Confira algumas dicas para ter um bom colesterol

O colesterol trata-se de uma substancia gordurosa essencial para diversas funções em nosso organismo, ele atua na produção de hormônios e formação de células.


 

Foto: Tipos de colesterol HDL e LDL . Reprodução/ GETTY IMAGENS/Istockphoto.


 No entanto faz se necessário o controle, pois se ocorrer certo excesso no aumento dos triglicerídeos e do LDL, consequentemente as paredes sanguíneas configuraram um acumulo de gordura gerando vários danos a saúde e ocasionando varias doenças.

É importante ressaltar que possuímos dois tipos de colesterol, o LDL (conhecido como colesterol ruim) e o HDL (o famoso colesterol bom), e que cada um deles tem uma função específica em nosso corpo.  Vamos entender como funciona um deles, e conhecer algumas dicas que podem ajudar para o aumento do bom colesterol o HDL. Considerado que um dos resultados que ajudam a manter o nível deste colesterol bom em nosso corpo, são os hábitos de uma boa alimentação.  Comidas com alto grau de gorduras saturadas, quando consumidas com frequência são altamente prejudiciais a saúde cardiovascular. Pois o acumulo desta gordura gera doenças coronarianas, pulmonares e tromboses, podendo levar o indivíduo até o óbito.  Abaixo segue algumas ações que podem estimular a presença do HDL (colesterol bom) e regular o colesterol corporal LDL (colesterol ruim).

 

Pratique exercícios físicos – Se realizados com intensidade  de 20 minutos por dia de 3 a 5 vezes por semana , podem aumentar o colesterol HDL.

Pessoas que tem sobre peso, o ideal e perder peso, para aqueles que têm obesidade, com índice de massa corporal acima de 25, cada quilo perdido conta como uma luta entre o colesterol ruim e no aumento do HDL.

Evite o uso do tabaco, o simples fato de ser fumante já aumenta em mais de 10% o seu nível de colesterol ruim.

Reduza ou evite o uso de bebidas alcoólicas, o consumo mesmo moderado pode até ajudar no aumento do colesterol bom, porém se você consumir tem costume de consumir diariamente, o efeito da elevação do colesterol bom fica perdido e o risco de adquirir uma doença cardiovascular cresce consideravelmente.

Adote uma dieta rica em fibras e gorduras boas que seja composta por frutas, verduras, legumes, grãos, sementes, peixes e aveia.  E fuja dos fast foods, doces, carne vermelha, manteiga, embutidos e produtos industrializados.

Estas pequenas mudanças em nossos hábitos alimentares, associadas à prática de exercícios ajudam a elevar o nível do colesterol HDL, favorecendo assim o equilíbrio entre os dois colesteróis evitando uma série de danos ao nosso organismo.

Foto destaque: pequenas mudanças em nossos hábitos alimentares ajudam a elevar o nível do colesterol HDL. REPRODUÇÃO/Istockphoto.

Câncer de próstata: entenda a importância do exame do toque

Estamos no mês do novembro azul com campanhas que estimula os homens a fazerem exames para verificar a saúde da próstata. O preconceito continua sendo um dos maiores obstáculos para a população masculina, realizar o exame do toque retal. O mais seguro para diagnósticos para problemas da próstata, os números do Instituto Nacional do câncer – INCA, e do ministério da saúde representam um alerta para a prevenção da doença.


 

Foto: Homem realizando exame do toque. Reprodução/ GETTY IMAGENS/Istockphoto.


Segundo dados do INCA são esperados 65.840 mil novos casos de câncer de próstata em 2022. De acordo com estes dados o câncer de próstata é o mais incidente no homem, e também um dos que mais mata, ficando atrás apenas do câncer de pulmão.

De acordo com o ministério da saúde de 2019 a 2021 foram mais de 47 mil óbitos por causa desta neoplasia. Todos os homens ao longo da vida podem apresentar algum desconforto ao urinar, porque existe uma doença bem mais frequente que o câncer de próstata que é a hiperplasia prostática benigna, esta nada mais é que o crescimento da próstata. Esta enfermidade tende a crescer com a idade, isso causa sintomas urinários que as vezes alertam os homens e até preocupam, pois muito pensam que é um câncer.

A diferença entre estas doenças é que o câncer de próstata na maioria das vezes ele não causam sintomas, por surgir em uma área longe da uretra, então o grande problema do câncer de próstata e esse, ele muitas vezes e insidioso, ou seja, é necessária a realização de um exame para a descoberta de um tumor.

É recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia que todos os homens façam os exames do toque e o PSA do sangue a partir dos 50 anos, e para pacientes com algum fator de risco, que se inicie com 49 anos. Um dos fatores de risco mais preocupante é o caso de familiares que já tiveram ou tem a doença. O câncer torna se silencioso para quem não faz um acompanhamento, quando se faz os exames preventivos é mais fácil a identificação precoce da doença. Geralmente este câncer surge como um pequeno nódulo que não vai atrapalhar o funcionamento da próstata, ele fica escondido cresce lentamente, às vezes e vai ao logo dos anos evoluindo, e dependendo do tipo eles variam desde os mais agressivos ao menos agressivos.

Por isso é necessária a avaliação que pode se iniciar no próprio medico de saúde da família. Fazendo um acompanhamento geral vendo também, a pressão arterial, diabetes, verificar a prática de exercício físico, a questão da alimentação. Pois tudo isso, aumenta o risco do câncer de próstata.

Um homem sedentário e que não se cuida vai aumentar e muito o risco que a doença seja mais grave. Urologistas recomendam que os exames sejam realizados anualmente é um tempo seguro de avaliação. Vale ressaltar que a procura pelo exame e tratamento não se dê apenas nas campanhas de novembro, e sim que no decorrer de todo o ano, ocorram um engajamento dos homens pela procura de um acompanhamento e se crie uma rotina para colocar a saúde em dia. Hoje com o avanço da medicina, saímos de uma situação em que câncer é uma sentença de morte, para uma situação que se tratável a taxa de cura torna se altíssima.

 

Foto destaque: Médico informando a necessidade do tratemento para câncer de próstata.  REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS/Istockphoto.

 

Diabetes: conheça a doença que afeta adultos, jovens e crianças

Novembro é conhecido como o mês que se comemora o dia do diabetes. Todo ano esta data é comemorada com campanhas que estimulam as pessoas, para o cuidado e prevenção da doença. Estima-se que 422 milhões de brasileiros vivam com a doença, e que sua prevalência vem dobrando nos últimos anos, isso reflete um aumento nos fatores de risco associados como sobrepeso ou obesidade.


 

Foto: Foco na adesão de um tratamento prescrito pelo endocrinologista . Reprodução/ GETTY IMAGENS/Istockphoto.


O diabetes trata-se de uma doença crônica em que o corpo deixa de produzir ou empregar adequadamente a insulina (hormônio produzido pelo pâncreas), responsável pelo metabolismo da glicose. A falta desse hormônio provoca um déficit na metabolização da glicose e, conseqüentemente o diabetes.

Uma das características da doença são as altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente. Esta comorbidade vem alcançando cada vez mais adolescentes e crianças. Entre os fatores de maior risco está a presença de pessoas com diabetes na família, comorbidades, sedentarismo, tabagismo e hipertensão arterial.

A doença divide se em três tipos:

Diabetes tipo 1, que é a destruição das células produtoras de insulina, ou seja, um defeito nas células que produzem a insulina. Esta por sua vez apresenta os seguintes sintomas: vômitos, náuseas, nervosismos, mudanças de humor, fadiga, fraqueza, perda de peso, excesso de fome e vontade de urinar diversas vezes.

Diabetes tipo 2, é a resistência a insulina e a deficiência em sua secreção. Os sintomas mais freqüentes são alteração visual, infecções freqüentes, dificuldades na cicatrização de feridas e formigamento nos pés.

Diabetes gestacional ocorre pela diminuição da tolerância à glicose. Sua causa exata ainda é desconhecida.

 

As complicações da doença são diversas se não houver um controle das altas taxas de açúcar no sangue o individuo pode apresentar sérios danos a sua saúde como, por exemplo, insuficiência renal, cegueira, infartos, acidentes vasculares cerebrais e amputação de membros.

O tratamento e prevenção da doença pode ser feito através de uma boa dieta saudável, evitar o uso de álcool e tabaco e com medicações e exames regulares que ajudam a evitar que a doença atinja conseqüências graves e outras complicações, evitando assim que a doença se agrave.

Deve se focar na adesão de um tratamento prescrito pelo endocrinologista, aos cuidados repassados pela enfermagem orientados a saúde dos pés para evitar amputações e refeições prescritas por um nutricionista, evitando o jejum e o descontrole da glicemia.

 

Foto destaque: Doença crônica em que o corpo deixa de produzir ou empregar adequadamente a insulina  REPRODUÇÃO/Istockphoto.

Protetores auriculares: Saiba o que é, pra que serve e quais cuidados

Algumas atividades profissionais em nosso país são vistas como operações insalubres, pois prejudicam a saúde auricular das pessoas que a exercem. Por serem atividades que oferecem riscos a saúde do trabalhador, foi estabelecida uma norma que ajuda a orientar empregadores sob limites que devem ser obedecidos.

A norma reguladora № 15, editada pelo ministério do trabalho brasileiro № 3.214, de 8 de junho de 1978 e regulamentada nos artigos 189 a 196 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, garante a segurança do trabalhador a exposição a altas taxas de ruído, que pode levar ao profissional a surdez no momento da execução de sua função.

Esta norma aborda a exposição ocupacional ao ruído, delimitando assim os níveis de tolerância ao ruído medido em decibéis (DB). Visando a proteção destes colaboradores as empresas devem implementar um programa que contemple um conjunto de medidas para prevenção de perdas auditivas ocupacionais.


Homem trabalhando em ambiente com ruídos. (Foto: Reprodução/GETTY IMAGENS/Istockphoto)


Entre esta medidas estão o uso de EPIs, que são equipamentos de proteção individual usado pelo trabalhador, destinado a proteção contra riscos que ameaçam a sua saúde. Um dos dispositivos mais usados é os abafadores de ruídos e os protetores auriculares, estes são equipamentos que tem a função de proteger os tímpanos de possíveis danificações.

Os dois têm o mesmo objetivo, que é a diminuição do barulho, porém com uma diferença cada modelo oferece um nível de proteção distinta. Compete ao medico do trabalho ou técnico de segurança do trabalho avaliar qual o mais indicado para cada profissão.

Vale lembrar que o trabalhador nunca deve entrar em locais com barulho sem o uso do protetor auditivo ou esquecer-se de tirá-lo ao sair. O protetor costuma ser seguro, no entanto ele tem seus efeitos colaterais especialmente se usado diariamente. Com o tempo ele pode empurrar a cera de volta pra o ouvido, causando um acumulo, deixando o equipamento preso em seu ouvido gerando vários problemas como perda auditiva temporária e zumbido.

São recomendados alguns cuidados ao usar os protetores auditivos, por exemplo: não manuseá-lo com as mãos sujas, utilizá-lo somente no período de trabalho, lavar regulamente com água e sabão neutro, retirar e colocar com cuidado para evitar desgaste e guardar corretamente após o uso.

É de extrema importância que todo profissional seja regulamente submetido a exames de audiometria para certifica se a atividade não esta lhe ocasionando perda da audição. As empresas devem oferecer treinamentos e orientações a respeito dos riscos e como evitá-los.

 

Foto Destaque: Trabalhador da construção civil com proteção de tampões. Reprodução/GETTY IMAGENS/Istockphoto

Saiba os benefícios do banho de sol para sua saúde

Num passado não tão distante o assunto banho de sol era visto como foco de um grande debate entre profissionais da saúde. De um lado dermatologistas recomendavam a não a exposição ao sol, enquanto do outro, os ortopedistas diziam exatamente o contrário.


 

Foto: Amigos tomando banho de sol na praia. Reprodução/ GETTY IMAGENS/Istockphoto.


No entanto atualmente, eles entraram em um consenso a respeito do assunto de que o banho de sol se praticado moderadamente, pode ser benéfico à saúde.

A exposição ao sol exige cuidados, mas, se realizado de maneira adequada, proporciona diversos benefícios á nossa saúde. Muitas são as vezes que escutamos que os raios solares são prejudiciais a pele e que o ideal é que sempre antes de expor nosso corpo ao sol, é recomendado o uso do velho e bom protetor solar, inclusive em casa.

De fato, que a exposição de forma demasiada causa danos, irreparáveis a nós, mas a luz natural também é vista como fonte de equilíbrio e bem estar para nosso corpo.

O banho de sol, alguns minutos por dia, pode ser usado como terapia natural para a cura de diversos problemas. A luz solar ajuda a regular a produção de melatonina no corpo, colaborando assim para uma boa noite de sono. Colabora para produção de vitamina D, essa mineral ajuda a absorver cálcio e fósforo dos alimentos que consumimos e fortalece nossos ossos, dentes e músculos. Prevenindo assim certos tipos de cânceres, especialmente aqueles ocasionados pelo baixo nível da vitamina D.

Alguns especialistas apontam que 15 minutos de luz solar por dia, é suficiente para aumentar a expectativa de vida, redução do estresse evitando doenças como depressão e ansiedade. Bem como auxilia no controle da pressão arterial, fazendo com que o organismo libere óxidos de nitrogênio, fazendo com que nossas artérias se dilatem e melhore nosso desempenho cardiovascular.

Para não se ter um efeito negativo na terapia é sugerido por alguns médicos que seja seguida as seguintes recomendações: que os banhos de sol diários sejam feitos por volta de meio dia, durem em média de 3 a 15 minutos em pessoas de pele branca e de 15 a 30 minutos para pessoas de pele morena ou negra, com apenas 40% do corpo exposto ao sol. Que se faça uso de um filtro solar com alto grau de proteção. Se mantenha bem hidratado, cubra bem a cabeça com uma tolha molhada e principalmente evite se alimentar duas horas antes e duas horas depois da exposição e ao final da terapia tente tomar um banho frio.

 

Foto destaque: Uma das praias do Rio de Janeiro, RJ REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS/Istockphoto.

Entenda por que o controle do colesterol não pode ser tratado com chás

Há quem diga que o uso de alguns chás pode tratar o colesterol alto, entretanto especialistas alertam que somente o uso desta bebida não é totalmente eficaz para controle ou tratamento dessa comorbidade que pode ser diagnosticada como uma doença silenciosa.


 

Foto: Chá ajuda a diminuir o nível de colesterol. Reprodução/ GETTY IMAGENS.


Os altos níveis de colesterol geralmente não causam sintomas, por isso se faz necessário fazer um controle regularmente. E que a detecção precoce da doença pode prevenir infartos, acidente vascular cerebral (AVC) e hipertensão arterial. Segundo especialistas o essencial é o uso de medicação indicada para a redução do colesterol para garantir o sucesso no tratamento.

Quanto ao consumo de chás como alcachofra, dente de leão, cúrcuma, chá mate e chá vermelho, podem ajudar a baixar níveis de colesterol se for levíssimo. E se associado a uma dieta e exercício físicos podem ajudar na queda do nível de colesterol. No entanto só se consegue algum efeito na redução se a dieta for altamente restritiva em fibras, proteína animal e gordura saturada.

Quanto aos chás eles possuem propriedades antioxidantes e hipoglicemiantes que podem ajudam a controlar os níveis de colesterol no sangue melhorando o metabolismo. Evitando assim o acumulo de moléculas de gorduras nos vasos sanguíneos. Pois algumas dessas ervas tem substâncias que cumprem a função de cardioprotetor reduzindo o acumulo de gordura no intestino, e diminuindo a quantidade de ácidos biliares no fígado e intestino fazendo com que a gordura seja expelida nas fezes.

Ou seja, antes de realizar o consumo de algum destes chás e necessário atentar se a contra indicações, por isso consulte um nutricionista e lembre se de marcar uma consulta regularmente antes de fazer uso de qualquer substância dessas. Somente o medico deverá indicar o melhor tratamento para você. Mantenha uma alimentação saudável, pratique atividades físicas e não fume, estes hábitos te ajudarão a se manter no controle do seu colesterol.

 

Foto destaque: Os chás possuem propriedades antioxidantes e hipoglicemiantes podem ajudam a controlar o colesterol. REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS.

Especialistas alertam sobre uma possível pandemia de gripe aviária

A Europa vem enfrentando um pequeno surto de gripe aviária. As autoridades de saúde estão acompanhando uma alta significativa nos casos da gripe, provocadas pela influenza A (H5N1), em animais de cativeiro.


Homem trabalhando em criador de aves. (Foto: Reprodução/Getty Images)


A situação deixou a entidade em alerta principalmente com a identificação de dois casos em humanos na Espanha. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que os indivíduos eram jovens entre 19 e 27 anos e trabalhavam em uma granja e não apresentaram nenhum sintoma da doença, mesmo estando contaminados. Os sintomas em humanos podem variar desde infecções respiratórias assintomáticas até leves sinais de febre e tosse, podendo progredir para uma pneumonia grave com desconforto respiratório agudo levando a morte.

De acordo com especialistas, apesar desta ameaça permanecer controlada, se não houver uma mudança na forma de criação de aves, pode ocorrer o surgimento de cepas mutantes, que em tese, originaria uma pandemia, representando uma nova ameaça à humanidade.

O Reino Unido hoje vem enfrentando o seu maior surto de gripe desde o final do ano de 2021. Foi identificado casos em mais de 70 instalações que criam aves.

Segundo a Agência de Segurança de Saúde, o risco de contaminação para a saúde publica ainda é baixo. E que as aves nessas instalações foram sacrificadas juntamente com todo o resto do rebanho existente. No entanto, se uma destas cepas realizarem uma mutação e esta, por sua vez, circular entre humanos, aumentaria muito as chances de uma pandemia.

A pesquisadora Devi Sridhar, professora da universidade de Edimburgo, relatou em um artigo para o jornal The Guardian:

“O cerne da questão é como criamos e tratamos os animais e como são as suas interações com os humanos. um ambiente de criação industrial, onde os animais são mantidos em locais fechados e os vírus têm a chance de circular e sofrer mutações”

A gripe aviária é uma doença provocada pelo vírus da influenza A e pode ser dos tipos H5N1, H5N8, H7N9 ou H9N2. Esta condição raramente acomete seres humanos e não passa de pessoa para pessoa, a sua transmissão acontece somente com o contato com aves infectadas ou superfícies contaminadas com excreções de aves infectadas. A doença pode ter um alto índice de mortalidade em humanos.

 

Foto destaque: Galpão industrial de criação de aves. Reprodução/Getty Images.

Estudo aponta que atividade física pode evitar depressão e ansiedade

Distúrbios emocionais são situações que as pessoas encaram como devastadoras. Atualmente no Brasil os números são alarmantes, aproximadamente são registrados cerca de 14 mil casos por ano, em media 38 pessoas por dia tiram sua própria vida. Dentre os transtornos que mais afetam a população estão à ansiedade e a depressão.


 

Foto: Mulher Praticando atividade física. (Reprodução/ Getty Images).


 É necessário entender a importância de se compreender a depressão e a ansiedade enquanto doenças, acreditando que prevenção e recuperação è possível.

Uma das terapias que vem sendo usadas para prevenção e controle desses distúrbios é a atividade física. Segundo estudiosos essa prática amenizaria possíveis comportamentos como: irritabilidade, pessimismo ou apatia contribuindo assim para um melhor bem estar físico, social e mental.

Um estudo realizado na Universidade de Glasgow, na Escócia, e publicado em um artigo na revista científica BMC Medicine, aponta que casos de ansiedade e depressão podem ser evitados com a prática regular de exercícios.  A pesquisa realizada ao longo de 7 anos por meio do método de rastreamento da pratica de atividades físicas, levou em consideração o grau de desempenho entre leve, moderado e vigoroso. Foram analisados dados de 37.327 voluntários com idades entre 37 a 73 anos, os testes foram feitos através do uso de um medidor de pulso. Ao final foi constatado que aqueles que praticaram exercícios com uma intensidade moderada como caminhada rápida, ciclismo e dança, teria uma redução de 41% do risco de desenvolver ansiedade e depressão no futuro. E se essa mesma pessoa dedicar 75 minutos por semana a exercícios vigorosos, como corrida e natação sua redução de risco seria de 56%. De acordo com os pesquisadores a prática de 75 a 150 minutos diária de atividade vigorosa por semana é bao forma de prevenir e combater a depressão. A atividade  constante tem efeitos benéficos na saúde em geral e,ao nível psicológico, reduzindo a ansiedade, melhorando a autoestima, autoconfiança, melhorando assim a cogniçao e diminuir o stress.

Foto destaque: Atividade física como terapia para ansiedade e depressão.  Reprodução/Istockphoto.

Prebiótico, Probiótico e Posbiótico: Saúde do intestino é uma questão de diversidade

Muitos de nós já ouvimos falar de Prebiótico e Probióticos, mas, talvez, ainda não conheça os Posbióticos. A participação deste trio e de extrema importância para nossa saúde intestinal e sistema imunológico. O intestino possui um sistema imunológico próprio, que se comunica com o restante do organismo. Para que todas as bactérias saudáveis sejam alimentadas são necessários probióticos (bactérias vivas benéficas), prebióticos (fibras que alimentam essas bactérias benéficas) e pós-bióticos (substâncias produzidas pelas fibras a partir da fermentação das fibras prebióticas).


 

 Alimentos ricos em prebióticos e fibras (Reprodução/ Getty Images).


Os probióticos são definidos como microorganismos vivos que, sendo administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios para a saúde. Estes por sua vez podem ser encontrados em alimentos como iogurte, leite fermentado, e também, em alguns suplementos alimentares. Estes alimentos são repletos de bactérias “boas” que podem ajudar a manter o intestino saudável.

 Os prebióticos são partículas alimentares que nutrem as bactérias probióticos. Os mais usuais são oligofrutose, insulina, lactulose e amido resistente. Podemos encontrar estas substancias nos alimentos ricos em carboidratos complexos (fibras alimentares) que ajudam a aumentar as bactérias boas no intestino delgado, como aveias, nozes e legumes.

 E os Posbióticos o que são? São substâncias liberada ou produzida pela atividade metabólica do microorganismo, que exerce efeito benéfico sobre o microrganismo, ou seja, a liberação direta ou indiretamente.

De forma resumida, os pós-bióticos são obtidos a partir da fermentação dos probióticos, de modo que pode ser considerado um subproduto deles. Quando fermentados e alimentados com moléculas fibrosas, os probióticos originam os Posbióticos, cujas propriedades são capazes de ajudar na regulação do microbioma intestinal. Entre os Posbióticos mais conhecido esta o ácido graxo que é responsável pelo controle de nossa imunidade aumentando a produção de citocinas (proteína da célula), reduzindo os processos inflamatórios no organismo. Melhorando a capacidade do organismo em produzir anticorpos contra bactérias e toxinas. Vale ressaltar que nem todos os Posbiótico são “heróis”. A ingestão de uma dieta com alto nível de gordura rica em proteínas, sem fibras suficientes e com baixo teor de carboidratos, em longo prazo, significa muitas vezes o aumento na produção do ácido produzido pela bíllis, causando inflamações e até mesmo o câncer.

 De modo os especialistas em nutrição recomendam uma boa alimentação baseada em verduras, legumes, leguminosas, grãos e frutas. Para reforçar a produção de ácido graxo e outros Posbióticos no organismo. Garantindo assim uma boa saúde para nosso intestino.

Foto destaque: probióticos (bactérias vivas benéficas), prebióticos (fibras que alimentam essas bactérias benéficas). Reprodução/ Getty Images.

Consumo de alimentos ultraprocessados é responsável por 10% das mortes no Brasil

A rotina agitada associada à falta de tempo para preparar uma boa alimentação, vem levando parte da população brasileira ao consumo indiscriminado de alimentos ultraprossessados. Estes alimentos por serem de baixo custo e de maior praticidade, vem há algum tempo substituindo as refeições tradicionais, feitas com ingredientes naturais.


Foto: Homem realizando compras. Reprodução/ GETTY IMAGENS.


Um estudo de caráter inédito publicado na última segunda (7), na revista médica American Journal of Preventive Medicine, realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontou que o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados por meio industriais é responsável por mais de 9% das mortes prematuras em nosso país no ano de 2019. A pesquisa revela que os óbitos são por doenças não transmissíveis atribuídas a comidas ricas em altas taxas de gorduras e sal. De acordo com a analise realizada, dos 541,2 mil óbitos ocorridos 10% deram se em indivíduos entre 30 e 69 anos. De acordo com os pesquisadores, as principais causas de morte que estão relacionadas à má alimentação são o infarto, o acidente vascular cerebral o famoso (AVC), diabetes, obesidade e doença renal crônica.

O estudo foi conduzido por método estatístico que simulou os riscos de mortes prematuras. O levantamento envolveu três etapas: a primeira foi à ingestão inicial sobre os hábitos alimentares dos brasileiros segmentados por sexo e faixa etária. A segunda, foi baseada na redução da ingestão e a terceira e última fase, foi observada quanto à diminuição reduziria a mortalidade por todas as causas, incluindo uma análise comparativa de avaliação de risco.

Conclui se que o consumo de alimentos ultraprocessados se diminuído poderia, potencialmente, evitado entre 5.9 mil e 29,3 mil mortes. Os alimentos processados são aqueles que passam por vários processos industriais, recebendo adição de grandes taxas de gorduras trans, açucares sódio, corantes e vários conservantes produzidos artificialmente para melhorar a cor, o sabor e a durabilidade do produto.  É um alimento de baixa composição de nutrientes sem vitaminas ou minerais, e altamente calóricas.

Foto destaque: Consumo de alimentos ultraprocessados é responsável por mais de 9% das mortes prematuras. REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS/Istockphoto.