Por que a regulamentação tende a profissionalizar as casas de apostas em 2026

A regulamentação do mercado de apostas no Brasil marca uma mudança estrutural no funcionamento das casas de apostas. Após um período de crescimento acelerado e pouco padronizado, o setor entra em uma fase em que regras claras, exigências técnicas e fiscalização contínua passam a moldar o mercado. A partir de 2026, essa transição tende a se refletir de forma direta na forma como apostas esportivas e cassino online operam no país.

O movimento não surge como um obstáculo ao crescimento, mas como um processo de amadurecimento. O iGaming brasileiro deixa para trás um ambiente marcado pela informalidade e avança para um modelo mais próximo de outras indústrias digitais reguladas, onde previsibilidade e governança fazem parte da operação cotidiana.

O fim da lógica improvisada

Durante anos, muitas casas de apostas atuaram em um cenário de baixa exigência institucional. Plataformas entravam no mercado rapidamente, testavam modelos e, em alguns casos, encerravam operações com a mesma facilidade. Para o jogador, isso significava assumir riscos adicionais ao escolher onde apostar.

A regulamentação altera esse equilíbrio. Ao exigir critérios mínimos de funcionamento, o mercado passa a filtrar operadores com capacidade real de atuação no longo prazo. A casa de apostas deixa de ser apenas um site funcional e passa a operar como empresa estruturada, sujeita a regras, auditorias e obrigações permanentes.

Esse processo tende a reduzir a presença de iniciativas oportunistas e a consolidar marcas que já investem em organização, tecnologia e planejamento.

Regras claras elevam padrões técnicos

Um dos principais efeitos da regulamentação está na elevação do padrão operacional. Exigências relacionadas à segurança da informação, verificação de identidade, prevenção a fraudes e rastreabilidade das operações impõem um novo nível de profissionalismo às casas de apostas.

O cassino online, por exemplo, passa a exigir integração técnica mais robusta, controle de dados e maior previsibilidade nos processos. Nas apostas esportivas, a definição de odds, limites e liquidação tende a seguir critérios mais transparentes e auditáveis. A operação deixa de ser reativa e passa a ser processual.

Esse movimento aproxima o iGaming de setores como meios de pagamento e serviços financeiros digitais, onde estabilidade e conformidade não são diferenciais, mas pressupostos.

Transparência como requisito básico

A regulamentação também redefine a comunicação com o jogador. Termos confusos, regras pouco claras e mensagens ambíguas passam a ser menos toleradas em um ambiente regulado. A casa de apostas é pressionada a explicar, de forma objetiva, como funcionam bônus, apostas esportivas, limites e saques.

Essa mudança impacta diretamente a experiência do usuário. A comunicação deixa de ser apenas comercial e passa a ter caráter informativo. Para o jogador, isso representa maior clareza. Para o mercado, significa um novo padrão de responsabilidade.

Nesse contexto, transparência deixa de ser argumento de marketing e se torna condição mínima de operação.

Confiança como ativo competitivo

Com regras mais claras, a confiança ganha centralidade. O jogador brasileiro passa a avaliar casas de apostas com critérios mais racionais, observando histórico de funcionamento, reputação e aderência às normas. A regulamentação reduz assimetrias de informação e fortalece a posição do consumidor.

Esse ambiente tende a favorecer plataformas que investem em credibilidade e consistência. A confiança deixa de ser um atributo subjetivo e passa a ser construída a partir de processos, registros e previsibilidade.

“A regulamentação tende a acelerar um processo que já estava em curso. As casas de apostas que investiram em estrutura, tecnologia e transparência saem na frente, enquanto modelos improvisados perdem espaço”, avaliam especialistas da Pixbet.

“Para o jogador, isso significa uma experiência mais previsível. Para o mercado, representa um passo definitivo na profissionalização do iGaming no Brasil, especialmente a partir de 2026.”

Impactos diretos na experiência do jogador

A profissionalização não se limita aos bastidores. Ela se reflete diretamente na jornada do usuário. Processos mais claros, fluxos estáveis e suporte estruturado passam a integrar o padrão esperado de uma casa de apostas regulada.

A previsibilidade, nesse cenário, não reduz o entretenimento. Pelo contrário. Ela cria um ambiente em que o jogador se sente mais confortável para interagir com apostas esportivas e cassino online, sabendo que as regras do jogo fora do campo são claras.

A incerteza permanece no resultado esportivo, não na plataforma.

Adaptação e seleção natural do mercado

A transição para um ambiente regulado exige adaptação. Casas de apostas que já operam com visão de médio e longo prazo tendem a atravessar esse período com menos impacto. Para outras, o custo de adequação pode ser decisivo.

A profissionalização implica investimentos maiores, mais organização interna e maior rigor operacional. Em contrapartida, cria barreiras de entrada que reduzem a concorrência predatória e favorecem operadores comprometidos com sustentabilidade.

Esse processo tende a redesenhar o mapa do iGaming no Brasil.

Regulamentação como sinal de maturidade

Mais do que um conjunto de normas, a regulamentação funciona como sinal de maturidade do mercado. O iGaming brasileiro passa a ser tratado como indústria, com impactos econômicos, sociais e digitais relevantes.

A profissionalização das casas de apostas surge como resposta natural a um setor que cresceu rápido e agora exige organização proporcional. O crescimento continua, mas sob novas bases.

O que esperar de 2026

A partir de 2026, o iGaming no Brasil tende a operar em um ambiente mais previsível, profissional e competitivo. Casas de apostas mais estruturadas, cassinos online com padrões claros e uma relação mais equilibrada com o jogador devem se tornar a norma.

O desafio deixa de ser apenas crescer. Passa a ser crescer melhor. Veja mais em @pixbet

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STJD volta atrás e absolve Bruno Henrique após condenação por fraude ligada a apostas

Nos últimos tempos, a esfera do futebol e das apostas está interligada. Nesta quinta-feira (13), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) absolveu o atacante do Flamengo Bruno Henrique, que havia sido condenado a cumprir 12 jogos de suspensão no início da semana. O processo foi aberto pelo atleta ter dado informações privilegiadas para o irmão apostar.

Julgamento de absolvição 

O placar de 6 a 3 a favor do atacante, para não ser enquadrado no artigo 243-A que previa a punição de jogos, ao invés, ele pagaria multa em dinheiro que está prevista no artigo 191. Neste segundo encontro, o atleta participou remotamente, mas estavam com ele representantes do Flamengo, seu advogado Ricardo Pieri Nunes e o empresário Denis Ricardo.

Ao voltarem, os componentes da mesa julgadora ponderaram os seguintes argumentos: Marco Aurélio Choy, que foi o auditor que vista do processo, explicou que há indício de que o atleta não foi beneficiado pelas apostas feitas para que ele tomasse o cartão amarelo.

Partilhando do mesmo pensamento que ele, os julgadores Sérgio Furtado Filho, Rodrigo Aiache, Antonieta da Silva, Marcelo Bellizze e Luís Otávio Veríssimo, presidente do STJD, decidiram que fosse aplicada somente a multa de 100 mil reais sem punição de jogos.

Os três votos contra deram um contraponto que seria a informação privilegiada para Maxwell Vieira Bruno Henrique se enquadra no artigo 243-A e a punição seria 270 dias de suspensão mais multa de 75 mil reais. Mariana Barreiras acompanhou o vice-presidente do STJD. Já Luiz Felipe Bullus entendeu como infração e ação antiética, portanto o atleta tinha que cumprir 12 jogos de suspensão sem multa.


Explicações do advogado de Bruno Henrique (Video: reprodução/YouTube/Uol Esportes)

Indiciamento do atleta e dos familiares

O caso envolve o indiciamento de Bruno Henrique juntamente com seus familiares por um cartão amarelo tomado de propósito no jogo do Flamengo contra o Santos em novembro de 2023. Segundo as provas do Ministério Público do DF, a atleta avisou seu irmão Wander Nunes Pinto que pegou a informação e, juntamente com mais sete pessoas, fez apostas em bets, garantindo um retorno financeiro.

As investigações tiveram início em agosto de 2023, em novembro daquele ano buscas foram feitas, onde detectaram as mensagens no celular de Wander, para que em abril deste ano houvesse o indiciamento dos envolvidos.

Na alegação da defesa do atleta, foi passado que ele não teve benefício financeiro nenhum com a aposta. E que a decisão de tomar o cartão amarelo veio diretamente do Flamengo para que ele pudesse ficar à disposição em uma partida que o clube carioca precisasse dele. Com a decisão favorável, Bruno Henrique pode jogar os seis jogos restantes do campeonato.

O que torna algumas casas mais populares entre fãs de futebol?

O futebol é o esporte mais popular do planeta, e, quando o assunto é apostar, ele também domina o campo. Mas por que algumas casas de apostas caem nas graças dos torcedores enquanto outras mal saem do banco de reservas? A resposta vai muito além dos bônus ou das odds: envolve paixão, comunidade e até psicologia.

O poder da identificação

Para o torcedor, apostar no futebol não é apenas uma questão de estatísticas, é um ato emocional. As casas mais populares entre os fãs são aquelas que conseguem traduzir essa emoção em experiência. E, isso começa desde as cores do site, na organização e no que vemos de efeitos.

Isso quer dizer que os sites jogam com: interfaces que lembram o clima do estádio, transmissões ao vivo com comentários, placares interativos e promoções ligadas a grandes torneios.

As melhores casas de apostas de futebol são eleitas justamente por esse fatores onde  essa conexão é clara. Elas entendem que quem aposta em futebol quer sentir-se parte do jogo, acompanhando cada lance com a mesma intensidade de quem está na arquibancada.

Experiência, comunidade e confiança

Outro fator que explica a popularidade de certas plataformas é o senso de comunidade. Os apostadores gostam de trocar palpites, debater estatísticas e compartilhar vitórias, e algumas casas exploram isso com recursos sociais, rankings e chats integrados.

A confiança também pesa muito. Em um ambiente competitivo, a reputação é construída com transparência e segurança: pagamentos rápidos, odds justas e regras claras. Por isso, plataformas que comunicam bem suas políticas e oferecem suporte eficiente costumam ganhar a preferência do público.

Tecnologia e personalização: o novo “camisa 10” das apostas

A tecnologia virou o craque da vez. Casas que utilizam inteligência artificial e análise de dados conseguem oferecer recomendações personalizadas, criando experiências únicas para cada usuário. O apostador se sente compreendido, e isso fortalece a fidelidade. Já que, uma ferramenta como essa pode ser a diferença entre entender o que os usuários precisam de forma mais rápida e que possa modificar o site em pouquíssimo tempo.

De acordo com levantamentos da FIFA, o consumo de conteúdo digital ligado ao futebol cresce ano após ano, especialmente em aplicativos móveis. Essa transformação digital impulsiona também o modo como as pessoas apostam, tornando as plataformas tecnológicas as favoritas dos fãs mais engajados.

Cultura e pertencimento

Além da tecnologia, há algo mais sutil: o fator cultural. Casas que falam a linguagem do torcedor, usam referências locais e valorizam campeonatos regionais tendem a gerar identificação imediata. 

No Brasil, por exemplo, a presença de ligas nacionais, clubes conhecidos e ídolos locais nos catálogos de apostas ajuda a criar uma ligação emocional genuína. Isso não quer dizer que será excluído esportes não tão populares no Brasil, ou competições internacionais.

Pelo contrário, quanto maior a diversidade no site, melhor será para um apostador criar sua conta. Porém, o destaque dado ao reconhecimento do que é regional ou nacional, pode ser a diferença entre um jogador ser convencido ou não.

Os jogadores principal de todo esse processo

Por trás disso tudo, estão dois profissionais que recentemente tomaram conta dos espaços nas empresas: O UX e UI designer. Esses são 2 profissionais que analisam como pode ser construída uma interface que seja agradável e ideal para o público alvo dos sites.

Enquanto o UX analisa a experiência do usuário, o UI vai colocar em prática criando um aplicativo ou site que seja adequado e agradável. Sendo assim a dupla de artilheiros para que os apostadores fiquem cada dia mais confortáveis em sua casa favorita.

Em resumo, o sucesso de certas casas de apostas entre fãs de futebol não se resume a boas promoções, ele nasce da combinação de emoção, confiança e experiência digital. São as plataformas que entendem o jogo dentro e fora do campo, que não apenas mostram o placar, mas também capturam o espírito do esporte.

No fim das contas, o torcedor não busca apenas apostar: ele quer viver o futebol, e as casas mais populares, assim como seus profissionais de UX/UI, são aquelas que conseguem transformar essa paixão em uma experiência completa.

Paquetá é advertido pela FA por falta de colaboração em caso de apostas

Nesta sexta-feira (31), a Federação Inglesa de Futebol (FA) emitiu uma advertência formal a Lucas Paquetá, do West Ham, por não ter cooperado plenamente com as investigações sobre manipulação de apostas. A decisão foi tomada por uma Comissão Reguladora Independente, que considerou o brasileiro culpado por duas violações da regra que exige colaboração total com a entidade.

Polêmicas de manipulação

Em 2024, a Federação Inglesa iniciou investigações contra o meio campista brasileiro, que joga na Inglaterra desde 2022, por uma possível manipulação de resultados ligados às casas de apostas. O jogador enfrentou quatro acusações de violar a Regra E5.1 da FA, que proíbe qualquer tentativa, direta ou indireta, de interferir de forma indevida no resultado, andamento ou conduta de uma partida, ou competição.


Paquetá foi convocado em agosto, após quase 10 meses afastado da seleção (Foto: reprodução/Instagram/@lucaspaqueta)


As acusações são referentes a partidas da Premier League disputadas contra Leicester, em novembro de 2022; Aston Villa, em março de 2023; Leeds United, em maio de 2023; e Bournemouth, em agosto de 2023. Em 31 de julho deste ano, o jogador foi absolvido das acusações mais severas feitas pela entidade, evitando punições como suspensão ou até banimento do futebol. Ainda assim, a FA informou que o atleta seria penalizado. 

Decisão da FA

A Federação aplicou a Lucas Paquetá uma advertência formal e um aviso de conduta futura por não colaborar totalmente com as investigações sobre suposta manipulação de apostas, embora tenha sido absolvido das acusações mais graves. O meia do West Ham se recusou a responder algumas perguntas durante entrevistas, seguindo orientação de seus advogados, o que configurou violação da Regra F3, que exige colaboração completa com a entidade.

A comissão considerou diversas circunstâncias, como a limitação do jogador com o inglês e seu cumprimento posterior das exigências, e decidiu substituir uma possível multa por uma advertência, sem suspensão. A FA também arcou com 90% dos custos do processo, encerrando um caso que se arrastava desde 2023 e que havia afetado uma possível transferência de Paquetá para o Manchester City.

Estratégias básicas para interpretar o resultado do jogo do bicho

Jogo do bicho é uma loteria popular que mexe com a intuição e a análise de padrões numéricos. Entender como o resultado é formado ajuda o apostador a tomar decisões mais embasadas e aproveitar melhor as apostas.

Neste artigo, você conhecerá técnicas simples para decifrar combinações, utilizar ferramentas digitais e evitar equívocos comuns na interpretação dos números sorteados. Confira também como a Bicho Mania potencializa sua experiência com rapidez e confiança, permitindo jogar no bicho online.

Entendendo as combinações e seus significados

Para interpretar o resultado do jogo do bicho, é fundamental compreender a organização dos grupos e dezenas. Cada animal corresponde a um grupo de quatro dezenas, formando um universo de 100 possibilidades. Ao conferir o sorteio, o apostador identifica primeiro o grupo (animal) e depois a dezena exata dentro desse grupo.

Além disso, existem diferentes modalidades de aposta: simples (grupo), dezena exata, centena e milhar. Cada formato exige atenção às posições dos algarismos sorteados. Por exemplo, na dezena, apenas os dois últimos dígitos do resultado importam; já na centena, consideram-se os três últimos.

Por fim, entender o conceito de “milhar cruzada” ou “dezena cruzada” amplia as chances de interpretação. Nesse método, o resultado de um sorteio pode ser usado em duas frentes, se o apostador combinar posições específicas dos dígitos sorteados.

Ferramentas digitais para conferir o resultado do jogo do bicho

Atualmente, várias plataformas oferecem acesso rápido ao resultado do jogo do bicho. Sites especializados, aplicativos e até bots de mensagem são opções para quem busca agilidade. Pois, usar essas ferramentas reduz o risco de erro ao anotar manualmente os números, evitando uma conferência errônea do resultado depois.

A seguir, cinco soluções populares para acompanhar extrações:

  1. Aplicativos oficiais de jogo do bicho online.
  2. Sites de estatísticas com gráficos de frequência.
  3. Ferramentas de notificação push no celular.
  4. Bots em aplicativos de mensagem (Telegram/WhatsApp).
  5. Portais com histórico completo de extrações.

Além da conveniência, essas plataformas costumam oferecer filtros para consultar resultados por data, horário e modalidade. Isso facilita a pesquisa de padrões e torna o estudo de tendências mais prático, sem depender apenas da memória ou cadernos de anotações.

Evitando erros comuns na hora de interpretar resultados do jogo do bicho

Um erro frequente é confundir grupos de animais com dezenas exatas. Por exemplo, apostadores iniciantes podem olhar apenas o número sorteado sem relacioná-lo ao animal correspondente, perdendo informações valiosas para próximas apostas.

Outro deslize é não observar a posição correta dos dígitos na hora de conferir centena e milhar. A inversão de ordem altera completamente o valor da aposta, gerando frustrações e perdas desnecessárias.

Por fim, negligenciar as atualizações em tempo real podem levar a consultar um resultado desatualizado. Muitos apostadores recorrem a sites antigos ou registram a apuração de forma manual, deixando de aproveitar o resultado do jogo do bicho assim que ele sai.

Planejando apostas com estatísticas históricas

O uso de estatísticas históricas amplia a visão sobre tendências e padrões de sorteios passados, permitindo identificar quais animais, dezenas aparecem com maior ou menor frequência. Afinal, esse tipo de análise não garante ganhos, mas ajuda a embasar escolhas e a evitar palpites completamente aleatórios.

  1. Consulte arquivos semanais de resultados para mapear padrões.
  2. Analise a frequência de cada grupo de animais no último mês.
  3. Verifique quais dezenas ficaram “atrasadas” por vários sorteios.
  4. Utilize médias móveis para suavizar variações pontuais.
  5. Explore dados de diferentes horários e dias da semana.

Ao cruzar essas informações, o apostador consegue diferenciar ciclos de “frio” e “quente” nos sorteios. Ao mesmo tempo, é importante não sobrecarregar a análise com dados irrelevantes, focando nos períodos mais representativos para seu estilo de aposta. Um equilíbrio entre números frios e quentes costuma resultar em escolhas mais equilibradas, sem potenciar riscos desnecessários.

Além disso, estatísticas históricas podem revelar sazonalidades, padrões de aumento ou queda na frequência de determinados animais ao longo do ano. Encontrar essas flutuações ajuda a diversificar apostas e a planejar estratégias de médio e longo prazo. Plataformas digitais de jogo do bicho online frequentemente fornecem essas análises prontas, simplificando o processo para todos os perfis de jogadores.

Bicho Mania: rapidez e confiabilidade

A Bicho Mania oferece resultados ao vivo do jogo do bicho, atualizados segundo a segundo direto no seu painel. Isso elimina dúvidas sobre a veracidade da informação e acelera a conferência das apostas. E o site é bem intuitivo, facilitando a vida do usuário.

Com seu aplicativo de jogo do bicho, disponível para Android e iOS, o usuário recebe alertas personalizados sempre que o seu grupo ou dezena preferidos são sorteados. A interface intuitiva também mostra estatísticas detalhadas e gráficos de tendências.

Além disso, o site garante saque imediato no Pix, permitindo que você converta seus ganhos em dinheiro na conta bancária em instantes, sem burocracia. Esses diferenciais tornam a Bicho Mania uma referência de segurança e praticidade no universo do jogo do bicho online.

Afinal, apostar no bicho online já é uma realidade, um reflexo da adaptação dessa prática centenária aos tempos digitais. Uma prática que, mesmo na informalidade, ganhou seu espaço na cultura popular brasileira.

Planeja com inteligência, e jogue com moderação

Decifrar o resultado do jogo do bicho exige atenção às combinações, uso de boas ferramentas digitais e cuidado para evitar erros comuns. Com as estratégias apresentadas nesse artigo, desde a compreensão dos grupos até a análise de estatísticas históricas, você pode tomar decisões mais embasadas e planejar apostas com inteligência.

A Bicho Mania surge como aliada essencial nesse processo, oferecendo resultados ao vivo, aplicativo de jogo do bicho e saque imediato no Pix. Aproveite esses recursos para apostar de forma mais segura, eficiente e embasada em dados.

Isenção de responsabilidade: Este é um conteúdo criado para fins informativos, destinado exclusivamente a um público adulto. Conteúdo destinado a usuários com 18 anos ou mais. O jogo envolve riscos financeiros e pode levar à dependência. Recomendamos jogar de forma responsável e com moderação. Este site não oferece serviços de apostas, apenas fornece informações. InMagazine.com.br não é responsável pelos serviços, produtos, promoções ou resultados relacionados às plataformas mencionadas.”

Lucas Paquetá é absolvido pela FA, mas ainda pode ser punido por obstrução no caso de apostas

O meia brasileiro Lucas Paquetá foi absolvido nesta quinta-feira (31) pela Football Association (FA), entidade que regula o futebol na Inglaterra, das acusações de envolvimento em um suposto esquema de manipulação de resultados ligado a apostas esportivas. Após quase dois anos de investigações, a comissão independente julgadora decidiu que as provas apresentadas não foram suficientes para comprovar a prática de spot-fixing por parte do atleta do West Ham. O spot-fixing é considerado um esquema ilegal de apostas esportivas em que um jogador realiza deliberadamente uma ação específica durante um jogo para garantir o resultado de uma aposta específica, sem afetar o resultado final da partida.

Relembre o caso

Paquetá foi investigado por supostamente forçar cartões amarelos de forma intencional em quatro partidas da Premier League — contra Leicester (nov/2022), Aston Villa (mar/2023), Leeds (mai/2023) e Bournemouth (ago/2023). A suspeita surgiu após padrões atípicos de apostas focadas nos cartões recebidos pelo jogador, especialmente envolvendo apostadores localizados no Rio de Janeiro, sua cidade natal.

A FA chegou a considerar punições severas, incluindo uma possível suspensão vitalícia, caso a manipulação fosse comprovada. No entanto, a comissão julgadora classificou o caso como “não provado”, encerrando a acusação principal. Com isso, o jogador está liberado para seguir atuando sem restrições relacionadas à acusação de spot-fixing.

FA ainda avalia punição por obstrução da investigação

Apesar da absolvição em relação à manipulação de resultados, Paquetá ainda poderá ser punido por violar o artigo F3 do regulamento da FA, que trata da cooperação com investigações. Segundo a entidade, o jogador não forneceu todas as informações solicitadas e deixou de colaborar de forma adequada com o processo.

Essa infração pode resultar em multa ou até mesmo em uma suspensão temporária, ainda a ser definida. A FA deve divulgar nos próximos dias os detalhes e eventuais sanções relacionadas à conduta do atleta durante a investigação.

Paquetá comemora a absolvição e recebe apoio do West Ham

Logo após o anúncio oficial, Lucas Paquetá publicou uma nota em sua rede social comemorando o desfecho:


Lucas Paquetá se pronuncia em sua rede social sobre o desfecho do caso (reprodução/Instagram/@lucaspaqueta)

O West Ham também manifestou apoio público ao jogador, destacando sua postura profissional durante o período e afirmando que sempre confiou em sua integridade.

O fim da pressão

A decisão representa um alívio significativo para o meio-campista brasileiro, que chegou a ter sua transferência para o Manchester City interrompida em 2023 por conta das investigações.

Agora, absolvido das acusações mais graves, Paquetá vê o caminho aberto para retomar sua carreira com confiança. A possível punição por obstrução, no entanto, ainda paira sobre seu retorno definitivo aos gramados.

Defesa de Bruno Henrique pede anulação de processo por suposta manipulação de apostas

Os advogados de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, protocolaram um recurso na Justiça pedindo a nulidade do processo que o acusa de envolvimento em um esquema de apostas esportivas. O recurso, apresentado em segunda instância, solicita a transferência da ação da Justiça Estadual do Distrito Federal para a esfera Federal.

Além do arquivamento do inquérito, os advogados pedem a invalidação de todas as decisões tomadas até agora pela Justiça do DF. A argumentação central é que o caso tem natureza federal, pois apostas esportivas são reguladas pela União, segundo leis federais de 2018 e 2023.

Outro ponto levantado pela defesa é o caráter transnacional da investigação. A investigação começou após uma entidade internacional, sediada na Bélgica, notificar a CONMEBOL e a FIFA sobre possíveis irregularidades, o que levou ao acionamento da CBF.

A suspeita de fraude baseia-se em apostas feitas por empresas com sede em países como Malta e Curaçao, além de movimentações financeiras envolvendo sete países e três estados brasileiros.

Segundo os advogados, a Polícia Federal já assumiu o caso, amparada por tratados internacionais contra a corrupção no esporte e com aval do Ministério da Justiça.


Bruno Henrique comemora 300 jogos pelo Flamengo com postagem nas redes sociais (Foto: reprodução/Instagram/@b.henrique)


Relembre o caso

No dia 1º de novembro de 2023, Bruno Henrique foi expulso na partida entre Flamengo e Santos, pela 31ª rodada do Brasileirão. Na ocasião, o jogador foi advertido duas vezes com cartões amarelos em um curto intervalo, o que levantou dúvidas sobre uma possível intenção de favorecer apostadores.

Em novembro de 2024, a Polícia Federal e o Ministério Público do Rio de Janeiro iniciaram uma investigação. O jogador foi indiciado por estelionato e fraude esportiva em abril deste ano. Agora, cabe à 7ª Vara Criminal de Brasília decidir se o caso será arquivado ou encaminhado ao Ministério Público.

STJD convoca Bruno Henrique e investiga elo familiar com apostadores

Além da tramitação judicial, Bruno Henrique também foi convocado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para prestar depoimento no próximo dia 26 de maio. O depoimento integra um inquérito desportivo que investiga a eventual ligação do atleta com fraudes em resultados.

Também foram chamados para depor parentes próximos, como o irmão do jogador, e suspeitos já monitorados por envolvimento com apostas. O caso no STJD corre paralelamente ao processo na esfera criminal e pode influenciar decisões futuras no âmbito esportivo.

CPI das Bets investiga influenciadores por divulgação de sites de apostas: conheça os nomes

A CPI das Bets, criada no Senado no fim de 2024, investiga como sites de apostas esportivas estão interferindo na vida financeira da população. Depois de ouvir nomes conhecidos como a influenciadora Virginia Fonseca e o ex-participante de reality Rico Melquíades, os senadores já têm uma nova lista de famosos que podem ser chamados para prestar depoimento.

A comissão, que deve encerrar os trabalhos até 14 de junho, tem discutido o envolvimento de celebridades na divulgação dessas plataformas, especialmente em redes sociais. Até agora, 18 pessoas — entre influenciadores, artistas e empresários — já foram convocadas ou convidadas para explicar suas relações com o setor. Os senadores podem estender o prazo da investigação, mas segundo fontes do próprio Senado, é pouco provável que isso aconteça, já que o limite de gastos para a comissão é de R$ 110 mil.

Cantores, ex-BBBs e humoristas entram na lista

Entre os nomes que chamaram atenção está o cantor Gusttavo Lima, apontado por sua participação em ações promocionais com grandes empresas de apostas. Segundo senadores, ele teria envolvimento direto em campanhas que levantam suspeitas de irregularidades.

Outro cantor famoso, Wesley Safadão, também foi convocado. Parlamentares dizem que sua imagem foi usada por empresas do setor, algumas delas já barradas pelo Ministério da Fazenda.

A influenciadora Gessica Kayane, a Gkay, também entrou no radar. Por mais que seja conhecida pelo conteúdo de moda e entretenimento, ela teria, segundo a CPI, participado da divulgação indireta dessas plataformas nas redes.

O comediante Tirulipa também está na lista. Ele é acusado de divulgar um site que está sendo investigado por crimes financeiros. Em 2022, ele já tinha sido alvo de uma operação do Ministério Público por conta disso.

Relacionamentos com plataformas levantam suspeitas

O youtuber Jon Vlogs é citado não só por promover apostas online, mas por ser dono de uma dessas empresas, além de ter liderado campanhas de divulgação em larga escala.

Pâmela Drudi, influenciadora e esposa do empresário Fernando Oliveira Lima, também será ouvida. Ela representa uma plataforma como “embaixadora” e os senadores querem entender se ela tinha noção de possíveis esquemas ilegais.

Kaká Diniz, empresário conhecido por gerenciar carreiras de influencers, foi convocado para explicar sua atuação nos bastidores. A comissão acredita que ele pode ajudar a mostrar como funcionam as ligações comerciais entre esses influenciadores e as plataformas.

Famílias e casais em foco

A influenciadora Viih Tube e seu marido, o ex-BBB Eliezer, também foram chamados. Os parlamentares querem entender como eles participaram de ações de marketing ligadas ao setor e se tinham conhecimento de práticas ilegais por trás das campanhas.

Outro ex-BBB, Felipe Prior, também está na lista. Ele foi citado por, supostamente, ter um contrato que lhe dava uma porcentagem sobre as perdas dos apostadores, algo que gerou grande repercussão na mídia.


O Jogo do Tigrinho já causou perdas financeiras e afetou famílias, levando pessoas a perderem tudo que tinham (Foto: reprodução/Alice Labate/Estadão)

Deolane, a mãe, o filho e a advogada

A advogada e influencer Deolane Bezerra chegou a ser presa no ano passado durante uma operação que apurava lavagem de dinheiro e envolvimento com apostas ilegais. Ela foi convocada como testemunha, mas conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal e não compareceu.

Sua mãe, Solange Bezerra, e seu filho, conhecido como Chefinho (Giliard dos Santos), também foram chamados para prestar esclarecimentos. A CPI quer entender como a família está envolvida na promoção dessas plataformas.

A advogada Adélia Soares, que representa Deolane e também já participou do BBB, também foi convocada. O depoimento dela estava marcado, mas uma decisão do ministro Dias Toffoli liberou sua ausência.

Rodrigo Mussi, outro ex-BBB, entrou na lista por ter participado da divulgação de uma plataforma investigada por facilitar lavagem de dinheiro e manipular resultados.

Convites sem obrigação

Além dos convocados, dois influenciadores foram apenas convidados, o que significa que não precisam comparecer se não quiserem. São eles: Felipe Neto, que fez campanhas publicitárias para uma empresa de apostas por cerca de dez meses em 2023, e Mayk Santos, convidado por conta de sua relação com conteúdos ligados ao tema e seu grande número de seguidores.

Com a CPI em andamento, os próximos passos dependem das decisões da comissão e da disponibilidade dos convocados. Até junho, outros nomes podem entrar na lista, caso os senadores considerem necessário para avançar nas investigações.

PF indicia Bruno Henrique por suspeita de manipulação em jogo do Brasileirão de 2023

A temporada de 2023 do Campeonato Brasileiro voltou aos holofotes nesta semana após o indiciamento do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, pela Polícia Federal. O jogador é acusado de ter provocado deliberadamente um  cartão amarelo na partida contra o Santos, válida pela 31ª rodada da competição, favorecendo apostadores que teriam lucrado com a ação.

No jogo disputado no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, Bruno Henrique entrou em campo já pendurado com dois cartões amarelos. O Flamengo foi derrotado por 2 a 1 pelo Santos, e o atacante recebeu o terceiro cartão nos acréscimos do segundo tempo, após uma falta dura em Soteldo. Em seguida, reclamou com o árbitro Rafael Klein e acabou expulso.

Cartão suspeito e impacto esportivo

A conduta chamou atenção de casas de apostas, que identificaram movimentos anormais nas apostas voltadas especificamente ao recebimento de cartão por parte do camisa 27. Em uma das plataformas, 98% das apostas em cartões naquele jogo foram direcionadas a Bruno Henrique. Em outra, o índice chegou a 95%.

As investigações começaram em agosto de 2023, após os alertas emitidos por operadoras de apostas. Em novembro de 2024, a PF realizou operações de busca e apreensão, inclusive no CT do Flamengo. Celulares foram apreendidos e mensagens trocadas entre Bruno Henrique e outros investigados revelaram indícios de combinação. Em um dos diálogos, o irmão do jogador, Wander, questiona: “Quando vai tomar o terceiro cartão?”, ao que o atleta responde: “Contra o Santos”.

Conversas comprometedora e investigação

Além de Bruno Henrique, a Polícia Federal indiciou Wander Nunes Pinto Júnior, irmão do atleta, Ludymilla Araújo Lima, esposa de Wander, e a prima Poliana Ester Nunes Cardoso. Todos teriam realizado apostas relacionadas ao jogo. Um segundo grupo, formado por seis amigos de Wander, também foi implicado por participações no esquema.

Bruno Henrique e Wander foram enquadrados no artigo 200 da Lei Geral do Esporte, que trata manipulação de resultados, com pena prevista de dois a seis anos de prisão. Eles também foram indiciados por estelionato, com pena de um a cinco anos de prisão. Os demais investigados respondem apenas por este último crime. 


Bruno Henrique durante jogo do Flamengo (Foto: reprodução/Ruano Carneiro/Getty Images Embed)


Flamengo mantém posição cautelosa

Apesar da gravidade das acusações, o Flamengo optou por não afastar o jogador. Em nota oficial, o clube afirmou não ter recebido comunicação formal sobe o caso e reforçou seu compromisso com o fair play, ressaltando a importância do devido processo legal e da presunção de inocência.

Bruno Henrique se pronunciou brevemente sobre o caso após a conquista da Copa do Brasil da temporada passada. 

“Minha vida e trajetória, desde que comecei a jogar futebol, nunca foram fáceis, mas Deus sempre esteve comigo. Estou tranquilo em relação a isso, junto com meus advogados, empresários e pessoas que estão nessa batalha comigo. Peço que a justiça seja feita”, declarou.

STJD arquiva investigação esportiva

Em paralelo à investigação da PF, em agosto de 2024, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) também analisou a denúncia, mas decidiu arquivar o caso. Segundo o tribunal, não havia indícios suficientes de que Bruno Henrique tivesse obtido vantagem econômica com a situação, especialmente se comparado aos seus rendimentos como atleta profissional.

O relatório elaborado pela Polícia Federal será agora encaminhado ao Ministério Público do Distrito Federal, que decidirá se formaliza ou não a denúncia contra o jogador e os demais envolvidos. Enquanto isso, o foco esportivo segue dividido entre os gramados e os tribunais.

Governo determina que bancos reportem movimentações suspeitas ligadas a apostas ilegais

Como parte de uma ação mais ampla para coibir irregularidades no setor de apostas, o Governo Federal já retirou do ar mais de 11 mil sites considerados clandestinos. Desde 20 de março, entrou em vigor uma norma que obriga bancos e instituições financeiras a reportarem à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, qualquer movimentação suspeita relacionada a operadores não regulamentados. Desde então, foram registradas nove notificações formais, que levaram ao bloqueio de 32 contas sob investigação.

Instituições financeiras devem denunciar atividades irregulares

A legislação que regulamenta o setor de apostas já proibia as instituições bancárias de operarem contas associadas a plataformas não autorizadas. No entanto, uma portaria publicada no mês passado intensificou esse controle ao obrigar instituições financeiras a notificarem o Ministério da Fazenda sempre que identificarem indícios de movimentações suspeitas, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas.

Com a entrada em vigor da nova regulamentação, espera-se uma atuação mais rigorosa por parte dos bancos e instituições de pagamento no rastreamento de movimentações suspeitas, explicou Régis Dudena, secretário de Prêmios e Apostas.

Ele destacou que uma das estratégias para combater a atuação de sites não autorizados envolve o comprometimento dessas instituições em cumprir sua obrigação legal de compartilhar dados com o governo sobre agentes que operam fora da lei no setor de apostas.

Conforme a norma, qualquer suspeita de que contas estejam sendo usadas para apostas ilegais deve ser comunicada à Secretaria de Prêmios e Apostas no prazo de até 24 horas.

A notificação deve conter informações do titular, detalhes da transação e eventuais providências adotadas, como bloqueio ou encerramento das contas.


Mais de 10 mil sites de aposta já foram bloqueados (Foto: reprodução/Agência Gov)

Apostas levantam alerta sobre perdas financeiras

Os dados, que indicam a movimentação mensal de R$ 30 bilhões em apostas virtuais no Brasil, foram apresentados durante uma audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas Esportivas no Senado.

A criação da CPI teve como objetivo investigar o impacto financeiro das apostas online nos lares brasileiros, além de examinar suspeitas de envolvimento dessas plataformas com grupos criminosos que utilizam o setor para lavar dinheiro.

Ao realizar um depósito em uma plataforma de apostas, o usuário corre o risco de nunca mais recuperar o valor investido.

Faturamento

O setor de apostas de quota fixa já arrecadou aproximadamente R$ 2 bilhões em outorgas para os cofres públicos, conforme informações do secretário Régis Dudena.

Atualmente, cerca de 160 sites de apostas estão ativos no Brasil, operados por empresas que detêm setenta e três licenças emitidas até o momento. Cada autorização, que custa R$ 30 milhões, permite que uma empresa administre até três plataformas distintas de apostas.

A Receita Federal, por sua vez, informou que os dados referentes à arrecadação tributária do setor continuam em fase de consolidação.