Vacina contra câncer de mama inicia testagem em mulheres

Pesquisadores americanos iniciaram a testagem em mulheres de uma vacina que combate o câncer de mama. O imunizante irá reagir contra o câncer de mama triplo negativo, o mais agressivo, que não responde aos tratamentos convencionais e é atualmente prevenido apenas pela mastectomia, a cirurgia de retirada completa da mama. A vacina produzida vai auxiliar […]

03 dez, 2021

Pesquisadores americanos iniciaram a testagem em mulheres de uma vacina que combate o câncer de mama. O imunizante irá reagir contra o câncer de mama triplo negativo, o mais agressivo, que não responde aos tratamentos convencionais e é atualmente prevenido apenas pela mastectomia, a cirurgia de retirada completa da mama. A vacina produzida vai auxiliar mulheres a fabricar anticorpos e outras células do sistema imunológico para protegê-las da doença.

O princípio básico de funcionamento é extremamente simples: estimular o corpo a reconhecer e atacar um agente estranho ao organismo. Baseados nesse conceito, há décadas pesquisadores na área do câncer. 


Vacina contra câncer de mama inicia testagem em mulheres

Pesquisadores iniciam testagem em mulheres contra o câncer de mama (Foto: Reprodução/Pexels)


Seu princípio básico de funcionamento é tremendamente simples: estimular o corpo a identificar e combater um agente estranho ao organismo. Fundamentados nesse conceito, há décadas cientistas na área do câncer questionaram-se qual seria o resultado do imunizante contra a doença, visto que os tumores são conjuntos incomuns de células crescendo entre os tecidos, formando-se, desse modo, em algo à natureza dos órgãos.

Apontado domo um dos melhores do mundo, o centro americano de tratamento e pesquisa em saúde comunicou o início de um estudo clínico para testar a eficácia e segurança de uma vacina na prevenção e tratamento do tipo mais agressivo de câncer de mama. Se der êxito, será o primeiro imunizante eficaz para impedir diretamente o aparecimento de um tumor. Atualmente, existem alternativas de proteção indireta, como as vacinas de HPV e da hepatite B. A primeira age sobre alguns tipos do Papilomavírus humano responsáveis por tumores, como o que causa câncer de colo de útero.


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A segunda protege de infecções pelo vírus da hepatite B, doença que provoca inflamação crônica do fígado, tornando as células do órgão vulneráveis à reprodução acelerada (característica do câncer).

 Foto destaque: Reprodução/Pexels

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