Brasil é rebaixado na lista de países não recomendados para viajar

Na última segunda feira (18), os Estados Unidos retiraram cerca de 90 países, incluindo o Brasil, da lista de países não recomendados para viajar por conta da pandemia da Covid-19. O país integra agora uma lista de países com alto risco da doença ao lado de nações europeias como Inglaterra, Portugal e França.

Na última semana, o Centro para Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) já havia anunciado que iria revisar a seleção dos países. A recomendação do CDC para os viajantes é de que eles estejam com as suas vacinas regularizadas antes de viajarem para os países incluídos na lista, e para os viajantes não vacinados a recomendação é para que evitem os países listados.


Estados Unidos colocou o Brasil na lista de países com alto risco da Covid-19 (Foto:Reprodução/G1)


Agora integrante da lista de países com alto risco da Covid-19, o Brasil começou recentemente a flexibilização do uso de máscaras por parte de alguns estados. Nos Estados Unidos uma juíza declarou ilegal a obrigatoriedade do uso de máscaras no transporte público norte-americano, essa medida foi objeto de uma dura batalha judicial.

A juíza, que atua no estado americano da Flórida, determinou que o CDC não possui autoridade para impor a exigência que se aplica em aviões, trens, ônibus e metrôs. Nas últimas semanas o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vem sofrendo muita pressão para flexibilizar ou anular a medida de obrigatoriedade do uso de máscaras em transporte público.

Companhias aéreas e cerca de vinte estados americanos, todos republicanos, pediram o fim do uso de máscaras no transporte público.

Segundo a OMS, a flexibilização do uso de máscaras não deve acontecer no momento pela incerteza da existência de novas variantes e pelo fato de a pandemia ainda estar em curso em todo o planeta.

 

Foto destaque: Brasil saiu da lista de países que não são recomendados para viajar por causa da Covid-19(Reprodução/G1)

Butantan diz não ter recebido notificação sobre fim de Emergência na Saúde

Na última segunda feira (18), o Instituto Butantan informou por meio de uma nota que não recebeu qualquer tipo de notificação em relação a revogação do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, que foi anunciada na noite do último domingo (17) pelo ministro da Saúde Marcelo Queiroga.

De acordo com o Ministério da Saúde o fim do estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) foi possibilitado graças a melhoras no cenário nacional de casos e mortes ocasionados pela Covid-19, devido a ampla cobertura vacinal e a capacidade de atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde). O anúncio foi feito em rede nacional pelo ministro Marcelo Queiroga.

O Instituto Butantan ainda lembrou que qualquer solicitação que o governo fizer, seja sobre vacinas ou medicamentos de uso emergencial, devem passar primeiramente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o Instituto “O Butantan, firmando seu compromisso com a saúde pública do povo brasileiro, segue em tratativas e em constantes trocas com a equipe técnica da Anvisa para que o uso da CoronaVac seja estendido a todos os públicos, incluindo crianças de três a cinco anos.


Vacinas usadas em caráter emergêncial se dão graças ao Estado de Emergência instaurado em fevereiro de 2020 (Foto:Reprodução/Butantan)


A portaria do governo foi publicada em fevereiro de 2020, logo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar emergência internacional de saúde pública. A norma permitiu uma série de medidas por parte dos governos federal, estaduais e municipais, como por exemplo o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para as vacinas no país.

 A OMS ainda não reavaliou a situação de emergência internacional, porém cada país pode decidir sobre a sua situação com base na situação epidemiológica que seu território enfrenta.

 

 

Foto destaque: Sede do Instituto Butantan em São Paulo Reprodução/ALESP

Em busca de asteroide maior que a economia global, Nasa lança espaçonave

Depois da descoberta do asteroide nomeado de “16 Psyche”, a Nasa começou a exibir a sua mais nova espaçonave para a mídia. Intitulado de Psyche, a espaçonave está prestes a ser transportada para a Flórida, para ser lançada ao espaço no mês de agosto, em uma missão para explorar o, possivelmente, asteroide mais valioso já visto na história.

O alvo da espaçonave é chamado de “16 Psyche” pelo fato de ter sido o 16º asteroide descoberto, que ocorreu 1852 pelo astrônomo italiano Annibale de Gasparis. Os cientistas suspeitam que o asteroide seja composto em grande parte por metal, pelo fato de ser o mais brilhante e reflexivo de todos os asteroides.


Nasa lançará espaçonave em agosto de 2022 para analisar composição do asteroide 16 Psyche (Foto:Reprodução/OGlobo)


O asteroide pode valer cerca de US$ 10 quintilhões (R$52,3 quintilhões), esse valor é quase um milhão de vezes maior que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020, que foi de R$ 7,4 trilhões, segundo o IBGE. O Psyche mede cerca de 226 km de largura e orbita o sol no cinturão de asteroides entra Júpiter e Marte.

Uma equipe da Universidade de Tecnologia da California, em Pasadena, criou um mapa da temperatura de Psyche para poder ajudar na missão de reconhecimento do asteroide. Acredita-se que o Psyche possa ter sido criado a partir do núcleo de um antigo planeta.

Se for considerado remanescente de um planeta antigo, o 16 Psyche será considerado um dos blocos de construção dos planetas rochosos do Sistema Solar. Isso daria uma oportunidade única de estudar como planetas, incluindo a própria Terra, se formaram, segundo cientistas.

A espaçonave Psyche é do tamanho de uma van e será lançada ao espaço do Centro Espacial Kennedy, em agosto de 2022 e orbitará no asteroide por 21 meses para investigar a sua composição.

Foto destaque: Asteroide 16 Psyche Reprodução/UOL

Twitter pode ser vendido para a Microsoft, na tentativa de escapar de Elon Musk

O Twitter, ao longo das últimas décadas, recebeu diversas propostas para ser vendida, até a metade dos anos 2000 a empresa recebeu ofertas do Facebook e do Yahoo. Depois dessas duas ofertas e de ter recusado, foi a vez da plataforma Google fazer uma oferta pelo site do pássaro azul, em 2016 a Disney também demonstrou interesse no site.

Agora o Twitter recebeu uma nova oferta de compra, nada mais nada menos do que Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo. Acontece que os responsáveis do Twitter não querem vender a maior parte das ações da empresa para Musk, isso pode abrir caminho para uma gigante da tecnologia ter aquisição do Twitter, a Microsoft.


Elon Musk tem feito propostas para comprar a maior parte das ações do Twitter (Foto:Reprodução/Globo)


O Twitter pode usar o chamado “cavaleiro branco” para escapar de Elon Musk, que é um pretendente bem capitalizado com quem pode conviver mais facilmente do que com um magnata. O exemplo mais famoso desse tipo de jogada de compra foi a oferta de compra de Warren Buffett pela Gillette em 1989, quando ele comprou ações preferenciais da empresa para encerrar uma tentativa de aquisição da Coniston Partners, que foi tratada como hostil.

A Microsoft sinalizou em 2020 a intenção de comprar uma empresa de mídia social, quando buscou comprar o TikTok, mas foi interrompida pelas políticas adotadas pelo até então presidente norte-americano Donald Trump.

O conselho do Twitter já adotou um plano de direitos dos acionistas, conhecido como pílula de veneno, contra a investida de Elon Musk. A medida é uma manobra para evitar uma eventual aquisição pelo bilionário CEO da Tesla.

Isso é mais uma prova de que o Twitter está se preparando para recusar qualquer tipo de proposta feita por Musk. O bilionário americano já possui 9% das ações da empresa.

Foto destaque: Fachada do prédio do Twitter Reprodução/G1

Veja quais alimentos ajudam a dormir bem e quais atrapalham o sono

Alguns alimentos se consumidos na parte da noite podem ajudar em uma boa noite de sono, já por outro lado existem aqueles podem atrapalhar o sono. Alimentos como frituras, álcool, carnes vermelhas e aqueles são bem apimentados tem um impacto no organismo, deixando a digestão lenta e dificultam o sono.

A quantidade de alimento consumido e o horário influenciam no momento do repouso, como por exemplo comer e depois de duas horas da alimentação feita ir se deitar colabora no processo de bem-estar e relaxamento. Alguns alimentos são mais fáceis de serem digeridos e outros nem tanto, vejamos a seguir.


Algumas frutas e verduras ajudam a ter uma boa noite de sono (Foto:Reprodução/IGSaúde)


Alimentos gordurosos e ácidos como salgadinhos, frituras, fast-foods, pizzas, biscoitos, e pratos mais pesados como feijoada, dobradinha são de difícil digestão, podem causar azia, gases, sensação de estomago pesado e deixam a digestão mais lenta.

Café, chocolates, e alimentos termogênicos como canela, gengibre e pimenta, são outros tipos de alimentos que não são recomendados para consumo no período noturno. Esses alimentos estimulam o sistema nervoso central do ser humano. Já a carne vermelha, que também não é recomendada para o período noturno, tem a digestão mais lenta por causa da proteína e não é recomendada o consumo em excesso no período da noite.

O álcool atrapalha o sono, segundo estudo publicado pelo JMIR Mental Health, o álcool interfere em áreas do sistema nervoso responsáveis de alerta e de descanso, gerando alterações cardíacas durante o sono, o que faz com que o sono não seja reparador.

Já algumas frutas como banana, abacate, o frango, ovos, leite, verduras com folha verde escura são algumas opções que ajudam a ter uma noite de sono tranquila. Os chás de camomila, cavalinha, erva-cidreira, melissa possuem propriedades calmantes e são indicados para indução de sono.

 

Foto destaque: Alimentos que ajudam a ter uma noite de sono tranquila Reprodução/Colchoesportal

Estudo indica que inflamações no coração após vacina contra Covid são raras

Segundo um estudo divulgado na última segunda-feira (11), pela revista cientifica The Lancet Respiratory Medicine, o risco de uma inflamação no coração, chamada de miopericardite, em pessoas que se vacinaram contra a Covid-19 é muito baixo. A miopericardite é uma inflamação conjunta do músculo cardíaco e do pericárdio, que é a membrana que envolve o coração.

Durante as pesquisas, os cientistas fizeram a análise de mais de 400 milhões de doses de vacina nos bancos de dados internacionais para constatar se as vacinas contra a Covid-19 teriam alguma diferença comparada com outra vacina, como por exemplo a vacina contra a gripe.


Pesquisa mostrou que o risco de miopericardite é baixo em quem tomou vacina contra a Covid (Foto:Reprodução/IntraMed)


A pesquisa mostrou que não houve diferença entre a vacina utilizada contra a Covid e a vacina usada contra outras doenças. No caso da vacina contra a Covid, a incidência de miopericardite foi de 18 casos por milhão de doses aplicadas, enquanto as outras vacinas utilizadas contra outras doenças tiveram uma incidência de 56 por milhão de doses aplicadas.

Os Estados Unidos, até o mês de agosto de 2021, reportaram mais de 2.600 casos de inflamação cardíaca após a vacinação contra a Covid, após a segunda dose de vacinas de mRNA, como é o caso das vacinas da farmacêutica Pfizer.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a maioria das pessoas que apresentam essa inflamação conjunta no coração se recuperam totalmente após esses episódios, sem necessitarem de um tratamento específico ou apresentação de sintomas que perduram por tempos.

De acordo com Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, 77% dos pacientes que apresentarem sintomas de inflamação se recuperaram de forma rápida durante a fase de acompanhamento. No Brasil a Anvisa mantém a recomendação do uso da vacina da Pfizer normalmente, seguindo as orientações da OMS.

 

Foto destaque: Paciente sendo examinada no hospital Reprodução/CNN

Microsoft intercepta ataque hacker por espiões russos

A empresa de tecnologia americana Microsoft divulgou que interrompeu tentativas de ataques hackers por espiões militares russos, segundo a empresa os alvos do ataque seriam sistemas ucranianos, alvos da União Europeia e dos Estados Unidos. A Microsoft disse que não conseguiu identificar os alvos do ataque pelos nomes.

A Microsoft disse que um grupo conhecido como “Strontium” usava sete domínios de internet como parte de um plano de espionagem de órgãos governamentais e grupos de estudos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos, além de alvos ucranianos, como instituições e organizações de mídia.


Várias tentativas de ataque hacker por parte da Rússia foram relatadas desde as sanções contra o país (Foto:Reprodução/OGlobo)


A empresa americana costuma apelidar grupos de hackers ligado à agência de inteligência militar da Rússia de Strontium, e já foi constatada diversas tentativas de ataques hackers contra a Ucrânia desde que as forças russas invadiram o país, em fevereiro.

Os países da União Europeia e os Estados Unidos já têm a expectativa de que a qualquer momento podem sofrer um ataque hacker por parte dos russos, os países esperam que um possível ataque seja uma represália em razão das sanções econômicas impostas à Rússia.

Um ataque hacker dessa magnitude é capaz de paralisar um grande setor, uma empresa e até mesmo um governo, segundo o editor executivo do MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra, em entrevista à CNN “as consequências de um ataque militar hacker podem ser mais graves do que um míssil a uma estação de eletricidade, causa o mesmo efeito sem dano material”.

O trabalho de blindagem contra ataques cibernéticos, de acordo com o editor executivo, envolve programas para detecção de ameaças, correções rápidas de sistemas operacionais e conscientização de funcionários e cidadãos, como uso de senha com autenticação de dois fatores.

Foto destaque: Tentativa de ataque hacker foi interceptado pela Microsoft Reprodução/DiarioNoticias

Nova cepa da variante ômicron pode ser a mais contagiosa, segundo especialistas

O Reino Unido divulgou o surgimento de uma cepa da variante ômicron, que pode ser potencialmente a mais contagiosa já vista desde o início da pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante detectada é híbrida de duas cepas da ômicron, BA.1 e BA.2. Ela foi batizada de XE.

A estimativa é que essa nova variante seja 10% mais transmissível que a cepa BA.2 da ômicron, mas até o momento ela só foi identificada no Reino Unido. Os dados iniciais não indicaram um aumento na gravidade da infecção, lembrando que estudos mostram que a variante ômicron é menos agressiva que as outras variantes anteriores do vírus que causa a Covid-19.


Nova variante da ômicron foi identificada no Reino Unido (Foto:Reprodução/Época)


A ômicron é mais infecciosa na parte superior do sistema respiratório, causando menos danos ao pulmão. Como a XE é uma combinação das cepas BA.1 e BA.2, e essa tem uma infecção menos danosa ao pulmão, a expectativa é de que a XE tenha um quadro similar as suas duas antecessoras, segundo especialistas.

Enquanto o Reino Unido divulga essa nova variante, a China enfrenta seu maior surto desde Wuhan. As autoridades chinesas divulgaram que foram identificadas duas novas subvariantes da ômicron que não correspondem a nenhuma sequência já existente.

A circulação contínua da Covid-19 mais de dois anos após o início da pandemia, muito pelas mutações do vírus causador da doença, ainda é um grande problema para um mundo pronto para conviver com o novo coronavírus. O número de infecções causadas pelas novas subvariantes e variantes é considerado baixo em relação ao tamanho dos surtos que ainda estão acontecendo ao redor do mundo.

Cientistas já encontraram surgimento de várias cepas que não conseguiram avançar e se tornar potencialmente perigosa. Para a OMS, até o momento, não há motivos para preocupação extra com a nova variante XE.

Foto destaque: Ômicron Reprodução/IstoÉ

Vacina da Janssen tem registro definitivo aprovado pela Anvisa

Nesta terça-feira (5), a vacina contra a Covid-19 da Janssen teve seu registro definitivo publicado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Com isso, a sua comercialização e distribuição dentro do país, tanto no sistema público quanto no privado, passa a ser permitida.

Com esse registro definitivo aprovado, todos os imunizantes usados no Brasil contra a Covid passam a ter esse tipo de autorização. A vacina da Janssen havia sido aprovada apenas para uso emergencial há um ano, agora o imunizante da Johnson & Johnson recebeu o padrão ouro da Anvisa.

O imunizante, que antes era aplicado em dose única, agora passa a ser aplicado com dose de reforço. Esta dose deve ser aplicada de 2 a 6 meses após a aplicação da primeira dose. Algumas recomendações feitas pelo Ministério da Saúde em relação à dose de reforço são de que mulheres que estejam grávidas deverão tomar o reforço com a vacina da Pfizer.


Anvisa concedeu registro definitivo para a vacina da Janssen (Foto:Reprodução/CNN)


Recentemente, um estudo publicado na revista médica JAMA Network Open mostrou que a eficácia da vacina Janssen chega até seis meses após aplicação da dose.

As outras vacinas de outros laboratórios como Pfizer, Coronavac e Astrazeneca são de duas doses iniciais e após quatro meses da aplicação da segunda dose, é aplicada a terceira dose, isso para toda a população com mais de 18 anos de idade. A quarta dose tem sido aplicada em alguns estados brasileiros para idosos acima de 70 anos e pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos.

A vacinação de crianças de 5 a 12 anos está sendo feito com o imunizante da Pfizer feito especialmente para essa faixa etária, não podendo ser aplicado para pessoas fora dessa faixa e nem ser aplicado a vacina para adultos nas crianças com essa idade.

Foto destaque: Imunizante da Janssen na embalagem Reprodução/OGlobo

Saiba os sinais do mieloma múltiplo

Março é considerado o mês de conscientização para o mieloma múltiplo, um tipo de câncer hematológico, do qual também fazem parte a leucemia e o linfoma. Entre os três, o mieloma múltiplo é considerado o segundo com mais ocorrências pelo mundo, porém é classificado como uma doença rara, o que pode levar seus sintomas a serem confundidos com outras doenças.

Os sinais mais comuns do mieloma múltiplo são: dores nas costas ou nos ossos, porém em alguns casos outros sinais como fraturas, fadiga persistente, distúrbios no sistema nervoso e infecções recorrentes e inexplicáveis podem aparecer nos pacientes.


Células do mieloma múltiplo (Foto:Reprodução/Artmed)


A obesidade é considerada um fator de risco que é citado por alguns especialistas, podendo ter relação com o alto consumo de alimentos ultra processados. Consumo de alimentos com agrotóxicos, ou contato com produtos tóxicos como as dioxinas, também são considerados possíveis causas da doença.

O mieloma múltiplo tem quatro tipos de estágios durante a doença, são eles: mieloma latente que é quando o paciente ainda não apresenta sintomas, porém os exames apresentam uma alteração; estágio 1 que é quando existem poucas células de mieloma no corpo humano, causando pouco dano aos ossos e com exames desequilibrados; estágio 2 ocorre quando as células cancerígenas começam a aparecer no corpo; e por fim o estágio 3 que é quando as células malignas já estão se multiplicando no corpo e  o câncer já destruiu mais de três áreas ósseas. No estágio 3 o sistema imunológico do paciente já está bastante debilitado.

Não existem formas claras de prevenir o mieloma múltiplo embora se tenha campanha para conscientização, não à toa que março é conhecido como Borgonha onde se tenta conscientizar a população sobre esse tipo de câncer. Ter uma vida saudável é a melhor forma de se prevenir qualquer tipo de doença.

 

Foto destaque: Mieloma Múltiplo Reprodução/Preven