Kim Kardashian desabafa em rede social após ser reprovada no exame da ordem dos advogados

Kim Kardashian, através de suas redes sociais, dividiu com seus fãs sua trajetória de estudo, um verdadeiro reality da sua vida como estudante de Direito. Entre desafios e trabalhos acadêmicos, um novo capítulo surpreendeu: Kim apareceu aos prantos ao ser reprovada no exame e declarou que não vai desistir do seu sonho, apesar do cansaço e da tristeza.

Vídeo

No post, a socialite aparece sentada em sua cama, visivelmente abalada, e revelou que sua mente está cansada com os desafios: “Toda vez que sinto que estou um passo à frente, algo acontece para tentar me impedir”, desabafou. “Uma parte de mim só quer parar. Sinto que meu cérebro vai explodir e ainda tenho um longo caminho pela frente”, lamentou.


Kim Kardashian (Foto: reprodução/Instagram/@kimkardashian)


Não é a primeira vez que Kim se decepciona e vai mal nas provas. Durante uma entrevista, Kim revelou que a inteligência artificial atrapalhou sua rotina de estudo e foi reprovada em uma das provas do curso de Direito. Mesmo após as reprovações, a empresária insistiu nos estudos.

Visita ao Brasil

Kim surpreendeu ao ser clicada no Brasil. Sua vinda à Cidade Maravilhosa, o Rio de Janeiro, marcou uma nova fase em sua vida profissional como atriz: a turnê internacional da série “Tudo é Justo”. Durante sua visita, a atriz conheceu o Cristo Redentor e realizou uma sessão de fotos especial em Copacabana, exaltando o Brasil, além de muitos cliques com roupas brasileiras.

Na série, o universo da advocacia também se faz presente. A trama conta a história de um grupo de advogadas especializadas em divórcios, e que deixam uma companhia liderada por homens e criam seu próprio negócio. O grupo, formado pelas personagens de Kim Kardashian, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts e Sarah Paulson, que também vieram ao Brasil, passa a lidar com separações de famosos, negócios milionários e até traições.

Segundo a atriz e influenciadora, após essa nova reprovação, ela vai recomeçar a rotina de estudos para, mais uma vez, realizar o exame. Para exercer a profissão, assim como no Brasil, é necessário ser aprovado em uma prova, que possui 200 questões de múltipla escolha e 4 questões dissertativas. Para ela, desistir não é uma opção.

EUA prometem checar redes sociais de quem pedir visto

Ao se candidatar para morar ou trabalhar nos Estados Unidos, as pessoas serão averiguadas quanto ao “antiamericanismo”. Um dos requisitos passa a ser a verificação de suas redes sociais. As autoridades fizeram o anúncio na terça-feira (19), visando endurecer as restrições, o que alarmou advogados e defensores da imigração.

A USCIS (Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA) afirmou que, com a atualização da política, os agentes de imigração poderão acompanhar se os candidatos tiveram “qualquer envolvimento em organizações antiamericanas ou terroristas” ou se há “evidências de atividade antissemita“.

A averiguação de redes sociais já faz parte da triagem de imigração desde julho pela administração Trump, e será expandida para que se possa verificar qualquer “atividade antiamericana”, segundo o comunicado.

Revogação de vistos

Com as novas ações que remetem ao mais recente passo na repressão de imigração pela administração, teme-se que imigrantes e estudantes internacionais percam a coragem de ir para os Estados Unidos.


Governo norte-americano vai fiscalizar redes sociais de candidatos a vistos, com intuito de impedir “antiamericanismo” (Foto: reprodução/Instagram/@portalg1)


Na segunda-feira (18), um funcionário informou que neste ano o Departamento de Estado revogou mais de 6 mil vistos de estudantes. O Departamento vem atuando junto dos consulados e embaixadas no que diz respeito a averiguar se os candidatos a vistos de estudante demonstram ter atitudes hostis aos cidadãos americanos, cultura, governo, instituições ou princípios fundamentais.

Em um comunicado à imprensa na terça-feira (19), o porta-voz do USCIS, Matthew Tragesser declarou que:

Os benefícios da América não devem ser concedidos àqueles que desprezam o país e promovem ideologias ‘antiamericanas’.”

O porta-voz disse ainda que a agência de imigração pretende se comprometer em implantar políticas e procedimentos que removam o “antiamericanismo” e apoiem a ação de medidas rigorosas de escolha e observação na maior extensão possível. Não existe uma definição específica para o termo “antiamericanismo”, porém tal nomenclatura pode estar ligada a pessoas que apoiaram o “terrorismo antissemita, organizações terroristas antissemitas e ideologias antissemitas“. Contudo, o termo pode estar relacionado a uma seção da INA (Lei de Imigração e Nacionalidade) de 1952, como exemplo de ideologias “antiamericanas”.

O que diz a lei

Na estrutura da Lei, uma lei legal e abrangente dos Estados Unidos, comunica que certas pessoas são proibidas de se tornarem cidadãos naturalizados, sobretudo aqueles que estejam incluídos em vários partidos comunistas, que defendam “o comunismo mundial”, escrevem ou distribuem materiais de forma contrária a “todo governo organizado” ou aqueles que pensam derrubar o governo americano por força da violência.


Estados Unidos apenas para americanos (Foto: reprodução/Instagram/@cnnbrasil)


O aviso provocou de forma imediata tumulto e alarme com fóruns online que debatiam o que poderia ser considerado como “antiamericanismo”. Para muitos, a preocupação está na redação vaga e na falta de definição clara, o que poderia acarretar aos agentes de imigração, o poder de reprimir ainda mais a imigração, mesmo sem saber, de fato, se está acontecendo uma ameaça genuína.

Aaron Reichlin-Melnick, pesquisador sênior do Conselho de Imigração Americano, disse que está medida o fez lembrar do Macartismo, que ocorreu nos anos 1950 e que também ficou conhecido como Ameaça vermelha, uma vez que as autoridades processavam indivíduos de esquerda devido a um pânico público generalizado por conta do comunismo e sua influência nas instituições americanas.

Filha de Maíra Cardi passa por cirurgia e influencer atualiza o estado

Maíra Cardi compartilhou um relato emocionante nas redes sociais, após a filha, Sophia, de 6 anos, passar por uma cirurgia considerada simples, a retirada das amígdalas e correção dos adenóides. Realizada neste sábado (09), a influenciadora comentou nas redes sociais estar com o “Coração de mãe dilacerado”, vendo a filha acordar da anestesia com dor.

O procedimento

A retirada das amígdalas e correção dos adenoides é um procedimento recomendado para evitar infecções ao longo da vida de crianças, é um procedimento considerado simples e rotineiro, porém nas redes sociais, Maíra relatou um pós-operatório difícil para a filha.

Em um texto publicado no Instagram, a influenciadora relatou: “Ela entrou na sala de cirurgia sorrindo e muito calma. O procedimento foi um sucesso (…) Mas, ao acordar, ela sentia muita dor, gritava por ajuda, chorava muito… e acabou vomitando bastante. Por isso, os médicos optaram por sedá-la (…)” 

Maíra ainda relatou nas redes sociais a impotência que sentiu mediante ao sofrimento da filha:” Assisti minha filha gritar, chorar e me pedir: “Mãe, está doendo muito, eu não estou aguentando, faz alguma coisa (…)”, me fez sentir a impotência de não poder controlar o que mais importa. Foi um lembrete doloroso da nossa insignificância e vulnerabilidade.”

Porém, mais tarde no mesmo dia, Cardi, que está grávida do terceiro filho, e o primeiro com o atual marido Thiago Nigro, apareceu de máscara, alegando ter pegado uma gripe forte no hospital e não queria passar para filha que estava em recuperação, ambas estavam deitadas juntas na maca e Sophia já estava acordada.


Postagem de Maíra Cardi sobre o pós-operatório da filha (Foto: reprodução/Instagram/@mairacardi)


Filha de ex-BBB’s

Sophia Cardi Aguiar é filha do relacionamento de Maíra Cardi e do ator Arthur Aguiar, ambos são ex-BBB’s, que começaram a se relacionar em 2017 e, após muitas polêmicas de traição cometidas pelo ator, o casal oficializou o divórcio em 2022. 

Maíra está acompanhando a filha no hospital, enquanto Arthur foi visitá-la no mesmo dia, nas redes sociais, o ator contou qual foi o pedido da filha para a visita: “Ela é tão bonitinha que falou para mim: papai, amanhã você vai lá?”, falei que ia e ela: leva um presente para mim? Perguntei o que ela queria e ela falou: traz o Gabriel. Linda, né.” Gabriel, que tem 1 ano e 5 meses, é filho de Arthur Aguiar com a nova namorada, a empresária Jhenny Santucci.

STF forma maioria para responsabilizar redes sociais por conteúdo

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta quarta-feira (11), maioria de votos a favor da responsabilização das plataformas digitais pelo conteúdo publicado por seus usuários. A Corte ainda deve analisar em detalhes os limites e condições exatas de responsabilidade civil das empresas sobre conteúdos criminosos. E acertar as divergências apontadas em voto pelos ministros.

O Marco Civil da Internet, sancionado em 2014, prevê neutralidade de redes, segurança de dados pessoais, garantindo diversidade e liberdade de expressão. Atualmente, determina que as redes sociais têm a obrigatoriedade de remover conteúdos de caráter ofensivo após ordem judicial específica, sob pena de responsabilização. Mas esse entendimento demonstra necessidade de reinterpretação e revisão.

Debate sobre responsabilidade sem ordem judicial

O STF analisa os recursos que têm como foco a possibilidade de responsabilização das plataformas digitais, mesmo sem decisão judicial prévia, pelos discursos de ódio, fake news ou conteúdo ofensivo que cause danos a terceiros.

E também, como questão central, se as redes sociais podem ser condenadas a pagar indenização por danos morais por não retirarem do ar postagens criminosas, mesmo sem ordem prévia da Justiça. Até agora, os votos a favor foram de Dias Toffoli, Luiz Fux, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.

Para finalização e fixação da tese, faltam os votos dos ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Votos dos ministros

Dias Toffoli entendeu ser errado exigir decisão da Justiça para as redes sociais se responsabilizarem por conteúdos ofensivos publicados por usuários. Assim, considerou inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que protege as plataformas contra punições por postagens ilícitas.

Ele defendeu que, em casos de racismo, por exemplo, as plataformas devem agir a partir de notificação extrajudicial feita pela vítima ou seu advogado, sem necessidade de esperar a Justiça.


STF tem maioria de votos para responsabilização das redes (Reprodução/YouTube/CNNbrasil)

Luiz Fux também considerou o artigo 19 inconstitucional. O ministro defendeu que, em casos de discurso de ódio, racismo, pedofilia, violência e atos antidemocráticos, as plataformas devem remover os conteúdos criminosos após notificação extrajudicial, sob pena de responsabilização. Ele também apontou a criação de canais sigilosos para denúncias e monitoramento de conteúdo.

O presidente do STF, Luiz Roberto Barroso, fez uma distinção: para crimes contra a honra, a remoção deve ocorrer após ordem judicial. Em casos que envolvam pornografia infantil, terrorismo, tráfico de pessoas ou golpe de Estado, a ação de remoção deve acontecer sem decisão judicial, cumprindo seu dever de cuidado.


STF tem maioria de votos para responsabilização das redes (Foto: reprodução/Instagram/@uolnoticias)

Flávio Dino sugeriu responsabilização através do artigo 21 do Marco Civil, que permite a remoção com notificação extrajudicial da vítima ou seu advogado. Levantando a proibição de perfis falsos e robôs, que nesses casos cabe punição sem ordem judicial.

Cristiano Zanin, que declarou parcialmente inconstitucional o artigo 19, propôs que o artigo continue válido para provedores sem impulsionamento, mas defendendo que conteúdos criminosos devem ser removidos sem decisão judicial. Apenas se houver dúvida razoável sobre a legalidade do conteúdo, deverá haver análise para responsabilização.

Divergência

O voto divergente de André Mendonça defendeu o artigo 19 como constitucional. Para ele, a remoção de perfis só deve acontecer se forem verificados como falsos ou ilícitos. Havendo assim identificação dos usuários infratores. Não cabe responsabilização sem ordem judicial, principalmente quando o conteúdo envolve opiniões ou interpretações.

O STF deve deliberar sobre a tese final, entendendo aplicação a responsabilização e quais os critérios que usará.

Ana Paula Minerato retorna ao Instagram e apaga pronunciamento sobre áudio vazado

Após a divulgação de áudios com comentários racistas, a ex-panicat Ana Paula Minerato, voltou ao Instagram nesta quinta-feira (28), mas desativou os comentários em suas postagens e apagou um vídeo em que pedia desculpas ao cantor Ananda, alvo dos ataques. A atitude gerou mais críticas, intensificando a repercussão e impactando sua carreira e imagem pública.

Ana Paula retorna ao Instagram mas apaga pronunciamento

Na noite de quinta-feira (28), a ex-repórter da TV Fama, Ana Paula Minerato retornou às mídias sociais após vários dias ausente, mas desativou comentários em suas postagens. A decisão veio em resposta a críticas generalizadas após o lançamento de áudios nos quais o modelo fez comentários racistas sobre a atual namorada de seu ex-parceiro.

Anteriormente, Ana Paula havia postado um vídeo pedindo desculpas pelo incidente, mas depois o excluiu após ser acusada de tentar justificar seu comportamento discriminatório. Apesar de reativar sua conta do Instagram, ela se absteve de publicar um novo conteúdo.

Em uma transmissão ao vivo anterior, Minerato pediu desculpas à cantora Ananda, vítima dos comentários vazados, e acusou seu ex-namorado, o rapper Kt Gomez, de liberar o material. A modelo também alegou ter sido vítima de abuso e manipulação emocional durante o que ela descreveu como um relacionamento tóxico marcado pelo sofrimento e controle.

Repercussões e consequências

A reação contra Ana Paula foi rápida. Ela foi removida de sua posição de longa data como Musa da Gaviões da Fiel e disparou de seu trabalho na Band, onde organizou um programa de rádio diário. Além disso, o Departamento de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo anunciou a abertura de um procedimento administrativo para investigar o caso.

A cantora Ananda, mencionada no áudio, apresentou um relatório policial no escritório de crimes raciais e intolerância (Decradi) no Rio de Janeiro. Mais tarde, ela explicou seu silêncio inicial, afirmando que precisava de tempo para processar a situação. Em suas declarações, ela enfatizou a gravidade da questão e prometeu lidar com ações futuras com responsabilidade.


        Perfil de Ana Paula Minerato (Foto: reprodução/Instagram/@Apminerato)

Declaração de Kt Gomez

O rapper Kt Gomez, ex-namorado de Ana Paula, foi às mídias sociais para negar acusações de infidelidade e abuso emocional. Ele esclareceu que seu relacionamento com Ananda começou após seu rompimento com a ex-apresentadora. Ele também afirmou que, apesar de seu envolvimento no escândalo, o foco deve permanecer na questão do racismo, e não nos detalhes pessoais de sua vida. KT revelou que ele gravou um vídeo explicando a situação em detalhes, mas disse que o lançaria em um momento apropriado, após a declaração pública de Ananda.

Desenvolvimentos futuros

O caso está sob investigação quando Ana Paula enfrenta danos significativos à sua carreira e imagem pública. Enquanto isso, Ananda reiterou seu compromisso de abordar o assunto seriamente e cooperar com as autoridades, sinalizando sua intenção de emitir outras declarações quando estiver pronta.

O incidente reacendeu discussões sobre racismo e intolerância no Brasil, ressaltando a necessidade de ações concretas e responsabilidade para combater o comportamento discriminatório e promover mudanças sociais.

Matéria por Eduarda Moreira (Lorena – R7)

Instagram lançou um novo recurso no qual será possível adicionar músicas ao perfil

Novidade no Instagram, a rede social anunciou que, agora, os usuários poderão adicionar um trecho de música em seus perfis. A canção aparecerá na parte da biografia, abaixo da foto de perfil.

A novidade vem sendo comparada pelos internautas com uma função antiga da rede social MySpace, lançada em 2003, quando as redes sociais começavam a ganhar espaço na internet.

Novidade remete aos tempos do MySpace

Lembrando que, na época do MySpace, essa função ajudou a criar alguns virais dentro da plataforma e foi um dos primeiros lugares onde os cantores poderiam ver suas músicas compartilhadas fora da mídia tradicional.

Ainda no MySpace, alguns nomes reconhecidos nos dias de hoje, como Arctic Monkeys e Lily Allen, alcançaram sucesso devido ao impulso dado pela plataforma, que por muito tempo foi a principal rede social da internet.


Rede social MySpace foi umas das responsáveis por popularizar as midas sociais, principalmente entre o publico mais jovem (Foto: reprodução/AFP/NICHOLAS KAMM/Getty Images Embed)


O recurso, que foi lançado nesta última quinta-feira e já deve estar disponível para todos os usuários, foi desenvolvido em parceria com a cantora Sabrina Carpenter, que exibiu um trecho do seu novo single “Taste” antes mesmo da música ser lançada ao público. Isso também fez parte da divulgação de seu novo álbum “Short n’ Sweet”, que chegou às plataformas musicais nesta última sexta-feira.


Novidade foi compartilhada no X oficial do Instagram (Foto: reprodução/X/Instagram)

Plataforma vem procurando por um público mais jovem

A novidade abre espaço para ainda mais música na plataforma, que vem tentando atrair um público cada vez mais jovem, que recentemente vinha migrando para o TikTok.

A novidade tende a ser bastante usada pelos usuários e pode ser empregada em uma estratégia para que os artistas divulguem suas novas músicas.