Casos de dengue crescem 300% no estado do Rio: registrando 14 óbitos

Os casos de dengue no estado do Rio de Janeiro tiveram crescimento de 300% e possuem 14 registros de óbitos de janeiro até outubro deste ano. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) assegura os dados divulgados e alerta para o surto da doença.

Em 10 meses, os casos de dengue no estado do Rio já superaram as ocorrências do ano de 2021. O levantamento feito pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) indica que as notificações já ultrapassaram a marca dos 10,4 mil afetados pela doença. 

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui uma taxa de quase 2 milhões de casos de dengue e cerca de 909 mortes confirmadas pela doença, até o momento. O crescimento em relação ao ano de 2021 é de 184,6%.

Campanha de combate ao Aedes Aegypti

 A fim de combater a dengue, o Ministério criou uma campanha para contra a proliferação do agente transmissor, aedes aegypti. Intitulada como “Todo dia é dia de combater o mosquito”, a mobilização sugere propostas de prevenção da doença e ensina como evitar a reprodução do mosquito. 


Ministério da Saúde anuncia campanha “Todo dia é dia de combater o mosquito”. (Foto: Reprodução/Agência Brasil)


Os enunciados devem ser transmitidos pelos meios de comunicação (televisão, internet, rádio) e alertar a população sobre o agravamento da doença, sobretudo no final de ano.

“Alguns fatores podem ter contribuído para esse aumento de casos em 2022. As condições ambientais favoráveis, o acúmulo de água, altas temperaturas, moradias inadequadas, um grande número de pessoas suscetíveis à doença e a mudança de circulação do sorotipo circulante obviamente também interfere na transmissibilidade das arboviroses como um todo”, disse Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde. 

A campanha tem o objetivo de continuar durante o ano inteiro. E a vigilância será ainda redobrada nos períodos de maior notificação e suspeita da doença. Em destaque, os três meses de verão, entre festividades e passagem de ano (2022/2023).

“A epidemia da dengue existe há mais de 30 anos. Desde então, nós não conseguimos erradicar esse problema entre nós. Isso significa que não é uma atividade simples. Não temos vacinas para arbovirose, nem tratamentos específicos, então a principal arma que nós temos é combater o mosquito.[…] Se não houver a colaboração da sociedade, todo ano vamos ter casos e casos de todas essas arboviroses”, reforça Marcelo Queiroga, ministro da Saúde.

Foto Destaque: Casos de dengue têm alta de 300% no estado do Rio; registros de óbitos também crescem. Reprodução/Fiocruz.

Dr. Carlos Filho dá dicas de como se cuidar após realizar transplante capilar

Wesley Safadão, Lucas Lucco, Bruno Belluti, e mais uma série de famosos. Todos esses realizaram o transplante capilar, procedimento que ganhou os holofotes dos famosos. Por que?

O transplante capilar é a melhor solução para quem sofre de queda de cabelo e calvície. A técnica tem como objetivo implantar o cabelo natural do próprio paciente na área afetada, cobrindo as áreas calvas e restaurando a autoestima perdida.

O melhor de tudo é que os resultados do transplante capilar parecem muito naturais e a satisfação do paciente é alta. Porém, devido à repercussão, algumas dúvidas surgiram e o Dr. Carlos Filho, médico especialista em transplante capilar respondeu à elas!

Como o procedimento é realizado?

A cirurgia é realizada sob anestesia local e sedação, todo o procedimento é acompanhando por um anestesista. A operação é indolor, já que antes de ser aplicada a anestesia é utilizado um pré-anestésico. Após o término do procedimento, o paciente pode receber alta para casa.

O médico dá orientações para todos os cuidados que o paciente deve ter no pós-operatório, como prescrição de medicamentos específicos, repouso e sono. O curativo é realizado apenas na área doadora e teve que ser retirado no dia seguinte


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(Foto: Reprodução)


Como é o pós-cirúrgico?

Durante a primeira semana, o cabelo transplantado cresceu 0,3 mm por dia. Geralmente, o maior inchaço ocorre no segundo ao terceiro dia da cirurgia.

Na segunda semana, o paciente já pode ir voltando a sua rotina normal, podendo dormir lateralizado, e não deve sentir incômodos ao encostar a cabeça no travesseiro, é também na segunda semana que o inchaço já desapareceu totalmente. O paciente deve continuar a lavar e limpar a área adequadamente. O cabelo transplantado começa a crescer.

Após 21 dias, o cabelo transplantado começa a cair, em um processo normal da cirurgia.

Após 90 dias, alguns cabelos transplantados começaram a aparecer, mas em pequena quantidade. O tratamento deve ser mantido.

Após cerca de 1 ano, o paciente já pode considerar o resultado final do transplante capilar. Ainda pode haver alguns cabelos crescendo.

Quando consigo notar a diferença?

Como vimos em outra matéria relacionada ao cantor pop Akon, que realizou tal procedimento, os primeiros resultados geralmente são vistos no 3º mês após a cirurgia de implante.

Após 6 meses da operação, 60% do cabelo transplantado já nasceu, sendo assim, é necessário esperar mais 6 meses para ver o resultado completo do procedimento. Os resultados finais e definitivos aparecem 12 meses após a cirurgia capilar.

Quanto tempo fica o transplante?

O cabelo transplantado é semelhante ao cabelo nascido na área onde foi colocado. Isso significa que ele não será eliminado pelo organismo e não sofrerá um novo processo de queda de cabelo, a não ser que seja uma queda difusa.

É simples: o transplante capilar funciona! Para saber mais sobre esse procedimento, entre nas redes sociais do Dr. Carlos Filho. @drcarlosafilho 

Foto Destaque: Reprodução

Molnupiravil chega ao Brasil para tratamento da Covid-19

O antiviral molnupiravil, criado pela farmacêutica MSD com o objetivo de tratar o novo coronavírus, chega nessa segunda-feira (24) ao mercado brasileiro. O medicamento é o primeiro antiviral oral que combate a Covid-19 que será vendido no Brasil. A venda é realizada somente mediante prescrição médica e, é indicado para adultos que corram o risco de desenvolver quadros graves da doença, como imunodeprimidos, pessoas com câncer ativo e outras comorbidades.

De acordo com o fabricante do antiviral, pesquisas apontaram que, quando administrado no início da infecção pela Covid-19, o remédio tem capacidade de reduzir os casos de hospitalizações e mortes pela doença. O comprimido deve ser ingerido dentro de cinco dias após os primeiros sintomas do coronavírus. O medicamento impede que o vírus se replique e, dessa forma, reduz a gravidade da doença.


Imagem de medicamentos. (Foto: Reprodução/Instagram)


O molnupiravil foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 04 de maio deste ano. O antiviral já está em uso em 30 países e mais de 10 milhões de tratamentos já foram administrados em todo mundo. E não é recomendado durante a gravidez, na amamentação ou suspeita de uma gestação. Em caso de dúvidas é necessário consultar um profissional da saúde para avaliação.

“Apesar do Brasil estar com baixos casos da doença, ainda há um número considerável de pessoas com risco de progredir para Covid grave, como pacientes imunodeprimidos, com câncer ativo ou com outras doenças. Por isso, é fundamental trazer o antiviral para essa população”, explicou Mário Ferrari, diretor da Unidade de Negócios de Infectologia da MSD.

No último domingo (23/10), o Brasil registrou 1.636 novos casos e oito mortes provocado pela doença, totalizando 34.783.786 casos confirmados desde o início da pandemia. A média móvel diária de óbitos ficou em 60, representando uma queda de 21% no comparado dos últimos 14 dias segundo o Ministério da Saúde.

 

Foto Destaque: Embalagem com medicamentos. Reprodução/Instagram

Vacinação completa da Pfizer e Moderna aumentam os anticorpos contra a Covid-19

A vacinação contra o novo coronavírus é a maior aliada na prevenção de sintomas graves da doença. Em grande maioria, as pessoas que foram vacinadas apresentam reações leves após a aplicação como dor, sensibilidade e inchaço no local da injeção e em alguns casos febre baixa e dor no corpo. Algumas pessoas também podem apresentar fadiga e calafrios, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os sintomas podem ocorrer logo na aplicação da vacina, ou entre 24 e 48 horas, e desaparecem em poucos dias.

Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos revela que pessoas vacinadas com os imunizantes da Pfizer ou da Moderna que apresentaram algum sintoma como febre, calafrios, dores musculares ou fadiga apresentaram uma resposta de anticorpos mais elevada. O estudo foi publicado no periódico científico JAMA.

“Em conclusão, esses achados apoiam o entendimento dos sintomas pós-vacinação como sinais da eficácia da vacina e reforçam as diretrizes para reforços da vacina em idosos”, afirma o artigo.


Homem se vacinando contra a Covid-19. (Foto: Reprodução/Instagram)


A pesquisa foi realizada com pessoas que apresentaram sintomas pós-vacinação, sendo eles, febre, calafrios, dor muscular, náusea, vômito, dor de cabeça, fadiga moderada e sintomas locais. Os anticorpos do tipo IgG, que mostra a proteção mais duradoura para a Covid-19 foram medidos. Também foram avaliadas as associações entre os sintomas pós-vacinação e a resposta de anticorpos.

Segundo o estudo em uma amostra de adultos dos Estados Unidos, mais velhos, vacinados duas vezes, sintomas sistêmicos autorrelatados após a vacinação com mRNA de SARS-Cov-2 foram associados a uma maior resposta de anticorpos versus sintoma apenas local ou nenhum sintoma. Esses resultados concordam com um estudo anterior em profissionais de saúde dos EUA que mostrou maiores medições de anticorpos pós-vacinação entre aqueles com sintomas significativos após uma vacina de mRNA.

Após a análise os pesquisadores concluíram que quase todos os participantes mostraram uma reposta positiva de anticorpos à série completa de vacinas. No entanto, os sintomas sistêmicos permanecem associados a uma maior resposta de anticorpos. Eles destacam que é necessário mais estudo para o esclarecimento de mecanismos biológicos associados às diferenças de resposta imunológica após a vacinação.

Foto Destaque: Vacina contra a Covid-19. Reprodução/Instagram

Bexiga caída ainda é um tabu entre as mulheres e os sintomas geram grande desconforto

 A cistocele, mais conhecida como bexiga caída, ainda é pouco comentado entre as mulheres. Os sintomas geram muito incômodo e podem afetar a vida sexual das mulheres. A condição da bexiga caída afeta diferentes perfis de pacientes, com maior incidência em mulheres com mais de 40 anos. Esta enfermidade faz com que não só a bexiga, mas todos os órgãos do assoalho pélvico percam sua sustentação.

Além do desconforto, os sintomas da bexiga caída oferecem a sensação de “caroço na vagina”, afetando a qualidade de vida e no impacto social, causando o constrangimento da mulher, reduzindo interações sociais e atividades físicas, levando-a ao isolamento.


Como funciona a bexiga caída (Foto: Reprodução/HOME Hospital)

 


Outros sintomas comuns entre as pacientes que apresentam bexiga caída são:

  • Incontinência urinária ocasionada por certos movimentos e ações como tosse, risada e espirros;
  • Dificuldade de esvaziar a bexiga por completo;
  • Inchaço ocasional na vagina;
  • Sensação de pressão na vagina;
  • Dor na coluna lombar;
  • Perda de urina durante a relação sexual;
  • Dor vaginal durante a relação sexual;
  • Dor no baixo ventre;
  • Infecção da bexiga, que pode acontecer com maior recorrência;
  • Depressão, perda de autoestima e menor (ou ausência) de atividade sexual e social, por causa dos sintomas listados.

“O problema é sério e pode levar os órgãos internos a saírem pelo canal vaginal. As pacientes devem cuidar aos primeiros sinais para que o quadro não evolua tanto”, explicou a fisioterapeuta Priscila Pschiski, proprietária da Clínica Pelvic Funcional, especializada no fortalecimento do assoalho pélvico, segundo o site Metrópoles.

O termo médico para prolapso da bexiga é cistocele, que pode ser dividido em três graus. O nível 1 é o mais leve e ocorre quando a bexiga desce na vagina. O grau 2 ocorre quando a bexiga quase cai na abertura vaginal. O grau 3 ocorre quando a bexiga se projeta da vagina.

Por desconhecimento, muitas meninas pensam que têm uma doença rara e por isso não procuram ajuda profissional para o tratamento. Uma bexiga caída pode prejudicar a saúde de várias maneiras. Os pacientes devem, portanto, estar cientes da importância do tratamento.

O tratamento para uma bexiga prolapsada sempre dependerá da gravidade da condição.

Sintomas moderados podem ser remediados com exercícios de fisioterapia que ajudam a fortalecer os músculos pélvicos.

Foto Destaque: Área em que a bexiga caída afeta. Reprodução/Área de mulher

Bebidas e alimentos podem causar manchas nos dentes

Os pigmentos de alimentos e bebidas podem ser prejudiciais aos dentes, causando manchas. Uma dúvida comum da população, é não saber o que é mais indicado ao acordar, para se livrar do mau hálito: escovar os dentes assim que saímos da cama ou após a primeira refeição do dia?

De acordo com pesquisa de especialistas, foi afirmado que a escovação deve ser feita depois de comer, e de preferência, meia depois da refeição, mas não manchar o esmalte do dente.

Outra questão que também surge bastante, é a busca da melhor maneira para evitar manchas no dente causadas por bebidas, como o café, e alimentos.


Café fresquinho (Foto: Reprodução/Terra)


O café, bebida popular e querida pelos brasileiros, ao entrar na boca, inevitavelmente entra em contato com os dentes. O líquido dele é ácido, por isso o ph da bebida é aproximadamente 5, em uma escala que vai de 1 a 4. Além disso, o xodó dos brasileiros contém taninos, substâncias que promovem manchas para os dentes. 

O primeiro passo pra entender como as manchas nos dentes se formam, é diferenciá-las, pois existem as manchas intrínsecas e extrínsecas.

As manchas intrínsecas são aquelas que ficam sob o esmalte dentário e que são adquiridas de forma congênita ou ao  longo da vida com o dia a dia.

Já as extrínsecas são  as mais comuns, pois elas ficam na superfície do dente. Elas são causadas justamente pelos pigmentos do chá, café, vinho tinto, mate, refrigerante e alguns alimentos como as frutas vermelhas.

“Bebidas como café ou vinho têm cores- marrom, vermelho – então mancham o dente da mesma forma que mancham a roupa”, explicou Emily Anderson, higienista dental da Associação de Higienistas Dentais, segundo o site do G1.

Para evitar as manchas, é recomendado uma boa escovação, de forma suave, direcionando a escova para a gengiva e realizando movimentos circulares. A escovação deve ser feita duas vezes ao dia, e o uso de fio dental pelo menos uma vez ao dia após a escovação.

Foto Destaque: Mulher com sorriso perfeito. Reprodução: OralBlu

Terapia alimentar: Conheça o método que facilita a alimentação dos autistas

Apresentar uma rotina de alimentação saudável na infância é uma fase considerada desafiadora para os pais e, principalmente, em casos mais específicos quando a criança apresenta seletividade alimentar que é bastante comum quando possuem o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA).

E, assim, a terapia alimentar se inicia, usando um método que facilite e ajude a introduzir alimentos de forma natural. Segundo o estudo publicado no Journal of Autism and Developmental Disorders em 2021 – a seletividade alimentar e a fobia – de determinados alimentos ocorre em cerca da metade das crianças autistas. Desta forma, por consequência do transtorno do espectro autista acaba sendo um padrão de rejeição e, até mesmo, pela cor do alimento.

O que é a terapia alimentar?


Família cozinhando. (Foto: Reprodução/Pexels)


A terapia alimentar Terapia é uma abordagem conjunta clínica com ferramentas e estratégias que buscam minimizar as recusas alimentares dos pacientes. O objetivo é aumentar a adesão e flexibilização das crianças com espectro de autismo (TEA) , criando futuramente um plano alimentar adequado que tenha uma nutrição consistente. 

Parte do tratamento de nutrição dos métodos da terapia alimentar são ligadas ao neurodesenvolvimento. O intuito do tratamento é proporcionar uma maior intimidade das crianças com autismo em parceria com o alimento, tirando o medo e a fobia, buscando a aceitação e a descoberta por esses alimentos na rotina diária. 

De acordo com o nutricionista Bruno Redondo, especialista em TEA – uma alimentação “pobre” pode atrapalhar a interação social dos pacientes – Além disso, é capaz de causar inflamações no organismo levando até à prisão de ventre e à irritação na maioria das vezes. “Muitas crianças chegam ao consultório com o intestino totalmente inflamado, justamente porque não estão seguindo uma alimentação adequada”, relata o especialista, Bruno. 

Os responsáveis são fundamentais no tratamento 


Criança se alimentando com a família. (Foto: Reprodução/Pexels)


O método busca desenvolver e aguçar a curiosidade da criança e, desta forma, a terapia convida o paciente a conhecer o alimento: tocando, cheirando antes de ingerir. Segundo o nutricionista, o processo pode ser lento e desafiador, no entanto, os benefícios são eficazes quando finalmente se atingir uma alimentação equilibrada. “Há casos nos quais os pacientes diminuem a quantidade de medicação após diversificarem a dieta”, relata Bruno Redondo. 

Sendo assim, a parceria entre os especialistas e os pais é fundamental! Por exemplo, o tratamento vai além do consultório e das sessões – é importante cozinhar em conjunto com a criança em casa e deixar os alimentos à mostra – Outro fator é usar a criatividade na hora de oferecê-los sejam picados, em purê, cozidos ou em formatos divertidos.

A prática realizada nos consultórios sempre deve ser estimulada e repetida em casa. O profissional explica que a busca é descobrir o que agrada o paciente à descoberta pelos gostos do paciente são fundamentais para diversificar e, depois disso, criar um cardápio adequado e nutritivo para ele. Ainda não se tem muitos estudos científicos sobre os benefícios de uma alimentação equilibrada nos quadros de TEA, entretanto, vem se destacando a importância da dieta diversificada na saúde gastrointestinal dos pacientes.

Foto destaque: Criança se alimentando. Reprodução/Pexels

Estados Unidos sofre com aumento nos casos de vírus respiratórios em crianças

Atualmente os Estados Unidos estão enfrentando um surto atípico de VSR, um vírus com sintomas muito parecidos com resfriados. O problema é que para muitos médicos, esse aumento é considerado sem precedentes e vários hospitais já decretaram estar sobrecarregados com o alto nível de pacientes, que na maioria das vezes são crianças com menos de 5 anos de idade.

O Departamento de Saúde e serviços Humanos dos EUA, não esclarecem o motivo das internações, porém mais de três quartos dos leitos hospitalares pediátricos que estavam disponíveis, hoje estão ocupados. Os dados federais revelam que esse índice é maior do que comparado com dois anos atrás.


Criança internada para observação dos médicos (Foto Reprodução/ BBC)


O médico e vice-presidente executivo e chefe médico do hospital Connecticut Children’s Hospital, Juan Salazar afirma nunca ter visto algo parecido. “Trabalho nesta área há um bom tempo. Só no Connecticut Children’s estou há 25 anos e nunca vi esse surto específico de VSR no hospital”, contou para a equipe do site da CNN.

No estado do Texas onde normalmente os casos são mais frequentes nos meses de dezembro e janeiro, o departamento de emergência da Cook Children’s em Forth Worth, já registra números atípicos de casos deste vírus. O porta-voz do hospital, revelou que quase metade da UTI está cheia desses casos. Até o momento, os números marcavam 210 internações e nesta semana já chegaram em 290 pacientes internados.


Criança usando máscara (Foto Reprodução/ Canguru News)


 Saiba quais são os principais sintomas da VSR:

  • Nariz congestionado;
  • Tosse;
  • Febre;
  • Chiado no peito;
  • Diminuição do apetite;
  • Irritabilidade (mais comum nos bebês);
  • Respiração com dificuldade;

Para a prevenção, os médicos explicam que as crianças devem ser educadas para espirrar ou tossir na região do cotovelo ou em um pano, que deve ser descartado. A higiene de lavar frequentemente as mãos e também deixar limpa as superfícies ao seu redor ajudam a diminuir a propagação do vírus. Outro conselho dado pelos pais com crianças doentes é evitar sair de casa se a pessoa tem algum sintoma desses e também procurar com rapidez um médico e assim, já iniciar o tratamento.

Foto Destaque: Criança internada e médica avaliando seu estado. Reprodução: Portal Governo do Amapá

Estudo descobre haver ligação entre odor da pele humana com atração dos pernilongos

Em um recente estudo liderado pela professora e chefe do laboratório de neurogenética e comportamento, Leslie Vosshall, da Rockfeller  University, foi descoberto que os pernilongos realmente são mais atraídos por um certo tipo de pessoas do que por outras. Os resultados foram publicados na revista científica “Cell”, na última terça-feira 18.

Para entender melhor o comportamento do inseto, a primeira autora do estudo e ex-bolsista de pós-doutorado na Rockefeller University, Maria Elena de Obaldia, criou um projeto de “ensaio olfatômetro de duas escolhas”, seria como uma caixa de acrílico em que duas meias estariam expostas. De um lado, haveria um “ímã de pernilongos” e do outro um “atrator baixo”. Os mosquitos usados eram da espécie transmissora da febre amarela, o Aedes Aegypti.


Pernilongo picando uma pessoa (Foto Reprodução/ Extra Online)


Na meia que atrai o inseto, foi comprovado haver mais de 50 compostos moleculares do que em comparação com o outro lado. A pele desses voluntários desenvolve taxas mais altas de ácido carboxílico, que é encontrado no sebo, aquela substância oleosa que cria uma barreira na pele e a deixa mais hidratada.

Segundo Leslie, a espécie feminina do mosquito busca por sangue humano para alimentar sua produção de ovos e por isso, elas usam um mecanismo para identificar e escolher suas “vítimas”. “Os ácidos não são tão fedorentos atuando sozinhos. Contudo o odor desenvolvido por eles pode ser o principal fator de atração para os insetos”, ressalta a especialista.


Mosquito picando a pele humana (Foto Reprodução: BBC NEWS BRASIL)


A professora pontua que tirar completamente os hidratantes naturais da pele pode ser nocivo ao corpo todo. Portanto, optar pelo uso de determinados produtos dermatológicos, pode diminuir as taxas do ácido carboxílico e assim os mosquitos se sentem menos atraídos pelas “vítimas”. “Cada picada deles, deixam as pessoas em perigo para a saúde pública. Principalmente por esta espécie transmitir doenças como: Zika, Febre amarela e Dengue”, relembra Leslie.

O professor especializado em neurogenética de mosquitos e associado da Florida International University, Matthew DeGennaro, aponta que os resultados desse estudo afirmou haver a possibilidade do microbioma da pele humana criar um odor atraente aos mosquitos e fazer mais pesquisas sobre esse fator, poderia ajudar no desenvolvimento de repelentes mais eficazes contra as picadas.

Foto Destaque: Mosquito picando pessoa. Reprodução: Minha Vida

Médicos explicam que sinais nas mãos podem revelar se a pessoa sofre com a diabetes

Dados da Federação Internacional de Diabetes, houve um aumento expressivo no número de pessoas que sofrem com a doença. Agora, cerca de 74 milhões de pessoas convivem com este mal. Só no mundo, com esse aumento, o número total já atinge mais de 537 milhões de adultos. Só no Brasil, mais de 17 milhões sofrem com essa condição, representando 7% da população total.

Os principais sintomas da doença são bem conhecidos pela sociedade. Geralmente até a confirmação, quem tem uma sede anormal, sente muita fadiga, sofre com episódios de visão desfocada, fome constante e tem a vontade frequente de urinar, já tem uma ideia de que tem a diabates e só busca um profissional de saúde nesta hora.


Unhas amareladas é um dos sintomas da diabetes (Foto Reprodução/ PaiPee)


Contudo, médicos explicam que outros fatores podem revelar se o organismo está desenvolvendo a doença. As mãos são importantes partes do corpo que podem trazer essa revelação. Por isso, estar atento como está a aparência tanto da pele quanto da unha servem de parâmetro para saber se o sangue está com alto nível de glicose.

Conheça alguns sinais de diabetes no organismo que são revelados pelas mãos:

  • “Vermelhidão” próximo das unhas: Em um estudo feito pelos especialistas da Wiley Clinical Healthcare Hub, as pessoas diabéticas geralmente sofrem com problemas de circulação do sangue e isso pode causar uma mancha vermelha ao redor das unhas;
  • Unhas amareladas: Uma das consequências dessa enfermidade é uma infecção chamada “Onicomicose”, e ela causa manchas amareladas nas unhas, além de deixá-las irregulares e mais quebradiças;
  • Travamento dos dedos: A Associação Americana de Diabetes, descobriu que quem sofre com a diabetes tipo 1 e tipo 2, são mais propensas a terem uma espécie de “travamento” no dedos, ou seja, tanto o dedo polegar quanto o anelar, param numa posição e não voltam ao normal. Ela pode causar muita dor e muitas vezes, os médicos recomendam fazer uma cirurgia no membro;
  • Linhas nas unhas: A Linha de Beau, é uma pequena faixa linear e transversal e pode aparecer tanto nas unhas das mãos quanto dos pés, por isso precisa de atenção;

Lembrando que mesmo com esses sintomas, o mais recomendado é que a pessoa procure por um médico, pois só ele pode confirmar o diagnóstico da doença. Apenas ele pode indicar qual tratamento correto deve ser seguido pelo paciente e desta forma, haverá menos sofrimento com os sintomas da doença.

Foto Destaque: Mãos estendidas. Reprodução/ Segredos do Mundo