Trump transfere responsabilidade de negociação do TikTok para a China

O presidente norte-americano, Donald Trump, declarou neste domingo (14), que mantém conversas com autoridades chinesas sobre a possível venda do TikTok, medida considerada essencial para garantir a continuidade do app nos Estados Unidos.

O governo deve estender o prazo para a negociação pela quarta vez desde o início do mandato de Trump. De acordo com ele, a decisão final está nas mãos da China, embora não tenha especificado quais questões ainda impedem o fechamento do acordo. Atualmente, cerca de 170 milhões de norte-americanos utilizam a plataforma.

Conversas travadas

Trump afirmou a jornalistas que as negociações sobre o futuro do TikTok continuam em andamento. Em junho, o governo já havia concedido mais 90 dias para que a plataforma encontrasse um comprador fora da China, medida que buscava evitar sua proibição nos Estados Unidos por falta de autorização de Pequim. Esse prazo expira na próxima quarta-feira (17), mas o presidente já determinou outras duas extensões anteriormente.


Trump tem reunião marcada para sexta-feira (19) com o presidente chinês Xi Jinping (Vídeo: reprodução/Youtube/CNN Brasil)

A justificativa de Washington é impedir que o governo chinês tenha acesso a informações pessoais de usuários americanos ou utilize o algoritmo do aplicativo para influenciar a opinião pública nos EUA. No entanto, nunca foram apresentadas evidências concretas que sustentem essas suspeitas.

Para que a venda seja concluída, é necessário o consentimento da ByteDance e das autoridades da China, que até o momento não sinalizaram aprovação.

Casa Branca no TikTok

Em agosto, a Casa Branca inaugurou oficialmente seu perfil no TikTok. A primeira postagem veio acompanhada da mensagem: “Estados Unidos, ESTAMOS DE VOLTA! E aí, TikTok?”. O vídeo de estreia, com 27 segundos de duração, fez a conta acumular aproximadamente 4.500 seguidores em apenas uma hora.

O TikTok pertence à gigante chinesa de tecnologia ByteDance. Uma lei federal, criada sob o argumento de proteger a segurança nacional, previa que a plataforma deveria ser vendida ou, caso contrário, banida do território americano a partir de 20 de janeiro, data da posse de Donald Trump. Entretanto, o então presidente republicano suspendeu a medida e, em junho, estendeu por mais 90 dias o prazo para que a empresa encontrasse um comprador fora da China, condição imposta para que o aplicativo continue operando nos Estados Unidos.

Inovação em alta, Apple lança iPhone 17, 17 Pro e o Surpreendente 17 Air

A Apple, em um evento que acendeu a curiosidade tecnológica mundial, apresentou ao público o aguardado iPhone 17, 17 Pro e seu revolucionário irmão, o iPhone 17 Air. A gigante de Cupertino mais uma vez redefine os padrões de design e performance, trazendo inovações que prometem impactar o mercado de smartphones.

O grande destaque entre as novidades é, sem dúvida, o iPhone 17 Air. A Apple o aclamou como o iPhone mais fino da história, ostentando uma espessura impressionante de meros 5,7 mm.

iPhone 17 Air é ápice da inovação em design e performance

Essa proeza de engenharia não compromete a robustez, utilizando materiais superfortes com 80% de titânio reciclado e um Ceramic Shield 3x mais resistente para a tela de 6,5 polegadas. A tela, aliás, oferece um brilho máximo de 3000 nits, garantindo visibilidade excepcional mesmo sob luz solar intensa.


O iPhone 17 Air é o iPhone mais fino lançado pela Apple (Foto: reprodução/X/@siteptbr)

O novo design de câmera “plateau” confere um visual distinto, enquanto o interior abriga o poderoso chip A19 Pro e o inovador N1, responsável por uma conectividade de ponta com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread. A fotografia também é um ponto forte, com uma câmera principal de 48MP Dual Fusion capaz de captura dupla de vídeo, consolidando-o como o iPhone mais eficiente em energia já lançado.

Elegância renovada e avanços tecnológicos no iPhone 17

Paralelamente, o iPhone 17 se destaca por sua elegância e um leque de cinco novas cores que incluem lavanda, azul névoa, preto, branco e sálvia. Ele herda características de ponta, como a tela Always-On Display, suporte ao ProMotion com taxa de atualização de até 120Hz e widgets interativos, além de um brilho externo que também atinge os 3000 nits.

Desse modo, seu sistema de câmera principal de 48MP ganhou um sensor maior e o novo sistema Dual Fusion promete fotos de altíssima qualidade. A câmera frontal, equipada com Center Stage, assegura que os usuários permaneçam sempre em foco durante chamadas de vídeo, proporcionando enquadramentos dinâmicos e naturais.


Com tela de 6,3″ de tamanho o iPhone 17 está equipado com a função ProMotion. (Foto: reprodução/X/@siteptbr)

Ambos os modelos compartilham a promessa de bateria para o dia todo e carregamento mais rápido. Uma funcionalidade exclusiva do iPhone 17 Air é a capacidade de utilizar ambas as câmeras simultaneamente para a criação de vídeos e fotos, abrindo novas possibilidades criativas.

Apple lança iPhone 17 Pro com novo design e avanços em inteligência artificial

A Apple anunciou o iPhone 17 Pro Max, modelo que marca uma nova fase em design e desempenho. O destaque vai para o módulo de câmeras redesenhado, agora integrado a uma faixa horizontal que ocupa toda a parte superior traseira do aparelho. A estrutura em alumínio forjado melhora a dissipação de calor e reforça a durabilidade.


Teaser do iPhone 17 Pro. (Vídeo: reprodução/YouTube/
Zee Tech)

O chip A19 Pro traz ganhos significativos em velocidade e eficiência, com suporte a recursos de IA diretamente no dispositivo. A tela de 6,9 polegadas oferece brilho elevado e fluidez com taxa de 120 Hz. A bateria também foi aprimorada, garantindo maior autonomia para uso intenso.

Preços competitivos e lançamento em setembro reforçam aposta da Apple em inovação móvel

No mercado americano, os preços são igualmente competitivos, com o iPhone 17 partindo de US$ 799 (R$ 7.999 no Brasil), o 17 Pro a partir de US$ 1.249 (R$ 11.499 no Brasil). e o iPhone 17 Air a partir de US$ 999 (R$ 10.499 no Brasil). As vendas nos Estados Unidos e Brasil estão programadas para iniciar em 19 de setembro. As inovações apresentadas no evento da Apple sinalizam um futuro promissor para a tecnologia móvel.

Tesla perde espaço e atinge menor fatia do mercado dos EUA

A Tesla viu sua participação de mercado nos Estados Unidos cair para 38% em setembro de 2025, o menor nível desde 2017, afirma pesquisa da Cox Automotive. A retração aconteceu mesmo com o histórico de domínio da marca no setor de veículos elétricos, e reflete o avanço acelerado da concorrência e a ausência de novos lançamentos atrativos. Com foco em outras tecnologias, como robótica e inteligência artificial, a empresa de Elon Musk enfrenta um momento desafiador no cenário automotivo norte-americano.

Falta de inovação afeta desempenho

Nos últimos anos, a Tesla reduziu o ritmo de lançamentos no setor automotivo e redirecionou parte de seus investimentos para o desenvolvimento de robotáxis e robôs humanoides. Embora a empresa continue sendo referência em tecnologia, a ausência de modelos populares mais acessíveis afeta diretamente sua competitividade no mercado de elétricos, cada vez mais disputado.


Publicação de Tesla Motors (Foto: reprodução/Instagram/@teslamotors)


O último grande lançamento, o Cybertruck, não atingiu o mesmo sucesso de modelos anteriores, como o Model 3 e o Model Y. Embora a Tesla tenha promovido atualizações no Model Y, o público e os especialistas consideraram as mudanças insuficientes. Como resultado, as vendas vêm caindo, e o domínio da empresa começa a perder força.

Concorrência acelera com novos modelos

Enquanto a Tesla desacelera, concorrentes norte-americanos, europeus e principalmente chineses vêm ganhando espaço com opções mais acessíveis e inovação constante. Essas montadoras têm se beneficiado de incentivos fiscais e políticas de incentivo à eletrificação da frota, assim aproveitando o momento para conquistar consumidores antes fiéis à Tesla.

Stephanie Valdez Streaty, em entrevista à Reuters, diretora de insights da Cox Automotive, avalia que a estagnação da Tesla acontece em um momento crítico. Com os incentivos fiscais prestes a expirar, ela alerta que as vendas podem cair ainda mais. Para ela, o cenário exige da montadora uma resposta rápida e estratégica, especialmente diante de rivais que crescem de forma agressiva no mercado global.

Instabilidade no Google Meet causa interrupções em serviços online

Na tarde desta segunda-feira (8), usuários do Google Meet enfrentaram uma onda de instabilidade que impactou a utilização da plataforma de videoconferência. As reclamações começaram a surgir por volta das 14h, indicando uma falha generalizada no serviço. Segundo dados do Downdetector, um renomado site que monitora o desempenho de serviços online, a situação se normalizou gradualmente, com os problemas estabilizados aproximadamente duas horas após o início, por volta das 16h.

Google resolve instabilidade em menos de uma hora após pico de reclamações

O pico de reclamações foi registrado pouco depois das 15h, quando cerca de 6 mil usuários reportaram dificuldades. Em seguida, o número de incidentes começou a diminuir progressivamente. Às 16h, o volume de queixas já estava em torno de apenas 100, demonstrando a rápida resolução da falha pela equipe técnica do Google. As principais queixas relatadas pelos usuários envolviam a impossibilidade de iniciar novas chamadas, problemas na realização de ligações em grupo e dificuldades de acesso ao próprio site da plataforma.


Na rede social X tiveram vários usuários comentando sobre a queda do serviço de reuniões (Foto: reprodução/X/@TechTudo)

O Google Workspace, painel oficial que exibe o status de funcionamento de todos os serviços oferecidos pela gigante da tecnologia, confirmou a ocorrência do problema. A big tech informou que sua equipe de engenheiros iniciou imediatamente uma investigação para identificar a causa raiz da instabilidade. A resolução foi confirmada por volta das 16h, com um comunicado oficial da empresa.

Nossos engenheiros resolveram o problema revertendo a alteração que causou a falha. Agradecemos imensamente a paciência de todos enquanto trabalhávamos diligentemente para solucionar a situação“, declarou o Google em nota, reforçando o compromisso da empresa em manter a confiabilidade de seus serviços.

Google identifica causa da falha e reverte mudança em tempo recorde

A rápida intervenção e a comunicação transparente foram pontos cruciais para minimizar o impacto negativo sobre os usuários, que dependem do Google Meet para diversas atividades, desde reuniões de trabalho até interações sociais e educacionais. A natureza do problema e a rapidez com que foi solucionado indicam um incidente pontual, possivelmente relacionado a uma atualização recente ou a uma configuração específica que foi rapidamente identificada e corrigida.

Relatório mostra aumento da disseminação de informações falsas pelos Chatbots

Um relatório divulgado por membros da NewsGuard mostrou, recentemente, um aumento no compartilhamento de informações falsas pelas Inteligências Artificiais. Cientistas justificam esses dados como resultado da nova configuração dos Chatbots, que permite a criação de respostas para qualquer pedido feito, ao invés de se negarem a responder certos tipos de solicitações, como ocorria há um ano atrás.

Dentro do relatório, foram listadas as dez ferramentas de IA mais utilizadas no mundo: ChatGPT-5 da OpenAI, Smart Assistant da You.com, Grok da xAI, Pi da Inflection, le Chat da Mistral, Copilot da Microsoft, Meta AI, Claude da Anthropic, Gemini do Google e mecanismo de resposta da Perplexity. Esse é o primeiro relatório divulgado pela Newsguard criticando Chatbots.

Mudança no treinamento explica falhas

Os cientistas descobriram que, em média, os Chatbots compartilharam informações mentirosas em 35% das vezes, quando usuários solicitaram tópicos de notícias contestáveis, um percentual que quase atingiu o dobro do ano passado, de 36%.

A Infection, por exemplo, mostrou a pior porcentagem de informações falsas sobre notícias, com 57%, superando a Perplexity com 47% e o ChatGPT com 40%. O Claude foi a IA com a menor porcentagem, disseminando informações falsas em 10% das vezes.


Inteligência Artificial Perplexity (Foto: reprodução/NurPhoto/Getty Images Embed)


A editora de IA e influência estrangeira da NewsGuard, McKenzie Sadeghi, justificou que isso é um resultado das mudanças nas ferramentas de IA, pois atualmente, elas obtêm dados de internet em tempo real, que muitas vezes são obtidos de fontes não confiáveis, ao invés de se negarem a falar de assuntos sensíveis como era feito antes.

A NewsGuard, descobriu, no começo de 2025, que as dez principais Inteligências Artificiais estavam fortalecendo o sistema de desinformação de Moscou, ao compartilhar dados falsos da rede pró-Kremlin Pravda em um percentual de 33%. Por conta disso, 3.600.000 de propagandas russas estão incluídas no sistema de IA ocidentais, prejudicando seus resultados com falsas informações e propaganda.

Exposição dos chatbots e impacto público

Uma investigação do American Sunlight Project revelou que os domínios e subdomínios ligados ao Pravda quase dobraram, chegando a 182. Segundo a equipe, esses sites apresentam navegação precária, sem mecanismos de busca, com formatação falha e rolagem instável — um indício de que não foram feitos para leitores humanos, mas para sistemas de inteligência artificial. Para Nina Jankowicz, cofundadora e CEO do American Sunlight Project, a expansão das operações de influência russas representa uma ameaça real ao debate democrático em escala global.

A rede Pravda consegue espalhar desinformação em nível sem precedentes e, ao mesmo tempo, tem potencial para afetar modelos de IA, ampliando ainda mais os riscos. Em um cenário sem regras claras de regulação nos Estados Unidos, a recomendação é que os usuários redobrem a cautela ao consumir conteúdos online.O relatório mais recente do NewsGuard marcou a primeira vez em que a entidade expôs abertamente chatbots específicos.

“Durante o último ano, mantivemos a auditoria de IA de forma anônima para estimular o diálogo com as plataformas. Mas o aumento dos riscos nos obrigou a mudar de postura”, explicou Matt Skibinski, diretor de operações do NewsGuard. Segundo ele, ao identificar os chatbots, a organização oferece a legisladores, jornalistas, público e empresas de tecnologia um retrato claro de como as ferramentas de IA lidam com informações comprovadamente falsas.

Reese Witherspoon apoia uso de IA como ferramenta de apoio do cinema

A atriz Reese Witherspoon concedeu uma entrevista à revista Glamour nesta última terça-feira (2). Assim, a produtora explicou sua visão sobre o cinema atual com os avanços da tecnologia e sua experiência com o elenco de “Casamentos Cruzados”. Além disso, a queridinha de Hollywood defendeu sua paixão pelas artes cênicas e obras audiovisuais.

Para Reese, a inteligência artificial já faz parte de uma nova era do cinema. Ou seja, é inevitável que os avanços tecnológicos mudem a forma que os enredos serão criados. No entanto, essa novidade não significa que a criatividade humana irá sumir totalmente das obras.

Reese Witherspoon defende mulheres operando IAs

Dessa forma, a intérprete da carismática Elle Woods, em “Legalmente Loira”, acredita que a engenhosidade e a sensibilidade individual dos cineastas continuará sendo a alma de produtos audiovisuais. Por esse motivo, Reese destacou que é muito importante ter mulheres envolvidas com IA. Já que a inteligência artificial será o futuro do cinema. Sendo assim, ela concluiu que se a revolução tecnológica ficar apenas nas mãos de um grupo restrito, as mídias correm o risco de repetir desigualdades e perderem as oportunidades de serem inovadoras e diversas.


Reese Witherspoon posa para a Glamour ao lado de Jennifer Aniston, Karen Pittman, Marion Cotillard e Nicole Behari (Foto: reprodução/Instagram/@glamourmag)


Reese Witherspoon apoia integração de avanços tecnológicos na rotina

Vale ressaltar, que Reese segue como uma produtora influente de Hollywood atualmente. Aliás, sua empresa, “Hello Sunshine“, é reconhecida justamente por adaptar histórias com o protagonismo feminino. Com isso, a artista expressou que as pessoas podem lamentar ou se sentirem tristes. Porém, isso não muda que a mudança está realmente acontecendo e que a melhor opção é se adaptar e fazer parte dela.

Em seguida, Witherspoon revelou que já usa determinadas ferramentas diariamente. Assim, ela consegue estabelecer compromissos e otimizar seu tempo em ações burocráticas durante sua rotina corrida. Além disso, para Reese, cada dia nas artes cênicas já contém um novo desafio. Ainda mais, quando se chega no set de filmagens com pessoas que nunca trabalhou antes na vida.

Inteligência artificial e automação: eficiência logística entra em nova era

A logística global está passando por uma transformação silenciosa, mas profunda, impulsionada pela adoção estratégica de tecnologias avançadas. Nesse cenário, a Priime Tech, fundada em 2006 em Brusque, Santa Catarina, emerge como um player de destaque, liderando inovações que otimizam operações críticas em portos, rodovias e fronteiras.

Desde sua concepção, a empresa se dedicou à integração de sistemas logísticos em ambientes de alta complexidade. No setor portuário, por exemplo, a Priime Tech foi pioneira ao preencher uma lacuna crucial: a necessidade de integrar dados operacionais com segurança e agilidade. Sua plataforma modular, capaz de interligar diferentes modais logísticos, revolucionou a forma como os dados são gerenciados, garantindo rastreabilidade e eficiência em tempo real.

Priime Tech aposta em inteligência artificial para revolucionar

Com o passar dos anos, a multinacional expandiu seu escopo para incorporar o que há de mais moderno em inteligência artificial (IA). Soluções baseadas em redes neurais, machine learning, automação e computer vision agora fazem parte do portfólio da Priime Tech. Isso se traduz em produtos como gates automatizados para controle de acesso mais rápido e seguro, sistemas de triagem inteligente que agilizam o processo de separação de mercadorias, e tecnologias de inspeção de cargas sensíveis, essenciais em ambientes com rigorosas exigências normativas.


Priime tech inaugurou em 2023 um espaço voltado para desenvolvimento de novas tecnologias (Foto: reprodução/X/@bisk8_bisk8)

O CEO e fundador da empresa, Petersen Poia, ressalta o espírito inovador da Priime Tech: “Desenvolvemos uma solução que o mercado precisava, entregamos com excelência e percebemos que aquilo era só o começo.” Essa mentalidade impulsionou a entrada da empresa em grandes operações nacionais e internacionais, incluindo parcerias com as maiores companhias globais de logística marítima. O modelo turnkey oferecido pela Priime Tech, que abrange desde o projeto civil e elétrico até a automação e o desenvolvimento de software, assegura entregas completas, com compromissos firmes de escopo, prazo e qualidade.

Como a Priime Tech enfrenta desafios globais com liderança compartilhada

A capacidade de enfrentar desafios complexos é um diferencial competitivo. “A gente não foge de projeto grande. Mesmo que pareça desafiador, vamos entender, adaptar e fazer. É isso que nos torna diferentes”, afirma Poia. Essa abordagem é sustentada por uma liderança compartilhada, com Poia à frente da visão técnica e estratégica, e o Taroii Investment Group, que apoia a expansão e o fortalecimento do modelo de negócios da empresa.

Com certificações como a ISO 9001, premiações de relevância e participação em projetos de impacto mundial, a Priime Tech demonstra sua capacidade de atuar em ambientes de alto volume e exigência regulatória. Para manter esse ritmo de inovação, a empresa investe em uma equipe multidisciplinar e em um núcleo próprio de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

O plano estratégico da Priime Tech é ambicioso: estabelecer presença em quatro continentes até 2030. “O que importa é mostrar que é possível fazer tecnologia de classe mundial aqui no Brasil com método, consistência e responsabilidade”, conclui o CEO. A trajetória da Priime Tech é um testemunho de como a inovação e a visão estratégica podem impulsionar empresas brasileiras a se tornarem líderes globais em setores de alta tecnologia e complexidade.

Elon Musk é excluído de jantar da Casa Branca com líderes de big techs

O evento acontece nesta quinta-feira (04), na Casa Branca, e irá reunir as principais big techs dos Estados Unidos, entre elas o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, Tim Cook, executivo da Apple, e Sam Altman, CEO da OpenAI.

O empresário sul-africano, dono do X e fundador da Tesla, ficou de fora da lista de convidados. A relação entre Trump e Musk ficou abalada após o empresário deixar o cargo de destaque que ocupava no governo de Trump.

Disputa de poder entre Trump e musk

A relação entre Donald Trump e Elon Musk começou como uma parceria estratégica. Musk investiu pesado na campanha do republicano e chegou a ocupar um cargo de destaque no governo, prometendo cortar gastos. O rompimento ocorreu quando Musk criticou duramente um pacote bilionário de despesas aprovado por Trump, chamando a medida de irresponsável e prejudicial ao déficit público. A crítica pública foi o estopim para o desgaste, com Trump reagindo de forma agressiva e tratando Musk como inimigo político.


Entenda o rompimento de Donald Trump e Elon Musk em detalhes (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

O embate ganhou força nas redes sociais e se intensificou na esfera política. Musk passou a considerar a criação de um terceiro partido e fez acusações que atingiram diretamente a imagem de Trump, enquanto o ex-presidente revidava com ataques pessoais e ameaças de cortar contratos ligados às empresas do bilionário. O que antes era uma aliança de conveniência se transformou em uma disputa aberta por poder e influência.
O impacto do embate entre Donald Trump e Elon Musk no setor tecnológico

O impacto do embate entre Donald Trump e Elon Musk no setor tecnológico

O rompimento entre Donald Trump e Elon Musk provocou turbulência no setor tecnológico. A exclusão de Musk de eventos estratégicos evidencia a ruptura política e afeta diretamente suas empresas, incluindo Tesla e SpaceX. A tensão se refletiu na confiança dos investidores, contribuindo para a queda de 14% nas ações da Tesla em junho de 2025. Ao mesmo tempo, o movimento “Tesla Takedown” ganhou força, com protestos e boicotes que buscam desmoralizar a imagem pública de Musk e de suas empresas.

O conflito também impactou o Vale do Silício. Aliados de Musk foram pressionados a escolher um lado, criando divisões que ameaçam projetos em conjunto, especialmente em inteligência artificial e veículos elétricos. O efeito vai além das empresas diretamente envolvidas, atingindo a confiança do mercado e a colaboração no setor tecnológico americano.

Chegada da OpenAI ao Brasil mexe com negócios e regulação de IA

A chegada da OpenAI ao Brasil foi marcada pelo anúncio do primeiro escritório da companhia na América Latina, em São Paulo, na quinta-feira (28). O movimento representou uma estratégia importante para negócios e regulação da inteligência artificial. A operação da OpenAI, que já conta com mais de 50 milhões de usuários no mundo, buscou aproximar desenvolvedores, fortalecer parcerias e impulsionar o ecossistema de IA na região.

Segundo Nicolas Andrade, diretor de políticas públicas da empresa para a América Latina, o escritório funcionará como hub para iniciativas locais e internacionais. Além disso, a escolha do Brasil reflete três fatores essenciais para a companhia: escala, inovação e talento.

Impactos econômicos e inovação tecnológica da chegada da OpenAI

Especialistas apontam que a chegada da OpenAI ao Brasil pode trazer benefícios importantes para a economia digital e a inovação tecnológica. Eles também destacam que a presença da companhia deve estimular descobertas e gerar soluções para desafios nacionais.

Aline Sordili, especialista em transformação digital, ressalta que a expansão representa um avanço para startups e empresas de tecnologia. Nesse sentido, ela destaca que a iniciativa amplia a necessidade de investimento em capacitação profissional e atualização contínua da força de trabalho do setor.

Regulação e ética em IA no Brasil

Além dos impactos econômicos, a operação deve acelerar a discussão sobre regulamentação da inteligência artificial. Entre os pontos em destaque estão a proteção de dados, ética no uso das ferramentas, remuneração de produtores de conteúdo e transparência.

O movimento tende a intensificar o debate sobre regulamentação, à medida que novas aplicações surgem e exigem compreensão mais profunda por parte dos órgãos reguladores”, afirma Maciel.

Por outro lado, especialistas alertam que o processo deve ser equilibrado para não inibir a inovação.


OpenAI, responsável pelo ChatGPT, anuncia abertura de escritório no Brasil (Vídeo: reprodução/YouTube/CNN Brasil)

Novos recursos do ChatGPT para segurança de adolescentes

No mesmo período da inauguração em São Paulo, a OpenAI anunciou recursos inéditos para o ChatGPT voltados à segurança de adolescentes. Entre as novidades estão controles parentais, vinculação de contas a responsáveis e alertas ao detectar sinais de sofrimento emocional intenso.

As medidas surgem após relatos de crises de saúde mental envolvendo chatbots. Assim, em casos sensíveis, a plataforma passará a utilizar modelos de raciocínio avançados, como o GPT-5-thinking, projetados para lidar com interações complexas e aplicar proteções de forma mais consistente.

Perspectivas estratégicas para o Brasil com a OpenAI

A presença da OpenAI em São Paulo marca um ponto estratégico para o Brasil na corrida global pela inovação em inteligência artificial. A iniciativa amplia as oportunidades econômicas e acadêmicas, ao mesmo tempo em que reforça a importância da capacitação profissional e do avanço tecnológico no país.

Além disso, reforça a urgência de regras claras e regulamentações eficazes para garantir o uso ético e seguro da inteligência artificial. Com isso, o país tem a chance de se consolidar como um polo regional de inovação, atraindo parcerias internacionais e fortalecendo seu ecossistema de startups e tecnologia.

Elon Musk se mantém como maior bilionário do mundo, de acordo com lista da Forbes

Pelo 16º mês seguido, Elon Musk segue sendo o homem mais rico do mundo, com uma fortuna por volta de US$400 bilhões, de acordo com a lista da Forbes divulgada em setembro. No último mês, o patrimônio líquido dos dez bilionários aumentou somente em 1%, sendo um reflexo de um panorama misto nos mercados de ações. 

No mês de agosto, o mercado financeiro mundial apresentou uma dinâmica mista. Embora houvessem novos recordes nas ações americanas, os bilionários observaram variações em seus patrimônios. A soma do patrimônio líquido de todos os dez só teve um aumento de 1%, equivalente a US$21 bilhões. 

Os 10 bilionários mais ricos do mundo

De acordo com a Forbes, os dez bilionários mais ricos do mundo em 1º de setembro de 2025 são:

1º lugar: Elon Musk

Elon Musk tem destaque na lista. Pela 16º vez seguida, ele ocupa o primeiro lugar. Seu patrimônio líquido é de US$415,6 bilhões. Musk ampliou em US$14,4 bilhões sua fortuna, devido à valorização de 8% das ações da Tesla.

2º lugar: Larry Ellison

Larry Ellison se manteve em sua posição de segundo homem mais rico, mesmo com uma queda de cerca de US$28,7 trilhões no mês. Seu patrimônio líquido é de US$270,9 bilhões. 

3º lugar: Mark Zuckerberg

O CEO da Meta teve uma queda de US$13,7 bilhões, mas mesmo assim continuou no top 3 da lista. As suas ações tiveram um recuo de quase 5%, motivado pelas preocupações com os custos de IA e uma nova reestruturação do setor. Seu patrimônio líquido é de US$253 bilhões.

4º lugar: Jeff Bezos

 Após as ações da Amazon caírem 2,3%, Bezos viu sua fortuna cair em US$5,5 bilhões, respectivamente. Bezos foi o homem mais rico do mundo entre 2018 e 2021, mas agora ocupa a quarta posição na lista, com patrimônio líquido de US$240,9 bilhões.

5º lugar: Larry Page

Larry Page foi um dos bilionários que se deram bem. Com uma alta de quase 9$ das ações da Alphabet – empresa em que atua como conselheiro e acionista -, sua fortuna subiu mais de US$20 bilhões. Atualmente, ele acumula US$178,3 bilhões como patrimônio líquido.

6º lugar: Sergey Brin

Sergey foi cofundador do Google junto a Larry Page e hoje atua como conselheiro e acionista controlador da Alphabet, como Page. Sua fortuna também teve um crescimento devido a alta das ações da Alphabet, subindo US$15,1 bilhões e acumulando US$165,9 bilhões em patrimônio líquido.

7º lugar: Bernard Arnault

Bernard Arnault foi uma das surpresas da lista. Ele subiu da 10º posição para a 7º, após ter um acréscimo de US$21 bilhões em sua fortuna. Arnault é CEO e presidente da LVMH, sendo dono de mais de 70 marcas, que incluem Louis Vuitton, Tiffany & Co, Christian Dior e outras marcas de luxo. Seu patrimônio líquido é de US$154,1 bilhões.

8º lugar: Steve Ballmer

O ex-CEO da Microsoft teve um acréscimo de US$4,4 bilhões em sua fortuna em agosto, acumulando US$151,3 bilhões como patrimônio líquido. 

9º lugar: Jensen Huang

Jensen Huang caiu da 6º posição para a 9º, após quedas nas ações da Nvidia. Huang foi cofundador da Nvidia e atualmente ocupa a posição de CEO da empresa. Seu patrimônio líquido é de US$150,4 bilhões.

10º lugar: Warren Buffett

Buffet é um dos maiores investidores do século, tendo comprado sua primeira ação com 11 anos e declarado impostos aos 13 anos. Ele ocupa o cargo de CEO da Berkshire Hathaway, mas deve sair do cargo no fim deste ano. Apesar de ter ganhado US$7 bilhões em agosto, ele caiu para a 10º posição, tendo um patrimônio líquido de US$150,4 bilhões.


Larry Ellison, o segundo bilionário mais rico do mundo, junto de Donald Trump, Sam Altman e Masayoshi Son (Foto: reprodução/Andrew Harnik/Getty Images Embed)


Mulher mais rica do mundo

A posição de mulher bilionária mais rica do mundo continua sendo da Alice Walton. Ela é filha de Sam Walton e sua riqueza deriva de sua herança no Walmart, deixada por Walton. Sua fortuna é de US$106,5 bilhões, ocupando o 17º lugar na posição global. A herança de Sam Walton foi dividida entre ela e seus irmãos Rob, Jim e John Walton, que já faleceu e deixou suas ações para a viúva Christy Walton e o filho deles, Lukas Walton. Ambos também estão na lista global de bilionários da Forbes.