Lula não se mudará para a Granja do Torto antes da posse

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), decidiu não irá se mudar para a Granja do Torto antes da posse, que será no dia 1º de janeiro. A residência passará por alguns reformas necessárias antes da mudança, de acordo com dois assessores próximos.

A Granja do Torto é uma das moradias oficiais do presidente. Lula e a primeira-dama, Janja da Silva, visitaram a residência na última terça-feira (20). O ministro da Economia, Paulo Guedes, estava morando no local desde a pandemia, quando foi cedida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), até a semana passada. Essa é a primeira vez nas transições de governo dos últimos anos em que a Granja do Torto não foi cedida já nos primeiros dias do processo de transição. 


Comboio de Lula deixando a Granja do Torto (Foto: Reprodução/G1/Guilherme Mazui)


O presidente eleito deve ficar no hotel até uma das residências oficiais estar pronta para o receber. Existia uma expectativa de Lula poder ir à Granja nos próximos dias, principalmente por questões de segurança, segundo os assessores dele, mas, após uma vistoria, essa ida foi adiada temporariamente. 

O Palácio da Alvorada será desocupado por Bolsonaro até o dia 1º de janeiro, quando ele deixar a presidência, perdendo o direito de permanecer no imóvel. O local precisará passar por uma avaliação antes de Lula se mudar para lá, de acordo com os assessores do presidente eleito.

Caso o atual presidente permaneça no Palácio da Alvorada até depois do dia da posse, ele será considerado um ocupante ilegal, podendo ser retirado pela policia, que estaria cumprindo uma ordem judicial. 

Um caminhão de mudança esteve na Alvorada na tarde do dia 15 de deste mês, permanecendo no local por uma hora e 20 minutos. No sábado (17), outro caminhão foi visto na porta da residência. Além disso, o Palácio do Planalto está passando por reformas e uma limpeza, sendo preparado para a chegada do presidente eleito.

Nos mandatos anteriores de Lula, o presidente eleito passou longos períodos, principalmente durante a reforma do Palácio da Alvorada, morando na Granja do Torto, preferindo a residência à Alvorada. 

 

Foto destaque: Granja do Torto, em Brasília. Reprodução/CNN Brasil.

Brasileiros estão comprando mais cosméticos naturais

Cosméticos com fórmulas naturais e com proteção aos animais são os mais buscados pelos consumidores brasileiros, de acordo com um estudo realizado pela Opinion Box, empresa de inteligência de mercado, e encomendado pela Flora Cosméticos e Limpeza. 

A pesquisa foi realizada com mais de 500 entrevistados entre agosto e setembro de 2022. Dentro desse número, a revista Glamour expõe que 96% valoriza produtos não testados em animais, naturais e veganos. A crença de 25% de que esses produtos reduzem o risco de alergias e de 25% de que tenham menos químicos são os motivos principais da prioridade por esses tipos. Na hora da compra, 9 a cada 10 dão preferência a ingredientes naturais, mesmo não sendo um dos critérios de escolha.

42% dos consumidores optam por marcas e cosméticos que foram indicados por profissionais. Além disso, um quarto dos entrevistados costuma pesquisar sobre o item desejado na internet antes de comprar. A qualidade, fórmula com componentes da natureza e custo-benefício são mais valorizados pelos consumidores. 

Rótulos na embalagem que destaquem os componentes do cosmético são valorizados por 46% dos entrevistados. Se o produto tiver os benefícios em evidência do uso, 40% preferem esse tipo de embalagem.


Rótulo cruelty-free que aparece em produtos que não fazem testes em animais (Foto: Reprodução/Peta)


Benefícios dos produtos naturais:

Além dos cosméticos com componentes da natureza causarem pouco impacto ao meio ambiente, eles tendem a agir de forma mais suave na pele. Isso diminui as chances da pessoa que está usando o produto ter algum efeito colateral, como irritação ou alergias. Logo, é uma boa opção para quem tem uma pele mais sensível.

Das plantas é possível coletar óleos nutritivos que, por serem parecidos com os óleos produzidos pela nossa pele, quando colocados em cosméticos, são absorvidos com mais facilidade pelo organismo. Dessa forma, esses produtos entregam com maior facilidade os nutrientes prometidos.

Os animais também costumam ser beneficiados. Na fabricação de cosméticos naturais, os testes que tradicionalmente são feitos em porcos, coelhos, cachorros ou ratos nos laboratórios não são feitos. A experimentação do produto neles pode causar alergias, intoxicação e a morte. Com isso, o cruelty-free promovido por algumas empresas também é um dos pontos a favor para os cosméticos naturais.

 

Foto destaque: Produtos naturais com ingredientes. Reprodução/We Fashion Trends.

As roupas de “Harry & Meghan” falam quem é o casal agora

A nova série documental da Netflix, “Harry & Meghan”, conta sobre a vida do casal e a relação deles com a imprensa e as famílias do príncipe Harry e de Meghan Markle. A moda apresentada na obra tem foco na normalidade, a fim de mostrar que, mesmo sendo famosos, eles são pessoas comuns.

Cada peça foi selecionada para dar ênfase nessa mensagem. Meghan, enquanto conta a realidade de tornar-se a namorada de um príncipe, veste um suéter de cashmere azul claro Krista Elsta. O casaco custa £156, marcando uma acessibilidade, anonimato pela marca só poder ser achada na sede na Letônia no Etsy e acessibilidade, já que é comum esse estilo mais desleixado ser encontrado em outras lojas.


Meghan Markle na série documental “Harry & Meghan” (Foto: Reprodução/Netflix)


A cor faz referência aos tons mais claros e neutros que a duquesa de Sussex precisou usar como membro da The Firm — isto é, a pessoa sem permissão para usar os mesmos tons que os membros mais antigos da família real —, que normalmente eram cores como caramelo, bege e aveia. “Eu usava muitos tons suaves, para que pudesse me misturar”, explica a Meghan na série.

Esse também é o motivo do vestido na cor azul elétrico da Victoria Beckham, usado pela ex-atriz após a retirada do casal da realeza, ter se destacado tanto. Agora, ela está a procura de assumir o controle da própria imagem, usando roupas com tons mais neutros. “Não estou tentando me destacar aqui… não há nenhuma versão de eu me juntar a esta família e tentar não fazer tudo o que posso para me encaixar.”, disse a duquesa de Sussex.

Mesmo tentando usar roupas com cores mais simples e sem logos aparentes, Meghan usa uma pulseira Cartier Love e um relógio Tank. Esses acessórios são utilizarmos para relembrar que, apesar de ela ser “gente como a gente”, a ex-atriz ainda é uma duquesa. Logo, é inegável que a Meghan Markle sabe o que está fazendo quando escolhe as próprias roupas, querendo passar uma imagem de simplicidade, mas tentando apresentar o lugar na família real que ela ocupa.

 

Foto destaque: Principe Harry e Meghan Markle na série documental “Harry & Markle”. Reprodução/Netflix

Arthur Lira repudia vandalismo feito por bolsonaristas

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse na terça-feira (13), que repudia “veementemente” os atos de vandalismo praticados por bolsonaristas na noite de segunda-feira (12), em Brasília.

As manifestações fazem parte da democracia. A capital federal recebeu cidadãos de todo o Brasil que, há mais de um mês, vem se expressando de maneira ordeira. Repudio veementemente a desordem, a violência e o risco à integridade física  ou de patrimônio público e privado.”, disse, o presidente no próprio Twitter.

Além disso, o presidente da Câmara dos Deputados faz um apelo, em outra postagem, para que o governo do Distrito Federal redobre a segurança. “Deixo meu apelo para o Governo do Distrito Federal redobrar os cuidados com a segurança. Nossa tradição democrática passa pela ordem e pela paz.”, pede, Lira.


<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>Deixo meu apelo para o Governo do Distrito Federal redobrar os cuidados com a segurança. Nossa tradição democrática passa pela ordem e pela paz.</p>&mdash; Arthur Lira (@ArthurLira_) <a href=”https://twitter.com/ArthurLira_/status/1602623620131569664?ref_src=twsrc%5Etfw”>December 13, 2022</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=“utf-8″></script>

Tweet de Arthur Lira sobre os atos de vandalismo praticados na última segunda-feira (Foto: Reprodução/Twitter)


Apoiadores do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), queimaram quatro ônibus e um carro que ficaram totalmente danificados e um ônibus e dois carros apenas parcialmente na segunda-feira. Uma pessoa de 67 anos precisou de atendimento médico depois de inalar gás lacrimogêneo do ato. Ninguém foi preso na noite. As ações de vandalismo ocorreram após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar a prisão temporária do líder indígena José Acácio Serere Xavante por propor manifestações antidemocráticas em Brasília.

No mesmo dia, ocorreu a  cerimônia de diplomação do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB). Bolsonaristas têm protestado, contra a vitória de Lula nas eleições presidenciais, acampando em frente a quartéis pedindo intervenção militar. O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Júlio Danilo, disse que, do grupo que vandalizou os veículos, uma parte também participou de um acampamento que permaneceu em frente ao Quartel General do Exército.

Nas redes sociais, alguns dos aliados à Bolsonaro rebatem sem provas as acusações, de bolsonaristas terem sido os atores do vandalismo, dizendo que foi a ação de “infiltrados”. O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, publica um tweet dizendo que o grupo “tem cara de Black Blocs, jeito de Black Blocs, fúria de Black Blocs, cheiro de Black Blocs e violência dos Black Blocs, que não existiram durante todo o governo Bolsonaro. Será coincidência ou a volta deles?“. O ex-secretário especial de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten também tuitou falando que há muitas versões do caso de segunda-feira. “Muitos ruídos, muitas versões diferentes sobre os fatos lamentáveis de Bsb ontem. Para acabar com isso, investigação imediata, câmeras de monitoramento e depoimentos na autoridade competente. Infiltrados serão imediatamente desmascarados.“, é dito na publicação. 

 

Foto destaque: Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados. Reprodução/Jovem Pan

Rússia recusa proposta de paz da Ucrania

A Rússia recusou uma proposta de paz com três etapas do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nesta terça-feira. A ação contém três etapas e a primeira seria a retirada das tropas russas da Ucrânia.

Em resposta ao pedido de Zelensky por mais equipamento militar, apoio financeiro, energético e a solução de paz aos líderes das potências do Grupo dos Sete, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, falou que o progresso não seria possível sem que a Ucrânia leve “em conta as realidades que se desenvolveram durante esse período”, o que inclui a captura de territórios ucranianos pela Rússia.


Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin (Foto: Reprodução/BBC News)


Peskov afirma que a proposta contém “três passos para a continuação das hostilidades” e que, na nova realidade desenvolvida, “novos sujeitos surgiram na Federação Russa. Surgiram como resultado de referendos que ocorreram nesses territórios. Sem levar em conta essas novas realidades, nenhum tipo de progresso é possível”. 

“Não importa o que o agressor pretenda fazer, quando o mundo está verdadeiramente unido, é o mundo, não o agressor, que determina como os eventos se desenrolam”, disse Zelensky.

Sobre esses referendos, a Ucrânia e seus aliados ocidentais os consideram fraudes ilegais. Peskov refere-se a eles em quatro locais do sul e leste ucraniano onde a Rússia ocupa parcialmente. Dessa área, os russos perderam uma quantidade significativa de terreno e, agora, estão falando com mais frequência sobre propostas de paz. 

Porém, o porta-voz disse que não vê a Ucrânia e o Ocidente prontos para as negociações. Moscou negou as acusações de que o objetivo da própria conversa sobre diplomacia seria para ganhar tempo para o reagrupamento das forças esgotadas. 

A Ucrânia disse que a Rússia precisa interromper os ataques e se retirar dos territórios ocupados. Zelensky pediu apoio aos líderes do G7 na ideia de convocação de uma Cúpula Global de Paz especial. Essa focaria na implementação de um plano de paz de 10 pontos de Kiev. Dentro desses pontos, estaria a retirada-russa de todas as suas tropas do território ucraniano. 

 

Foto destaque: Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin (Foto: Reprodução/Asharq AL-awsat)

Primeiro encontro entre Lula e Forças Armadas é adiado

Primeiro encontro entre o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os futuros comandantes das Forças Armadas estava previsto para a última sexta-feira (9), mas foi adiado para esta semana. O cancelamento ocorreu porque Monteiro decidiu se encontrar o atual ministro da Defesa, general Paulo Sérgio de Oliveira, antes de se reunir com os futuros comandantes.

O presidente eleito afirmou, na reunião desta semana, que nos oito anos em que exerceu a presidência do Brasil manteve uma boa relação com as Forças Armadas. Além disso, ele disse que deseja discutir “o futuro do País” com os oficiais-generais. Monteiro deverá formalizar os nomes dos comandantes escolhidos, mas Lula destacou que não admitirá politização do meio militar, porque não é papel das Forças Armadas tratar de política.


Lula declarando quem serão os oficiais que comandarão as Forças Armadas (Foto: Reprodução/Correio Braziliense/Evaristo SA/AFP)


Com a confirmação de Monteiro na Defesa, Lula não falou sobre os próximos comandantes. Segundo o futuro ministro, a escolha dos novos comandantes ocorreu a partir do critério da antiguidade. Assim, no Exército foi escolhido o general Júlio César, na Marinha, o almirante Marcos Olsen, e na Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Marcelo Damasceno. Eles irão substituir o general Marcos Antônio Freire Gomes do Exército, o almirante Almir Garnier Santos da Marinha e o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior da Força Aérea Brasileira (FAB).

A reunião com os novos comandantes das Forças Armadas acontece após mais de 40 dias depois do resultado da eleição. Lula ainda não se reuniu com o atual ministro da Defesa, general Paulo Sergio Nogueira.

Jair Bolsonaro (PL) se reuniu pela primeira vez com os militares escolhidos depois de 25 dias após o resultado das eleições em 2018. Duas semanas antes, ele já havia se encontrado com o então ministro da Defesa, general Silva e Luna, que se tornou presidente da Petrobras no governo do atual presidente, mas foi demitido depois.

 

Foto destaque: Futuro presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Reprodução/Yahoo Notícias/Mohammed Salem/REUTERS)

Lula e Alckmin são diplomados pelo TSE

O futuro presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), foram diplomados no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira. Assim, tornando oficial o resultado das urnas e o fim do processo eleitoral, habilitando-os a tomarem posse no primeiro dia de 2023.

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, abriu a cerimônia. “Por meio da diplomação, a Justiça Eleitoral declara que o candidato eleito está apto para a posse, que, por sua vez, é o ato público pelo qual ele assume oficialmente o mandato”, declara o Tribunal. 


Alexandre de Moraes e Lula segurando diploma (Foto: Reprodução/Leiagora)


A entrega do diploma — um documento físico com nome do candidato, partido ou coligação sob a qual concorreu e cargo pelo qual foi eleito ou a própria nomeação como suplente — “ocorre depois de terminado o pleito, apurados os votos e passados os prazos de questionamento e de processamento do resultado das eleições”, segundo o TSE.

A faixa presidencial apenas será passada do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) para o futuro presidente Lula no 1º dia de janeiro de 2023. Essa cerimônia de posse presidencial foi instituída em 1910, tendo que obedecer a uma série de etapas e ritos oficiais. Entre esses há o desfile em carro aberto, a posse no Congresso e o discurso no parlatório do Planalto. 

A futura primeira-dama, Janja Lula da Silva, está responsável pela coordenação dos preparativos. A posse seguirá o roteiro institucional, com “pequenas e poucas alterações” ao que acontece tradicionalmente na cerimônia.

A última troca de faixas entre presidentes que ocorreu foi entre o Lula e a Dilma Rousseff, em 2011. Como ela sofreu um impeachment após ser reeleita em 2014, o vice Michel Temer passou a faixa para a Bolsonaro em 2019.

Desde 1951, as diplomações acontecem no Brasil, mas, entre 1964 e 1985, não ocorreram por causa da ditadura militar. Com a volta em 1989, o Tribunal Superior Eleitoral é o que realiza a cerimônia no caso de eleições presidenciais. Porém, em outros cargos federais, estaduais e distritais, os Tribunais Regionais Eleitorais são os responsáveis por fazer a diplomação.

 

Foto destaque: Diplomação de Alckmin e Lula pelo Alexandre de Moraes. Reprodução/UOL

Nova linha de skincare da Chanel promete definição de contornos e maior sustentação da pele

A grife Chanel, no dia dois de dezembro, lançou nas lojas e no e-commerce da grife a linha de cuidados com a pele, a Le Lift Pro. Essa promete recuperar a matriz extracelular da pele.

Os cosméticos são compostos por fibras de colágeno e elastina, que são responsáveis por sustentar a cútis e criar forças de tensão para deixar a pele flexível e com elasticidade. A marca queria “encontrar uma solução para definir contornos e melhorar a sustentação, volume e contraste da pele, proporcionando o equilíbrio natural”, disse a diretora de comunicação científica internacional da grife, a Armelle Souraud, em uma entrevista para a Vogue.


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Após anos de estudo com a ajuda de um grande banco de dados, pesquisadores da Chanel definiram que o desenho dos rostos compartilham dos princípios da arquitetura que falam sobre dimensões ideais, linhas harmoniosas e forças de tensão e volume. A área entre o topo das maçãs do rosto e a ponta do queixo possuem um equilíbrio de proporções diferente de entre a mandíbula, bochechas e região malar.

A grife percebeu que o mel das minúsculas abelhas melíponas, por terem uma composição enzimática única, se revelou eficaz, entre os ativos já usados pela Chanel, para o suporte da pele, visando o estágio mais avançado de senescência. Em parceria com a instituição regional Alianza Campesina Flora Nueva, a marca levou cinco anos para desenvolver uma cadeia de produção que preservasse a biodiversidade local e para criar uma formula. O ingrediente é produzido em quantidades pequenas.

A linha propõe cinco etapas que intercalam as massagens chamadas de Le Geste, The Resculpting e The Reshaping com os dois produtos: sérum Concentré Contours e o creme facial Crème Volume. O primeiro promete um efeito tensor imediato e redefinição dos contornos faciais, já o segundo busca reforçar a sustentação da pele, atuando no volume e contraste. As técnicas de massagem auxiliam no estimulo das camadas profundas e superficiais do tecido e na inserção muscular, restaurando a aparência do triangulo natural do rosto. Uma ferramenta de massagem criada pela Chanel também está às vendas, criada para ajudar a aumentar os benefícios dos produtos. “Você pode colocar no freezer antes de usar, o que vai ajudar na drenagem do inchaço também.”, recomenda a Arielle Souraud.

 

Foto destaque: Linha Le Lift Pro da Chanel. Reprodução/Chanel

Wandinha Addams define o gótico como a nova tendência

Depois de meses com foco nas tendências coloridas, como Y2K, e com rosa e brilho, como Barbiecore, chegou o momento de explorar a tendência, inspirada na volta da família Addams na nova série da Netflix “Wednesday” (ou na tradução, “Wandinha”), que está ganhando destaque nas redes sociais: o gótico.

A estética do gótico-preppy, usado pela protagonista da obra, não sai de moda desde a criação dos personagens da famosa família, em 1930 pelo Charles Addams. A série, dirigida por Tim Burton, conta com a presença da Jenna Ortega (que interpreta a Wandinha Addams), Catherine Zeta-Jones (Mortícia Addams), Gwendoline Christie (Larissa Weems) e Christina Ricci, que atua como a professora Marilyn Thornhill, mas que já interpretou como Wandinha nos filmes dos anos 90.

Wandinha, ao misturar a estética gótica com o estilo preppy, consegue deixar os looks pretos nada básico, mais clássicos e elegantes. Na famosa cena em que a personagem dança, ao som de The Cramps, no baile da escola, ela usa um vestido rendado preto da Alaïa. Uma curiosidade é que a dança foi inspirada nos movimentos dos clubes góticos dos anos 80, evidenciando a subcultura em que a protagonista está inserida.


Wandinha Addams dançando (Foto: Reprodução/Netflix)


No TikTok, a coreografia fez sucesso e inspirou a criação da trend #WednesdayDanceChallenge em que os fãs recriam a dança. A #Wednesday já conta com mais de 16.7 bilhões de visualizações e a #Wandinha com 1.4 bilhões. 

Desde o lançamento da série, no dia 23 de novembro, as pesquisas pelo termo “gótico”, de acordo com o Google Trends, cresceram de 65 (meia popularidade) para 100 (alta popularidade). Na Comic Com Experience de São Paulo, alguns cosplayers recriaram o look no último fim de semana. No evento, a Jenna Ortega esteve presente, lotando o palco Thunder.

Uma dica para se inspirar nos looks da personagem é apostar no preto sobre preto, mas tentando misturar texturas e se jogar em itens clássicos, como a gola Peter Pan e mocassins. Além disso, looks com a vice acadêmica são um acerto, logo, calças e shorts de alfaiataria, saias, gravatas e camisas largas são peças que não podem faltar no armário de uma gótica-preppy.

Rick Owens, Balmain, Valentino, Alaïa, Versace, Walério Araujo são algumas das marcas que já estão agregando o estilo gótico nas produções.


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Tim Burton já está familiarizado com o gótico. O diretor fazia proveito das roupas escuras, da estética sombria e com temáticas fantasiosas para a criação de outras obras, como “O Estranho Mundo de Jack”, “A Noiva-Cadáver”, “Bettlejuice, “Edward Mãos de Tesoura” e no filme, de 2012, “Frankenweenie”.

História do Gótico:

O termo “gótico” foi criado por Giorgio Vasari (1511-1574) e era usado para chamar de forma pejorativa os godos, que eram considerados bárbaros por terem uma cultura diferente e invadirem o Império Romano. O estilo gótico surgiu no século 11, na atual região da França, e foi disseminado no continente europeu até o século 15, com o Renascimento. Porém, foi o movimento Romantismo, do século 18, que fez o movimento passar a ser admirado, por causa da melancolia, o mistério, terror, cores escuras… 

Por ser uma subcultura — isto é, um grupo menor e com características próprias que se afastam de uma cultura dominante, mas que tem algumas particularidades dessa também —, o gótico cresceu se inspirando em movimentos como o Pós-punk, Batcave, Deathrock, Cyber, Lolita, Steampunk, Pin-up, Pastel Goth e o Nu-goth.

 

Foto destaque: Wandinha Addams em uma das primeiras cenas da série. Reprodução/Netflix

Funcionária dos EUA insinua que Ucrânia tenha atacado com drones a Rússia

Foi sugerido, nesta terça-feira (6), pela subsecretária de Estado para Assuntos Políticos dos Estados Unidos, que os ucranianos poderiam estar por trás dos ataques recentes de drones à duas bases da Rússia. Ela também acusou Vladimir Putin, presidente russo, de cometer crimes de guerra ao atingir a população civil e infraestruturas da Ucrânia. 

Victoria Nuland, funcionária do Departamento de Estado, disse em entrevista para a Christiane Amanpour da CNN, que “ninguém reivindicou a responsabilidade” pelos ataques de drones, feitos nesta segunda-feira (5), às bases russas. “Mas os alvos foram os bombardeiros que os russos têm usado para atacar infraestrutura essencial”, falou a subsecretária.

A subsecretaria, que voltou recentemente de uma viagem a Kiev, na Ucrânia, afirmou que não houve mudança na política dos EUA de não fornecimento à Ucrânia de armamento ofensivo para atingir a Rússia. Também comentou que os ucranianos são incrivelmente inovadores, pois “eles estão fazendo seus próprios drones, aéreos e marítimos, que são incrivelmente eficazes”.


A subsecretaria de Estado para Assuntos Políticos, Victoria Nuland, em Kiev (Foto: Reprodução/CBS News)


O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, afirmou, nesta segunda-feira (5), que os ucranianos estavam coletando evidências de crimes de guerra. Além disso, também falou que não “queria julgar precipitadamente a situação, mas tudo o que posso dizer é o seguinte: responsabilização pelo que aconteceu é muito importante”.

As autoridades dos Estados Unidos, ao falar sobre a Guerra da Ucrânia, costumam evitar nomear atos ou atores específicos que simbolizem os crimes de guerra cometidos no território ucraniano, mas citam investigações em andamento. O presidente Joe Biden, em março, chamou Putin de “criminoso de guerra”. Victoria, na entrevista, também o rotulou de criminoso. “O que temos que lembrar agora é que Putin trouxe esta guerra para todos os lares civis, e isso é um crime de guerra”, disse, a subsecretária. Quando Putin não conseguiu vencer no campo de batalha, ressaltou Victoria, “ele decidiu tentar congelar a Ucrânia”.

 

Foto destaque: Subsecretaria de Estado para Assuntos Políticos, Victoria Nuland, testemunhando em 2018. Reprodução/Salon