesse para reencontrar a família em decorrência ao momento delicado


Príncipe Harry e Meghan em evento (Foto: reprodução/Getty Imagens/
Joshua Sammer
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Reconciliação entre a família

O retorno é motivado após o anúncio de câncer do Rei Charles III e também da Kate Middleton. Harry, que era muito próximo da cunhada antes da abdicação, ao que tudo indica, planeja uma reconciliação com a princesa de Gales, após as revelações intimas da família.

Fitzwilliams, ainda completa. “Não deve ser um problema. O planejamento deve ser analisado caso a caso. É claro que qualquer viagem do casal [Harry e Meghan] oferece riscos, mas o tema não deve ser utilizado como desculpa para não ir ao Reino Unido”. terminou dizendo.

Meghan Markle e Príncipe Harry são anfitriões de evento de arte africana

A Duquesa de Sussex Meghan Markle e o Príncipe Harry foram responsáveis por hospedar um evento da Kinsey African American Art na penúltima quinta-feira (21), com direito à presença de estrelas e amigos do casal. 

O evento contou com uma conversa sobre arte e cultura afro-americana mediada pelos diretores do instituto com intuito de “discutir a história da arte e o significado da arte negra”, de acordo com post feito no Instagram.

Estrelas prestigiam o evento da realeza

Ainda segundo o mesmo post feito pela entidade, a celebração contou com a presença de figurões da indústria da música e das artes no geral. 

Ninguém mais, ninguém menos que a mãe da própria Beyoncé foi flagrada com a mãe de Meghan Markle, Doria Ragland, em clique amistoso. Além de Tina Knowles, o ator britânico-nigeriano do filme “Selma”, David Oyelowo, esteve presente também. 



O ator tem uma conexão significativa com o casal real, uma vez que possui bolsas de liderança atreladas ao seu nome na Nigéria para jovens vítimas do terrorismo e da desigualdade de gênero. Meghan e Harry, através da Fundação Archewell, já mandaram recursos como material escolar e produtos menstruais para prestar auxílio às estudantes apadrinhadas por Oyelowo.

Markle e Harry são conhecidos de Beyoncé desde 2019

 Meghan Markle e Príncipe Harry são associados à Beyoncé e ao esposo dela, Jay-Z, desde fevereiro de 2019. 

Na data em questão, os pais de Blue Ivy agradeceram a conquista de Melhor Grupo Internacional no Brit Awards com um vídeo que mostrava um retrato de Meghan Markle de fundo. Naquele mesmo dia, Beyoncé fez um post no Instagram no qual congratulava a gravidez da realeza durante o Mês da História Negra, comemorado em outubro nos Estados Unidos.

Mais recentemente, Markle, Harry e Doria Ragland foram vistos na turnê Renaissance World Tour da Queen Bey. Em outro momento, mãe e filha clicadas novamente em um segundo show da artista.

Marca lançada por Meghan Markle gera atrito entre realeza

Na penúltima quinta-feira (14), a duquesa Meghan Markle se lançou na sua próxima empreitada como empreendedora por trás da marca American Riviera Orchard. Vinculada à estilo de vida e utensílios domésticos, o negócio pode ser visto com maus olhos pela realeza, uma vez que Markle adotou o título de Duquesa de Sussex na bio da marca no Instagram.

Tal ação por parte da realeza pode ter sido interpretada de forma equivocada pelo Rei Charles. De acordo com fontes próximas ao monarca, a duquesa pode perder a nomeação por vincular o título real a negócios com fins lucrativos.

Marca é vinculada à culinária e estilo de vida

Com nove posts no feed do Instagram que formam o brasão da marca, algumas observações podem ser feitas a partir da logo. Entrelaçados na imagem, tanto a letra ‘A’ quanto ‘R’, indicam se tratar sobre a American Riviera.

Entretanto, o que chama atenção também é a palavra Montecido logo abaixo, uma clara referência à região californiana que a Meghan e o Príncipe Harry, além dos dois filhos, residem.


Logo da marca presente no site (Foto: reprodução/American Riviera.com)

“São todas as coisas que estão próximas do coração dela, todas as coisas pelas quais ela é apaixonada”, revelou uma fonte escutada pelo tabloide americano Page Six. Markle está trabalhando na marca há mais de um ano.

Segundo um registro obtido pelo mesmo veículo, a American Riviera Orchard pretende comercializar eletrodomésticos de utilização diária, itens de mesa de jantar, geleias e livros de receitas.

Meghan Markle não é a primeira da família real a ter negócio próprio

A duquesa de Nova York, Sarah Ferguson, foi a primeira a querer ter uma carreira fora da realeza. Em 2013, após passar por dificuldades com a sua alimentação, Ferguson foi para um resort na Suíça e adotou uma dieta sem açúcares. Após perder 19kg, decidiu apostar numa linha de chá com 17 sabores inusitados.

A Netflix pretende lançar um programa na mesma vertente da marca e estrelado por Meghan Markle no lançamento da marca.

Fotografia da Rainha Elizabeth 2ª com netos pode ter sido manipulada

A agência de fotos Getty Images destacou que há alterações na foto da Rainha Elizabeth 2ª publicada no ano passado. Cercada de netos e bisnetos em uma foto paisagem, o registro foi realizado em 2022 e acabou sendo repostado novamente pela conta oficial do Palácio de Kensington no Twitter em 2023, data que seria o aniversário de 97 anos da falecida rainha. 

Em uma revisão recente da agência de fotos, um porta-voz apontou a existência de manipulação digital.

Linhas e sombras podem ser avistadas na foto

De acordo com o Getty Images em conjunto com a análise do jornal americano CNN, pode ser vista uma linha vertical na estampa da saia vestida pela realeza. Quanto aos demais membros da família real, uma sombra escura está localizada atrás da orelha do Príncipe Louis e um rasgo preto pode ser observado na gola da camisa do Príncipe George. 


Foto da família real tirada em 2019 também foi apontada como manipulada (Foto: reprodução/Instagram/@Sussexroyal)

Há uma discrepância quanto à iluminação também. No canto superior direito da foto, no braço direito de James, Conde de Wessex, recai uma luz que não condiz com a iluminação da fotografia. O mesmo fenômeno quanto à luz pode ser observado também no lado direito da cabeça de Savannah Phillips, situada à esquerda de James.

Quanto ao enquadramento, a borda horizontal do piano está recortada. É possível notar um borrão entre os dois quadros, de acordo com a agência.

Outros casos de manipulação digital envolvendo realezas

Apesar deste tipo de situação ter tomado repercussão com o retrato manipulado digitalmente de Kate Middleton ao lado dos filhos, divulgado recentemente para marcar o Dia das Mães, outro membro da família caiu na mira da Getty Images.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o Getty Images notificou também uma foto de batizado do Príncipe Archie, filho de Harry e Meghan Markle retirada em 2019.  

As anomalias registradas não são tão severas quanto à foto de Middleton, que passou duas vezes por alterações. 

Até o presente momento, o Palácio de Buckingham não fez nenhuma colocação sobre a foto da Rainha Elizabeth 2ª.

Após perder o processo, Príncipe Harry fica com dívida de um milhão de libras

O Príncipe Harry, caçula do Rei Charles III, está enfrentando uma dívida estimada em um milhão de libras, equivalente a R$ 6,2 milhões, após perder um processo judicial contra o governo britânico. A disputa girava em torno da remoção de seu aparato de segurança pessoal após sua saída da realeza em janeiro de 2020.

Desde então, Harry tem travado uma batalha pela manutenção do serviço de segurança fornecido pelas autoridades britânicas. Sua renúncia às funções reais desencadeou uma série de mudanças em sua vida, incluindo a perda do direito aos serviços de segurança públicos providos pelo governo.

O jornal britânico Daily Standard informa que, apesar da derrota nos tribunais, Harry está considerando recorrer da decisão da Justiça do Reino Unido. No entanto, a expectativa é que ele seja responsabilizado financeiramente pela dívida decorrente da disputa legal.

Falta de seguranças pessoais


Uma das dificuldades de retornar ao Reino Unido, segundo príncipe Harry, é a falta de seguranças (Foto: reprodução/GZH)

Desde sua saída da realeza, Harry tem enfrentado obstáculos durante suas visitas ao Reino Unido na companhia de sua esposa, a Duquesa Meghan Markle, e seus filhos. A ausência de segurança foi destacada por ele como uma das razões que tornam difícil seu retorno frequente ao país.

Recentemente, Harry esteve em Londres para uma visita rápida ao pai, o Rei Charles, após ser informado sobre o diagnóstico de câncer do monarca. Sua esposa, Meghan, por sua vez, esteve no Reino Unido pela última vez em setembro de 2023, para participar do funeral da Rainha Elizabeth II.

Segundo o jornal britânico Daily Mirror, a tendência é que Harry e sua família se distanciem ainda mais do Reino Unido e da Família Real após a derrota na Justiça Britânica. Apesar disso, Harry permanece como o quinto na linha de sucessão ao trono britânico.

Em resposta à decisão judicial, os representantes legais de Harry afirmaram que ele não busca tratamento preferencial, mas uma aplicação justa das regras de segurança. Enquanto isso, o governo britânico defende que o sistema de proteção é rigoroso e proporcional.

Esperança em relação ao câncer do pai

Harry expressou esperanças de que a doença de seu pai possa ser um catalisador para a união da família, apesar das tensões e do distanciamento desde sua mudança para os Estados Unidos. A decisão da Alta Corte de que não houve ilegalidade na remoção da segurança policial pessoal de Harry quando ele está no Reino Unido encerra temporariamente essa disputa judicial.

Príncipe Harry tem direito a segurança automática negado

Nesta quarta-feira (28) o Príncipe Harry perdeu a batalha judicial que travou em função do seu direito legal de ter proteção policial em suas visitas ao Reino Unido. 

Harry alega que suas visitas ao Reino Unido deveriam sempre possuir proteção policial automática e que deveria se estender a toda sua família. O duque e a duquesa de Sussex e seus dois filhos tiveram seu direito a proteção policial negado em fevereiro de 2020, após Harry e sua esposa, Meghan Markle, abrirem mão do seu cargo oficial, se afastando da família real e de seus deveres inclusos.  

O príncipe, através de um comunicado oficial em dezembro, alegou ter se “sentido forçado” a recuar no seu papel e deixar o Reino Unido em 2020, ele também comenta suas preocupações de segurança quanto a sua esposa e seus dois filhos.

A decisão judicial

Mesmo em meio às alegações de Harry, o juiz do Tribunal Superior Peter Lane optou por manter a decisão tomada pelo governo e pelo Comitê Executivo para a Proteção da Realeza e das Figuras Públicas (RAVEC) em 2020, reduzindo a segurança pública do Príncipe Harry e de sua família. 

Em documentos vistos pela Revista People, Peter Lane alega não existir nenhuma irregularidade.

“O tribunal concluiu que não houve qualquer ilegalidade na tomada da decisão de 28 de fevereiro de 2020”, manteve Peter Lane. Ele ainda concluí que não houve irracionalidade ou injustiças na decisão: “A decisão não foi irracional. A decisão não foi prejudicada por injustiças processuais.”

“O tribunal também concluiu que não houve ilegalidade por parte da RAVEC no que diz respeito aos seus preparativos para algumas das visitas do requerente à Grã-Bretanha”, completou seu veredito. 

O Duque de Sussex pretende recorrer da decisão. “O Duque não está pedindo tratamento preferencial, mas uma aplicação justa e legal das próprias regras da RAVEC, garantindo que ele receba a mesma consideração que os outros, de acordo com a política escrita da própria RAVEC”, declarou o porta-voz jurídico ainda a Revista People, nesta quarta-feira (28).

Ainda durante a declaração, alega-se que em fevereiro de 2020, quando o príncipe Harry teve seus direitos a segurança automática pessoal negados, a RAVEC não aplicou sua política ao duque, “excluindo-o de uma análise de risco específica”. Harry argumenta que “o chamado ‘processo personalizado’ que se aplica a ele não substitui a análise de risco.”

“O duque de Sussex espera obter justiça do Tribunal de Recurso e não fará mais comentários enquanto o caso estiver em andamento”, conclui a declaração.

 Em casa e seguro 

Durante a época de exclusão do seu direito, o duque de Sussex em declaração ao Supremo Tribunal de Londres, alegou a necessidade de segurança polícia para que seus filhos se “sentissem em casa”, algo que, segundo Harry, não iria acontecer caso “não houvesse nenhuma possibilidade de mantê-los seguros enquanto estiverem em solo britânico”.

“O Reino Unido é a minha casa. O Reino Unido é fundamental para a herança dos meus filhos e um lugar onde quero que se sintam em casa tanto quanto onde vivem neste momento nos Estados Unidos”, argumentou o príncipe antes de continuar. “Isso não pode acontecer se não houver possibilidade de mantê-los seguros quando estiverem em solo britânico.”

Harry conclui a declaração se incluindo: “Não posso colocar minha esposa em perigo assim e, dadas as minhas experiências de vida, também reluto em me colocar desnecessariamente em perigo.”

Na época, Harry se ofereceu para cobrir os custos da segurança de sua família, entretanto, a proposta não foi aceita. 


Harry pretende recorrer a decisão para garantir segurança familiar (Foro: reprodução/Instagram/@grenadier.guards)

Após o anúncio da decisão, Rei Charles foi fotografado sendo “convidado a ser retirar” se sua casa em Londres. Charles enfrenta um tratamento de câncer e foi visitado pelo filho em 6 de fevereiro, após a notícia de sua doença tomar repercussão pública.

Viagem repentina de Harry a Londres atrai esperança para uma reconciliação familiar

Não existe segredo quanto a relação da família real britânica. Entre diversos escândalos internos e externos, uma viagem realizada pelo príncipe Harry, de Los Angeles a Londres, pode significar que ainda existe esperança para a reconciliação da monarquia. 

Príncipe Harry realizou uma viagem até Londres para visitar o Rei Charles III após o diagnóstico do enfrentamento de um câncer. Depois de três anos de tensão interna, a distância foi quebrada diante da situação difícil que a família real se encontrou obrigada a enfrentar. O duque de Sussex, de 39 anos, visitou o pai sem a presença de Meghan Markle, sua esposa e seus dois filhos, assim como ocorreu em sua participação na cerimônia de coroação do reinado de Charles III.

A visita de Harry a sua antiga residência levantou a curiosidade do público regido pelo reinado de seu pai. Os jornais ingleses dedicaram a manhã ao assunto, o Jornal Daily Mirror chegou a indagar se era “a hora de Harry voltar para casa”. Com a condição de saúde complicada de Charles, a representação pública da monarquia fica a cargo da Rainha Camila, de 76 anos, e do Príncipe William, de 41, que também lida com a recente cirurgia no abdômen de Kate Middleton.

A divergência da família real desde os últimos anos só aumenta com a partida de Harry para os Estados Unidos e o afastamento do Príncipe Andrew, irmão de Charles III após ser acusado de agressão sexual contra uma menor, acusação qual ele nega. Harry visitou o Reino Unido em 2023, sua última visita, para assistir aos julgamentos dos jornais sensacionalistas. O afastamento do duque de Sussex ficou ainda mais a vista após seu casamento com Meghan Markle, protagonista de diversas intrigas familiares. 

O histórico da Família Real Britânica é longa, relembre alguns dos acontecimentos. Confira a seguir:

Livro “O que Sobra”

Em 2023, Harry lançou seu livro de memórias intitulado de “Spare” que pode ser traduzido para “O que Sobra”. Recheado de relatos, o livro conta desde a perda da virgindade de Harry, uso de drogas durante a adolescência e até mesmo a quantidade de mortes decorrente de seu serviço ao exército britânico no Afeganistão, que ele alega ter sido 25 pessoas. A obra repercutiu, inclusive entre os radicais islâmicos do talibã, que o repreendeu.


No livro “Spare”, Harry conta algumas de suas memorias e polêmicas (reprodução/Scott Olson/AFP)

Em situação de despejo

Em uma aparente retaliação após o lançamento de seu livro “Spare”, em 2023, o Rei Charles III negou ao filho e a nora o direito de permanecer no imóvel próximo ao Castelo de Windsor, onde Harry e Meghan moravam. 

Ainda em 2023, Harry chegou a residir em Frogmore House para acompanhar os processos contra tabloides britânicos. Agora, segundo o inventário da família real, o imóvel está desocupado. 

Documentário na Netflix

Além do livro, o duque de Sussex juntamente de sua duquesa, lançaram o documentário “Harry & Meghan”, no serviço de Streaming da Netflix. A série documental possui seis horas de duração. No documentário, o casal expõe novamente as situações que passaram enquanto conviviam com a família real e até mesmo após seu afastamento. A tentativa de “exposed” de Harry e Meghan não foi bem vista no Reino Unido. 

Coroação Polêmica

A cerimônia de posse do trono de Rei Charles III ocorrida em maio de 2023 também levantou burburinho, um dos motivos foi o fato de Willian obter posição de destaque na primeira fileira, enquanto Harry ficou um pouco mais escondido ao fundo. Outro motivo foi a apresentação de Camila como rainha consorte, uma vez que o envolvimento da atual rainha com Charles levou a ruptura do relacionamento com Diana, a princesa do povo. Harry e Meghan Markle também não aparecem na foto de coroação, assim como o Príncipe Andrew. 

Racismo 

No livro “Endgame: Inside the Royal Family and the Monarchy’s Fight for Survival” (“Fim do jogo: Por dentro da família real e a luta da monarquia pela sobrevivência”, na tradução livre em português), do jornalista britânico Omide Scobie provocou escândalo Reino Unido a fora. No livro conta o envolvimento de duas pessoas no episódio de racismo revelado por Meghan Markle em entrevista a Oprah Winfrey, onde a duquesa de Sussex expõe que duas pessoas demonstravam demasiada “preocupação” quanto a cor da pele do filho de Meghan e Harry enquanto ele ainda estava no ventre. 

Mesmo após um aparente ponto final, outra tradução do mesmo livro foi veiculada na Holanda em dezembro, dessa vez envolvendo os nomes de Kate Middleton e Rei Charles III. Scobie, escritor da versão inglesa, culpou a tradução holandesa pelo acontecimento e afirmou ao Daily Mirror que jamais deu nomes aos envolvidos. 

Fontes cortadas 

O jornalista Omide Scobie ainda afirmou que Harry não foi avisado sobre a condição delicada de saúde de sua avó, Rainha Elizabeth II, antes de seu falecimento em setembro de 2022. Scobie afirmou que o casal de Sussex não faziam ideia sobre os preparativos do Palácio de Buckingham para o falecimento de Elizabeth.

A notícia veio através de um telefonema desconhecido, atendido por Harry apenas por insistência de sua esposa, onde Charles e Camilla lhe comunicaram que estavam a caminho de Balmoral, onde a Rainha Elizabeth II acabou falecendo. 

Condenado

Abrindo a marcação de primeiro membro da família real a prestar depoimento em um século, Harry foi condenado a pagar mais de 48 mil libras ao jornal “Main on Sunday” após perder um processo contra o tablóide por difamação. 

Publicado em fevereiro de 2022, o artigo acusava Harry de ter tentado manter em sigilo seu pedido de proteção policial no país. A defesa do duque afirma ter sido um ato “errôneo”.

Harry chega a Londres para visita ao Rei Charles III, mas sem pretensão de encontrar William

Após o diagnóstico de câncer do Rei Charles III, o Príncipe Harry decidiu ir à Inglaterra para se encontrar com o pai. Conforme o Daily Mail, Harry viajou para Londres em um voo noturno de 11 horas. Ele desembarcou por volta do meio-dia, ontem, dia 6 de fevereiro, e um Range Rover preto já o esperava no aeroporto, junto à escolta de dois carros da polícia. 


Príncipe Harry chega a Clarence House (Foto: reprodução/Peter Mcdiarmid/LNP/Daily Mail)


O Rei Charles III ligou diretamente para o Príncipe Harry para o informar sobre o diagnóstico de câncer e especialistas esperam que a viagem de Harry seja o primeiro sinal de uma trégua nas brigas da família real.

Harry não tem intenção de se reencontrar com William

O Príncipe Harry abdicou de seu quinto lugar na sucessão ao trono da Inglaterra e de suas obrigações na família real para se mudar para os Estados Unidos com sua esposa, Meghan Markle. 

Porém, Harry não vai se encontrar com seu irmão William durante sua visita ao seu pai porque os dois deixaram de se falar após comentários feitos por seu irmão mais velho sobre Megan.

Uma fonte disse recentemente ao jornal The Times que na verdade, a briga entre os irmãos começou por causa de suas opiniões opostas sobre a gerência de projetos de preservação ambiental na África. Enquanto o Príncipe de Gales apoiava iniciativas lideradas pela comunidade para ajudar a população local a conservar a terra, o Duque de Sussex era a favor de uma abordagem mais intervencionista.

Especialistas esperam que visita indique “trégua”

Ainda de acordo com Daily Mail, Richard Fitzwilliams, comentarista real, disse: ”Tenho certeza de que Harry deixará o passado de lado agora por causa deste problema sério”. Kristina Kyriacou, ex-secretária de imprensa do rei, comentou: “Charles adora Harry. Ele não queria nada desse distanciamento”.

Em seu livro intitulado O Que Sobra, Harry revelou que Charles havia apelado aos seus filhos: “Por favor, meninos, não tornem meus últimos anos uma miséria”.

Esse pode ter sido o incentivo para a urgência da viagem do príncipe.