Entenda quais são as vantagens de andar com os pés descalços

Os pés são nosso alicerce, a base de sustentação de nosso corpo, se a base estiver instável ou fraca, toda a estrutura será afetada. Alguns problemas que surgem no joelho, quadril ou até mesmo na coluna estão diretamente ligados aos nossos pés. De acordo com os especialistas, a prática de atividades físicas com os pés descalços aumenta o equilíbrio.


Mulher praticando atividade física na praia descalça (Foto: Reprodução/Getty Images)


Segundo especialistas, na planta do pé existe um número significativo de receptores que retroalimentam nosso sistema nervoso continuamente, notificando-o de qualquer irregularidade que possa surgir, fazendo o corpo reagir e reorganizar a postura. Ou seja, andar com os pés descalços ajudam na produção de antioxidantes pelo organismo, que destroem o excesso de radicais livres no corpo.

Melhorando nossa qualidade de sono, reduzindo processos inflamatórios e diminuído dores musculares. Gerando assim um equilíbrio das alterações relacionadas aos sistemas endócrino e nervoso e até em relação ao estresse crônico. Agustín Guarna, pesquisador evolutivo em saúde e instrutor em treino personalizado, destaca que seria importante treinar os músculos da sola do pé para que os arcos dos pés, que servem para amortecer impactos, distribuam adequadamente a carga recebida e também permitam que o pé se adapte, em relação aos diferentes terrenos onde nos movemos.

Conheça mais alguns dos benefícios de andar descalço em qualquer idade:

– Aumento da atividade cerebral o impacto nos pés ao andar descalço despertam terminações nervosas, favorecendo o equilíbrio;

– Reativação de diversos músculos que ficam atrofiados pelo uso de calçados, favorecendo não só o equilíbrio, mas também o apoio, fortalecendo cada vez mais os pés. Deixando os mais saudáveis, melhorando os joanetes e reduzindo a fascite plantar (inflamação de uma faixa espessa de tecido que liga o osso do calcanhar aos dedos);

– Redução das inflamações como: Alzheimer, lúpus, anemia, autismo, câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, etc. Causadas pelos radicais livres, que são combatidos pelos antioxidantes produzidos pelo aterramento dos pés descalços com os elétrons do solo. Como a terra carrega uma grande quantidade de partículas negativas, esse aterramento formado pelo contato direto com o solo permite que o corpo descarregue a carga em excesso de radicais livres, melhorando as condições inflamatórias. Porém como toda regra tem sua exceção, estudiosos recomendam evitar pisar descalços em chão muito gelado no inverno para não mudar bruscamente a temperatura do corpo.

Foto destaque: Caminhando descalço. Reprodução/Instagram

Conheça os cuidados com exercícios durante a gravidez

A gravidez é um momento de modificações no corpo da mulher, um evento importante responsável pela formação de um novo indivíduo. Considerado um período muito especial para as mulheres, algumas delas são muito agradecidas após muitas tentativas, outras sortudas por terem conseguido seus pequenos milagres ainda no primeiro ciclo de tentativas, mas todas enfrentam esse período transformador com todas suas alegrias e dificuldades. Existem muitos mitos que fazem parte do universo da maternidade: um deles é se a grávida pode fazer exercícios.


Para fortalecimento muscular e redução de dores recomenda-se atividades leves. (Foto: Reprodução/Getty Images)


Atividades físicas de leve e baixo impacto é recomendado. A médica ginecologista Simone Vaccaro, em uma entrevista ao portal Terra informa que tudo está relacionado a individualidade e ao bom senso. Ou seja, exercícios com muito peso, exercícios com impacto exagerado e até mesmo corridas precisam ter atenção. Segundo ela, na gestação, o assoalho pélvico está com um peso maior que o volume uterino. Essa altura uterina quanto maior ela for maior será o peso sobre essa pelve. Partindo dessa informação, se a grávida faz algum exercício de impacto como, por exemplo, o agachamento, o excesso de peso é somado ao peso do bebê. Esse peso extra pode acarretar vários danos, entre eles, o deslocamento da placenta.

No caso de pacientes sedentárias, é necessário um treinamento cardiorrespiratório. Ou seja, pacientes mais taquicárdicas vão estar com um fluxo sanguíneo maior e o ideal é que a frequência não fique constantemente acima de 120 batimentos por minuto. Segundo a especialista, entre os exercícios aeróbicos, os mais indicados durante a gravidez são: caminhadas, bicicleta ergométrica e natação. Para fortalecimento muscular e redução de dores, recomenda-se pilates, yoga e hidroginástica.

Confira alguns cuidados para deixar a prática mais segura e agradável:

  • Faça o acompanhamento pré-natal;
  • Evite exercícios em ambientes quentes;
  • Quando ao ar livre, prefira os horários de temperatura mais amena (antes das 10h ou depois das 16h);
  • Nos esportes aquáticos, mantenha a temperatura da água em até 34 °C;
  • Faça uma refeição leve de 30 a 60 minutos antes da prática;
  • Beba líquidos antes e depois para garantir a boa hidratação;

De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, é recomendável que gestantes façam pelo menos 150 minutos de atividades físicas moderadas por semana. Contudo, é necessário antes de tudo ter a liberação médica para se exercitar. Além disso, eles beneficiam a saúde da gestante, reduzindo risco de doenças como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, hipertensão arterial gestacional, ganho de peso excessivo e depressão pós-parto.

Foto destaque: Atividades físicas de leve e baixo impacto é recomendado para gestantes. Reprodução/Instagram

Estudo aponta o melhor horário para quem quer emagrecer

Entendemos que devemos nos movimentar e que essa prática virou uma das áreas mais interessantes e atraentes da medicina. Uma análise feita por pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Leiden, na Holanda, e publicada na Revista Científica Diabetologia, descobriu que o exercício pode ser mais eficaz entre o meio-dia e a meia-noite, para perda de peso em comparação ao período da manhã.


Mulher praticando atividade física no final da tarde. (Foto: Reprodução/GETTY IMAGES)


O estudo contou com a participação de 7 mil pessoas, com idades entre 45 e 65 anos. A grande maioria dos voluntários eram obesos que tinham um índice de massa corporal (IMC) de 27 ou mais, também havia um pequeno grupo de controle com peso saudável. O trabalho avaliou o impacto do treino em dois índices extremamente relevantes, o colesterol e o diabetes. Os participantes foram submetidos a um exame físico, durante o qual foram coletadas amostras de sangue para medir os níveis de insulina no sangue em jejum e após uma refeição.

Outros foram selecionados para ter o seu acúmulo de gordura no fígado avaliado. Algumas destas pessoas usaram um acelerômetro e um monitor de freqüência cardíaca em um período de quatro dias e quatro noites consecutivas para monitorar os níveis de movimento e atividade. Entre os envolvidos, 775 pessoas forneceram dados completos.

Os especialistas chegaram à seguinte conclusão: aqueles que fizeram atividade física de intensidade moderada e vigorosa no período do final da tarde e noite reduziram o impacto no nível de gordura no fígado e de resistência a insulina. Enquanto que aqueles que praticavam a atividade ao longo do dia não apresentaram nenhuma diferença significativa na resistência a insulina. Os cientistas ainda não identificaram a razão exata por trás dos resultados, mas há uma hipótese de que ao final do dia, com o corpo naturalmente aquecido, há reação mais imediata na ação da resistência a insulina, contribuindo assim para a perda de peso, obtendo um melhor controle desse marcador e contribuindo para a silhueta.

Foto destaque: Praticando atividade física. Reprodução/Instagram

Candidíase de repetição: Aprenda como evitá-la e aliviar os sintomas

Infecção causada por fungos a candidíase de repetição é caracterizada por quatro ou mais episódios em um ano. Cerca de 75% das mulheres são acometidas pela candidíase pelo menos uma vez durante a vida. A candidíase de repetição, também conhecida como “candidíase recorrente”, acomete pelo menos 5% delas. Embora ela possa ser causada também por outras espécies de fungos, ela frequentemente é originada da candida albicans.


Candidíase ela acomete tanto as mulheres como os homens e os sintomas variam para cada um destes sexos.  (Reprodução/ GETTY IMAGENS).


Que se alojar na área genital e provoca uma série de incômodos, como coceira, secreção e  inflamação. Ainda que não seja considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), ela pode ser transmitida através de relações sexuais. De modo geral ela esta ligada a queda da imunidade e ao uso de substâncias como anticoncepcionais, antibióticos, antiinflamatórios, a gravidez e a doenças como diabetes, HPV entre outras alergias. Ela acomete tanto as mulheres como os homens e os sintomas variam para cada um destes sexos.

Nas mulheres ocorre coceira vaginal na parte externa da vagina, ardência ao urinar, dor nas relações sexuais, corrimento branco, em grumos e sem cheiro. Vermelhidão na vagina ou vulva. Nos homens aparecem pequenas manchas vermelhas na região do pênis, edema leve ou lesões em forma de pontos e coceira. Em caso de sentir algum destes sintomas e recomendado procurar um médico, pois somente ele poderá da o diagnostico preciso da infecção. O profissional vai avaliar, através de exames clínicos e laboratoriais.

Mas o que pode causar a doença? Diversas são as razoes, mas é sempre bom ficar atenta a detalhes do cotidiano como relações sexuais sem preservativo, roupas intimas apertadas ou de material sintético, região genial úmida ( praias e piscinas), uso de anticoncepcionais e deficiências imunológicas como câncer e HIV. No caso da candidíase por repetição além dos episódios de infecções recorrentes o estresse, sedentarismo e a ma qualidade do sono também são forte agentes para o desenvolvimento da doença.

Geralmente o tratamento é feito através de cremes vaginais e antifúngicos nos casos recorrentes é recomendado a busca de hábitos mais saudáveis com alimentação balanceada, atividades físicas para controlar o estresse. Para prevenção especialista recomendam Utilize preservativo durante as relações sexuais. Que cuide da higiene íntima e use sabonete com PH neutro,Não fume e evite o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, Evite o uso de roupas justas demais ou feitas com material sintético e Não utilize absorventes internos.

 

Foto destaque: A candidíase de repetição acomete pelo menos 5% das mulheres. REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS.

Glutamina: Saiba o que é pra que serve e como tomar

Aminoácido encontrado em diversos alimentos, a glutamina esta presente em carnes, peixes, ovos, leguminosos e alguns vegetais. Podendo ser encontrada em maiores concentrações, na forma de suplemento nutricional, seja em cápsulas ou em pó, sendo comercializadas em lojas de suplementos alimentares. Esta molécula que ajuda a compor as proteínas e contribui para a manutenção de nossas células do intestino e dos músculos.


 

Foto: Homem praticando musculação .Reprodução/ GETTY IMAGENS/Istockphoto.


Ela também é conhecida como um imunonutriente, pois participa na produção de antioxidantes e na manutenção das funções das células de defesa do organismo, fortalecendo o sistema imunológico.

Ela serve para ajudar a melhorar o equilíbrio da flora intestinal, auxiliando no tratamento de problemas, como prisão de ventre e diarréia. Apesar de a substância ser aclamada no universo da atividade física, por sua relação com o sistema imune e massa muscular, ela não apresenta evidências científicas que seu uso sirva para melhorar o desempenho de quem pratica exercícios físicos. Para atletas, a glutamina pode ser consumida antes ou depois do treino. Antes, ela reduz a fadiga e aumenta o desempenho.

Depois do treino, ela age na recuperação dos músculos. Pesquisadores informam que nenhum estudo garante que o consumo desta substância faça diferença na rotina destas pessoas. Os suplementos de glutamina normalmente são encontrados na forma de aminoácido livre, que é chamada de L-glutamina, e a quantidade diária recomendada varia de acordo com as necessidades nutricionais e a prática de atividades físicas.

No entanto antes de fazer uso desta substância é necessário procurar um especialista nutricional. Para que posa ser feita uma avaliação até porque a glutamina é a principal fonte energética das células do intestino e vale ressaltar que o corpo humano sabe fabricá- la espontaneamente, de forma abundante através de uma boa alimentação.por essa razão ela e conhecido aminoácido essencial

Geralmente a recomendação indicada é entre 8 a 15 gramas diárias, dividida em 2 a 3 vezes ao longo do dia, juntamente com água ou suco de frutas, podendo ser consumida antes do treino ou antes de dormir. Vale ressaltar que embora a substância não seja tóxica, o uso em demasia pode acarretar danos à saúde. É importante lembrar que a ingestão de altas quantidades de suplementos de aminoácidos, como a glutamina, pode causar insuficiência renal e, por isso, só devem ser consumidos com a orientação de um nutrólogo ou um nutricionista.

Foto destaque: Aminoácido encontrado em diversos alimentos que ajuda a compor as proteínas e contribui para a manutenção de nossas células Reprodução/GETTY IMAGENS/Istockphoto.

Precisamos aumentar a diversidade entre doadores de medula óssea

A medula óssea é um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, sendo também chamada de tutano. Conhecida como máquina do sangue a medula óssea e responsável pelo desenvolvimento das células sanguíneas.


 

Paciente aguardando transplante de medula óssea. (Foto:Reprodução/Istockphoto)


Nela são produzidos os componentes do sangue como: hemácias, leucócitos e plaquetas. Estes componentes são renovados continuamente e a medula é quem se encarrega dessa função. Ela mantém se em atividade intensa e ininterrupta para produzir células sanguíneas e dependendo de abundante e contínuo suprimento de substâncias. Classificada em dois tipos: medula óssea vermelha e medula óssea amarela, onde a primeira é abundante no indivíduo recém-nascido, entretanto, sua quantidade reduz-se consideravelmente na vida adulta, sendo substituída pela segunda.

Algumas doenças podem alterar a arquitetura da medula óssea, prejudicando assim o seu funcionamento entre elas estão: Aplasia de medula, síndrome mielodisplástica, anemia aplástica, linfomas, leucemia e leucemia mileoide aguda. O transplante é um dos tratamentos propostos para curar estas doenças que afetam estas células do sangue. Este tratamento consiste na substituição de uma medula doente, ou deficitária, por células normais.

Para que esse procedimento ocorra como o esperado tem que haver compatibilidade genética entre o doador e o paciente. As chances de encontrar um doador ideal no núcleo familiar, sendo entre irmãos de mesmo pai e mesma mãe, é de 25%. Contudo, há a possibilidade de não haver doador na família, sendo assim, é necessário encontrar um doador no banco de dados do INCA. Esse contratempo faz as chances de compatibilidade caírem para 1 em 100 mil, de acordo com pesquisas realizadas pelo Ministério da Saúde, e isso é bem comum de se acontecer. Brasileiros com características genéticas herdadas de ancestrais africanos tendem a ter mais dificuldade para achar doadores de medula óssea, revela um levantamento feito por pesquisadores da USP e do Inca (Instituto Nacional do Câncer).

As chances de que essas pessoas encontrem amostras compatíveis para um transplante podem ser até 75% mais baixas do que a de doentes sem esse componente genético. Não se trata de um problema exclusivo do Brasil. Em parte, ele se deve à grande variabilidade do DNA de pessoas de origem africana, superior à de grupos do resto do mundo. Como o Brasil é um país muito miscigenado, no qual muitas vezes a aparência das pessoas não bate exatamente com sua herança genética, seria de esperar que nem sempre as categorias raciais dos censos se encaixariam perfeitamente com as informações sobre os genes HLA.

As doações têm aumentado expressivamente nos últimos anos, especialmente devido às campanhas de sensibilização da população. Mas os números precisam ser ainda maiores. Quanto mais doadores estiverem à disposição, maiores são as chances de encontrar medulas compatíveis.

Em um país como o Brasil, em que autodeclarados pretos e pardos respondem por mais de 56% da população, aumentar o número de doadores significa também contemplar toda a diversidade genética brasileira, e trazer novas perspectivas aos pacientes que aguardam um doador compatível para seguir o seu tratamento.

Foto Destaque: Medico realizando transplante de medula óssea Reprodução/Istockphoto.

Proteína: Saiba qual é a quantidade ideal a ser consumida

A boa e velha proteína é uma boa companheira dos atletas, que sabem da importância do seu consumo diário para recuperar e construir músculos. Ela e conhecida como nutriente nobre, estando presente em todas as células do corpo, assim como ossos, músculos, cartilagens, pele e sangue. A proteína ainda é utilizada para construir e reparar tecidos, produzir enzimas, hormônios e outras substâncias. 


 

Foto: Homem se exercitando sua musculatura. (Foto: Reprodução/GETTY IMAGENS)


Nossos músculos são responsáveis por toda nossa força e movimento. Quanto melhor nossa massa muscular, mais resistente ela estará para realizar as tarefas diárias. Diminuindo assim os riscos de quedas, lesões ou traumas. O corpo precisa desse micronutriente em quantidades relevantes para se manter funcionando. Diferente da gordura e do carboidrato nosso corpo não armazena proteína, não há um reservatório para recorrer quando precisar de um suprimento.

Essa necessidade deve ser suprida através da alimentação. A baixa ingestão deste nutriente causa uma série de sintomas como dor de cabeça, queda de cabelo, unhas frágeis, fome constante, baixa taxa de ferro no sangue, perda de massa muscular além de falta de disposição e concentração.

A quantidade de proteína varia de acordo com a idade, peso e tipo de atividade que praticamos. Apesar de ela estar envolvida em uma serie de processos, uma das aplicações mais conhecidas esta em quem quer ganhar massa muscular.

Especialistas sugerem que o consumo de proteína para aqueles que querem ganhar massa muscular deva ser de 1,5 gramas para cada quilograma de peso corporal. Ou seja, se uma pessoa pesar 80 kls ela deverá consumir em média 120gdo nutriente por dia. Eles ainda sugerem um cardápio para a ingestão da proteína considerando que ela pode ser espaçada em três ou quatro refeições diárias. Confira:

  • Café da manhã: 2 ovos + 30g de queijo minas;
  • Almoço: 140g de peito de frango;
  • Lanche da tarde: vitamina com 30g de whey protein + 200ml de leite;
  • Jantar: 120g de patinho;
  • Ceia: iogurte natural 170g (1 pote).

Ainda de acordo com os especialistas na área da nutrição o primeiro passa para uma alimentação saudável e rica em proteínas é, dentre as fontes animais, preferir peixes e aves, limitando a carne vermelha e evitando os alimentos ultra processados.

E para aqueles que são atletas e desejam a hipertrofia é necessário Intercalar os treinos com o descanso necessário para a recuperação do corpo. Seguir uma dieta de pré e pós-treino que seja à base de proteína, carboidratos, gordura, sais minerais e vitaminas. Ter equilíbrio entre os treinos e cuidar da quantidade de horas de sono para que o corpo possa reparar o estresse causado pela intensidade da musculação. Por isso, entender exatamente a quantidade necessária do nutriente é fundamental para compor um cardápio que mantenha o corpo funcionando e ajude o indivíduo a atingir seus objetivos.

 

Foto destaque: Imagens de alimentos com proteína. Reprodução/GETTY IMAGENS.

Estudo sugere idade limite para deixar de fumar

O tabagismo é um hábito que ano após ano vem aumentando, para os adeptos desse prazer popular, largar o cigarro de vez e se engajar nessa mudança pode ser um grande desafio. No Brasil o tabaco é o grande responsável por 90% dos óbitos todos os anos.


Foto: Homem fazendo uso do cigarro-. Reprodução/ GETTY IMAGENS.


Segundo o Instituto nacional do câncer, o tabagismo esta relacionado ao desenvolvimento de mais de 50 enfermidades, dente elas alguns tipos de câncer como leucemia, de bexiga, de pâncreas, de fígado, do colo do útero, de esôfago, nos rins, laringe, faringe, boca, pulmão, e estômago. Além de doenças no parelho respiratório e doenças cardiovasculares. O tabagismo ainda pode ser associado ao risco de outras patologias como úlcera do aparelho digestivo, osteoporose, catarata, impotência sexual no homem, infertilidade na mulher, menopausa precoce e complicações na gravidez.

Um estudo realizado por cientistas da Sociedade Americana contra o Câncer, nos Estados Unidos, em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, publicado esta semana na Plataforma JAMA Network Open, revela os benefícios de parar de fumar aos 35 anos. O estudo sugere que o fumante deve abandonar o vício caso não deseje elevar seu risco de morte precoce. De acordo com os pesquisadores fumantes que abandonarem o cigarro até os 35 anos terão taxas de mortalidade semelhantes a de pessoas que nunca fumaram, e aqueles que deixarem o uso do fumo em idades avançadas, também terão benefícios, porém não tão substanciais quanto aos que pararem antes.

A pesquisa mostrou, por exemplo, que deixar de fumar entre os 35 e 44 anos apresentam um risco de morte de 21% maior do que as pessoas que nunca fumaram. Enquanto que na faixa etária seguinte, dos 45 aos 54 anos, a taxa de mortalidade é de 47% maior entre os fumantes do que entre os que nunca fumaram.

No entanto, é possível obter benefícios em outras idades também. Por exemplo, quem deixou de fumar entre 35 e 44 anos apresentam taxas que são de 10% a 20% maiores de morte em comparação aos que nunca fumaram. Vale lembrar que, cerca de 30% a 50% dos norte americanos tentam deixar o vício do fumo. No entanto, as taxas de sucesso em abandonar a nicotina tendem a ser baixas. 

 

Foto destaque: 30% a 50% dos norte americanos tentam deixar o vício do fumo.  REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS.

Alemanha apresenta plano para a legalização da maconha

Apresentada nesta quarta feira (26), pelo ministro da saúde da Alemanha, Karl Lauterbach, um documento sobre a legislação planejada para regular a distribuição controlada e o consumo da cannabis para fins recreativos entre adultos.  A medida havia sido prometida pelo governo do chanceler Olaf Scholz que tornaria o país um dos primeiros a legalizar a maconha. O documento prever o controle público da cadeia de fornecimento da cannabis com o objetivo de garantir a proteção da saúde e coibir o crime organizado e o mercado clandestino. Permitindo assim a compra e a posse de uma quantidade máxima de 20 a 30 gramas para o consumo pessoal.


 

Foto: Plantação domestica de cannabis  Reprodução/ GETTY IMAGENS


Ainda de acordo com o documento, o autocultivo privado seria permitido de forma limitada e as investigações em curso e os processos criminais ligados a casos que deixaram de ser ilegais seriam encerrados. O governo também planeja introduzir um imposto especial de consumo, bem como desenvolver trabalhos de educação e prevenção relacionados à cannabis.

De acordo com o social democrata, tudo dependerá, na verdade, da aprovação da comissão européia. E que só redigirá uma lei quando a comissão Européia lhe der aprovação. O ministro justificou que esta reforma, fará da Alemanha um dos países mais liberais da Europa.

 A decisão tem gerado uma mistura de opiniões e polêmica sobre o assunto na maior economia da Europa. O plano de legalização não foi bem recebido por todos os estados federais. O ministro da Saúde da Baviera, por exemplo, alertou que a Alemanha não deve se tornar um destino de turismo de drogas na Europa. A associação de farmacêuticos da Alemanha alertou sobre os riscos à saúde da legalização da cannabis e disse que colocaria as farmácias em conflito médico. Gerando uma possível competitividade com fornecedores.

A legalização da cannabis pode trazer à Alemanha receitas fiscais anuais e economia de custos de cerca de 4,7 bilhões de euros (US$ 4,7 bilhões) e criar 27.000 novos empregos, segundo uma pesquisa realizada no ano passado.

Foto destaque: Posse de uma quantidade de maconha máxima de 20 a 30 gramas para o consumo pessoal. REPRODUÇÃO/GETTY IMAGENS

Tipos de dores: Saiba como diferenciar dor de cabeça e enxaqueca

Muita gente confunde os dois tipos de dores. Se você acha que suas dores na cabeça são fortes e não sabe identificar, talvez você precise dar uma olhada mais de perto nos sintomas da enxaqueca. Mas será que existe diferença entre a dor de cabeça e a enxaqueca? 

A enxaqueca é uma doença cerebral que pode causar vários sintomas desconfortáveis que podem durar de quatro horas a três dias. Embora a causa da dor seja de natureza desconhecida, pode gerar alguns sinais antes, durante e depois da crise. Vale ressaltar que essas dores variam de pessoa para pessoa.


 

Mulher sofrendo com dor de cabeça. (Reprodução/ Istockphoto).


Alguns sinais da doença da enxaqueca podem aparecer gradualmente ou repentinamente. Às vezes começa da noite para o dia, fazendo as pessoas acordarem com dor. Aparentemente, tanto a dor de cabeça como a enxaqueca são parecidas, não existe uma lista de sintomas que especifique cada uma, entretanto uma série de características difere as duas dores.

Se você tiver sentindo algum sintoma desses, provavelmente está sofrendo de enxaqueca: cabeça latejando, dor apenas de um lado da cabeça, sensibilidade à luz, cheiros ou barulhos, incômodo visual, formigamentos, tonturas e náuseas.

Dados recentes divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam o problema como o segundo maior  responsável pela incapacidade em todo o mundo, com total de 31 milhões de pessoas. Já no Brasil, a taxa é mais comum do que no restante dos países,  em torno de 5% da população sofre desta doença.

Segundo especialistas em psiquiatria, o diagnóstico é neurológico.  Os aspectos psiquiátricos que a enxaqueca desencadeia, seja dor crônica, incapacidade laboral ou incapacidade social, causam ansiedade e depressão, agravando ainda mais a dor da própria enxaqueca e que apesar da angústia, é necessário evitar a automedicação.

Eles alertam que medicações tomadas de modo errado podem trazer grandes consequências para o organismo, além de piorar a frequência das dores de cabeça. Também traz um risco para o estômago e para o fígado, porque esses medicamentos são metabolizados e acabam influenciando no sistema do trato gastrointestinal.  

Ainda não se tem um tratamento específico, mas um procedimento preventivo pode ser realizado e ajudam muito. Atividade física e uma boa alimentação podem auxiliar de maineira positiva também.

 

 

Foto Destaque: A enxaqueca desencadeia incapacidade laboral ou incapacidade social. Reprodução/Istockphoto.