Elon Musk se torna a primeira pessoa do mundo a alcançar fortuna de US$ 500 bilhões

Elon Musk acaba de se tornar a pessoa mais rica do mundo, de acordo com levantamento feito pela Forbes nesta quarta-feira (1º). O bilionário acumula um patrimônio líquido de US$ 500 bilhões (R$ 2,66 trilhões), alcançando um recorde mundial. 

Agora, com Musk na liderança, o segundo lugar na lista ficou para Larry Ellison, que tem um patrimônio líquido de US$ 276 bilhões (R$ 1,49 trilhão). Musk já havia se tornado a primeira pessoa a atingir os US$ 400 bilhões (R$ 2,128 trilhões) em dezembro do ano passado e atualmente está no caminho de se tornar o primeiro trilionário do mundo, como CEO da Tesla e da SpaceX – fundada por ele em 2002.

Fontes da fortuna de Elon Musk

A fortuna de Musk é composta especialmente por ações em empresas. A Tesla, onde detém 12% de ações, teve uma alta de 10% em dezembro, fazendo a parcela de Musk atingir US$ 191 bilhões (R$ 1,016 trilhão). Além das ações, ele também ocupa a posição de CEO da empresa automobilística, mas seu pacote de remuneração foi anulado por decisão judicial de Delaware no início deste ano.

Além disso, a SpaceX, fundada por Elon Musk no início dos anos 2000, está avaliada em cerca de US$ 400 bilhões (R$ 2,128 trilhões). Musk atualmente tem em posse uma participação estimada de 42% na gigante, ou seja, aproximadamente US$ 168 bilhões (R$ 893,8 bilhões). 

Ainda no ramo tecnológico, Musk foi responsável por fundar a xAI Holdings (avaliada em US$ 113 bilhões) em março, através da fusão da xAI, sua empresa de inteligência artificial, com o X (antigo Twitter). O bilionário controla cerca de 53% da xAI Holdings, com um valor de US$ 60 bilhões (R$ 318,6 bilhões).


Tesla é uma das principais fontes da fortuna de Musk (Foto: reprodução/Jeremy Moeller/Getty Images Embed)

Conquista de Musk

Somando esses valores, Musk efetivamente se tornou a primeira pessoa do mundo a atingir a marca histórica de US$ 500 bilhões. Segundo a Forbes, esse aumento em seu patrimônio líquido deriva principalmente da alta das ações da Tesla.

Em setembro, Musk fez uma postagem em seu perfil na rede X, afirmando que a conquista não tem ligação com o dinheiro e sim com ter influência na Tesla para garantir a segurança de construção de robôs. Em sua postagem, o bilionário ainda complementou sua fala dizendo que não se sente confortável com um futuro onde ele possa ser expulso por empresas de consultoria ativistas da Tesla. 

Trump declara que ataques ao Catar serão vistos como ameaças aos EUA

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, assinou nesta segunda-feira (29) uma ordem executiva determinando que qualquer ataque ao Catar será considerado como uma ameaça aos Estados Unidos. A nova postura do governo americano ocorre em meio às tensões no Oriente Médio e após um ataque israelense em Doha, capital do Catar, em agosto. 

No documento assinado por Trump antes de receber Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, na Casa Branca, é declarado que o país norte-americano irá considerar qualquer ataque armado ao território do Catar, à sua soberania ou infraestrutura, “uma ameaça à paz e à segurança dos EUA”

Ataque israelense em Doha

Em meio a escalada da tensão no Oriente Médio, Israel lançou um ataque aéreo em Doha, capital do Catar, no dia 9 de agosto. De acordo com fontes israelenses à CNN, o objetivo do bombardeio era ser um ataque contra a liderança do grupo terrorista Hamas. Após o ataque, Netanyahu afirmou que o bombardeio às autoridades do Hamas na capital árabe foi uma “operação israelense totalmente independente”


Benjamin Netanyahu e Donald Trump durante encontro nos EUA (Foto: reprodução/Alex Wong/Getty Images Embed)


Por sua vez, o Catar condenou o ataque e o chamou de “covarde” e “criminoso”, declarando que uma operação de investigação estaria em andamento. O país do oriente médio ainda afirmou que o ato israelense é uma violação das leis e normas internacionais. 

Já os Estados Unidos descreveram o ato de Israel como uma escalada unilateral e que não teria conexão com os interesses do país norte-americano ou do governo israelense. 

Posição de Netanyahu 

Durante a visita de Benjamin Netanyahu à Washington, nesta segunda-feira (29), o primeiro-ministro de Israel fez uma ligação para Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim AI-Thani,  primeiro-ministro do Catar. No telefonema confirmado pela Casa Branca, Netanyahu expressou profundo pesar pelo ataque ter matado um militar no Catar.

Em comunicado divulgado pelo governo dos Estados Unidos, o primeiro-ministro isralense também afirmou que Israel não realizará um novo ataque ao país no futuro e lamentou que tenham violado a soberania da capital do Catar, Doha, com o ato militar no início de agosto. A posição dos EUA acerca do Catar marca um novo passo em meio as intervenções norte-americanas nos confrontos que ocorrem no Oriente Médio.

Portugal endurece regras de imigração com nova lei aprovada

Foi aprovada nesta terça-feira (30) pelo Parlamento de Portugal, uma segunda versão do projeto anti-imigração que busca alterar a Lei dos Estrangeiros. A primeira versão da proposta já havia sido rejeitada pelo Tribunal Constitucional, que a considerou inconstitucional em alguns trechos, chamando-os de “vagos”.

A proposta de lei aprovada impõe restrições às reuniões familiares de imigrantes, além de limitar os acessos a vistos e à regularização de estadia, entre outras medidas. O texto foi aprovado pela base do governo português, que tem como líder Luís Montenegro, um político conservador. Os votos contabilizados foram de 160 a favor e 70 contra, com uma forte força por parte do Chega (partido de ultradireita). 

Mudanças na lei

Entre as mudanças propostas na Lei do Estrangeiro, a que mais chama a atenção é a forma de entrar no país. Antes era possível que se entrasse legalmente de forma temporária em Portugal, com visto de turista, e depois fosse realizada a solicitação para residir no país. Essa mudança já havia sido aprovada em 2024, entretanto, com resguardos acerca de brasileiros e cidadãos do Timor-Leste. Com a nova versão do projeto, essa alternativa se torna impossível para esses dois grupos.

Já no contexto de reunião familiar, que é o direito de que o imigrante com residência legal traga seus familiares para viverem em Portugal, os imigrantes só poderão solicitar visto para os parentes após dois anos de residência legal. Anteriormente, não existia um tempo mínimo para solicitação do visto. Ainda falando sobre vistos, o texto também dificulta a situação de vistos para falantes de língua portuguesa, determinando que a solicitação deve ser feita anteriormente à viagem no país de origem do cidadão. 


Projeto pode prejudicar diretamente brasileiros (Mídia: reprodução/X/@GloboNews)


Também foi alterado o visto de empregos. De acordo com o projeto, esses vistos só serão disponibilizados a imigrantes “altamente qualificados”, determinando que os imigrantes que não conseguirem um emprego durante o prazo previsto devem retornar ao seu país e para conseguir voltar a Portugal após, a solicitação só poderá ser feita depois de um ano.

Tramitação no parlamento

A segunda versão do projeto foi aprovada com sucesso, principalmente por partidos de direita, como o Chega. A anti-imigração se tornou uma das principais pauta do movimento político de direita em Portugal, ao mesmo tempo em que o resto da Europa também discute esse tema. Os partidos buscam ainda, alterar a Lei da Nacionalidade, endurecendo também o acesso à cidadania portuguesa, prevendo por exemplo, o fim do direito automático de filhos de imigrantes à cidadania.  

Agora, após os novos ajustes realizados, o texto segue de volta para o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, que tem o poder de sancionar, vetar o projeto inteiramente ou vetar apenas trechos. Contudo, foi o próprio presidente português quem enviou a primeira versão do projeto de lei para o Tribunal Constitucional, que escolheu barrá-lo. As dúvidas do presidente eram acerca da legalidade de diversas medidas, onde a Corte considerou certos pontos e requisitos “vagos”.

PEC da Blindagem é rejeitada pelo CCJ do Senado com votação unânime

Nesta quarta-feira (24), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) rejeitou, por unanimidade, a PEC da Blindagem, derrubando regimentalmente a proposta que ampliava a proteção legal de parlamentares. A aprovação do texto-base na Câmara dos Deputados ocorreu na noite de 16 de setembro e provocou críticas contra, incluindo manifestações por todo o país. 

A rejeição unânime possibilitou que a proposta não tivesse permissão para ser discutida no plenário principal da Casa, de acordo com as regras do Senado. Caso a votação não fosse unânime, a medida avançaria para discussão. Apesar disso, o senador Otto Alencar (PSD) afirmou que há um acordo com Davi Alcolumbre (União), o presidente do Senado, para que o texto ainda seja analisado em plenário. 

Votação na CCJ

Durante a sessão do colegiado nesta manhã, quase todos os parlamentares manifestaram-se contrários à PEC da Blindagem, com poucos senadores se mostrando a favor. 

O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, defendeu a ideia de que a proposta era necessária para proteger os parlamentares do que ele chamou de “uma categoria que está acima da lei”, se referindo ao STF. O senador Magno Malta (PL) também se manifestou a favor da PEC, propondo a retomada do texto original da Constituição, afirmando que isso impediria pressões do Supremo a parlamentares. Já o relator da PEC, Alessandro Vieira (MDB), se mostrou contrário a medida.


Relator da PEC vota pela rejeição da medida (Mídia: reprodução/X/@GloboNews)


O texto da PEC aprovada pela Câmara dos Deputados previa que a abertura de qualquer processo criminal contra parlamentares dependeria do aval do Congresso, através de uma votação secreta – ou seja, os votos dos parlamentares não seriam divulgados. Outra medida feita no texto é a ampliação do foro privilegiado, adicionando presidentes de partidos na lista de pessoas que têm acesso ao privilégio. A PEC tenta trazer de volta uma regra da Constituição de 88, de que deputados e senadores somente poderiam ser processados com autorização.

Manifestações

A PEC da Blindagem não foi somente alvo de críticas por parlamentares, mas também da população. Neste domingo (21), protestos contrários à medida foram registrados em 27 capitais do Brasil. Em São Paulo, o número de manifestantes chegou a 42,4 mil na Avenida Paulista, de acordo com a equipe de Monitor do Debate Público do Cebrap. Já no Rio, a estimativa é de que o ato reuniu mais de 41 mil pessoas em Copacabana.

Além da população, entidades de transparência também se declararam contra a proposta. O Pacto da Democracia declarou que a PEC enfraquece a responsabilização das autoridades e entidades como O Centro da Liderança Pública, a Transparência Brasil e a Transparência Eleitoral chamaram a proposta de “grande retrocesso” na democracia brasileira. Os movimentos e críticas ao redor do país formaram uma repercussão negativa da PEC, o que fez com que a CCJ acelerasse o processo, o colocando em votação em apenas uma semana após a chegada do texto. 

Estátua de Trump e Epstein surge em frente ao Capitólio dos EUA

Uma estátua polêmica representando o presidente norte-americano, Donald Trump, e Jeffrey Epstein apareceu na manhã desta terça-feira (23), em frente ao Capitólio, em Washington D.C. O objeto trouxe mais força ao debate sobre a relação entre os dois, após a divulgação de documentos que ligam Trump a Epstein.

A estátua que apareceu na manhã de ontem retrata Trump e Epstein de mãos dadas e se olhando com expressões de satisfação, com placas abaixo dos dois. Entretanto, não se tem informações ainda sobre quem foi o responsável pelo objeto que está em frente ao Congresso dos EUA.

Estátua provocativa

O objeto trouxe à tona a relação entre o presidente dos EUA e o falecido empresário, que foi acusado de crimes sexuais e tráfico sexual de menores de idade. No topo, se observa Trump e Epstein de mãos dadas, se encarando e com as pernas levantadas, em uma posição cômica. No pé da estátua, se encontra uma placa que ironiza os dois, escrito: “Em honra ao mês da amizade”, com um coração. Abaixo do título, a placa insinua estar celebrando uma longa amizade entre o Presidente Donald J. Trump e seu “amigo próximo”, Jeffrey Epstein.”.

Nos pés dos dois, há mais duas placas, cada uma contendo palavras da suposta carga divulgada pelo Partido Democrata, onde contém o desenho de uma mulher nua e um diálogo escrito entre Trump e Epstein. 


Vídeo mostra pessoas parando para fotografar e filmar a escultura (Mídia: reprodução/X/@Metropoles)


A imagem atraiu uma multidão de transeuntes que passavam pela área, com muitos parando para tirar fotos e realizar gravações. O governo americano ainda não comentou sobre a estátua e nem quem pode ter sido o responsável por colocá-la em frente ao Congresso.  

Carta e documentos divulgados

Além da repercussão da polêmica estátua, a aproximação entre Trump e Epstein já estava em jogo nos debates, sendo uma crise do atual governo norte-americano. Anteriormente, no dia 8 de setembro, o Partido Democrata divulgou nas redes sociais uma carta com o desenho de uma mulher nua. O que mais chamou a atenção foi a assinatura, que foi alegada ser do presidente dos EUA. Posteriormente, Trump negou que a assinatura fosse dele e afirmou que o linguajar da carta não é o mesmo que o seu.

O conteúdo dessa carta já havia sido divulgado pelo jornal The Wall Street Journal, em julho, mas sem reproduzir o desenho. Trump negou a autoria da carta na época e processou o veículo em US$10 bilhões. De acordo com o jornal, a carta faz parte de um álbum criado por Ghislaine Maxwell, parceira de Epstein, para comemorar seus 50 anos. A situação da escultura em conjunto com os documentos e a carta vem reforçando a discussão sobre Trump e Epstein, já que muitos americanos, incluindo apoiadores do presidente, pedem que os documentos ligados ao bilionário sejam publicados. 

iPhone 17 tem forte demanda no mercado brasileiro após lançamento

A Apple iniciou as vendas no Brasil da nova linha do iPhone 17 na última sexta-feira (19), com indicadores de venda apontando para alta demanda dos modelos Pro. Pela primeira vez, o mercado brasileiro está participando do lançamento global de uma linha, ao mesmo tempo que outros países, como os Estados Unidos. 

A busca dos consumidores brasileiros pela linha reflete não somente a popularidade da Apple, como também supera as expectativas da empresa acerca do produto no Brasil. A reação do mercado brasileiro foi recebida com surpresa e êxtase pela gigante, que pretende aumentar a produção da linha.

Modelos que lideram as vendas

O que mais chamou a atenção durante a primeira semana de venda do iPhone 17 foram as linhas Pro. Os consumidores buscaram avidamente pelos modelos iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, que contam com melhorias no layout das câmeras e baterias com uma duração maior, além de serem um dos únicos da linha que tem o chip A19 Pro como acompanhamento. 

Os valores dos modelos da nova linha variam entre R$7.999 até R$13.499. O iPhone 17 Pro está a partir de R$11.499 e o iPhone 17 Pro Max a partir de R$12.499, sendo os smartphones mais caros da linha.


Tim Cook, CEO da Apple, no lançamento do iPhone 17 (Foto: reprodução/Justin Sullivan/Getty Images Embed)


Demais modelos da linha

Além dos modelos Pro, que lideram as vendas, a Apple também lançou outros modelos com melhorias significativas. O iPhone Air é um dos destaques, sendo o smartphone mais fino já produzido pela empresa, com apenas 5,6mm de espessura e com uma tela de 6,5 polegadas, sendo uma opção boa para quem prefere celulares mais leves. O smartphone conta com apenas uma única câmera frontal e uma traseira, o que difere das outras linhas da Apple, mas com uma promessa de ser mais resistente. Ele é o único modelo além dos Pro’s que é equipado com o chip A19 Pro.

Já a linha padrão do iPhone 17 tem melhorias nas telas com alta resolução, o que permite uma experiência de rolagem mais fluída para os consumidores, além de sete camadas de antirreflexo. A linha padrão tem valores que variam a partir de R$7.999 (256GB) até R$9.499 (512GB). Já a Air varia entre R$10.499 (256GB) até R$11.999 (512GB). Após as expectativas de lançamento da Apple terem sido superadas, a marca se prepara para aumentar os níveis de produção.

Planos da Tesla para robotáxis em São Francisco preocupam reguladores

Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, tem promovido planos para robotáxis em São Francisco, após instigar investidores em julho com atualizações sobre o projeto. De acordo com Musk, a empresa lançaria o serviço “provavelmente em um ou dois meses”. Entretanto, as autoridades locais foram pegas de surpresa com as notícias, que trouxeram preocupação para agências reguladoras.

A Tesla anunciou que pretende expandir seu projeto de robotáxis, que são veículos capazes de dirigir de forma autônoma – ou seja, sem um motorista humano – para mercados, usando de exemplo a Bay Area de São Francisco. De acordo com a empresa, o processo para permissão regulatória estava em andamento para que pudesse ocorrer o lançamento na área. No entanto, e-mails de autoridades da Califórnia e do governo federal, obtidos pela Agência Reuters revelam que as notícias na verdade surpreenderam e alarmaram os órgãos reguladores. 

Plano de Musk para São Francisco

Elon Musk anunciou publicamente que a Tesla estaria pronta para realizar o lançamento do projeto de robotáxis em São Francisco em “um ou dois meses”. A promessa feita pelo bilionário, contudo, bateu de frente com informações contraditórias obtidas pela Reuters, em meio a uma solicitação de registros públicos. 

Enquanto Musk declarava um lançamento próximo, os e-mails das autoridades californianas e federais demonstraram um cenário divergente. A realidade era de que o plano real da empresa, na verdade, envolvia apenas corridas pré-agendadas em veículos conduzidos por humanos. Ainda foi revelado que essas corridas só seriam disponibilizadas para passageiros que recebessem um convite e a licença usada pela empresa, na verdade é uma licença especial para limousines e que não autoriza o serviço de transporte sob demanda, contradizendo a ideia de que o serviço seria aberto ao público geral.

A Tesla foi questionada acerca da implantação dos robotáxias na Bay Area e se a empresa esclareceria a “confusão pública” por um alto funcionário do transporte estadual. Contudo, o representante da gigante automobilística afirmou que a empresa não responderia a perguntas da imprensa e que os clientes iriam receber informações quando fossem disponibilizadas. Musk afirmou em postagem no mês seguinte que a área em que o projeto opera já seria maior que a de concorrentes em Austin e na Baía de São Francisco.


Elon Musk, presidente-executivo da Tesla (Foto: reprodução/Chesnot/Getty Images Embed)


Reguladores surpreendidos 

Por meio dos e-mails obtidos pela Reuters, foi comprovado que o anúncio não pegou somente o público desprevenido, mas também os agentes reguladores. E-mails trocados por reguladores da Agência de Transporte do Estado da Califórnia e da Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário questionavam se as equipes haviam se reunido com a Tesla para discutir o lançamento. A resposta dada ao e-mail foi que a empresa não tinha as licenças necessárias. Já a secretária adjunta de transporte do Estado, Emily Warren, demonstrou preocupação com a confusão do público acerca dos projetos da Tesla.

A expansão da Tesla vem ocorrendo em massa nos estados americanos. Apesar da confusão em São Francisco, Musk já expandiu a empresa para Austin em julho, mas com serviço fechado ao público geral. O bilionário afirma que está planejando expandir a Tesla também para Flórida, Nevada e Arizona. As áreas têm algo em comum com o Texas, onde a empresa já opera, que são as poucas barreiras regulatórias para teste de carros autônomos.

PEC da Blindagem é aprovada pela Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (16), a chamada PEC da Blindagem, uma proposta que visa modificar a Constituição no que diz respeito a proteções legais para parlamentares. A proposta estabelece, novamente, a exigência da permissão do Legislativo para abertura de processos criminais contra deputados e senadores, dificultando medidas legais contra os políticos.

Ocorreram dois turnos para a votação da PEC. No primeiro turno, houve votação favorável de 353 deputados a 134, aprovando o texto. Já no segundo, a proposta teve 344 votos a favor e 133 contra, o que levou à aprovação da proposta. Ainda serão votados pelos deputados os destaques da proposta, que são ajustes do texto, e então seguirá para avaliação do Senado.

Principal propósito

O objetivo principal da PEC da Blindagem é retomar a decisão que exige a permissão do Legislativo para que processos sejam abertos contra deputados e senadores. De acordo com a proposta, os deputados têm um tempo de 90 dias para analisar os pedidos. 

Anteriormente, a Constituição de 1988 constatava essa regra, mas em 2001, o Congresso Nacional derrubou a medida após críticas de que favorecia a impunidade. Atualmente, somente o STF (Supremo Tribunal Federal) detém o aval para abrir processos criminais contra os parlamentares, deixando somente o poder de suspender uma ação penal em andamento na Suprema Corte para o Congresso.


Deputados discursam durante votação da PEC (Mídia: reprodução/X/@GloboNews)


A proposta também destaca outras restrições. Entre elas, a PEC estabelece que somente o STF poderá decretar medidas cautelares contra parlamentares, sem a permissão para que instâncias inferiores façam o mesmo. Quanto à prisão, o texto determina que a prisão de deputados e senadores só pode ocorrer em flagrante por crime inafiançável, e que a sua manutenção deve depender da autorização do Legislativo. 

Foro privilegiado  

A PEC também modifica o foro privilegiado em seu texto, ampliando a lista de pessoas que têm acesso a ele. A medida visa tornar presidentes de partidos com representação no Congresso sujeitos ao foro criminal comum. Dessa maneira, os presidentes de partidos serão processados e julgados em infrações penais comuns, originárias do STF.

O foro privilegiado permite que, a depender do cargo público que a autoridade ocupa, ela tenha acesso a ser processada e julgada por infrações comuns diretamente pelo STF, sem passar por instâncias inferiores. Ou seja, o texto busca permitir que, além de presidentes e vice-presidentes da República, integrantes do Congresso, ministros do Supremo e procurador-geral da República, os presidentes de partidos também passem a ter acesso ao privilégio.

Boletim aponta melhoria parcial no quadro de saúde de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou sinais de melhora em seu quadro de saúde, após ser internado em um hospital em Brasília. De acordo com boletim médico divulgado hoje (17) por sua família, ele apresentou uma “melhora parcial” após hidratação e continuará sendo avaliado durante o dia pela equipe médica, visando a possibilidade de alta. 

Bolsonaro deu entrada no hospital no meio da tarde de ontem (16), com sintomas como soluço e vômitos, além de estar passando por uma crise de pressão baixa. Exames laboratoriais e de imagem foram realizados para avaliar as possíveis causas. Segundo sua defesa, o ex-presidente apresentou um quadro de mal-estar, pré-síncope e vômitos com queda da pressão arterial, o que levou a sua internação ao chegar no Hospital DF Star. Um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro, deu entrevistas na porta do hospital, afirmando que o pai teve falta de ar, devido a um problema no diafragma, o que posteriormente levou ao vômito. 

De acordo com o texto publicado pela sua esposa, Michelle Bolsonaro, e seu filho Flávio, apesar da melhoria em seu quadro, os exames apresentam permanência da anemia e alteração da função renal.

“Os exames evidenciaram persistência da anemia e alteração da função renal, com elevação da creatina.”

Após a hidratação e tratamento medicamentoso, Bolsonaro teve uma “melhora parcial”, entretanto ele segue internado, sendo acompanhado pela equipe médica, que deve avaliar a necessidade de permanência no hospital. 

Histórico médico 

Os problemas de saúde de Jair Bolsonaro se intensificaram após a facada que ocorreu durante a campanha eleitoral de 2018. No domingo (14), o ex-presidente foi ao hospital para tratar de lesões de pele, após autorização do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital, Bolsonaro realizou uma “retirada de lesões cutâneas”.

O procedimento médico ocorreu sem complicações, através de anestesia local e sedação. Através dessa entrada ao hospital para o procedimento, foi descoberto um quadro de anemia e uma tomografia de tórax também revelou “imagem residual de pneumonia recente por broncoaspiração”. O hospital afirmou que Bolsonaro recebeu reposição de ferro, devido a anemia.


Momento em que Flávio Bolsonaro conversou com imprensa na porta do hospital (Vídeo: reprodução/X/@GloboNews)


Prisão domiciliar e julgamento no STF

A internação ocorreu em meio à prisão domiciliar de Bolsonaro, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. O ex-presidente cumpre a medida desde agosto, após descumprimento de cautelares e inclui o monitoramento por tornozeleira eletrônica. Na semana passada, Bolsonaro e outros sete réus foram julgados pela trama golpista, e a Primeira Turma do STF condenou o ex-presidente a 27 anos e 3 meses, sendo considerado culpado.

iPhone 17: lançamento da Apple entra em pré-venda nesta semana

A pré-venda dos novos modelos lançados pela Apple, o iPhone 17 e o iPhone Air, se inicia nesta terça-feira (16), oferecendo diversas opções de modelos e valores para os consumidores do mercado tecnológico. A previsão de chegada nas lojas físicas dos dispositivos é para a próxima sexta-feira (19), com a disponibilização de quatro versões: iPhone Air, iPhone 17, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max.

Com mudanças inovadoras, a Apple promete movimentar o mercado de smartphones com o lançamento. Além de melhorias significativas na bateria, a gigante também investiu em design de ponta, trazendo modelos extremamente finos e leves, e mudanças positivas nas câmeras.

Detalhes dos dispositivos

O iPhone Air é o destaque da linha, com um design ultrafino de apenas 5,6mm de espessura e uma tela de 6,5 polegadas, se tornando uma opção para quem prefere smartphones mais leves. Pelo design, o celular bate de frente no mercado com o Galaxy S25 Edge da gigante sul-coreana, Samsung, que conta com 5,8mm de espessura. O celular ainda irá conter uma única câmera traseira e uma frontal, com a promessa de ser quatro vezes mais resistente do que os outros modelos passados. O dispositivo estará disponível nas cores preto espacial, branco nuvem, dourado claro e azul-celeste, e será equipado com o chip A19 Pro, sendo o único do novo lançamento a recebê-lo.

A linha do iPhone 17, que engloba os modelos padrão, Pro e Pro Max, contam com melhorias em relação às linhas anteriores. Eles contam com telas de alta taxa de atualização, que permitem uma rolagem mais fluida e um escudo cerâmico que oferece uma alta proteção contra arranhões, reforçando a durabilidade do dispositivo, além de sete camadas de revestimento antirreflexo. As cores disponíveis no iPhone 17 serão preto, branco, verde, lavanda e azul-claro, e os modelos Pro e Pro Max estarão disponíveis no azul-escuro, prata e laranja.

Outra mudança significativa que a Apple realizou foi na câmera dos celulares. De acordo com Megan Nash, a câmera terá quatro vezes mais resolução que o iPhone 16 e 48 megapixels de resolução.


Vídeo de lançamento das novas linhas da Apple (Vídeo: reprodução/X/@Apple)


Valores dos lançamentos

 Os preços variam conforme modelo e capacidade de armazenamento, com opções que vão desde 256GB até 1TB:

  • iPhone 17 (256GB): a partir de R$ 7.999;
  • iPhone 17 (512GB): a partir de R$ 9.499;
  • iPhone Air (256GB): a partir de R$ 10.499;
  • iPhone Air (512GB): a partir de R$ 11.999;
  • iPhone Air (1TB): a partir de R$ 13.499;
  • iPhone 17 Pro: a partir de R$ 11.499;
  • iPhone 17 Pro Max: a partir de R$ 12.499.

A pré-venda dos modelos ocorre no site oficial da Apple nesta terça-feira (16), garantindo que os consumidores tenham um acesso mais rápido aos celulares. Já para as lojas físicas, a previsão de chegada dos lançamentos está marcada para a próxima semana, na sexta-feira (19), para os consumidores que preferem testar os aparelhos antes da decisão de compra.